AMARANTE
Amarante

Município português pertencente ao distrito do Porto, composto por quarenta freguesias (Aboadela, Aboim, Amarante-São Gonçalo, Ansiães, Ataíde, Bustelo, Canadelo, Candemil, Carneiro, Carvalho de Rei, Cepelos, Chapa, Figueiró-Santiago, Figueiró-Santa Cristina, Fregim, Freixo de Baixo, Freixo de Cima, Fridão, Gatão, Gondar, Gouveia-São Simão, Jazente, Lomba, Louredo, Lufrei, Madalena, Mancelos, Oliveira, Olo, Padronelo, Real, Rebordelo, Salvador do Monte, Sanche, Telões, Travanca, Várzea, Vila Caiz, Vila Chão do Marão e Vila Garcia). Em termos demográficos, a população, em 1991, era de 56 100 residentes, para uma área bruta de 299 km2 e a variação da população residente entre 1960 e 1991 foi de 17%.

A economia municipal assenta na agricultura (vinho verde), silvicultura, transformação de madeiras, indústria têxtil e prestação de serviços. As minas de estanho são os mais importantes recursos minerais da região.

A cidade de Amarante, que é sede de município, localiza-se na margem esquerda do rio Tâmega, a leste da cidade do Porto. Em 1991, residiam na cidade de Amarante cerca de 7600 habitantes. Em termos administrativos, a cidade insere-se em três freguesias (Cepelos, Madalena e Amarante-São Gonçalo).

património

Em termos do património edificado, destacam-se os vestígios arqueológicos na serra da Aboboreira, a ponte de São Gonçalo (construída nos finais do século XVIII, em substituição da primitiva, românica, destruída em 1763), o convento de São Gonçalo (fundado em meados do século XVI, que só viria a estar terminado no reinado de Filipe II), a igreja de São Pedro (com fachada barroca, do início do século XVIII), a igreja de São Domingos (frontaria barroquista do século XVIII) e a fonte renascentista (de meados do século XV). O rio Tâmega e a serra do Marão constituem os elementos mais significativos do património natural.

história

Amarante parece ter sido fundada pelos turdetanos, cerca de 360 a. C., tendo sido reconstruída pelo governador romano Amarantus. Em 1128, o topónimo era já mencionado. No século XIX, Amarante resistiu heroicamente ao cerco das tropas napoleónicas comandadas pelo marechal Soult.
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