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de Cristina · 10 de agosto de 2013
Formas de Vestir Vestidos Maxi Impresso
Impressões angulares. Comprimento total é como usar um vestido maxi em estampas. As impressões em zigue-zague são reproduzidas com a sua visão, fazendo com que você se concentre na impressão que faz curvas, e nã...
meumoda.com/2018/11/16/como-usar-um-vestido-maxi-em-impre...
IMPRESSÃO DIGITAL
Os meus olhos são uns olhos.
E é com esses olhos uns
que eu vejo no mundo escolhos
onde outros, com outros olhos,
não vêem escolhos nenhuns.
(Antóno Gedeão)
De uma das tantas garagens da Avenida Mauá em um domingo pela manhã; da escadaria da parte residencial do Edifício Santa Cruz, o mais alto da cidade, com 34 pavimentos; do terraço de galeria de relógio; do pontal onde o Arroio Dilúvio desemboca no Guaíba e pescadores tentam a sorte tarrafeando; da prainha na beira do rio que hoje é uma das entradas do canteiro de obras da “revitalização” da orla (em que árvores já foram para o chão, e as esplanadas de cimento começam a surgir); de onde os pés tocam a água e o lixo, onde os carros não chegam, mas também é possível ver o Museu Iberê Camargo; da área de pedrestes da Ponte do Guaíba. A cidade como uma brincadeira ou um jogo. Alguns pequenos deslocamentos (ainda que deslocamentos — ainda — na região central), constroem uma outra Porto Alegre. Quantos sentimentos surgem a partir disso? Quantas cidades escondidas? Quantas Porto Alegres diferentes há? Uma para cada habitante? Por que a minha seria a melhor ou a verdadeira?
Acumuladas no Instagram, sem ordem, no IndexPoa algumas impressões sobre a cidade talvez se organizem. São diversos recortes que trago de Porto Alegre que aos poucos os seleciono por temáticas. A começar, alguns contatos que Porto Alegre proporciona com o Rio Guaíba, registrados de outubro de 2014 até semana passada. Embarquemos nessa?
De uma das tantas garagens da Avenida Mauá em um domingo pela manhã; da escadaria da parte residencial do Edifício Santa Cruz, o mais alto da cidade, com 34 pavimentos; do terraço de galeria de relógio; do pontal onde o Arroio Dilúvio desemboca no Guaíba e pescadores tentam a sorte tarrafeando; da prainha na beira do rio que hoje é uma das entradas do canteiro de obras da “revitalização” da orla (em que árvores já foram para o chão, e as esplanadas de cimento começam a surgir); de onde os pés tocam a água e o lixo, onde os carros não chegam, mas também é possível ver o Museu Iberê Camargo; da área de pedrestes da Ponte do Guaíba. A cidade como uma brincadeira ou um jogo. Alguns pequenos deslocamentos (ainda que deslocamentos — ainda — na região central), constroem uma outra Porto Alegre. Quantos sentimentos surgem a partir disso? Quantas cidades escondidas? Quantas Porto Alegres diferentes há? Uma para cada habitante? Por que a minha seria a melhor ou a verdadeira?
Acumuladas no Instagram, sem ordem, no IndexPoa algumas impressões sobre a cidade talvez se organizem. São diversos recortes que trago de Porto Alegre que aos poucos os seleciono por temáticas. A começar, alguns contatos que Porto Alegre proporciona com o Rio Guaíba, registrados de outubro de 2014 até semana passada. Embarquemos nessa?
Edifício localizado na esquina das ruas Mauá e dos Protestantes, no Bairro da República. São Paulo. SP. Brasil. Foto: Sônia Oddi