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El Museo Provincial del Vino fue promovido en 1999 por la Diputación de Valladolid, con el fin de dar a conocer la riqueza enológica de la provincia que aglutina mayor número de denominaciones de origen de España: actualmente cinco, con la reciente incorporación de la D.O. Tierra de León, que viene a sumarse a Ribera del Duero, Cigales, Toro y Rueda, que es por cierto la Denominación de Origen más antigua de Castilla y León-. A ellas se añade la mención de calidad Vinos de la Tierra de Castilla y León, bajo la cual se elaboran excelentes vinos en nuestra provincia. El singular espacio museístico cumple también el objetivo de promover el conocimiento, a través del mundo del vino, de la provincia de Valladolid en sus aspectos culturales y geográficos, pues el enoturismo tiene la virtud de vertebrar todos los recursos: paisaje y naturaleza, patrimonio artístico, artesanía, ocio y deporte, fiestas y tradiciones, y, por su puesto, gastronomía.

 

La acertada intervención arquitectónica en el castillo para crear las instalaciones del Museo, permite hoy al visitante asomarse a los entresijos de la larga y compleja elaboración del vino. Con un atractivo planteamiento expositivo que capta el interés de legos y doctos, recorre, a lo largo de nueve amenas secciones, la historia, los procedimientos, los tipos de prensas utilizados, las herramientas, los útiles de medida, las botellas, la cata. Cuenta además con otras dependencias que multiplican sus posibilidades, como la sala de catas profesional, la biblioteca, la tienda o el salón de actos.

 

Además, en su afán de convertirse en un "intercambiador" de cultura vitivinícola, despliega una fascinante paleta de actividades que se adaptan también a los diversos intereses del público: desde catas dirigidas todos los fines de semana hasta las catas maridadas con alimentos de Castilla y León impartidas por expertos sumilleres (Vinos.con); además de ofrecer cursos de cata para profesionales o para aquellos que quieran iniciarse durante un fin de semana (Wine Weekend). Incluso se ofertan divertidos talleres para escolares, como " El juego de los sentidos".

 

La filosofía del proyecto, contempla también el diálogo con otras regiones vitivinícolas del mundo: Vinus Mundi es un programa abierto que nos permite asomarnos a ellas a través de exposiciones, catas dirigidas, conciertos, completando una oferta atractiva y dinámica.

  

Texto extraído íntegramente de la siguiente página, donde se puede ampliar esta información: diputaciondevalladolid

     

P.D. Ficha técnica:

 

Proyecto arquitectónico y proyecto museístico: Roberto Valle González. Aparejador: Adolfo García Rojo. Colaboradores: Esther Martínez Gracia. Javier Martínez de Blas, delineantes.

Um dia alguém disse que definir o belo é não o compreender. O belo é a manifestação das leis secretas da natureza, que, se não se revelassem a nós por meio do belo, permaneceriam eternamente ocultas. O conceito de beleza pura bem pode estar associado a esta bela cidade de Florença que tanto nos fascinou, pois todos os monumentos que nela vimos, pareciam ter surgido da alquimia dos números que deram como resultado as proporções perfeitas das suas construções… Embora o estilo e a moda variem amplamente, pesquisas com diferentes culturas encontraram uma variedade de pontos em comum na percepção das pessoas sobre a beleza. Por tudo aquilo que pesquisei e li quase que posso afirmar que a mais antiga teoria ocidental de beleza pode ser encontrada nas obras dos primeiros filósofos gregos a partir do período pré-sócrates, tais como Pitágoras. A escola pitagórica viu uma forte conexão entre matemática e beleza. Em particular, eles observaram que os objectos com medidas de acordo com a proporção áurea pareciam mais atraentes. A arquitectura da Grécia Antiga é baseada nessa visão de simetria e proporção. Platão considerava que a beleza era a ideia (forma) acima de todas as outras ideias. Aristóteles viu uma relação entre o belo e a virtude, argumentando que "A virtude visa à beleza." As esculturas de homens e mulheres produzidos de acordo com os princípios desses filósofos de ideal da beleza humana foram redescobertos no Renascimento europeu, levando a uma readopção do que ficou conhecido como um "ideal clássico". Durante a era gótica, o cânone estético clássico da beleza foi rejeitado, sendo visto como pecaminoso. Mais tarde, a Renascença e o Humanismo rejeitaram essa visão, e consideraram a beleza como um produto da ordem racional e da harmonia das proporções. Artistas e arquitectos da Renascença como Giorgio Vasari criticaram o período gótico por ser irracional e bárbaro. Este ponto de vista sobre a arte gótica durou até o Romantismo, no século XIX

 

Para além da beleza associada a cidade de Florença existe mil e uma razões para esta ser visitada e descoberta por quem, alem da beleza também goste de lhe associar a história. Outro dos motivos que a tornaram célebre, é o facto de ser a cidade natal de Dante, autor da "Divina Comédia", que é um marco da literatura universal e a língua italiana moderna tem várias influências desta obra. Nesse poema ele descreve a cidade de Florença em muitas passagens, assim como alguns dos seus contemporâneos florentinos célebres, que também são personagens da obra. Também é florentino Cimabue, o último grande pintor italiano a seguir a tradição bizantina, e responsável pela "descoberta" de Giotto. A cidade foi governada pela família Médici desde o início do século XV até meados do século XVIII. O primeiro líder da cidade pertencente à família Médici foi Cosme, o Velho, chegou ao poder em 1437 e foi um protector dos judeus na cidade, iniciando uma longa relação da família com a comunidade judaica. Nesta cidade destacam-se as diversas e belíssimas catedrais de épocas e estilos diferentes. A cidade também é cenário de obras de artistas do Renascimento, como Miguel Ângelo, Leonardo da Vinci, Giotto, Botticelli, Rafael Sanzio, Donatello, entre outros. Também aqui nasceram os papas: Leão X, Clemente VII, Clemente VIII, Leão XI, Urbano VIII e Clemente XII.

 

A Catedral de Santa Maria del Fiore, na foto acima, foi construída entre 1296 e 1461, é também conhecida como Duomo. O plano inicial, de raiz gótica, da autoria de Arnolfo de Cambio, incluía já a grande cúpula. Apesar dos poucos vestígios góticos, conserva-se a decoração das paredes com mármores incrustados, as fachadas setentrionais e o campanário. O baptistério, de desenho românico, é um prisma octogonal com cúpula em pirâmide. O seu revestimento, com placas de mármore, revela uma inspiração clássica. O objectivo da sua construção era ultrapassar, em magnificência, o baptistério de Pisa. São vários os artistas de nomeada que participaram nesta grandiosa obra. É o caso de Giotto, nomeado director das obras da catedral em 1334, ou de Ghiberti, que ganhou o concurso para as portas de bronze do baptistério, com um baixo-relevo de inspiração gótica. Também Donatello trabalhou na escultura da catedral, nomeadamente no campanário. Mas o ex-líbris desta obra é a cúpula (1420-1436), da autoria de Brunelleschi, que também riscou a lanterna, só concluída na segunda metade do século XV. A cúpula octogonal foi erguida sobre uma rede de nervuras recortadas em oito círculos concêntricos. Esta técnica foi concebida por Brunelleschi para poder elevar a estrutura sem as tradicionais tábuas de madeira, cuja utilização era aqui impossível dado o diâmetro do tambor. A técnica de construção consistiu na utilização de pedra e tijolo, dispostos em espinha de peixe, convergindo para um centro único, obtendo-se uma curvatura em "quinta parte". Deste modo o autor conciliou a técnica gótica de nervuras e as estruturas da arquitectura romana. Juntamente com a Basílica de S. Lourenço e os palácios Pitti, Médici-Riccardi e Uffizi, faz parte do centro histórico de Florença, local classificado Património Mundial pela UNESCO em 1982. O Duomo de Florença, como o vemos hoje, é o resultado de um trabalho que se estendeu por seis séculos. A sua fachada teve de esperar até o século XIX para ser concluída. Ao longo deste tempo uma série de intervenções estruturais e decorativas no exterior e interior enriqueceriam o monumento, entre as quais a construção de duas sacristias e a execução de esculturas e frescos por Paolo Uccello, Andrea del Castagno, Giorgio Vasari e Federico Zuccari, autor do Juízo Final no interior da cúpula. Foi construída no lugar da antiga catedral dedicada a Santa Reparata, que funcionou durante nove séculos até ser demolida completamente em 1375. Em 1293, durante a República Florentina, o notário Mino de Cantoribus sugeriu a substituição de Santa Reparata por uma catedral ainda maior e mais magnificente, de tal forma que "a indústria e o poder do homem não pudessem inventar ou mesmo tentar nada maior ou mais belo", e estava preparado para financiar a construção. Entretanto, esperava-se que a população contribuísse, e todos os testamentos passaram a incluir uma cláusula de doação para as obras. O projecto foi confiado a Arnolfo em 1294, e foi ele quem cerimoniosamente lançou a pedra fundamental em 8 de Setembro de 1296. O crescimento das cidades permitiu o desenvolvimento de actividades como o comércio, artesanato e a ciência. Invenções como a pólvora, o relógio e o mapa-múndi aproximaram o ser humano das leis da natureza, desvendando-a e criando uma imagem crítica sobre ela. O início do Renascimento mostrou, além de uma crítica ao modo de viver da idade gótica, uma volta à antiguidade romana feita pelos humanistas, baseada no princípio de que o homem deveria ser "a medida de todas as coisas". Esse novo estilo, baseado em pensamentos humanistas, transformou os artistas, antes anónimos e considerados servos, em senhores, conhecedores da arte. Assim, quando em 1436 com o término da construção da cúpula da catedral de Florença, projectada por Fillipo Brunelleschi, o período Gótico dava lugar a um novo período, o Renascimento.

 

O Renascimento cultural manifestou-se primeiro na região italiana da Toscana, tendo como principais centros as cidades de Florença e Siena, de onde se difundiu para o resto da península Itálica e depois para praticamente todos os países da Europa Ocidental, impulsionado pelo desenvolvimento da imprensa por Johannes Gutenberg. A Itália permaneceu sempre como o local onde o movimento apresentou maior expressão, porém manifestações renascentistas de grande importância também ocorreram na Inglaterra, Alemanha, Países Baixos e, menos intensamente, em Portugal e Espanha, e nas suas colónias americanas. Alguns críticos, porém, consideram, por várias razões, que o termo "Renascimento" deve ficar circunscrito à cultura italiana desse período, e que a difusão europeia dos ideais clássicos italianos pertence com mais propriedade à esfera do Maneirismo. Além disso, estudos realizados nas últimas décadas têm revisto uma quantidade de opiniões historicamente consagradas a respeito deste período, considerando-as insubstanciais ou estereotipadas, e vendo o Renascimento como uma fase muito mais complexa, contraditória e imprevisível do que se supôs ao longo de gerações.

 

Concordando ou não com os historiadores, peritos de arquitectura ou arte, a verdade é que a cidade de Florença certamente não passará despercebida a qualquer turista que por ela passe, pois trata-se de facto de uma das mais belas cidades do Mundo, digo isto com a convicção de que como nós, quem quer que por ela passe, não ficará certamente indiferente a tanta beleza…

  

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Situada en la parte más alta de la bella localidad medieval de Montañana nos encontramos este espectacular templo. Cabe destacar la belleza del paisaje que podemos observar desde este punto, tanto natural como la vista de algunas de las torres medievales de la zona así como la bonita e interesante ermita de San Juan Bautista al otro lado del rio.

 

Si Montañana tiene un monumento destacado, ese es la iglesia de Nuestra Señora de Baldós, templo originado en el románico del siglo XII, pero que en su devenir adquirió formas propias de su larga historia. Como las pinturas murales góticas, su campanario del siglo XV o decoraciones barrocas.

 

La visita a la iglesia requiere detenimiento, pero sobre todo merece una pausa atenta los capiteles de su portada, para así poder descubrir lo que nos relatan sus tallas de escenas bíblicas.

 

La iglesia románica de finales del siglo XII y principios del XIII, se levantó sobre los restos de la primitiva iglesia de San Martin.

 

Su planta adopta forma de cruz latina, con una sola nave rematada en un ábside plano. En la nave de crucero se alza la torre del campanario gótica del siglo XV, de planta cuadrada y cuatro cuerpos separados, los tres visibles al exterior por hileras voladizas de sillar adornadas con arcos trilobulados en forma apuntada. El campanario alberga cuatro campanas y en la más grande figura una curiosa inscripción: "María me llamo de buen paresser, buena en anchura mejor tañer que a los nublados hago temer, Francisco del Llano me facit, año 1617"

 

Cuatro vanos, tres de doble derrame y uno con arquivolta sobre la portada, proporcionan iluminación al templo, la puerta se abre bajo un arco abocinado con seis arquivoltas de baquetones de medio punto y trasdós dentado con punta de diamante.

 

Lo más llamativo de esta iglesia es su portada principal, el magnífico tímpano en el que podemos ver representado la figura de Cristo en el círculo de universo sostenido por dos angeles, con la mano derecha bendice y con la izquierda sostiene el libro (LUX MUNDI) "yo soy la luz del mundo". Los capiteles están historiados con escenas de los pecados capitales y sus efectos en los hombres en el grupo de la izquierda, y de escenas de la salvación a través de Cristo resucitado en los de la derecha.

Los miembros del grupo de recreación histórica C.A.M.A.R.A, disponiéndose para la batalla, preparados con sus arcos. Los atuendos que lucen son los propios del siglo XIII.

 

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En una época que no pretende abstraer la imagen o hacer de ella un concepto, sino dar la representación intelectual hecha imagen, nos encontramos con un lenguaje que intenta, dentro de sus complicadas formas, dar expresión a esta idea: el Barroco.

 

"Theatrum mundi": La existencia como obra de arte total. Nadie ha caracterizado con mas acierto el sentimiento vital del barroco que el dramaturgo español Calderón de la Barca, en su obra El gran teatro del mundo. La vida un teatro donde cada uno representa su propio papel.

   

Esta época que se extiende desde finales de siglo XVI hasta muy avanzado el XVIII es una época marcada por fuertes contradicciones, que se manifiestan delante y detrás del telón: ser y parecer, ostentación y ascetismo, poder y debilidad, he aquí las constantes antagonistas del periodo

   

Las artes tanto las plásticas como las representativas, desempeñaban una doble función; servían para impresionar e incluso "ofuscar" a los súbditos y al mismo tiempo para "transmitir" contenidos ideológicos. Frente a la ostentación material desbordante está la seriedad profunda de la fe.

   

El barroco se dirige siempre a los sentidos del espectador. Su teatralidad, su ilusionismo y el dinamismo de sus formas, pretenden impresionar, convencer, provocar un movimiento interior. Así se explica que se perciba como algo exaltado, efectista y hasta ampuloso. Pero dentro de toda esta abigarrada realidad, existe una idea rectora, un orden lógico, que la Basílica de San Juan de Dios, como el mejor exponente del barroco andaluz, nos transmite con toda claridad. El templo tiene una unidad ideada por D. José de Bada y Navajas, que se ve acrecentada por los retablos del también lucentino José Francisco Guerrero, cuya carrera se desarrolló casi por entero en su pueblo natal Lucena (Córdoba).

   

Con el acabado esquema, poco frecuente en Andalucía, de una fachada entre dos torres de un solo cuerpo de campanas, Bada supo crear un frontispicio que se inserta muy bien en el contexto de la calle San Juan de Dios. Con sus ejes de dos pisos de columnas corintias y sus hornacinas para santos, que enlaza con la tradición renacentista.

   

Funcional en su interior en planta de cruz latina expresa la idea teológica del otro lucentino e ideólogo fundamental de la obra: el Rvdmo. P. Alonso de Jesús y Ortega, General perpetuo de la Congregación española de la Orden de San Juan de Dios, durante treinta y tres años consecutivos, con residencia en esta ciudad de Granada en el Hospital de San Juan de Dios, anexo a la Basílica y sin el cual no se puede entender la Iglesia, ya que forma un todo con el.

   

La idea rectora fue la de construir un panteón glorioso que guardara los restos del padre de los pobres y Patriarca de la Caridad San Juan de Dios, hoy compatrón de la Ciudad. En realidad se quiso hacer un monumento a la Caridad, al Amor de Dios y para ello y utilizando el lenguaje barroco, se usaron las palabras del Dogma, la Sagrada Escritura y la Hagiografía cristiana.

     

La Basílica de San Juan de Dios, alcanza el significado de su ejecución en el retablo mayor, que ocupa todo el testero del presbiterio de estilo barroco, que no deja de ser atrevido y de singular inspiración, obra del tallista lucentino José Francisco Guerrero. Realizada en madera dorada, se estructura según una idea central, marcada por las estípites que custodian la arcada del camarín y que dan lugar a la imagen de una vela o cirio ardiendo que servirá de soporte a la idea teológica que prevalece en la Iglesia: El triunfo del Amor o de la Caridad.

   

En la base de la vela, y formando el primer cuerpo de ésta, el Sacramento del amor representado por el magnífico Sagrario de plata, obra del orfebre Granadino. D. Miguel Moreno del año 1947 que sustituyó al anterior de madera, y el manifestador, oculto normalmente por el lienzo de Sarabia que representa el Buen Pastor, y que es el sitio donde se expone la Eucaristía.

   

En el centro de esta simbólica vela, formando el segundo cuerpo, se abren las puertas del camarín, donde esta la urna del que hizo presente el amor entre los hombres: San Juan de Dios.

   

En medio del pavimento de jaspes de Lanjarón, mármol blanco de Macael y negro de Sierra Elvira, se alza el trono que contiene las veneradas reliquias, rematado por la media naranja, que sostiene ocho columnas de dos en dos rematadas por capiteles corintios y que en su día fueron salomónicas y de plata junto con todo el templete.

    

Cada una de ellas recibe, en su correspondiente pedestal, una estatua de plata repujada que con otras cuatro que se asientan en otras tantas repisas salientes en la parte de donde arrancan las ocho columnas, representan a los doce apóstoles, presididos por la imagen del maestro que, de pie y enarbolando la cruz, descansa sobre la cupulilla de este trono. Y que fueron realizadas por el italiano Bartolomé Boroni. En el espacio formado por las ocho columnas con los doce Apóstoles y el Salvador, que están como custodiando y dando fe de ese lugar sagrado se encuentra la urna de San Juan de Dios.

   

El nacimiento y la muerte, los dos paréntesis que encierran su vida, están representados en la soberbia Urna que custodia sus restos. En los cuatro frentes principales de dicha Urna, resaltan cuatro medallones de alto relieve en los que se representan: en el primero, el nacimiento de nuestro Santo Padre; en el segundo, la forma de hábito que le dio el Obispo de Tuy; en el tercero, cuando lavó los pies a Cristo pobre; y en el cuarto, la caída que dio de la yegua y el consuelo que recibió de la Virgen María.

   

En el cierre coronado por la imagen de San Rafael, hermano mayor de la Orden, otros cuatro sucesos de la vida del Santo: el primero, el tránsito de nuestro Santo Padre, el segundo cuando en Guadalupe le dio María santísima al Niño para que lo vistiera; el tercero el momento en el que lo visitó nuestra Señora y le limpió el sudor de la muerte, acompañada de San Juan evangelista y San Rafael y en el cuarto cuando antes de morir, le visitó el Arzobispo de Granada D. Pedro Guerrero, y se hizo cargo de pagar sus deudas.

   

En los cuatro ángulos, como representantes de ortodoxia y tradición, cuatro Santos Obispos, vestidos de Pontifical: S. Agustín. S. Cecilio, patrón de Granada; S.Torcuato y S. Hiscio sus compañeros. Toda esta historiada obra de arte, la ideó y realizó D. Miguel de Guzmán, natural de Jaén, a quien se le deben así mismo, los cuatro relicarios que hay en cada uno de los huecos del templete.

   

Las reliquias de nuestro Santo fundador, se hallan acompañadas de un deslumbrante conjunto, en el que armónicamente se conjugan los tallados, con multitud de espejos y artísticas miniaturas y relicarios con sus reliquias, que suman un total de ciento noventa, todas ellas con sus auténticas.

   

Y en la llama de la vela, formando el tercer cuerpo, quien dió a luz al Amor, la Inmaculada Concepción, también de Sarabia, sobre peana de nubes y ángeles, como iluminando toda la Iglesia con la obra de sus entrañas, la Palabra encarnada, El Amor de Dios. Y sobre ella el Espíritu Santo fecundándola.

   

El título con el que fue dedicada en 1756; Fray Alonso Parra y Cote, cronista oficial de la Orden, en el libro que publicó con motivo de estas fiestas lo llama: "TEMPLO DE LA PURÍSIMA CONCEPCIÓN DE NUESTRA SEÑORA DEL SAGRADO ORDEN DE LA HOSPITALIDAD DE NUSTRO PADRE SAN JUAN DE DIOS".

   

Y aquí tenemos ya la idea completa; puesto que el templo estaba bajo la advocación de la Inmaculada Concepción, su intención no era otra que la de cobijar las sagradas reliquias del santo fundador de la caridad, bajo la protección de la que iba a ser la Madre del Amor, exaltando su pureza virginal. O sea la práctica de la caridad a través de una vida pura y sin mancilla, a imitación de la Madre de Dios.

   

Una idea clara dentro de una confusa maraña. Esto es el Barroco. La práctica de la Caridad ideal de siempre en la vida cristiana representada de manera apabulladora, para impresionar, ofuscar, pero sobre todo, para convencer y provocar su ejercicio. Esta es la bella contradicción del barroco, representada en la Basílica de San Juan de Dios, de manera armónica pero teatral, clara pero efectista, llena de sublime ostentación y a un tiempo desbordante de humilde fe.

   

Comenzaron la obra del Templo, en el año 1734, para terminar sin interrupción en el 1757, construida de nueva planta, y decorada completamente sin añadidos posteriores, lo que la convierten en un conjunto único. Durante su corta historia, sufrió importantes expolios: la invasión francesa, la Desamortización de Mendizabal, la ausencia de la Orden desde 1835 a 1876 y las dos repúblicas españolas.

The main attraction of Loreto is, however, the Holy House itself (in Italian, the Santa Casa di Loreto), a Catholic place of pilgrimage since at least the 14th century and a popular tourist destination for non-Catholics as well.

 

It is a plain stone building, 8.5 m by 3.8 m and 4.1 m high; it has a door on the north side and a window on the west; and a niche contains a small black image of the Virgin and Child, in Lebanon cedar, and richly adorned with jewels. In 1920 the Madonna of Loreto was declared to be the patron saint of air travellers and pilots by Pope Benedict XV.[1] The statue was commissioned after a fire in the Casa Santa in 1921 destroyed the original madonna, and it was crowned in the Vatican in 1922 by Pope Pius XI. Around the house is a tall marble screen designed by Bramante and executed under Popes Leo X, Clement VII and Paul III, by Andrea Sansovino, Girolamo Lombardo, Bandinelli, Guglielmo della Porta and others. The four sides represent the Annunciation, the Nativity, the Arrival of the Santa Casa at Loreto and the Nativity of the Virgin, respectively. The treasury contains a large variety of rich and curious votive offerings. The architectural design is finer than the details of the sculpture. The apse is decorated with 19th century German frescoes.

 

The history of the house dates from at least the close of the crusading period. It is briefly referred to in the Italia Illustrata of Flavius Blondus, secretary to Popes Eugene IV, Nicholas V, Calixtus III and Pius II; it is to be read in all its fullness in the Redemptoris mundi Matris Ecclesiae Lauretana historia, by a certain Teremannus, contained in the Opera Omnia (1576) of Baptista Mantuanus.

  

The main attraction of Loreto is, however, the Holy House itself (in Italian, the Santa Casa di Loreto), a Catholic place of pilgrimage since at least the 14th century and a popular tourist destination for non-Catholics as well.

 

It is a plain stone building, 8.5 m by 3.8 m and 4.1 m high; it has a door on the north side and a window on the west; and a niche contains a small black image of the Virgin and Child, in Lebanon cedar, and richly adorned with jewels. In 1920 the Madonna of Loreto was declared to be the patron saint of air travellers and pilots by Pope Benedict XV.[1] The statue was commissioned after a fire in the Casa Santa in 1921 destroyed the original madonna, and it was crowned in the Vatican in 1922 by Pope Pius XI. Around the house is a tall marble screen designed by Bramante and executed under Popes Leo X, Clement VII and Paul III, by Andrea Sansovino, Girolamo Lombardo, Bandinelli, Guglielmo della Porta and others. The four sides represent the Annunciation, the Nativity, the Arrival of the Santa Casa at Loreto and the Nativity of the Virgin, respectively. The treasury contains a large variety of rich and curious votive offerings. The architectural design is finer than the details of the sculpture. The apse is decorated with 19th century German frescoes.

 

The history of the house dates from at least the close of the crusading period. It is briefly referred to in the Italia Illustrata of Flavius Blondus, secretary to Popes Eugene IV, Nicholas V, Calixtus III and Pius II; it is to be read in all its fullness in the Redemptoris mundi Matris Ecclesiae Lauretana historia, by a certain Teremannus, contained in the Opera Omnia (1576) of Baptista Mantuanus.

  

CHILE ESPETACULAR! - SPECTACULAR CHILE!

 

NO PRÉDIO DO COMANDO DAS OPERAÇÕES NAVAIS,EM VALPARAISO, FOI INSTALADO UM ESPETACULAR MUSEU COM DOCUMENTOS,OBJETOS, QUADROS,ESTÁTUAS DA HISTÓRIA DA MARINHA DO CHILE.

UM VITRAL,QUE REPRODUZ UM MAPA MUNDI, DATADO DE 1746,ELABORADO NA ALEMANHA,TEM O SEGUINTE TEXTO:Mapamundi en dos hemisférios según cartas generales del Professor.Hasius,disenãdas por G.M. Lowitz y publicados por Los herederos de Homann. Nuremberg ano 1746

AMPLIE A FOTO NO TAMANHO GRANDE (1600) PARA OBSERVAR DETALHES IMPORTANTES E CURIOSOS, DA ÉPOCA DE SUA ELABORAÇÃO!.

ARTUR VITOR IANNINI

- Email: arturiannini@yahoo.com.br

  

CHILE ESPETACULAR! - SPECTACULAR CHILE!

 

BUILDING IN COMMAND OF NAVAL OPERATIONS IN VALPARAISO, WAS INSTALLED WITH A SPECTACULAR MUSEUM DOCUMENTS, OBJECTS, PICTURES, STATUES OF HISTORY NAVY OF CHILE.

A STAINED GLASS THAT PLAY A MAP MUNDI, DATED 1746, PREPARED IN GERMANY HAS THE FOLLOWING TEXT: Mapamundi en Hemispheres según general letters del Professor.Hasius, disenãdas by GM Lowitz y Los Herederos published by Homann. Nuremberg year 1746

ENLARGE PHOTO AT LARGE (1600) LOOK FOR IMPORTANT DETAILS AND CURIOUS, THE TIME OF YOUR ESTABLISHMENT!.

- ARTUR VITOR IANNINI

- Email: arturiannini@yahoo.com.br

  

Picture taken at "Historia Mundi"

Picture was taken on Historia Mundi. This is the second up-load of this photo. I ruined the first one here on Flickr because I tried to make some changes.

La visita guiada ens descobrirà els racons més emblemàtics de Camprodon. Coneixerem els seus orígens, el seu patrimoni, les seves llegendes i els personatges que van deixar la seva empremta a la vila.

El poble de Camprodon nasqué sota la influència del monestir benedictí de Sant Pere en un indret anomenat campus rotundus. Aquest enclavament va jugar un paper molt important durant les gestes de reorganització territorial de Guifre el Pilós. Les restes medievals i modernistes de la població són un record de la seva història.

Aquest edifici de principis del s. XX, al barri del Terreno, era una vivenda familiar quan la va dibuixar als anys 30 el pintor americà William E. Cook. I era la Pensión La Torre quan la va dibuixar Paul Hogarth per un llibre de Robert Graves (Majorca Observed) dels anys 50. Després va ser el restaurant Hamlet i el Pedro's, després un burdell de luxe. El 2010 la vaig dibuixar jo quan era una ruïna i centre de distribució d'estupefaens i conservaba les palmeres exterminades per la plaga del morrut vermell. Actualment la Mother and Child Foundation l'està restaurant pels seus fins. "Sic transit gloria mundi".

 

This building of the beginning of 20th century, in the district of El Terreno, was a family house when the american painter William E. Cook drew it in the 30s. And was the Hostal La Torre when Paul Hogarth drew it for a book (Majorca Observed) by Robert Graves in the 50s. Then was the restaurants Hamlet and Pedro's. And after a luxurious brothel. In 2010 I drew it when it was a ruin and a distribution center of drugs, and retained the palms exterminated by the red palm weevil plague. Currently, the Mother and Child Foundation is restoring it for their purposes. "Sic transit gloria mundi".

En el centro de la vieja ciudad de Pau, en Béarn (Francia), se levanta el castillo de Pau, célebre por haber visto el nacimiento del Rey de Francia y de Navarra Enrique IV. Este castillo lleva hoy las marcas de esta presencia imponente: las representaciones diversas del " Buen Rey " Enrique adornan las paredes de todas partes. Pero el castillo, es mucho más antiguo de hecho, que la asociación de los reinos navarros y franceses, lleva en él las marcas atormentadas de la historia moderna, bajo la figura condescendiente del "Mujeriego".

El castillo de Pau fue fundado en la Edad Media. Obra ante todo militar, es un castillo muy típico, construido en lo alto de la pequeña colina que domina el Torrente pirenaico. Desde su construcción, el castillo cobra una importancia simbólica. Proveído de una empalizada de estacas (pau, en bearnés) designa, por metonimia, la misma ciudad. Estas estacas, simbolizando la fidelidad y la rectitud, se presentan cada uno como el axis mundi, en una versión bearnesa. En el siglo XII Gastón IV de Béarn construye tres torres a esta fortaleza. Son nombradas Mazères, Billère y Montauser, por referencia a los pueblos hacia los cuales son respectivamente orientadas.

es.wikipedia.org/wiki/Castillo_de_Pau

 

"No hay nada tan inseguro como la grandeza de los reyes."

Quilón de Esparta (siglo VI adC)

Estadista espartano que vivió a principios del siglo VI adC y fue uno de los Siete Sabios de Grecia.

Weitere Namen des Herrenpilzes aus der Klasse der Ständerpilze : ( BOLETUS EDULIS) , Steini, Beisserl, Dobberniggl, Dobernikel, Worzel, Weizerl, Dobanickl, Fichten-Steinpilz

 

"Wortherkunft Steinpilz/Herrenpilz:

Schon Plinius hob in seinem Werk „Historia mundi naturalis“ den Steinpilz als besonderen

Speisepilz hervor.

Der lateinische Ausdruck boletus geht auf das griechische Wort „bolos“, was so viel wie

„Knolle“ bedeutet, zurück. Denn bei den Römern wurde der Steinpilz zum Kaiserling, ein

wohlschmeckender Verwandter des Knollenblätterpilzes, gezählt und galt als der beste

Speisepilz. Edulis bedeutet „essbar“.

Aus dem lateinischen „Boletus“ wurde das althochdeutsche „Buliz“, das mittelhochdeutsche

„Bulz“ und „Bulez“, was im Oberpfälzischen zu „Pülzel“ oder „Pülzling“ wurde. Im

Böhmischen heißt der Steinpilz „Dobernigl“ (= der gute Pilz), abgeleitet vom tschechischen

„Dobry“ (= gut).

Im Italienischen wird der Steinpilz porcino (= Schweinchen) genannt. Bereits die Römer

nannten ihn suillus (= Schwein). Es wird daher vermutet, dass der deutsche Name Steinpilz

das Ergebnis einer Lautveränderung ist und eigentlich „Schweinpilz“ heißen würde.

Andererseits entstand jedoch die Bezeichnung Steinpilz aufgrund des festen Fleisches, das

als eines der härtesten unter den Pilzen gilt.

Der Name Herrenpilz rührt vermutlich daher, dass im Mittelalter alle Steinpilze den

Grundherren abgeliefert werden mussten.

Synonyme des Steinpilzes bzw. Herrenpilzes sind Dobernigel, Braunkopp, Doberling,

Steinkopf, Pülstling etc."

(www.bmlfuw.gv.at)

 

La Iglesia de San Clemente de Tahull

 

Es una iglesia románica de planta basilical perfecta que se encuentra en Tahull, municipio del valle de Bohí, provincia de Lérida, España.

 

Historia

La iglesia fue consagrada el 10 de diciembre, de 1123. Su planta de basílica perfecta con tres naves contrasta bastante con la techumbre de madera, sustituida en la época por la bóveda de piedra y ladrillo. Esto podría considerarse como un hecho anacrónico.1 Por otro lado, la decoración lombarda del exterior sitúa a la iglesia en una modernidad que se había extendido ya por las regiones italianas de Mantua y Verona.2

El 30 de noviembre de 2000 la Unesco declaró al conjunto románico de la Vall de Boí Patrimonio de la Humanidad, si bien desde la organización se manifestó el deseo de que en el futuro las pinturas y mobiliario originales de las diversas iglesias fueran devueltas por el MNAC (Museo de Arte de Cataluña).

 

Descripción del edificio

Es de planta basilical con tres naves, triple ábside, el que corresponde a la nave central más grande que los otros dos, más una torre exenta situada en la fachada meridional hacia oriente, muy cerca de los ábsides. Las naves convergen ligeramente hacia la cabecera. La estructura del edificio es rústica, con la piedra de los muros sin tallar.

 

Éstos no tienen ventanas, siendo sus únicos vanos las dos puertas, la meridional y la occidental (más la que da acceso a la torre). Sólo se abren huecos en la cabecera. La construcción de la cubierta es muy primitiva y rústica. Las vigas están superpuestas y tendidas de muro a muro sin atirantar, formando así una armadura central donde se distribuyen las otras vigas que sostienen el techo.

 

Interior

Las naves están divididas por tres columnas cada una. Carecen de ventanas al exterior. Las columnas son cilíndricas, hechas de piedras amalgamadas. Algunas salen directamente desde el suelo mientras que otras se asientan sobre una basa muy simple. En la parte superior están adornadas con un collarín de esquinillas, típica decoración lombarda, sobre todo de exteriores. Estas columnas carecen de capiteles y en su lugar están rematadas con ábacos muy sencillos sobre los que se asientan los arcos. Sobre los arcos se eleva el muro que tiene la suficiente altura para dar lugar a las dos vertientes del tejado.

La cabecera está compuesta por un ábside central y dos laterales más pequeños. En este caso se ha empleado la bóveda. En las arquerías y ventanas se observa una mejor y más cuidada labor de piedra tallada.

 

Exterior

Los muros no tienen ornamentación alguna y solo se ven interrumpidos por los vanos de las puertas. En los ábsides se aplica una decoración lombarda muy simple y armoniosa. El ábside central está decorado por grupos de cuatro arquillos ciegos, dobles, separados por medias columnas. Sobre ellos corre un friso de esquinillas como el que se ha visto en algunas de las columnas del interior. El tramo central tiene una ventana y sobre los laterales hay sendos vanos en forma de ojo de buey. Los absidiolos también llevan la misma decoración lombarda, pero con grupos de tres arcos ciegos en lugar de cuatro. Tienen una ventana cada uno.

 

La torre

La torre campanario es cuadrada y está exenta, aunque edificada muy cerca del grueso del edificio, en el ángulo del muro sur junto a la cabecera. Es alta y esbelta como todas las torres lombardas levantadas en el valle de Boí. Corresponde al grupo de torres contemporáneas de las italianas edificadas en el siglo XII, que se construyeron mucho más elegantes que las de la etapa anterior.

Consta de cinco pisos asentados sobre un zócalo macizo bastante alto. En las cuatro caras de cada piso se repite la misma decoración y distinto número de ventanas. En el zócalo hay una sola ventana más los cinco arquillos ciegos. En los restantes pisos varía el número de ventanas, separadas por columnillas cuyos capiteles en forma de zapata están dispuestos perpendicularmente al muro de la torre. Los tres últimos pisos llevan a manera de imposta una decoración de esquinillas como la de los ábsides. En el friso superior hay incrustaciones de cerámica y colorido distinto de la piedra. Todas las torres del valle de Boí siguen el canon (o proporción de medidas) de los minaretes, que consiste en que la altura es igual al perímetro. En el cuarto piso de la torre hay una pequeña campana apreciable en la siguiente imagen: www.artehistoria.jcyl.es/tesoros/jpg/HII18332.jpg dima. shal.

 

Pinturas murales románicas

En su origen toda la iglesia estuvo revestida con decoración polícroma, las paredes de las naves, los ábsides, y las columnas. Se han conservado a través de los siglos las pinturas del ábside central, de uno de los absidiolos y de las claves de los otros arcos. Estas pinturas fueron trasladadas al Museo Nacional de Arte de Cataluña (MNAC) para protegerlas y conservarlas adecuadamente. Las del ábside central fueron reproducidas in situ con copia exacta. Los artistas son anónimos pero el maestro que pintó el ábside central es reconocido en el mundo artístico como maestro de Taüll. Se distingue como un pintor muy bien formado que domina las técnicas y que conoce la iconografía que estaba al uso en la época. El otro pintor continuador de la obra en los absidiolos es de menor categoría.3

 

Pinturas del ábside central

Todo el cascarón del ábside central (de 4 m de diámetro) estaba recubierto de pinturas murales que se conservan en el Museo de Arte de Cataluña. Representan el Pantocrátor metido en una mandorla perlada, sentado en una franja transversal que está decorada con dibujos vegetales. A la altura de sus hombros están dibujadas las letras griegas Α y Ω, simbolizando a Cristo como principio y fin de todas las cosas. El Pantocrátor está en actitud de juzgar con su mano derecha mientras que en la izquierda sostiene un libro abierto en que puede leerse:

«Ego sum lux mundi»

El significado de esta frase es "Yo soy la luz del mundo".

Está vestido con una túnica grisácea y envuelto en un manto azulado. Sus pies desnudos descansan sobre una semiesfera, saliéndose de la mandorla. A su alrededor se ven cuatro ángeles que llevan los atributos de los cuatro evangelistas los Tetramorfos y dos serafines de seis alas en las que se han dibujado seis ojos.4 La zona inferior muestra un fondo de tono azulado sobre el que están dibujadas las figuras de la Virgen y cinco apóstoles, bajo arcos rebajados que se apoyan sobre capiteles foliados. Se reconoce a San Juan Evangelista por ser el único imberbe.La Virgen está vestida con una toca blanca y un manto azul;y porta en su mano izquierda el Santo Grial.

 

Pinturas en las claves de los arcos

En el arco triunfal está representado el Cordero nimbado y con el dibujo de la cruz, en cuya cara vuelve a repetirse el símbolo de los ojos (como visión apocalíptica).5 En la clave del otro arco se ve representada la mano divina que bendice saliendo de un círculo. En otra clave se conserva la figura del patriarca Jacob y la de Lázaro con su perro, a la puerta del rico avariento Epulón.

 

Fecha de fundación en una columna

Se conserva también un fragmento escrito en una de las columnas, donde aparece la fecha de consagración de la iglesia:

«Anno ábside incarnacione

Domini MCXXIII IIII idus decembris

Venit Raimundus episcopus Barbastre

Nsis et consacravit hanc ecclesiam in honore

Sancti Clementis Martiris et ponens reliquias

In altare sancti Cornelii Episcopi et Martiris»

 

Frontal de altar

En el Museo de Arte de Barcelona se conserva también el frontal de un altar procedente de San Clemente de Taüll, obra del siglo XIII. Sus escenas están dedicadas a la vida de este santo; la narración se divide en dos zonas, superior e inferior. En la zona superior se puede ver al santo convirtiendo a Teodora (en contra de la voluntad de su marido Sisinio, cortesano de Nerva) y la escena de la inventio de la fuente de la vida señalada por el Cordero. En la zona inferior están las escenas del juicio de Clemente ante el emperador Trajano y el martirio6 así como el milagro del arca marmórea que emerge con el niño vivo después haber estado bastante tiempo encerrado. El marco y el fondo de la decoración son en relieve, en estuco.

A Lenda das Icamiabas - Lenda tradicional da Amazônia, recontada por Esperança Alves*.

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"Conta a lenda que, há muito tempo , na Floresta Amazônica, existiu uma tribo indígena da grande nação “Tupi”, constituída unicamente de belas mulheres, livres e independentes, sem maridos, excelentes arqueiras e bravas guerreiras na defesa de sua gente, da floresta e de suas riquezas: as “Icamiabas “ .

 

Em noites de lua cheia, as “ Icamiabas” faziam uma cerimônia sagrada para a Deusa “ Iacy” , a mãe-lua, no lago “ Iacy-uaruá” , que quer dizer "Espelho da Lua". Para esse ritual sagrado eram convidados os indígenas “Guacaris”, vizinhos e amantes das belas guerreiras. Próximo à meia-noite, caminhavam, em procissão, pelas matas amazônicas, trazendo aos ombros potes cheios de perfumes - ervas e raízes cheirosas - que eram, então, despejados no lago, purificando-o e tornando-o sagrado para a cerimônia em honra de ” Iacy.”

 

Após o ritual amoroso com os “guacaris”, sob as bençãos da deusa-lua, as amantes guerreiras mergulhavam nas águas purificadas do lago e buscavam no fundo um barro, com o qual moldavam um amuleto, " o muiraquitã ", em diversas formas: rãs, tartarugas, peixes entre outros. A mais famosa era em forma de rã, de cor verde, que era presenteada por cada amante ao seu amado, como amuleto de sorte, fertilidade e proteção da divindade lunar.

 

Diz a lenda que o fruto desse encontro amoroso, quando menino ficava sob proteção do pai; se menina fosse, seria educada pela mãe segundo as tradições ancestrais das “ Icamiabas”.

 

Saiba...

 

As Icamiabas foram chamadas de “Amazonas” , primeiramente pelo Frei Gaspar de Carvajal - cronista da épica viagem do espanhol Francisco de Orellana, que entraria para história como o primeiro contato da “civilização” com a Amazônia. O relato minucioso de Carvajal, do famoso encontro com as “Amazonas” – em 24/06/1542, suscitou o fascínio e o mistério junto aos viajantes e aventureiros europeus. As Icamiabas foram chamadas de “Amazonas” por analogia ao mito grego – Ásia Menor, de mesmo nome, muito conhecido na Europa, mas também com registros nas culturas pré-helênicas que viviam às margens do Mar Negro (Cítia) e ao norte da África.

 

O mito das Amazonas, segundo tese de Johann Jakob Bachofen, intitulada “O Matricarcado”, faz referência a uma das fases do poder político-sócio-religioso da mulher na história primitiva; as Amazonas, cujo nome deriva do grego “ amadzón” - “a” (não) e “madzós” (seio) – sacrificariam sua feminilidade mutilando um dos seios, não apenas para combater como um homem, em sua luta com o masculino pela independência, mas também para fortalecer a Grande Deusa grega da matrilinhagem, da abundância, da caça e dos animais: “Ártemis” , também conhecida como “Diana de Éfeso”, que em uma de suas muitas representações, foi esculpida com um manto cheio de seios, símbolos dos seios a ela sacrificados pelas Amazonas.

 

A fama das “Amazonas” da América do Sul, as Icamiabas, se espalhou pela Europa, para o que muito contribuiu a descoberta dos muiraquitãs em jadeíta, nas proximidades dos rios Nhamundá, Trombetas e Tapajós – afluentes do Baixo Amazonas, no início da colonização Amazônica, pelos portugueses.

 

A lenda deu origem ao nome da grande bacia da região, ao seu principal Rio, bem como a um dos Estados do Brasil - a região constou na cartografia européia dos séc. XVII e XVIII, com o nome de “País das Amazonas” ou “País das Pedras Verdes”, separadamente do “Brasil”, como é o caso do mapa de “Pieter van der AA/Século XVIII – Pays des Amazones”, publicado no livro Espelho Índio: A Formação da Alma Brasileira/ Roberto Gambini. – São Paulo: Axis Mundi/Terceiro Nome, 2000).

 

O “Muiraquitã” possui formas e cores variadas – peixes, sapos e tartarugas; em cores de azeitona, leitosa ou escura - sendo o mais famoso em forma de sapo/rã e de cor verde (jade). Atualmente, poucos são os exemplares existentes na região; Estão expostos nos grandes museus do mundo e fazem parte de coleções particulares. Os(as) amazônidas fazem uso do amuleto em forma de réplicas fabricadas pelos artesãos locais, em cerâmica e outros materiais.

 

Saiba mais....

 

• Lendas e Mitos da Amazônia: concurso de monografias "José Coutinho de Oliveira". - Rio de Janeiro: s.n., 1985. Lançado pela Delegacia do MEC no Pará.

 

1º lugar: Ararê Marrocos Bezerra, com "Lendas e Contos de Irituia".

 

2 º lugar: Ana Maria T. de Paula, com "Lendas e Mitos da Amazônia".

 

• A Senhora das Águas na Amazônia / Lucy Penna. – Revista Junguiana, nr. 18: 2000, pág. 18 - 29. Publicação da Sociedade Brasileira de Psicologia Analítica.

 

• Icamiabas, As Amazonas de Orellana / Apolonildo Brito. – Revista Amazon View, nr. 38: sd. Manauas-AM.

 

• Muiraquitã, o talismã das Amazonas / Apolonildo Brito. – Revista Amazon View, nr. 29: sd. Manaus-AM.

 

* Esperança Alves – Educadora, Focalizadora de Danças Sagradas; Pesquisa as Danças, História, Mitologia e Espiritualidade dos Povos; Tem Iniciação em Psicologia, Formação Transdisciplinar-Holística e Curso Básico de Educação em Valores Humanos. Belém /PA.

 

Contato: esperanzza@manamani.org.br

FONTE: MANA-MANÍ

www.manamani.org.br/principios_lendas_asicamiabas.html

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* Melquisedeque (em hebraico מַלְכִּי־צֶדֶק / מַלְכִּי־צָדֶק Meu rei é justiça) é um personagem bíblico do livro de Gênesis que interagiu com Abraão quando este retornou vitorioso da batalha de Sidim. É descrito como o rei de Salém e que não deixou descendência.

 

Este rei de Salém poderia ser o mesmo, conhecido na história suméria (onde viveu) como o Oannes (nome muito semelhante ao de Yohanes, um Rei Etíope). Diz-se que não teve ascendência nem descendência a quem a mitologia atribui-lhe características sobre humanas, quase como um semi-deus da altura. Alguém de enorme valor que instruiu os povos e lhes deu a civilização.

 

Bíblia

Apesar das raras referências a ele na Bíblia, o Livro Sagrado refere-se a Melquisedeque como um sábio rei de uma terra chamada Salém e “sacerdote do Deus Altíssimo.” (Gênesis 14:18). No Novo Testamento, ele é comparado a Jesus, de que é dito ser "da ordem de Melquisedeque" (Epístola aos Hebreus).

 

Segundo o texto do Pentateuco, Melquisedeque foi o rei da cidade de Salém (que significa "paz"), a qual se acredita ter sido a cidade posteriormente conhecida por Jerusalém.

 

Melquisedeque teria tido importância no direcionamento de Abrãao - o primeiro registro bíblico da doação de dízimos decorre desta ocasião. Abrãao e Melquisedeque seriam, portanto, contemporâneos, de acordo com as narrações bíblicas.

 

Destaca-se na sua história a ausência de menções (comuns nos registros bíblicos) a seus antepassados. Como se pode interpretar de alguns versos (Hebreus 7:3), Melquisedeque fora um homem sem genealogia, sem filhos ou parentes conhecidos. O lugar onde seu corpo jaz também é ignorado, o que aumenta a crença de que sua real existência seja improcedente, ou de que se tratava de um homem de prestígio perante à divindade e que, por esta razão, seu corpo não tenha sido destruído, como se terá passado a Enoque ou a Moisés, talvez.

 

Ao nome Melquisedeque pode ainda ser atribuído o significado "Rei de Justiça" em função de ser uma possível junção de mais de uma palavra do idioma hebraico.

 

Seu nome já foi usado nas denominadas "Índias", que se referiam à atual Etiópia, Índia e Himalaia.Nessas 3 culturas haviam referências a um "Rei da Terra", que seria o próprio Melquisedeque.

 

Desde o alvorecer dos tempos, existe a tradição de uma Terra Sagrada ou Paraíso Terrestre, onde os mais elevados ideais da humanidade são realidades. Povos de todo o mundo antigo conheciam pelos nomes de Monte Olimpo, Ratnasanu, Hermadri, Monte Meru, cidade celestial(que ficava na terra de Asar, dos povos da Mesopotâmia), Terra de Amenti (Livro Sagrado dos Mortos, dos antigos egípcios), cidade das Sete Pétalas de Vishnu( ou Cidade dos Sete Reis de Edom, ou Éden da tradição judaica), Na Ásia Menor no passado e hoje acreditam em uma cidade que é conhecida como Shamballah( é o templo dos Deuses. O Erdami dos tibetanos e mongóis), Para os persas era Alberdi ou Aryana terra de seus ancestrais, Os hebreus a chamam de Canaã, Os conquistadores espanhóis a chamavam El Dorado, os celtas chamavam de Terra dos Mistérios, Na Idade Média era a Ilha de Avalon. O Reino de Agartha, formado por 7 cidades sagradas e uma 8ª cidade, denominada Shamballah. Segundo a tradição é governada pelo monarca chamado Melki-Tsedeq (conhecido como o Rei do Mundo). Melki-Tsedeq também é conhecido como Melquisedeque (citado na Bíblia (Gênesis 14.18-20 e Hebreus 6.17-20;7.1-3).

 

Cristofania

Alguns teólogos cristãos acreditam que Melquisedeque teria sido uma aparição do Messias antes de seu nascimento.

 

No Antigo Testamento há várias menções ao Anjo do SENHOR que muitos acreditam terem sido aparições de Cristo antes de encarnar. No entanto, Melquisedeque poderia ter sido o aspecto terreno da pré-encarnação de Cristo em uma forma corpórea temporária.

 

Outros teólogos, no entanto, acreditam que Melquisedeque teria sido apenas uma tipologia de Cristo, tratando-se, pois, de um acontecimento ou de um ensinamento que se relaciona com as realizações de Jesus.

 

Na epístola aos Hebreus, o autor leciona que Melquisedeque não teve nem pai e nem mãe, nem ascendência e nem descendência:

 

Porque este Melquisedeque, que era rei de Salém e sacerdote do Deus Altíssimo, e que saiu ao encontro de Abraão quando ele regressava da matança dos reis, e o abençoou; a quem Abraão deu o dízimo de tudo, e primeiramente é, por interpretação, rei de justiça e depois também é rei de Salém, que é rei de paz; sem pai, sem mãe, sem genealogia, não tendo princípio de dias nem fim de vida, mas, sendo semelhante ao filho de Deus, permanece sacerdote para sempre. (Hebreus 7:1-3)

 

Segundo os cristãos é certo que Melquisedeque é "tipo" de Jesus.

 

Na Biblia,Melquisedeque é referido como sacerdote do Deus Altissimo em Genesis 14:18.19 quando traz pão e vinho e recebe de Abrão o dizimo do conquistado,e abençoando-o disse:"Bendito sejas Abrão, do Deus Altissimo,o Possuidor dos céus e da terra e bendito seja o Deus Altissimo que entregou teus inimigos em tuas mãos" .Referenciado também em Salmos 110.4:"Jurou o Senhor e não se arrependerá:Tu és um Sacerdote Eterno segundo a Ordem de Melquisedeque." Em Hebreus,além do já citado temos 7:4 :Considerai,pois,quão grande era este a quem até o patriarca Abrão deu os dizimos dos despojos" havendo outras citações e explicações ,havendo no 5:11 "Do qual muito temos que dizer,de dificil interpretação,porquanto vos fizestes negligentes para ouvir." o que abre um leque de possibilidades que em principio ,considerando-se a afirmação de Paulo,não devem ser consideradas cristofanias.

 

A hipótese de Sem ter sido apresentado com o nome de Melquisedeque

Falando das gerações de Noé, a Bíblia relata em Gênesis 6:9-10 que o patriarca gerou três filhos varões chamados: Sem, Cam e Jafé. Se esta ordem respeitar a cronologia dos nascimentos, teremos que Sem foi o filho mais velho.

 

Sabe-se ao menos que Sem era mais velho que Jafé como está descrito em Gen10:21, sendo que, nos países orientais, principalmente nos tempos antigos, a primogenitura era uma posição altamente valorizada e, portanto, Sem já era de facto aquele que receberia a bênção de seu pai.(Gen. 9:26-27)

 

Como se não bastasse, Sem foi contado por merecedor desta bênção também por sua atitude bem aprovada por seu pai, quando seu respeito foi mostrado na ocasião em que Noé havia se embreagado com vinho e tinha ficado nu em sua tenda.

 

Tem-se que Sem foi quem deu continuidade à liderança de Noé, na Terra. Todo o povo conhecido seria então liderado por Sem, segundo a Bíblia relata:

 

Alargue Deus a Jafé, e habite nas tendas de Sem; e seja-lhe Canaã por servo.(Gen. 9:27)

 

Sem foi quem mais teria vivido dentre seus irmãos. Diz a Bíblia em Gen. 11:10-11 que Sem era da idade de cem anos quando gerou Arpachade e depois viveu ainda outros quinhentos anos que totalizam uns impressionantes seiscentos anos. Isto significaria tempo de vida suficiente para ver os filhos de seus filhos até a 12ª geração, de modo que Sem pôde ter visto Jacó, filho de Isaque e neto de Abraão, que segundo sua própria antecedência, seriam filhos de Sem. Assim, no mundo da época de Abraão, ainda restaria um homem que teria vivido no Mundo Antigo, antes do Dilúvio, e este homem e Abraão teriam vivido simultaneamente durante cinquenta e oito anos.

 

Abraão recebeu um chamado de Deus, para sair do meio de sua parentela e ir para uma terra que Deus o mostraria. Abraão habitava em meio de uma terra idólatra que não conhecia o Deus de Noé. Contudo, Abraão obedeceu como quem conhecia a este Deus. Indaga-se assim quem teria ensinado Abraão acerca de Deus e quem seria o homem mais velho e supostamente sábio da Terra. Deste modo, só poderia ter sido Sem.

 

Segundo Gen 14:18, há evidências de que Abraão conhecia Melquisedeque que era o rei de Salém e o sacerdote do Deus Altíssimo. (Gen. 14:18)

 

A tese de que Melquisedeque teria sido Sem busca respaldo no fato de que Abrão não teria sido o primeiro homem na Terra a ter o seu nome mudado por Deus. Indaga-se por que os pais de Melquisedeque teriam antevisto o seu futuro como rei e puseram seu nome de Melquisedeque que significa "Rei de Justiça". Pois se Deus escolheu um homem preparado para liderar um povo remanescente, que não como os outros que novamente estavam arraigados no paganismo, continuava a crer no Deus Altíssimo, logo Melquisedeque seria Sem por se tratar de um homem experimentado, sábio, conhecedor e acima de tudo líder desde a geração que prosseguiu ao Dilúvio.

 

Gen 9:26 - "E disse: Bendito seja o Senhor Deus de Sem..."

 

Desde sua mocidade, Sem mostrava temor pelo Deus de seu pai - O Deus Altíssimo.

 

Assim, esta tese acredita que Sem, possivelmente, teve o seu nome mudado para Melquisedeque, pois seria um Rei de Justiça, assim como Abrão teve o seu nome modificado para Abraão, para ser mais condizente com aquilo que ele seria: Pai de muitas nações.

* Leia mais na fonte: Wikipédia:

pt.wikipedia.org/wiki/Melquisedeque

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Melquisedeque, o Rei do mundo * Magia Cósmica - “O reconhecimento da existência do mais santo e mais poderoso dos homens, do reino bem-aventurado, do grande templo da Santa Ciência, é de tamanho conforto para nossos corações de pecadores e nossas vidas corruptas, que escondê-lo seria uma lástima...” (F. Ossendovski)

 

Jesus Cristo dá testemunho do Rei do Mundo quando afirma: “Melquisedeck, Rei de Salem, sem pai nem mãe, é aquele que permanece Sacerdote para sempre...” Esse soberano do mundo, que residiu num castelo onde hoje existe Jerusalém, tem como domínio as grutas e cavernas de todo o planeta Terra, os quais se unem formando gigantescas extensões do Agarthi e sua capital Shamballah.

 

O explorador Ossendovski fala sobre o poder do Rei do Mundo assim: “Ele está em contato com o pensamento de todos os homens, reis, Czares, Khans, chefes, guerreiros, sumos sacerdotes, cientistas e outros homens poderosos. Ele compreende todos os seus pensamentos e planos; se esses são agradáveis ante Deus, o Rei do Mundo os ajuda invisivelmente e se são desagradáveis à vista de Deus, o Rei os levará à destruição...”

 

O Mestre Samael Aun weor, Patriarca das Instituições Gnósticas, afirma solenemente em uma de suas obras: “Amigos, chegou o momento de vocês conhecerem ao Gênio da Terra, a esse Melquisedeck extraordinário que governa nosso mundo. Um dia poderão entrar no interior da Terra e entãovivenciarão por si mesmos e de forma direta que esta Terra é oca. Ali poderão conhecer também a muitos sobreviventes da Atlântida e da Lemúria, a veneráveis anciães que cultivaram os Mistérios Divinos em seus templos, a veneráveis sacerdotisas que, como as Cleópatras do Nilo, repartiam seus ensinamentos aos povos que as amavam. Quando vocês puderem penetrar no lugar onde Melquisedeck mora, então poderão conhecer a Sabedoria dos Antigos, vivenciarão por si mesmos e de forma direta que em outros tempos resplandeceu a sabedoria hermética sobre a face da Terra...”

 

O pensamento acadêmico ocidental, extremamente racional e cartesiano, jamais poderia imaginar a idéia de um Império Mundial, em moldes absolutamente espirituais, de uma Sinarquia, com guias, exércitos e governadores que administrem, sábia e dinamicamente, o planeta. Isso, no entanto, foi preconizado pelas augustas e esotéricas fraternidades que trabalharam intensamente nos séculos 18 e 19, com sua famosa Utopia do Império Mundial. Porém, não conseguiram materializar o que já existe em nível esotérico: Esse Império é composto por Seres de altíssimo nível vibratório, moral e espiritual... Seres, Forças, Inteligências etc., hierarquizados de acordo com seu grau de Consciência.

 

Os cabalistas hebreus, com seus profundos conhecimentos ocultistas, afirmam que cada Sistema, Galáxia, Planeta etc., possui Regentes, Gênios Planetários, Devas (ou Anjos), onipotentes e oniscientes dentro de seu trabalho cósmico. Posso citar alguns exemplos tirados das literaturas cabalísticas de algunse suas influências de Poder:

 

ARCANJO REGENTE DOMÍNIO

SÍRIUS VIA-LÁCTEA

ALCIONE PLÊIADES

MICHAEL NOSSO SOL

GABRIEL LUA

RAFAEL MERCÚRIO

URIEL VÊNUS

ZACARIEL JÚPITER

ORIFIEL SATURNO

SAMAEL MARTE

MELQUISEDECK (CHANGAM) PLANETA TERRA

 

Dentro dessa lógica, pode-se afirmar, sem temor de erro, que Changam-Melquisedeck pode ser considerado como uma espécie de Administrador Supremo da vida evolutiva e involutiva de nosso planeta Terra, o guardião da Anima Mundi. Mesmo sendo um “Devaraja”, um Arcanjo poderoso, obviamente acima do bem e do mal, esse misterioso Rei do Mundo possui um corpo físico que data de 4 milhões de anos, já que Ele possui em suas mãos o Elixir da Longa Vida, essa famosa Chave do Grande Arcano, como nos ensina Samael Aun Weor. O mesmo Mestre Samael afirma que o rosto do Grande Elder, como Changam também é chamado, exprime grandiosidade, majestade e poder, com seus pômulos salientes, olhos faiscantes e grande estatura...

 

Esse Ser já foi visto e contatado inúmeras vezes na Ásia, especialmente na Índia e Tibet, mas também em outras paragens, como nos templos sagrados de Angkor-Vat, no Camboja. Ossendovski, em seu livro Bestas, Homens e Deuses, comenta: “Estando de passagem, no começo de 1921, na Lamaseria de Narabanchi Kure, no distante Oriente, o Houtuktu levou-me até uma sala ricamente adornada e disse: 'Está vendo aquele trono? Pois bem, numa noite de inverno diversos cavaleiros chegaram ao mosteiro e pediram que todos os Gelongs e Getuls, com o Houtuktu e o Campô, se reunissem nesse quarto. Então, um dos estrangeirossubiu ao trono e tirou da cabeça seu barrete. Todos os lamas caíram de joelhos porque tinham reconhecidoo Homem de quem se falava nas bulas sagradas do Dalai-Lama, do Tashi Lama e do Bogdo Khan...É o Ser que é o amo do mundo inteiro e que desvendou todos os segredos da Natureza. Ele rezou brevemente no idioma tibetano, abençoou todos os que se achavam presentes e depois fez revelações a respeito do século 20. Isso ocorreu há 30 anos... Enquanto estávamos rezando na frente do pequeno altar, a porta se abriu sozinha, as velas e as tochas se acenderam espontaneamente e os defumadores que estavam sem fogo começaram a mandar pelos ares nuvens de incenso. Depois disso, o Rei do Mundo e seus companheiros desapareceram sem deixar qualquer vestígio.’”

 

Em seguida, Ossendovski relata sua própria experiência, depois de ouvir ceticamente o relato do monge: “O Houtuktu entrou no santuário, ajoelhou-se, cobriu os olhos com as mãos e começou a rezar. Eu estava observando o rosto calmo e sereno da estátua do Buda dourado, onde as lâmpadas acesas deixavam sombras que se mexiam. Depois, olhei para o trono. Foi maravilhoso e difícil de acreditar, mas eu vi um homem forte e musculoso, o rosto bronzeado, com uma expressão severa marcada na boca e nos maxilares. Sua fisionomia era dominada pelo brilho dos olhos. Através de seu corpo transparente, vestido com uma túnica branca, consegui ver as inscrições tibetanas no encosto do trono. Fechei os olhos e os abri novamente. Não havia mais ninguém, porém a almofada de seda sobre o trono parecia mexer-se...”

 

*Fonte: Magia Cósmica:

www.gnosisonline.org/Magia_Cosmica/reino_subterraneo_3.shtml

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La visita guiada ens descobrirà els racons més emblemàtics de Camprodon. Coneixerem els seus orígens, el seu patrimoni, les seves llegendes i els personatges que van deixar la seva empremta a la vila.

El poble de Camprodon nasqué sota la influència del monestir benedictí de Sant Pere en un indret anomenat campus rotundus. Aquest enclavament va jugar un paper molt important durant les gestes de reorganització territorial de Guifre el Pilós. Les restes medievals i modernistes de la població són un record de la seva història.

Detalle del campamento medieval, con una armadura expuesta, de clara influencia gótica alemana, típica del siglo XV.

 

Música (abrir en otra ventana): La Serenissima - Loreena McKennitt

 

www.goear.com/listen/db649e0/la-serenissima-loreena-mcken...

 

La Asociación Cultural 1707 Almansa Histórica celebra con periodicidad bianual, en los años pares, a finales del mes de Abril, un encuentro de recreación histórica multiépoca en el que es posible contemplar desde iberos de la Hispania prerromana, hasta regimientos de la Guerra de Sucesión española del Siglo XVIII, pasando por romanos y griegos de la antigüedad así como caballeros y hombres de armas medievales. Todo un recorrido a través de la Historia recreando los modos de vida en los campamentos y el desarrollo de las batallas de las distintas épocas, desde la Antiguedad, hasta la Edad Moderna, pasando por el medievo. Un espectáculo al que bien merece la pena acudir para contemplarlo y que se complementa con la celebración de un mercado barroco en el casco histórico de la localidad.

 

En el enlace a la página web de la asociación cultural Almansa 2007 puede encontrarse más información tanto de este evento de recreación multiépoca Cronica Mundi, como de la conmemoración de la Batalla de Almansa. También en ella es posible descargarse la publicación "Gaceta Almansa Histórica":

 

almansa2007.usuarios.tvalmansa.com/

  

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El presidente Hugo Chávez, quien falleció el 5 de marzo de 2013 de un cáncer a los 58 años, marcó para siempre la historia de Venezuela y de América Latina.

 

1. Jamás en la historia de América Latina, un líder político alcanzó una legitimidad democrática tan incontestable. Desde su llegada al poder en 1999, hubo 16 elecciones en Venezuela. Hugo Chávez ganó 15, de las cuales la última el 7 de octubre de 2012. Siempre derrotó a sus rivales con una diferencia de 10 a 20 puntos.

 

2. Todas las instancias internacionales, desde la Unión Europea hasta la Organización de Estados Americanos, pasado por la Unión de Naciones Suramericanas y el Centro Carter, se mostraron unánimes al reconocer la transparencia de los escrutinios.

 

3. James Carter, antiguo presidente de Estados Unidos, incluso declaró que el sistema electoral de Venezuela era “el mejor de mundo”.

 

4. La universalización del acceso a la educación instaurada en 1998 tuvo resultados excepcionales. Cerca de 1,5 millones de venezolanos aprendieron a leer y escribir gracias a la campaña de alfabetización denominada Misión Robinson I.

 

5. En diciembre de 2005, la UNESCO decretó que se había erradicado el analfabetismo en Venezuela.

 

6. El número de niños escolarizados pasó de 6 millones en 1998 a 13 millones en 2011 y la tasa de escolarización es ahora de 93,2%.

 

7. La Misión Robinson II se lanzó para llevar al conjunto de la población a alcanzar el nivel secundario. Así, la tasa de escolarización en la enseñanza secundaria pasó de un 53,6% en 2000 a un 73,3% en 2011.

 

8. Las Misiones Ribas y Sucre permitieron a decenas de miles de jóvenes adultos emprender estudios universitarios. Así, el número de estudiantes pasó de 895.000 en 2000 a 2,3 millones en 2011, con la creación de nuevas universidades.

 

9. Con respecto a la salud, se creó el Sistema Nacional Público para garantizar el acceso gratuito a la atención médica a todos los venezolanos. Entre 2005 y 2012 se crearon 7.873 centros médicos en Venezuela.

 

10. El número de médicos pasó de 20 por 100.000 habitantes en 1999 a 80 por 100.000 en 2010, o sea un aumento del 400%.

 

11. La Misión Barrio Adentro I permitió realizar 534 millones de consultas médicas. Cerca de 17 millones de personas pudieron ser atendidas, mientras que en 1998, menos de 3 millones de vidas tenían acceso regular a la salud. Se salvaron 1,7 millones de vidas entre 2003 y 2011.

 

12. La tasa de mortalidad infantil pasó de un 19,1 por mil en 1999 a un 10 por mil en 2012, o sea una reducción de un 49%.

 

13. La esperanza de vida pasó de 72,2 años en 1999 a 74,3 años en 2011.

 

14. Gracias a la Operación Milagro lanzada en 2004, 1,5 millones de venezolanos víctimas de cataratas u otras enfermedades oculares, recobraron la vista.

 

15. De 1999 a 2011, la tasa de pobreza pasó de un 42,8% a un 26,5% y la tasa de extrema pobreza de un 16,6% en 1999 à un 7% en 2011.

 

16. En la clasificación del Índice de Desarrollo Humano (IDH) del Programa de las Naciones Unidas para el Desarrollo (PNUD), Venezuela pasó del puesto 83 en el año 2000 (0,656) al puesto 73 en 2011 (0,735), y entró en la categoría de las naciones con el IDH elevado.

 

17. El coeficiente GINI, que permite calcular la desigualdad en un país, pasó de 0,46 en 1999 a 0,39 en 2011.

 

18. Según el PNUD, Venezuela ostenta el coeficiente GINI más bajo de América Latina, es el país de la región donde hay menos desigualdad.

 

19. La tasa de desnutrición infantil se redujo en un 40% desde 1999.

 

20. En 1999, el 82% de la población tenía acceso al agua potable. Ahora es un 95%.

 

21. Durante la presidencia de Chávez, los gastos sociales aumentaron en un 60,6%.

 

22. Antes de 1999, sólo 387.00 ancianos recibían una pensión. Ahora son 2,1 millones.

  

23. Desde 1999, se construyeron 700.00 viviendas en Venezuela.

 

24. Desde 1999, el gobierno entregó más de un millón de hectáreas de tierras a los pueblos aborígenes del país.

 

25. La reforma agraria permitió a decenas de miles de agricultores ser dueños de sus tierras. En total, se distribuyeron más de 3 millones de hectáreas.

 

26. En 1999, Venezuela producía el 51% de los alimentos que consumía. En 2012, la producción es de un 71%, mientras que el consumo de alimentos aumentó en un 81% desde 1999. Si el consumo de 2012 fuera similar al de 1999, Venezuela producirían el 140% de los alimentos consumidos a nivel nacional.

 

27. Desde 1999, la tasa de calorías que consumen los venezolanos aumentó en un 50% gracias a la Misión Alimentación que creó una cadena de distribución de 22.000 almacenes de alimentos (MERCAL, Casas de Alimentación, Red PDVAL), donde se subvencionan los productos a la altura de un 30%. El consumo de carne aumentó en un 75% desde 1999.

 

28. Cinco millones de niños reciben ahora alimentación gratuita a través del Programa de Alimentación Escolar. Eran 250.000 en 1999.

 

29. La tasa de desnutrición pasó de un 21% en 1998 a menos del 3% en 2012.

 

30. Según la FAO, Venezuela es el país de América Latina y del Caribe más avanzado en la erradicación del hambre.

 

31. La nacionalización de la empresa petrolera PDVSA en 2003 permitió a Venezuela recuperar su soberanía energética.

 

32. La nacionalización de los sectores eléctricos y de telecomunicación (CANTV y Electricidad de Caracas) permitió poner término a situaciones de monopolio y universalizar el acceso a estos servicios.

 

33. Desde 1999, se crearon más de 50.000 cooperativas en todos los sectores de la economía.

 

34. La tasa de desempleo pasó de un 15,2% en 1998 a un 6,4% en 2012, con la creación de más de 4 millones de empleos.

 

35. El salario mínimo pasó de 100 bolívares (16 dólares) en 1998 a 247,52 bolívares (330 dólares) en 2012, o sea, un aumento de más del 2.000%. Se trata del salario mínimo más elevado de América Latina.

 

36. En 1999, el 65% de la población activa cobraba el salario mínimo. En 2012 sólo el 21,1% de los trabajadores disponen de este nivel salarial.

 

37. Los adultos de cierta edad que nunca trabajaron disponen de un ingreso de protección equivalente al 60% del salario mínimo.

 

38. Las mujeres desprotegidas así como las personas discapacitadas reciben una ayuda equivalente al 80% del salario mínimo.

 

39. El horario laboral se redujo a 6 horas diarias y a 36 horas semanales sin disminución del salario.

 

40. La deuda pública pasó de un 45% del PIB en 1998 al 20% en 2011. Venezuela se retiró del Fondo Monetario Internacional y del Banco Mundial rembolsando con anticipación todas sus deudas.

 

41. En 2012, la tasa de crecimiento de Venezuela fue del 5,5%, una de las más elevadas del mundo.

 

42. El PIB por habitante pasó de 4.100 dólares en 1999 a 10.810 dólares en 2011.

 

43. Según el informe anual World Happiness de 2012, Venezuela es el segundo país más feliz de América Latina, detrás de Costa Rica, y el decimonoveno a nivel mundial, delante de Alemania o España.

 

44. Venezuela ofrece un apoyo directo al continente americano más importante que Estados Unidos. En 2007, Chávez dedicó más de 8.800 millones de dólares a donaciones, financiaciones y ayuda energética contra sólo 3.000 millones de la administración Bush.

 

45. Por primera vez en su historia, Venezuela dispone de sus propios satélites (Bolívar y Miranda) y es ahora soberana en el campo de la tecnología espacial. Hay Internet y telecomunicaciones en todo el territorio.

 

46. La creación de Petrocaribe en 2005 permite a 18 países de América Latina y del Caribe, o sea 90 millones de personas, adquirir petróleo subvencionado a la altura del 40% al 60%, y asegurar su abastecimiento energético.

 

47. Venezuela brinda también ayuda a las comunidades desfavorecidas de Estados Unidos proporcionándoles combustible con tarifas subvencionadas.

 

48. La creación de la Alianza Bolivariana para los Pueblos de nuestra América (ALBA) en 2004 entre Cuba y Venezuela asentó las bases de una alianza integradora basada en la cooperación y la reciprocidad, que agrupa a 8 países miembros, y que ubica al ser humano en el centro del proyecto de sociedad, con el objetivo de luchar contra la pobreza y la exclusión social.

 

49. Hugo Chávez está en el origen de la creación en 2011 de la Comunidad de Estados Latinoamericanos y Caribeños (CELAC) que agrupa por primera vez las 33 naciones de la región, que se emancipan así de la tutela de Estados Unidos y de Canadá.

 

50. Hugo Chávez desempeño un papel clave en el proceso de paz en Colombia. Según el presidente Juan Manuel Santos, “si avanzamos en un proyecto sólido de paz, con progresos claros y concretos, progresos jamás alcanzados antes con las FARC, es también gracias a la dedicación y al compromiso de Chávez y del gobierno de Venezuela”.

 

*Doctor en Estudios Ibéricos y Latinoamericanos de la Universidad Paris IV-Sorbonne, Salim Lamrani es profesor titular de la Universidad de la Reunión y periodista, especialista de las relaciones entre Cuba y Estados Unidos. Su último libro se titula Etat de siège. Les sanctions économiques des Etats-Unis contre Cuba, París, Ediciones Estrella, 2011, con un prólogo de Wayne S. Smith y un prefacio de Paul Estrade.

  

Contacto: lamranisalim@yahoo.fr ; Salim.Lamrani@univ-reunion.fr

 

Página Facebook: www.facebook.com/SalimLamraniOfficiel

 

Publicado originalmente en Opera Mundi

 

operamundi.uol.com.br/conteudo/babel/27651/50+verdades+so...

 

jueves, 7 de marzo de 2013

 

Por Salim Lamrani, Opera Mundi - Despierta Libertad

Yoda es un personaje del universo ficticio de la Guerra de las Galaxias y uno de los maestros Jedi más grandes de toda la historia. Nació 896 años antes de la batalla de Yavin y murió 4 años después de la misma. Uno de los mejores conocedores de la Fuerza. Fue el Maestro del Conde Dooku, Mace Windu, Ki-Adi-Mundi, Obi-Wan Kenobi (antes de que se le asignase a Qui-Gon Jinn) y Luke Skywalker.

The Fool’s Cap Map of the World Frank Jacobs on September 14, 2010, 12:22 AM Jestersmall This rather sinister image is one of the biggest mysteries in the history of western cartography. Most often referred to simply as the Fool’s Cap Map of the World, it is unknown why, when, where and by whom it was made. The only thing that can be said about it with some certainty is that it dates from ca. 1580-1590. But sources even differ as to the type of projection used, some referring to it as ptolemaic (i.e. equidistant conic), others claiming it owes more to the techniques of Mercator and/or Ortelius (and being an enthusiast rather than a specialist, I’m not one to call this). The map shows the world ‘dressed up’ in the traditional garb of a court jester: the double-peaked, bell-tipped cap (1) and the jester’s staff (2). The face is hidden (or replaced) by the map, giving the whole image an ominous, threatening quality that feels anachronistically modern. ViewMore FromTagsCommentsShareSendFavoriteTwitterFacebook The archetype of the Fool, presented here in his incarnation as the court jester, is a first indicator of the map’s deeper meaning. In previous ages, the Fool was a court figure allowed to mock majesty and to speak truth to power. These were rare and useful correctives to the corrupting absolutism of the monarchies of the day. But criticism of this sort was only possible if it was de-fanged by the grotesque appearance of the Fool - preferably a hunchbacked, slightly loopy-headed dwarf, i.e. someone not to be taken too seriously. All of this would have been common and current knowledge to the people viewing this map, in the late 16th century. The uncomfortable truth told by this map is that the world is a sombre, irrational and dangerous place, and that life on it is nasty, brutish and short. The world is, quite literally, a foolish place. This is underlined by the mottoes of biblical and classical origin, dotted across the map. The legend in the left panel reads: “Democritus of Abdera laughed at [the world], Heraclitus of Ephesus wept over it, Epichtonius Cosmopolites portrayed it” (3). Over the cap is the Latin version of the Greek dictum, “Know thyself" (4). Across the cap’s brow, the inscription translates as “O head, worthy of a dose of hellebore” (5). The Latin quote just above the map is from Pliny the Elder (6): “For in the whole universe the earth is nothing els e and this is the substance of our glory, this is its habitation, here it is that we fill positions of power and covet wealth, and throw mankind into an uproar, and launch wars, even civil ones.” The reason for so much trouble and strife is explained in the quote below the map, from Ecclesiastes: “The number of fools is infinite” (7). Another quote from that most depressing of Bible books, on the jester’s staff to the right, intones: “Vanity of vanities, all is vanity” (8). Inscribed on the badges adorning the shoulder belt are a few sayings in line with this cheerful message: “Oh, the worries of the world; oh, how much triviality is there in the world” (9), “Everyone is without sense” (10), and “All things are vanity: every man living” (11). For some researchers, the sum of these messages, as well as their presentation in a cartographic setting, point to a little-known Christian sect called the Family of Love. This clandestine group is said to have numbered the Flemish cartographer Ortelius in its ranks. If this map is anything to go by, the Family of Love must have espoused a rather harsh and pessimistic view of the world, and of humanity’s place in it. But much remains conjecture, as indicated also by the last piece of this cartographic puzzle - the name written in its top left corner: Orontius Fineus. This name (the Latinised version of the French name Oronce Finé) is associated with a map dated 1531, purportedly showing an ice-free, river-rich Antarctica. Why would the name of this cartographer crop up on a map made decades later? Could he have been the mapmaker (12)? Or is he the one being made fun of? Many thanks to J.B. Post for alerting me to this map. Many versions to be found online, this high-resolution image found here at Coin des cartes anciennes. ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------ (1) the donkey’s ears referring to the supposed stupidity of the ass. Inscribed on them is the quote Auriculas asini quis non habet, meaning “Who doesn't have donkey's ears?" This witticism is ascribed to Lucius Annaeus Cornutus, a Roman stoic philosopher from the 1st century AD. (2) a parody of the royal staff, a symbol of authority. (3) Democritus Abderites deridebat, Heraclites Ephesius deflebat, Epichthonius Cosmopolitus deformabat. Epichtonius Cosmopolites seems to refer to the maker of the map, but actually means something like ‘Everyman’. (4) Nosce te ipsum, in Greek: gnothi seauton. According to Pausanias, an inscription on Apollinic temple at Delphi. (5) O caput elleboro dignum. Hellebore is a family of mostly poisonous plants, some of which have been used medicinally since Antiquity. It is reputed to induce madness. (6) Hic est mundi punctus et materia gloriae nostrae, hic sedes, hic honores gerimus, hic exercemus imperia, hic opes cupimus, hic tumultuatur humanum genus, hic instauramus bella, etiam civica. From Book 2, Chapter 72 of the Naturalis Historia (‘Natural History’) by Caius Plinius Secundus. (7) Stultorum infinitus est numerus (Ecc. 1:15). (8) Vanitas vanitatum et omnia vanitas (Ecc. 1:2). (9) O curas hominum, O quantum est in rebus inane, the opening quote of Aulus Persius Flaccus’ Satires. (10) Stultus factus est omnis homo (Jer. 10:14). (11) Universa vanitas omnis homo (Psalm 39:6). (12) Not likely; his dates are 1494-1555. Or could the map predate its estimate by about 30 years? subscribe Subscribe (RSS) Previous Post 479 - Gangs of LA Next Post 481 - Strange Lapps and Their Magical Drumming Maps Add a Comment Discuss J. B. Post on September 14, 2010, 8:10 AM This image always makes me think of thos photos of the astronauts with the Moon's surface reflected offf the faceplates. Patrick Chevallier Patrick Chevallier on September 17, 2010, 3:33 PM How weird! Makes me think of Jules Verne's "20,000 Leagues..."

Historia Mundi 2008, the yearly re-enactment gathering. The medieval blacksmith at work

Il Santuario della Santa Casa si trova a Loreto (AN) è un luogo popolare di pellegrinaggio, dove i cattolici venerano la Vergine Lauretana, patrona dell'aviazione.

 

La Santa Casa

Al suo interno è custodita la Santa Casa di Nazaret, dove, secondo la tradizione devozionale, la Vergine Maria ricevette l'Annunciazione.

 

La "casa della Madonna" era formata da tre pareti addossate ad una grotta scavata nella roccia (che si trova nella Basilica dell'Annunciazione a Nazaret). La tradizione popolare racconta che nella notte tra il 9 ed il 10 dicembre del 1294 le pietre della casa di Nazaret vennero trasportate in volo dagli angeli. In realtà, alcuni studi e dei documenti ritrovati hanno confermato che il trasporto avvenne per mare su navi crociate. Infatti, dopo la cacciata dei cristiani dalla Terra Santa da parte dei musulmani, un esponente della famiglia Angeli, regnanti dell'Epiro, si interessò di salvare la Santa Casa dalla sicura rovina, che fu, dunque, trasportata prima a Tersatto, nell’odierna Croazia, nel 1291 e poi a Loreto il 10 dicembre 1294.

 

Gli studi effettuati sulle pietre della Santa Casa ne confermerebbero l'origine palestinese, esse sono lavorate secondo la tecnica usata dai Nabatei, un popolo confinante con gli ebrei, molto usata anche in Palestina. Sulle pietre vi sono numerosi graffiti simili a quelli giudeo-cristiani del II-V secolo ritrovati in Terra Santa, in particolare a Nazaret. Il santuario fu costruito per proteggere la Santa Casa, su iniziativa del vescovo di Recanati, Nicolò delle Aste nel 1469, e fu concluso nel 1587 Il campanile fu disegnato da Luigi Vanvitelli e fu costruito nel 1755.

 

L'interno è a croce latina a tre navate. Il battistero in bronzo di Tiburzio Vergelli si trova nella navata sinistra. Sulla volta vi sono dipinti del Pomarancio. Sotto la cupola, opera di Giuliano da Sangallo, si trova la Santa Casa. All'interno della Santa Casa si trova la statua della Vergine Lauretana.

 

Il rivestimento marmoreo, all'esterno, è stato progettato da Donato Bramante. Peculiari sono i due solchi paralleli che si trovano sulla base, causati dai pellegrini che, per secoli, hanno percorso in ginocchio il perimetro del rivestimento.

 

Fra le cappelle e le sacrestie, meritano particolare attenzione le seguenti: la Sacrestia di S. Giovanni o del Signorelli per gli affreschi di Luca Signorelli, e l'ancor più famosa Sacrestia di San Marco o del Melozzo per i meravigliosi affreschi, recentemente restaurati, di Melozzo da Forlì: desta meraviglia la capacità di questo pittore di produrre effetti "tridimensionali", da vero maestro della prospettiva.

  

La Madonna Nera

La Madonna di Loreto, detta anche Vergine Lauretana, è la statua venerata nella Santa Casa. Si tratta di una Madonna Nera: la sua particolarità è il volto scuro, comune alle icone più antiche, dovuto spesso al fumo delle lampade ad olio e delle candele. La statua originaria, risalente al XIV secolo, fu distrutta in un incendio nel 1921: quella attuale risale al 1922, opera di Leopoldo Celani, ed è in legno di cedro del Libano. Il culto della Madonna Nera di Loreto è replicato in molti altri santuari in Italia e all'estero.

  

Festeggiamenti

Le principali festività lauretane ricorrono l'8 settembre in ricordo della Natività di Maria; e il 10 dicembre in ricordo dell'arrivo della Santa Casa a Loreto.

    

Shrine of the Holy House (Santuario della Santa Casa), is a Catholic place of pilgrimage in Loreto, Italy.

 

Basilica of the Holy House

The basilica is a Late Gothic structure continued by Giuliano da Maiano, Giuliano da Sangallo and Bramante. The handsome façade of the church was erected under Sixtus V, who fortified Loreto and gave it the privileges of a town (1586); his colossal statue stands in the middle of the flight of steps in front. Over the principal doorway is a life-size bronze statue of the Virgin and Child by Girolamo Lombardo; the three superb bronze doors executed at the latter end of the 16th century and under Paul V (1605-1621) are also by Lombardo, his sons and his pupils, among them Tiburzio Vergelli, who also made the fine bronze font in the interior. The doors and hanging lamps of the Santa Casa are by the same artists.

 

The richly decorated campanile (1750 to 1754 , by Vanvitelli, is of great height; the principal bell, presented by Leo X in 1516 , weighs 11 tons. The interior of the church has mosaics by Domenichino and Guido Reni and other works of art, including statues by Raffaello da Montelupo. In the sacristies on each side of the right transept are frescoes, on the right by Melozzo da Forli, on the left by Luca Signorelli. In both are fine intarsias. The basilica as a whole is thus a collaborative masterpiece by generations of architects and artists.

  

The Santa Casa

The main attraction of Loreto is, however, the Holy House itself (in Italian, the Santa Casa di Loreto), a well-known Catholic place of pilgrimage since at least the 14th century and a popular tourist destination for non-Catholics as well.

 

It is a plain stone building, 8.5 m (28 ft) by 3.8 m (12 1/2 ft) and 4.1 m (13 1/2 ft) high; it has a door on the north side and a window on the west; and a niche contains a small black image of the Virgin and Child, in Lebanon cedar, and richly adorned with jewels. The statue was commissioned after a fire in the Casa Santa in 1921, and was crowned in the Vatican in 1922 by Pope Pius XI. Around the house is a tall marble screen designed by Bramante and executed under Popes Leo X, Clement VII and Paul III, by Andrea Sansovino, Girolamo Lombardo, Bandinelli, Guglielmo della Porta and others. The four sides represent the Annunciation, the Nativity, the Arrival of the Santa Casa at Loreto and the Nativity of the Virgin, respectively. The treasury contains a large variety of rich and curious votive offerings. The architectural design is finer than the details of the sculpture. The apse is decorated with 19th century German frescoes, which appear to some as out of place.

 

The history of the house dates from at least the close of the crusading period. It is briefly referred to in the Italia Illustrata of Flavius Blondus, secretary to Popes Eugene IV, Nicholas V, Calixtus III and Pius II; it is to be read in all its fullness in the Redemptoris mundi Matris Ecclesiae Lauretana historia, by a certain Teremannus, contained in the Opera Omnia (1576) of Baptista Mantuanus.

 

According to this narrative, the house at Nazareth in which Mary had been born and brought up, had received the annunciation that she would bear the child Jesus, and had lived during the childhood of Jesus and after his ascension, was converted into a church by the apostles. In 336 the empress Helena made a pilgrimage to Nazareth and directed that a basilica be erected over it, in which worship continued until the fall of the kingdom of Jerusalem.

 

The narrative further states that, threatened with destruction by the Turks, the house was carried by angels through the air and deposited (1291) in the first instance on a hill at Tersatto (now Trsat, a suburb of Rijeka, Croatia), where an appearance of the Virgin and numerous miraculous cures attested its sanctity. These miracles were "confirmed" by investigations made at Nazareth by messengers from the governor of Dalmatia. In 1294 the angels carried it across the Adriatic to the woods near Recanati; from this woods (Latin lauretum, Italian Colli del Lauri), or from the name of its proprietrix (Laureta), the chapel derived the name which it still retains (sacellum gloriosae Virginis in Laureto). From this spot it was afterwards (1295) removed to the present hill, one other slight adjustment being required to fix it in its actual site. It is this house that gave the title Our Lady of Loreto sometimes applied to the Virgin. The miracle is occasionally represented in religious art wherein the house is borne by an angelic host.

 

Bulls in favour of the shrine at Loreto were issued by Pope Sixtus IV in 1491 and by Julius II in 1507, the last alluding to the translation of the house with some caution (ut pie creditur et fama est); While, like most miracles, the translation of the house is not a matter of faith for Catholics, nonetheless, in the late 17th century, Innocent XII appointed a missa cum officio proprio (a special mass) for the feast of the Translation of the Holy House, and as late as the 20th century, the feast was enjoined in the Spanish Breviary as a greater double (December 10).

  

Thank you all my dears Flickr friends for your sweet comments! I do appreciate them very, very much

 

My Books:

 

My book "Discover GUIMERÀ" (preview)

 

My book "Discover SANTA PAU" (preview)

 

My book "Discover BESALÚ" (preview)

   

Listen O Solitude! my sweetest choice Henry Purcell/Alfred Deller

 

Lyric: Katherine Philips

 

O solitude, my sweetest choice!

Places devoted to the night,

Remote from tumult and from noise,

How ye my restless thoughts delight!

O solitude, my sweetest choice!

O heav'ns! what content is mine

To see these trees, which have appear'd

From the nativity of time,

And which all ages have rever'd,

To look today as fresh and green

As when their beauties first were seen.

O, how agreeable a sight

These hanging mountains do appear,

Which th' unhappy would invite

To finish all their sorrows here,

When their hard fate makes them endure

Such woes as only death can cure.

O, how I solitude adore!

That element of noblest wit,

Where I have learnt Apollo's lore,

Without the pains to study it.

For thy sake I in love am grown

With what thy fancy does pursue;

But when I think upon my own,

I hate it for that reason too,

Because it needs must hinder me

From seeing and from serving thee.

O solitude, O how I solitude adore!

 

Alfred Deller CBE (31 May 1912 – 16 July 1979), an English singer, was one of the main figures in popularizing the use of the countertenor voice in Renaissance and Baroque music.

Deller was born in Margate, a seaside resort in Kent. As a boy, he sang in his local church choir. When his voice broke, he continued singing in his high register, eventually settling as a countertenor. Throughout the 19th century, it was only in the tradition of all-male cathedral choirs that the countertenor voice had survived. Deller was himself successively a member of the choirs of Canterbury and St. Paul's Cathedrals (1940-47 and 1947-62, respectively). He emerged as a soloist from this choral tradition, largely due to the admiration of the composer Michael Tippett, who heard him while at Canterbury and recognized the unique beauty of his voice. Tippett introduced him to the public as a countertenor, rather than a male alto. He also became better known with a radio broadcast (on the BBC's new "Third Programme") of Henry Purcell's Come ye Sons of Art. He concentrated on popularizing and recording the music of English Baroque and Renaissance music by composers such as John Dowland and Purcell.

Deller's voice sounded remarkably high. Misconceptions about the countertenor voice were common at the time Deller was first gaining significant notice as a singer, which was only a matter of decades after the last castrati had died; Michael Chance tells the story that once, a French woman, upon hearing Deller sing, exclaimed "Monsieur, vous êtes eunuque"—to which Deller replied, "I think you mean 'unique,' madam."

He formed the Deller Consort in 1948, a group dedicated to historically informed performance. The group significantly expanded popular notions of the Baroque repertoire, producing high-quality authentic "period performances" of the works of Bach, Handel, Purcell, Dowland, and even folk songs; the membership of the consort changed over the years. It included soprano Mary Thomas and, from 1964, Deller's son, Mark Deller. (Mr. Deller's other son, Simon, trained as a music teacher during the 1960s.) As well as directing the Consort, Deller also conducted some performances with chamber orchestras.

In 1960, Deller sang the role of Oberon in Benjamin Britten's opera A Midsummer Night's Dream. Britten wrote this role with Deller specifically in mind, although he was dropped from staged revivals of the work against the composer's wishes, probably because of poor acting technique. He did record the opera, with the composer conducting.

Lutenist Desmond Dupré performed with him, initially as a guitarist; other accompanists included harpsichordist and musicologist Walter Bergmann. In later years, he worked with lutenist Robert Spencer and harpsichordists Harold Lester and William Christie. His recordings include the lute songs of Dowland, operas by Handel, Britten's A Midsummer Night's Dream, songs and semioperas by Purcell (such as The Fairy Queen), traditional English folk songs, works by Thomas Tallis, and the Bach alto repertoire. He recorded for HMV, Vanguard Classics, and Harmonia Mundi.

Deller died while working in Bologna, Italy.

 

El éxito de la aventura cisterciense explica Poblet. Cister es fundado en 1098, y Poblet en 1150, cuando todavía no han pasado cien años. Los siglos XII y XIII son fundamentales en la historia de nuestro monasterio. De hecho, ellos nos dejan acabadas las principales dependencias de la casa: un espacio, bello y funcional a la par, para la búsqueda de Dios, que nos ha llegado casi intacto en su totalidad. El XIV es todavía un siglo de grandes realizaciones, y también el del declive, lento pero indefectible. Se ha de decir que la documentación conocida sobre la vida privada de la comunidad de Poblet no refleja, a lo largo de los siglos, desviaciones notables del ideal inicial de los fundadores de Cister y, a su vez, de los fundadores de Poblet, provenientes de Fontfroide. De hecho, ésta, la auténtica historia de Poblet, aún no ha sido escrita ni seguramente lo será nunca; la de los monjes que, dia a dia, enfilando salmos, aseguraron el crecimiento y la continuidad de la casa, la domus Populeti. Podríamos explicar así la sucesión de los días y de los años que completan los siglos XV, XVI, XVII y XVIII: Poblet, la institución, la comunidad, sus monjes, buscan dar un nuevo rostro, formas diferentes a aquello que viven en la intimidad del propio corazón. Sin embargo, no siempre lo podrán hacer con la transparencia y el vigor del primer ideal. El siglo XIX, con una sociedad que experimenta cambios profundos, plantará, con el abandono y el progresivo expolio del monasterio desierto, la semilla de una futura recuperación. Una recuperación que también hará posible, con el retorno de los monjes el año 1940, la vuelta a una formas de vida más puras, más auténticas, más profundamente benedictinas y, por tanto, también más evangélicas. Los monjes actuales, herederos de los antiguos, nunca lo podremos agradecer suficientemente, porque la autenticidad es, quizás, uno de los valores más importantes que podemos y debemos ofrecer a los hombres y mujeres de nuestro tiempo.

La Basílica Papal de Santa María la Mayor es una auténtica joya de belleza de valor inestimable. Desde hace dieciséis siglos domina la ciudad de Roma: es el templo mariano por excelencia y cuna de la cultura artística, representa un punto de referencia para los cives mundi que desde todas las partes del mundo llegan a la Ciudad Eterna para deleitarse con lo que la Basílica les ofrece a través de su monumental grandeza.

 

Es la única de las basílicas mayores de Roma que ha logrado conservar su estructura original, aunque a lo largo del tiempo se han ido añadiendo algunas modificaciones. En su interior presenta algunos detalles por los que destaca respecto a las demás basílicas: en primer lugar los mosaicos de la nave central y del arco triunfal del siglo V d. C., realizados durante el pontificado de Sixto III (432-440) y los del ábside, cuya realización fue dirigida por el fraile franciscano Jacopo Torriti por orden del Papa Nicolás IV (1288-1292); la pavimentación de tipo "cosmatesco" donada por los caballeros Scoto Paparone e hijo en el 1288; el techo artesonado de madera dorada diseñado por Giuliano San Gallo (1450); el belén del siglo XII de Arnolfo de Cambio; las numerosas capillas (de la Borghese a la Sixtina y a la Sforza, de la de Cesi a la del Crucifijo y a la de San Miguel); el Altar mayor realizado por Ferdinando Fuga y sucesivamente enriquecido con otras decoraciones por el genio Valadier; y por último, la Reliquia de la Sagrada Cuna y el baptisterio. Cada columna, cada cuadro, cada escultura, cada pieza de la Basílica representan una recopilación de la historia y de los sentimientos religiosos.

CHILE ESPETACULAR ! - Vol.2(VALPARAISO)

- SPECTACULAR CHILE ! - Vol. 2-(VALPARAISO)

 

NO PRÉDIO DO COMANDO DAS OPERAÇÕES NAVAIS,EM VALPARAISO, FOI INSTALADO UM ESPETACULAR MUSEU COM DOCUMENTOS,OBJETOS, QUADROS,ESTÁTUAS DA HISTÓRIA DA MARINHA DO CHILE. FIZ QUESTÃO DE SER FOTOGRAFADO EM FRENTE DE UM VITRAL,QUE REPRODUZ UM MAPA MUNDI, DATADO DE 1746,ELABORADO NA ALEMANHA,UMA OBRA DE ARTE!

AMPLIE A FOTO!.

ARTUR VITOR IANNINI

email: arturiannini@yahoo.com.br

 

SPECTACULAR CHILE ! - Vol. 2-(VALPARAISO)

BUILDING IN COMMAND OF NAVAL OPERATIONS IN VALPARAISO, WAS INSTALLED WITH A SPECTACULAR MUSEUM DOCUMENTS, OBJECTS, PICTURES, STATUES OF HISTORY NAVY OF CHILE. DID QUESTION TO BE PHOTOGRAPHED IN FRONT OF A STAINED GLASS THAT REPRODUCES A MAP MUNDI, DATED 1746, PREPARED IN GERMANY,A WORK OF ART!.

ENLARGE THE PICTURE!.

ARTUR VITOR IANNINI

email: arturiannini@yahoo.com.br

   

:copyright: Erik Verheyen Photography

El Coliseo Romano es un anfiteatro de la época del Imperio romano, construido en el siglo I ubicado en el centro de la ciudad de Roma. Originalmente era denominado Anfiteatro Flavio (Amphitheatrum Flavium), en honor a la Dinastía Flavia de emperadores que lo construyó, y pasó a ser llamado Colosseum por una gran estatua ubicada junto a él, el Coloso de Nerón, no conservada actualmente. Por su conservación e historia, el Coliseo es uno de los monumentos más famosos de la antigüedad clásica. Fue declarado Patrimonio de la Humanidad en 1980 por la Unesco y como una de Las Nuevas Siete Maravillas del Mundo Moderno el 7 de julio de 2007.

El Panteón, gloria de Roma, es el más perfecto de entre los monumentos clásicos existentes en Roma. La inscripción que se ve en la cornisa del pórtico, M. Agrippa L. F. Cos. tertium fecit, se refiere a un templo erigido por Agripa en el año 27 antes de Jesucristo a las divinidades tutelares de la Familia Julia.

 

Durante mucho tiempo, se creyó que el Panteón, tal como es hoy, era el templo de Agripa; pero esto no es cierto, pues el templo de Agripa fue destruido por un terrible incendio ocurrido en el año 80 después de Jesucristo. Estudios recientes han demostrado que el Panteón es una reconstrucción del tiempo de Adriano. Otras restauraciones fueron realizadas por los emperadores Septimio Severo y Caracalla.

 

El 16 de marzo del año 609, el papa Bonifacio IV, con el permiso del emperador Focas, transformó el templo pagano en iglesia, dedicándola a Santa María de los Mártires. A esta transformación se debe la conservación del Panteón. Muchos cuerpos de mártires fueron extraídos de las catacumbas para ser sepultados aquí. Artistas y reyes tienen su tumba en el Panteón. Como santuario, en virtud de los tratados de Letrán, asume el oficio de basílica palatina, o mejor dicho, de iglesia nacional de todos los italianos, novedad que aparece por vez primera en la historia del país.

 

Hace un par de décadas, merced a las importantes obras de reforma llevadas a cabo, que resultaron muy costosas y en las que se emplearon tres años y medio, este insigne monumento ha sido salvado de la ruina.

 

El pórtico tiene dieciséis columnas monolíticas de granito. En el tambor había un bajorrelieve en bronce que representaba la batalla de los Dioses y de los Gigantes. El techo del pórtico estaba revestido de bronce. El precioso material, de unas 450.000 libras, fue removido por el papa Urbano VIII y utilizado por Gian Lorenzo Bernini para el baldaquino de la Iglesia de San Pedro de El Vaticano y otras obras. En los dos nichos estaban las estatuas de Augusto y Agripa. Las puertas de bronce son originales.

 

El interior mide 4.340 cm de diámetro y otros tantos de alto. Por la apertura que está en la cúspide entran luz y aire. No existe en todo el mundo un monumento que pueda igualarse al Panteón. La solemne cúpula, con su abertura, nos deja ver el cielo, dándonos la sensación de que desciende en el interior de este templo dejado abierto para que la oración pueda elevarse libremente: todo nos da una impresión de solemnidad, una impresión que ni siquiera el colosal templo de San Pedro puede producirnos.

 

Su simple regularidad, la belleza de sus partes y el espléndido material dan al interior un carácter sublime. En derredor hay siete hornacinas: en la de enfrente, estaba la estatua de Júpiter vengador, que había castigado a los asesinos de César; en las otras, estaban las estatuas de Marte y Rómulo, de Eneas, de Julio (Ascanio) y de Julio César; otros dioses y héroes estaban en el espacio intermedio. Sólo las espléndidas columnas de amarillo antiguo han quedado en pie para darnos una idea de la magnificencia de los tiempos antiguos.

La Iglesia de San Clemente de Tahull

 

Es una iglesia románica de planta basilical perfecta que se encuentra en Tahull, municipio del valle de Bohí, provincia de Lérida, España.

 

Historia

La iglesia fue consagrada el 10 de diciembre, de 1123. Su planta de basílica perfecta con tres naves contrasta bastante con la techumbre de madera, sustituida en la época por la bóveda de piedra y ladrillo. Esto podría considerarse como un hecho anacrónico.1 Por otro lado, la decoración lombarda del exterior sitúa a la iglesia en una modernidad que se había extendido ya por las regiones italianas de Mantua y Verona.2

El 30 de noviembre de 2000 la Unesco declaró al conjunto románico de la Vall de Boí Patrimonio de la Humanidad, si bien desde la organización se manifestó el deseo de que en el futuro las pinturas y mobiliario originales de las diversas iglesias fueran devueltas por el MNAC (Museo de Arte de Cataluña).

 

Descripción del edificio

Es de planta basilical con tres naves, triple ábside, el que corresponde a la nave central más grande que los otros dos, más una torre exenta situada en la fachada meridional hacia oriente, muy cerca de los ábsides. Las naves convergen ligeramente hacia la cabecera. La estructura del edificio es rústica, con la piedra de los muros sin tallar.

 

Éstos no tienen ventanas, siendo sus únicos vanos las dos puertas, la meridional y la occidental (más la que da acceso a la torre). Sólo se abren huecos en la cabecera. La construcción de la cubierta es muy primitiva y rústica. Las vigas están superpuestas y tendidas de muro a muro sin atirantar, formando así una armadura central donde se distribuyen las otras vigas que sostienen el techo.

 

Interior

Las naves están divididas por tres columnas cada una. Carecen de ventanas al exterior. Las columnas son cilíndricas, hechas de piedras amalgamadas. Algunas salen directamente desde el suelo mientras que otras se asientan sobre una basa muy simple. En la parte superior están adornadas con un collarín de esquinillas, típica decoración lombarda, sobre todo de exteriores. Estas columnas carecen de capiteles y en su lugar están rematadas con ábacos muy sencillos sobre los que se asientan los arcos. Sobre los arcos se eleva el muro que tiene la suficiente altura para dar lugar a las dos vertientes del tejado.

La cabecera está compuesta por un ábside central y dos laterales más pequeños. En este caso se ha empleado la bóveda. En las arquerías y ventanas se observa una mejor y más cuidada labor de piedra tallada.

 

Exterior

Los muros no tienen ornamentación alguna y solo se ven interrumpidos por los vanos de las puertas. En los ábsides se aplica una decoración lombarda muy simple y armoniosa. El ábside central está decorado por grupos de cuatro arquillos ciegos, dobles, separados por medias columnas. Sobre ellos corre un friso de esquinillas como el que se ha visto en algunas de las columnas del interior. El tramo central tiene una ventana y sobre los laterales hay sendos vanos en forma de ojo de buey. Los absidiolos también llevan la misma decoración lombarda, pero con grupos de tres arcos ciegos en lugar de cuatro. Tienen una ventana cada uno.

 

La torre

La torre campanario es cuadrada y está exenta, aunque edificada muy cerca del grueso del edificio, en el ángulo del muro sur junto a la cabecera. Es alta y esbelta como todas las torres lombardas levantadas en el valle de Boí. Corresponde al grupo de torres contemporáneas de las italianas edificadas en el siglo XII, que se construyeron mucho más elegantes que las de la etapa anterior.

Consta de cinco pisos asentados sobre un zócalo macizo bastante alto. En las cuatro caras de cada piso se repite la misma decoración y distinto número de ventanas. En el zócalo hay una sola ventana más los cinco arquillos ciegos. En los restantes pisos varía el número de ventanas, separadas por columnillas cuyos capiteles en forma de zapata están dispuestos perpendicularmente al muro de la torre. Los tres últimos pisos llevan a manera de imposta una decoración de esquinillas como la de los ábsides. En el friso superior hay incrustaciones de cerámica y colorido distinto de la piedra. Todas las torres del valle de Boí siguen el canon (o proporción de medidas) de los minaretes, que consiste en que la altura es igual al perímetro. En el cuarto piso de la torre hay una pequeña campana apreciable en la siguiente imagen: www.artehistoria.jcyl.es/tesoros/jpg/HII18332.jpg dima. shal.

 

Pinturas murales románicas

En su origen toda la iglesia estuvo revestida con decoración polícroma, las paredes de las naves, los ábsides, y las columnas. Se han conservado a través de los siglos las pinturas del ábside central, de uno de los absidiolos y de las claves de los otros arcos. Estas pinturas fueron trasladadas al Museo Nacional de Arte de Cataluña (MNAC) para protegerlas y conservarlas adecuadamente. Las del ábside central fueron reproducidas in situ con copia exacta. Los artistas son anónimos pero el maestro que pintó el ábside central es reconocido en el mundo artístico como maestro de Taüll. Se distingue como un pintor muy bien formado que domina las técnicas y que conoce la iconografía que estaba al uso en la época. El otro pintor continuador de la obra en los absidiolos es de menor categoría.3

 

Pinturas del ábside central

Todo el cascarón del ábside central (de 4 m de diámetro) estaba recubierto de pinturas murales que se conservan en el Museo de Arte de Cataluña. Representan el Pantocrátor metido en una mandorla perlada, sentado en una franja transversal que está decorada con dibujos vegetales. A la altura de sus hombros están dibujadas las letras griegas Α y Ω, simbolizando a Cristo como principio y fin de todas las cosas. El Pantocrátor está en actitud de juzgar con su mano derecha mientras que en la izquierda sostiene un libro abierto en que puede leerse:

«Ego sum lux mundi»

El significado de esta frase es "Yo soy la luz del mundo".

Está vestido con una túnica grisácea y envuelto en un manto azulado. Sus pies desnudos descansan sobre una semiesfera, saliéndose de la mandorla. A su alrededor se ven cuatro ángeles que llevan los atributos de los cuatro evangelistas los Tetramorfos y dos serafines de seis alas en las que se han dibujado seis ojos.4 La zona inferior muestra un fondo de tono azulado sobre el que están dibujadas las figuras de la Virgen y cinco apóstoles, bajo arcos rebajados que se apoyan sobre capiteles foliados. Se reconoce a San Juan Evangelista por ser el único imberbe.La Virgen está vestida con una toca blanca y un manto azul;y porta en su mano izquierda el Santo Grial.

 

Pinturas en las claves de los arcos

En el arco triunfal está representado el Cordero nimbado y con el dibujo de la cruz, en cuya cara vuelve a repetirse el símbolo de los ojos (como visión apocalíptica).5 En la clave del otro arco se ve representada la mano divina que bendice saliendo de un círculo. En otra clave se conserva la figura del patriarca Jacob y la de Lázaro con su perro, a la puerta del rico avariento Epulón.

 

Fecha de fundación en una columna

Se conserva también un fragmento escrito en una de las columnas, donde aparece la fecha de consagración de la iglesia:

«Anno ábside incarnacione

Domini MCXXIII IIII idus decembris

Venit Raimundus episcopus Barbastre

Nsis et consacravit hanc ecclesiam in honore

Sancti Clementis Martiris et ponens reliquias

In altare sancti Cornelii Episcopi et Martiris»

 

Frontal de altar

En el Museo de Arte de Barcelona se conserva también el frontal de un altar procedente de San Clemente de Taüll, obra del siglo XIII. Sus escenas están dedicadas a la vida de este santo; la narración se divide en dos zonas, superior e inferior. En la zona superior se puede ver al santo convirtiendo a Teodora (en contra de la voluntad de su marido Sisinio, cortesano de Nerva) y la escena de la inventio de la fuente de la vida señalada por el Cordero. En la zona inferior están las escenas del juicio de Clemente ante el emperador Trajano y el martirio6 así como el milagro del arca marmórea que emerge con el niño vivo después haber estado bastante tiempo encerrado. El marco y el fondo de la decoración son en relieve, en estuco.

La Basílica Papal de Santa María la Mayor es una auténtica joya de belleza de valor inestimable. Desde hace dieciséis siglos domina la ciudad de Roma: es el templo mariano por excelencia y cuna de la cultura artística, representa un punto de referencia para los cives mundi que desde todas las partes del mundo llegan a la Ciudad Eterna para deleitarse con lo que la Basílica les ofrece a través de su monumental grandeza.

 

Es la única de las basílicas mayores de Roma que ha logrado conservar su estructura original, aunque a lo largo del tiempo se han ido añadiendo algunas modificaciones. En su interior presenta algunos detalles por los que destaca respecto a las demás basílicas: en primer lugar los mosaicos de la nave central y del arco triunfal del siglo V d. C., realizados durante el pontificado de Sixto III (432-440) y los del ábside, cuya realización fue dirigida por el fraile franciscano Jacopo Torriti por orden del Papa Nicolás IV (1288-1292); la pavimentación de tipo "cosmatesco" donada por los caballeros Scoto Paparone e hijo en el 1288; el techo artesonado de madera dorada diseñado por Giuliano San Gallo (1450); el belén del siglo XII de Arnolfo de Cambio; las numerosas capillas (de la Borghese a la Sixtina y a la Sforza, de la de Cesi a la del Crucifijo y a la de San Miguel); el Altar mayor realizado por Ferdinando Fuga y sucesivamente enriquecido con otras decoraciones por el genio Valadier; y por último, la Reliquia de la Sagrada Cuna y el baptisterio. Cada columna, cada cuadro, cada escultura, cada pieza de la Basílica representan una recopilación de la historia y de los sentimientos religiosos.

Early one morning , just as the sun was rising. St Michael's Mount (Cornish: Karrek Loos yn Koos,[1] (Carrek Los yn Cos), meaning "grey rock in the woods", also known colloquially by locals as simply the Mount) is a tidal island 366 m (400 yd) off the Mount's Bay coast of Cornwall, England, United Kingdom. It is a civil parish and is united with the town of Marazion by a man-made causeway of granite setts, passable between mid-tide and low water.

 

The island has a mix of slate and granite (see Geology below). Its Cornish language name – literally, "the grey rock in the wood" — may represent a folk memory of a time before Mount's Bay was flooded. Certainly, the Cornish name would be an accurate description of the Mount set in woodland. Remains of trees have been seen at low tides following storms on the beach at Perranuthnoe, but radiocarbon dating established the submerging of the hazel wood at about 1700 BC.[2] The chronicler John of Worcester[3] relates under the year 1099 that St. Michael's Mount was located five or six miles (10 km) from the sea, enclosed in a thick wood, but that on the third day of November the sea overflowed the land, destroying many towns and drowning many people as well as innumerable oxen and sheep; the Anglo-Saxon Chronicle records under the date 11 November 1099, "The sea-flood sprung up to such a height, and did so much harm, as no man remembered that it ever did before".[4] The Cornish legend of Lyonesse, an ancient kingdom said to have extended from Penwith toward the Isles of Scilly, also talks of land being inundated by the sea. This indicates that the sea had retracted, as one of the earliest references to the Mount (originally named 'Dynsol') was in the mid 11th century when it was 'St. Michaels by the sea'. An earlier Saxon chronicle mentions that the land around St. Michael's mount was inundated and many people drowned in 1014.[5] This equates with the basis of a later port in Helston whose valley formed part of the same forest. In prehistoric times, St Michael's Mount may have been a port for the tin trade, and Gavin de Beer made a case for it to be identified with the "tin port" Ictis/Ictin mentioned by Posidonius.[2]

 

Historically, St Michael's Mount was a Cornish counterpart of Mont Saint-Michel in Normandy, France (which shares the same tidal island characteristics and the same conical shape), when it was given to the Benedictines, religious order of Mont Saint-Michel, by Edward the Confessor in the 11th century.[6]

 

St Michael's Mount is one of 43 (unbridged) tidal islands which can be walked to from mainland Britain.[7]

 

Contents [hide]

1 History

2 Local government

3 The island today

4 Geology

4.1 Granites

4.2 Devonian Pelites

4.3 Mineralisation

5 In popular culture

6 Images

7 See also

8 References

8.1 Notes

8.2 General references

9 External links

History[edit]

  

St Michael's Mount in 1900

The Mount may be the Mictis of Timaeus, mentioned by Pliny the Elder in his Naturalis Historia (IV:XVI.104), and the Ictis of Diodorus Siculus.[citation needed] Both men had access to the now lost texts of the ancient Greek geographer Pytheas, who visited the island in the fourth century BC. If this is true, it is one of the earliest identified locations in the whole of western Europe and particularly on the island of Britain, although the account of John of Worcester in the 11th century would point to this association being very unlikely.

 

It is claimed that St. Michael, the Archangel appeared to local fishermen on the Mount in the fifth century AD,[8] which according to author Richard Freeman Johnson is perhaps a nationalistic twist to a myth.[9]

 

It may have been the site of a monastery in the 8th – early 11th centuries and Edward the Confessor gave it to the Norman abbey of Mont Saint-Michel.[10] It was a priory of that abbey until the dissolution of the alien houses by Henry V, when it was given to the abbess and Convent of Syon at Isleworth, Middlesex. It was a resort of pilgrims, whose devotions were encouraged by an indulgence granted by Pope Gregory in the 11th century.

 

The monastic buildings were built during the 12th century and in 1275 an earthquake destroyed the original priory church, which was rebuilt in the late 14th century. It is still in use today. The priory was seized by the Crown, when Henry V went to war in France and it became part of the endowment for the Brigittine Abbey of Syon at Twickenham in 1424. Thus ended the connection with Mont St Michel.[10][11]

 

Henry Pomeroy captured the Mount, on behalf of Prince John, in the reign of Richard I. John de Vere, 13th Earl of Oxford, seized and held it during a siege of 23 weeks against 6,000 of Edward IV's troops in 1473. Perkin Warbeck occupied the Mount in 1497. Humphry Arundell, governor of St Michael's Mount, led the rebellion of 1549. During the reign of Queen Elizabeth I, it was given to Robert Cecil, Earl of Salisbury, by whose son it was sold to Sir Francis Basset. During the Civil War, Sir Arthur Basset, brother of Sir Francis, held the Mount against the parliament until July 1646.

 

In 1755 the Lisbon earthquake caused a tsunami to strike the Cornish coast over 1,000 miles (1,600 km) away. The sea rose six feet in 10 minutes at St Michael's Mount, ebbed at the same rate, and continued to rise and fall for five hours. The 19th-century French writer Arnold Boscowitz claimed that "great loss of life and property occurred upon the coasts of Cornwall."[12]

 

In the late 19th century the skeleton of an anchorite was discovered when a chamber was found beneath the castle's chapel.[citation needed] When the anchorite died of illness or natural causes, the chamber had been sealed off to become his tomb.[citation needed] The Mount was sold in 1659 to Colonel John St Aubyn. His descendant, Lord St Levan, continues to be the "tenant" of the Mount but has ceased to be resident there, his nephew, James St Aubyn, taking up residency and management of the Mount in 2004.

 

Little is known about the village before the beginning of 18th century, save that there were a few fishermen's cottages and monastic cottages. After improvements to the harbour in 1727, St Michael's Mount became a flourishing seaport, and by 1811 there were 53 houses and four streets. The pier was extended in 1821[13] and the population peaked in the same year, when the island had 221 people. There were three schools, a Wesleyan chapel, and three public houses, mostly used by visiting sailors. The village went into decline following major improvements to nearby Penzance harbour and the extension of the railway to Penzance in 1852, and many of the houses and buildings were demolished.

 

The Mount was fortified during the Second World War during the invasion crisis of 1940–41. Three pillboxes can be seen to this day.[14]

 

Sixty-five years after the Second World War, it was suggested based on interviews with contemporaries that the former Nazi foreign minister and one time ambassador to Britain, Joachim von Ribbentrop, had wanted to live on the Mount after the planned German conquest. Archived documents revealed that during his time in Britain in the 1930s, in which he had initially proposed an alliance with Nazi Germany, Ribbentrop frequently visited Cornwall.[15]

 

In 1954, the 3rd Baron St Levan gave most of St Michael's Mount to the National Trust, together with a large endowment fund.[citation needed] The St Aubyn family retained a 999-year lease to inhabit the castle and a licence to manage the public viewing of its historic rooms. This is managed in conjunction with the National Trust.

 

Local government[edit]

  

St Michael's Mount

Until recent times both the Mount and the town of Marazion formed part of the parish of St Hilary.[6] St Michael's Mount forms its own civil parish for local government purposes. Currently, this takes the form of a parish meeting as opposed to a parish council (that is, a yearly meeting of electors that does not elect councillors). The current chairman of the St Michael's Mount parish meeting is James St Aubyn.

 

The island today[edit]

The chapel is extra-diocesan, and the castle is the official residence of Lord St Levan. Many relics, chiefly armour and antique furniture, are preserved in the castle. The chapel of St Michael, a fifteenth-century building, has an embattled tower, in one angle of which is a small turret, which served for the guidance of ships. Chapel Rock, on the beach, marks the site of a shrine dedicated to the Virgin Mary, where pilgrims paused to worship before ascending the Mount. A few houses are built on the hillside facing Marazion, and a spring supplies them with water.

 

Some studies indicate that any rise in ocean waters as well as existing natural erosion would put some of the Cornwall coast at risk, including St. Michael's Mount.[16]

 

There is a row of eight houses at the back of the present village; they were built in 1885 and are known as Elizabeth Terrace. A spring supplies them with water. Some of the houses are occupied by staff working in the castle and elsewhere on the island.

 

The island cemetery (currently no public access) contains the graves of former residents of the island and several drowned sailors. There are also buildings that were formerly the steward's house, a changing-room for bathers, the stables, the laundry, a barge house, a sail loft (now a restaurant), and two former inns. A former bowling green adjoins one of the buildings.

 

One of the most noteworthy points of interest on the island is the island's own underground railway, which is still used to transport goods from the harbour up to the castle. It was built by tin miners around 1900, replacing the pack horses which had previously been used. Due to the steep gradient, it cannot be used for passengers. The National Trust currently does not permit public access or viewing of the railway.

 

The harbour, widened in 1823 to allow vessels of 500 tons to enter, has a pier dating from the fifteenth century which was subsequently enlarged and restored. Queen Victoria landed at the harbour from the royal yacht in 1846, and a brass inlay of her footstep can be seen at the top of the landing stage. King Edward VII's footstep is also visible near the bowling-green. In 1967 the Queen Mother entered the harbour in a pinnace from the royal yacht Britannia.

 

Geology[edit]

The rock exposures around St Michael's Mount provide an opportunity to see many features of the geology of Cornwall in a single locality.[17] The mount is made of the uppermost part of a granite intrusion into metamorphosed Devonian mudstones or pelites. The granite is itself mineralised with a well-developed sheeted greisen vein system. Due to its geology the southern coast of the island was designated a Site of Special Scientific Interest in 1995.[18]

 

Granites[edit]

There are two types of granite visible on the mount. Most of the intrusion is a tourmaline muscovite granite which is variably porphyritic. This is separated from a biotite muscovite granite by pegmatites.

 

Devonian Pelites[edit]

Originally laid down as mudstones these pelites were regionally metamorphosed and deformed (mainly folded here) by the Variscan orogeny. They were then affected by the intrusion of the granite, which caused further contact metamorphism, locally forming a hornfels, and mineralisation.

 

Mineralisation[edit]

The best developed mineralisation is found within the uppermost part of the granite itself in the form of sheeted greisen veins. These steep W-E trending veins are thought to have formed by hydraulic fracturing when the fluid pressure at the top of the granite reached a critical level. The granite was fractured and the fluids altered the granite by replacing feldspars with quartz and muscovite. The fluids were also rich in boron, tin and tungsten and tourmaline, wolframite and cassiterite are common in the greisen veins. As the area cooled the veins became open to fluids from the surrounding country rock and these deposited sulphides e.g. chalcopyrite and stannite. Greisen veins are also locally developed within the pelites.

 

In popular culture[edit]

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This section does not cite any references or sources. Please help improve this section by adding citations to reliable sources. Unsourced material may be challenged and removed. (October 2010)

"Mt Saint Michel Mix + Saint Michaels Mount" is the title of an experimental electronic track by musician Aphex Twin, who grew up in Cornwall.

 

In Michael Moorcock's series of Fantasy novels about Prince Corum, a fictionalised version of St Michael's Mount appears as Moidel's Mount.

 

It was prominently featured in the 1979 film Dracula as the exterior of Castle Dracula.

 

It appeared in the 1983 James Bond film Never Say Never Again, as two guided missiles armed with nuclear warheads fly over the English countryside and out to sea, passing directly over St Michael's Mount.

 

In the 2003 film Johnny English it was used as the exterior of the character Pascal Sauvage's French chateau.

 

It was one of the locations used on BBC One "Balloon" Idents.

 

In the Spring of 2012, it was a filming location of the fantasy adventure movie Mariah Mundi and the Midas Box, which was released in 2014.

La imagen nos muestra una pintura mural realizada con la técnica del fresco. La pared se cubrió primero con una capa de cal, y cuando está se encontraba aún húmeda, el artista pintó sobre ella con pigmentos de origen mineral. Se comprende que se necesitaron varias jornadas de trabajo para completarlas y que se preparó para cada día un sector distinto del muro. Se supone que el artista realizó un dibujo preparatorio sobre el muro, posteriormente aplicaba el color de fondo y por último definía los detalles. Los colores son tan vivos que, probablemente, se remató en seco aplicando pintura al temple. Se trataría, entonces, de una técnica mixta.

 

La pintura se adapta al marco arquitectónico, en concreto a una bóveda de cuarto de esfera de medianas dimensiones. A no dudar, se trata del ábside de una iglesia, por lo que su temática es religiosa. Señalar que la obra de arte se encuentra conservada fragmentariamente. El artista ha dispuesto los personajes en dos franjas horizontales de distinto tamaño, separadas por una banda con inscripciones. En la franja superior, que se corresponde con el cascarón o zona curvada en vertical de la bóveda, figura en posición central un Pantocrátor o Cristo en Majestad. Se halla sentado, apoyándose sobre una franja curvada decorada con motivos vegetales. Su figura se halla enmarcada por una mandorla o aureola en forma de almendra. Además un nimbo crucífero circunda su cabeza. A izquierda y derecha de su figura aparecen las letras griegas alfa y omega. Viste una túnica de color gris, a la que se sobrepone un manto de tono azulado. Su rostro, alargado y muy simétrico, presenta una mirada penetrante. El Pantocrátor (término que significa «Todopoderoso») alza su brazo derecho en actitud de bendecir, mientras su mano izquierda sostiene un libro abierto en el que puede leerse la frase «Ego sum Lux Mundi» («yo soy la luz del mundo») escrita en letras capitales latinas. La figura muestra sus pies desnudos, sobresaliendo de la mandorla y apoyados en una media esfera.

 

Rodean al Pantocrátor, en la misma franja, cuatro ángeles que portan los tetramorfos o símbolos de los cuatro evangelios. El que figura en la zona superior izquierda porta un libro (ya que el propio ángel es el símbolo del evangelio de San Mateo). Bajo él, otro ángel se acompaña de un león alado (San Marcos). El esquema se repite en la zona derecha, con las representaciones un ángel que transporta un águila (San Juan) y otro asiendo a un toro alado (San Lucas). La composición se remata, en los extremos, con la presencia de sendos serafines, dotados de seis alas, consteladas de ojos, al igual que el cuerpo del león y del toro.

 

En la franja inferior se hallan representadas seis figuras de cuerpo entero separadas en dos grupos de tres por el arco que permite la iluminación interior del ábside. A nuestra izquierda se encuentran Santo Tomás, San Bartolomé y la Virgen. A la derecha figuran San Juan, Santiago y otro apóstol (San Felipe) cuya representación está prácticamente perdida. Sus nombres aparecen indicados en la banda que separa esta zona de la superior. Todas las figuras se sitúan bajo arcos rebajados sostenidos por columnas con capiteles con decoración vegetal. María porta un cáliz, mientras los apóstoles llevan libros que muestran al espectador.

 

En toda la composición resulta evidente el predominio por la simetría, establecida a partir del eje vertical de la bóveda y del arco del ábside.

 

En esta pintura no existe línea del horizonte ni ningún recurso que indique el espacio o la tridimensionalidad. El fondo está ocupado por franjas de colores planos: azul, amarillo y negro en el primer registro y rojo en el segundo.

 

La perspectiva empleada es la simbólica o jerárquica: el tamaño y la situación de los personajes depende de su importancia. En algún caso se recurre a la técnica de solapamiento. Las figuras se alargan o se contraen para adaptarse al marco arquitectónico en el que están pintadas.

 

Las imágenes se encuentran perfectamente delimitadas con un trazo grueso que separa los colores, así que el dibujo predomina sobre los colores. Éstos resultan completamente planos. Existe un equilibrio entre las gamas de tonos cálidos y tonos fríos.

 

Las figuras carecen de corrección anatómica, destacando lo forzado de la postura sedente del Pantocrátor y la colocación en uve de sus pies. El drapeado, plegado de sus vestiduras, es la única manifestación de volumen y movimiento en una composición marcada por la frontalidad, el estatismo y la rigidez. La expresión de los rostros es hierática, menos la del Jesucristo que resulta seria y severa.

 

Pese al mediano tamaño del ábside y la simplicidad de los recursos pictóricos empleados –o tal vez por esta circunstancia- La obra causa una impresión de grandeza y majestuosidad. A destacar también la fuerza y la expresividad de la composición.

 

Por el empleo del fresco, la rigidez de la composición, la temática y la impresión de grandeza y solemnidad, la obra pertenece al arte románico. Éste estilo estaba dividido en diversas escuelas nacionales y regionales desde sus inicios, encuadrándose esta pintura en la escuela catalana, caracterizada por la síntesis de formas italo-bizantinas y mozárabes. En Cataluña se ha conservado la mayor parte de los frescos románicos que han llegado hasta nosotros, y lo mismo se puede decir de la pintura ejecutada sobre tabla (frontales de altar).

 

Para evitar que estas obras se dispersaran por colecciones extranjeras, en el primer tercio del siglo XX la mayor parte de estas obras se retiraron de sus ubicaciones originarias y se almacenaron en el Museo Nacional de Arte de Cataluña, situado en Barcelona, donde actualmente se conservan. Los frescos se traspasaron a lienzo y así pudieron trasladarse a este museo. Por la escasez de las muestras de estas pinturas, por sus dimensiones y su calidad, los fondos románicos conforman una serie excepcional, considerada única en el mundo.

 

El fresco que comentamos es estimado como el mejor exponente de esta escuela. Se trata de la Maiestas Domini (Cristo en Majestad) o Pantócrator del ábside de la iglesia de San Clemente de Tahull (en catalán, Sant Climent de Taüll) del pirineo leridano. Su autor es conocido como el Maestro de Tahull, porque su identidad nos es desconocida.

 

Hay que recordar que en este momento a los artistas no se les guardaba ninguna valoración especial, y se les consideraba simples artesanos. Como otros tantos pintores de la época, el Maestro de Tahull debió trabajar en talleres itinerantes. Se duda si su procedencia era italiana -por su conocimiento de la tradición bizantina- o hispánica (catalán o aragonés) por algunos rasgos que denotan influencia mozárabe.

 

Discípulo o seguidor suyo se considera al autor de las pinturas de la vecina iglesia de Santa María de Tahull, el Maestro de Santa María de Tahull. Dado que el interior de la iglesia de San Clemente fue decorado con frescos en su práctica integridad, se comprende que en este monumento trabajaron varios artistas. Por una inscripción, sabemos que el conjunto fue terminado en 1123. Señalar que en esta etapa Tahull y su comarca –el Valle del Bohí- pertenecía, tanto en la esfera política como en la jurisdicción religiosa al reino de Aragón.

 

Para situar el monumento en su contexto histórico, social, político y religioso señalemos que el arte románico es el fruto de la combinación armónica de las más diversas influencias: romana, bizantina, prerrománica, e islámica. La distribución geográfica de este estilo es muy amplia y alcanza buena parte de Europa con una alta densidad de construcciones en el norte de España, Francia, Gran Bretaña, Alemania e Italia, extendiéndose por otras regiones más septentrionales y orientales del continente. Las cruzadas extenderán este arte a Tierra Santa.

  

La península Ibérica, se encuentra en este momento repartida entre cristianos y musulmanes, de ahí que el grueso de las manifestaciones de este estilo se concentren en la mitad septentrional. La convivencia con el arte islámico, especialmente el califal, hará surgir un románico mudéjar, que más que un estilo hay que verlo como una fusión entre las técnicas constructivas y decorativas de la arquitectura románica y de la musulmana.

 

La cronología del románico resulta sorprendentemente breve: surge con posterioridad al año 1000 y a partir del 1144 (consagración de la abadía francesa de Saint-Dennis), comienza a ser sustituido por el gótico, bien que el reemplazo hasta la segunda mitad del siglo XIII, aunque en algunas comarcas pervive hasta el siglo XIV.

 

El mundo románico se caracterizaba por una economía ruralizada, basada en el feudo (gran explotación agraria autosuficiente). Los intercambios económicos solían realizarse mediante trueque, pago en especie o en jornadas de trabajo. Las ciudades o burgos resurgieron a partir del siglo XI, concentrando la artesanía y el comercio.

 

La sociedad estaba configurada en estamentos o grupos sociales a los que se accedía por nacimiento, salvo el clero. Los privilegiados eran la nobleza y el clero y los no privilegiados (villanos) eran un grupo muy heterogéneo (burgueses, artesanos y campesinos). Los siervos de la gleba eran agricultores que vivían en estado de semi-esclavitud.

 

El régimen político imperante era la monarquía hereditaria. En teoría el poder del rey era absoluto, pero en la práctica tenía que gobernar de acuerdo con los nobles con los que establecía relaciones de vasallaje.

 

Respecto a la religión, en este período el Occidente Europeo sigue las enseñanzas de la Iglesia Católica Romana. La Iglesia ayudaba al rey en el gobierno y la administración, controlaba la educación, la cultura y la producción artística. Por lo demás, al administrar los sacramentos, su influencia se dejaba sentir con fuerza en la vida privada. En esta época los monasterios benedictinos cobran un gran auge y reciben cuantiosas donaciones, sobre todo en tierras. También destacan algunas catedrales y santuarios que albergaban preciadas reliquias y que no tardan en convertirse en lugares de peregrinación.

 

El arte románico se convirtió en un eficaz vehículo de la autoridad de la Iglesia y de su doctrina. En este estilo la escultura y la pintura tienen un fin instructivo, pedagógico y aleccionador. Con ellas se transmiten mensajes catequéticos y simbólicos a los feligreses que podían «leer» y recordar en las imágenes tanto las enseñanzas de las Sagradas Escrituras como la concepción del mundo y el universo vigente este momento, concepción en la que primaba lo trascendente y lo simbólico.

 

Se comprende que el espacio privilegiado del ábside se reservara a la figura de Cristo, la Virgen y los Apóstoles. Uno de las representaciones iconográficas más reproducidas es la que aquí se observa: la Maiestas Domini o Cristo en Majestad: Jesús todopoderoso, sentado sobre el arco-iris y en actitud de bendecir al mundo (que se halla a sus pies) pero cuyo rostro (serio y sereno al mismo tiempo) denota también la concepción de Dios-juez de las obras humanas. Como las letras griegas acreditan, él es principio y fin de todas las cosas; la luz del mundo, en definitiva, según reza la frase en latín. Debe, por tanto, el hombre seguir este mensaje divino, que le garantiza su salvación eterna. Le rodean ángeles, los tetramorfos o vivientes (ángeles zoomorfos) y los serafines (ángeles de tres pares de alas), de acuerdo con la visión del trono divino que aparece en el Apocalipsis de San Juan y en las profecías de Isaías y Ezequiel. Los tetramorfos fueron identificados con los cuatro evangelistas, bien que ya aparecen en el Antiguo Testamento y su origen se puede rastrear en los toros androcéfalos y alados de los palacios asirios (conocidos como «lammasu») y otros seres híbridos del arte mesopotámico.

  

Por otra parte, la disposición del conjunto pictórico en dos franjas horizontales viene a simbolizar la presencia de dos ámbitos paralelos: en el superior se representa el Cielo, en torno a Cristo; en el inferior se nos muestra a la Iglesia, mediante las figuras de María y los Apóstoles. Éstos últimos fueron testigos de la vida y enseñanza de Jesús, evangelizaron a pueblos y naciones y muchos de ellos sufrieron martirio. De ahí que compartan con Cristo y los ángeles, el espacio privilegiado del ábside central. Por lo demás el Apocalipsis nos habla de veinticuatro ancianos que circundan a la divinidad y que se interpretan como los doce apóstoles y los patriarcas de las doce tribus de Israel.

 

La representación de la Virgen María nos recuerda la consideración de la Madre de Cristo como camino para la redención de la humanidad. Se solía colocar entre el colegio apostólico como testigo de la divinidad de Cristo y como participante en el Descenso del Espíritu Santo o Pentecostés.

 

María sostiene en su mano una especie de copa, símbolo iconográfico que algunos creen que contiene la sangre de Cristo y otros que corresponde al salmo 116: «levantaré el cáliz de la salvación e invocaré el nombre de Yahvé», o de los evangelios apócrifos en la que se la califica como «vaso de elección» y «cáliz del mundo». En cualquier caso, y por la similitud con las imágenes que en estilo posteriores se realizarían de la Fe o de la Eucaristía, parece seguro que la Virgen aparece con el cáliz como personificación de la Iglesia.

 

Esta obra nos demuestra la importancia de la imagen en el occidente medieval cristiano. Con todo, habría que recordar que el arte cristiano comenzó su recorrido con cierto temor hacia el uso de las estatuas y pinturas, temor heredado del judaísmo y que se remonta a la prohibición del culto a los ídolos recogida en el Libro del Éxodo.

 

Con todo, habría que señalar que los restos conservados de las sinagogas de los primeros siglos de nuestra era nos muestran que la restricción se hallaba entonces bastante mitigada entre los hebreos. En cualquier caso, el arte de las catacumbas recurrirá primero a pinturas simbólicas y, muy lentamente, comenzarán a surgir episodios del Antiguo y del Nuevo Testamento, así como efigies de los Santos.

 

La instauración del cristianismo como religión oficial dio un vuelco a la cuestión, pues la necesidad de enseñar y catequizar a las multitudes, así como de afirmar la ortodoxia, condujo a la creación de vastos programas iconográficos que recubrían en su práctica integridad los muros y cúpulas de las iglesias.

 

La irrupción del Islam en el ámbito mediterráneo, seguido de la crisis iconoclasta en los siglo VIII y IX supuso un punto de inflexión en el desarrollo de la iconografía cristiana, bien que los iconoclastas no se plantearon la condena de las imágenes, como se suele creer, sino la vuelta a los programas simbólicos del primer arte cristiano. En cualquier caso, el triunfo de la ortodoxia significó la consagración de las imágenes y posibilitó no sólo la vuelta de la pintura y el mosaico figurativos, sino la incorporación de la escultura a las representaciones religiosas. El recurso a la figuración para instruir y aleccionar acabó creando conjuntos tan extensos y complejos como el de la iglesia que analizamos. Digamos, que al igual que los faraones o los emperadores de Roma, las Iglesias, tanto la oriental como la occidental, acabaron por sucumbir al poder de las imágenes.

 

[Este comentario depende en gran medida (incorpora párrafos enteros) de otro de la misma obra, realizado por el profesor Juan Diego Caballero Oliver, catedrático de Geografía e Historia en el IES «Néstor Almendros» (Tomares, Sevilla). A continuación se reproduce un enlace hacia el el comentario de esta obra de arte en el blog de este profesor.]

 

aprendersociales.blogspot.com.es/2007/12/el-pantocrtor-de...

 

La imagen procede de la página del Museo de Arte Nacional de Cataluña / Museu Nacional d'Art de Catalunya:

 

cultura.gencat.cat/patrimoni/sant_climent_taull_mnac/inde...

 

Showing itself primarily in ancient Gnostic texts, the Ouroboros is any image of a snake, worm, serpent, or dragon biting its own tail. Generally taking on a circular form, the symbol is representative of many broad concepts. Time, life continuity, completion, the repetition of history, the self-sufficiency of nature, and the rebirth of the earth can all be seen within the circular boundaries of the Ouroboros.

 

Societies from throughout history have shaped the Ouroboros to fit their own beliefs and purposes. The image has been seen in ancient Egypt, Japan, India, utilized in Greek alchemic texts, European woodcuts, Native American Indian tribes, and even by the Aztecs. It has, at times, been directly associated to such varying symbols as the Roman god Janus, the Chinese Ying Yang, and the Biblical serpent of the garden of Eden. Even The X-Files' Dana Scully chose the Ouroboros to be tattooed on her back because she felt it represented the progression of her life. It seems that the Ouroboros is a powerful archetypal symbol, a part of our Spiritus Mundi, the collective unconscious which thrives within each and every human being regardless of race or culture.

  

Los Atlantes, uno de los principales atractivos de la zona arqueológica, ubicada en el estado Hidalgo.

 

Cuenta una leyenda que el rey-sacerdote Quetzalcóatl fundó la ciudad de Tula después de vengar el asesinato de su padre, y comenzó así un gran periodo de esplendor para los toltecas, ya que de la mano de su gobernante aprendieron artes e importantes doctrinas religiosas y realizaron grandes construcciones como los atlantes, símbolo que identifica la zona arqueológica.

 

Ubicada aproximadamente a 85 kilómetros al norte de la ciudad de México, en el estado de Hidalgo, la Zona Arqueológica de Tula es un lugar donde el tiempo corre de manera muy lenta y apacible. Los fuertes vientos y el clima semiseco, propios de la región del Valle del Mezquital, sitúan a la zona en un espacio donde el cielo siempre es azul.

 

Tula, junto con Teotihuacan y Tenochtitlan, fue uno de los grandes centros urbanos del Altiplano Central de Mesoamérica. La ciudad tuvo una larga vida de casi cuatro siglos en su momento de máximo apogeo (900 -1000 d. C.); de hecho, hacia el año 1000 era probablemente la ciudad más grande de Mesoamérica, con una extensión de casi 16 kilómetros cuadrados.

 

El esplendor de la antigua ciudad quedó representado por los vestigios que, hoy en día, componen la zona arqueológica, como la pirámide B o Edificio de los Atlantes, el Palacio Quemado, el Altar Central, el Coatepantli o Muro de las Serpientes, los Juegos de Pelotas y el Tzompantli. Construcciones que guardan testimonio de la jerarquía que tuvo la ciudad en la época prehispánica.

 

El volumen de las dos pirámides principales no es muy grande, si se compara, por ejemplo, con el de las pirámides del Sol y de la Luna en Teotihuacan, pero la dimensión de las pirámides era realzada por las terrazas y plataformas que conforman el gran complejo arquitectónico sobre el cual se alzaban.

 

De ahí que uno de los principales atractivos del lugar sean las esculturas conocidas como los Atlantes de Tula, que miden poco más de cuatro metros de altura, labrados en piedra basáltica, hallados en 1940 por el arqueólogo Jorge Acosta. Los monumentales atlantes custodian la parte superior del Templo de Tlahuizcalpantecutli o Estrella de la Mañana (Pirámide B) desde la cual se aprecia toda la plaza principal del sitio.

 

En la parte trasera de la Pirámide B se localiza el Coatepantli o Muro de serpientes, estructura que mediante los estudios se ha deducido estuvo dedicada a Quetzalcóatl.

 

El Coatepantli contiene tres hileras de frisos, de las cuales la central muestra serpientes que devoran individuos semidescarnados, quienes representarían el alma de los guerreros; las otras dos presentan grecas escalonadas, mientras que en su parte superior tiene grabados caracoles cortados transversalmente que de acuerdo con las investigaciones están asociados a Venus.

 

La estructura es, por lo tanto, una muestra de la gran destreza que tenían los toltecas para labrar piedras. Este arte también se aprecia en los frisos que recubren la parte trasera de la Pirámide B (edificio de los atlantes) los cuales representan a diversos animales, como un puma y águilas. Estas estructuras al igual que el Coatepantli marcaban los límites del “espacio sagrado”.

 

El edificio más importante de la zona es la llamada Pirámide C, localizada en el lado noreste de la plaza, su importancia radica porque de acuerdo con las investigaciones del arqueólogo del Instituto Nacional de Antropología e Historia (INAH) Robert Cobean a estructura probablemente, era el axis mundi del recinto sagrado y por lo tanto el eje central de construcción de la ciudad.

 

“Podemos ver, por ejemplo, cómo el adoratorio está alineado con la escalera central de la pirámide, así como el principal juego de pelota del sitio”, comentó el especialista quien, además, explicó que dicha estructura tiene elementos parecidos a la de la Luna, en Teotihuacan. “La mayor similitud entre ambas estructuras piramidales radica en que la planta de ambos edificios tiene cinco cuerpos”.

 

Esta pirámide y algunos otros edificios localizados en el lugar —relacionados con la clase media de Tula— son, desde el punto de vista de Cobean, un símil, una remembranza de los toltecas hacia la cultura teotihuacana. Lo anterior está relacionado con los dos grupos étnicos de la fundación de Tula, realizada hacia el 700 d. C., los teotihuacanos y los toltecas-chichimecas del norte.

 

El esplendor de la ciudad se ha fechado entre los años 900 y 1000 d. C.; durante este tiempo, Tula tenía casi 16 kilómetros cuadrados de extensión, por lo que la actual zona arqueológica sólo representa aproximadamente 12 por ciento de todo el territorio tolteca.

 

El Palacio Quemado, se ubica en el conjunto oeste de la Pirámide B (donde se encuentran los Atlantes). Está conformado por varios cuartos y columnas, así como patios hundidos centrales. El nombre fue dado por el arqueólogo Jorge Acosta, quien encontró en la década de los 40, sobre los pisos del edificio abundante carbón, restos de los techos quemados y colapsados.

 

El atractivo principal de esta estructura son los adosados de muros, vestíbulos, banquetas y altares recubiertos con bajorrelieves que representan procesiones de personajes divinos como Tláloc.

Pese al clima semiseco que caracteriza a la región y que se observa en los caminos que conducen a la zona arqueológica, los cuales están repletos de cactaseas, la presencia del río Tula permitió el desarrollo de una agricultura productiva. Por otra parte, la antigua ciudad estaba ubicada, de modo estratégico, en medio de yacimientos de obsidiana (como la Sierra de las Navajas), de alabastro y otros minerales.

Por su posición geográfica se convirtió en un importante paso de las rutas comerciales de la turquesa, proveniente del Norte de Mesoamérica, y de la región de Cañón del Chaco (en el actual territorio de Nuevo México, Estados Unidos).

 

FUENTE: www.inah.gob.mx/boletines/3-turismo-cultural/2706-tula-ci...

 

Roma è un ente speciale italiano di 2.748.809 abitanti, capoluogo della provincia di Roma, della regione Lazio e capitale della Repubblica Italiana.

È il comune più popoloso e più esteso d'Italia ed è il primo comune europeo per grandezza del territorio; per antonomasia, è definita l'Urbe e la Città eterna.

Nel corso della sua trimillenaria storia, è stata la prima grande metropoli dell'umanità[10], cuore di una delle più importanti civiltà antiche, che influenzò la società, la cultura, la lingua, la letteratura, l'arte, l'architettura, la filosofia, la religione, il diritto, i costumi dei secoli successivi; fu capitale dell'Impero romano, che estendeva il suo dominio su tutto il bacino del Mediterraneo e gran parte dell'Europa, e dello Stato Pontificio, sottoposto al potere temporale dei Papi.

È la città con la più alta concentrazione di beni storici e architettonici al mondo; il suo centro storico delimitato dal perimetro delle mura aureliane, sovrapposizione di testimonianze di quasi tre millenni, è espressione del patrimonio storico, artistico e culturale del mondo occidentale europeo e, nel 1980, insieme alle proprietà extraterritoriali della Santa Sede nella città e la basilica di San Paolo fuori le mura, è stato inserito nella lista dei Patrimoni dell'umanità dell'UNESCO.

Roma, cuore della cristianità cattolica, è l'unica città al mondo ad ospitare al proprio interno uno stato straniero, l'enclave della Città del Vaticano: per tale motivo è spesso definita capitale di due Stati.

  

Roma é a capital da Itália e sede da comuna e da província com o mesmo nome, na região do Lácio. Conhecida internacionalmente como A Cidade Eterna pela sua história milenar, Roma espalha-se pelas margens rio Tibre, compreendendo o seu centro histórico com as suas sete colinas: Palatino, Aventino, Campidoglio, Quirinale, Viminale, Esquilino, e Celio. Segundo o mito romano, a cidade foi fundada a cerca de 753 a.C.. (data convencionada) por Rómulo e Remo, dois irmãos criados por uma loba, que são actualmente símbolos da cidade. Desde então tornou-se no centro da Roma Antiga (Reino de Roma, República Romana, Império Romano) e, mais tarde, dos Estados Pontifícios, Reino de Itália e, por fim, da República Italiana.

No interior da cidade encontra-se o estado do Vaticano, residência do Papa. É uma das cidades com maior importância na História mundial, sendo um dos símbolos da civilização europeia.[3] Conserva inúmeras ruínas e monumentos na parte antiga da cidade, especialmente da época do Império Romano, e do Renascimento, o movimento cultural que nasceu na Itália.

A área metropolitana tem cerca de 2 546 804 habitantes (2001), e estende-se por uma área de 1285 km², tendo uma densidade populacional de 1981 hab/km², o que a torna na maior cidade da Itália e também na capital européia de maiores dimensões. O presidente da câmara (Sindaco) em 2008 é Gianni Alemanno.

 

Rome (English Italian: Roma, is the capital of Italy and the country's largest and most populated city and comune, with over 2.7 million residents in 1,285.3 km2 (496.3 sq mi). The population of the urban area was estimated by Eurostat to be 3.46 million in 2004, The metropolitan area was estimated by OECD to have a population of 3.7 million in 2006.

The city of Rome is located in the central-western portion of the Italian Peninsula, on the Tiber river within the Lazio region of Italy. Rome's history spans over two and a half thousand years. It was the capital city of the Roman Kingdom, the Roman Republic and the Roman Empire, which was the dominant Power in Western Europe and the lands bordering the Mediterranean Sea for over seven hundred years from the 1st Century BC until the 7th Century AD. Since the 2nd Century AD Rome has been the seat of the Papacy and, after the end of Byzantine domination, in the 8th century it became the capital of the Papal States, which lasted until 1870. In 1871 Rome became the capital of the Kingdom of Italy, and in 1946 that of the Italian Republic. Since 1929 it is also the site of the Vatican City, an independent city-state presided over by the Pope.

After the Middle-Ages, Rome was ruled by popes such as Alexander VI and Leo X, who transformed the city into one of the major centers of the Italian Renaissance, along with Florence. The current-day version of St Peter's Basilica was built and the Sistine Chapel was painted by Michelangelo. Famous artists and architects, such as Bramante, Bernini and Raphael resided for some time in Rome, contributing to its Renaissance and Baroque architecture.

Rome's influence on western Civilisation can hardly be overestimated, and the city is still recognised as a centre of the arts and education. Due to this centrality on many levels, and much of the city's past and present power and influence, Rome has been nicknamed "Caput Mundi" (Latin for "Capital of the World") and "The Eternal City". The city is, in addition, an important centre of pilgrimage in the Christian, notably the Roman Catholic Church,[12] and St Peter's Basilica, found in the Holy See, is often called "the greatest of all churches of Christendom". Rome's architectural and archaeological sites, and its rich artistic and historical heritage, contribute to its historical centre being inscribed as a UNESCO World Heritage Site. Its global influence in politics, literature, high culture, the arts, music, religion, education, fashion, cinema and cuisine lead it to being considered an Alpha- world city, according to Loughborough University and GaWC in 2008. Rome is also a hub of the cinematic and filming industry; for example, the Cinecittà Studios, Europe's biggest which saw the filming of several internationally acclaimed movies as well as television programmes, are located in the city.

Since the 1957 Treaty of Rome establishing the European Economic Community, the metropolis has served as a centre for international co-operative activities, with worldwide organizations such as World Food Programme (WFP), Food and Agriculture Organization (FAO), International Fund for Agricultural Development (IFAD) and the NATO Defence College being headquartered in the city. Rome is regarded as being one of the nation's principle centres of business, media and finance, along with Milan. The Rome metropolitan area has a GDP of €109.4 billion (US$ 149.14), and according to a 2008 study, the city is the world's 35th richest city by purchasing power, with a GDP of €94.376 billion (US$ 121.5 billion). Rome is also the world's 26th most expensive city (in 2010), and is the richest in Italy in terms of total earnings and 30th globally. The city has been recognized, by different studies, to be a leading European business and economic centre.

The city hosted the 1960 Olympic Games, and is also an official candidate for the 2020 edition of this event

In 2007 Rome was the 11th-most-visited city in the world, 3rd most visited in the EU, and the most popular tourist attraction in Italy. The city is one of Europe's and the world's most successful city brands, both in terms of reputation and assets. Its historic centre is listed by UNESCO as a World Heritage Site. Monuments and museums such as the Vatican Museums and the Colosseum are amongst the world's 50 most visited tourist destinations (the Vatican Museums receiving 4.2 million tourists and the Colosseum receiving 4 million tourists every year).

:copyright: Erik Verheyen Photography

Historia Mundi 2008 - The potter at work

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