IDANHA-A-NOVA
Idanha-a-Nova

Município português pertencente ao distrito de Castelo Branco, compreendendo 17 freguesias (Alcafozes, Aldeia de Santa Margarida, Idanha-a-Nova, Idanha-a-Velha, Ladoeiro, Medelim, Monfortinho, Monsanto, Oledo, Penha Garcia, Proença-a-Velha, Rosmaninhal, Salvaterra do Extremo, São Miguel de Acha, Segura, Toulões e Zebreira). Em termos demográficos, a população, em 1991, era constituída por cerca de 13 600 residentes para uma área bruta de 1 413 km2, e a variação da população residente entre 1960 e 1991 foi de -55%.

A economia municipal assenta na agro-pecuária, na silvicultura, na administração local e em actividades económicas relacionadas com a prestação de serviços sociais e públicos, destacando-se ainda as relacionadas com o turismo.

Localizada próximo da fronteira luso-espanhola, a nordeste da cidade de Castelo Branco, a vila de Idanha-a-Nova é sede de município e registava uma população de cerca de 2400 residentes em 1991.

património

Muito valioso pelos inúmeros testemunhos das ocupações romana e visigótica, o património mais significativo inclui as igrejas matriz (reconstruída no século XIV, apresenta pórtico renascentista), da Misericórdia (a de Idanha-a-Nova e a de Idanha-a-Velha), a capela da Senhora do Almurtão, o solar do conde de Idanha-a-Nova, o castro de Cabeço dos Mouros, a anta da Granja de São Pedro, a ponte romana e as ruínas da catedral visigótica, do século V.

história

Povoada desde tempos remotos, Gualdim Pais aqui mandou construir um castelo em 1187. D. Sancho I elevou-a a vila e doou-a aos Templários no ano de 1206. Com a confirmação da doação por D. Afonso II, o topónimo passou a ser Idanha-a-Nova para que não se confundisse com a já designada Idanha-a-Velha — a antiga cidade de Egitânia à ocupação romana, que em 534 já era sede episcopal.

Em 1510, recebeu foral outorgado por D. Manuel I.
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