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Roma. Anfiteatro Flavio. Sotterranei.

 

Rome. Flavian Amphitheater. Underground.

 

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Copyright © 2012 Katia Celestini. Tutti i diritti riservati.

 

Suburra

La Suburra (Subura dal latino sub-urbe) era un vasto e popoloso quartiere dell'antica Roma situato sulle pendici dei colli Quirinale e Viminale fino alle propaggini dell'Esquilino (Oppio, Cispio e Fagutal).

Poiché la popolazione della parte bassa del quartiere era costituita da sottoproletariato urbano che viveva in condizioni miserabili, benché affacciata su un'area monumentale e di servizi pubblici, il termine suburra ha ancora, nel linguaggio comune, il significato generico di luogo malfamato, teatro di crimini e immoralità.

Storia

In origine fece parte del cosiddetto Septimontium nell'ambito di una processione religiosa che ogni anno si festeggiava l'11 gennaio fin dal regno di Numa Pompilio.

Il quartiere era percorso dall'Argileto (attuali via Leonina e via della Madonna dei Monti) che in corrispondenza del Cispio si divideva nel vicus Patricius (attuale via Urbana) in direzione della porta Viminale delle mura repubblicane, e nel clivus Suburanus (attuale via in Selci), in direzione della porta Esquilina. Quest'ultima via segnava il confine tra la regione IV e la V della suddivisione augustea.

La parte bassa della valle fu occupata, a partire dal I secolo a.C., prima dal Foro di Cesare, inaugurato nel 46 a.C. sotto la pendice orientale del Campidoglio, poi dal Foro di Augusto, inaugurato nel 2 a.C. A questi spazi pubblici si aggiunsero poi, proseguendo verso la valle del Colosseo, il Tempio della Pace nel 75 d.C., e il Foro di Nerva inaugurato nel 97, e infine, grazie allo sbancamento della sella collinare tra il Colle Quirinale e il Campidoglio, il Foro di Traiano, inaugurato nel 112. Queste aree monumentali vennero messe al riparo dagli incendi che frequentemente scoppiavano nei casamenti popolari della Suburra, costruendo già al tempo di Augusto la gigantesca muraglia che ancor oggi resiste, confine e unica traccia affiorante nella città moderna della Suburra antica.

Sulle rovine della Suburra e dei Fori sorsero nel Medioevo case e torri di famiglie aristocratiche, alcune delle quali tuttora conservate anche se assai modificate, come la Torre dei Conti e la Torre del Grillo.

Il tessuto urbano del quartiere, che oggi fa parte del rione Monti, fu tuttavia pesantemente manomesso con l'apertura di via Cavour e di via degli Annibaldi alla fine del XIX secolo, mentre le demolizioni degli anni trenta del XX secolo per la costruzione della via dell'Impero (oggi Via dei Fori Imperiali) cancellarono tutta l'edilizia civile e religiosa che dal rinascimento in poi s'era installata sui Fori.

Il Muro della Suburra

È un monumento particolarissimo: costruito in pietra gabina, che i romani consideravano particolarmente resistente al fuoco, è alto 33 metri dal piano di calpestio del Foro e costruito a struttura isodoma. I massi che lo compongono - in piani di posa esattissimi - non sono legati da malta, ma solo collegati tra loro da incastri di quercia a coda di rondine, e la muraglia, intervallata da tre ricorsi di travertino, si regge da oltre 2000 anni per il proprio stesso peso.

Al tempo della sua costruzione, il muro adempiva a diverse funzioni: protezione antifuoco, separazione dello spazio residenziale dallo spazio monumentale e pubblico della città, e quinta monumentale del Tempio di Marte Ultore, in forte contrasto cromatico con esso. L'accesso al Foro avveniva a fianco del tempio di Marte Ultore, attraverso l'arco in conci di travertino ancora esistente e visibile, pur tra auto parcheggiate, che venne denominato in epoca medioevale, a seguito dell'impaludamento della zona dei Fori, "Arco dei Pantani".

Posizione Geografica

L'orografia del quartiere, con l'avvallamento tra le pendici dei colli maggiori che confluisce verso la valle tra Campidoglio e Palatino in direzione del Tevere, condizionò il sistema viario e l'articolazione del quartiere, con abitazioni di senatori e cavalieri nelle parti più elevate (resti sotto le odierne chiese di San Pietro in Vincoli, sul Fagutale, e di Santa Pudenziana, sul Viminale), mentre il fondovalle, la parte più popolare e malfamata, era occupato da grandi insulae (palazzi di abitazione a più piani: per esempio resti ritrovati durante i restauri del convento di San Martino ai Monti). Nel quartiere abitarono Giulio Cesare e il poeta Marziale.

Da Wikipedia, l'enciclopedia libera.

Cartografia di Rodolfo Lanciani;

Raccolta Foto de Alvariis

Página retirada do Livro Mercadão de Madureira - Caminhos de comércio mostrando como se deu a evolução do bairro do Campinho e dos vizinhos Madureira e Cascadura no início do século XVIII.

 

"Campinho no Século XVIII

 

No início do século XVIII, o topônimo Campinho denomina toda a área compreendida entre os morros do Dendê, Valqueire e da Bica, hoje também Madureira e Cascadura, que ainda não existiam, e que só viriam a ser assim denominados no final do século XIX. As movimentações pelos caminhos que o cortam, foram gradativamente modificando-se e, além do tráfego de escoamento de produção, passam a ser também caminhos de viajantes às regiões mais distantes, como o de Santa Cruz em acesso às vilas de Angra dos Reis, Parati e à Capitania de São Paulo. Com isso a praça de Campinho amplia-se e também recebe e envia mercadorias para centros produtores e consumidores mais distantes.

 

Com a descoberta de ouro e pedras preciosas nas Minas Gerais, a Cidade do Rio de Janeiro, constituindo-se como depositário dessas riquezas para a Corte, torna-se o principal centro econômico da Colônia, o que, intensificando a movimentação de seu porto, provoca acelerado crescimento de sua população e, consequentemente, da demanda de alimentos e produtos. Enquanto a baixada de Jacarepaguá, com os seus engenhos mais produtivos, assume o quase total suprimento do açúcar exportável, a de Irajá, perdendo potencial neste setor, tem a sua produção mais voltada para a olaria, a caieira, a criação de gado e o plantio de legumes e grãos. Após 1760, com a expulsão dos jesuítas e o sequestro de seus bens, juntamente com o desmembramento das mais antigas sesmarias, ocorre uma redistribuição da posse de terras e o surgimento de grandes fazendas que, abandonando a produção de açúcar para a exportação, se focam mais no plantio de alimentos e na pecuária.

  

Na metade do século, com as expressivas mutações da economia do Rio de Janeiro, Campinho se solidifica no comércio atacadista de gêneros e produtos. A concorrência entre transportadores e atacadistas faz surgir novas rotas para a Cidade e, em particular, a que, passando pela atual Avenida Dom Hélder Câmara (antiga Suburbana), no século seguinte iria incorporar a Estrada Real de Santa Cruz. Nesta época, no seu entorno, formam-se grandes fazendas nas quais, particularmente pela predominância na exportação do açúcar de Jacarepaguá, são construídos galpões e trapiches nos quais os produtos são armazenados para, em melhores estratégicas de comercialização e transporte, serem levados ao porto e ao mercado varejista da Cidade. Em igual forma, nelas também são montados currais onde bois, trazidos por pequenos criadores, são negociados e agrupados em comitivas que os conduzem ao abatedouro próximo ao centro."

 

Continua...

 

NOTAS:

 

(20) Ao contrário do Campo de Irajá, não é de conhecimento, pelo menos na presente pesquisa, da existência de documento ou fonte que possa, ainda no século XVII, ter sido o Campinho reconhecido como pertencente à Câmara da Cidade do Rio de Janeiro. Entretanto, considerando-se a comunidade comercial nele existente, já antes de 1700, podemos admitir ser dele o título de segundo bairro sub urbe carioca.

 

(21) Não sendo conhecida documentação ou fonte historiográfica que registre em Campinho qualquer tipo de edificação semelhante a mercado antes do final do século XIX, conforme se depreende da memória popular local, as negociações eram feitas a céu aberto.

 

(22) Os engenhos de Irajá, os primeiros a serem construídos no Rio de Janeiro, eram equipados por moendas de dois rolos horizontais que, para extrair todo o caldo, obrigava passar a cana duas vezes, bem como eram estes movidos por tração animal, o que obrigava a sucessivas paradas para a troca da junta de bois, tendo assim baixa produtividade. Os engenhos de Jacarepaguá, mais novos em cerca de 20/30 anos, possuíam moendas de três rolos verticais que, em uma só passagem, produziam simultaneamente dois esmagamentos na cana, bem como a maioria deles era movido a roda-d’água, em fluxo contínuo e sem paradas.

Nemesio Orellana Martínez ‘Sub-urbe’, (‘SubUrb’), 2012, Tema ‘Vivienda y Ciudad’, (Theme ‘Housing and City’), Museo de Arte Contemporáneo, MAC Quinta Normal, Santiago de Chile.

Nemesio Orellana Martínez ‘Sub-urbe’, (‘SubUrb’), 2012, Tema ‘Vivienda y Ciudad’, (Theme ‘Housing and City’), Museo de Arte Contemporáneo, MAC Quinta Normal, Santiago de Chile.

Nemesio Orellana Martínez ‘Sub-urbe’, (‘SubUrb’), 2012, Tema ‘Vivienda y Ciudad’, (Theme ‘Housing and City’), Museo de Arte Contemporáneo, MAC Quinta Normal, Santiago de Chile.

Nemesio Orellana Martínez ‘Sub-urbe’, (‘SubUrb’), 2012, Tema ‘Vivienda y Ciudad’, (Theme ‘Housing and City’), Museo de Arte Contemporáneo, MAC Quinta Normal, Santiago de Chile.

Nemesio Orellana Martínez ‘Sub-urbe’, (‘SubUrb’), 2012, Tema ‘Vivienda y Ciudad’, (Theme ‘Housing and City’), Museo de Arte Contemporáneo, MAC Quinta Normal, Santiago de Chile.

Nemesio Orellana Martínez ‘Sub-urbe’, (‘SubUrb’), 2012, Tema ‘Vivienda y Ciudad’, (Theme ‘Housing and City’), Museo de Arte Contemporáneo, MAC Quinta Normal, Santiago de Chile.

ROMA ARCHEOLOGICA & RESTAURO ARCHITETTURA: Virginia Raggi, Sindaca di Roma & Sgomberi Via del Colosseo 73: ecco come il Comune potrebbe insabbiare tutto. Il Primato Nazionale (08/02/2017).

 

Roma, 8 feb – “Invoco la vendetta divina su chi mi ha ridotto così senza alcuna pietà”. E’ lo sfogo della signora Laura (una delle signore con disabilità e che versa in stato di indigenza che è stata sgomberata dalla casa nella quale viveva da anni a Roma) affidato a Facebook qualche ora fa, ormai esasperata dopo essere stata ingiustamente sgomberata da casa sua a Via del Colosseo 73 e aver subito a partire dal 14 luglio scorso 2016 una vicenda personale veramente inquietante. Forse non a caso il suo nick name su Facebook è “Maga Magò” e si deve dire che dal giorno in cui è stata definitivamente buttata in strada dalle truppe inviate dal Sindaco Raggi e dal suo “Cerchio Magico”, il 29 settembre 2016, questa maledizione un qualche effetto lo abbia avuto.

 

La “Suburra” (in latino “Subura”, sub urbe) è una valle che dal Colle Esquilino digrada verso l’attuale parco archeologico romano, segue praticamente il percorso di Via Merulana fino a Largo Corrado Ricci da cui si vede a sinistra l’imponente mole del Colosseo, al centro i Fori Romani e a destra il colle del Campidoglio. Via del Colosseo è l’ultima traversa, un vicolo, prima di Via dei Fori Imperiali che separa la città dagli antichi ruderi. Già nell’antica Roma delle origini la Suburra era un quartiere malfamato e sottoproletario, tant’è che nell’età augustea si eresse un enorme muro ancora oggi in parte esistente per separare il quartiere dal Foro Romano nel frattempo diventato il centro politico, economico e sociale dell’antica Roma, mentre un parziale risanamento fu opera di Mecenate, il famoso protettore dei poeti e amico personale di Augusto, che nella parte alta della Suburra edificò il suo “Auditorium di Mecenate” che esiste ancora oggi. Con la caduta dell’Impero Romano Il Colosseo, il Foro e il Campidoglio vennero abbandonati (Roma passò da circa un milione e mezzo di abitanti, la più grande metropoli dell’antichità, a circa 20.000). Cominciavano i “secoli bui”, il Colosseo fu invaso dalla vegetazione e quasi scomparve alla vista, il Foro subì l’interramento e da suolo spuntavano tetre solo le colonne degli antichi templi. La Suburra subi la stessa sorte: gli antichi edifici popolari a più piani costruiti in legno crollarono, il legname di risulta fu usato per riedificare una sorta di baraccopoli, e in questa area ormai oscura e miserabile cominciarono a fiorire leggende.

 

La più importante e diffusa era quella che narrava della presenza di una Porta degli Inferi all’interno delle rovine del Colosseo, nascosta nell’intrico della vegetazione, e che questa fosse nota a Maghi e Fattucchiere della Suburra, e attraverso la quale entravano in contatto con le forze demoniache, e che da queste ricevevano poteri magici e ricette per preparare veleni con i quali si colpivano gli avversari e si risolvevano financo i contrasti familiari. Famosissima l’ “Acqua Tofana” che fu messa a punto nel 1600 dalla Fattucchiera di origine palermitana Giulia Tofana che vendendo questo veleno divenne famosa e ricchissima (una miscela di arsenico, piombo e belladonna. Veniva comunemente usata per “divorziare”). La ragione di questa “Porta degli Inferi” dentro al Colosseo risiedeva nel fatto che dal momento in cui l’arena era impregnata del sangue di decine di migliaia di persone morte in modo violento, dai gladiatori, ai condannati, fino alle stragi di Cristiani delle varie persecuzioni da Nerone a Diocleziano, tutta l’area si considerava invasa dai fantasmi di questi “perseguitati” che non trovavano pace, per cui il Demonio gli offriva una porta per gli inferi nel luogo del loro martirio. E forse proprio per questo fra il 1675 e il 1750 il Papa Clemente X e Benedetto XIV risanarono l’area decretando il Colosseo monumento cristiano ed edificando nuovi edifici, e infatti tutta Via del Colosseo risulta edificata nella seconda metà del 1600 (proprio ai tempi dell’Acqua Tofana) e comprende anche la Casa Generale dei Cistercensi Foglianti, un ordine religioso fondato in Francia nel 1098 (il ramo dei “Foglianti” si dedicava al recupero cristiano e alla vita monastica delle donne, sia nobili che popolane).

 

Maga Magò è stata indubbiamente “perseguitata”: dopo 29 anni in cui viveva in quella casa (chiariamolo, non era “abusiva”, le false accuse penali sono decadute in Procura) con un inganno è stata sbattuta in un campo Rom in cui resiste un mese e mezzo, dopo due ricoveri in ospedale (“stato generale gravissimo” recitano i referti medici) rientra a casa sua per salvarsi la vita. L’8 agosto 2016 ancora un inganno: la mandano al Camping Fabolous con la promessa di un bungalow che invece non c’è (lo aveva invece ottenuto uno dell’ISIS, a spese del Comune), rientra ancora a casa sua a Via del Colosseo e la denunciano per quattro reati, e infine il 29 agosto la buttano in mezzo alla strada con 60 Vigili Urbani “in armi” mandati dal Sindaco e dal suo ormai famoso “Raggio Magico” che ad agosto ancora è in carica, ma che subito dopo viene smantellato da dimissioni, polemiche, arresti, indagini in corso e polizze assicurative. Il vicesindaco, dimissionario; il Capo del personale, in galera; l’assicuratore indagato, la “Sindaca” in caduta libera nei sondaggi… e indagata. Che abbia avuto effetto la maledizione della Maga con vista sulla “Porta degli Inferi”? Non è che a questo punto al Raggio Magico piuttosto che gli avvocati difensori gli serve un Esorcista?

 

Nel frattempo la Maga continua la sua terribile odissea, entra e esce dagli ospedali con crisi ipertensive che degenerano in crisi cardiache, è ospite “a scadenza” in una organizzazione compassionevole, l’Assistente Sociale che gli invia il Comune le dice che “non ha diritto” all’assistenza pubblica (vive con 286 €/mese di pensione e pagava 117 €/mese di affitto per 29mq in una casa costruita nel 1600), che non possono mandarla nemmeno temporaneamente in una casa di riposo, e più la Maga si dispera e più quella infierisce, la vuole mandare in una RSA – Residenza Sanitaria Assistita, in manicomio. Se riescono a farla morire non rischiano che il Tribunale Civile a cui ci stiamo rivolgendo ordini di restituirgli la casa di cui ha “pieno titolo” perché le sue ragioni sono inappuntabili.

 

Se riescono a farla morire si supera sia il fatto che le accuse penali a suo carico, falsamente imbastite, siano decadute e si rende inefficace anche qualsiasi provvedimento di restituzione della casa da parte del Tribunale Civile, e quindi il suo sontuoso appartamento può essere passato a qualcuno che ci aveva messo gli occhi sopra, che lo ristruttura e lo trasforma in “grazioso loft con vista Porta degli Inferi” in cui poi qualche benestante riccone che se lo compra a quarantamila € ci può portare le mignotte (in romanesco si chiama “scortico”).

 

Nemmeno la Maga può sperare nella solidarietà dei media perché tutta l’operazione iniziò a febbraio 2016 proprio con una campagna stampa sui “furbetti del Colosseo” e quindi ora a scrivere che la Maga (e Massimo) stavano a casa loro, farebbero la figura dei fessi. Blasonatissimi, ma fessi. E poi dietro questa storia c’era un disegno mica da poco, nato prima ancora che la “Sindaca” fosse eletta (ma c’era già il Raggio Magico): Via del Colosseo era un test per dimostrare che “si poteva fare”, una volta mostrati i muscoli e date le botte sono uscite 500 lettere di sfratto (288 spedite), e poi un elenco di 60.000 contratti di affitto da “rivedere” mandandoli in Procura. Si potevano recuperare migliaia di appartamenti con quelli in zone di pregio per imbastirci saporiti business stile Mafia Capitale (rendono più della droga!) e quelli nei quartieri popolari per rimetterli in graduatoria e darli ai famosi migranti, bastava dichiarare i romani “abusivi” e usare la Procura per raggiungere rapidamente lo scopo. Per cui si capisce che se la Maga muore non avrà nemmeno un richiamo in Cronaca dai blasonatissimi Grandi Giornali.

 

Ma se muore, la Maga, avrà ben altri appoggi a sostenere le sue invocazioni al castigo divino, non ci sarà Esorcista che tenga. Sarebbe meglio restituirgli casa sua con tante scuse. Comunque noi che magari abbiamo la camicia nera, non la coscienza, li stiamo aiutando. Ora, l’istanza di restituzione al Tribunale Civile che ha giurisdizione sulle questioni amministrative, e poi richiesta di fare i contratti scritti come il Comune di Roma è impegnato a fare dal 15/06/2015, in base alla delibera 165 del 2014, applica tardivamente (16 anni!) il dettato della Legge 481/1998.

La legalità la facciamo rispettare noi, non le camicie bianche con le anime nere.

 

Fonte | source:

 

-- Il Primato Nazionale (08/02/2017).

 

www.ilprimatonazionale.it/approfondimenti/sgomberi-via-de...

 

s.v.,

 

-- ROMA ARCHEOLOGIA e RESTAURO ARCHITETTURA: Gossip sul sindaco Marino [DAJE – I Gansters dell’ via del Colosseo]: viene ad abitare in una casa del comune a via del Colosseo, ROMA CAPITALE NEWS (21|10|2014).

 

rometheimperialfora19952010.wordpress.com/2014/10/23/roma...

 

ROMA ARCHEOLOGICA & RESTAURO ARCHITETTURA: CAOS IMMOBILI A ROMA - Al Campidoglio basta un caffè Ecco la top 10 dei canoni ridicoli, IL TEMPO (08|02|2016 & 08|04|2015). Foto: La Nuova Affittopoli, LA REPUBBLICA (26|02|2011).

 

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ROMA ARCHEOLOGICA & RESTAURO ARCHITETTURA: Virginia Raggi, Sindaca di Roma & Sgomberi Via del Colosseo 73: ecco come il Comune potrebbe insabbiare tutto. Il Primato Nazionale (08/02/2017).

 

Roma, 8 feb – “Invoco la vendetta divina su chi mi ha ridotto così senza alcuna pietà”. E’ lo sfogo della signora Laura (una delle signore con disabilità e che versa in stato di indigenza che è stata sgomberata dalla casa nella quale viveva da anni a Roma) affidato a Facebook qualche ora fa, ormai esasperata dopo essere stata ingiustamente sgomberata da casa sua a Via del Colosseo 73 e aver subito a partire dal 14 luglio scorso 2016 una vicenda personale veramente inquietante. Forse non a caso il suo nick name su Facebook è “Maga Magò” e si deve dire che dal giorno in cui è stata definitivamente buttata in strada dalle truppe inviate dal Sindaco Raggi e dal suo “Cerchio Magico”, il 29 settembre 2016, questa maledizione un qualche effetto lo abbia avuto.

 

La “Suburra” (in latino “Subura”, sub urbe) è una valle che dal Colle Esquilino digrada verso l’attuale parco archeologico romano, segue praticamente il percorso di Via Merulana fino a Largo Corrado Ricci da cui si vede a sinistra l’imponente mole del Colosseo, al centro i Fori Romani e a destra il colle del Campidoglio. Via del Colosseo è l’ultima traversa, un vicolo, prima di Via dei Fori Imperiali che separa la città dagli antichi ruderi. Già nell’antica Roma delle origini la Suburra era un quartiere malfamato e sottoproletario, tant’è che nell’età augustea si eresse un enorme muro ancora oggi in parte esistente per separare il quartiere dal Foro Romano nel frattempo diventato il centro politico, economico e sociale dell’antica Roma, mentre un parziale risanamento fu opera di Mecenate, il famoso protettore dei poeti e amico personale di Augusto, che nella parte alta della Suburra edificò il suo “Auditorium di Mecenate” che esiste ancora oggi. Con la caduta dell’Impero Romano Il Colosseo, il Foro e il Campidoglio vennero abbandonati (Roma passò da circa un milione e mezzo di abitanti, la più grande metropoli dell’antichità, a circa 20.000). Cominciavano i “secoli bui”, il Colosseo fu invaso dalla vegetazione e quasi scomparve alla vista, il Foro subì l’interramento e da suolo spuntavano tetre solo le colonne degli antichi templi. La Suburra subi la stessa sorte: gli antichi edifici popolari a più piani costruiti in legno crollarono, il legname di risulta fu usato per riedificare una sorta di baraccopoli, e in questa area ormai oscura e miserabile cominciarono a fiorire leggende.

 

La più importante e diffusa era quella che narrava della presenza di una Porta degli Inferi all’interno delle rovine del Colosseo, nascosta nell’intrico della vegetazione, e che questa fosse nota a Maghi e Fattucchiere della Suburra, e attraverso la quale entravano in contatto con le forze demoniache, e che da queste ricevevano poteri magici e ricette per preparare veleni con i quali si colpivano gli avversari e si risolvevano financo i contrasti familiari. Famosissima l’ “Acqua Tofana” che fu messa a punto nel 1600 dalla Fattucchiera di origine palermitana Giulia Tofana che vendendo questo veleno divenne famosa e ricchissima (una miscela di arsenico, piombo e belladonna. Veniva comunemente usata per “divorziare”). La ragione di questa “Porta degli Inferi” dentro al Colosseo risiedeva nel fatto che dal momento in cui l’arena era impregnata del sangue di decine di migliaia di persone morte in modo violento, dai gladiatori, ai condannati, fino alle stragi di Cristiani delle varie persecuzioni da Nerone a Diocleziano, tutta l’area si considerava invasa dai fantasmi di questi “perseguitati” che non trovavano pace, per cui il Demonio gli offriva una porta per gli inferi nel luogo del loro martirio. E forse proprio per questo fra il 1675 e il 1750 il Papa Clemente X e Benedetto XIV risanarono l’area decretando il Colosseo monumento cristiano ed edificando nuovi edifici, e infatti tutta Via del Colosseo risulta edificata nella seconda metà del 1600 (proprio ai tempi dell’Acqua Tofana) e comprende anche la Casa Generale dei Cistercensi Foglianti, un ordine religioso fondato in Francia nel 1098 (il ramo dei “Foglianti” si dedicava al recupero cristiano e alla vita monastica delle donne, sia nobili che popolane).

 

Maga Magò è stata indubbiamente “perseguitata”: dopo 29 anni in cui viveva in quella casa (chiariamolo, non era “abusiva”, le false accuse penali sono decadute in Procura) con un inganno è stata sbattuta in un campo Rom in cui resiste un mese e mezzo, dopo due ricoveri in ospedale (“stato generale gravissimo” recitano i referti medici) rientra a casa sua per salvarsi la vita. L’8 agosto 2016 ancora un inganno: la mandano al Camping Fabolous con la promessa di un bungalow che invece non c’è (lo aveva invece ottenuto uno dell’ISIS, a spese del Comune), rientra ancora a casa sua a Via del Colosseo e la denunciano per quattro reati, e infine il 29 agosto la buttano in mezzo alla strada con 60 Vigili Urbani “in armi” mandati dal Sindaco e dal suo ormai famoso “Raggio Magico” che ad agosto ancora è in carica, ma che subito dopo viene smantellato da dimissioni, polemiche, arresti, indagini in corso e polizze assicurative. Il vicesindaco, dimissionario; il Capo del personale, in galera; l’assicuratore indagato, la “Sindaca” in caduta libera nei sondaggi… e indagata. Che abbia avuto effetto la maledizione della Maga con vista sulla “Porta degli Inferi”? Non è che a questo punto al Raggio Magico piuttosto che gli avvocati difensori gli serve un Esorcista?

 

Nel frattempo la Maga continua la sua terribile odissea, entra e esce dagli ospedali con crisi ipertensive che degenerano in crisi cardiache, è ospite “a scadenza” in una organizzazione compassionevole, l’Assistente Sociale che gli invia il Comune le dice che “non ha diritto” all’assistenza pubblica (vive con 286 €/mese di pensione e pagava 117 €/mese di affitto per 29mq in una casa costruita nel 1600), che non possono mandarla nemmeno temporaneamente in una casa di riposo, e più la Maga si dispera e più quella infierisce, la vuole mandare in una RSA – Residenza Sanitaria Assistita, in manicomio. Se riescono a farla morire non rischiano che il Tribunale Civile a cui ci stiamo rivolgendo ordini di restituirgli la casa di cui ha “pieno titolo” perché le sue ragioni sono inappuntabili.

 

Se riescono a farla morire si supera sia il fatto che le accuse penali a suo carico, falsamente imbastite, siano decadute e si rende inefficace anche qualsiasi provvedimento di restituzione della casa da parte del Tribunale Civile, e quindi il suo sontuoso appartamento può essere passato a qualcuno che ci aveva messo gli occhi sopra, che lo ristruttura e lo trasforma in “grazioso loft con vista Porta degli Inferi” in cui poi qualche benestante riccone che se lo compra a quarantamila € ci può portare le mignotte (in romanesco si chiama “scortico”).

 

Nemmeno la Maga può sperare nella solidarietà dei media perché tutta l’operazione iniziò a febbraio 2016 proprio con una campagna stampa sui “furbetti del Colosseo” e quindi ora a scrivere che la Maga (e Massimo) stavano a casa loro, farebbero la figura dei fessi. Blasonatissimi, ma fessi. E poi dietro questa storia c’era un disegno mica da poco, nato prima ancora che la “Sindaca” fosse eletta (ma c’era già il Raggio Magico): Via del Colosseo era un test per dimostrare che “si poteva fare”, una volta mostrati i muscoli e date le botte sono uscite 500 lettere di sfratto (288 spedite), e poi un elenco di 60.000 contratti di affitto da “rivedere” mandandoli in Procura. Si potevano recuperare migliaia di appartamenti con quelli in zone di pregio per imbastirci saporiti business stile Mafia Capitale (rendono più della droga!) e quelli nei quartieri popolari per rimetterli in graduatoria e darli ai famosi migranti, bastava dichiarare i romani “abusivi” e usare la Procura per raggiungere rapidamente lo scopo. Per cui si capisce che se la Maga muore non avrà nemmeno un richiamo in Cronaca dai blasonatissimi Grandi Giornali.

 

Ma se muore, la Maga, avrà ben altri appoggi a sostenere le sue invocazioni al castigo divino, non ci sarà Esorcista che tenga. Sarebbe meglio restituirgli casa sua con tante scuse. Comunque noi che magari abbiamo la camicia nera, non la coscienza, li stiamo aiutando. Ora, l’istanza di restituzione al Tribunale Civile che ha giurisdizione sulle questioni amministrative, e poi richiesta di fare i contratti scritti come il Comune di Roma è impegnato a fare dal 15/06/2015, in base alla delibera 165 del 2014, applica tardivamente (16 anni!) il dettato della Legge 481/1998.

La legalità la facciamo rispettare noi, non le camicie bianche con le anime nere.

 

Fonte | source:

 

-- Il Primato Nazionale (08/02/2017).

 

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-- ROMA ARCHEOLOGIA e RESTAURO ARCHITETTURA: Gossip sul sindaco Marino [DAJE – I Gansters dell’ via del Colosseo]: viene ad abitare in una casa del comune a via del Colosseo, ROMA CAPITALE NEWS (21|10|2014).

 

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ROMA ARCHEOLOGICA & RESTAURO ARCHITETTURA: CAOS IMMOBILI A ROMA - Al Campidoglio basta un caffè Ecco la top 10 dei canoni ridicoli, IL TEMPO (08|02|2016 & 08|04|2015). Foto: La Nuova Affittopoli, LA REPUBBLICA (26|02|2011).

 

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ROMA ARCHEOLOGICA & RESTAURO ARCHITETTURA: Virginia Raggi, Sindaca di Roma & Sgomberi Via del Colosseo 73: ecco come il Comune potrebbe insabbiare tutto. Il Primato Nazionale (08/02/2017).

 

Roma, 8 feb – “Invoco la vendetta divina su chi mi ha ridotto così senza alcuna pietà”. E’ lo sfogo della signora Laura (una delle signore con disabilità e che versa in stato di indigenza che è stata sgomberata dalla casa nella quale viveva da anni a Roma) affidato a Facebook qualche ora fa, ormai esasperata dopo essere stata ingiustamente sgomberata da casa sua a Via del Colosseo 73 e aver subito a partire dal 14 luglio scorso 2016 una vicenda personale veramente inquietante. Forse non a caso il suo nick name su Facebook è “Maga Magò” e si deve dire che dal giorno in cui è stata definitivamente buttata in strada dalle truppe inviate dal Sindaco Raggi e dal suo “Cerchio Magico”, il 29 settembre 2016, questa maledizione un qualche effetto lo abbia avuto.

 

La “Suburra” (in latino “Subura”, sub urbe) è una valle che dal Colle Esquilino digrada verso l’attuale parco archeologico romano, segue praticamente il percorso di Via Merulana fino a Largo Corrado Ricci da cui si vede a sinistra l’imponente mole del Colosseo, al centro i Fori Romani e a destra il colle del Campidoglio. Via del Colosseo è l’ultima traversa, un vicolo, prima di Via dei Fori Imperiali che separa la città dagli antichi ruderi. Già nell’antica Roma delle origini la Suburra era un quartiere malfamato e sottoproletario, tant’è che nell’età augustea si eresse un enorme muro ancora oggi in parte esistente per separare il quartiere dal Foro Romano nel frattempo diventato il centro politico, economico e sociale dell’antica Roma, mentre un parziale risanamento fu opera di Mecenate, il famoso protettore dei poeti e amico personale di Augusto, che nella parte alta della Suburra edificò il suo “Auditorium di Mecenate” che esiste ancora oggi. Con la caduta dell’Impero Romano Il Colosseo, il Foro e il Campidoglio vennero abbandonati (Roma passò da circa un milione e mezzo di abitanti, la più grande metropoli dell’antichità, a circa 20.000). Cominciavano i “secoli bui”, il Colosseo fu invaso dalla vegetazione e quasi scomparve alla vista, il Foro subì l’interramento e da suolo spuntavano tetre solo le colonne degli antichi templi. La Suburra subi la stessa sorte: gli antichi edifici popolari a più piani costruiti in legno crollarono, il legname di risulta fu usato per riedificare una sorta di baraccopoli, e in questa area ormai oscura e miserabile cominciarono a fiorire leggende.

 

La più importante e diffusa era quella che narrava della presenza di una Porta degli Inferi all’interno delle rovine del Colosseo, nascosta nell’intrico della vegetazione, e che questa fosse nota a Maghi e Fattucchiere della Suburra, e attraverso la quale entravano in contatto con le forze demoniache, e che da queste ricevevano poteri magici e ricette per preparare veleni con i quali si colpivano gli avversari e si risolvevano financo i contrasti familiari. Famosissima l’ “Acqua Tofana” che fu messa a punto nel 1600 dalla Fattucchiera di origine palermitana Giulia Tofana che vendendo questo veleno divenne famosa e ricchissima (una miscela di arsenico, piombo e belladonna. Veniva comunemente usata per “divorziare”). La ragione di questa “Porta degli Inferi” dentro al Colosseo risiedeva nel fatto che dal momento in cui l’arena era impregnata del sangue di decine di migliaia di persone morte in modo violento, dai gladiatori, ai condannati, fino alle stragi di Cristiani delle varie persecuzioni da Nerone a Diocleziano, tutta l’area si considerava invasa dai fantasmi di questi “perseguitati” che non trovavano pace, per cui il Demonio gli offriva una porta per gli inferi nel luogo del loro martirio. E forse proprio per questo fra il 1675 e il 1750 il Papa Clemente X e Benedetto XIV risanarono l’area decretando il Colosseo monumento cristiano ed edificando nuovi edifici, e infatti tutta Via del Colosseo risulta edificata nella seconda metà del 1600 (proprio ai tempi dell’Acqua Tofana) e comprende anche la Casa Generale dei Cistercensi Foglianti, un ordine religioso fondato in Francia nel 1098 (il ramo dei “Foglianti” si dedicava al recupero cristiano e alla vita monastica delle donne, sia nobili che popolane).

 

Maga Magò è stata indubbiamente “perseguitata”: dopo 29 anni in cui viveva in quella casa (chiariamolo, non era “abusiva”, le false accuse penali sono decadute in Procura) con un inganno è stata sbattuta in un campo Rom in cui resiste un mese e mezzo, dopo due ricoveri in ospedale (“stato generale gravissimo” recitano i referti medici) rientra a casa sua per salvarsi la vita. L’8 agosto 2016 ancora un inganno: la mandano al Camping Fabolous con la promessa di un bungalow che invece non c’è (lo aveva invece ottenuto uno dell’ISIS, a spese del Comune), rientra ancora a casa sua a Via del Colosseo e la denunciano per quattro reati, e infine il 29 agosto la buttano in mezzo alla strada con 60 Vigili Urbani “in armi” mandati dal Sindaco e dal suo ormai famoso “Raggio Magico” che ad agosto ancora è in carica, ma che subito dopo viene smantellato da dimissioni, polemiche, arresti, indagini in corso e polizze assicurative. Il vicesindaco, dimissionario; il Capo del personale, in galera; l’assicuratore indagato, la “Sindaca” in caduta libera nei sondaggi… e indagata. Che abbia avuto effetto la maledizione della Maga con vista sulla “Porta degli Inferi”? Non è che a questo punto al Raggio Magico piuttosto che gli avvocati difensori gli serve un Esorcista?

 

Nel frattempo la Maga continua la sua terribile odissea, entra e esce dagli ospedali con crisi ipertensive che degenerano in crisi cardiache, è ospite “a scadenza” in una organizzazione compassionevole, l’Assistente Sociale che gli invia il Comune le dice che “non ha diritto” all’assistenza pubblica (vive con 286 €/mese di pensione e pagava 117 €/mese di affitto per 29mq in una casa costruita nel 1600), che non possono mandarla nemmeno temporaneamente in una casa di riposo, e più la Maga si dispera e più quella infierisce, la vuole mandare in una RSA – Residenza Sanitaria Assistita, in manicomio. Se riescono a farla morire non rischiano che il Tribunale Civile a cui ci stiamo rivolgendo ordini di restituirgli la casa di cui ha “pieno titolo” perché le sue ragioni sono inappuntabili.

 

Se riescono a farla morire si supera sia il fatto che le accuse penali a suo carico, falsamente imbastite, siano decadute e si rende inefficace anche qualsiasi provvedimento di restituzione della casa da parte del Tribunale Civile, e quindi il suo sontuoso appartamento può essere passato a qualcuno che ci aveva messo gli occhi sopra, che lo ristruttura e lo trasforma in “grazioso loft con vista Porta degli Inferi” in cui poi qualche benestante riccone che se lo compra a quarantamila € ci può portare le mignotte (in romanesco si chiama “scortico”).

 

Nemmeno la Maga può sperare nella solidarietà dei media perché tutta l’operazione iniziò a febbraio 2016 proprio con una campagna stampa sui “furbetti del Colosseo” e quindi ora a scrivere che la Maga (e Massimo) stavano a casa loro, farebbero la figura dei fessi. Blasonatissimi, ma fessi. E poi dietro questa storia c’era un disegno mica da poco, nato prima ancora che la “Sindaca” fosse eletta (ma c’era già il Raggio Magico): Via del Colosseo era un test per dimostrare che “si poteva fare”, una volta mostrati i muscoli e date le botte sono uscite 500 lettere di sfratto (288 spedite), e poi un elenco di 60.000 contratti di affitto da “rivedere” mandandoli in Procura. Si potevano recuperare migliaia di appartamenti con quelli in zone di pregio per imbastirci saporiti business stile Mafia Capitale (rendono più della droga!) e quelli nei quartieri popolari per rimetterli in graduatoria e darli ai famosi migranti, bastava dichiarare i romani “abusivi” e usare la Procura per raggiungere rapidamente lo scopo. Per cui si capisce che se la Maga muore non avrà nemmeno un richiamo in Cronaca dai blasonatissimi Grandi Giornali.

 

Ma se muore, la Maga, avrà ben altri appoggi a sostenere le sue invocazioni al castigo divino, non ci sarà Esorcista che tenga. Sarebbe meglio restituirgli casa sua con tante scuse. Comunque noi che magari abbiamo la camicia nera, non la coscienza, li stiamo aiutando. Ora, l’istanza di restituzione al Tribunale Civile che ha giurisdizione sulle questioni amministrative, e poi richiesta di fare i contratti scritti come il Comune di Roma è impegnato a fare dal 15/06/2015, in base alla delibera 165 del 2014, applica tardivamente (16 anni!) il dettato della Legge 481/1998.

La legalità la facciamo rispettare noi, non le camicie bianche con le anime nere.

 

Fonte | source:

 

-- Il Primato Nazionale (08/02/2017).

 

www.ilprimatonazionale.it/approfondimenti/sgomberi-via-de...

 

s.v.,

 

-- ROMA ARCHEOLOGIA e RESTAURO ARCHITETTURA: Gossip sul sindaco Marino [DAJE – I Gansters dell’ via del Colosseo]: viene ad abitare in una casa del comune a via del Colosseo, ROMA CAPITALE NEWS (21|10|2014).

 

rometheimperialfora19952010.wordpress.com/2014/10/23/roma...

 

ROMA ARCHEOLOGICA & RESTAURO ARCHITETTURA: CAOS IMMOBILI A ROMA - Al Campidoglio basta un caffè Ecco la top 10 dei canoni ridicoli, IL TEMPO (08|02|2016 & 08|04|2015). Foto: La Nuova Affittopoli, LA REPUBBLICA (26|02|2011).

 

www.flickr.com/photos/imperial_fora_of_rome/24597336870/

 

Nemesio Orellana Martínez

 

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Fotografía digital aérea, recolectadas desde Google Earth, y posterior armado mediante collage.

 

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Exposición HUMO BLANCO Selección PAN BATIDO Festival de las Artes Valparaíso 10-27 enero 2013

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Andrea Baffoni 2007

Nemesio Orellana Martínez ‘Sub-urbe’, (‘SubUrb’), 2012, Tema ‘Vivienda y Ciudad’, (Theme ‘Housing and City’), Museo de Arte Contemporáneo, MAC Quinta Normal, Santiago de Chile.

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Andrea Baffoni

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Identifier: lecturesonromanh00unse

Title: Lectures on Roman husbandry, delivered before the University of Oxford; comprehending such an account of the system of agriculture, the treatment of domestic animals, the horticulture &c., pursued in ancient times, as may be collected from the Scriptores rei rusticae, the Georgics of Virgil, and other classical authorities, with notices of the plants mentioned in Columella and Virgil;

Year: 1857 (1850s)

Authors: Daubeny, Charles,1795-1867

Subjects: Agriculture Agriculture

Publisher: Oxford, Printed by J. Wright [etc.]

Contributing Library: Yale University, Cushing/Whitney Medical Library

Digitizing Sponsor: Open Knowledge Commons and Yale University, Cushing/Whitney Medical Library

  

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but a slight insight into Roman gar-dening, the descriptive part being very meagre,and the number of plants enumerated falling con-siderably short of a hundred. We must thereforedraw largely from other sources, and especiallyfrom Pliny, whose notices of the plants known atthat period are far more extensive than thosewhich Columella has given us. In the earliest periods of Roman history everyfamily had its garden, and, as little animal foodwas consumed, it was from this source that thepopulation principally drew its subsistence. Hence in the laws of the Twelve Tables, theterm hortus is synonymous to heredium or in-heritance; and the word villa is nowhere madeuse of. As a proof indeed of the honour paid togardens by the old Romans, Pliny remarks, thatmen of the highest rank were willing to borrowtheir names from its contents, as in the Valerianfamily, where the Lactucarii did not think them-selves disgraced by taking their names from theLettuce. These however were mere kitchen gardens,

 

Text Appearing After Image:

lbct.vil] ROMAN HUSBANDRY. 213 containing such plants and trees alone as weresubservient to the daily uses of life; and in Catoswork, the only notice we have of a garden is ofthis description, although it be true, that, accord-ing to Pliny, he recommended that plants whichcould be used for chaplets should be likewisecultivated in it. In proportion however as civilisation and wealthincreased, a taste for ornamental plants becameprevalent; and even in Rome itself, as we are in-formed by Pliny, it was the fashion of the day,among the lower classes, to have little gardens inthe front of their houses, until debarred from thatindulgence by the necessity of shutting out therobbers which so abounded in the city. That flower-pots were common in the windows of the Roman citizens, appears also from an epigram of Martial, Donasti, Lupe, rus sub urbe nobis :Sed rus est mihi majus in fenestra. (xi. 19.) Of these mimic gardens a representation isgiven by sir W. Gell in his Pompeianab, where ahouse m

  

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