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Charla "Hábitos Saludables" #Mini2016

Tayassu tajacu (L.), popularmente conhecido pelos termos caititu, caitatu, taititu, cateto, tateto, pecari, porco-do-mato (impropriamente)[1] e patira, é um mamífero da ordem dos artiodáctilos, da família Tayassuidae, da América do Sul.

Etimologia"Caititu", "caitatu", "taititu", "cateto" e "tateto" são provenientes do termo tupi kaiti'tu[2].

[editar] MorfologiaO caititu é erroneamente chamado de porco-do-mato devido à sua aparente semelhança com os javalis (Sus scrofa). Entretanto, várias características anatômicas o tornam diferente, tais como: a presença de uma glândula odorífera na região dorsal e de uma cauda vestigial de 15 a 55 mm; o osso da perna fundido ao do pé, que resulta em três dígitos na pata posterior, o fígado reduzido, a ausência de vesícula biliar e a presença de um estômago compartimentalizado em estômago glandular, bolsa gástrica e dois sacos cegos (o saco cego cranioventral e saco cego caudodorsal).[3] A presença desse tipo de estômago permite que os caititus se alimentem de itens diversos, incluindo alimentos fibrosos, sobras de legumes, frutos e pequenos vertebrados.[4]

Dentre as três espécies de pecaris existentes, os caititus são os de menor porte. Quando adultos, medem de 75 a 100 cm de comprimento e aproximadamente 45 cm de altura. O peso varia de 14 a 30 kg.[5] A espécie apresenta uma cauda vestigial e um focinho alongado com disco móvel terminal, patas curtas e delgadas e pés pequenos proporcionalmente ao resto do corpo. As patas dianteiras possuem quatro dígitos, sendo dois destes funcionais e as traseiras possuem um dos dígitos não funcional. A espécie possui 38 dentes, sendo os caninos superiores os que mais se destacam. Diferentemente dos porcos verdadeiros, seus caninos são relativamente pequenos e com o crescimento reto e para baixo. Possuem o comportamento de bater os dentes como mecanismo de defesa quando se sentem ameaçados.[6]

A pelagem é longa e áspera, geralmente de tonalidade cinza mesclada de preto, com uma faixa de pelos brancos ao redor do pescoço que dá o aspecto de um colar.[3] Na região dorsal possuem uma crina de pelos mais longos e escuros, que eriçam em situações de estresse ou quando demonstram comportamentos de ameaça. Não existe dimorfismo sexual nessa espécie. No entanto, é possível visualizar o escroto dos machos a curtas distâncias. A glândula dorsal se localiza de 15 a 20 cm na região anterior a base da cauda[7] e tem como função a marcação territorial e social.[8]

 

[editar] HábitosEm condições naturais, os hábitos alimentares dos caititus são determinados de acordo com a disponibilidade de alimento.[3] Nas regiões áridas dos Estados Unidos, alimentam-se basicamente de plantas suculentas do gênero Opuntia,[9] já na caatinga brasileira, um amplo bioma xerófito,[10] sua alimentação se compõe de raízes, tubérculos e sementes, visto que a disponibilidade de frutos e folhas depende de um regime de chuvas que pode não existir durante os períodos de secas severas nessa região.[11] Nas florestas tropicais são essencialmente frugívoros,[12] sua alimentação principal são frutos, folhas, raízes e tubérculos,[3] mas podem, eventualmente, consumir larvas, insetos, anfíbios, répteis, entre outros, como fonte de proteína.[5]

 

[editar] AscendênciaOs pecaris divergiram de um ancestral comum dos porcos verdadeiros (Suidae) durante o Eoceno na Eurásia há mais de 37 milhões de anos,[13] portanto, já tiveram ocorrência na Europa e Ásia, mas, atualmente, são animais estritamente americanos. A migração, da América do Norte para a América do Sul, ocorreu durante o grande intercâmbio de mamíferos, no final do período Terciário. TONNI E PASQUALI (2002) relataram que, de acordo com registros fósseis, os pecaris foram um dos primeiros mamíferos norte-americanos que chegaram à América do Sul e que, portanto são os artiodáctilos sul-americanos mais antigos.

[editar] Habitat

Atualmente, os pecaris distribuem-se desde o sul dos Estados Unidos, passando por toda América Central e América do Sul a leste dos Andes, até o norte da Argentina.[3]

Esses animais habitam uma grande variedade de ambientes, como áreas desérticas e campos abertos do Arizona e Texas, nos Estados Unidos; florestas tropicais e semitropicais, no Brasil e o chaco paraguaio.[14] Apesar dessa ampla distribuição, os caititus não habitam áreas de altitudes elevadas.[3]

A unidade social dos caititus varia consideravelmente em tamanho, mas eles tendem a formar na natureza grupos sociais coesos e estáveis,[15] de 5 a 15 indivíduos de diferentes faixas etárias, com um ou mais machos e várias fêmeas adultas.[16] Existe a hipótese de que os caititus foram selecionados para viver em grupos, como uma estratégia para defesa conjunta contra os predadores, já que são presas de grandes carnívoros como os jaguares e coiotes na América do Norte[17] e de onças-pintadas, pardas e, ocasionalmente, de jacarés no Brasil. Em determinadas épocas do ano, ocorre a formação de grandes agrupamentos com mais de 50 animais, pela fusão de dois ou mais grupos.[18] É possível que esses agrupamentos aconteçam como uma resposta dos pecaris às condições de forrageamento ou aos maiores riscos de predação.[19]

SOWLS (1984) registrou que os grupos de caititus vivem em áreas de vida, de 50 a 800 ha nos EUA e, em regiões tropicais, a área varia de 143 a 685 ha. Dentro dos limites de área de vida, os indivíduos do bando, caminham, alimentam-se e descansam, juntos.[20] Os grupos defendem ativamente o território, que consiste de uma zona central, que é usada exclusivamente pelos membros do bando, e as áreas de borda, que são usadas por membros de grupos adjacentes. Não existem interações entre os bandos, mas, ocasionalmente, alguns indivíduos podem mudar de bando e não retornar ao seu grupo original.[21]

A glândula de cheiro presente nesses animais produz uma substância oleaginosa de forte odor, que é utilizada em contextos sociais e não-sociais, como, por exemplo, quando é esfregada em árvores e outros objetos para a marcação territorial. Os grupos de caititus se mantêm coesos através dessas marcações nos indivíduos, pois têm pouca orientação visual, mas o olfato bastante desenvolvido.[6] Através dos comportamentos de esfregamento, recíproco e não-recíproco, os animais esfregam suas glândulas de cheiro uns nos outros, possibilitando aos indivíduos reconhecerem a identidade dos membros do grupo, mantendo, dessa forma, a integridade do bando.

Fonte:Wikipédia.

Charla "Hábitos Saludables" #Mini2016

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Insel Reichenau, Münster St. Maria und Markus, April 2010

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Identifier: lesantiquitezrar00bore

Title: Les antiquitez, raretez, plantes, mineraux, & autres choses considerables de la ville, & comté deCastres d'Albigeois : & des lieux qui sont à ses enuirons, auec l'histoire de ses comtes, euesq ues, &c. : et vn recueil des inscriptions romaines, & autres antiquitez du Languedoc, & Prouence : auec le roolle des principaux cabinets, & autres raretez de l'Europe : comme aussi le catalog des choses rares de Maistre Pierre Borel, Docteur en Medecine

Year: 1649 (1640s)

Authors: Borel, Pierre, 1620?-1671 Lobs, A., binder. DSI

Subjects:

Publisher: A Castres : Par Arnaud Colomiez, Imprimeur du Roy, & de la ville

Contributing Library: Smithsonian Libraries

Digitizing Sponsor: Biodiversity Heritage Library

  

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tres chofes confiderables de la Ville &Comté de Caftrcs dAlbigeois, &des lieux quifont aux enuirons auec THiftokc de fes Comtes,Bucfque s, &c# LIVRE PREMIER.J>ty iiuerfes ndtions qui mt occupe le péys au efi Cxfircs^CHAPITRE I. I Tefprit de rhomme fc plaiftà voir les chofes prefentes, &à preuoir celles qui font à vc*nîr,ilnefeplaift pas moins àlire celles qui font paflecs,dans les Liures que lcs^ Hïïxq~riens en laiflènt. Car ceft parce moyen que comme vnpe«tit Dieu il fe rend prefent à toutes les nations, Seà tous les fiecles. Ceft au£fi la raifon pour laquelleic mefïbrCéray de reprefenterbriefuement en cepremier Chapitre, les chofes paflees en ce païs, Seen toute la Prouince,depuis vne longue fuite don-nées, car ayant à trait ter de Caftres en particulier,la raifon perfuade aflez, quil faut toucher qucli^ue chofe du Languedoc , afin de donner par cemoyen quelques lumières aux obfcuritez de lan-tiquité que nous dcttQOS efclairoir, & quon aye

 

Text Appearing After Image:

a Les Untiqukez de ta V\\\t ieplaifirdefcauoir quelles nations ont occupé lâtterre que nous hàbitôs^cc quefayrâgé au meilleurordre qiM nf a eite po&ble / ayant ramalîé auëcfoin tant dcsLmres que des manuferits, & aéksanciens* les mémoires que ie confacre au public*êc particulièrement aux habitans de Caftrcs auf*quels feftnne que ces Hiiloires feront de tant plusagréables, quelles fe font paflces en Ja partie d©Languedoc ou leur Ville eftfituce, Car il chaque particuliereft bienaifede fç^Uôirfa généalogie, ie ne doute point que les habitansde Cadres iiefoient aifesde fçauoirlesantiquitezde leur Ville $ & ne me foient obligez de ce que iefuis lé premier qui entreprens à redonner la naif-fance à leur patrie, dont la négligence des Hifto*riens auoienthiffé prefque eftoufter la mémoire. Il eit neceflaire defçauoir que le Languedoc Aeu druers noms,felon quil a change de Seigneurs.Car il a elle nommé premièrement y Gaule Narbo-noife t pavs d

  

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Atotonilco El Grande, Hgo. Mex.

Maus Hábitos, Porto, Portugal, 28.09.2017

Maus Hábitos, Porto, Portugal, 28.09.2017

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