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Um dia alguém disse que definir o belo é não o compreender. O belo é a manifestação das leis secretas da natureza, que, se não se revelassem a nós por meio do belo, permaneceriam eternamente ocultas. O conceito de beleza pura bem pode estar associado a esta bela cidade de Florença que tanto nos fascinou, pois todos os monumentos que nela vimos, pareciam ter surgido da alquimia dos números que deram como resultado as proporções perfeitas das suas construções… Embora o estilo e a moda variem amplamente, pesquisas com diferentes culturas encontraram uma variedade de pontos em comum na percepção das pessoas sobre a beleza. Por tudo aquilo que pesquisei e li quase que posso afirmar que a mais antiga teoria ocidental de beleza pode ser encontrada nas obras dos primeiros filósofos gregos a partir do período pré-sócrates, tais como Pitágoras. A escola pitagórica viu uma forte conexão entre matemática e beleza. Em particular, eles observaram que os objectos com medidas de acordo com a proporção áurea pareciam mais atraentes. A arquitectura da Grécia Antiga é baseada nessa visão de simetria e proporção. Platão considerava que a beleza era a ideia (forma) acima de todas as outras ideias. Aristóteles viu uma relação entre o belo e a virtude, argumentando que "A virtude visa à beleza." As esculturas de homens e mulheres produzidos de acordo com os princípios desses filósofos de ideal da beleza humana foram redescobertos no Renascimento europeu, levando a uma readopção do que ficou conhecido como um "ideal clássico". Durante a era gótica, o cânone estético clássico da beleza foi rejeitado, sendo visto como pecaminoso. Mais tarde, a Renascença e o Humanismo rejeitaram essa visão, e consideraram a beleza como um produto da ordem racional e da harmonia das proporções. Artistas e arquitectos da Renascença como Giorgio Vasari criticaram o período gótico por ser irracional e bárbaro. Este ponto de vista sobre a arte gótica durou até o Romantismo, no século XIX

 

Para além da beleza associada a cidade de Florença existe mil e uma razões para esta ser visitada e descoberta por quem, alem da beleza também goste de lhe associar a história. Outro dos motivos que a tornaram célebre, é o facto de ser a cidade natal de Dante, autor da "Divina Comédia", que é um marco da literatura universal e a língua italiana moderna tem várias influências desta obra. Nesse poema ele descreve a cidade de Florença em muitas passagens, assim como alguns dos seus contemporâneos florentinos célebres, que também são personagens da obra. Também é florentino Cimabue, o último grande pintor italiano a seguir a tradição bizantina, e responsável pela "descoberta" de Giotto. A cidade foi governada pela família Médici desde o início do século XV até meados do século XVIII. O primeiro líder da cidade pertencente à família Médici foi Cosme, o Velho, chegou ao poder em 1437 e foi um protector dos judeus na cidade, iniciando uma longa relação da família com a comunidade judaica. Nesta cidade destacam-se as diversas e belíssimas catedrais de épocas e estilos diferentes. A cidade também é cenário de obras de artistas do Renascimento, como Miguel Ângelo, Leonardo da Vinci, Giotto, Botticelli, Rafael Sanzio, Donatello, entre outros. Também aqui nasceram os papas: Leão X, Clemente VII, Clemente VIII, Leão XI, Urbano VIII e Clemente XII.

 

A Catedral de Santa Maria del Fiore, na foto acima, foi construída entre 1296 e 1461, é também conhecida como Duomo. O plano inicial, de raiz gótica, da autoria de Arnolfo de Cambio, incluía já a grande cúpula. Apesar dos poucos vestígios góticos, conserva-se a decoração das paredes com mármores incrustados, as fachadas setentrionais e o campanário. O baptistério, de desenho românico, é um prisma octogonal com cúpula em pirâmide. O seu revestimento, com placas de mármore, revela uma inspiração clássica. O objectivo da sua construção era ultrapassar, em magnificência, o baptistério de Pisa. São vários os artistas de nomeada que participaram nesta grandiosa obra. É o caso de Giotto, nomeado director das obras da catedral em 1334, ou de Ghiberti, que ganhou o concurso para as portas de bronze do baptistério, com um baixo-relevo de inspiração gótica. Também Donatello trabalhou na escultura da catedral, nomeadamente no campanário. Mas o ex-líbris desta obra é a cúpula (1420-1436), da autoria de Brunelleschi, que também riscou a lanterna, só concluída na segunda metade do século XV. A cúpula octogonal foi erguida sobre uma rede de nervuras recortadas em oito círculos concêntricos. Esta técnica foi concebida por Brunelleschi para poder elevar a estrutura sem as tradicionais tábuas de madeira, cuja utilização era aqui impossível dado o diâmetro do tambor. A técnica de construção consistiu na utilização de pedra e tijolo, dispostos em espinha de peixe, convergindo para um centro único, obtendo-se uma curvatura em "quinta parte". Deste modo o autor conciliou a técnica gótica de nervuras e as estruturas da arquitectura romana. Juntamente com a Basílica de S. Lourenço e os palácios Pitti, Médici-Riccardi e Uffizi, faz parte do centro histórico de Florença, local classificado Património Mundial pela UNESCO em 1982. O Duomo de Florença, como o vemos hoje, é o resultado de um trabalho que se estendeu por seis séculos. A sua fachada teve de esperar até o século XIX para ser concluída. Ao longo deste tempo uma série de intervenções estruturais e decorativas no exterior e interior enriqueceriam o monumento, entre as quais a construção de duas sacristias e a execução de esculturas e frescos por Paolo Uccello, Andrea del Castagno, Giorgio Vasari e Federico Zuccari, autor do Juízo Final no interior da cúpula. Foi construída no lugar da antiga catedral dedicada a Santa Reparata, que funcionou durante nove séculos até ser demolida completamente em 1375. Em 1293, durante a República Florentina, o notário Mino de Cantoribus sugeriu a substituição de Santa Reparata por uma catedral ainda maior e mais magnificente, de tal forma que "a indústria e o poder do homem não pudessem inventar ou mesmo tentar nada maior ou mais belo", e estava preparado para financiar a construção. Entretanto, esperava-se que a população contribuísse, e todos os testamentos passaram a incluir uma cláusula de doação para as obras. O projecto foi confiado a Arnolfo em 1294, e foi ele quem cerimoniosamente lançou a pedra fundamental em 8 de Setembro de 1296. O crescimento das cidades permitiu o desenvolvimento de actividades como o comércio, artesanato e a ciência. Invenções como a pólvora, o relógio e o mapa-múndi aproximaram o ser humano das leis da natureza, desvendando-a e criando uma imagem crítica sobre ela. O início do Renascimento mostrou, além de uma crítica ao modo de viver da idade gótica, uma volta à antiguidade romana feita pelos humanistas, baseada no princípio de que o homem deveria ser "a medida de todas as coisas". Esse novo estilo, baseado em pensamentos humanistas, transformou os artistas, antes anónimos e considerados servos, em senhores, conhecedores da arte. Assim, quando em 1436 com o término da construção da cúpula da catedral de Florença, projectada por Fillipo Brunelleschi, o período Gótico dava lugar a um novo período, o Renascimento.

 

O Renascimento cultural manifestou-se primeiro na região italiana da Toscana, tendo como principais centros as cidades de Florença e Siena, de onde se difundiu para o resto da península Itálica e depois para praticamente todos os países da Europa Ocidental, impulsionado pelo desenvolvimento da imprensa por Johannes Gutenberg. A Itália permaneceu sempre como o local onde o movimento apresentou maior expressão, porém manifestações renascentistas de grande importância também ocorreram na Inglaterra, Alemanha, Países Baixos e, menos intensamente, em Portugal e Espanha, e nas suas colónias americanas. Alguns críticos, porém, consideram, por várias razões, que o termo "Renascimento" deve ficar circunscrito à cultura italiana desse período, e que a difusão europeia dos ideais clássicos italianos pertence com mais propriedade à esfera do Maneirismo. Além disso, estudos realizados nas últimas décadas têm revisto uma quantidade de opiniões historicamente consagradas a respeito deste período, considerando-as insubstanciais ou estereotipadas, e vendo o Renascimento como uma fase muito mais complexa, contraditória e imprevisível do que se supôs ao longo de gerações.

 

Concordando ou não com os historiadores, peritos de arquitectura ou arte, a verdade é que a cidade de Florença certamente não passará despercebida a qualquer turista que por ela passe, pois trata-se de facto de uma das mais belas cidades do Mundo, digo isto com a convicção de que como nós, quem quer que por ela passe, não ficará certamente indiferente a tanta beleza…

  

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Title: Historia nauigationis in Brasiliam, quae et America dicitur. : Qua describitur autoris nauigatio, quaéque in mari vidit memoriae prodenda: Villagagnonis in America gesta: Brasiliensium victus & mores, à nostris admodum alieni, cum eorum linguae dialogo: animalia etiam, arbores, atque herbae, reliquáque singularia & nobis penitùs incognita.

Identifier: historianauigati00lryj

Year: 1586 (1580s)

Authors: Léry, Jean de, 1534-1611 Chauveton, Urbain, d. ca. 1616 Augustus Frederick, Prince, Duke of Sussex, 1773-1843. fmo RPJCB Brunsonius, P. fmo RPJCB Lyell, Joseph, fl. 1684. fmo RPJCB

Subjects: Villegaignon, Nicolas Durand de, 1510-1571? Indians of South America Indians of South America Tupi Indians Tupi Indians Tupi language Tupi language Natural history Indian linguistics Imprint 1586

Publisher: [Geneva] : Excudebat Eustathius Vignon

  

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ret. Veniam igitur a le&oribusefflagito , fi in memoriam reuocans n6s aquaputri,& mucido pane vixifle, permultafquere-rum incommoditates perpefTos eiTe: miferaillaconditione , cum lautis cenforum iftorumdapibus comparanda, fum ab incoepto fermo-nepaululum digrefTus,& in eos inue&us. Ac-cidit fepe ob eas de quibus ante diximus diffi-cultates, qua? poftea demonflrabuntur fufrusabfumpto omni commeatu citra Zona torrida,retro naues abiifle quod «equatorcm fuperareaon poflent. Cum hac miferia. conflli&ati circurneun-*3o,& paulatim appropinquando, trigintaquin-que diebus tranfmittere tentaffemus , pridieNouembr. Febr. Deo propitio, Aequatorem Aequarorattigimus. A equator autemdicitur5non tan- %£*turn quod fub hac linea, dies noftibus perpe-tuo flint «qualms : verum etiam quod cum Solad cam redit, quod in anno bis accidit, ■nimi-mm ad 5. Cal. April. & Id. Septembr. eademtoto in orbe dierum & noftium exiftit ^qua« ^duob.ilHsdemu in anno dicb .luce noc- dn

 

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I j; }.cap.98i JO HJSf OR. N A V tcU ElcuitfoPo- tclT1(ll,e participent, eueftigio Sole ab coruiUAw&r&tcu confpeftu altefnatiixi recedente ad fcx omninmcnfcs. Quoigitur die mundi Zonam fumtis prateiuefti nautf folemniayiurpauere:Etenim ad mmoriam eius rei confcruandam, qui nunquaifubAEquatorefuerunt, eos funibus alligatcin mare dfcmittunt:autpanniculi$ cacabo affxi catis atro vultum inficiunt , Vecloribus tameFe pecuniaredimerelicet, quod & mini cont:git» Itaque Iapyge fectindodelatifumusadqu;Hihma vni-tlun gradum vltra AEquino&ialem. Hie PolluerftndAih. Antarftieus primum a nobis eft vifus (querNeuftrij Stellam Su appellabat) quibufdam ftlis,vt ab iilo tempore animaduerti, in moduicrucis depi&fi: ideoq-, fydus integru in ftella £nominant.Retnlere,vt quidafcribityquihoc pmum iter funt aggreffi,alDidam circa Polu Aitardicu nubeculam perpetuo vidcri quatuoique ftellas, crucis forma, cum tribus aliis, quScptentrionesvald£referunt.IamdiuPolus Atttcus a confpedunbftr

  

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El Coliseo Romano es un anfiteatro de la época del Imperio romano, construido en el siglo I ubicado en el centro de la ciudad de Roma. Originalmente era denominado Anfiteatro Flavio (Amphitheatrum Flavium), en honor a la Dinastía Flavia de emperadores que lo construyó, y pasó a ser llamado Colosseum por una gran estatua ubicada junto a él, el Coloso de Nerón, no conservada actualmente. Por su conservación e historia, el Coliseo es uno de los monumentos más famosos de la antigüedad clásica. Fue declarado Patrimonio de la Humanidad en 1980 por la Unesco y como una de Las Nuevas Siete Maravillas del Mundo Moderno el 7 de julio de 2007.

Situada en la parte más alta de la bella localidad medieval de Montañana nos encontramos este espectacular templo. Cabe destacar la belleza del paisaje que podemos observar desde este punto, tanto natural como la vista de algunas de las torres medievales de la zona así como la bonita e interesante ermita de San Juan Bautista al otro lado del rio.

 

Si Montañana tiene un monumento destacado, ese es la iglesia de Nuestra Señora de Baldós, templo originado en el románico del siglo XII, pero que en su devenir adquirió formas propias de su larga historia. Como las pinturas murales góticas, su campanario del siglo XV o decoraciones barrocas.

 

La visita a la iglesia requiere detenimiento, pero sobre todo merece una pausa atenta los capiteles de su portada, para así poder descubrir lo que nos relatan sus tallas de escenas bíblicas.

 

La iglesia románica de finales del siglo XII y principios del XIII, se levantó sobre los restos de la primitiva iglesia de San Martin.

 

Su planta adopta forma de cruz latina, con una sola nave rematada en un ábside plano. En la nave de crucero se alza la torre del campanario gótica del siglo XV, de planta cuadrada y cuatro cuerpos separados, los tres visibles al exterior por hileras voladizas de sillar adornadas con arcos trilobulados en forma apuntada. El campanario alberga cuatro campanas y en la más grande figura una curiosa inscripción: "María me llamo de buen paresser, buena en anchura mejor tañer que a los nublados hago temer, Francisco del Llano me facit, año 1617"

 

Cuatro vanos, tres de doble derrame y uno con arquivolta sobre la portada, proporcionan iluminación al templo, la puerta se abre bajo un arco abocinado con seis arquivoltas de baquetones de medio punto y trasdós dentado con punta de diamante.

 

Lo más llamativo de esta iglesia es su portada principal, el magnífico tímpano en el que podemos ver representado la figura de Cristo en el círculo de universo sostenido por dos angeles, con la mano derecha bendice y con la izquierda sostiene el libro (LUX MUNDI) "yo soy la luz del mundo". Los capiteles están historiados con escenas de los pecados capitales y sus efectos en los hombres en el grupo de la izquierda, y de escenas de la salvación a través de Cristo resucitado en los de la derecha.

Los miembros del grupo de recreación histórica C.A.M.A.R.A, disponiéndose para la batalla, preparados con sus arcos. Los atuendos que lucen son los propios del siglo XIII.

 

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En una época que no pretende abstraer la imagen o hacer de ella un concepto, sino dar la representación intelectual hecha imagen, nos encontramos con un lenguaje que intenta, dentro de sus complicadas formas, dar expresión a esta idea: el Barroco.

 

"Theatrum mundi": La existencia como obra de arte total. Nadie ha caracterizado con mas acierto el sentimiento vital del barroco que el dramaturgo español Calderón de la Barca, en su obra El gran teatro del mundo. La vida un teatro donde cada uno representa su propio papel.

   

Esta época que se extiende desde finales de siglo XVI hasta muy avanzado el XVIII es una época marcada por fuertes contradicciones, que se manifiestan delante y detrás del telón: ser y parecer, ostentación y ascetismo, poder y debilidad, he aquí las constantes antagonistas del periodo

   

Las artes tanto las plásticas como las representativas, desempeñaban una doble función; servían para impresionar e incluso "ofuscar" a los súbditos y al mismo tiempo para "transmitir" contenidos ideológicos. Frente a la ostentación material desbordante está la seriedad profunda de la fe.

   

El barroco se dirige siempre a los sentidos del espectador. Su teatralidad, su ilusionismo y el dinamismo de sus formas, pretenden impresionar, convencer, provocar un movimiento interior. Así se explica que se perciba como algo exaltado, efectista y hasta ampuloso. Pero dentro de toda esta abigarrada realidad, existe una idea rectora, un orden lógico, que la Basílica de San Juan de Dios, como el mejor exponente del barroco andaluz, nos transmite con toda claridad. El templo tiene una unidad ideada por D. José de Bada y Navajas, que se ve acrecentada por los retablos del también lucentino José Francisco Guerrero, cuya carrera se desarrolló casi por entero en su pueblo natal Lucena (Córdoba).

   

Con el acabado esquema, poco frecuente en Andalucía, de una fachada entre dos torres de un solo cuerpo de campanas, Bada supo crear un frontispicio que se inserta muy bien en el contexto de la calle San Juan de Dios. Con sus ejes de dos pisos de columnas corintias y sus hornacinas para santos, que enlaza con la tradición renacentista.

   

Funcional en su interior en planta de cruz latina expresa la idea teológica del otro lucentino e ideólogo fundamental de la obra: el Rvdmo. P. Alonso de Jesús y Ortega, General perpetuo de la Congregación española de la Orden de San Juan de Dios, durante treinta y tres años consecutivos, con residencia en esta ciudad de Granada en el Hospital de San Juan de Dios, anexo a la Basílica y sin el cual no se puede entender la Iglesia, ya que forma un todo con el.

   

La idea rectora fue la de construir un panteón glorioso que guardara los restos del padre de los pobres y Patriarca de la Caridad San Juan de Dios, hoy compatrón de la Ciudad. En realidad se quiso hacer un monumento a la Caridad, al Amor de Dios y para ello y utilizando el lenguaje barroco, se usaron las palabras del Dogma, la Sagrada Escritura y la Hagiografía cristiana.

     

La Basílica de San Juan de Dios, alcanza el significado de su ejecución en el retablo mayor, que ocupa todo el testero del presbiterio de estilo barroco, que no deja de ser atrevido y de singular inspiración, obra del tallista lucentino José Francisco Guerrero. Realizada en madera dorada, se estructura según una idea central, marcada por las estípites que custodian la arcada del camarín y que dan lugar a la imagen de una vela o cirio ardiendo que servirá de soporte a la idea teológica que prevalece en la Iglesia: El triunfo del Amor o de la Caridad.

   

En la base de la vela, y formando el primer cuerpo de ésta, el Sacramento del amor representado por el magnífico Sagrario de plata, obra del orfebre Granadino. D. Miguel Moreno del año 1947 que sustituyó al anterior de madera, y el manifestador, oculto normalmente por el lienzo de Sarabia que representa el Buen Pastor, y que es el sitio donde se expone la Eucaristía.

   

En el centro de esta simbólica vela, formando el segundo cuerpo, se abren las puertas del camarín, donde esta la urna del que hizo presente el amor entre los hombres: San Juan de Dios.

   

En medio del pavimento de jaspes de Lanjarón, mármol blanco de Macael y negro de Sierra Elvira, se alza el trono que contiene las veneradas reliquias, rematado por la media naranja, que sostiene ocho columnas de dos en dos rematadas por capiteles corintios y que en su día fueron salomónicas y de plata junto con todo el templete.

    

Cada una de ellas recibe, en su correspondiente pedestal, una estatua de plata repujada que con otras cuatro que se asientan en otras tantas repisas salientes en la parte de donde arrancan las ocho columnas, representan a los doce apóstoles, presididos por la imagen del maestro que, de pie y enarbolando la cruz, descansa sobre la cupulilla de este trono. Y que fueron realizadas por el italiano Bartolomé Boroni. En el espacio formado por las ocho columnas con los doce Apóstoles y el Salvador, que están como custodiando y dando fe de ese lugar sagrado se encuentra la urna de San Juan de Dios.

   

El nacimiento y la muerte, los dos paréntesis que encierran su vida, están representados en la soberbia Urna que custodia sus restos. En los cuatro frentes principales de dicha Urna, resaltan cuatro medallones de alto relieve en los que se representan: en el primero, el nacimiento de nuestro Santo Padre; en el segundo, la forma de hábito que le dio el Obispo de Tuy; en el tercero, cuando lavó los pies a Cristo pobre; y en el cuarto, la caída que dio de la yegua y el consuelo que recibió de la Virgen María.

   

En el cierre coronado por la imagen de San Rafael, hermano mayor de la Orden, otros cuatro sucesos de la vida del Santo: el primero, el tránsito de nuestro Santo Padre, el segundo cuando en Guadalupe le dio María santísima al Niño para que lo vistiera; el tercero el momento en el que lo visitó nuestra Señora y le limpió el sudor de la muerte, acompañada de San Juan evangelista y San Rafael y en el cuarto cuando antes de morir, le visitó el Arzobispo de Granada D. Pedro Guerrero, y se hizo cargo de pagar sus deudas.

   

En los cuatro ángulos, como representantes de ortodoxia y tradición, cuatro Santos Obispos, vestidos de Pontifical: S. Agustín. S. Cecilio, patrón de Granada; S.Torcuato y S. Hiscio sus compañeros. Toda esta historiada obra de arte, la ideó y realizó D. Miguel de Guzmán, natural de Jaén, a quien se le deben así mismo, los cuatro relicarios que hay en cada uno de los huecos del templete.

   

Las reliquias de nuestro Santo fundador, se hallan acompañadas de un deslumbrante conjunto, en el que armónicamente se conjugan los tallados, con multitud de espejos y artísticas miniaturas y relicarios con sus reliquias, que suman un total de ciento noventa, todas ellas con sus auténticas.

   

Y en la llama de la vela, formando el tercer cuerpo, quien dió a luz al Amor, la Inmaculada Concepción, también de Sarabia, sobre peana de nubes y ángeles, como iluminando toda la Iglesia con la obra de sus entrañas, la Palabra encarnada, El Amor de Dios. Y sobre ella el Espíritu Santo fecundándola.

   

El título con el que fue dedicada en 1756; Fray Alonso Parra y Cote, cronista oficial de la Orden, en el libro que publicó con motivo de estas fiestas lo llama: "TEMPLO DE LA PURÍSIMA CONCEPCIÓN DE NUESTRA SEÑORA DEL SAGRADO ORDEN DE LA HOSPITALIDAD DE NUSTRO PADRE SAN JUAN DE DIOS".

   

Y aquí tenemos ya la idea completa; puesto que el templo estaba bajo la advocación de la Inmaculada Concepción, su intención no era otra que la de cobijar las sagradas reliquias del santo fundador de la caridad, bajo la protección de la que iba a ser la Madre del Amor, exaltando su pureza virginal. O sea la práctica de la caridad a través de una vida pura y sin mancilla, a imitación de la Madre de Dios.

   

Una idea clara dentro de una confusa maraña. Esto es el Barroco. La práctica de la Caridad ideal de siempre en la vida cristiana representada de manera apabulladora, para impresionar, ofuscar, pero sobre todo, para convencer y provocar su ejercicio. Esta es la bella contradicción del barroco, representada en la Basílica de San Juan de Dios, de manera armónica pero teatral, clara pero efectista, llena de sublime ostentación y a un tiempo desbordante de humilde fe.

   

Comenzaron la obra del Templo, en el año 1734, para terminar sin interrupción en el 1757, construida de nueva planta, y decorada completamente sin añadidos posteriores, lo que la convierten en un conjunto único. Durante su corta historia, sufrió importantes expolios: la invasión francesa, la Desamortización de Mendizabal, la ausencia de la Orden desde 1835 a 1876 y las dos repúblicas españolas.

The main attraction of Loreto is, however, the Holy House itself (in Italian, the Santa Casa di Loreto), a Catholic place of pilgrimage since at least the 14th century and a popular tourist destination for non-Catholics as well.

 

It is a plain stone building, 8.5 m by 3.8 m and 4.1 m high; it has a door on the north side and a window on the west; and a niche contains a small black image of the Virgin and Child, in Lebanon cedar, and richly adorned with jewels. In 1920 the Madonna of Loreto was declared to be the patron saint of air travellers and pilots by Pope Benedict XV.[1] The statue was commissioned after a fire in the Casa Santa in 1921 destroyed the original madonna, and it was crowned in the Vatican in 1922 by Pope Pius XI. Around the house is a tall marble screen designed by Bramante and executed under Popes Leo X, Clement VII and Paul III, by Andrea Sansovino, Girolamo Lombardo, Bandinelli, Guglielmo della Porta and others. The four sides represent the Annunciation, the Nativity, the Arrival of the Santa Casa at Loreto and the Nativity of the Virgin, respectively. The treasury contains a large variety of rich and curious votive offerings. The architectural design is finer than the details of the sculpture. The apse is decorated with 19th century German frescoes.

 

The history of the house dates from at least the close of the crusading period. It is briefly referred to in the Italia Illustrata of Flavius Blondus, secretary to Popes Eugene IV, Nicholas V, Calixtus III and Pius II; it is to be read in all its fullness in the Redemptoris mundi Matris Ecclesiae Lauretana historia, by a certain Teremannus, contained in the Opera Omnia (1576) of Baptista Mantuanus.

  

The main attraction of Loreto is, however, the Holy House itself (in Italian, the Santa Casa di Loreto), a Catholic place of pilgrimage since at least the 14th century and a popular tourist destination for non-Catholics as well.

 

It is a plain stone building, 8.5 m by 3.8 m and 4.1 m high; it has a door on the north side and a window on the west; and a niche contains a small black image of the Virgin and Child, in Lebanon cedar, and richly adorned with jewels. In 1920 the Madonna of Loreto was declared to be the patron saint of air travellers and pilots by Pope Benedict XV.[1] The statue was commissioned after a fire in the Casa Santa in 1921 destroyed the original madonna, and it was crowned in the Vatican in 1922 by Pope Pius XI. Around the house is a tall marble screen designed by Bramante and executed under Popes Leo X, Clement VII and Paul III, by Andrea Sansovino, Girolamo Lombardo, Bandinelli, Guglielmo della Porta and others. The four sides represent the Annunciation, the Nativity, the Arrival of the Santa Casa at Loreto and the Nativity of the Virgin, respectively. The treasury contains a large variety of rich and curious votive offerings. The architectural design is finer than the details of the sculpture. The apse is decorated with 19th century German frescoes.

 

The history of the house dates from at least the close of the crusading period. It is briefly referred to in the Italia Illustrata of Flavius Blondus, secretary to Popes Eugene IV, Nicholas V, Calixtus III and Pius II; it is to be read in all its fullness in the Redemptoris mundi Matris Ecclesiae Lauretana historia, by a certain Teremannus, contained in the Opera Omnia (1576) of Baptista Mantuanus.

  

Title: Johannes Cluveri Historiarum totius mundi epitome : a prima rerum origine usque ad annum Christi MDCXXX, e sexcentis amplius authoribus sacris profanisque ad marginem adscriptis, deducta & historia unaquaeque ex sui seculi scriptoribus, ubi haberi potuerunt, fideliter asserta. Accessit per ipsum authorem continuatio historiae ad annum MDCXXXIII. Nunc aucta usque ad conclusionem pacis inter Anglos & Batavos initae, anno MDCLXVII

Identifier: johannescluverih00cl

Year: 1668 (1660s)

Authors: Clüver, Johan C., 1593-1633 Ravestein, Johann, printer Adams, John, 1735-1826, former owner. BRL Boston Public Library (John Adams Library) BRL

Subjects: World history

Publisher: Amstelaedami : Apud Joannem Ravesteinium ...

  

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Title: Historia del illustriss. et ualorosiss. capitano don Ferdinando Cortes marchese della ualle, et quando discoperse, et acquisto la Nuoua Hispagna.

Identifier: historiadelillus00lpez

Year: 1556 (1550s)

Authors: López de Gómara, Francisco, 1511-1564 Italy Rome, 1556

Subjects: Cortés, Hernán, 1485-1547 Nahuatl language Indian linguistics Imprint 1556

Publisher: Impressa in Roma : per Valerio, & Luigi Dorici fratelli

  

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to quello,che a molti udienti per uen-ma haueria sbigottitolo dimofiro mundi paura, an^t ottanta più mara=tughe gli dicevano di quel fignor grande, tanto maggiori fier origli met-tevano de andarlo a uedere , & perche haueua di pafiare per andare laper iW^jtllanfir che tutti gli diavano che quella cita era grandij[ima,epotente,& beUicofijJìma nationefifiacrio quattro ^empoallanefi allifisgneri & capitani de i ut,per che da parte fid & di quella di ^empoallait& confederatigli ojferijfero la loro amicitia grpacc, Zrglìfecefierofi fere come andavano alla terra fua quelli pochi Spagmtoli a Uederli <&[eruìrli,per tato che gli pregajfero lo hauejpro per bene,pen[aua Cortes^che quelli de Tldxculla hauriano jktto il medejimo chefearo quelli di ^epoadan,che eranobuonigr fideli,ey come fino iui gli baueano detto lalterita,cbe allhora ancora gli poteuatredere, che quelli di Tlaxcnllan eranofii amicifó-fimilmcnte haueriano piaare di ejfer di Uù%e detti fii co M fij

 

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H I S T O R I A pagnijoiche erano inimiàffami di Niotectymjy ancora che andarla*no dibuonijfima uoglia con lui a Wiexicoje fabanefae difare guerra peril defideriocke haueuano de liberarfi& uendinrfa delle ingiurie e danno che haueuano riocuuto di molti anni a quefaa banda della gente diCul-buay flette a piacere Cortes tn ^aclotnn cinque giorni jhe tiene frefcbi(]ì=ma riuiera^ e piaceuol gente, miffe molte Croci tulli te mpij, buttandoper terra gli idoli come fama in ogni loco che arriuaua } £r per le meylafcìo molto contento a Qlintlec, &fi ne andò ad wn luoco che faa afamiglia nel fiume allmfuyche era de ìfycmixtlitnn, ma di quelli pigno-ri che gli dettero le fachìaue& collari y quefaa terra tiene nella pianuratT rimerà fai miglia alla ritonda tante majferiey che le enfi tonano quafi lima con laltralmanco per douepaffo il noftro efferato^ & effafarapiù di cinque miglia fichi yfta di fatto in wn monte altoy& ad una partedi effafaa la axfa del Signoreì con

  

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Los monumentales atlantes se encuentran en la parte superior del Templo de Tlahuizcalpantecutli o también llamado "Estrella de la Mañana" desde la cual se aprecia toda la plaza principal, las estructuras semihumanas se caracterizan por su gran tamaño (una muestra de la destreza que tenían los toltecas para labrar piedras). El edificio más importante de la zona es el llamado Palacio Quemado que se localiza en el lado noreste de la plaza, su importancia radica porque, de acuerdo a las investigaciones del Instituto Nacional de Antropología e Historia (INAH), la estructura era, probablemente, el Axis mundi del recinto sagrado y, por lo tanto, el eje central de construcción de la ciudad. Esta pirámide, y algunos otros edificios localizados en el lugar, están relacionados con la clase media de Tula, que es una remembranza de los toltecas hacia la cultura Teotihuacana, lo anterior está relacionado con los grupos de teotihuacanos y los toltecas-chichimecas del norte en la fundación de Tula, (realizada hacia el año 700 d.c.). El esplendor de la ciudad se ha fechado entre los años 900 y 1000 d.c; durante este tiempo, Tula tenía casi 16 km2 de extensión, por lo que, la actual zona arqueológica, sólo representa aproximadamente 12% de todo el territorio tolteca.

#QuedadaFotógrafosCreativosGalicia 2017

 

Con once años recién cumplidos, mi abuelo me regaló un libro. Se llamaba Finis Mundi. Mi abuelo, que me escribió un poema en la primera página, que me deseó ilusión en el futuro.Lo guardo aquí, entre mis cosas más preciadas. Aún no sabía yo que iba a vivir hasta estos días rodeada de las aventuras de Laura Gallego . No sabía, tampoco, que podría añorar sitios en lo que no había estado, mundos que no existen, historias -no tan- disparatadas. Desde los once años y media semana -que es, básicamente lo que tardé en devorar el libro- he soñado con pisar Finisterre y mirar al infinito. Y hace unas semanas, ese sueño se cumplió. Y muchos otros, que ya os iré contando,también.

Gracias.

Picture taken at "Historia Mundi"

CHILE ESPETACULAR! - SPECTACULAR CHILE!

 

NO PRÉDIO DO COMANDO DAS OPERAÇÕES NAVAIS,EM VALPARAISO, FOI INSTALADO UM ESPETACULAR MUSEU COM DOCUMENTOS,OBJETOS, QUADROS,ESTÁTUAS DA HISTÓRIA DA MARINHA DO CHILE.

UM VITRAL,QUE REPRODUZ UM MAPA MUNDI, DATADO DE 1746,ELABORADO NA ALEMANHA,TEM O SEGUINTE TEXTO:Mapamundi en dos hemisférios según cartas generales del Professor.Hasius,disenãdas por G.M. Lowitz y publicados por Los herederos de Homann. Nuremberg ano 1746

AMPLIE A FOTO NO TAMANHO GRANDE (1600) PARA OBSERVAR DETALHES IMPORTANTES E CURIOSOS, DA ÉPOCA DE SUA ELABORAÇÃO!.

ARTUR VITOR IANNINI

- Email: arturiannini@yahoo.com.br

  

CHILE ESPETACULAR! - SPECTACULAR CHILE!

 

BUILDING IN COMMAND OF NAVAL OPERATIONS IN VALPARAISO, WAS INSTALLED WITH A SPECTACULAR MUSEUM DOCUMENTS, OBJECTS, PICTURES, STATUES OF HISTORY NAVY OF CHILE.

A STAINED GLASS THAT PLAY A MAP MUNDI, DATED 1746, PREPARED IN GERMANY HAS THE FOLLOWING TEXT: Mapamundi en Hemispheres según general letters del Professor.Hasius, disenãdas by GM Lowitz y Los Herederos published by Homann. Nuremberg year 1746

ENLARGE PHOTO AT LARGE (1600) LOOK FOR IMPORTANT DETAILS AND CURIOUS, THE TIME OF YOUR ESTABLISHMENT!.

- ARTUR VITOR IANNINI

- Email: arturiannini@yahoo.com.br

  

Title: Historia deorum fatidicorum, vatum, sibyllarum, phoebadum, apud priscos illustrium : cum eorum iconibus : præposita est dissertatio de divinatione et oraculis

Identifier: historiadeorumfa00muss

Year: 1675 (1670s)

Authors: Mussard, Pierre, 1627-1686

Subjects: Emblem books, Latin Oracles Divination

Publisher: Genevae : Sumptibus Petri Chouët

  

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About This Book: Catalog Entry

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ibyfla Sibylla fecunJo Ibcocollocatur a M. Varrone, qua^ proprio no-mine didaeft Elifla. Hanc cx love bc LamiaNeptuni filia procreatam , traditPaufaniasf«^hocatcfi. Eam proprio nomine Sib yllam vo-catam efTe volunt, a qua omnes poftea pro-phetiili muliereSjpropterfimilitudinem en-thufiafrni:. & infpirationem divinam, Sibyllxcognominata^ fint. Diverfis in locis oracuLareddidifle fertur j in CLiro vrbe Colopho-niorum \ inde Delphis •, maximam tamen vit^partem tranfegifle in Samo. Hanc eam eflecenfet Ladantius W.i.($.cuius Euripidesw ^ro-logo Ldmiay mentionem facit. Tribuuntur illivariiE prasdidiones adverfus idolorum culto-res: Item de Chrifto, eiufdemque paflione &:miraculis: de mundi conflagratione; de ludi-cioextremo, Mortuorumrefurre6tione, VitaSEterna piis & Dei cdtotibus pr^parata ; Deimpiis, iraq^ Dei quam certo fubituri funt j De-nique dc everfione vrbium, & regnorum mu-tationibus, ahifqj cLadibus, quibus a Deo iia-to punietur mundus. Cc 5 lydvhiccL ThacmorLoa

 

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Bsddm B^ocotis conJiLcram oraculn Dc^kir. Heroi inverLtrlx ca.rmini5 tfjt ftror. DELPHICA SIBYLLA DELPHICAM SibyIIam,SuidasThefra-lonicam vocat. Diodorus vero Daphnem.Quidam illam efle exiftimant qua: lovis &lamix filiafuit *, alij Ariftocratis&Hydolesjalij ab Ida^a nympha editam dicunt, patreTheodoro. Hancmultiaflerunt omniumfcr-minarnm qu^ oraculareddiderunt antiquifli-mam^longeqj ante bellum Troianum prophe-talle. Eius ex verfibus Homerum poetammul*ta ad ornatum fiii paematis fiimpta tranftulifle,refert Diodorus Siculus Ith, 4. caf, ^.Suidas, aiteam quum Argivi Thebas expugnaflent, m-ter captivos rehquos Delphos miflam efle,vbiApollinis vaticiims divinandi peritior fa6ta,oraculis aliqu mdiu infervierit. Clemens A-lexandrinus , faxum quoddam iuxta Bulente-riumoftenditeftatur , fliper quo SibyllaDel-phicafedensoraculacecinerit. Quumq; diuDelphis commorata fuerit , fic^um eft vt amulti. ibinata credcrctur, eademq; fuifle iu-dicaretur,qux Themidis nomine alias celebrisfuit. Hui

  

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Picture was taken on Historia Mundi. This is the second up-load of this photo. I ruined the first one here on Flickr because I tried to make some changes.

Title: Historia deorum fatidicorum, vatum, sibyllarum, phoebadum, apud priscos illustrium : cum eorum iconibus : præposita est dissertatio de divinatione et oraculis

Identifier: historiadeorumfa00muss

Year: 1675 (1670s)

Authors: Mussard, Pierre, 1627-1686

Subjects: Emblem books, Latin Oracles Divination

Publisher: Genevae : Sumptibus Petri Chouët

  

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unn ilk. ycLfce.5 Kenotcif Imperij no OLENVS CALENVS OLenum inter pra^cipuos Hetrurias Vates&c Arufpices numerant Hiftorix.Is enimdicitur prxdixiiTe qualis futurus efTet RomaniImperii ftatus. Nam cilmTarquinius Super-bus Capitolinam atcem conderet, in funda-mentis inventumeft caput humanum, vel vtalij malunt, equinum. Qua de re Arufpiccs exHetruriaconvocati & confulti iunt, OlenusCalenusinter c^teros, yates pr^ftantiflimus,6c in Arufpicin^ fcientia optime verfitus : IsafTeveravit , caputhocquodinventum erat,portenderc fitmmam Monarchiam 6c impe-rium vtbi ^ cui totus prbis fubiiceretur v irfq;ropagatum iri , & incrementa fumptttrumello.Eire enimi equum-animal generoiiim^pu-gnis &cbBfli6tibusgaudcns. Auguris refpon-f.im Romanifauftum fa:lixq; fumpferunt •, ar-cemGapitolium vocaverunt, vcl ab inv ntocapite ec^uino, velquod mundi cnput futuracfllt. Exitus poftea comprobavit,non falfimaut vanam fuilTe piaEdidionem. Vide flinium HELENVSC i 111 ThycriLajncLs MdmT^dis jiluis

 

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Confu eraf Jnecum viagnorwrL arcana DeoraniFaftin, ci- mfas Amjhiaraus avts. lli THYODAMAS ^^* \ >rElampusilleMedicinaclarus, quifilias•^5- ^S J^ V iPrceti Argivorum Regis, qua^furiis agi-tatx fe vaccas credebant, propinato elleborofanavit , cxvxore AmphianauagenuitThyo-damanta. Hic prasftans fuit Medicus, Augur& Vatcs celeberrimus; de quo Statius lib.8.Jnjignem fama y fanSioj^ MeUmfoie crerumThyoiamata Volunt-yjHt cmn tpje arcana 7)eoYHTaftiriy e^ y>ifai Vmfoctare jolehat^mpharaUs a)fes: tantaj^ haudinVttus artiCaudebat dtciftmilem, iuxtaj^fecundum,Aiunt eum intellexiiTc voces avium> 6c cumillis fuilTe coUocutum. HELENVS Hdermi Triami filius ^ He.aib-ce.. ]

  

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Aquest edifici de principis del s. XX, al barri del Terreno, era una vivenda familiar quan la va dibuixar als anys 30 el pintor americà William E. Cook. I era la Pensión La Torre quan la va dibuixar Paul Hogarth per un llibre de Robert Graves (Majorca Observed) dels anys 50. Després va ser el restaurant Hamlet i el Pedro's, després un burdell de luxe. El 2010 la vaig dibuixar jo quan era una ruïna i centre de distribució d'estupefaens i conservaba les palmeres exterminades per la plaga del morrut vermell. Actualment la Mother and Child Foundation l'està restaurant pels seus fins. "Sic transit gloria mundi".

 

This building of the beginning of 20th century, in the district of El Terreno, was a family house when the american painter William E. Cook drew it in the 30s. And was the Hostal La Torre when Paul Hogarth drew it for a book (Majorca Observed) by Robert Graves in the 50s. Then was the restaurants Hamlet and Pedro's. And after a luxurious brothel. In 2010 I drew it when it was a ruin and a distribution center of drugs, and retained the palms exterminated by the red palm weevil plague. Currently, the Mother and Child Foundation is restoring it for their purposes. "Sic transit gloria mundi".

En el centro de la vieja ciudad de Pau, en Béarn (Francia), se levanta el castillo de Pau, célebre por haber visto el nacimiento del Rey de Francia y de Navarra Enrique IV. Este castillo lleva hoy las marcas de esta presencia imponente: las representaciones diversas del " Buen Rey " Enrique adornan las paredes de todas partes. Pero el castillo, es mucho más antiguo de hecho, que la asociación de los reinos navarros y franceses, lleva en él las marcas atormentadas de la historia moderna, bajo la figura condescendiente del "Mujeriego".

El castillo de Pau fue fundado en la Edad Media. Obra ante todo militar, es un castillo muy típico, construido en lo alto de la pequeña colina que domina el Torrente pirenaico. Desde su construcción, el castillo cobra una importancia simbólica. Proveído de una empalizada de estacas (pau, en bearnés) designa, por metonimia, la misma ciudad. Estas estacas, simbolizando la fidelidad y la rectitud, se presentan cada uno como el axis mundi, en una versión bearnesa. En el siglo XII Gastón IV de Béarn construye tres torres a esta fortaleza. Son nombradas Mazères, Billère y Montauser, por referencia a los pueblos hacia los cuales son respectivamente orientadas.

es.wikipedia.org/wiki/Castillo_de_Pau

 

"No hay nada tan inseguro como la grandeza de los reyes."

Quilón de Esparta (siglo VI adC)

Estadista espartano que vivió a principios del siglo VI adC y fue uno de los Siete Sabios de Grecia.

La Iglesia de San Clemente de Tahull

 

Es una iglesia románica de planta basilical perfecta que se encuentra en Tahull, municipio del valle de Bohí, provincia de Lérida, España.

 

Historia

La iglesia fue consagrada el 10 de diciembre, de 1123. Su planta de basílica perfecta con tres naves contrasta bastante con la techumbre de madera, sustituida en la época por la bóveda de piedra y ladrillo. Esto podría considerarse como un hecho anacrónico.1 Por otro lado, la decoración lombarda del exterior sitúa a la iglesia en una modernidad que se había extendido ya por las regiones italianas de Mantua y Verona.2

El 30 de noviembre de 2000 la Unesco declaró al conjunto románico de la Vall de Boí Patrimonio de la Humanidad, si bien desde la organización se manifestó el deseo de que en el futuro las pinturas y mobiliario originales de las diversas iglesias fueran devueltas por el MNAC (Museo de Arte de Cataluña).

 

Descripción del edificio

Es de planta basilical con tres naves, triple ábside, el que corresponde a la nave central más grande que los otros dos, más una torre exenta situada en la fachada meridional hacia oriente, muy cerca de los ábsides. Las naves convergen ligeramente hacia la cabecera. La estructura del edificio es rústica, con la piedra de los muros sin tallar.

 

Éstos no tienen ventanas, siendo sus únicos vanos las dos puertas, la meridional y la occidental (más la que da acceso a la torre). Sólo se abren huecos en la cabecera. La construcción de la cubierta es muy primitiva y rústica. Las vigas están superpuestas y tendidas de muro a muro sin atirantar, formando así una armadura central donde se distribuyen las otras vigas que sostienen el techo.

 

Interior

Las naves están divididas por tres columnas cada una. Carecen de ventanas al exterior. Las columnas son cilíndricas, hechas de piedras amalgamadas. Algunas salen directamente desde el suelo mientras que otras se asientan sobre una basa muy simple. En la parte superior están adornadas con un collarín de esquinillas, típica decoración lombarda, sobre todo de exteriores. Estas columnas carecen de capiteles y en su lugar están rematadas con ábacos muy sencillos sobre los que se asientan los arcos. Sobre los arcos se eleva el muro que tiene la suficiente altura para dar lugar a las dos vertientes del tejado.

La cabecera está compuesta por un ábside central y dos laterales más pequeños. En este caso se ha empleado la bóveda. En las arquerías y ventanas se observa una mejor y más cuidada labor de piedra tallada.

 

Exterior

Los muros no tienen ornamentación alguna y solo se ven interrumpidos por los vanos de las puertas. En los ábsides se aplica una decoración lombarda muy simple y armoniosa. El ábside central está decorado por grupos de cuatro arquillos ciegos, dobles, separados por medias columnas. Sobre ellos corre un friso de esquinillas como el que se ha visto en algunas de las columnas del interior. El tramo central tiene una ventana y sobre los laterales hay sendos vanos en forma de ojo de buey. Los absidiolos también llevan la misma decoración lombarda, pero con grupos de tres arcos ciegos en lugar de cuatro. Tienen una ventana cada uno.

 

La torre

La torre campanario es cuadrada y está exenta, aunque edificada muy cerca del grueso del edificio, en el ángulo del muro sur junto a la cabecera. Es alta y esbelta como todas las torres lombardas levantadas en el valle de Boí. Corresponde al grupo de torres contemporáneas de las italianas edificadas en el siglo XII, que se construyeron mucho más elegantes que las de la etapa anterior.

Consta de cinco pisos asentados sobre un zócalo macizo bastante alto. En las cuatro caras de cada piso se repite la misma decoración y distinto número de ventanas. En el zócalo hay una sola ventana más los cinco arquillos ciegos. En los restantes pisos varía el número de ventanas, separadas por columnillas cuyos capiteles en forma de zapata están dispuestos perpendicularmente al muro de la torre. Los tres últimos pisos llevan a manera de imposta una decoración de esquinillas como la de los ábsides. En el friso superior hay incrustaciones de cerámica y colorido distinto de la piedra. Todas las torres del valle de Boí siguen el canon (o proporción de medidas) de los minaretes, que consiste en que la altura es igual al perímetro. En el cuarto piso de la torre hay una pequeña campana apreciable en la siguiente imagen: www.artehistoria.jcyl.es/tesoros/jpg/HII18332.jpg dima. shal.

 

Pinturas murales románicas

En su origen toda la iglesia estuvo revestida con decoración polícroma, las paredes de las naves, los ábsides, y las columnas. Se han conservado a través de los siglos las pinturas del ábside central, de uno de los absidiolos y de las claves de los otros arcos. Estas pinturas fueron trasladadas al Museo Nacional de Arte de Cataluña (MNAC) para protegerlas y conservarlas adecuadamente. Las del ábside central fueron reproducidas in situ con copia exacta. Los artistas son anónimos pero el maestro que pintó el ábside central es reconocido en el mundo artístico como maestro de Taüll. Se distingue como un pintor muy bien formado que domina las técnicas y que conoce la iconografía que estaba al uso en la época. El otro pintor continuador de la obra en los absidiolos es de menor categoría.3

 

Pinturas del ábside central

Todo el cascarón del ábside central (de 4 m de diámetro) estaba recubierto de pinturas murales que se conservan en el Museo de Arte de Cataluña. Representan el Pantocrátor metido en una mandorla perlada, sentado en una franja transversal que está decorada con dibujos vegetales. A la altura de sus hombros están dibujadas las letras griegas Α y Ω, simbolizando a Cristo como principio y fin de todas las cosas. El Pantocrátor está en actitud de juzgar con su mano derecha mientras que en la izquierda sostiene un libro abierto en que puede leerse:

«Ego sum lux mundi»

El significado de esta frase es "Yo soy la luz del mundo".

Está vestido con una túnica grisácea y envuelto en un manto azulado. Sus pies desnudos descansan sobre una semiesfera, saliéndose de la mandorla. A su alrededor se ven cuatro ángeles que llevan los atributos de los cuatro evangelistas los Tetramorfos y dos serafines de seis alas en las que se han dibujado seis ojos.4 La zona inferior muestra un fondo de tono azulado sobre el que están dibujadas las figuras de la Virgen y cinco apóstoles, bajo arcos rebajados que se apoyan sobre capiteles foliados. Se reconoce a San Juan Evangelista por ser el único imberbe.La Virgen está vestida con una toca blanca y un manto azul;y porta en su mano izquierda el Santo Grial.

 

Pinturas en las claves de los arcos

En el arco triunfal está representado el Cordero nimbado y con el dibujo de la cruz, en cuya cara vuelve a repetirse el símbolo de los ojos (como visión apocalíptica).5 En la clave del otro arco se ve representada la mano divina que bendice saliendo de un círculo. En otra clave se conserva la figura del patriarca Jacob y la de Lázaro con su perro, a la puerta del rico avariento Epulón.

 

Fecha de fundación en una columna

Se conserva también un fragmento escrito en una de las columnas, donde aparece la fecha de consagración de la iglesia:

«Anno ábside incarnacione

Domini MCXXIII IIII idus decembris

Venit Raimundus episcopus Barbastre

Nsis et consacravit hanc ecclesiam in honore

Sancti Clementis Martiris et ponens reliquias

In altare sancti Cornelii Episcopi et Martiris»

 

Frontal de altar

En el Museo de Arte de Barcelona se conserva también el frontal de un altar procedente de San Clemente de Taüll, obra del siglo XIII. Sus escenas están dedicadas a la vida de este santo; la narración se divide en dos zonas, superior e inferior. En la zona superior se puede ver al santo convirtiendo a Teodora (en contra de la voluntad de su marido Sisinio, cortesano de Nerva) y la escena de la inventio de la fuente de la vida señalada por el Cordero. En la zona inferior están las escenas del juicio de Clemente ante el emperador Trajano y el martirio6 así como el milagro del arca marmórea que emerge con el niño vivo después haber estado bastante tiempo encerrado. El marco y el fondo de la decoración son en relieve, en estuco.

Weitere Namen des Herrenpilzes aus der Klasse der Ständerpilze : ( BOLETUS EDULIS) , Steini, Beisserl, Dobberniggl, Dobernikel, Worzel, Weizerl, Dobanickl, Fichten-Steinpilz

 

"Wortherkunft Steinpilz/Herrenpilz:

Schon Plinius hob in seinem Werk „Historia mundi naturalis“ den Steinpilz als besonderen

Speisepilz hervor.

Der lateinische Ausdruck boletus geht auf das griechische Wort „bolos“, was so viel wie

„Knolle“ bedeutet, zurück. Denn bei den Römern wurde der Steinpilz zum Kaiserling, ein

wohlschmeckender Verwandter des Knollenblätterpilzes, gezählt und galt als der beste

Speisepilz. Edulis bedeutet „essbar“.

Aus dem lateinischen „Boletus“ wurde das althochdeutsche „Buliz“, das mittelhochdeutsche

„Bulz“ und „Bulez“, was im Oberpfälzischen zu „Pülzel“ oder „Pülzling“ wurde. Im

Böhmischen heißt der Steinpilz „Dobernigl“ (= der gute Pilz), abgeleitet vom tschechischen

„Dobry“ (= gut).

Im Italienischen wird der Steinpilz porcino (= Schweinchen) genannt. Bereits die Römer

nannten ihn suillus (= Schwein). Es wird daher vermutet, dass der deutsche Name Steinpilz

das Ergebnis einer Lautveränderung ist und eigentlich „Schweinpilz“ heißen würde.

Andererseits entstand jedoch die Bezeichnung Steinpilz aufgrund des festen Fleisches, das

als eines der härtesten unter den Pilzen gilt.

Der Name Herrenpilz rührt vermutlich daher, dass im Mittelalter alle Steinpilze den

Grundherren abgeliefert werden mussten.

Synonyme des Steinpilzes bzw. Herrenpilzes sind Dobernigel, Braunkopp, Doberling,

Steinkopf, Pülstling etc."

(www.bmlfuw.gv.at)

 

A Lenda das Icamiabas - Lenda tradicional da Amazônia, recontada por Esperança Alves*.

Visite: Site de Leonardo Ramalho Caduceu:

www.google.com/profiles/caduceu.leonardo

 

"Conta a lenda que, há muito tempo , na Floresta Amazônica, existiu uma tribo indígena da grande nação “Tupi”, constituída unicamente de belas mulheres, livres e independentes, sem maridos, excelentes arqueiras e bravas guerreiras na defesa de sua gente, da floresta e de suas riquezas: as “Icamiabas “ .

 

Em noites de lua cheia, as “ Icamiabas” faziam uma cerimônia sagrada para a Deusa “ Iacy” , a mãe-lua, no lago “ Iacy-uaruá” , que quer dizer "Espelho da Lua". Para esse ritual sagrado eram convidados os indígenas “Guacaris”, vizinhos e amantes das belas guerreiras. Próximo à meia-noite, caminhavam, em procissão, pelas matas amazônicas, trazendo aos ombros potes cheios de perfumes - ervas e raízes cheirosas - que eram, então, despejados no lago, purificando-o e tornando-o sagrado para a cerimônia em honra de ” Iacy.”

 

Após o ritual amoroso com os “guacaris”, sob as bençãos da deusa-lua, as amantes guerreiras mergulhavam nas águas purificadas do lago e buscavam no fundo um barro, com o qual moldavam um amuleto, " o muiraquitã ", em diversas formas: rãs, tartarugas, peixes entre outros. A mais famosa era em forma de rã, de cor verde, que era presenteada por cada amante ao seu amado, como amuleto de sorte, fertilidade e proteção da divindade lunar.

 

Diz a lenda que o fruto desse encontro amoroso, quando menino ficava sob proteção do pai; se menina fosse, seria educada pela mãe segundo as tradições ancestrais das “ Icamiabas”.

 

Saiba...

 

As Icamiabas foram chamadas de “Amazonas” , primeiramente pelo Frei Gaspar de Carvajal - cronista da épica viagem do espanhol Francisco de Orellana, que entraria para história como o primeiro contato da “civilização” com a Amazônia. O relato minucioso de Carvajal, do famoso encontro com as “Amazonas” – em 24/06/1542, suscitou o fascínio e o mistério junto aos viajantes e aventureiros europeus. As Icamiabas foram chamadas de “Amazonas” por analogia ao mito grego – Ásia Menor, de mesmo nome, muito conhecido na Europa, mas também com registros nas culturas pré-helênicas que viviam às margens do Mar Negro (Cítia) e ao norte da África.

 

O mito das Amazonas, segundo tese de Johann Jakob Bachofen, intitulada “O Matricarcado”, faz referência a uma das fases do poder político-sócio-religioso da mulher na história primitiva; as Amazonas, cujo nome deriva do grego “ amadzón” - “a” (não) e “madzós” (seio) – sacrificariam sua feminilidade mutilando um dos seios, não apenas para combater como um homem, em sua luta com o masculino pela independência, mas também para fortalecer a Grande Deusa grega da matrilinhagem, da abundância, da caça e dos animais: “Ártemis” , também conhecida como “Diana de Éfeso”, que em uma de suas muitas representações, foi esculpida com um manto cheio de seios, símbolos dos seios a ela sacrificados pelas Amazonas.

 

A fama das “Amazonas” da América do Sul, as Icamiabas, se espalhou pela Europa, para o que muito contribuiu a descoberta dos muiraquitãs em jadeíta, nas proximidades dos rios Nhamundá, Trombetas e Tapajós – afluentes do Baixo Amazonas, no início da colonização Amazônica, pelos portugueses.

 

A lenda deu origem ao nome da grande bacia da região, ao seu principal Rio, bem como a um dos Estados do Brasil - a região constou na cartografia européia dos séc. XVII e XVIII, com o nome de “País das Amazonas” ou “País das Pedras Verdes”, separadamente do “Brasil”, como é o caso do mapa de “Pieter van der AA/Século XVIII – Pays des Amazones”, publicado no livro Espelho Índio: A Formação da Alma Brasileira/ Roberto Gambini. – São Paulo: Axis Mundi/Terceiro Nome, 2000).

 

O “Muiraquitã” possui formas e cores variadas – peixes, sapos e tartarugas; em cores de azeitona, leitosa ou escura - sendo o mais famoso em forma de sapo/rã e de cor verde (jade). Atualmente, poucos são os exemplares existentes na região; Estão expostos nos grandes museus do mundo e fazem parte de coleções particulares. Os(as) amazônidas fazem uso do amuleto em forma de réplicas fabricadas pelos artesãos locais, em cerâmica e outros materiais.

 

Saiba mais....

 

• Lendas e Mitos da Amazônia: concurso de monografias "José Coutinho de Oliveira". - Rio de Janeiro: s.n., 1985. Lançado pela Delegacia do MEC no Pará.

 

1º lugar: Ararê Marrocos Bezerra, com "Lendas e Contos de Irituia".

 

2 º lugar: Ana Maria T. de Paula, com "Lendas e Mitos da Amazônia".

 

• A Senhora das Águas na Amazônia / Lucy Penna. – Revista Junguiana, nr. 18: 2000, pág. 18 - 29. Publicação da Sociedade Brasileira de Psicologia Analítica.

 

• Icamiabas, As Amazonas de Orellana / Apolonildo Brito. – Revista Amazon View, nr. 38: sd. Manauas-AM.

 

• Muiraquitã, o talismã das Amazonas / Apolonildo Brito. – Revista Amazon View, nr. 29: sd. Manaus-AM.

 

* Esperança Alves – Educadora, Focalizadora de Danças Sagradas; Pesquisa as Danças, História, Mitologia e Espiritualidade dos Povos; Tem Iniciação em Psicologia, Formação Transdisciplinar-Holística e Curso Básico de Educação em Valores Humanos. Belém /PA.

 

Contato: esperanzza@manamani.org.br

FONTE: MANA-MANÍ

www.manamani.org.br/principios_lendas_asicamiabas.html

_____________

Site de Leonardo Ramalho:

www.google.com/profiles/caduceu.leonardo

Title: Johannes Cluveri Historiarum totius mundi epitome : a prima rerum origine usque ad annum Christi MDCXXX, e sexcentis amplius authoribus sacris profanisque ad marginem adscriptis, deducta & historia unaquaeque ex sui seculi scriptoribus, ubi haberi potuerunt, fideliter asserta. Accessit per ipsum authorem continuatio historiae ad annum MDCXXXIII. Nunc aucta usque ad conclusionem pacis inter Anglos & Batavos initae, anno MDCLXVII

Identifier: johannescluverih00cl

Year: 1668 (1660s)

Authors: Clüver, Johan C., 1593-1633 Ravestein, Johann, printer Adams, John, 1735-1826, former owner. BRL Boston Public Library (John Adams Library) BRL

Subjects: World history

Publisher: Amstelaedami : Apud Joannem Ravesteinium ...

  

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eriodus efi Ecclefiaforinfecus ohfidio?iem patientts j c^ cum ferisintus confligentis. Magogitaobfidioeampremu7itforis,fer(S i?itus oppugnajit, quibusdatumetiamocciderefa7iBos 3 habentes fidemJefu & mandata Dei teaentes. Con-culcatur ipfumfanBa civitatis atrium j tefies lugubri vefiepr^coniumfuum agunt j fpi-ritus (^Jponfa clamant: Veni Domine Jefu. HdcEpitomes nofira digefiio efi adfacras tabulas aicommodata. Reruni narratarum<veritatem, autcitatiinmargimAutoresadfiruunt, autinipfo oratio7iis decurfu m-tninati. ExutopartsumfiudionudamiUtefii veritatem, ineaHeiverigtoriamfeSia-mur. Trivatijudiciiparci, ejuotiefcuniue apponerealiquemcalculumdecet, aut divinicanonis 3 aut aliorumfcriptorum vefiigiis infifiimus. Verha eorundem bene multa huctranfcripta reperies. Hffioriarum ad liberata Dei beneficiopairiafelicem metam deduxitnus. deteraaliis cura erunt. Tantum te initio al/oqui ^ Le&or bone, voluimtiSiiu^orro nobifcum re^a hoc rerum humamrum theatridion» Deo duce» ingredere.

 

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JOHAN- Pag.LJOHAN NIS C L U VERI EPITOMES HISTORIARUM Seculum Longx- vorum. LlBER PRIMUS, ji Mmdo condlto ad Diluvitim , EpochantAnmrum cId Id lvi. compkUem,

  

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* Melquisedeque (em hebraico מַלְכִּי־צֶדֶק / מַלְכִּי־צָדֶק Meu rei é justiça) é um personagem bíblico do livro de Gênesis que interagiu com Abraão quando este retornou vitorioso da batalha de Sidim. É descrito como o rei de Salém e que não deixou descendência.

 

Este rei de Salém poderia ser o mesmo, conhecido na história suméria (onde viveu) como o Oannes (nome muito semelhante ao de Yohanes, um Rei Etíope). Diz-se que não teve ascendência nem descendência a quem a mitologia atribui-lhe características sobre humanas, quase como um semi-deus da altura. Alguém de enorme valor que instruiu os povos e lhes deu a civilização.

 

Bíblia

Apesar das raras referências a ele na Bíblia, o Livro Sagrado refere-se a Melquisedeque como um sábio rei de uma terra chamada Salém e “sacerdote do Deus Altíssimo.” (Gênesis 14:18). No Novo Testamento, ele é comparado a Jesus, de que é dito ser "da ordem de Melquisedeque" (Epístola aos Hebreus).

 

Segundo o texto do Pentateuco, Melquisedeque foi o rei da cidade de Salém (que significa "paz"), a qual se acredita ter sido a cidade posteriormente conhecida por Jerusalém.

 

Melquisedeque teria tido importância no direcionamento de Abrãao - o primeiro registro bíblico da doação de dízimos decorre desta ocasião. Abrãao e Melquisedeque seriam, portanto, contemporâneos, de acordo com as narrações bíblicas.

 

Destaca-se na sua história a ausência de menções (comuns nos registros bíblicos) a seus antepassados. Como se pode interpretar de alguns versos (Hebreus 7:3), Melquisedeque fora um homem sem genealogia, sem filhos ou parentes conhecidos. O lugar onde seu corpo jaz também é ignorado, o que aumenta a crença de que sua real existência seja improcedente, ou de que se tratava de um homem de prestígio perante à divindade e que, por esta razão, seu corpo não tenha sido destruído, como se terá passado a Enoque ou a Moisés, talvez.

 

Ao nome Melquisedeque pode ainda ser atribuído o significado "Rei de Justiça" em função de ser uma possível junção de mais de uma palavra do idioma hebraico.

 

Seu nome já foi usado nas denominadas "Índias", que se referiam à atual Etiópia, Índia e Himalaia.Nessas 3 culturas haviam referências a um "Rei da Terra", que seria o próprio Melquisedeque.

 

Desde o alvorecer dos tempos, existe a tradição de uma Terra Sagrada ou Paraíso Terrestre, onde os mais elevados ideais da humanidade são realidades. Povos de todo o mundo antigo conheciam pelos nomes de Monte Olimpo, Ratnasanu, Hermadri, Monte Meru, cidade celestial(que ficava na terra de Asar, dos povos da Mesopotâmia), Terra de Amenti (Livro Sagrado dos Mortos, dos antigos egípcios), cidade das Sete Pétalas de Vishnu( ou Cidade dos Sete Reis de Edom, ou Éden da tradição judaica), Na Ásia Menor no passado e hoje acreditam em uma cidade que é conhecida como Shamballah( é o templo dos Deuses. O Erdami dos tibetanos e mongóis), Para os persas era Alberdi ou Aryana terra de seus ancestrais, Os hebreus a chamam de Canaã, Os conquistadores espanhóis a chamavam El Dorado, os celtas chamavam de Terra dos Mistérios, Na Idade Média era a Ilha de Avalon. O Reino de Agartha, formado por 7 cidades sagradas e uma 8ª cidade, denominada Shamballah. Segundo a tradição é governada pelo monarca chamado Melki-Tsedeq (conhecido como o Rei do Mundo). Melki-Tsedeq também é conhecido como Melquisedeque (citado na Bíblia (Gênesis 14.18-20 e Hebreus 6.17-20;7.1-3).

 

Cristofania

Alguns teólogos cristãos acreditam que Melquisedeque teria sido uma aparição do Messias antes de seu nascimento.

 

No Antigo Testamento há várias menções ao Anjo do SENHOR que muitos acreditam terem sido aparições de Cristo antes de encarnar. No entanto, Melquisedeque poderia ter sido o aspecto terreno da pré-encarnação de Cristo em uma forma corpórea temporária.

 

Outros teólogos, no entanto, acreditam que Melquisedeque teria sido apenas uma tipologia de Cristo, tratando-se, pois, de um acontecimento ou de um ensinamento que se relaciona com as realizações de Jesus.

 

Na epístola aos Hebreus, o autor leciona que Melquisedeque não teve nem pai e nem mãe, nem ascendência e nem descendência:

 

Porque este Melquisedeque, que era rei de Salém e sacerdote do Deus Altíssimo, e que saiu ao encontro de Abraão quando ele regressava da matança dos reis, e o abençoou; a quem Abraão deu o dízimo de tudo, e primeiramente é, por interpretação, rei de justiça e depois também é rei de Salém, que é rei de paz; sem pai, sem mãe, sem genealogia, não tendo princípio de dias nem fim de vida, mas, sendo semelhante ao filho de Deus, permanece sacerdote para sempre. (Hebreus 7:1-3)

 

Segundo os cristãos é certo que Melquisedeque é "tipo" de Jesus.

 

Na Biblia,Melquisedeque é referido como sacerdote do Deus Altissimo em Genesis 14:18.19 quando traz pão e vinho e recebe de Abrão o dizimo do conquistado,e abençoando-o disse:"Bendito sejas Abrão, do Deus Altissimo,o Possuidor dos céus e da terra e bendito seja o Deus Altissimo que entregou teus inimigos em tuas mãos" .Referenciado também em Salmos 110.4:"Jurou o Senhor e não se arrependerá:Tu és um Sacerdote Eterno segundo a Ordem de Melquisedeque." Em Hebreus,além do já citado temos 7:4 :Considerai,pois,quão grande era este a quem até o patriarca Abrão deu os dizimos dos despojos" havendo outras citações e explicações ,havendo no 5:11 "Do qual muito temos que dizer,de dificil interpretação,porquanto vos fizestes negligentes para ouvir." o que abre um leque de possibilidades que em principio ,considerando-se a afirmação de Paulo,não devem ser consideradas cristofanias.

 

A hipótese de Sem ter sido apresentado com o nome de Melquisedeque

Falando das gerações de Noé, a Bíblia relata em Gênesis 6:9-10 que o patriarca gerou três filhos varões chamados: Sem, Cam e Jafé. Se esta ordem respeitar a cronologia dos nascimentos, teremos que Sem foi o filho mais velho.

 

Sabe-se ao menos que Sem era mais velho que Jafé como está descrito em Gen10:21, sendo que, nos países orientais, principalmente nos tempos antigos, a primogenitura era uma posição altamente valorizada e, portanto, Sem já era de facto aquele que receberia a bênção de seu pai.(Gen. 9:26-27)

 

Como se não bastasse, Sem foi contado por merecedor desta bênção também por sua atitude bem aprovada por seu pai, quando seu respeito foi mostrado na ocasião em que Noé havia se embreagado com vinho e tinha ficado nu em sua tenda.

 

Tem-se que Sem foi quem deu continuidade à liderança de Noé, na Terra. Todo o povo conhecido seria então liderado por Sem, segundo a Bíblia relata:

 

Alargue Deus a Jafé, e habite nas tendas de Sem; e seja-lhe Canaã por servo.(Gen. 9:27)

 

Sem foi quem mais teria vivido dentre seus irmãos. Diz a Bíblia em Gen. 11:10-11 que Sem era da idade de cem anos quando gerou Arpachade e depois viveu ainda outros quinhentos anos que totalizam uns impressionantes seiscentos anos. Isto significaria tempo de vida suficiente para ver os filhos de seus filhos até a 12ª geração, de modo que Sem pôde ter visto Jacó, filho de Isaque e neto de Abraão, que segundo sua própria antecedência, seriam filhos de Sem. Assim, no mundo da época de Abraão, ainda restaria um homem que teria vivido no Mundo Antigo, antes do Dilúvio, e este homem e Abraão teriam vivido simultaneamente durante cinquenta e oito anos.

 

Abraão recebeu um chamado de Deus, para sair do meio de sua parentela e ir para uma terra que Deus o mostraria. Abraão habitava em meio de uma terra idólatra que não conhecia o Deus de Noé. Contudo, Abraão obedeceu como quem conhecia a este Deus. Indaga-se assim quem teria ensinado Abraão acerca de Deus e quem seria o homem mais velho e supostamente sábio da Terra. Deste modo, só poderia ter sido Sem.

 

Segundo Gen 14:18, há evidências de que Abraão conhecia Melquisedeque que era o rei de Salém e o sacerdote do Deus Altíssimo. (Gen. 14:18)

 

A tese de que Melquisedeque teria sido Sem busca respaldo no fato de que Abrão não teria sido o primeiro homem na Terra a ter o seu nome mudado por Deus. Indaga-se por que os pais de Melquisedeque teriam antevisto o seu futuro como rei e puseram seu nome de Melquisedeque que significa "Rei de Justiça". Pois se Deus escolheu um homem preparado para liderar um povo remanescente, que não como os outros que novamente estavam arraigados no paganismo, continuava a crer no Deus Altíssimo, logo Melquisedeque seria Sem por se tratar de um homem experimentado, sábio, conhecedor e acima de tudo líder desde a geração que prosseguiu ao Dilúvio.

 

Gen 9:26 - "E disse: Bendito seja o Senhor Deus de Sem..."

 

Desde sua mocidade, Sem mostrava temor pelo Deus de seu pai - O Deus Altíssimo.

 

Assim, esta tese acredita que Sem, possivelmente, teve o seu nome mudado para Melquisedeque, pois seria um Rei de Justiça, assim como Abrão teve o seu nome modificado para Abraão, para ser mais condizente com aquilo que ele seria: Pai de muitas nações.

* Leia mais na fonte: Wikipédia:

pt.wikipedia.org/wiki/Melquisedeque

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Perfil de Leonardo Ramalho_O Caduceu:

www.google.com/profiles/caduceu.leonardo

 

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Melquisedeque, o Rei do mundo * Magia Cósmica - “O reconhecimento da existência do mais santo e mais poderoso dos homens, do reino bem-aventurado, do grande templo da Santa Ciência, é de tamanho conforto para nossos corações de pecadores e nossas vidas corruptas, que escondê-lo seria uma lástima...” (F. Ossendovski)

 

Jesus Cristo dá testemunho do Rei do Mundo quando afirma: “Melquisedeck, Rei de Salem, sem pai nem mãe, é aquele que permanece Sacerdote para sempre...” Esse soberano do mundo, que residiu num castelo onde hoje existe Jerusalém, tem como domínio as grutas e cavernas de todo o planeta Terra, os quais se unem formando gigantescas extensões do Agarthi e sua capital Shamballah.

 

O explorador Ossendovski fala sobre o poder do Rei do Mundo assim: “Ele está em contato com o pensamento de todos os homens, reis, Czares, Khans, chefes, guerreiros, sumos sacerdotes, cientistas e outros homens poderosos. Ele compreende todos os seus pensamentos e planos; se esses são agradáveis ante Deus, o Rei do Mundo os ajuda invisivelmente e se são desagradáveis à vista de Deus, o Rei os levará à destruição...”

 

O Mestre Samael Aun weor, Patriarca das Instituições Gnósticas, afirma solenemente em uma de suas obras: “Amigos, chegou o momento de vocês conhecerem ao Gênio da Terra, a esse Melquisedeck extraordinário que governa nosso mundo. Um dia poderão entrar no interior da Terra e entãovivenciarão por si mesmos e de forma direta que esta Terra é oca. Ali poderão conhecer também a muitos sobreviventes da Atlântida e da Lemúria, a veneráveis anciães que cultivaram os Mistérios Divinos em seus templos, a veneráveis sacerdotisas que, como as Cleópatras do Nilo, repartiam seus ensinamentos aos povos que as amavam. Quando vocês puderem penetrar no lugar onde Melquisedeck mora, então poderão conhecer a Sabedoria dos Antigos, vivenciarão por si mesmos e de forma direta que em outros tempos resplandeceu a sabedoria hermética sobre a face da Terra...”

 

O pensamento acadêmico ocidental, extremamente racional e cartesiano, jamais poderia imaginar a idéia de um Império Mundial, em moldes absolutamente espirituais, de uma Sinarquia, com guias, exércitos e governadores que administrem, sábia e dinamicamente, o planeta. Isso, no entanto, foi preconizado pelas augustas e esotéricas fraternidades que trabalharam intensamente nos séculos 18 e 19, com sua famosa Utopia do Império Mundial. Porém, não conseguiram materializar o que já existe em nível esotérico: Esse Império é composto por Seres de altíssimo nível vibratório, moral e espiritual... Seres, Forças, Inteligências etc., hierarquizados de acordo com seu grau de Consciência.

 

Os cabalistas hebreus, com seus profundos conhecimentos ocultistas, afirmam que cada Sistema, Galáxia, Planeta etc., possui Regentes, Gênios Planetários, Devas (ou Anjos), onipotentes e oniscientes dentro de seu trabalho cósmico. Posso citar alguns exemplos tirados das literaturas cabalísticas de algunse suas influências de Poder:

 

ARCANJO REGENTE DOMÍNIO

SÍRIUS VIA-LÁCTEA

ALCIONE PLÊIADES

MICHAEL NOSSO SOL

GABRIEL LUA

RAFAEL MERCÚRIO

URIEL VÊNUS

ZACARIEL JÚPITER

ORIFIEL SATURNO

SAMAEL MARTE

MELQUISEDECK (CHANGAM) PLANETA TERRA

 

Dentro dessa lógica, pode-se afirmar, sem temor de erro, que Changam-Melquisedeck pode ser considerado como uma espécie de Administrador Supremo da vida evolutiva e involutiva de nosso planeta Terra, o guardião da Anima Mundi. Mesmo sendo um “Devaraja”, um Arcanjo poderoso, obviamente acima do bem e do mal, esse misterioso Rei do Mundo possui um corpo físico que data de 4 milhões de anos, já que Ele possui em suas mãos o Elixir da Longa Vida, essa famosa Chave do Grande Arcano, como nos ensina Samael Aun Weor. O mesmo Mestre Samael afirma que o rosto do Grande Elder, como Changam também é chamado, exprime grandiosidade, majestade e poder, com seus pômulos salientes, olhos faiscantes e grande estatura...

 

Esse Ser já foi visto e contatado inúmeras vezes na Ásia, especialmente na Índia e Tibet, mas também em outras paragens, como nos templos sagrados de Angkor-Vat, no Camboja. Ossendovski, em seu livro Bestas, Homens e Deuses, comenta: “Estando de passagem, no começo de 1921, na Lamaseria de Narabanchi Kure, no distante Oriente, o Houtuktu levou-me até uma sala ricamente adornada e disse: 'Está vendo aquele trono? Pois bem, numa noite de inverno diversos cavaleiros chegaram ao mosteiro e pediram que todos os Gelongs e Getuls, com o Houtuktu e o Campô, se reunissem nesse quarto. Então, um dos estrangeirossubiu ao trono e tirou da cabeça seu barrete. Todos os lamas caíram de joelhos porque tinham reconhecidoo Homem de quem se falava nas bulas sagradas do Dalai-Lama, do Tashi Lama e do Bogdo Khan...É o Ser que é o amo do mundo inteiro e que desvendou todos os segredos da Natureza. Ele rezou brevemente no idioma tibetano, abençoou todos os que se achavam presentes e depois fez revelações a respeito do século 20. Isso ocorreu há 30 anos... Enquanto estávamos rezando na frente do pequeno altar, a porta se abriu sozinha, as velas e as tochas se acenderam espontaneamente e os defumadores que estavam sem fogo começaram a mandar pelos ares nuvens de incenso. Depois disso, o Rei do Mundo e seus companheiros desapareceram sem deixar qualquer vestígio.’”

 

Em seguida, Ossendovski relata sua própria experiência, depois de ouvir ceticamente o relato do monge: “O Houtuktu entrou no santuário, ajoelhou-se, cobriu os olhos com as mãos e começou a rezar. Eu estava observando o rosto calmo e sereno da estátua do Buda dourado, onde as lâmpadas acesas deixavam sombras que se mexiam. Depois, olhei para o trono. Foi maravilhoso e difícil de acreditar, mas eu vi um homem forte e musculoso, o rosto bronzeado, com uma expressão severa marcada na boca e nos maxilares. Sua fisionomia era dominada pelo brilho dos olhos. Através de seu corpo transparente, vestido com uma túnica branca, consegui ver as inscrições tibetanas no encosto do trono. Fechei os olhos e os abri novamente. Não havia mais ninguém, porém a almofada de seda sobre o trono parecia mexer-se...”

 

*Fonte: Magia Cósmica:

www.gnosisonline.org/Magia_Cosmica/reino_subterraneo_3.shtml

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Roman @ Historia Mundi Lommel

Title: Vincentii Chartarii Rhegiensis Imagines deorum : qui ab antiquis colebantur, unâ cum earum declaratione & historia in qua simulacra, ritus, cæremoniæ magnaque ex parte veterum religio explicatur, opus non solum antiquitatis amatoribus, sed & liberalium artium cultoribus, imò & concionatoribus valde utile & proficuum, hinc inde

Identifier: vincentiichartar01cart

Year: 1687 (1680s)

Authors: Cartari, Vincenzo, b. ca. 1500 Hachenberg, Paulus, 1652-1681

Subjects: Mythology, Classical

Publisher: Francofurti : Sumptibus Ludovici Bourgcat [sic] ...

  

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praefentat; pervulcaniun autem caloremillumintefligimus, qui pcr mun- 1di partes pervadcns, rcbus vitam elargitur. Sed quando incidimqs in mundi fimulacrum; non abs re fofe arbitror,Vnmtrjii. fr-pauca de ea dixero., yEgyptij ergo Mundum etiam adumbiabant, ho-magines. miriem pedibus inter fe intortispiRgentes : is indutus erat vefte variis colo-ribusdiftincta, ufque ad pedes demiffa; capite magnum giobum auratinnfuftinebat: qiiae eo refemnmr, utadmoneant,Miu>dum rotiiiidumefie>nuirr-quamquc locum mutare,ac variam naturam aftrorum eflc Hoc Porpnynus I•53. fcribit, quemadmodum ex eo Eufebius reiert; qui& narrat, ab^EgyptiisMundumita effictum, Duos circulosefficiebant, quorum unumfupra alr-ran collocabant; quibusferpentemimplicabant, qui accipftris caput habe-ret: circu li Mundi magnitudinem, ac formam oftendebant, ferpens boniunDaeinonem univerfi confervatorem , quidfira virtute contineatdefignabat;lioceft,fpiritumiIlumquaquapertinentem,quiYitamomnibus,^tc|ue alimcrt- . ^ tum

 

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N -■!■■ I IIWKK \>\ M ■. ? COLEBANTUR IMAGINES. €7 tumtribuit ! namqne Phcenices,&iEgyptudivinx cujufdamnaturxfer-Serpentes $t>entes exiftimibant ■, cuinillos ccrnerent, nou exteriorum mcmbrornm^J^j^adiumentis , aliorum animalium inftar, fedipirite quodam, ac vinute in- jam ?mtmr»tns latitante impulfos , velociflimeincedere , maximaqueci.leriute totum extftimtti,corpus in varias rormas torquere ; addc , quod diutiffime vivant; namfeneclutcm Hnacum pelleponunt jitaquc adjuventutemreformati, num-quam occumbero pofle videntur, nifiabalio interficiantur. Accipitrisca-putei imponunt, proptermaximamfcilicetvolubilitatcm, atqueagilitater.*Mundi fignificandam. - Martianus lib. primo deNupt. Philolog. ita in fenatu Deorum Jovem Irvisinun».effinxit; In capite flanimantem coronam habebat, & fuper ca velamenrutilum, Minervae manibus confe<5tum; vcftiadmodum candidxobduxe-rat hyalinos amidtus,crebris quibufdamftellis interdiftinetos;manudexteraduos orbesporrigebat,au

  

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La Iglesia de San Clemente de Tahull

 

Es una iglesia románica de planta basilical perfecta que se encuentra en Tahull, municipio del valle de Bohí, provincia de Lérida, España.

 

Historia

La iglesia fue consagrada el 10 de diciembre, de 1123. Su planta de basílica perfecta con tres naves contrasta bastante con la techumbre de madera, sustituida en la época por la bóveda de piedra y ladrillo. Esto podría considerarse como un hecho anacrónico.1 Por otro lado, la decoración lombarda del exterior sitúa a la iglesia en una modernidad que se había extendido ya por las regiones italianas de Mantua y Verona.2

El 30 de noviembre de 2000 la Unesco declaró al conjunto románico de la Vall de Boí Patrimonio de la Humanidad, si bien desde la organización se manifestó el deseo de que en el futuro las pinturas y mobiliario originales de las diversas iglesias fueran devueltas por el MNAC (Museo de Arte de Cataluña).

 

Descripción del edificio

Es de planta basilical con tres naves, triple ábside, el que corresponde a la nave central más grande que los otros dos, más una torre exenta situada en la fachada meridional hacia oriente, muy cerca de los ábsides. Las naves convergen ligeramente hacia la cabecera. La estructura del edificio es rústica, con la piedra de los muros sin tallar.

 

Éstos no tienen ventanas, siendo sus únicos vanos las dos puertas, la meridional y la occidental (más la que da acceso a la torre). Sólo se abren huecos en la cabecera. La construcción de la cubierta es muy primitiva y rústica. Las vigas están superpuestas y tendidas de muro a muro sin atirantar, formando así una armadura central donde se distribuyen las otras vigas que sostienen el techo.

 

Interior

Las naves están divididas por tres columnas cada una. Carecen de ventanas al exterior. Las columnas son cilíndricas, hechas de piedras amalgamadas. Algunas salen directamente desde el suelo mientras que otras se asientan sobre una basa muy simple. En la parte superior están adornadas con un collarín de esquinillas, típica decoración lombarda, sobre todo de exteriores. Estas columnas carecen de capiteles y en su lugar están rematadas con ábacos muy sencillos sobre los que se asientan los arcos. Sobre los arcos se eleva el muro que tiene la suficiente altura para dar lugar a las dos vertientes del tejado.

La cabecera está compuesta por un ábside central y dos laterales más pequeños. En este caso se ha empleado la bóveda. En las arquerías y ventanas se observa una mejor y más cuidada labor de piedra tallada.

 

Exterior

Los muros no tienen ornamentación alguna y solo se ven interrumpidos por los vanos de las puertas. En los ábsides se aplica una decoración lombarda muy simple y armoniosa. El ábside central está decorado por grupos de cuatro arquillos ciegos, dobles, separados por medias columnas. Sobre ellos corre un friso de esquinillas como el que se ha visto en algunas de las columnas del interior. El tramo central tiene una ventana y sobre los laterales hay sendos vanos en forma de ojo de buey. Los absidiolos también llevan la misma decoración lombarda, pero con grupos de tres arcos ciegos en lugar de cuatro. Tienen una ventana cada uno.

 

La torre

La torre campanario es cuadrada y está exenta, aunque edificada muy cerca del grueso del edificio, en el ángulo del muro sur junto a la cabecera. Es alta y esbelta como todas las torres lombardas levantadas en el valle de Boí. Corresponde al grupo de torres contemporáneas de las italianas edificadas en el siglo XII, que se construyeron mucho más elegantes que las de la etapa anterior.

Consta de cinco pisos asentados sobre un zócalo macizo bastante alto. En las cuatro caras de cada piso se repite la misma decoración y distinto número de ventanas. En el zócalo hay una sola ventana más los cinco arquillos ciegos. En los restantes pisos varía el número de ventanas, separadas por columnillas cuyos capiteles en forma de zapata están dispuestos perpendicularmente al muro de la torre. Los tres últimos pisos llevan a manera de imposta una decoración de esquinillas como la de los ábsides. En el friso superior hay incrustaciones de cerámica y colorido distinto de la piedra. Todas las torres del valle de Boí siguen el canon (o proporción de medidas) de los minaretes, que consiste en que la altura es igual al perímetro. En el cuarto piso de la torre hay una pequeña campana apreciable en la siguiente imagen: www.artehistoria.jcyl.es/tesoros/jpg/HII18332.jpg dima. shal.

 

Pinturas murales románicas

En su origen toda la iglesia estuvo revestida con decoración polícroma, las paredes de las naves, los ábsides, y las columnas. Se han conservado a través de los siglos las pinturas del ábside central, de uno de los absidiolos y de las claves de los otros arcos. Estas pinturas fueron trasladadas al Museo Nacional de Arte de Cataluña (MNAC) para protegerlas y conservarlas adecuadamente. Las del ábside central fueron reproducidas in situ con copia exacta. Los artistas son anónimos pero el maestro que pintó el ábside central es reconocido en el mundo artístico como maestro de Taüll. Se distingue como un pintor muy bien formado que domina las técnicas y que conoce la iconografía que estaba al uso en la época. El otro pintor continuador de la obra en los absidiolos es de menor categoría.3

 

Pinturas del ábside central

Todo el cascarón del ábside central (de 4 m de diámetro) estaba recubierto de pinturas murales que se conservan en el Museo de Arte de Cataluña. Representan el Pantocrátor metido en una mandorla perlada, sentado en una franja transversal que está decorada con dibujos vegetales. A la altura de sus hombros están dibujadas las letras griegas Α y Ω, simbolizando a Cristo como principio y fin de todas las cosas. El Pantocrátor está en actitud de juzgar con su mano derecha mientras que en la izquierda sostiene un libro abierto en que puede leerse:

«Ego sum lux mundi»

El significado de esta frase es "Yo soy la luz del mundo".

Está vestido con una túnica grisácea y envuelto en un manto azulado. Sus pies desnudos descansan sobre una semiesfera, saliéndose de la mandorla. A su alrededor se ven cuatro ángeles que llevan los atributos de los cuatro evangelistas los Tetramorfos y dos serafines de seis alas en las que se han dibujado seis ojos.4 La zona inferior muestra un fondo de tono azulado sobre el que están dibujadas las figuras de la Virgen y cinco apóstoles, bajo arcos rebajados que se apoyan sobre capiteles foliados. Se reconoce a San Juan Evangelista por ser el único imberbe.La Virgen está vestida con una toca blanca y un manto azul;y porta en su mano izquierda el Santo Grial.

 

Pinturas en las claves de los arcos

En el arco triunfal está representado el Cordero nimbado y con el dibujo de la cruz, en cuya cara vuelve a repetirse el símbolo de los ojos (como visión apocalíptica).5 En la clave del otro arco se ve representada la mano divina que bendice saliendo de un círculo. En otra clave se conserva la figura del patriarca Jacob y la de Lázaro con su perro, a la puerta del rico avariento Epulón.

 

Fecha de fundación en una columna

Se conserva también un fragmento escrito en una de las columnas, donde aparece la fecha de consagración de la iglesia:

«Anno ábside incarnacione

Domini MCXXIII IIII idus decembris

Venit Raimundus episcopus Barbastre

Nsis et consacravit hanc ecclesiam in honore

Sancti Clementis Martiris et ponens reliquias

In altare sancti Cornelii Episcopi et Martiris»

 

Frontal de altar

En el Museo de Arte de Barcelona se conserva también el frontal de un altar procedente de San Clemente de Taüll, obra del siglo XIII. Sus escenas están dedicadas a la vida de este santo; la narración se divide en dos zonas, superior e inferior. En la zona superior se puede ver al santo convirtiendo a Teodora (en contra de la voluntad de su marido Sisinio, cortesano de Nerva) y la escena de la inventio de la fuente de la vida señalada por el Cordero. En la zona inferior están las escenas del juicio de Clemente ante el emperador Trajano y el martirio6 así como el milagro del arca marmórea que emerge con el niño vivo después haber estado bastante tiempo encerrado. El marco y el fondo de la decoración son en relieve, en estuco.

Detalle del campamento medieval, con una armadura expuesta, de clara influencia gótica alemana, típica del siglo XV.

 

Música (abrir en otra ventana): La Serenissima - Loreena McKennitt

 

www.goear.com/listen/db649e0/la-serenissima-loreena-mcken...

 

La Asociación Cultural 1707 Almansa Histórica celebra con periodicidad bianual, en los años pares, a finales del mes de Abril, un encuentro de recreación histórica multiépoca en el que es posible contemplar desde iberos de la Hispania prerromana, hasta regimientos de la Guerra de Sucesión española del Siglo XVIII, pasando por romanos y griegos de la antigüedad así como caballeros y hombres de armas medievales. Todo un recorrido a través de la Historia recreando los modos de vida en los campamentos y el desarrollo de las batallas de las distintas épocas, desde la Antiguedad, hasta la Edad Moderna, pasando por el medievo. Un espectáculo al que bien merece la pena acudir para contemplarlo y que se complementa con la celebración de un mercado barroco en el casco histórico de la localidad.

 

En el enlace a la página web de la asociación cultural Almansa 2007 puede encontrarse más información tanto de este evento de recreación multiépoca Cronica Mundi, como de la conmemoración de la Batalla de Almansa. También en ella es posible descargarse la publicación "Gaceta Almansa Histórica":

 

almansa2007.usuarios.tvalmansa.com/

  

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CHILE ESPETACULAR! - SPECTACULAR CHILE!

 

NO PRÉDIO DO COMANDO DAS OPERAÇÕES NAVAIS,EM VALPARAISO, FOI INSTALADO UM ESPETACULAR MUSEU COM DOCUMENTOS,OBJETOS, QUADROS,ESTÁTUAS DA HISTÓRIA DA MARINHA DO CHILE.

UM VITRAL,QUE REPRODUZ UM MAPA MUNDI, DATADO DE 1746,ELABORADO NA ALEMANHA,TEM O SEGUINTE TEXTO:Mapamundi en dos hemisférios según cartas generates del Professor.Hasius,disenãdas por G.M. Lowitz y publicados por Los herederos de Homann. Nuremberg ano 1746

AMPLIE A FOTO!.

ARTUR VITOR IANNINI

- Email: arturiannini@yahoo.com.br

  

SPECTACULAR CHILE!

 

BUILDING IN COMMAND OF NAVAL OPERATIONS IN VALPARAISO, WAS INSTALLED WITH A SPECTACULAR MUSEUM DOCUMENTS, OBJECTS, PICTURES, STATUES OF HISTORY NAVY OF CHILE.

A STAINED GLASS THAT PLAY A MAP MUNDI, DATED 1746, PREPARED IN GERMANY HAS THE FOLLOWING TEXT: Mapamundi en Hemispheres según generates letters del Professor.Hasius, disenãdas by GM Lowitz y Los Herederos published by Homann. Nuremberg year 1746

ENLARGE THE PICTURE!.

ARTUR VITOR IANNINI

- Email: arturiannini@yahoo.com.br

  

El presidente Hugo Chávez, quien falleció el 5 de marzo de 2013 de un cáncer a los 58 años, marcó para siempre la historia de Venezuela y de América Latina.

 

1. Jamás en la historia de América Latina, un líder político alcanzó una legitimidad democrática tan incontestable. Desde su llegada al poder en 1999, hubo 16 elecciones en Venezuela. Hugo Chávez ganó 15, de las cuales la última el 7 de octubre de 2012. Siempre derrotó a sus rivales con una diferencia de 10 a 20 puntos.

 

2. Todas las instancias internacionales, desde la Unión Europea hasta la Organización de Estados Americanos, pasado por la Unión de Naciones Suramericanas y el Centro Carter, se mostraron unánimes al reconocer la transparencia de los escrutinios.

 

3. James Carter, antiguo presidente de Estados Unidos, incluso declaró que el sistema electoral de Venezuela era “el mejor de mundo”.

 

4. La universalización del acceso a la educación instaurada en 1998 tuvo resultados excepcionales. Cerca de 1,5 millones de venezolanos aprendieron a leer y escribir gracias a la campaña de alfabetización denominada Misión Robinson I.

 

5. En diciembre de 2005, la UNESCO decretó que se había erradicado el analfabetismo en Venezuela.

 

6. El número de niños escolarizados pasó de 6 millones en 1998 a 13 millones en 2011 y la tasa de escolarización es ahora de 93,2%.

 

7. La Misión Robinson II se lanzó para llevar al conjunto de la población a alcanzar el nivel secundario. Así, la tasa de escolarización en la enseñanza secundaria pasó de un 53,6% en 2000 a un 73,3% en 2011.

 

8. Las Misiones Ribas y Sucre permitieron a decenas de miles de jóvenes adultos emprender estudios universitarios. Así, el número de estudiantes pasó de 895.000 en 2000 a 2,3 millones en 2011, con la creación de nuevas universidades.

 

9. Con respecto a la salud, se creó el Sistema Nacional Público para garantizar el acceso gratuito a la atención médica a todos los venezolanos. Entre 2005 y 2012 se crearon 7.873 centros médicos en Venezuela.

 

10. El número de médicos pasó de 20 por 100.000 habitantes en 1999 a 80 por 100.000 en 2010, o sea un aumento del 400%.

 

11. La Misión Barrio Adentro I permitió realizar 534 millones de consultas médicas. Cerca de 17 millones de personas pudieron ser atendidas, mientras que en 1998, menos de 3 millones de vidas tenían acceso regular a la salud. Se salvaron 1,7 millones de vidas entre 2003 y 2011.

 

12. La tasa de mortalidad infantil pasó de un 19,1 por mil en 1999 a un 10 por mil en 2012, o sea una reducción de un 49%.

 

13. La esperanza de vida pasó de 72,2 años en 1999 a 74,3 años en 2011.

 

14. Gracias a la Operación Milagro lanzada en 2004, 1,5 millones de venezolanos víctimas de cataratas u otras enfermedades oculares, recobraron la vista.

 

15. De 1999 a 2011, la tasa de pobreza pasó de un 42,8% a un 26,5% y la tasa de extrema pobreza de un 16,6% en 1999 à un 7% en 2011.

 

16. En la clasificación del Índice de Desarrollo Humano (IDH) del Programa de las Naciones Unidas para el Desarrollo (PNUD), Venezuela pasó del puesto 83 en el año 2000 (0,656) al puesto 73 en 2011 (0,735), y entró en la categoría de las naciones con el IDH elevado.

 

17. El coeficiente GINI, que permite calcular la desigualdad en un país, pasó de 0,46 en 1999 a 0,39 en 2011.

 

18. Según el PNUD, Venezuela ostenta el coeficiente GINI más bajo de América Latina, es el país de la región donde hay menos desigualdad.

 

19. La tasa de desnutrición infantil se redujo en un 40% desde 1999.

 

20. En 1999, el 82% de la población tenía acceso al agua potable. Ahora es un 95%.

 

21. Durante la presidencia de Chávez, los gastos sociales aumentaron en un 60,6%.

 

22. Antes de 1999, sólo 387.00 ancianos recibían una pensión. Ahora son 2,1 millones.

  

23. Desde 1999, se construyeron 700.00 viviendas en Venezuela.

 

24. Desde 1999, el gobierno entregó más de un millón de hectáreas de tierras a los pueblos aborígenes del país.

 

25. La reforma agraria permitió a decenas de miles de agricultores ser dueños de sus tierras. En total, se distribuyeron más de 3 millones de hectáreas.

 

26. En 1999, Venezuela producía el 51% de los alimentos que consumía. En 2012, la producción es de un 71%, mientras que el consumo de alimentos aumentó en un 81% desde 1999. Si el consumo de 2012 fuera similar al de 1999, Venezuela producirían el 140% de los alimentos consumidos a nivel nacional.

 

27. Desde 1999, la tasa de calorías que consumen los venezolanos aumentó en un 50% gracias a la Misión Alimentación que creó una cadena de distribución de 22.000 almacenes de alimentos (MERCAL, Casas de Alimentación, Red PDVAL), donde se subvencionan los productos a la altura de un 30%. El consumo de carne aumentó en un 75% desde 1999.

 

28. Cinco millones de niños reciben ahora alimentación gratuita a través del Programa de Alimentación Escolar. Eran 250.000 en 1999.

 

29. La tasa de desnutrición pasó de un 21% en 1998 a menos del 3% en 2012.

 

30. Según la FAO, Venezuela es el país de América Latina y del Caribe más avanzado en la erradicación del hambre.

 

31. La nacionalización de la empresa petrolera PDVSA en 2003 permitió a Venezuela recuperar su soberanía energética.

 

32. La nacionalización de los sectores eléctricos y de telecomunicación (CANTV y Electricidad de Caracas) permitió poner término a situaciones de monopolio y universalizar el acceso a estos servicios.

 

33. Desde 1999, se crearon más de 50.000 cooperativas en todos los sectores de la economía.

 

34. La tasa de desempleo pasó de un 15,2% en 1998 a un 6,4% en 2012, con la creación de más de 4 millones de empleos.

 

35. El salario mínimo pasó de 100 bolívares (16 dólares) en 1998 a 247,52 bolívares (330 dólares) en 2012, o sea, un aumento de más del 2.000%. Se trata del salario mínimo más elevado de América Latina.

 

36. En 1999, el 65% de la población activa cobraba el salario mínimo. En 2012 sólo el 21,1% de los trabajadores disponen de este nivel salarial.

 

37. Los adultos de cierta edad que nunca trabajaron disponen de un ingreso de protección equivalente al 60% del salario mínimo.

 

38. Las mujeres desprotegidas así como las personas discapacitadas reciben una ayuda equivalente al 80% del salario mínimo.

 

39. El horario laboral se redujo a 6 horas diarias y a 36 horas semanales sin disminución del salario.

 

40. La deuda pública pasó de un 45% del PIB en 1998 al 20% en 2011. Venezuela se retiró del Fondo Monetario Internacional y del Banco Mundial rembolsando con anticipación todas sus deudas.

 

41. En 2012, la tasa de crecimiento de Venezuela fue del 5,5%, una de las más elevadas del mundo.

 

42. El PIB por habitante pasó de 4.100 dólares en 1999 a 10.810 dólares en 2011.

 

43. Según el informe anual World Happiness de 2012, Venezuela es el segundo país más feliz de América Latina, detrás de Costa Rica, y el decimonoveno a nivel mundial, delante de Alemania o España.

 

44. Venezuela ofrece un apoyo directo al continente americano más importante que Estados Unidos. En 2007, Chávez dedicó más de 8.800 millones de dólares a donaciones, financiaciones y ayuda energética contra sólo 3.000 millones de la administración Bush.

 

45. Por primera vez en su historia, Venezuela dispone de sus propios satélites (Bolívar y Miranda) y es ahora soberana en el campo de la tecnología espacial. Hay Internet y telecomunicaciones en todo el territorio.

 

46. La creación de Petrocaribe en 2005 permite a 18 países de América Latina y del Caribe, o sea 90 millones de personas, adquirir petróleo subvencionado a la altura del 40% al 60%, y asegurar su abastecimiento energético.

 

47. Venezuela brinda también ayuda a las comunidades desfavorecidas de Estados Unidos proporcionándoles combustible con tarifas subvencionadas.

 

48. La creación de la Alianza Bolivariana para los Pueblos de nuestra América (ALBA) en 2004 entre Cuba y Venezuela asentó las bases de una alianza integradora basada en la cooperación y la reciprocidad, que agrupa a 8 países miembros, y que ubica al ser humano en el centro del proyecto de sociedad, con el objetivo de luchar contra la pobreza y la exclusión social.

 

49. Hugo Chávez está en el origen de la creación en 2011 de la Comunidad de Estados Latinoamericanos y Caribeños (CELAC) que agrupa por primera vez las 33 naciones de la región, que se emancipan así de la tutela de Estados Unidos y de Canadá.

 

50. Hugo Chávez desempeño un papel clave en el proceso de paz en Colombia. Según el presidente Juan Manuel Santos, “si avanzamos en un proyecto sólido de paz, con progresos claros y concretos, progresos jamás alcanzados antes con las FARC, es también gracias a la dedicación y al compromiso de Chávez y del gobierno de Venezuela”.

 

*Doctor en Estudios Ibéricos y Latinoamericanos de la Universidad Paris IV-Sorbonne, Salim Lamrani es profesor titular de la Universidad de la Reunión y periodista, especialista de las relaciones entre Cuba y Estados Unidos. Su último libro se titula Etat de siège. Les sanctions économiques des Etats-Unis contre Cuba, París, Ediciones Estrella, 2011, con un prólogo de Wayne S. Smith y un prefacio de Paul Estrade.

  

Contacto: lamranisalim@yahoo.fr ; Salim.Lamrani@univ-reunion.fr

 

Página Facebook: www.facebook.com/SalimLamraniOfficiel

 

Publicado originalmente en Opera Mundi

 

operamundi.uol.com.br/conteudo/babel/27651/50+verdades+so...

 

jueves, 7 de marzo de 2013

 

Por Salim Lamrani, Opera Mundi - Despierta Libertad

Title: Historia deorum fatidicorum, vatum, sibyllarum, phoebadum, apud priscos illustrium : cum eorum iconibus : praeposita est disertatio de divinatione et oraculis

Identifier: deorumfatidicor00muss

Year: 1675 (1670s)

Authors: Mussard, Pierre, 1627-1686

Subjects: Oracles Divination

Publisher: Genevae : Sumptibus Petri Chouët

  

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Berofiim recentiorem Sibylla? Per-ficx patremluiflcdicunt, fed ahum anriquif-fimum prophetam , qui ante bellum Troia-num vixerit. Paufanias fcribit illam confue-vifle cum Hebrads qui fupra Palarftinam habi-tabant, ex quorum libris multa didicerat, ideoHebraam & Chaldaram di&am. Hanc ean-demfuifle cum regina illa Saba de qua 1. %eg.c 10.1. qua^ audiens famam Salomonis Hiero-folymam venit , vt illius fiipie ntiam audiret,lonnullis placet : AcfaneSaba di&aeft , ScP^rfica, & Arabica. Verum Beroaldusin Chro-nico per Sabasos, Arabici finus accolas, itemalios-jopulosalterifinui, Perfico nimirum vi-cinos , inulligit: reginamq^illamfapientifli-mam nou ex 1 ethiopia, fedpotius Arabia Fce- lici PERSICA SIBYLLA 193 lici, autfinu Perfico , venifleftatuit. Necillemodd , fed Martyr in 1. JPff. 11. aliicj; 5quiaregina Auftri, a Chrifto fuit appellata? fi-nusautemPcrficus & ArabiaFoelix y Iuda^secegionis irelpe&u , ad Auftrum fpe&ant. Cc % ip4 LibyffcL -vcl lihyccL E Uffcc.

 

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ILfqtnus c LihijcL,vtnit rmhi homcn Llifcc:.Mi cortvncL Clarijerwit, atquc $-ami. *95LIBYCA SIBYLLA Llbyca, vel Libyfla Sibylla fecunio lococollocaturaM. Varrone, cjux proprio no-mine di6taeft Elifla. Hanc ex iove &: LamiaNeptuni filia procreatam , traditPaufaniasr»Phocaicis. Eam proprio nomine Sib yliam vo-catam efle volunt, a qua omnes poftea pro-phetifli mulieres, propter fimilitudinem en-tHufiafini y Sc infpirationem divinam, Sibylla?cognominatas fint. Diverfis in locis oraculareddidifle fertur ; m Claro vrbe Colopho-niorum \ inde Delphis •, maximam tamen vita^partem tranfegifle in Samo. Hanc eam eflecenfet La£tantius//£.i.6.cuius Euripides/» Tto-logo LamU> mentionem facit. Tribuunturillivaria? pradi&iones adverfus idolorum culto-res: Itemde Chrifto:, eiufdemque pafllone &miraculis: de mundi conflagratione i de Iudi-cioextremo, Mortuorumrefiirreciione, Vitaseterna piis & Dei cultotibus praeparata *, Deimpiis, iraq^ Dei quam certo fubiturifunt} De-nique de

  

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Yoda es un personaje del universo ficticio de la Guerra de las Galaxias y uno de los maestros Jedi más grandes de toda la historia. Nació 896 años antes de la batalla de Yavin y murió 4 años después de la misma. Uno de los mejores conocedores de la Fuerza. Fue el Maestro del Conde Dooku, Mace Windu, Ki-Adi-Mundi, Obi-Wan Kenobi (antes de que se le asignase a Qui-Gon Jinn) y Luke Skywalker.

Title: Historia deorum fatidicorum, vatum, sibyllarum, phoebadum, apud priscos illustrium : cum eorum iconibus : præposita est dissertatio de divinatione et oraculis

Identifier: historiadeorumfa00muss

Year: 1675 (1670s)

Authors: Mussard, Pierre, 1627-1686

Subjects: Emblem books, Latin Oracles Divination

Publisher: Genevae : Sumptibus Petri Chouët

  

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ndri M. vixiffe. AUj non hunc Berofum recentiorem Sibyllas Per- fica:: patremfuiffodicunt, fed alium antiquif- fimum prophetam , qui antc bcllumTroia- num vixerit. Paufinias fcribit illam confue- vifle cumHebra^is qui fupraPalseftinam habi- tabant, ex quorum Hbris multa didicerat, idea Hebra^am & Chald^am didam. Hanc ean- demfuifle cum regina illa Saba de qua i.:R.eg. €. 10.1. qux audiens famam Salomonis Hiero- /olymam venit , vt iliius fipientiam audiret^ nonnuUis placet : AcfmeSabadidaeft , &: Perfica, & Arabica. Verum Beroaldus in Chro- nico, per Sabxos, Arabici finus accolas, item aliospopulosalterifinui, Perfico nimiriim vi- einos, intelligit: reginamqjillamiapientifli* mam noa ex Aethiopia, fed po tius Arabia Foe- lici PERSICA SIBYLLA 15)5 lici, aut/inu Perfico , venifleftacuit. Necille modo , Ced Martyr m i. ^eg. 11. aliiq;;quiaregina Auftri, a Chrifto fuit appellata: fi-nus autem Perficus & Arabia Foelix , ludasa^rcgiouis refpedu , ad Auftrum (pedant. Cc 2. m

 

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The Fool’s Cap Map of the World Frank Jacobs on September 14, 2010, 12:22 AM Jestersmall This rather sinister image is one of the biggest mysteries in the history of western cartography. Most often referred to simply as the Fool’s Cap Map of the World, it is unknown why, when, where and by whom it was made. The only thing that can be said about it with some certainty is that it dates from ca. 1580-1590. But sources even differ as to the type of projection used, some referring to it as ptolemaic (i.e. equidistant conic), others claiming it owes more to the techniques of Mercator and/or Ortelius (and being an enthusiast rather than a specialist, I’m not one to call this). The map shows the world ‘dressed up’ in the traditional garb of a court jester: the double-peaked, bell-tipped cap (1) and the jester’s staff (2). The face is hidden (or replaced) by the map, giving the whole image an ominous, threatening quality that feels anachronistically modern. ViewMore FromTagsCommentsShareSendFavoriteTwitterFacebook The archetype of the Fool, presented here in his incarnation as the court jester, is a first indicator of the map’s deeper meaning. In previous ages, the Fool was a court figure allowed to mock majesty and to speak truth to power. These were rare and useful correctives to the corrupting absolutism of the monarchies of the day. But criticism of this sort was only possible if it was de-fanged by the grotesque appearance of the Fool - preferably a hunchbacked, slightly loopy-headed dwarf, i.e. someone not to be taken too seriously. All of this would have been common and current knowledge to the people viewing this map, in the late 16th century. The uncomfortable truth told by this map is that the world is a sombre, irrational and dangerous place, and that life on it is nasty, brutish and short. The world is, quite literally, a foolish place. This is underlined by the mottoes of biblical and classical origin, dotted across the map. The legend in the left panel reads: “Democritus of Abdera laughed at [the world], Heraclitus of Ephesus wept over it, Epichtonius Cosmopolites portrayed it” (3). Over the cap is the Latin version of the Greek dictum, “Know thyself" (4). Across the cap’s brow, the inscription translates as “O head, worthy of a dose of hellebore” (5). The Latin quote just above the map is from Pliny the Elder (6): “For in the whole universe the earth is nothing els e and this is the substance of our glory, this is its habitation, here it is that we fill positions of power and covet wealth, and throw mankind into an uproar, and launch wars, even civil ones.” The reason for so much trouble and strife is explained in the quote below the map, from Ecclesiastes: “The number of fools is infinite” (7). Another quote from that most depressing of Bible books, on the jester’s staff to the right, intones: “Vanity of vanities, all is vanity” (8). Inscribed on the badges adorning the shoulder belt are a few sayings in line with this cheerful message: “Oh, the worries of the world; oh, how much triviality is there in the world” (9), “Everyone is without sense” (10), and “All things are vanity: every man living” (11). For some researchers, the sum of these messages, as well as their presentation in a cartographic setting, point to a little-known Christian sect called the Family of Love. This clandestine group is said to have numbered the Flemish cartographer Ortelius in its ranks. If this map is anything to go by, the Family of Love must have espoused a rather harsh and pessimistic view of the world, and of humanity’s place in it. But much remains conjecture, as indicated also by the last piece of this cartographic puzzle - the name written in its top left corner: Orontius Fineus. This name (the Latinised version of the French name Oronce Finé) is associated with a map dated 1531, purportedly showing an ice-free, river-rich Antarctica. Why would the name of this cartographer crop up on a map made decades later? Could he have been the mapmaker (12)? Or is he the one being made fun of? Many thanks to J.B. Post for alerting me to this map. Many versions to be found online, this high-resolution image found here at Coin des cartes anciennes. ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------ (1) the donkey’s ears referring to the supposed stupidity of the ass. Inscribed on them is the quote Auriculas asini quis non habet, meaning “Who doesn't have donkey's ears?" This witticism is ascribed to Lucius Annaeus Cornutus, a Roman stoic philosopher from the 1st century AD. (2) a parody of the royal staff, a symbol of authority. (3) Democritus Abderites deridebat, Heraclites Ephesius deflebat, Epichthonius Cosmopolitus deformabat. Epichtonius Cosmopolites seems to refer to the maker of the map, but actually means something like ‘Everyman’. (4) Nosce te ipsum, in Greek: gnothi seauton. According to Pausanias, an inscription on Apollinic temple at Delphi. (5) O caput elleboro dignum. Hellebore is a family of mostly poisonous plants, some of which have been used medicinally since Antiquity. It is reputed to induce madness. (6) Hic est mundi punctus et materia gloriae nostrae, hic sedes, hic honores gerimus, hic exercemus imperia, hic opes cupimus, hic tumultuatur humanum genus, hic instauramus bella, etiam civica. From Book 2, Chapter 72 of the Naturalis Historia (‘Natural History’) by Caius Plinius Secundus. (7) Stultorum infinitus est numerus (Ecc. 1:15). (8) Vanitas vanitatum et omnia vanitas (Ecc. 1:2). (9) O curas hominum, O quantum est in rebus inane, the opening quote of Aulus Persius Flaccus’ Satires. (10) Stultus factus est omnis homo (Jer. 10:14). (11) Universa vanitas omnis homo (Psalm 39:6). (12) Not likely; his dates are 1494-1555. Or could the map predate its estimate by about 30 years? subscribe Subscribe (RSS) Previous Post 479 - Gangs of LA Next Post 481 - Strange Lapps and Their Magical Drumming Maps Add a Comment Discuss J. B. Post on September 14, 2010, 8:10 AM This image always makes me think of thos photos of the astronauts with the Moon's surface reflected offf the faceplates. Patrick Chevallier Patrick Chevallier on September 17, 2010, 3:33 PM How weird! Makes me think of Jules Verne's "20,000 Leagues..."

Title: P. Gasparis Schotti, regis curtani ... Physica curiosa, sive, Mirabilia naturæ et artis libris XII. comprehensa : quibus pleraq[ue], quæ de angelis, dæmonibus, hominibus, spectris, energumenis, monstris, portentis, animalibus, meteoris, &c. rara, arcana, curiosaq[ue] circumferuntur, ad veritatis trutinam expenduntur : variis ex historia ac philosophia petitis disquisitionibus excutiuntur, & innumeris exemplis illustrantur ..

Identifier: pgasparisschotti00scho

Year: 1662 (1660s)

Authors: Schott, Gaspar, 1608-1666 Berry, S. Stillman (Samuel Stillman), 1887-1984, former owner. DSI Roper, Clyde F. E., 1937- , donor. DSI

Subjects: Demonology Abnormalities, Human Monsters Zoology

Publisher: Herbipoli : Sumptibus Johannis Andreæ Endteri & Wolfgangi Jun. hæredum, excudebat Jobus Hertz ...

  

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abilia SpetfroruTru. boiicaftacuimusadhibenda, fed inchoandum abiis^qua: pro anf-mabuspurgacorii poenas- fuftinentibus adhibei ifolenc, eaque ali-quamdiuconcinuanda; deinde, cumde moltftiis nihil remkcitur,ad remedia maiisSpe&i is pellendis apta progrediendum>cander^cum nihil proficicur, exorcifmum adhjbenduaL^ Monitio adLe£l:oreiTLj. AdSpeBranon immerito revccantur Auffo*resnotturnorumtumultuum 3 qui hominummor-tes portendere creduMiur > £9* variisfubinde fche-matibm transformati apparent. At quoniampaucis>qu& de itlu dicenda aut exagitanda occur-runt ^expediri nequeunt \ confultiusjudtcavi^adilium refer*vare locum > in quo de Aiirabiltbus Por~tmtorum agemus. Ad Hominum ergoMirabilia trans^ LIBER i 3t7- • . ^a <y£>Sp Sp vp&p £p&p$p&p<$p&p &p&p$p vp z*pvb 66&h$ 6 S $6 c$6<$£06$® LIBER TERTIUS MIRABILIBVS HOMINVM 4 & P R G OE U IU M. OmO) animantium omnium noMiffi-Homm,*mvm j Angelorum confors 7 perfe&iffi- th.

 

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mumDeitatis exemplar^tantas in fe unociaudit dotes ac praerogativas > ut meri-toFavGrinuspraetereum nihil in terris magiraoi a-gnoverit j merito ^Egyptiorum Sapientes titulo Deimortalis infignierint j Mercurius Trismegiftusa-nim&ldivinitatis plenum, Deorum nuncium, domi-num rerum inferiorum y amicum farniliaremque fu-periorcmappeUarit 5 Syneiius horizontem corpo-reoram & incorporeorum^Zoroafter Naturae decus»Platoadmirabilium admirabile, Ariftoteles animalratione & confiiip plenum, Plinius Mundi epito-men^TheoIoginoftrire&orem llniverfi, rerumo-mniumfinem^ oninem denique creaturam, ut qui Ccc i exiftat 2$$ Liher III. Aiirabilia exiftat cum elementis,vivat cum plantis,fentiat cumbeftiis, intelligat cum Angelis, vocarint. Huius Mi-rabiliaftfermonecomple£Hvelim, nae tempus , &charta, & ingenium deficiet. Seu enim corpus in-fpicias y feu animam } feu externos ccnfideres fen-fusjfeuinternos, ingeniumymemoriam^ induftriam,fcientias> artes >;virtutesy. viti

  

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Historia Mundi 2008, the yearly re-enactment gathering. The medieval blacksmith at work

Title: Historia deorum fatidicorum, vatum, sibyllarum, phoebadum, apud priscos illustrium : cum eorum iconibus : praeposita est disertatio de divinatione et oraculis

Identifier: deorumfatidicor00muss

Year: 1675 (1670s)

Authors: Mussard, Pierre, 1627-1686

Subjects: Oracles Divination

Publisher: Genevae : Sumptibus Petri Chouët

  

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andi peritiacomparavit. N ec iolum in Afia, fed per totamGrarciamEuropaiam, celebris habita eft. Ma-ximam aztatis partemegit Colophoni , quasvrbs eftAfiasMinoris, ex qua Homerum na-tumvoluerunt eiuscives^ vnde Colophoniacognominata eft. Varia? leguntur eius prxdidtiones; De mu-tationibusregnorum ; Debellis, aliifq; eiuf-modi, qux adhanc vitam mortalem ipecfcant:Item pra^cepta quibus homines ad bene viven-dum hortatur, vt illius iram vkent,, qui malosmale perdet 6c a^ternis fuppliciis afficiet. DehacStrabo , Sibylla Colofboma Lawfufia Jiffa, aCaUbante oriunJa , o* iffa Jrtinationes oracu-la&9 c£* alta quxda-m wrfibm eJiJtt, Laelius G S t i%6 LAMPVSIA SIBYLLA Cleopaflus hoc exafticon illitribuit, Jrfe Tboebi cortma tulit, Colophonia vatem JbZendacis tripodes execror vfaue T>euEJt T)eus aternus, qui nomine non eget; ille Soltts emm mundi pofr det imperium.Jfuicfoli )>ota atquepreces effundite-, grata ejt iUiy yuet exfuto yiclima corde >emt. MANTO u>1 sfFcLLl CCL M CLTLtO

 

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Xmvpkci ClcLn^rimcL erexi,atajiE cwxlarefohiJffinojlry naiidef Mantua nominww. \ MANTO SIBYLLA FLoruifTe dicitur Manto,Creontis &c ThefiiThebanorum Regum crudeliflimorumtemporibus, & fuifle irefe vatis, de duo fu-pra, filia. Ha?c poftpatris obitumtyrannorumfarvitiam fugiens, in Afiamvcnit, Clarumcj;appulit , vbi templum. Apollini a:dificavit,eiufcj; facris pradfuit. Cum enim vaticinatio-nem apatre edo6ta efTet, Phcebiq; mfpirationeadiuta, breviintantacelebritatefuit , vtcumclariflimis Phoebadibus &c Sibyllis arquaretur.TandemAiiarelicTavenitinltaliam , ibiq-, aTiberino rege Alba: Longas adamata eft, pro-pter egregiam formam, & animi prxftandfli-masdotes. Ex eo fufcepit Bianorem , aliasOcnumdic-tum, de quo Virgilius Egloga io.^%*Atn. 10. Is mortuo patre Tiberino , fqui mAlbulam fluvium, ab eo Tiberis vocatum,lapfus periit , ) cum matre in tranfpadanamltaliae regionemfecontulit , &z in ea pJanitievrbem *edificavit, quam appellavit Mantuam9de nomine matris: Sic emm Vi

  

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Il Santuario della Santa Casa si trova a Loreto (AN) è un luogo popolare di pellegrinaggio, dove i cattolici venerano la Vergine Lauretana, patrona dell'aviazione.

 

La Santa Casa

Al suo interno è custodita la Santa Casa di Nazaret, dove, secondo la tradizione devozionale, la Vergine Maria ricevette l'Annunciazione.

 

La "casa della Madonna" era formata da tre pareti addossate ad una grotta scavata nella roccia (che si trova nella Basilica dell'Annunciazione a Nazaret). La tradizione popolare racconta che nella notte tra il 9 ed il 10 dicembre del 1294 le pietre della casa di Nazaret vennero trasportate in volo dagli angeli. In realtà, alcuni studi e dei documenti ritrovati hanno confermato che il trasporto avvenne per mare su navi crociate. Infatti, dopo la cacciata dei cristiani dalla Terra Santa da parte dei musulmani, un esponente della famiglia Angeli, regnanti dell'Epiro, si interessò di salvare la Santa Casa dalla sicura rovina, che fu, dunque, trasportata prima a Tersatto, nell’odierna Croazia, nel 1291 e poi a Loreto il 10 dicembre 1294.

 

Gli studi effettuati sulle pietre della Santa Casa ne confermerebbero l'origine palestinese, esse sono lavorate secondo la tecnica usata dai Nabatei, un popolo confinante con gli ebrei, molto usata anche in Palestina. Sulle pietre vi sono numerosi graffiti simili a quelli giudeo-cristiani del II-V secolo ritrovati in Terra Santa, in particolare a Nazaret. Il santuario fu costruito per proteggere la Santa Casa, su iniziativa del vescovo di Recanati, Nicolò delle Aste nel 1469, e fu concluso nel 1587 Il campanile fu disegnato da Luigi Vanvitelli e fu costruito nel 1755.

 

L'interno è a croce latina a tre navate. Il battistero in bronzo di Tiburzio Vergelli si trova nella navata sinistra. Sulla volta vi sono dipinti del Pomarancio. Sotto la cupola, opera di Giuliano da Sangallo, si trova la Santa Casa. All'interno della Santa Casa si trova la statua della Vergine Lauretana.

 

Il rivestimento marmoreo, all'esterno, è stato progettato da Donato Bramante. Peculiari sono i due solchi paralleli che si trovano sulla base, causati dai pellegrini che, per secoli, hanno percorso in ginocchio il perimetro del rivestimento.

 

Fra le cappelle e le sacrestie, meritano particolare attenzione le seguenti: la Sacrestia di S. Giovanni o del Signorelli per gli affreschi di Luca Signorelli, e l'ancor più famosa Sacrestia di San Marco o del Melozzo per i meravigliosi affreschi, recentemente restaurati, di Melozzo da Forlì: desta meraviglia la capacità di questo pittore di produrre effetti "tridimensionali", da vero maestro della prospettiva.

  

La Madonna Nera

La Madonna di Loreto, detta anche Vergine Lauretana, è la statua venerata nella Santa Casa. Si tratta di una Madonna Nera: la sua particolarità è il volto scuro, comune alle icone più antiche, dovuto spesso al fumo delle lampade ad olio e delle candele. La statua originaria, risalente al XIV secolo, fu distrutta in un incendio nel 1921: quella attuale risale al 1922, opera di Leopoldo Celani, ed è in legno di cedro del Libano. Il culto della Madonna Nera di Loreto è replicato in molti altri santuari in Italia e all'estero.

  

Festeggiamenti

Le principali festività lauretane ricorrono l'8 settembre in ricordo della Natività di Maria; e il 10 dicembre in ricordo dell'arrivo della Santa Casa a Loreto.

    

Shrine of the Holy House (Santuario della Santa Casa), is a Catholic place of pilgrimage in Loreto, Italy.

 

Basilica of the Holy House

The basilica is a Late Gothic structure continued by Giuliano da Maiano, Giuliano da Sangallo and Bramante. The handsome façade of the church was erected under Sixtus V, who fortified Loreto and gave it the privileges of a town (1586); his colossal statue stands in the middle of the flight of steps in front. Over the principal doorway is a life-size bronze statue of the Virgin and Child by Girolamo Lombardo; the three superb bronze doors executed at the latter end of the 16th century and under Paul V (1605-1621) are also by Lombardo, his sons and his pupils, among them Tiburzio Vergelli, who also made the fine bronze font in the interior. The doors and hanging lamps of the Santa Casa are by the same artists.

 

The richly decorated campanile (1750 to 1754 , by Vanvitelli, is of great height; the principal bell, presented by Leo X in 1516 , weighs 11 tons. The interior of the church has mosaics by Domenichino and Guido Reni and other works of art, including statues by Raffaello da Montelupo. In the sacristies on each side of the right transept are frescoes, on the right by Melozzo da Forli, on the left by Luca Signorelli. In both are fine intarsias. The basilica as a whole is thus a collaborative masterpiece by generations of architects and artists.

  

The Santa Casa

The main attraction of Loreto is, however, the Holy House itself (in Italian, the Santa Casa di Loreto), a well-known Catholic place of pilgrimage since at least the 14th century and a popular tourist destination for non-Catholics as well.

 

It is a plain stone building, 8.5 m (28 ft) by 3.8 m (12 1/2 ft) and 4.1 m (13 1/2 ft) high; it has a door on the north side and a window on the west; and a niche contains a small black image of the Virgin and Child, in Lebanon cedar, and richly adorned with jewels. The statue was commissioned after a fire in the Casa Santa in 1921, and was crowned in the Vatican in 1922 by Pope Pius XI. Around the house is a tall marble screen designed by Bramante and executed under Popes Leo X, Clement VII and Paul III, by Andrea Sansovino, Girolamo Lombardo, Bandinelli, Guglielmo della Porta and others. The four sides represent the Annunciation, the Nativity, the Arrival of the Santa Casa at Loreto and the Nativity of the Virgin, respectively. The treasury contains a large variety of rich and curious votive offerings. The architectural design is finer than the details of the sculpture. The apse is decorated with 19th century German frescoes, which appear to some as out of place.

 

The history of the house dates from at least the close of the crusading period. It is briefly referred to in the Italia Illustrata of Flavius Blondus, secretary to Popes Eugene IV, Nicholas V, Calixtus III and Pius II; it is to be read in all its fullness in the Redemptoris mundi Matris Ecclesiae Lauretana historia, by a certain Teremannus, contained in the Opera Omnia (1576) of Baptista Mantuanus.

 

According to this narrative, the house at Nazareth in which Mary had been born and brought up, had received the annunciation that she would bear the child Jesus, and had lived during the childhood of Jesus and after his ascension, was converted into a church by the apostles. In 336 the empress Helena made a pilgrimage to Nazareth and directed that a basilica be erected over it, in which worship continued until the fall of the kingdom of Jerusalem.

 

The narrative further states that, threatened with destruction by the Turks, the house was carried by angels through the air and deposited (1291) in the first instance on a hill at Tersatto (now Trsat, a suburb of Rijeka, Croatia), where an appearance of the Virgin and numerous miraculous cures attested its sanctity. These miracles were "confirmed" by investigations made at Nazareth by messengers from the governor of Dalmatia. In 1294 the angels carried it across the Adriatic to the woods near Recanati; from this woods (Latin lauretum, Italian Colli del Lauri), or from the name of its proprietrix (Laureta), the chapel derived the name which it still retains (sacellum gloriosae Virginis in Laureto). From this spot it was afterwards (1295) removed to the present hill, one other slight adjustment being required to fix it in its actual site. It is this house that gave the title Our Lady of Loreto sometimes applied to the Virgin. The miracle is occasionally represented in religious art wherein the house is borne by an angelic host.

 

Bulls in favour of the shrine at Loreto were issued by Pope Sixtus IV in 1491 and by Julius II in 1507, the last alluding to the translation of the house with some caution (ut pie creditur et fama est); While, like most miracles, the translation of the house is not a matter of faith for Catholics, nonetheless, in the late 17th century, Innocent XII appointed a missa cum officio proprio (a special mass) for the feast of the Translation of the Holy House, and as late as the 20th century, the feast was enjoined in the Spanish Breviary as a greater double (December 10).

  

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