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Homens que contruiram esta cidade - Salto - São Paulo - Brasil

SALTO

 

Salto é um município brasileiro do estado de São Paulo. Localiza-se a uma latitude 23º12'03" Sul e a uma longitude 47º17'13" Oeste, estando a uma altitude de 555 metros. O município é cortado pelo rio Tietê. Sua população estimada em 1 de julho de 2009 era de 109.948 habitantes. E sua densidade demográfica em 2004 era de aproximadamente 771 hab/km².

É uma estância turística do interior do estado de São Paulo, localizada na região de Sorocaba, entre as cidades de Itu e Indaiatuba. Deve seu nome ao Salto do Tietê, uma cachoeira do Tietê localizada à altura da Praça Archimedes Lammoglia.

 

Estância turística

Salto é um dos 29 municípios paulistas considerados estâncias turísticas pelo Estado de São Paulo, por cumprirem determinados pré-requisitos definidos por Lei Estadual. Tal status garante a esses municípios uma verba maior por parte do Estado para a promoção do turismo regional. Também, o município adquire o direito de agregar junto a seu nome o título de Estância Turística, termo pelo qual passa a ser designado tanto pelo expediente municipal oficial quanto pelas referências estaduais.

 

História

Apesar de só ter se desmembrado da cidade de Itu no século XIX, o marco da fundação de Salto é considerado a inauguração da capela do sítio Cachoeira, em 16 de junho de 1698. O proprietário do sítio era o Capitão Antônio Vieira Tavares, um ex-bandeirante (sobrinho do famoso bandeirante Raposo Tavares), que adquiriu as terras na margem direita do rio Tietê, até então habitadas pelos índios guaianases. No local onde se encontrava a capela original foi erguida a atual Igreja Matriz Nossa Senhora do Monte Serrat, construída entre 1928 e 1936.

Durante o século XVIII a área de Salto não era mais do que um agrupamento de sítios. Passou a ser mais relevante a partir do século XIX com a implantação da cultura cafeeira. A cidade de Itu se tornou um importante centro produtor e um núcleo de concentração de renda. Os barões do café começavam a se tornar uma força política à parte do Império. A área de Salto foi visitada pelo Imperador Dom Pedro II por duas vezes, em 1846 e 1875. O Conde D'Eu visitou a cidade em 1874.

A real urbanização de Salto só começou em 1856 quando, após a realização do primeiro levantamento topográfico, estipulou-se um plano de arruamento. Ao fim do arruamento, em 1857, Salto contava com não mais que sete estabelecimentos comerciais e uma única indústria (uma fábrica de velas).

Durante a década de 1870 Salto se torna um pequeno polo tecelão, com a instalação de várias indústrias têxteis, o que originou o apelido da cidade na época: "Pequena Manchester Paulista". A década também marcou a implantação da antiga estrada de ferro (1873), que cortava o atual bairro Estação.

Em 1889 Salto é emancipada. A elite cafeeira ituana estava forte como nunca e teve um papel central na derrocada do Império e implantação do regime republicano.

Na época, devido ao sistema de hierarquia que ainda se usava, Salto teve que ser primeiro considerada uma freguesia. Após o desmembramento foi considerada um município, mas não uma cidade. Só alcançou essa categoria em 1907.

A despeito da emancipação, Salto só deixou de se chamar "Salto de Itu" em 29 de dezembro de 1917 quando uma lei estadual mudou oficialmente seu nome para Salto.

No começo do século XX houve o primeiro grande movimento migratório em direção à cidade, constituído de colonos italianos que vieram trabalhar na colheita do café. A imigração italiana foi massiva durante os anos que se seguiram e as famílias de colonos formavam a maior parte da população, deixando marcas na cultura de Salto até os dias atuais.

Durante a década de 1940, soldados saltenses foram enviados à Segunda Guerra Mundial. Mais tarde houve uma polêmica se deveria-se ou não dar a alguma rua o nome de algum dos soldados, mas a maioria dos pracinhas não podia ser homenageada de tal forma por ainda estar viva. Optou-se por batizar-se uma via como "rua dos Expedicionários Saltenses". Alguns ítalo-saltenses entretanto se filiaram ao Círculo Fascista de Itu que apoiava, ainda que apenas verbalmente, Benito Mussolini.

Na década de 1950 indústrias de grande porte se instalam na cidade, e desde a década de 1970 Salto passa a receber intenso fluxo migratório de outros estados - em especial das regiões Nordeste e Sul, com destaque para o estado do Paraná.

 

História da infraestrutura

A urbanização da cidade se deu de forma lenta. Essa característica se mantém até hoje, exceto pelos dois grandes momentos de migração. A iluminação pública, por exemplo, só foi implantada em 1890 quando lampiões foram instalados nas ruas. A rede elétrica só veio os substituir em 1907 - mesmo ano em que o serviço telefônico foi inaugurado.

A primeira escola do município, fundada em 20 de outubro de 1913, está em funcionamento até hoje. É a Escola Estadual Tancredo do Amaral. Sua fachada foi restaurada mas o aspecto da inauguração foi mantido, com as palavras "MENINOS" e "MENINAS" gravadas nos respectivos pavilhões. (No início do século XX as classes ainda eram separadas por sexo).

A instalação da Brasital S/A, em 1º de novembro de 1919, pode ser considerada momento emblemático da industrialização de Salto. A fábrica ocupava um grande terreno próximo à queda d'água no rio Tietê e à Igreja Matriz (ou seja, nos arredores do marco zero da cidade), e onde haviam se instalado, no último quarto do século XIX, as tecelagens pioneiras - as de José Galvão (1875) e Barros Júnior (1882) que, incorporadas sucessivamente por José Weisshon (1898-1904) e pela Sociedade Ítalo-Americana (1904-1919), passam para a mão de acionistas italianos e brasileiros sob o nome Brasital (junção das iniciais de Brasil e Itália). Além dos galpões de tecelagem, a Brasital era proprietária de várias casas situadas num terreno anexo e outro em uma área limite do perímetro urbano na década de 1920. Essas residências eram habitadas pelos operários da indústria, na maior parte imigrantes italianos. As casas estavam dispostas formando um quadrilátero, com quatro quarteirões, nos quais existiam grandes quintais comunitários no centro.

As ruas só começaram a ser calçadas em 1931. Esse primeiro calçamento só abrangeu as ruas principais. Os últimos ladrilhos desse calçamento pioneiro foram removidos no final de 2010, com a uniformização do calçamento da Rua 9 de Julho. Ladrilhos da mesma tipologia ainda podem ser encontrados no bairro da Barra.

A Igreja Matriz foi destruída por um incêndio em 1935. Na época era feita sobretudo de madeira que supõe-se se inflamou por um descuido com as várias velas que havia em seu interior. Foi substituída pela atual Nossa Senhora do Monte Serrat, de alvenaria. Foi a única paróquia da cidade até 1966, quando a paróquia São Benedito foi instalada sob os cuidados do cônego Gastão Oliboni, da Ordem Presmonstratense.

A partir da segunda metade do século passado iniciou-se uma cultura de "êxodo" de instituições de um prédio público para outro, ao invés da construção de novos. A atual Prefeitura foi instalada no antigo prédio do Fórum da Comarca de Salto (na rua 9 de julho), sendo que o Fórum mudou-se para o edifício que abrigava simultaneamente a Delegacia e a Cadeia Municipal. A antiga prefeitura por sua vez deu lugar ao escritório do INSS, à Delegacia da Mulher e a Junta Militar. Uma das poucas exceções foi a Câmara dos Vereadores, que antes de ser movida para a rua Dom Pedro II ocupava parte do prédio do Sindicato dos Mestres e Contra-Mestres (que não era público). Essa migração burocrática permanece em menor nível até hoje, como a mudança do Banco do Povo para o que foi outrora uma das unidades do CEMUS.

A estação ferroviária de Salto, da linha tronco original da Companhia Ytuana de Estradas de Ferro, foi desativada em 1985 quando foi substituída pelo trecho saltense da Variante Boa Vista-Guaianã.

Em 1998, Salto ganhou sua primeira faculdade através do Centro Universitário Nossa Senhora do Patrocínio - CEUNSP. A Faculdade Cidade de Salto foi instalada em comemoração aos 300 anos de fundação da cidade, no prédio da antiga Vinícola Milioni, em edifício completamente restaurado e transformado em Instituto Educacional. As instalações foram inauguradas, com o descerramento da placa comemorativa, pelo prefeito João Conti e pelo reitor professor Rubens Anganuzzi.

Em 2001, o CEUNSP adquiriu as instalações da antiga Brasital (fechadas há mais de cinco anos) e inaugurou, no mesmo ano, seu quinto campus universitário. Com cerca de 140.000 m², esse novo campus elevou a cidade ao status de Cidade Universitária, recebendo mais de 12.000 alunos oriundos de 126 cidades de 11 estados brasileiros.Fonte:Wikipédia

  

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Informações Básicas

Marca

Fujifilm

Linha

FinePix

Modelo

S1500

Tipo

Avançado

Especificações Técnicas

Formato de Imagem

JPEG

Formato do Vídeo

AVI

Equivalência com 35mm

33 - 396 mm

Abertura Máxima

2.8 - 5.0

Velocidade do Obturador

1/4 - 1/2000 s

ISO

100, 1600, 200, 3200, 64, 6400, 800, Automático

Sensor

CCD

Modos de Exposição

5 em passos de 1/3 EV

Efeitos de Imagem

Automático, Natural, Preto & Branco

Quadros por segundo

30

Sistema de Vídeo

NTSC, PAL

Sistema Operacional Compatível

Apple Mac OS, Microsoft Windows

Dimensões

Largura

102 mm

Altura

73 mm

Profundidade

67 mm

Peso

324 g

 

Características

Resolução

10.0 Megapixels

Resolução Máxima

3648 x 2736 Pixels

Zoom Digital

5.7 x

Zoom Óptico

12 x

Tamanho da Tela

2,7 polegadas

Flash

Automático, Desligado, Redutor de Olhos Vermelhos, Sincronização Lenta

Funções

Disparo Automático

Armazenamento, Energia e Conexão

Memória Interna

23 MB

Cartão de Memória Compatível

Cartão SD, SDHC

Fonte de Energia

4 Pilhas AAA

Conexões

USB

  

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Taken on February 20, 2012