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Fotografados na Imprensa Nacional - IN, em Brasília-DF, Brasil, usando a câmera de um Iphone 6.

 

Um sagui[1][2] (do tupi sauín), soim ou mico são as designações comuns dadas a várias espécies de pequenos macacos pertencentes à família Callitrichidae. A palavra sagui tem origem no tupi e sua pronúncia é feita observando-se o som da vogal "u".

Estes primatas são representados por várias espécies em território brasileiro. Todos os quais possuem o dedo polegar da mão muito curto e não oponível, as unhas em forma de garras, e dentes molares de fórmula 2/2. São espécies de pequeno porte e de cauda longa.

São os menores símios do mundo, estão dispersos por toda a América do Sul e vivem geralmente em bandos que se hospedam em árvores, como os esquilos. Travessos e ágeis, movem-se em saltos bruscos, emitindo guinchos e assobios que são ouvidos de longe.

 

Sagui-de-tufos-brancos

Espécies

 

Família Callitrichidae

Callithrix jacchus - Sagui-de-tufos-brancos

Callithrix penicillata - Sagui-de-tufos-pretos

Callithrix kuhlii - Sagui-de-wied

Callithrix geoffroyi - Sagui-de-cara-branca

Callithrix flaviceps - Sagui-da-serra

Callithrix aurita - Sagui-da-serra-escuro

Callithrix argentata - Sagui-branco

Callithrix nigriceps - Sagui-de-cabeça-preta

Callithrix humeralifera - Sagui-de-santarém

Saguinus fuscicollis - Sagui-de-cara-suja

Saguinus imperator - Sagui-imperador

Saguinus labiatus - Sagui-de-bigode

Saguinus mystax - Sagui-de-boca-branca

Saguinus oedipus - Sagui-de-cabeça-branca

Saguinus bicolor - Sagui-de-coleira

Família Callimiconidae

Callimico goeldi - Sagui-goeldi

Referências

 

michaelis.uol.com.br/moderno/portugues/index.php?lingua=p...

↑ Desde 1 de janeiro de 2009, em virtude da vigência do Acordo Ortográfico de 1990, a palavra não é mais grafada com trema (sagüi).

  

O sagüi (português brasileiro) ou sagui (português europeu) (AO 1990: sagui), soim, mico, marmoset (em inglês) ou tamarim (em inglês) são as designações comuns dadas a várias espécies de pequenos macacos pertencentes à família Callitrichidae.

Estes primatas são representados por várias espécies em território brasileiro. Todos os quais possuem o dedo polegar da mão muito curto e não oponível, as unhas em forma de garras, e dentes molares de fórmula 2/2. São espécies de pequeno porte e de cauda longa.

São os menores símios do mundo, estão dispersos por toda a América do Sul e vivem geralmente em bandos que se hospedam, como os esquilos em árvores. Travessos e ágeis, movem-se a saltos bruscos, emitindo guinchos e assobios que são ouvidos de longe.

  

Projetos do Parque Burle Marx - Brasília

 

Um novo espaço de conservação ambiental, diversão e lazer estará, em breve, à disposição da população de Brasília. É o Parque Burle Marx, com cerca de 3 milhões de metros quadrados, entre o local onde será construído o Setor Habitacional Noroeste e a Asa Norte, no Plano Piloto de Brasília. No momento, são desenvolvidos pela Topocart os projetos executivos de urbanismo, paisagismo e infraestrutura do novo espaço, concebido para compensar o impacto ambiental que será causado pela implantação do novo empreendimento imobiliário.

 

No início deste ano, o Instituto Brasília Ambiental (Ibram) aprovou o Plano de Manejo elaborado pela Topocart para a Unidade de Conservação e alterou a classificação de Parque Ecológico para Parque de Uso Múltiplo. Essa mudança, segundo a coordenadora do Departamento de Arquitetura, Urbanismo e Meio Ambiente da Topocart, Janaina Vieira, possibilita maior flexibilidade na ocupação do espaço sem comprometer a preservação do meio ambiente e ainda contribui para acelerar a elaboração dos projetos que serão desenvolvidos no local.

 

De acordo com a arquiteta urbanista da Topocart, Carolina Favilla, o parque é uma das condicionantes para obtenção do licenciamento ambiental para a implantação do Setor Habitacional Noroeste. “Graças ao Parque, com suas quatro lagoas de retenção e detenção, foi possível resolver a questão da drenagem pluvial da região”, explica.

 

Praças e oásis

 

O estudo preliminar de urbanismo do Parque Burle Marx foi elaborado pelo escritório Jaime Lerner e é composto por um eixo central que interliga os diversos espaços de lazer. Entre as atrações do Parque se destacam a Praça das Sombras, junto a uma das entradas, os espaços Brennand e Krajberg - com exposição permanente de obras ao ar livre desses artistas plásticos, o Jardim Burle Marx, um museu interativo chamado de Planetário Indígena e o Museu Vivo do Cerrado. Intercalando cada uma dessas estruturas, ao longo do eixo central, serão erguidos espaços menores, batizados de oásis, com opções de recreação, gastronomia, exposições e descanso assistido.

 

Umas principais atrações do Parque será a Praça “Viva o Povo Brasileiro”, que ocupará um espaço de 90 mil metros quadrados destinados a atividades diversificadas que serão desenvolvidas ao redor de uma reprodução do mapa do Brasil em escala reduzida, refletindo fielmente o relevo e cercado por um espelho d’água representando o oceano Atlântico. De acordo com a arquiteta Giannina Picado Maykall, que coordena o desenvolvimento do projeto de implantação do Parque na Topocart, muitas dessas idéias foram incorporadas e desenvolvidas a partir do estudo preliminar elaborado pelo escritório Jaime Lerner. “Além de contemplar aspectos de lazer e meio ambiente, a criação do Parque Burle Marx proporciona soluções viárias para o tráfego da região”, ressalta.

 

Sustentabilidade

 

O Parque terá ainda quatro lagoas e uma zona de preservação, onde, possivelmente, será erguida a Escola de Preservação Ambiental de Brasília. Já a faixa que compreende todo o perímetro do empreendimento foi definida como de uso múltiplo e deve abrigar variadas estruturas voltadas para atividades cotidianas dos usuários residentes nas imediações do novo espaço.

 

Tanto a Escola Ambiental de Brasília, quanto o prédio que abrigará a Administração do Parque Burle Marx apresentam, como diferencial, os projetos concebidos de acordo com um conceito contemporâneo de sustentabilidade. Eles foram desenvolvidos pelo arquiteto da Topocart, Jandson Queiroz, a partir de uma abordagem que incorpora tecnologias de reaproveitamento da água e economia energética por meio de dispositivos como tetos verdes, orientação solar e a utilização de materiais reciclados.

 

Following, a text, in english, from Wikipedia the free encyclopédia:

 

Black-tufted marmoset, Photographed at Imprensa Nacional - IN, Brasília, DF, Brazil, using an Iphone 6 camera.

The black-tufted marmoset (Callithrix penicillata), also known as Mico-estrela in Portuguese, is a species of New World monkey that lives primarily in the Neo-tropical gallery forests of the Brazilian Central Plateau. It ranges from Bahia to Paraná,[3] and as far inland as Goiás, between 14 and 25 degrees south of the equator. This marmoset typically resides in rainforests, living an arboreal life high in the trees, but below the canopy. They are only rarely spotted near the ground.

Physical description:

The black-tufted marmoset is characterized by black tufts of hair around their ears. It typically has some sparse white hairs on its face. It usually has a brown or black head and its limbs and upper body are gray, as well as its abdomen, while its rump and underside are usually black. Its tail is ringed with black and white and is not prehensile, but is used for balance. It does not have an opposable thumb and its nails tend to have a claw-like appearance. The black-tufted marmoset reaches a size of 19 to 22 cm and weighs up to 350 g.

Behavior:

Diurnal and arboreal, the black-tufted marmoset has a lifestyle very similar to other marmosets. It typically lives in family groups of 2 to 14. The groups usually consist of a reproductive couple and their offspring. Twins are very common among this species and the males, as well as juvenile offspring, often assist the female in the raising of the young.

Though the black-tufted marmoset lives in small family groups, it is believed that they share their food source, sap trees, with other marmoset groups. Scent marking does occur within these groups, but it is believed that the marking is to deter other species rather than other black-tufted marmoset groups, because other groups typically ignore these markings. They also appear to be migratory, often moving in relation to the wet or dry seasons, however, the extent of their migration is unknown.

Though communication between black-tufted marmosets has not been studied thoroughly, it is believed that it communicates through vocalizations. It has known predator-specific cries and appears to vocalize frequently outside of predator cries.

Food and predation:

The Black-tufted Marmoset diet consists primarily of tree sap which it gets by nibbling the bark with its long lower incisors. In periods of drought, it will also include fruit and insects in its diet. In periods of serious drought it has also been known to eat small arthropods, molluscs, bird eggs, baby birds and small vertebrates.

Large birds of prey are the greatest threat to the black-tufted marmoset, however, snakes and wild cats also pose a danger to them. Predator-specific vocalizations and visual scanning are its only anti-predation techniques.

Reproduction:

The black-tufted marmoset is monogamous and lives in family groups. It reproduces twice a year, producing 1 to 4 offspring, though most often just twins. Its gestation period is 150 days and offspring are weaned after 8 weeks. There is considerable parental investment by this species, with both parents, as well as older juveniles, helping to raise the young. The offspring are extremely dependent on their parents and though they are sexually mature at 18 months, they typically do not mate until much later, staying with their family group until they do.

Ecosystem roles and conservation status:

The black-tufted marmoset is a mutualist with many species of fruit trees because it distributes the seeds from the fruit it consumes throughout the forests. However, it is a parasite on other species of trees because it creates sores in trees in order to extract sap, while offering no apparent benefit to the trees. Though this marmoset is not a main food source to any specific species, it is a food source to a number of different species, specifically large birds of prey, wild cats, and snakes.

While there are no known negative effects of marmosets towards humans, it carries specific positive effects by being a highly valuable exotic pet. It is also used in zoo exhibits and scientific research.

The black-tufted marmoset is listed as having no special status on the IUCN Red List or the United States Endangered Species Act List. It is listed in Appendix II of CITES and is not currently considered an endangered or threatened species.

 

Fotografados na Imprensa Nacional - IN, em Brasília-DF, Brasil, usando a câmera de um Iphone 6.

 

Um sagui[1][2] (do tupi sauín), soim ou mico são as designações comuns dadas a várias espécies de pequenos macacos pertencentes à família Callitrichidae. A palavra sagui tem origem no tupi e sua pronúncia é feita observando-se o som da vogal "u".

Estes primatas são representados por várias espécies em território brasileiro. Todos os quais possuem o dedo polegar da mão muito curto e não oponível, as unhas em forma de garras, e dentes molares de fórmula 2/2. São espécies de pequeno porte e de cauda longa.

São os menores símios do mundo, estão dispersos por toda a América do Sul e vivem geralmente em bandos que se hospedam em árvores, como os esquilos. Travessos e ágeis, movem-se em saltos bruscos, emitindo guinchos e assobios que são ouvidos de longe.

 

Sagui-de-tufos-brancos

Espécies

 

Família Callitrichidae

Callithrix jacchus - Sagui-de-tufos-brancos

Callithrix penicillata - Sagui-de-tufos-pretos

Callithrix kuhlii - Sagui-de-wied

Callithrix geoffroyi - Sagui-de-cara-branca

Callithrix flaviceps - Sagui-da-serra

Callithrix aurita - Sagui-da-serra-escuro

Callithrix argentata - Sagui-branco

Callithrix nigriceps - Sagui-de-cabeça-preta

Callithrix humeralifera - Sagui-de-santarém

Saguinus fuscicollis - Sagui-de-cara-suja

Saguinus imperator - Sagui-imperador

Saguinus labiatus - Sagui-de-bigode

Saguinus mystax - Sagui-de-boca-branca

Saguinus oedipus - Sagui-de-cabeça-branca

Saguinus bicolor - Sagui-de-coleira

Família Callimiconidae

Callimico goeldi - Sagui-goeldi

Referências

 

michaelis.uol.com.br/moderno/portugues/index.php?lingua=p...

↑ Desde 1 de janeiro de 2009, em virtude da vigência do Acordo Ortográfico de 1990, a palavra não é mais grafada com trema (sagüi).

  

O sagüi (português brasileiro) ou sagui (português europeu) (AO 1990: sagui), soim, mico, marmoset (em inglês) ou tamarim (em inglês) são as designações comuns dadas a várias espécies de pequenos macacos pertencentes à família Callitrichidae.

Estes primatas são representados por várias espécies em território brasileiro. Todos os quais possuem o dedo polegar da mão muito curto e não oponível, as unhas em forma de garras, e dentes molares de fórmula 2/2. São espécies de pequeno porte e de cauda longa.

São os menores símios do mundo, estão dispersos por toda a América do Sul e vivem geralmente em bandos que se hospedam, como os esquilos em árvores. Travessos e ágeis, movem-se a saltos bruscos, emitindo guinchos e assobios que são ouvidos de longe.

  

Projetos do Parque Burle Marx - Brasília

 

Um novo espaço de conservação ambiental, diversão e lazer estará, em breve, à disposição da população de Brasília. É o Parque Burle Marx, com cerca de 3 milhões de metros quadrados, entre o local onde será construído o Setor Habitacional Noroeste e a Asa Norte, no Plano Piloto de Brasília. No momento, são desenvolvidos pela Topocart os projetos executivos de urbanismo, paisagismo e infraestrutura do novo espaço, concebido para compensar o impacto ambiental que será causado pela implantação do novo empreendimento imobiliário.

 

No início deste ano, o Instituto Brasília Ambiental (Ibram) aprovou o Plano de Manejo elaborado pela Topocart para a Unidade de Conservação e alterou a classificação de Parque Ecológico para Parque de Uso Múltiplo. Essa mudança, segundo a coordenadora do Departamento de Arquitetura, Urbanismo e Meio Ambiente da Topocart, Janaina Vieira, possibilita maior flexibilidade na ocupação do espaço sem comprometer a preservação do meio ambiente e ainda contribui para acelerar a elaboração dos projetos que serão desenvolvidos no local.

 

De acordo com a arquiteta urbanista da Topocart, Carolina Favilla, o parque é uma das condicionantes para obtenção do licenciamento ambiental para a implantação do Setor Habitacional Noroeste. “Graças ao Parque, com suas quatro lagoas de retenção e detenção, foi possível resolver a questão da drenagem pluvial da região”, explica.

 

Praças e oásis

 

O estudo preliminar de urbanismo do Parque Burle Marx foi elaborado pelo escritório Jaime Lerner e é composto por um eixo central que interliga os diversos espaços de lazer. Entre as atrações do Parque se destacam a Praça das Sombras, junto a uma das entradas, os espaços Brennand e Krajberg - com exposição permanente de obras ao ar livre desses artistas plásticos, o Jardim Burle Marx, um museu interativo chamado de Planetário Indígena e o Museu Vivo do Cerrado. Intercalando cada uma dessas estruturas, ao longo do eixo central, serão erguidos espaços menores, batizados de oásis, com opções de recreação, gastronomia, exposições e descanso assistido.

 

Umas principais atrações do Parque será a Praça “Viva o Povo Brasileiro”, que ocupará um espaço de 90 mil metros quadrados destinados a atividades diversificadas que serão desenvolvidas ao redor de uma reprodução do mapa do Brasil em escala reduzida, refletindo fielmente o relevo e cercado por um espelho d’água representando o oceano Atlântico. De acordo com a arquiteta Giannina Picado Maykall, que coordena o desenvolvimento do projeto de implantação do Parque na Topocart, muitas dessas idéias foram incorporadas e desenvolvidas a partir do estudo preliminar elaborado pelo escritório Jaime Lerner. “Além de contemplar aspectos de lazer e meio ambiente, a criação do Parque Burle Marx proporciona soluções viárias para o tráfego da região”, ressalta.

 

Sustentabilidade

 

O Parque terá ainda quatro lagoas e uma zona de preservação, onde, possivelmente, será erguida a Escola de Preservação Ambiental de Brasília. Já a faixa que compreende todo o perímetro do empreendimento foi definida como de uso múltiplo e deve abrigar variadas estruturas voltadas para atividades cotidianas dos usuários residentes nas imediações do novo espaço.

 

Tanto a Escola Ambiental de Brasília, quanto o prédio que abrigará a Administração do Parque Burle Marx apresentam, como diferencial, os projetos concebidos de acordo com um conceito contemporâneo de sustentabilidade. Eles foram desenvolvidos pelo arquiteto da Topocart, Jandson Queiroz, a partir de uma abordagem que incorpora tecnologias de reaproveitamento da água e economia energética por meio de dispositivos como tetos verdes, orientação solar e a utilização de materiais reciclados.

 

Following, a text, in english, from Wikipedia the free encyclopédia:

 

Black-tufted marmoset, Photographed at Imprensa Nacional - IN, Brasília, DF, Brazil, using an Iphone 6 camera.

The black-tufted marmoset (Callithrix penicillata), also known as Mico-estrela in Portuguese, is a species of New World monkey that lives primarily in the Neo-tropical gallery forests of the Brazilian Central Plateau. It ranges from Bahia to Paraná,[3] and as far inland as Goiás, between 14 and 25 degrees south of the equator. This marmoset typically resides in rainforests, living an arboreal life high in the trees, but below the canopy. They are only rarely spotted near the ground.

Physical description:

The black-tufted marmoset is characterized by black tufts of hair around their ears. It typically has some sparse white hairs on its face. It usually has a brown or black head and its limbs and upper body are gray, as well as its abdomen, while its rump and underside are usually black. Its tail is ringed with black and white and is not prehensile, but is used for balance. It does not have an opposable thumb and its nails tend to have a claw-like appearance. The black-tufted marmoset reaches a size of 19 to 22 cm and weighs up to 350 g.

Behavior:

Diurnal and arboreal, the black-tufted marmoset has a lifestyle very similar to other marmosets. It typically lives in family groups of 2 to 14. The groups usually consist of a reproductive couple and their offspring. Twins are very common among this species and the males, as well as juvenile offspring, often assist the female in the raising of the young.

Though the black-tufted marmoset lives in small family groups, it is believed that they share their food source, sap trees, with other marmoset groups. Scent marking does occur within these groups, but it is believed that the marking is to deter other species rather than other black-tufted marmoset groups, because other groups typically ignore these markings. They also appear to be migratory, often moving in relation to the wet or dry seasons, however, the extent of their migration is unknown.

Though communication between black-tufted marmosets has not been studied thoroughly, it is believed that it communicates through vocalizations. It has known predator-specific cries and appears to vocalize frequently outside of predator cries.

Food and predation:

The Black-tufted Marmoset diet consists primarily of tree sap which it gets by nibbling the bark with its long lower incisors. In periods of drought, it will also include fruit and insects in its diet. In periods of serious drought it has also been known to eat small arthropods, molluscs, bird eggs, baby birds and small vertebrates.

Large birds of prey are the greatest threat to the black-tufted marmoset, however, snakes and wild cats also pose a danger to them. Predator-specific vocalizations and visual scanning are its only anti-predation techniques.

Reproduction:

The black-tufted marmoset is monogamous and lives in family groups. It reproduces twice a year, producing 1 to 4 offspring, though most often just twins. Its gestation period is 150 days and offspring are weaned after 8 weeks. There is considerable parental investment by this species, with both parents, as well as older juveniles, helping to raise the young. The offspring are extremely dependent on their parents and though they are sexually mature at 18 months, they typically do not mate until much later, staying with their family group until they do.

Ecosystem roles and conservation status:

The black-tufted marmoset is a mutualist with many species of fruit trees because it distributes the seeds from the fruit it consumes throughout the forests. However, it is a parasite on other species of trees because it creates sores in trees in order to extract sap, while offering no apparent benefit to the trees. Though this marmoset is not a main food source to any specific species, it is a food source to a number of different species, specifically large birds of prey, wild cats, and snakes.

While there are no known negative effects of marmosets towards humans, it carries specific positive effects by being a highly valuable exotic pet. It is also used in zoo exhibits and scientific research.

The black-tufted marmoset is listed as having no special status on the IUCN Red List or the United States Endangered Species Act List. It is listed in Appendix II of CITES and is not currently considered an endangered or threatened species.

Fotografados na Imprensa Nacional - IN, em Brasília-DF, Brasil.

 

Um sagui[1][2] (do tupi sauín), soim ou mico são as designações comuns dadas a várias espécies de pequenos macacos pertencentes à família Callitrichidae. A palavra sagui tem origem no tupi e sua pronúncia é feita observando-se o som da vogal "u".

Estes primatas são representados por várias espécies em território brasileiro. Todos os quais possuem o dedo polegar da mão muito curto e não oponível, as unhas em forma de garras, e dentes molares de fórmula 2/2. São espécies de pequeno porte e de cauda longa.

São os menores símios do mundo, estão dispersos por toda a América do Sul e vivem geralmente em bandos que se hospedam em árvores, como os esquilos. Travessos e ágeis, movem-se em saltos bruscos, emitindo guinchos e assobios que são ouvidos de longe.

 

Sagui-de-tufos-brancos

Espécies

 

Família Callitrichidae

Callithrix jacchus - Sagui-de-tufos-brancos

Callithrix penicillata - Sagui-de-tufos-pretos

Callithrix kuhlii - Sagui-de-wied

Callithrix geoffroyi - Sagui-de-cara-branca

Callithrix flaviceps - Sagui-da-serra

Callithrix aurita - Sagui-da-serra-escuro

Callithrix argentata - Sagui-branco

Callithrix nigriceps - Sagui-de-cabeça-preta

Callithrix humeralifera - Sagui-de-santarém

Saguinus fuscicollis - Sagui-de-cara-suja

Saguinus imperator - Sagui-imperador

Saguinus labiatus - Sagui-de-bigode

Saguinus mystax - Sagui-de-boca-branca

Saguinus oedipus - Sagui-de-cabeça-branca

Saguinus bicolor - Sagui-de-coleira

Família Callimiconidae

Callimico goeldi - Sagui-goeldi

Referências

 

michaelis.uol.com.br/moderno/portugues/index.php?lingua=p...

↑ Desde 1 de janeiro de 2009, em virtude da vigência do Acordo Ortográfico de 1990, a palavra não é mais grafada com trema (sagüi).

  

O sagüi (português brasileiro) ou sagui (português europeu) (AO 1990: sagui), soim, mico, marmoset (em inglês) ou tamarim (em inglês) são as designações comuns dadas a várias espécies de pequenos macacos pertencentes à família Callitrichidae.

Estes primatas são representados por várias espécies em território brasileiro. Todos os quais possuem o dedo polegar da mão muito curto e não oponível, as unhas em forma de garras, e dentes molares de fórmula 2/2. São espécies de pequeno porte e de cauda longa.

São os menores símios do mundo, estão dispersos por toda a América do Sul e vivem geralmente em bandos que se hospedam, como os esquilos em árvores. Travessos e ágeis, movem-se a saltos bruscos, emitindo guinchos e assobios que são ouvidos de longe.

  

Projetos do Parque Burle Marx - Brasília

 

Um novo espaço de conservação ambiental, diversão e lazer estará, em breve, à disposição da população de Brasília. É o Parque Burle Marx, com cerca de 3 milhões de metros quadrados, entre o local onde será construído o Setor Habitacional Noroeste e a Asa Norte, no Plano Piloto de Brasília. No momento, são desenvolvidos pela Topocart os projetos executivos de urbanismo, paisagismo e infraestrutura do novo espaço, concebido para compensar o impacto ambiental que será causado pela implantação do novo empreendimento imobiliário.

 

No início deste ano, o Instituto Brasília Ambiental (Ibram) aprovou o Plano de Manejo elaborado pela Topocart para a Unidade de Conservação e alterou a classificação de Parque Ecológico para Parque de Uso Múltiplo. Essa mudança, segundo a coordenadora do Departamento de Arquitetura, Urbanismo e Meio Ambiente da Topocart, Janaina Vieira, possibilita maior flexibilidade na ocupação do espaço sem comprometer a preservação do meio ambiente e ainda contribui para acelerar a elaboração dos projetos que serão desenvolvidos no local.

 

De acordo com a arquiteta urbanista da Topocart, Carolina Favilla, o parque é uma das condicionantes para obtenção do licenciamento ambiental para a implantação do Setor Habitacional Noroeste. “Graças ao Parque, com suas quatro lagoas de retenção e detenção, foi possível resolver a questão da drenagem pluvial da região”, explica.

 

Praças e oásis

 

O estudo preliminar de urbanismo do Parque Burle Marx foi elaborado pelo escritório Jaime Lerner e é composto por um eixo central que interliga os diversos espaços de lazer. Entre as atrações do Parque se destacam a Praça das Sombras, junto a uma das entradas, os espaços Brennand e Krajberg - com exposição permanente de obras ao ar livre desses artistas plásticos, o Jardim Burle Marx, um museu interativo chamado de Planetário Indígena e o Museu Vivo do Cerrado. Intercalando cada uma dessas estruturas, ao longo do eixo central, serão erguidos espaços menores, batizados de oásis, com opções de recreação, gastronomia, exposições e descanso assistido.

 

Umas principais atrações do Parque será a Praça “Viva o Povo Brasileiro”, que ocupará um espaço de 90 mil metros quadrados destinados a atividades diversificadas que serão desenvolvidas ao redor de uma reprodução do mapa do Brasil em escala reduzida, refletindo fielmente o relevo e cercado por um espelho d’água representando o oceano Atlântico. De acordo com a arquiteta Giannina Picado Maykall, que coordena o desenvolvimento do projeto de implantação do Parque na Topocart, muitas dessas idéias foram incorporadas e desenvolvidas a partir do estudo preliminar elaborado pelo escritório Jaime Lerner. “Além de contemplar aspectos de lazer e meio ambiente, a criação do Parque Burle Marx proporciona soluções viárias para o tráfego da região”, ressalta.

 

Sustentabilidade

 

O Parque terá ainda quatro lagoas e uma zona de preservação, onde, possivelmente, será erguida a Escola de Preservação Ambiental de Brasília. Já a faixa que compreende todo o perímetro do empreendimento foi definida como de uso múltiplo e deve abrigar variadas estruturas voltadas para atividades cotidianas dos usuários residentes nas imediações do novo espaço.

 

Tanto a Escola Ambiental de Brasília, quanto o prédio que abrigará a Administração do Parque Burle Marx apresentam, como diferencial, os projetos concebidos de acordo com um conceito contemporâneo de sustentabilidade. Eles foram desenvolvidos pelo arquiteto da Topocart, Jandson Queiroz, a partir de uma abordagem que incorpora tecnologias de reaproveitamento da água e economia energética por meio de dispositivos como tetos verdes, orientação solar e a utilização de materiais reciclados.

 

Following, a text, in english, from Wikipedia the free encyclopédia:

 

Black-tufted marmoset, Photographed at Imprensa Nacional - IN, Brasília, DF, Brazil.

 

The black-tufted marmoset (Callithrix penicillata), also known as Mico-estrela in Portuguese, is a species of New World monkey that lives primarily in the Neo-tropical gallery forests of the Brazilian Central Plateau. It ranges from Bahia to Paraná,[3] and as far inland as Goiás, between 14 and 25 degrees south of the equator. This marmoset typically resides in rainforests, living an arboreal life high in the trees, but below the canopy. They are only rarely spotted near the ground.

Physical description:

The black-tufted marmoset is characterized by black tufts of hair around their ears. It typically has some sparse white hairs on its face. It usually has a brown or black head and its limbs and upper body are gray, as well as its abdomen, while its rump and underside are usually black. Its tail is ringed with black and white and is not prehensile, but is used for balance. It does not have an opposable thumb and its nails tend to have a claw-like appearance. The black-tufted marmoset reaches a size of 19 to 22 cm and weighs up to 350 g.

Behavior:

Diurnal and arboreal, the black-tufted marmoset has a lifestyle very similar to other marmosets. It typically lives in family groups of 2 to 14. The groups usually consist of a reproductive couple and their offspring. Twins are very common among this species and the males, as well as juvenile offspring, often assist the female in the raising of the young.

Though the black-tufted marmoset lives in small family groups, it is believed that they share their food source, sap trees, with other marmoset groups. Scent marking does occur within these groups, but it is believed that the marking is to deter other species rather than other black-tufted marmoset groups, because other groups typically ignore these markings. They also appear to be migratory, often moving in relation to the wet or dry seasons, however, the extent of their migration is unknown.

Though communication between black-tufted marmosets has not been studied thoroughly, it is believed that it communicates through vocalizations. It has known predator-specific cries and appears to vocalize frequently outside of predator cries.

Food and predation:

The Black-tufted Marmoset diet consists primarily of tree sap which it gets by nibbling the bark with its long lower incisors. In periods of drought, it will also include fruit and insects in its diet. In periods of serious drought it has also been known to eat small arthropods, molluscs, bird eggs, baby birds and small vertebrates.

Large birds of prey are the greatest threat to the black-tufted marmoset, however, snakes and wild cats also pose a danger to them. Predator-specific vocalizations and visual scanning are its only anti-predation techniques.

Reproduction:

The black-tufted marmoset is monogamous and lives in family groups. It reproduces twice a year, producing 1 to 4 offspring, though most often just twins. Its gestation period is 150 days and offspring are weaned after 8 weeks. There is considerable parental investment by this species, with both parents, as well as older juveniles, helping to raise the young. The offspring are extremely dependent on their parents and though they are sexually mature at 18 months, they typically do not mate until much later, staying with their family group until they do.

Ecosystem roles and conservation status:

The black-tufted marmoset is a mutualist with many species of fruit trees because it distributes the seeds from the fruit it consumes throughout the forests. However, it is a parasite on other species of trees because it creates sores in trees in order to extract sap, while offering no apparent benefit to the trees. Though this marmoset is not a main food source to any specific species, it is a food source to a number of different species, specifically large birds of prey, wild cats, and snakes.

While there are no known negative effects of marmosets towards humans, it carries specific positive effects by being a highly valuable exotic pet. It is also used in zoo exhibits and scientific research.

The black-tufted marmoset is listed as having no special status on the IUCN Red List or the United States Endangered Species Act List. It is listed in Appendix II of CITES and is not currently considered an endangered or threatened species.

Fotografados na Imprensa Nacional - IN, em Brasília-DF, Brasil, usando a câmera de um Iphone 6.

 

Um sagui[1][2] (do tupi sauín), soim ou mico são as designações comuns dadas a várias espécies de pequenos macacos pertencentes à família Callitrichidae. A palavra sagui tem origem no tupi e sua pronúncia é feita observando-se o som da vogal "u".

Estes primatas são representados por várias espécies em território brasileiro. Todos os quais possuem o dedo polegar da mão muito curto e não oponível, as unhas em forma de garras, e dentes molares de fórmula 2/2. São espécies de pequeno porte e de cauda longa.

São os menores símios do mundo, estão dispersos por toda a América do Sul e vivem geralmente em bandos que se hospedam em árvores, como os esquilos. Travessos e ágeis, movem-se em saltos bruscos, emitindo guinchos e assobios que são ouvidos de longe.

 

Sagui-de-tufos-brancos

Espécies

 

Família Callitrichidae

Callithrix jacchus - Sagui-de-tufos-brancos

Callithrix penicillata - Sagui-de-tufos-pretos

Callithrix kuhlii - Sagui-de-wied

Callithrix geoffroyi - Sagui-de-cara-branca

Callithrix flaviceps - Sagui-da-serra

Callithrix aurita - Sagui-da-serra-escuro

Callithrix argentata - Sagui-branco

Callithrix nigriceps - Sagui-de-cabeça-preta

Callithrix humeralifera - Sagui-de-santarém

Saguinus fuscicollis - Sagui-de-cara-suja

Saguinus imperator - Sagui-imperador

Saguinus labiatus - Sagui-de-bigode

Saguinus mystax - Sagui-de-boca-branca

Saguinus oedipus - Sagui-de-cabeça-branca

Saguinus bicolor - Sagui-de-coleira

Família Callimiconidae

Callimico goeldi - Sagui-goeldi

Referências

 

michaelis.uol.com.br/moderno/portugues/index.php?lingua=p...

↑ Desde 1 de janeiro de 2009, em virtude da vigência do Acordo Ortográfico de 1990, a palavra não é mais grafada com trema (sagüi).

  

O sagüi (português brasileiro) ou sagui (português europeu) (AO 1990: sagui), soim, mico, marmoset (em inglês) ou tamarim (em inglês) são as designações comuns dadas a várias espécies de pequenos macacos pertencentes à família Callitrichidae.

Estes primatas são representados por várias espécies em território brasileiro. Todos os quais possuem o dedo polegar da mão muito curto e não oponível, as unhas em forma de garras, e dentes molares de fórmula 2/2. São espécies de pequeno porte e de cauda longa.

São os menores símios do mundo, estão dispersos por toda a América do Sul e vivem geralmente em bandos que se hospedam, como os esquilos em árvores. Travessos e ágeis, movem-se a saltos bruscos, emitindo guinchos e assobios que são ouvidos de longe.

  

Projetos do Parque Burle Marx - Brasília

 

Um novo espaço de conservação ambiental, diversão e lazer estará, em breve, à disposição da população de Brasília. É o Parque Burle Marx, com cerca de 3 milhões de metros quadrados, entre o local onde será construído o Setor Habitacional Noroeste e a Asa Norte, no Plano Piloto de Brasília. No momento, são desenvolvidos pela Topocart os projetos executivos de urbanismo, paisagismo e infraestrutura do novo espaço, concebido para compensar o impacto ambiental que será causado pela implantação do novo empreendimento imobiliário.

 

No início deste ano, o Instituto Brasília Ambiental (Ibram) aprovou o Plano de Manejo elaborado pela Topocart para a Unidade de Conservação e alterou a classificação de Parque Ecológico para Parque de Uso Múltiplo. Essa mudança, segundo a coordenadora do Departamento de Arquitetura, Urbanismo e Meio Ambiente da Topocart, Janaina Vieira, possibilita maior flexibilidade na ocupação do espaço sem comprometer a preservação do meio ambiente e ainda contribui para acelerar a elaboração dos projetos que serão desenvolvidos no local.

 

De acordo com a arquiteta urbanista da Topocart, Carolina Favilla, o parque é uma das condicionantes para obtenção do licenciamento ambiental para a implantação do Setor Habitacional Noroeste. “Graças ao Parque, com suas quatro lagoas de retenção e detenção, foi possível resolver a questão da drenagem pluvial da região”, explica.

 

Praças e oásis

 

O estudo preliminar de urbanismo do Parque Burle Marx foi elaborado pelo escritório Jaime Lerner e é composto por um eixo central que interliga os diversos espaços de lazer. Entre as atrações do Parque se destacam a Praça das Sombras, junto a uma das entradas, os espaços Brennand e Krajberg - com exposição permanente de obras ao ar livre desses artistas plásticos, o Jardim Burle Marx, um museu interativo chamado de Planetário Indígena e o Museu Vivo do Cerrado. Intercalando cada uma dessas estruturas, ao longo do eixo central, serão erguidos espaços menores, batizados de oásis, com opções de recreação, gastronomia, exposições e descanso assistido.

 

Umas principais atrações do Parque será a Praça “Viva o Povo Brasileiro”, que ocupará um espaço de 90 mil metros quadrados destinados a atividades diversificadas que serão desenvolvidas ao redor de uma reprodução do mapa do Brasil em escala reduzida, refletindo fielmente o relevo e cercado por um espelho d’água representando o oceano Atlântico. De acordo com a arquiteta Giannina Picado Maykall, que coordena o desenvolvimento do projeto de implantação do Parque na Topocart, muitas dessas idéias foram incorporadas e desenvolvidas a partir do estudo preliminar elaborado pelo escritório Jaime Lerner. “Além de contemplar aspectos de lazer e meio ambiente, a criação do Parque Burle Marx proporciona soluções viárias para o tráfego da região”, ressalta.

 

Sustentabilidade

 

O Parque terá ainda quatro lagoas e uma zona de preservação, onde, possivelmente, será erguida a Escola de Preservação Ambiental de Brasília. Já a faixa que compreende todo o perímetro do empreendimento foi definida como de uso múltiplo e deve abrigar variadas estruturas voltadas para atividades cotidianas dos usuários residentes nas imediações do novo espaço.

 

Tanto a Escola Ambiental de Brasília, quanto o prédio que abrigará a Administração do Parque Burle Marx apresentam, como diferencial, os projetos concebidos de acordo com um conceito contemporâneo de sustentabilidade. Eles foram desenvolvidos pelo arquiteto da Topocart, Jandson Queiroz, a partir de uma abordagem que incorpora tecnologias de reaproveitamento da água e economia energética por meio de dispositivos como tetos verdes, orientação solar e a utilização de materiais reciclados.

 

Following, a text, in english, from Wikipedia the free encyclopédia:

 

Black-tufted marmoset, Photographed at Imprensa Nacional - IN, Brasília, DF, Brazil, using an Iphone 6 camera.

The black-tufted marmoset (Callithrix penicillata), also known as Mico-estrela in Portuguese, is a species of New World monkey that lives primarily in the Neo-tropical gallery forests of the Brazilian Central Plateau. It ranges from Bahia to Paraná,[3] and as far inland as Goiás, between 14 and 25 degrees south of the equator. This marmoset typically resides in rainforests, living an arboreal life high in the trees, but below the canopy. They are only rarely spotted near the ground.

Physical description:

The black-tufted marmoset is characterized by black tufts of hair around their ears. It typically has some sparse white hairs on its face. It usually has a brown or black head and its limbs and upper body are gray, as well as its abdomen, while its rump and underside are usually black. Its tail is ringed with black and white and is not prehensile, but is used for balance. It does not have an opposable thumb and its nails tend to have a claw-like appearance. The black-tufted marmoset reaches a size of 19 to 22 cm and weighs up to 350 g.

Behavior:

Diurnal and arboreal, the black-tufted marmoset has a lifestyle very similar to other marmosets. It typically lives in family groups of 2 to 14. The groups usually consist of a reproductive couple and their offspring. Twins are very common among this species and the males, as well as juvenile offspring, often assist the female in the raising of the young.

Though the black-tufted marmoset lives in small family groups, it is believed that they share their food source, sap trees, with other marmoset groups. Scent marking does occur within these groups, but it is believed that the marking is to deter other species rather than other black-tufted marmoset groups, because other groups typically ignore these markings. They also appear to be migratory, often moving in relation to the wet or dry seasons, however, the extent of their migration is unknown.

Though communication between black-tufted marmosets has not been studied thoroughly, it is believed that it communicates through vocalizations. It has known predator-specific cries and appears to vocalize frequently outside of predator cries.

Food and predation:

The Black-tufted Marmoset diet consists primarily of tree sap which it gets by nibbling the bark with its long lower incisors. In periods of drought, it will also include fruit and insects in its diet. In periods of serious drought it has also been known to eat small arthropods, molluscs, bird eggs, baby birds and small vertebrates.

Large birds of prey are the greatest threat to the black-tufted marmoset, however, snakes and wild cats also pose a danger to them. Predator-specific vocalizations and visual scanning are its only anti-predation techniques.

Reproduction:

The black-tufted marmoset is monogamous and lives in family groups. It reproduces twice a year, producing 1 to 4 offspring, though most often just twins. Its gestation period is 150 days and offspring are weaned after 8 weeks. There is considerable parental investment by this species, with both parents, as well as older juveniles, helping to raise the young. The offspring are extremely dependent on their parents and though they are sexually mature at 18 months, they typically do not mate until much later, staying with their family group until they do.

Ecosystem roles and conservation status:

The black-tufted marmoset is a mutualist with many species of fruit trees because it distributes the seeds from the fruit it consumes throughout the forests. However, it is a parasite on other species of trees because it creates sores in trees in order to extract sap, while offering no apparent benefit to the trees. Though this marmoset is not a main food source to any specific species, it is a food source to a number of different species, specifically large birds of prey, wild cats, and snakes.

While there are no known negative effects of marmosets towards humans, it carries specific positive effects by being a highly valuable exotic pet. It is also used in zoo exhibits and scientific research.

The black-tufted marmoset is listed as having no special status on the IUCN Red List or the United States Endangered Species Act List. It is listed in Appendix II of CITES and is not currently considered an endangered or threatened species.

 

Fotografados na Imprensa Nacional - IN, em Brasília-DF, Brasil.

 

Um sagui[1][2] (do tupi sauín), soim ou mico são as designações comuns dadas a várias espécies de pequenos macacos pertencentes à família Callitrichidae. A palavra sagui tem origem no tupi e sua pronúncia é feita observando-se o som da vogal "u".

Estes primatas são representados por várias espécies em território brasileiro. Todos os quais possuem o dedo polegar da mão muito curto e não oponível, as unhas em forma de garras, e dentes molares de fórmula 2/2. São espécies de pequeno porte e de cauda longa.

São os menores símios do mundo, estão dispersos por toda a América do Sul e vivem geralmente em bandos que se hospedam em árvores, como os esquilos. Travessos e ágeis, movem-se em saltos bruscos, emitindo guinchos e assobios que são ouvidos de longe.

 

Sagui-de-tufos-brancos

Espécies

 

Família Callitrichidae

Callithrix jacchus - Sagui-de-tufos-brancos

Callithrix penicillata - Sagui-de-tufos-pretos

Callithrix kuhlii - Sagui-de-wied

Callithrix geoffroyi - Sagui-de-cara-branca

Callithrix flaviceps - Sagui-da-serra

Callithrix aurita - Sagui-da-serra-escuro

Callithrix argentata - Sagui-branco

Callithrix nigriceps - Sagui-de-cabeça-preta

Callithrix humeralifera - Sagui-de-santarém

Saguinus fuscicollis - Sagui-de-cara-suja

Saguinus imperator - Sagui-imperador

Saguinus labiatus - Sagui-de-bigode

Saguinus mystax - Sagui-de-boca-branca

Saguinus oedipus - Sagui-de-cabeça-branca

Saguinus bicolor - Sagui-de-coleira

Família Callimiconidae

Callimico goeldi - Sagui-goeldi

Referências

 

michaelis.uol.com.br/moderno/portugues/index.php?lingua=p...

↑ Desde 1 de janeiro de 2009, em virtude da vigência do Acordo Ortográfico de 1990, a palavra não é mais grafada com trema (sagüi).

  

O sagüi (português brasileiro) ou sagui (português europeu) (AO 1990: sagui), soim, mico, marmoset (em inglês) ou tamarim (em inglês) são as designações comuns dadas a várias espécies de pequenos macacos pertencentes à família Callitrichidae.

Estes primatas são representados por várias espécies em território brasileiro. Todos os quais possuem o dedo polegar da mão muito curto e não oponível, as unhas em forma de garras, e dentes molares de fórmula 2/2. São espécies de pequeno porte e de cauda longa.

São os menores símios do mundo, estão dispersos por toda a América do Sul e vivem geralmente em bandos que se hospedam, como os esquilos em árvores. Travessos e ágeis, movem-se a saltos bruscos, emitindo guinchos e assobios que são ouvidos de longe.

  

Projetos do Parque Burle Marx - Brasília

 

Um novo espaço de conservação ambiental, diversão e lazer estará, em breve, à disposição da população de Brasília. É o Parque Burle Marx, com cerca de 3 milhões de metros quadrados, entre o local onde será construído o Setor Habitacional Noroeste e a Asa Norte, no Plano Piloto de Brasília. No momento, são desenvolvidos pela Topocart os projetos executivos de urbanismo, paisagismo e infraestrutura do novo espaço, concebido para compensar o impacto ambiental que será causado pela implantação do novo empreendimento imobiliário.

 

No início deste ano, o Instituto Brasília Ambiental (Ibram) aprovou o Plano de Manejo elaborado pela Topocart para a Unidade de Conservação e alterou a classificação de Parque Ecológico para Parque de Uso Múltiplo. Essa mudança, segundo a coordenadora do Departamento de Arquitetura, Urbanismo e Meio Ambiente da Topocart, Janaina Vieira, possibilita maior flexibilidade na ocupação do espaço sem comprometer a preservação do meio ambiente e ainda contribui para acelerar a elaboração dos projetos que serão desenvolvidos no local.

 

De acordo com a arquiteta urbanista da Topocart, Carolina Favilla, o parque é uma das condicionantes para obtenção do licenciamento ambiental para a implantação do Setor Habitacional Noroeste. “Graças ao Parque, com suas quatro lagoas de retenção e detenção, foi possível resolver a questão da drenagem pluvial da região”, explica.

 

Praças e oásis

 

O estudo preliminar de urbanismo do Parque Burle Marx foi elaborado pelo escritório Jaime Lerner e é composto por um eixo central que interliga os diversos espaços de lazer. Entre as atrações do Parque se destacam a Praça das Sombras, junto a uma das entradas, os espaços Brennand e Krajberg - com exposição permanente de obras ao ar livre desses artistas plásticos, o Jardim Burle Marx, um museu interativo chamado de Planetário Indígena e o Museu Vivo do Cerrado. Intercalando cada uma dessas estruturas, ao longo do eixo central, serão erguidos espaços menores, batizados de oásis, com opções de recreação, gastronomia, exposições e descanso assistido.

 

Umas principais atrações do Parque será a Praça “Viva o Povo Brasileiro”, que ocupará um espaço de 90 mil metros quadrados destinados a atividades diversificadas que serão desenvolvidas ao redor de uma reprodução do mapa do Brasil em escala reduzida, refletindo fielmente o relevo e cercado por um espelho d’água representando o oceano Atlântico. De acordo com a arquiteta Giannina Picado Maykall, que coordena o desenvolvimento do projeto de implantação do Parque na Topocart, muitas dessas idéias foram incorporadas e desenvolvidas a partir do estudo preliminar elaborado pelo escritório Jaime Lerner. “Além de contemplar aspectos de lazer e meio ambiente, a criação do Parque Burle Marx proporciona soluções viárias para o tráfego da região”, ressalta.

 

Sustentabilidade

 

O Parque terá ainda quatro lagoas e uma zona de preservação, onde, possivelmente, será erguida a Escola de Preservação Ambiental de Brasília. Já a faixa que compreende todo o perímetro do empreendimento foi definida como de uso múltiplo e deve abrigar variadas estruturas voltadas para atividades cotidianas dos usuários residentes nas imediações do novo espaço.

 

Tanto a Escola Ambiental de Brasília, quanto o prédio que abrigará a Administração do Parque Burle Marx apresentam, como diferencial, os projetos concebidos de acordo com um conceito contemporâneo de sustentabilidade. Eles foram desenvolvidos pelo arquiteto da Topocart, Jandson Queiroz, a partir de uma abordagem que incorpora tecnologias de reaproveitamento da água e economia energética por meio de dispositivos como tetos verdes, orientação solar e a utilização de materiais reciclados.

 

Following, a text, in english, from Wikipedia the free encyclopédia:

 

Black-tufted marmoset, Photographed at Imprensa Nacional - IN, Brasília, DF, Brazil.

 

The black-tufted marmoset (Callithrix penicillata), also known as Mico-estrela in Portuguese, is a species of New World monkey that lives primarily in the Neo-tropical gallery forests of the Brazilian Central Plateau. It ranges from Bahia to Paraná,[3] and as far inland as Goiás, between 14 and 25 degrees south of the equator. This marmoset typically resides in rainforests, living an arboreal life high in the trees, but below the canopy. They are only rarely spotted near the ground.

Physical description:

The black-tufted marmoset is characterized by black tufts of hair around their ears. It typically has some sparse white hairs on its face. It usually has a brown or black head and its limbs and upper body are gray, as well as its abdomen, while its rump and underside are usually black. Its tail is ringed with black and white and is not prehensile, but is used for balance. It does not have an opposable thumb and its nails tend to have a claw-like appearance. The black-tufted marmoset reaches a size of 19 to 22 cm and weighs up to 350 g.

Behavior:

Diurnal and arboreal, the black-tufted marmoset has a lifestyle very similar to other marmosets. It typically lives in family groups of 2 to 14. The groups usually consist of a reproductive couple and their offspring. Twins are very common among this species and the males, as well as juvenile offspring, often assist the female in the raising of the young.

Though the black-tufted marmoset lives in small family groups, it is believed that they share their food source, sap trees, with other marmoset groups. Scent marking does occur within these groups, but it is believed that the marking is to deter other species rather than other black-tufted marmoset groups, because other groups typically ignore these markings. They also appear to be migratory, often moving in relation to the wet or dry seasons, however, the extent of their migration is unknown.

Though communication between black-tufted marmosets has not been studied thoroughly, it is believed that it communicates through vocalizations. It has known predator-specific cries and appears to vocalize frequently outside of predator cries.

Food and predation:

The Black-tufted Marmoset diet consists primarily of tree sap which it gets by nibbling the bark with its long lower incisors. In periods of drought, it will also include fruit and insects in its diet. In periods of serious drought it has also been known to eat small arthropods, molluscs, bird eggs, baby birds and small vertebrates.

Large birds of prey are the greatest threat to the black-tufted marmoset, however, snakes and wild cats also pose a danger to them. Predator-specific vocalizations and visual scanning are its only anti-predation techniques.

Reproduction:

The black-tufted marmoset is monogamous and lives in family groups. It reproduces twice a year, producing 1 to 4 offspring, though most often just twins. Its gestation period is 150 days and offspring are weaned after 8 weeks. There is considerable parental investment by this species, with both parents, as well as older juveniles, helping to raise the young. The offspring are extremely dependent on their parents and though they are sexually mature at 18 months, they typically do not mate until much later, staying with their family group until they do.

Ecosystem roles and conservation status:

The black-tufted marmoset is a mutualist with many species of fruit trees because it distributes the seeds from the fruit it consumes throughout the forests. However, it is a parasite on other species of trees because it creates sores in trees in order to extract sap, while offering no apparent benefit to the trees. Though this marmoset is not a main food source to any specific species, it is a food source to a number of different species, specifically large birds of prey, wild cats, and snakes.

While there are no known negative effects of marmosets towards humans, it carries specific positive effects by being a highly valuable exotic pet. It is also used in zoo exhibits and scientific research.

The black-tufted marmoset is listed as having no special status on the IUCN Red List or the United States Endangered Species Act List. It is listed in Appendix II of CITES and is not currently considered an endangered or threatened species.

Fotografados na Imprensa Nacional - IN, em Brasília-DF, Brasil.

 

Um sagui[1][2] (do tupi sauín), soim ou mico são as designações comuns dadas a várias espécies de pequenos macacos pertencentes à família Callitrichidae. A palavra sagui tem origem no tupi e sua pronúncia é feita observando-se o som da vogal "u".

Estes primatas são representados por várias espécies em território brasileiro. Todos os quais possuem o dedo polegar da mão muito curto e não oponível, as unhas em forma de garras, e dentes molares de fórmula 2/2. São espécies de pequeno porte e de cauda longa.

São os menores símios do mundo, estão dispersos por toda a América do Sul e vivem geralmente em bandos que se hospedam em árvores, como os esquilos. Travessos e ágeis, movem-se em saltos bruscos, emitindo guinchos e assobios que são ouvidos de longe.

 

Sagui-de-tufos-brancos

Espécies

 

Família Callitrichidae

Callithrix jacchus - Sagui-de-tufos-brancos

Callithrix penicillata - Sagui-de-tufos-pretos

Callithrix kuhlii - Sagui-de-wied

Callithrix geoffroyi - Sagui-de-cara-branca

Callithrix flaviceps - Sagui-da-serra

Callithrix aurita - Sagui-da-serra-escuro

Callithrix argentata - Sagui-branco

Callithrix nigriceps - Sagui-de-cabeça-preta

Callithrix humeralifera - Sagui-de-santarém

Saguinus fuscicollis - Sagui-de-cara-suja

Saguinus imperator - Sagui-imperador

Saguinus labiatus - Sagui-de-bigode

Saguinus mystax - Sagui-de-boca-branca

Saguinus oedipus - Sagui-de-cabeça-branca

Saguinus bicolor - Sagui-de-coleira

Família Callimiconidae

Callimico goeldi - Sagui-goeldi

Referências

 

michaelis.uol.com.br/moderno/portugues/index.php?lingua=p...

↑ Desde 1 de janeiro de 2009, em virtude da vigência do Acordo Ortográfico de 1990, a palavra não é mais grafada com trema (sagüi).

  

O sagüi (português brasileiro) ou sagui (português europeu) (AO 1990: sagui), soim, mico, marmoset (em inglês) ou tamarim (em inglês) são as designações comuns dadas a várias espécies de pequenos macacos pertencentes à família Callitrichidae.

Estes primatas são representados por várias espécies em território brasileiro. Todos os quais possuem o dedo polegar da mão muito curto e não oponível, as unhas em forma de garras, e dentes molares de fórmula 2/2. São espécies de pequeno porte e de cauda longa.

São os menores símios do mundo, estão dispersos por toda a América do Sul e vivem geralmente em bandos que se hospedam, como os esquilos em árvores. Travessos e ágeis, movem-se a saltos bruscos, emitindo guinchos e assobios que são ouvidos de longe.

  

Projetos do Parque Burle Marx - Brasília

 

Um novo espaço de conservação ambiental, diversão e lazer estará, em breve, à disposição da população de Brasília. É o Parque Burle Marx, com cerca de 3 milhões de metros quadrados, entre o local onde será construído o Setor Habitacional Noroeste e a Asa Norte, no Plano Piloto de Brasília. No momento, são desenvolvidos pela Topocart os projetos executivos de urbanismo, paisagismo e infraestrutura do novo espaço, concebido para compensar o impacto ambiental que será causado pela implantação do novo empreendimento imobiliário.

 

No início deste ano, o Instituto Brasília Ambiental (Ibram) aprovou o Plano de Manejo elaborado pela Topocart para a Unidade de Conservação e alterou a classificação de Parque Ecológico para Parque de Uso Múltiplo. Essa mudança, segundo a coordenadora do Departamento de Arquitetura, Urbanismo e Meio Ambiente da Topocart, Janaina Vieira, possibilita maior flexibilidade na ocupação do espaço sem comprometer a preservação do meio ambiente e ainda contribui para acelerar a elaboração dos projetos que serão desenvolvidos no local.

 

De acordo com a arquiteta urbanista da Topocart, Carolina Favilla, o parque é uma das condicionantes para obtenção do licenciamento ambiental para a implantação do Setor Habitacional Noroeste. “Graças ao Parque, com suas quatro lagoas de retenção e detenção, foi possível resolver a questão da drenagem pluvial da região”, explica.

 

Praças e oásis

 

O estudo preliminar de urbanismo do Parque Burle Marx foi elaborado pelo escritório Jaime Lerner e é composto por um eixo central que interliga os diversos espaços de lazer. Entre as atrações do Parque se destacam a Praça das Sombras, junto a uma das entradas, os espaços Brennand e Krajberg - com exposição permanente de obras ao ar livre desses artistas plásticos, o Jardim Burle Marx, um museu interativo chamado de Planetário Indígena e o Museu Vivo do Cerrado. Intercalando cada uma dessas estruturas, ao longo do eixo central, serão erguidos espaços menores, batizados de oásis, com opções de recreação, gastronomia, exposições e descanso assistido.

 

Umas principais atrações do Parque será a Praça “Viva o Povo Brasileiro”, que ocupará um espaço de 90 mil metros quadrados destinados a atividades diversificadas que serão desenvolvidas ao redor de uma reprodução do mapa do Brasil em escala reduzida, refletindo fielmente o relevo e cercado por um espelho d’água representando o oceano Atlântico. De acordo com a arquiteta Giannina Picado Maykall, que coordena o desenvolvimento do projeto de implantação do Parque na Topocart, muitas dessas idéias foram incorporadas e desenvolvidas a partir do estudo preliminar elaborado pelo escritório Jaime Lerner. “Além de contemplar aspectos de lazer e meio ambiente, a criação do Parque Burle Marx proporciona soluções viárias para o tráfego da região”, ressalta.

 

Sustentabilidade

 

O Parque terá ainda quatro lagoas e uma zona de preservação, onde, possivelmente, será erguida a Escola de Preservação Ambiental de Brasília. Já a faixa que compreende todo o perímetro do empreendimento foi definida como de uso múltiplo e deve abrigar variadas estruturas voltadas para atividades cotidianas dos usuários residentes nas imediações do novo espaço.

 

Tanto a Escola Ambiental de Brasília, quanto o prédio que abrigará a Administração do Parque Burle Marx apresentam, como diferencial, os projetos concebidos de acordo com um conceito contemporâneo de sustentabilidade. Eles foram desenvolvidos pelo arquiteto da Topocart, Jandson Queiroz, a partir de uma abordagem que incorpora tecnologias de reaproveitamento da água e economia energética por meio de dispositivos como tetos verdes, orientação solar e a utilização de materiais reciclados.

 

Following, a text, in english, from Wikipedia the free encyclopédia:

 

Black-tufted marmoset, Photographed at Imprensa Nacional - IN, Brasília, DF, Brazil.

 

The black-tufted marmoset (Callithrix penicillata), also known as Mico-estrela in Portuguese, is a species of New World monkey that lives primarily in the Neo-tropical gallery forests of the Brazilian Central Plateau. It ranges from Bahia to Paraná,[3] and as far inland as Goiás, between 14 and 25 degrees south of the equator. This marmoset typically resides in rainforests, living an arboreal life high in the trees, but below the canopy. They are only rarely spotted near the ground.

Physical description:

The black-tufted marmoset is characterized by black tufts of hair around their ears. It typically has some sparse white hairs on its face. It usually has a brown or black head and its limbs and upper body are gray, as well as its abdomen, while its rump and underside are usually black. Its tail is ringed with black and white and is not prehensile, but is used for balance. It does not have an opposable thumb and its nails tend to have a claw-like appearance. The black-tufted marmoset reaches a size of 19 to 22 cm and weighs up to 350 g.

Behavior:

Diurnal and arboreal, the black-tufted marmoset has a lifestyle very similar to other marmosets. It typically lives in family groups of 2 to 14. The groups usually consist of a reproductive couple and their offspring. Twins are very common among this species and the males, as well as juvenile offspring, often assist the female in the raising of the young.

Though the black-tufted marmoset lives in small family groups, it is believed that they share their food source, sap trees, with other marmoset groups. Scent marking does occur within these groups, but it is believed that the marking is to deter other species rather than other black-tufted marmoset groups, because other groups typically ignore these markings. They also appear to be migratory, often moving in relation to the wet or dry seasons, however, the extent of their migration is unknown.

Though communication between black-tufted marmosets has not been studied thoroughly, it is believed that it communicates through vocalizations. It has known predator-specific cries and appears to vocalize frequently outside of predator cries.

Food and predation:

The Black-tufted Marmoset diet consists primarily of tree sap which it gets by nibbling the bark with its long lower incisors. In periods of drought, it will also include fruit and insects in its diet. In periods of serious drought it has also been known to eat small arthropods, molluscs, bird eggs, baby birds and small vertebrates.

Large birds of prey are the greatest threat to the black-tufted marmoset, however, snakes and wild cats also pose a danger to them. Predator-specific vocalizations and visual scanning are its only anti-predation techniques.

Reproduction:

The black-tufted marmoset is monogamous and lives in family groups. It reproduces twice a year, producing 1 to 4 offspring, though most often just twins. Its gestation period is 150 days and offspring are weaned after 8 weeks. There is considerable parental investment by this species, with both parents, as well as older juveniles, helping to raise the young. The offspring are extremely dependent on their parents and though they are sexually mature at 18 months, they typically do not mate until much later, staying with their family group until they do.

Ecosystem roles and conservation status:

The black-tufted marmoset is a mutualist with many species of fruit trees because it distributes the seeds from the fruit it consumes throughout the forests. However, it is a parasite on other species of trees because it creates sores in trees in order to extract sap, while offering no apparent benefit to the trees. Though this marmoset is not a main food source to any specific species, it is a food source to a number of different species, specifically large birds of prey, wild cats, and snakes.

While there are no known negative effects of marmosets towards humans, it carries specific positive effects by being a highly valuable exotic pet. It is also used in zoo exhibits and scientific research.

The black-tufted marmoset is listed as having no special status on the IUCN Red List or the United States Endangered Species Act List. It is listed in Appendix II of CITES and is not currently considered an endangered or threatened species.

First thing: when I was a child, the milk was sold in the form of a pretty tetrahedron called tetrapack. Today, however, is sold in a package that is a parallelepiped shape called tetrabrick but everybody still call tetrapack. I loved that package and I am convinced that my passion for the tetrahedron is from there.

Second thing: I received as a Christamas gift the interesting book by Sundara Rao "Geometric exercises in paper folding"; it is a book of 1853 which, according to the author, is inspired by Froebel, and in particular by the Gift n. VIII "Paperfolding" ... in fact these gifts of Froebel are not always the same ... now the number 8 is a different thing, however, no one doubts that Froebel gifted children of paper folding. I would suggest, in this case, to trust on this fine article by David Lister.

Third thing: yesterday, not knowing what to suggest to the kids, after being gone too, with great risk, to skate on ice ... I got into my head to make chocolate muffins ... and eat a fair amount, stuff not to be swallowed by an elephant.

Fourth thing: to my Christmas dinner, I used these fine Muji bags for packing gifts for my guests.They are flat envelopes that, when filled, turn into a tetrahedron, and one can also hang them to the tree as a decoration. No more on Muji production but I still have a discrete amount.

This was last night before going to sleep... I started to read this Sundara Rao's book, chapter one, on the square nothing to say, if not some pretty ideas for my students, which, however (don't worry guys), I have already forgotten. Chapter two, the triangle ... the triangle ... I started the text looked at the picture (a flattened square of paper pre-folded into regular triangles) ... all those muffins, stomach pain, I recalled my grandmother and the tetrapack and I felt asleep. I woke up around four a.m. with this thing in mind ...unbelievable, I have seen it in my own mind! It was so clear! It was so terribly simple! Beautiful! So simple that surely many someones have folded before me ... Sundara Rao at least, I feel, did... so I guess I might consider it a traditional model... but here it is: my bag in the shape of a tetrahedron from a single square sheet, and of course can be opened simply pushing two corners with two fingers.

When folding, I could see there was left out of the group of triangles, this strip ... here is the problem ... I thought... then the second light ... Jaime Lerner, who, I know, for some, is a discussed character, but I always liked his quote "... I realized that the city was not the problem ... the city was the solution!" here it was ... the strip was not the problem, the strip was the solution ... it can be used as a lock! The box is beautiful, opens with two fingers ... In short: I'm so proud.

Sooner or later, a CP or diagram will come, by now I wish you all the time, that your problem may be your solution!

 

A4 variation n°2

 

Diagrammed CP

Fotografados na Imprensa Nacional - IN, em Brasília-DF, Brasil, usando a câmera de um Iphone 6.

 

Um sagui[1][2] (do tupi sauín), soim ou mico são as designações comuns dadas a várias espécies de pequenos macacos pertencentes à família Callitrichidae. A palavra sagui tem origem no tupi e sua pronúncia é feita observando-se o som da vogal "u".

Estes primatas são representados por várias espécies em território brasileiro. Todos os quais possuem o dedo polegar da mão muito curto e não oponível, as unhas em forma de garras, e dentes molares de fórmula 2/2. São espécies de pequeno porte e de cauda longa.

São os menores símios do mundo, estão dispersos por toda a América do Sul e vivem geralmente em bandos que se hospedam em árvores, como os esquilos. Travessos e ágeis, movem-se em saltos bruscos, emitindo guinchos e assobios que são ouvidos de longe.

 

Sagui-de-tufos-brancos

Espécies

 

Família Callitrichidae

Callithrix jacchus - Sagui-de-tufos-brancos

Callithrix penicillata - Sagui-de-tufos-pretos

Callithrix kuhlii - Sagui-de-wied

Callithrix geoffroyi - Sagui-de-cara-branca

Callithrix flaviceps - Sagui-da-serra

Callithrix aurita - Sagui-da-serra-escuro

Callithrix argentata - Sagui-branco

Callithrix nigriceps - Sagui-de-cabeça-preta

Callithrix humeralifera - Sagui-de-santarém

Saguinus fuscicollis - Sagui-de-cara-suja

Saguinus imperator - Sagui-imperador

Saguinus labiatus - Sagui-de-bigode

Saguinus mystax - Sagui-de-boca-branca

Saguinus oedipus - Sagui-de-cabeça-branca

Saguinus bicolor - Sagui-de-coleira

Família Callimiconidae

Callimico goeldi - Sagui-goeldi

Referências

 

michaelis.uol.com.br/moderno/portugues/index.php?lingua=p...

↑ Desde 1 de janeiro de 2009, em virtude da vigência do Acordo Ortográfico de 1990, a palavra não é mais grafada com trema (sagüi).

  

O sagüi (português brasileiro) ou sagui (português europeu) (AO 1990: sagui), soim, mico, marmoset (em inglês) ou tamarim (em inglês) são as designações comuns dadas a várias espécies de pequenos macacos pertencentes à família Callitrichidae.

Estes primatas são representados por várias espécies em território brasileiro. Todos os quais possuem o dedo polegar da mão muito curto e não oponível, as unhas em forma de garras, e dentes molares de fórmula 2/2. São espécies de pequeno porte e de cauda longa.

São os menores símios do mundo, estão dispersos por toda a América do Sul e vivem geralmente em bandos que se hospedam, como os esquilos em árvores. Travessos e ágeis, movem-se a saltos bruscos, emitindo guinchos e assobios que são ouvidos de longe.

  

Projetos do Parque Burle Marx - Brasília

 

Um novo espaço de conservação ambiental, diversão e lazer estará, em breve, à disposição da população de Brasília. É o Parque Burle Marx, com cerca de 3 milhões de metros quadrados, entre o local onde será construído o Setor Habitacional Noroeste e a Asa Norte, no Plano Piloto de Brasília. No momento, são desenvolvidos pela Topocart os projetos executivos de urbanismo, paisagismo e infraestrutura do novo espaço, concebido para compensar o impacto ambiental que será causado pela implantação do novo empreendimento imobiliário.

 

No início deste ano, o Instituto Brasília Ambiental (Ibram) aprovou o Plano de Manejo elaborado pela Topocart para a Unidade de Conservação e alterou a classificação de Parque Ecológico para Parque de Uso Múltiplo. Essa mudança, segundo a coordenadora do Departamento de Arquitetura, Urbanismo e Meio Ambiente da Topocart, Janaina Vieira, possibilita maior flexibilidade na ocupação do espaço sem comprometer a preservação do meio ambiente e ainda contribui para acelerar a elaboração dos projetos que serão desenvolvidos no local.

 

De acordo com a arquiteta urbanista da Topocart, Carolina Favilla, o parque é uma das condicionantes para obtenção do licenciamento ambiental para a implantação do Setor Habitacional Noroeste. “Graças ao Parque, com suas quatro lagoas de retenção e detenção, foi possível resolver a questão da drenagem pluvial da região”, explica.

 

Praças e oásis

 

O estudo preliminar de urbanismo do Parque Burle Marx foi elaborado pelo escritório Jaime Lerner e é composto por um eixo central que interliga os diversos espaços de lazer. Entre as atrações do Parque se destacam a Praça das Sombras, junto a uma das entradas, os espaços Brennand e Krajberg - com exposição permanente de obras ao ar livre desses artistas plásticos, o Jardim Burle Marx, um museu interativo chamado de Planetário Indígena e o Museu Vivo do Cerrado. Intercalando cada uma dessas estruturas, ao longo do eixo central, serão erguidos espaços menores, batizados de oásis, com opções de recreação, gastronomia, exposições e descanso assistido.

 

Umas principais atrações do Parque será a Praça “Viva o Povo Brasileiro”, que ocupará um espaço de 90 mil metros quadrados destinados a atividades diversificadas que serão desenvolvidas ao redor de uma reprodução do mapa do Brasil em escala reduzida, refletindo fielmente o relevo e cercado por um espelho d’água representando o oceano Atlântico. De acordo com a arquiteta Giannina Picado Maykall, que coordena o desenvolvimento do projeto de implantação do Parque na Topocart, muitas dessas idéias foram incorporadas e desenvolvidas a partir do estudo preliminar elaborado pelo escritório Jaime Lerner. “Além de contemplar aspectos de lazer e meio ambiente, a criação do Parque Burle Marx proporciona soluções viárias para o tráfego da região”, ressalta.

 

Sustentabilidade

 

O Parque terá ainda quatro lagoas e uma zona de preservação, onde, possivelmente, será erguida a Escola de Preservação Ambiental de Brasília. Já a faixa que compreende todo o perímetro do empreendimento foi definida como de uso múltiplo e deve abrigar variadas estruturas voltadas para atividades cotidianas dos usuários residentes nas imediações do novo espaço.

 

Tanto a Escola Ambiental de Brasília, quanto o prédio que abrigará a Administração do Parque Burle Marx apresentam, como diferencial, os projetos concebidos de acordo com um conceito contemporâneo de sustentabilidade. Eles foram desenvolvidos pelo arquiteto da Topocart, Jandson Queiroz, a partir de uma abordagem que incorpora tecnologias de reaproveitamento da água e economia energética por meio de dispositivos como tetos verdes, orientação solar e a utilização de materiais reciclados.

 

Following, a text, in english, from Wikipedia the free encyclopédia:

 

Black-tufted marmoset, Photographed at Imprensa Nacional - IN, Brasília, DF, Brazil, using an Iphone 6 camera.

The black-tufted marmoset (Callithrix penicillata), also known as Mico-estrela in Portuguese, is a species of New World monkey that lives primarily in the Neo-tropical gallery forests of the Brazilian Central Plateau. It ranges from Bahia to Paraná,[3] and as far inland as Goiás, between 14 and 25 degrees south of the equator. This marmoset typically resides in rainforests, living an arboreal life high in the trees, but below the canopy. They are only rarely spotted near the ground.

Physical description:

The black-tufted marmoset is characterized by black tufts of hair around their ears. It typically has some sparse white hairs on its face. It usually has a brown or black head and its limbs and upper body are gray, as well as its abdomen, while its rump and underside are usually black. Its tail is ringed with black and white and is not prehensile, but is used for balance. It does not have an opposable thumb and its nails tend to have a claw-like appearance. The black-tufted marmoset reaches a size of 19 to 22 cm and weighs up to 350 g.

Behavior:

Diurnal and arboreal, the black-tufted marmoset has a lifestyle very similar to other marmosets. It typically lives in family groups of 2 to 14. The groups usually consist of a reproductive couple and their offspring. Twins are very common among this species and the males, as well as juvenile offspring, often assist the female in the raising of the young.

Though the black-tufted marmoset lives in small family groups, it is believed that they share their food source, sap trees, with other marmoset groups. Scent marking does occur within these groups, but it is believed that the marking is to deter other species rather than other black-tufted marmoset groups, because other groups typically ignore these markings. They also appear to be migratory, often moving in relation to the wet or dry seasons, however, the extent of their migration is unknown.

Though communication between black-tufted marmosets has not been studied thoroughly, it is believed that it communicates through vocalizations. It has known predator-specific cries and appears to vocalize frequently outside of predator cries.

Food and predation:

The Black-tufted Marmoset diet consists primarily of tree sap which it gets by nibbling the bark with its long lower incisors. In periods of drought, it will also include fruit and insects in its diet. In periods of serious drought it has also been known to eat small arthropods, molluscs, bird eggs, baby birds and small vertebrates.

Large birds of prey are the greatest threat to the black-tufted marmoset, however, snakes and wild cats also pose a danger to them. Predator-specific vocalizations and visual scanning are its only anti-predation techniques.

Reproduction:

The black-tufted marmoset is monogamous and lives in family groups. It reproduces twice a year, producing 1 to 4 offspring, though most often just twins. Its gestation period is 150 days and offspring are weaned after 8 weeks. There is considerable parental investment by this species, with both parents, as well as older juveniles, helping to raise the young. The offspring are extremely dependent on their parents and though they are sexually mature at 18 months, they typically do not mate until much later, staying with their family group until they do.

Ecosystem roles and conservation status:

The black-tufted marmoset is a mutualist with many species of fruit trees because it distributes the seeds from the fruit it consumes throughout the forests. However, it is a parasite on other species of trees because it creates sores in trees in order to extract sap, while offering no apparent benefit to the trees. Though this marmoset is not a main food source to any specific species, it is a food source to a number of different species, specifically large birds of prey, wild cats, and snakes.

While there are no known negative effects of marmosets towards humans, it carries specific positive effects by being a highly valuable exotic pet. It is also used in zoo exhibits and scientific research.

The black-tufted marmoset is listed as having no special status on the IUCN Red List or the United States Endangered Species Act List. It is listed in Appendix II of CITES and is not currently considered an endangered or threatened species.

 

Urban Acupuncture with Jaime Lerner, Urbanspace Gallery, 401 Richmond, Toronto Ontario Canada, Monday October 20 2014

Urban Acupuncture with Jaime Lerner, Urbanspace Gallery, 401 Richmond, Toronto Ontario Canada, Monday October 20 2014

Urban Acupuncture with Jaime Lerner, Urbanspace Gallery, 401 Richmond, Toronto Ontario Canada, Monday October 20 2014

Urban Acupuncture with Jaime Lerner, Urbanspace Gallery, 401 Richmond, Toronto Ontario Canada, Monday October 20 2014

Cúpula de Prefeitos - coletiva de imprensa

09 de setembro de 2015

Cidade das Artes, Rio de Janeiro

Fotos: Mariana Gil/WRI Brasil Cidades Sustentáveis

Urban Acupuncture with Jaime Lerner, Urbanspace Gallery, 401 Richmond, Toronto Ontario Canada, Monday October 20 2014

Urban Acupuncture with Jaime Lerner, Urbanspace Gallery, 401 Richmond, Toronto Ontario Canada, Monday October 20 2014

Urban Acupuncture with Jaime Lerner, Urbanspace Gallery, 401 Richmond, Toronto Ontario Canada, Monday October 20 2014

Fotografados na Imprensa Nacional - IN, em Brasília-DF, Brasil.

 

Um sagui[1][2] (do tupi sauín), soim ou mico são as designações comuns dadas a várias espécies de pequenos macacos pertencentes à família Callitrichidae. A palavra sagui tem origem no tupi e sua pronúncia é feita observando-se o som da vogal "u".

Estes primatas são representados por várias espécies em território brasileiro. Todos os quais possuem o dedo polegar da mão muito curto e não oponível, as unhas em forma de garras, e dentes molares de fórmula 2/2. São espécies de pequeno porte e de cauda longa.

São os menores símios do mundo, estão dispersos por toda a América do Sul e vivem geralmente em bandos que se hospedam em árvores, como os esquilos. Travessos e ágeis, movem-se em saltos bruscos, emitindo guinchos e assobios que são ouvidos de longe.

 

Sagui-de-tufos-brancos

Espécies

 

Família Callitrichidae

Callithrix jacchus - Sagui-de-tufos-brancos

Callithrix penicillata - Sagui-de-tufos-pretos

Callithrix kuhlii - Sagui-de-wied

Callithrix geoffroyi - Sagui-de-cara-branca

Callithrix flaviceps - Sagui-da-serra

Callithrix aurita - Sagui-da-serra-escuro

Callithrix argentata - Sagui-branco

Callithrix nigriceps - Sagui-de-cabeça-preta

Callithrix humeralifera - Sagui-de-santarém

Saguinus fuscicollis - Sagui-de-cara-suja

Saguinus imperator - Sagui-imperador

Saguinus labiatus - Sagui-de-bigode

Saguinus mystax - Sagui-de-boca-branca

Saguinus oedipus - Sagui-de-cabeça-branca

Saguinus bicolor - Sagui-de-coleira

Família Callimiconidae

Callimico goeldi - Sagui-goeldi

Referências

 

michaelis.uol.com.br/moderno/portugues/index.php?lingua=p...

↑ Desde 1 de janeiro de 2009, em virtude da vigência do Acordo Ortográfico de 1990, a palavra não é mais grafada com trema (sagüi).

  

O sagüi (português brasileiro) ou sagui (português europeu) (AO 1990: sagui), soim, mico, marmoset (em inglês) ou tamarim (em inglês) são as designações comuns dadas a várias espécies de pequenos macacos pertencentes à família Callitrichidae.

Estes primatas são representados por várias espécies em território brasileiro. Todos os quais possuem o dedo polegar da mão muito curto e não oponível, as unhas em forma de garras, e dentes molares de fórmula 2/2. São espécies de pequeno porte e de cauda longa.

São os menores símios do mundo, estão dispersos por toda a América do Sul e vivem geralmente em bandos que se hospedam, como os esquilos em árvores. Travessos e ágeis, movem-se a saltos bruscos, emitindo guinchos e assobios que são ouvidos de longe.

  

Projetos do Parque Burle Marx - Brasília

 

Um novo espaço de conservação ambiental, diversão e lazer estará, em breve, à disposição da população de Brasília. É o Parque Burle Marx, com cerca de 3 milhões de metros quadrados, entre o local onde será construído o Setor Habitacional Noroeste e a Asa Norte, no Plano Piloto de Brasília. No momento, são desenvolvidos pela Topocart os projetos executivos de urbanismo, paisagismo e infraestrutura do novo espaço, concebido para compensar o impacto ambiental que será causado pela implantação do novo empreendimento imobiliário.

 

No início deste ano, o Instituto Brasília Ambiental (Ibram) aprovou o Plano de Manejo elaborado pela Topocart para a Unidade de Conservação e alterou a classificação de Parque Ecológico para Parque de Uso Múltiplo. Essa mudança, segundo a coordenadora do Departamento de Arquitetura, Urbanismo e Meio Ambiente da Topocart, Janaina Vieira, possibilita maior flexibilidade na ocupação do espaço sem comprometer a preservação do meio ambiente e ainda contribui para acelerar a elaboração dos projetos que serão desenvolvidos no local.

 

De acordo com a arquiteta urbanista da Topocart, Carolina Favilla, o parque é uma das condicionantes para obtenção do licenciamento ambiental para a implantação do Setor Habitacional Noroeste. “Graças ao Parque, com suas quatro lagoas de retenção e detenção, foi possível resolver a questão da drenagem pluvial da região”, explica.

 

Praças e oásis

 

O estudo preliminar de urbanismo do Parque Burle Marx foi elaborado pelo escritório Jaime Lerner e é composto por um eixo central que interliga os diversos espaços de lazer. Entre as atrações do Parque se destacam a Praça das Sombras, junto a uma das entradas, os espaços Brennand e Krajberg - com exposição permanente de obras ao ar livre desses artistas plásticos, o Jardim Burle Marx, um museu interativo chamado de Planetário Indígena e o Museu Vivo do Cerrado. Intercalando cada uma dessas estruturas, ao longo do eixo central, serão erguidos espaços menores, batizados de oásis, com opções de recreação, gastronomia, exposições e descanso assistido.

 

Umas principais atrações do Parque será a Praça “Viva o Povo Brasileiro”, que ocupará um espaço de 90 mil metros quadrados destinados a atividades diversificadas que serão desenvolvidas ao redor de uma reprodução do mapa do Brasil em escala reduzida, refletindo fielmente o relevo e cercado por um espelho d’água representando o oceano Atlântico. De acordo com a arquiteta Giannina Picado Maykall, que coordena o desenvolvimento do projeto de implantação do Parque na Topocart, muitas dessas idéias foram incorporadas e desenvolvidas a partir do estudo preliminar elaborado pelo escritório Jaime Lerner. “Além de contemplar aspectos de lazer e meio ambiente, a criação do Parque Burle Marx proporciona soluções viárias para o tráfego da região”, ressalta.

 

Sustentabilidade

 

O Parque terá ainda quatro lagoas e uma zona de preservação, onde, possivelmente, será erguida a Escola de Preservação Ambiental de Brasília. Já a faixa que compreende todo o perímetro do empreendimento foi definida como de uso múltiplo e deve abrigar variadas estruturas voltadas para atividades cotidianas dos usuários residentes nas imediações do novo espaço.

 

Tanto a Escola Ambiental de Brasília, quanto o prédio que abrigará a Administração do Parque Burle Marx apresentam, como diferencial, os projetos concebidos de acordo com um conceito contemporâneo de sustentabilidade. Eles foram desenvolvidos pelo arquiteto da Topocart, Jandson Queiroz, a partir de uma abordagem que incorpora tecnologias de reaproveitamento da água e economia energética por meio de dispositivos como tetos verdes, orientação solar e a utilização de materiais reciclados.

 

Following, a text, in english, from Wikipedia the free encyclopédia:

 

Black-tufted marmoset, Photographed at Imprensa Nacional - IN, Brasília, DF, Brazil.

 

The black-tufted marmoset (Callithrix penicillata), also known as Mico-estrela in Portuguese, is a species of New World monkey that lives primarily in the Neo-tropical gallery forests of the Brazilian Central Plateau. It ranges from Bahia to Paraná,[3] and as far inland as Goiás, between 14 and 25 degrees south of the equator. This marmoset typically resides in rainforests, living an arboreal life high in the trees, but below the canopy. They are only rarely spotted near the ground.

Physical description:

The black-tufted marmoset is characterized by black tufts of hair around their ears. It typically has some sparse white hairs on its face. It usually has a brown or black head and its limbs and upper body are gray, as well as its abdomen, while its rump and underside are usually black. Its tail is ringed with black and white and is not prehensile, but is used for balance. It does not have an opposable thumb and its nails tend to have a claw-like appearance. The black-tufted marmoset reaches a size of 19 to 22 cm and weighs up to 350 g.

Behavior:

Diurnal and arboreal, the black-tufted marmoset has a lifestyle very similar to other marmosets. It typically lives in family groups of 2 to 14. The groups usually consist of a reproductive couple and their offspring. Twins are very common among this species and the males, as well as juvenile offspring, often assist the female in the raising of the young.

Though the black-tufted marmoset lives in small family groups, it is believed that they share their food source, sap trees, with other marmoset groups. Scent marking does occur within these groups, but it is believed that the marking is to deter other species rather than other black-tufted marmoset groups, because other groups typically ignore these markings. They also appear to be migratory, often moving in relation to the wet or dry seasons, however, the extent of their migration is unknown.

Though communication between black-tufted marmosets has not been studied thoroughly, it is believed that it communicates through vocalizations. It has known predator-specific cries and appears to vocalize frequently outside of predator cries.

Food and predation:

The Black-tufted Marmoset diet consists primarily of tree sap which it gets by nibbling the bark with its long lower incisors. In periods of drought, it will also include fruit and insects in its diet. In periods of serious drought it has also been known to eat small arthropods, molluscs, bird eggs, baby birds and small vertebrates.

Large birds of prey are the greatest threat to the black-tufted marmoset, however, snakes and wild cats also pose a danger to them. Predator-specific vocalizations and visual scanning are its only anti-predation techniques.

Reproduction:

The black-tufted marmoset is monogamous and lives in family groups. It reproduces twice a year, producing 1 to 4 offspring, though most often just twins. Its gestation period is 150 days and offspring are weaned after 8 weeks. There is considerable parental investment by this species, with both parents, as well as older juveniles, helping to raise the young. The offspring are extremely dependent on their parents and though they are sexually mature at 18 months, they typically do not mate until much later, staying with their family group until they do.

Ecosystem roles and conservation status:

The black-tufted marmoset is a mutualist with many species of fruit trees because it distributes the seeds from the fruit it consumes throughout the forests. However, it is a parasite on other species of trees because it creates sores in trees in order to extract sap, while offering no apparent benefit to the trees. Though this marmoset is not a main food source to any specific species, it is a food source to a number of different species, specifically large birds of prey, wild cats, and snakes.

While there are no known negative effects of marmosets towards humans, it carries specific positive effects by being a highly valuable exotic pet. It is also used in zoo exhibits and scientific research.

The black-tufted marmoset is listed as having no special status on the IUCN Red List or the United States Endangered Species Act List. It is listed in Appendix II of CITES and is not currently considered an endangered or threatened species.

Cúpula de Prefeitos - coletiva de imprensa

09 de setembro de 2015

Cidade das Artes, Rio de Janeiro

Fotos: Mariana Gil/WRI Brasil Cidades Sustentáveis

Cúpula de Prefeitos - coletiva de imprensa

09 de setembro de 2015

Cidade das Artes, Rio de Janeiro

Fotos: Mariana Gil/WRI Brasil Cidades Sustentáveis

Cúpula de Prefeitos

09 de setembro de 2015

Cidade das Artes, Rio de Janeiro

Fotos: Mariana Gil/WRI Brasil Cidades Sustentáveis

Cúpula de Prefeitos - coletiva de imprensa

09 de setembro de 2015

Cidade das Artes, Rio de Janeiro

Fotos: Mariana Gil/WRI Brasil Cidades Sustentáveis

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09 de setembro de 2015

Cidade das Artes, Rio de Janeiro

Fotos: Mariana Gil/WRI Brasil Cidades Sustentáveis

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09 de setembro de 2015

Cidade das Artes, Rio de Janeiro

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Cúpula de Prefeitos

09 de setembro de 2015

Cidade das Artes, Rio de Janeiro

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Cidade das Artes, Rio de Janeiro

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Cidade das Artes, Rio de Janeiro

Fotos: Mariana Gil/WRI Brasil Cidades Sustentáveis

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Cidade das Artes, Rio de Janeiro

Fotos: Mariana Gil/WRI Brasil Cidades Sustentáveis

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09 de setembro de 2015

Cidade das Artes, Rio de Janeiro

Fotos: Mariana Gil/WRI Brasil Cidades Sustentáveis

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09 de setembro de 2015

Cidade das Artes, Rio de Janeiro

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Cúpula de Prefeitos

09 de setembro de 2015

Cidade das Artes, Rio de Janeiro

Fotos: Mariana Gil/WRI Brasil Cidades Sustentáveis

Cúpula de Prefeitos

09 de setembro de 2015

Cidade das Artes, Rio de Janeiro

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09 de setembro de 2015

Cidade das Artes, Rio de Janeiro

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09 de setembro de 2015

Cidade das Artes, Rio de Janeiro

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Cidade das Artes, Rio de Janeiro

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Cúpula de Prefeitos

09 de setembro de 2015

Cidade das Artes, Rio de Janeiro

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Cidade das Artes, Rio de Janeiro

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Cidade das Artes, Rio de Janeiro

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09 de setembro de 2015

Cidade das Artes, Rio de Janeiro

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09 de setembro de 2015

Cidade das Artes, Rio de Janeiro

Fotos: Mariana Gil/WRI Brasil Cidades Sustentáveis

Leipzig, Germany 27 May 2011 -- Achieving Sustainable Urban Mobility: Decision-makers´ Dialogue

 

Michèle VUILLEN, Seishi KOHYAMA, Ulla HAMILTON, Burkhard JUNG, Maria VASSILAKOU, Jaime LERNER

 

©OECD/ITF, Marco Urban, Marc-Steffen Unger, Simone Neumann

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