ENTRONCAMENTO
Entroncamento
Aspectos Geográficos
O concelho do Entroncamento, do distrito de Santarém, localiza-se na região do Centro (NUT II) e no Médio Tejo (NUT III). Situado na margem direita do rio Tejo, é limitado a oeste pela serra dos Candeeiros e a nordeste pela serra d'Aire, e faz fronteira a norte e oeste com o concelho de Torres Novas, a sul com o da Golegã e a este com o de Vila Nova da Barquinha. Tem apenas uma freguesia: Entroncamento.
No total, abrange uma área de cerca de 13,8 km2 e é constituído por uma freguesia, com o mesmo nome.
Em 2001, o concelho apresentava 18 174 habitantes.
História e Monumentos
O entroncamento nasceu e cresceu em redor de uma estação de comboios, aquando da junção de duas linhas férreas - a do Norte e a do Leste -, a 22 de Maio de 1864. Em 24 de Novembro de 1945 foi elevado a vila e em 1991 surgiu a cidade.
Toda a sua história está relacionada com os caminhos-de-ferro, facto que leva à realização anual de exposições de material ferroviário e que levou à construção do Museu Nacional Ferroviário.
A nível arquitectónico realçam-se bairros ferroviários característicos, nomeadamente o da Estação e o de Camões, com pequenas casas decoradas com flores e rendas nas janelas.
Jardins existem por quase todo o lado: o Jardim Parque José Pereira Caldas, o Parque Municipal "Zona Verde", o Parque Florestal do Bonito e a Quinta da Ponte de Pedra.
Do ponto de vista religioso, salienta-se a Capela de S. João Baptista (ou das Vaginhas).
Tradições, Lendas e Curiosidades
No terceiro domingo de Abril e durante duas semanas realiza-se a Feira Anual do Entroncamento. Todos os sábados há venda de vestuário, calçado e mobiliário no Mercado do Entroncamento e todos os dias, excepto ao domingo, se realiza a feira de produtos alimentares.
No que diz respeito aos festejos, realizam-se a festa dos Santos Populares (Sto. António, S. João e S. Pedro), em Junho; festivais de música e exposições de arte durante todo o ano.
O feriado municipal decorre a 24 de Novembro.
O artesanato local é constituído pelo fabrico de instrumentos musicais (guitarras, violinos, violas, harpas, etc), cerâmica, miniaturas em madeira, rendas e bordados, vitrais, azulejos e trabalhos em estanho e em ferro forjado.
Economia
O sector de actividade mais importante é o terciário e diz respeito aos mercados, às feiras e aos centros comerciais.
O sector secundário tem alguma importância e é bastante diversificado: construção e obras públicas, metalurgia, metalomecânica, material eléctrico e transportes, calçado, vestuário e têxteis, alimentação e bebidas, madeira e cortiça.
O sector primário não tem expressão económica no concelho, devido à sua pequena dimensão territorial, que se destina, quase na totalidade, à área urbana.
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