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Foto tirada de um tour na Biblioteca Nacional, Centro do Rio de Janeiro, Brasil. junho/2017

Sobre a Biblioteca:

É possível afirmar que o surgimento da Biblioteca Nacional começou com a chegada da Família Real Portuguesa, em 1808. Quando a rainha de Portugal, D. Maria I, e de D. João, príncipe regente, chegaram ao Brasil trouxeram um imenso acervo de livros e manuscritos. Entretanto, há historiadores que apontam que tudo começou em 1755, quando Lisboa sofreu um grande terremoto que provocou incêndios e danificou muitos documentos da Real Livraria, na época uma das mais importantes bibliotecas do Mundo.

Calouste Gulbenkian Museum, Modern Collection, Lisbon, Portugal

 

Material: Painted Stainless Steel

Collection: Calouste Gulbenkian Foundation, Modern Collection

Inv.: 97E526

 

BIOGRAPHY

 

Born: Lourenço Marques, Portuguese Mozambique

 

Died: March 29, 2011 (aged 73)

Porto, Portugal

 

Nationality: Portuguese

 

Ângelo César Cardoso de Sousa (February 2, 1938 – March 29, 2011) was a Portuguese painter, sculptor, draftsman and professor, better known for continuously experimenting new techniques in his works. He was seen as a scholar of light and colour who explored minimalism in new radical ways.

 

He was born in Lourenço Marques (now Maputo) in 1938 and in 1955 he moved to Porto where he enrolled in the School of Fine Artes. It was there that he received his degree in painting with the highest mark, 20.

 

His academic excellence led him, along with Armando Alves, Jorge Pinheiro and José Rodrigues, to become part of a group known as "Os Quatro Vintes" (Portuguese for "The Four Twenties").

 

De Sousa lived and worked in Porto, where he lectured in the School of Fine Arts (now the Faculty of Fine Arts of the University of Porto) from 1962 until 2000, when he retired as a Full Professor.

 

Prior to teaching, de Sousa had his first solo exhibition in 1959 and since then his works have been shown worldwide.

 

In 1975 he received the International Prize of the 13th São Paulo Art Biennial and in 2007 the Calouste Gulbenkian Foundation presented him with the Gulbenkian Prize.

 

Some of his drawings illustrate books by Eugénio de Andrade, Maria Alzira Seixo, Mário Cláudio, Fiama Hasse Pais Brandão, amongst others.

 

He died in his home, at the age of 73, after battling with cancer for several months.

 

SOURCE Wikipedia, the free encyclopedia

 

ENTREVISTA PUBLICADA NA PÚBLICA DO DIA 25 DE JANEIRO DE 2009

 

ÂNGELO DE SOUSA: VIVER, ESPERAR, TALVEZ PINTAR

 

Ângelo é nome de curioso. Um que se farta de esperar. Um que procura saber. Conversa no Porto, em casa. Tudo parado no atelier. A felicidade ou a tristeza não têm nada que ver com isso!

 

A conversa gravada começa assim: "Vamos embora, pá! [esfrega as mãos] Se quiser fazer intervalo, pausa, café não há. Mas temos à beira-rio. Agora já há um café sentado, ah!, havia tascos, mas um café?, abriu há três meses." Antes eu tinha chegado atrasada e ele justificou-me e disse que eu não tinha culpa dos atrasos da CP. Mas depois quis começar, vamos embora, pá. O pá estava lá ou não. Na entrevista decidi deixar os pás e os porras, o palavrão a entremear a conversa e a erudição. Ficaram os detalhes, a descrição detalhada. De como se vivia, de como funciona a memória, de como traduz isso em palavras. Nunca lhe ocorreu ser escritor. Mas o que diz pode ler-se como a página de um romance. Quis ser realizador. É artista plástico. Ângelo de Sousa é tão carismático que quase só é preciso dizer que é o Ângelo. Talvez aquele dos óculos grandes e grossos. Aquele que ainda o ano passado esteve em Veneza com Souto Moura. Aquele que pinta, desenha, constrói uma orelha com a tampa do iogurte, que fazia quadros esquisitos com cera, que fotografa, anota, faz escultura, toma nota. Um artista maior. Um homem que é um livro. Aberto.

  

Há quanto tempo vive nesta casa?

 

Desde Janeiro de 73. Comece quando quiser, como te gusta.•

  

Se no princípio era o verbo, o verbo para principiar uma conversa consigo é experimentar.

 

O verbo de encher! Qual é o meu verbo? Esperar. Ocorreu-me agora. Nunca pensei nisso, mas é verdade. Passo a vida a esperar e depois nunca acontece nada. Graças a Deus ou infelizmente. É tenebroso, um gajo chegar a esta idade e descobrir isto. Vou fazer 71 daqui a uma semana, ou duas, ou três, ou assim. Também tive de esperar até aqui - é precisa paciência para esperar.

  

O que é que o experimentar tem que ver com isto? Lemos catálogos de exposições, textos de críticos, filósofos e apaixonados, e sobretudo vemos a obra e percebemos que há uma pulsão de fazer, de pura experimentação.

 

A maior parte do tempo, eu não faço nada. Não tenho meios. Não tenho tempo - como quando, durante anos, era funcionário público. Não fiz na-da! Felizmente consegui arranjar máquina fotográfica e tirava fotografias. E tomava nota de projectos. Anos assim. A fio. Por isso me ocorre que esperar é capaz de ser um desesperante verbo, mas muito real.

  

Vamos ao princípio da espera, a Moçambique.

 

Ah, não me fale disso! Foram lá uns amigos meus. [Tocam à campainha] Quem será agora? Deve ser um pobrezinho. [Assoma à janela] Oh, está bom?, 'pere aí. [Regressa daí a nada.] Como sou uma boa alma e quero ir para o Céu, se não houvesse os pobrezinhos, como é que a gente ia para o Céu?

  

Então, um homem dado à caridade...

 

Eu não sou dado: eles é que me extorquem a coisa. O remorso: será que o homem está a dormir debaixo de um banco, com a geada e os cães? A gente fica a pensar nisso. Moçambique: uns amigos foram, trouxeram umas fotografias, não tenho vontade nenhuma [de ir lá]. Já foi há 60 ou 70 anos, quero lá saber.

  

Nunca mais voltou?

 

Estive lá em 60, três meses no Outono, em Lourenço Marques. Já havia o Constelation da TAP. Primeiro era preciso ir de barco, demorava-se três semanas e meia, parando aqui, ali. Os meninos estavam cá a estudar e iam lá passar umas férias. A minha mãe disse: "Os outros meninos vêm cá todos de férias." "Não tenho dinheiro." "Então eu pago, são 15 contos." Foi a última coisa que a minha mãe me pagou na vida. Nunca mais lá voltei. Depois veio a guerra, a minha mãe reformou-se e veio embora. Em 62 ou 63, "praí" em 64.

  

Qual é a primeira recordação que tem de Moçambique? Que tempo foi esse?

 

A primeira recordação que tenho é da véspera do dia em que fiz três anos. Ainda um dia hei-de ver se encontro aquele médico, Dâmaso? [António] Damásio: quando é que as pessoas se sentem ligadas? Eu senti-me ligado nesse dia.

  

Ou seja, com consciência de si mesmo.

 

De repente, estava a assistir a qualquer coisa. A minha tia trazia uma cartolina com chocolates dentro e a minha avó disse: "Ele portou-se muito mal, Matilde. Não lhe dê isso hoje." "Está bem, está bem." Continuou a conversa, não me lembro de mais nada. Esquisito, não é?

  

Terá a ver com o conteúdo? O objecto do desejo (os chocolates), a repreensão.

 

Não faço ideia. Eu estava no jardim, a minha avó estava a tomar o chá, a minha tia aparece lá do fundo, truca truca, até ao plano americano. Houve esse diálogo, a minha avó continuou a tomar o chá e as torradas. Lembro-me disso e de estar uma linda tarde de sol. Mistério.

  

Que ambiente era o seu?

 

Era uma cidade muito grande, enorme, que não tinha arranha-céus, tinha avenidas muito largas.

  

Aprendeu a nadar na piscina do Hotel Polana?

 

Não. Tentei aprender a nadar nos Velhos Colonos, andei lá dois meses ou três. Era uma associação para acolher velhos colonos. Tinha uma piscina e bilhares; os meus amigos iam jogar bilhares - que eu nunca joguei. Não tive paciência..., um gajo passar um mês a bater pés e agarrado a uma chapa de madeira..., valha-me Deus.

  

Portanto, nada mal.

 

Sim, sim. Nado de bruços e é um pau. E mal. Se houvesse um naufrágio, ainda flutuava quatro ou cinco minutos. Depois desistia!, dizia à morte: "Espero por ti", e ia-me embora. Não gosto de esforços físicos; a única coisa que fazia era andar a pé, ainda ando quilómetros a pé. A gente cansar-se é horrível.

  

Esforços físicos é uma coisa, relação com o físico é outra. É um bom tópico, sobretudo se pensarmos em países quentes.

 

Aqui, é muito diferente. Eu entrei nas Belas- Artes, em Novembro - não comecei mais cedo porque se perderam os papéis, já no tempo de Salazar se perdiam papéis -, e vi aquela gente toda cheia de frio, toda embiocada, e eu disse: "Que raparigas tão feias, que camafeus!" Eram mesmo, com umas samarras e umas coisas.

  

Nenhuma desinibição, nenhuma atitude solar em relação ao corpo. Embiocadas?

 

As minhas colegas de liceu andavam sempre de braços à mostra, com um ar porreiro. Um bioco é uma capa que se põe por cima e que tem um capuz. Outro choque cultural que eu gosto de contar: quando cheguei ao Porto tinha 17 anos, e foi horrível, horrível, horrível. Presenciei esta história: ia a subir a Rua 31 de Janeiro, seis e meia da tarde, friinho, caía uma chuva miudinha, e vinha uma mulher - era uma mulher, não era uma senhora porque usava um xaile; vinha com o filho pela mão, e a criança berrava, descalça, claro. A mãe, passou por mim e disse ao filho: "Anda, meu filho da puta, que quando chegar a casa o corno do teu pai dá-te as caridades." Eu fiquei pááá!, como se diz, caíram-me ao chão. Nunca tinha ouvido; lá na família, em Moçambique, não se usavam palavrões. Não se dizia, não havia necessidade.

  

Que família era essa? Por que é que foi para Moçambique?

 

A minha mãe tinha 12 irmãos, foi para lá, o meu pai era do Funchal, trabalhava no banco, os bancos faliram em 29 e emigrou para Moçambique. Encontraram-se, casaram. O clima era porreiro, não se vivia mal, os pretos, coitados, eram os pretos, "estas bestas não falam português!"; vinham do mato e tinham de saber português. Cá em Portugal falam português como se sabe; lá, estavam os gajos na terra dos gajos e tinham que aprender a nossa língua... Uns mamparras - um mamparra é um burro, um estúpido.

  

Os seus amigos eram quem?

 

Havia imensos indianos no liceu (da Índia inglesa e da portuguesa), um chinês que foi meu colega até ao quinto ano, pretos é que não havia, ainda no liceu. Depois havia as mulatas, essa maravilha da natureza. Era mais arejado do que aqui. Isto aqui era opressivo "pra" caraças. Nada de especial, uma vida vulgar.

  

Apareceu com a mesma fulgurância (como a consciência de si) a noção de que a sua forma de se expressar era o desenho?

 

Isso é muito misterioso, não consigo perceber até hoje. Fiz três anos e fomos para a Ilha de Moçambique. Estive lá quatro anos (viemos de licença a Portugal em 45 ou 46). Havia arte indígena, que uns gajos vendiam de casa em casa, faziam uns barcos bestiais, enormes, de madeira, faziam navios de guerra (isto foi durante a guerra), muito bem pintadinhos, com canhões a mexer e tudo. Não havia razão nenhuma, nenhuma para eu fazer desenhos; a não ser que fazia. Alguém me deu uma caixa com lápis de cor, daquelas coisas que se dá no Natal. Nunca ninguém disse: "Olha que ele é um geniozinho"; de maneira que me deixavam fazer.

  

Como é que eram os desenhos?

 

Fazia navios de guerra, navios aos tiros, canhões. Havia muitas revistas da guerra, de propaganda aliada, inglesas, muito bem impressas em fotogravura. Tinha uma colecção enorme, umas em inglês e outras em português do Brasil. Fartei-me de ver fotografias de guerra. Jornal não havia. A luz eléctrica, ligavam-na às seis da tarde e desligavam às onze da noite - tinham um gerador. Se queríamos, acendíamos um candeeiro a petróleo. As geleiras eram a petróleo. Não havia aspiradores. Não havia carne porque não havia gado; comia-se galinhas e coisas do mar. Costumo dizer com graça que fui criado a lagosta. Lagosta era ao preço do pão. E fruta: bananas, papaia, toda a gente tinha papaeiras em casa. Leite era condensado.

  

Vegetação luxuriante, mar muito azul - como seria de supor.

 

Vivi na Ilha de Moçambique até aos sete anos, fiz lá a primeira classe.

  

Os barcos que desenhava, tudo o que desenhava era figurativo.

 

Barcos e aviões e gente aos tiros. As crianças não fazem abstracto. O meu pai não era capaz de desenhar um copo. A única gracinha que fazia era uma batalha naval com uns lápis que tinham azul de um lado e vermelho do outro.

  

Os seus desenhos eram mais elaborados do que os do seu pai, presume-se...

 

Eram. Mas isso só descobri depois.

  

A guerra, ainda que longínqua, era ameaçadora?

 

Era. Aquilo era a rota da Índia e havia submarinos japoneses ou alemães e metiam barcos ao fundo. De vez em quando, iam para o mar apanhar os gajos que andavam a flutuar, a catar, olha ali um, e levavam-nos para o hospital. Sei disso porque a minha mãe, como era enfermeira, era chamada - "vão apanhar os náufragos, tenho de ir, pode ser preciso alguma coisa". Chegavam dúzias e dúzias deles. Muitos não devem ter escapado aos tubarões.

  

Tinha o desejo de partir?

 

Para onde? Estava tão bem ali. A ilha era pequenina. Havia um automóvel do piloto Nunes, um Fiat pequenino. Tinha uma actividade desportiva razoável. Fazia-se teatro amador. Cinco mil pessoas contando com a população indígena. A escola primária tinha cem crianças.

  

Quando é que passou para um estádio diferente?

 

Quando a gente veio cá de férias, não sei se ainda havia guerra. Tenho de perguntar à minha prima ou ver nas fotografias - o meu pai tirava fotografias. Não sei se não teria sido depois da derrota do Japão. Vim para cá com os meus pais passar um ano e meio de licença graciosa. Para a Rua da Alegria, 162, 3.º. De lá de cima via-se a chover. Arranjei um processo para não ter de ir à escola - porque eu era bom. "Ah, não precisa." De vez em quando ia a casa da Dona Felicidade ou Caridade e tinha aulas no sábado de manhã na escola normal. Passei para a terceira classe. A senhora chamou do estrado o Felisberto e disse: "'Tás com a cabeça cheia de lêndeas." Eu nunca tinha visto uma lêndea ou percevejo ou pulga.

  

Piolho.

 

Nunca vi ninguém em África com piolhos ou percevejos. A primeira vez que vi uma pulga foi no cinema Carlos Alberto, no Verão. Nunca tinha tido a experiência dessa bicheza. Toda a gente usava chuveiro - que a água era cara. Aqui, tive de tomar banho de imersão: umas panelas de água quente que se atiravam para a banheira.

  

Como é que um tipo que vive até aos sete anos na Ilha de Moçambique não aprende a nadar convenientemente?

 

Porque havia tubarões! Ninguém ia para o mar. Fizeram uma piscina. Simplesmente sou preguiçoso; porque é que hei-de aprender a nadar? Não é uma prenda necessária para um homem quando se casa.

  

Depois da vinda à metrópole de um ano e meio, iniciam um novo ciclo. Vão para Lourenço Marques. Deu-se com os irmãos Fernando e José Gil?

 

O Fernando estava a estudar cá. Encontrei o Zé Gil uma vez com o Manuel António Bronze, o Rui Knopfli. Eu devia ter 16 anos e o Knopfli 20 e muitos, um homem barbudo. Era muito culto e inteligente, chegou a ser um grande poeta. Acabou o sétimo ano, sabia tudo quanto era possível naquela terra. Era brilhantíssimo. Tinha aquilo que se chama "concepção agónica da existência". Estava sempre em competição; uma discussão, para ele, era uma coisa para ganhar, para ter razão, não era para chegar a uma conclusão. Faz-me muita impressão ainda hoje. Eram discussões de arte e política - não se falava de outra coisa.

  

Por que é que naquele sítio, longe da Europa, onde tudo acontecia, esta malta era assim?

 

Era uma terra de exílio. Anos mais tarde, relacionei-me com um médico que tinha sido secretário-geral do Partido Comunista Português dos anos 30. Havia um outro gajo, também do PC, Cansado Gonçalves, que era professor de Matemática na escola técnica. Muitos dos professores que lá estavam tinham sido corridos de cá. Também havia gajos da Mocidade Portuguesa, claro. Havia gajos que não iam às paradas e ninguém os chateava. Gilberto Rola Pereira, explicador de Matemática, tinha ido para lá em 1918; eu comecei a apanhar com o Fernando Pessoa aos 12 anos (não se deseja a ninguém que uma criatura seja desmamada intelectualmente aos 12 anos com o Fernando Pessoa); em conversa: "Fernando Pessoa? Conheci-o muito bem. Andei no liceu com o Sá Carneiro."

  

O Jorge Molder diz que lhe podemos perguntar sobre matemática, física, literatura, cinema, que responde. E que se não responde na hora, liga às onze da noite com a resposta...

 

Eu era bom.

  

Estas pessoas fora do baralho com quem se deu marcaram a sua formação. Mas o que quero saber é como é que vai destas coisas para a pintura.

 

Já deve ter ouvido falar do Rui Guerra, realizador. Moçambicano. Foi estudar para o IDHEC, em Paris. Há um conjunto de circunstâncias muito esquisitas. Havia a Mocidade Portuguesa, a gente estava ali a treinar para o 10 de Junho e para a parada, que era chato, dois sargentos davam a instrução aos mancebos. No meio disso, um gajo com nome de boa família aparecia com uma farda especial de lã castanha, umas condecoraçõeszinhas; esse gajo, à paisana, tinha a mania do cinema, criou uma secção de cinema. A gente, depois de marchar uma hora, ia para lá aturar o gajo. No meu caso não era aturar.

  

Então, no princípio de tudo está o cinema?

 

Eu tinha começado com oito anos a ir ao cinema. O meu pai trabalhava no correio e tinha um senhor amigo que fazia legendas para os filmes do Scala; de maneira que, quando queria ir ao cinema, entrava. Ia sozinho, claro. Coboiadas, filmes em inglês sem legendas. Na secção de cinéfilos, falava-se de montagem, faz-se assim, faz-se assado. Desde os 12 anos comecei a perceber que os filmes não eram os gajos aos tiros, eram segmentos. Sabia que o cinema era uma coisa feita, que 15 dias depois punham a gaja a dizer: "Sim, sim." Porra, o Rui Guerra vai para cinema? Também quero ir para cinema. Quero é ser realizador. Mas nunca disse a ninguém. Depois, o meu pai morreu quando eu tinha 15 anos: quem é que me ia mandar para França? Não havia bolsas, vim para Belas-Artes. Entretanto tinha começado a pintar. Não podia fazer filmes? Fazia pinturas a óleo. Pronto. Tive um prémio do liceu por ser o melhor aluno do ano, recebi 750 paus, comprei as tintas, comecei a pintar.

  

Começou a pintar do nada?

 

Comprei um livrinho que tenho lá em cima, How to paint in oils. Ninguém compra um livro sobre os materiais. Nenhum aluno meu leu um livro de técnica. A tinta tal serve para isto, não se pode misturar esta com aquela, esta é transparente, esta é opaca. Sou assim. Não ia perder tempo a descobrir o que já estava descoberto - estava no livro. Tem uma capa amarela.

  

Fazia bandas desenhadas.

 

Fazia isso num plástico em que se escreviam à máquina as legendas [dos filmes]. Uma espécie de celofane. O senhor do Scala deu-me um rolo disso e eu passei anos a fazer uma história aos quadradinhos. Para um dia projectar. Ainda tenho aí um bocadinho disso, tudo ratado das traças.

  

Que enredo aparecia nessas tiras de banda desenhada?

 

Eram umas histórias de tiros, como as dos filmes.

  

Onde quero chegar é ao ponto em que abandona as histórias e se concentra na abstracção. Fez pintura figurativa?

 

Fiz. Quando comecei a pintar, era a época do neo-realismo. O que a gente devia fazer era umas pinturas como os muralistas mexicanos. Ainda fiz umas coisas dessas. Um estivador negro, um fuzilamento, umas fábricas, um gajo que finge que toca viola (não pus as cordas, nunca acabei). A gente tinha de fazer as coisas como mensagem. A gente fartava-se de ler coisas que vinham em língua estrangeira - passava tudo, desde que fossem em inglês ou francês. Sabiam lá se aquilo era subversivo, se era o Sartre... Aprendi inglês e francês para poder ler à vontade. Praticamente não lia em português - ainda hoje. O que se esperava era que as pessoas fizessem coisas com mensagem.

  

"Intervenção" era a palavra de ordem. Nunca foi comunista?

 

Não. Por acaso fui lá, pediram-me para fazer uma colaboração depois do 25 de Abril. Vi lá um gajo, pensei: "Este gajo é que vai tomar conta de nós?" Um sabujo servil do comendador Cupertino de Miranda, este gajo é que é o meu patrão espiritual? Não tenho nada com isto! Tirei a palha.

  

Quando começou a pintar e fez coisas figurativas...

 

Eu era muito mal visto: porque não fazia figurativo. Não era capaz. De 61 a 65 fiz cenários para o Teatro Experimental, alguns muito bons. Uns gajos que lá estavam, que eram do PC: "A gente não te paga porque tu és de África, és um gajo rico." Deviam pagar-me quatro contos e de vez em quando davam-me cem paus. Eu andava mal vestido, andava com um blusão da tropa, boina, barba por fazer, fazia uns quadros esquisitos com cera.

  

Tinha um discurso próprio, numa altura em que o que importava era ter uma mensagem.

 

Sim. Mas eu não tinha mensagem. Eu achava um disparate ter uma mensagem! Com que autoridade? Mesmo sendo professor, nunca me achei com autoridade para impor uma mensagem. Uma questão temperamental. Não quero salvar ninguém. Se for preciso empurrar, empurro, faço o melhor possível. Mas não tenho a ideia de que vou salvar o mundo, não tenho ideias de apóstolo. Houve aqui uma altura em que a senhora Rosa Ramalho fazia os bonecos em barro, e havia malta que copiava aquilo em barda! Mas o que é que tenho com a cultura do Minho? Vou passar férias a casa do meu avô, tomo banho no rio, vive-se na idade da pedra; mas não vou fazer arte a partir da senhora Rosa Ramalho. Estou informado de outras coisas de que esta gente não está informada.

  

Tinha interlocutores para essas coisas de que estava informado?

 

Uma vez, no quarto do Bronze, com ele e outros, vimos uma Life com uma reprodução do Pollock, com as coisas derramadas. Foi uma galhofa pegada, que aquilo era uma borratada! Os gajos atiraram-se ao ar, lá estás tu. Bom, não vale a pena. Descobri aquela verdade eterna: se eles não percebem, não vale a pena explicar, se percebem, não é preciso. E isto era a atitude de gente por quem tinha, enfim, consideração. "Que nojo, derramar a tinta assim" - foi o comentário a propósito do Jackson Pollock. Por que é que não me hei-de interessar por arte popular polaca em vez de fazer os bonecos da senhora Rosa?

  

Estamos sempre numa zona de identificação: quem é que é, com quem é que se identifica.

 

Eu tinha outros interesses. Outra informação. Outra curiosidade. Não é bom nem mau, era assim.

  

Era o mundo que trazia?

 

Era o mundo que ia descobrindo. Tinha uma enorme colecção de Life e da revista brasileira O Cruzeiro, que o meu tio comprava todas as semanas. Lia isso com 13 aninhos. Sempre comprei a Time porque era uma maneira de saber notícias sem censura. [Folheia e mostra páginas dessas revistas antigas] Isto é arte inglesa dos anos 60. 'Tava aí!, vendia-se no Paladium por cinco escudos. Isto é o [David] Hockney. Quando não tinha dinheiro, via-as na livraria internacional. A informação existia: era preciso procurá-la, ela não vai ter com nosotros. Curiosidade que os meus colegas não tinham, e quando viam diziam: "Olha para esta merda."

  

A sua "fonte" eram, sobretudo, as revistas?

 

Uma vez comprei um livro de escultura, que me custou 180 ou 200 paus, o que era muito dinheiro para quem vivia com um conto e quinhentos por mês. Eu mostrava aquilo aos colegas: "Deixa cá ver o Rodin!, deixa cá ver o Modigliani!" Isto era a malta com quem eu me encontrava. Ninguém me dizia: "Empresta-me essa merda, que amanhã trago-te." Tinham uma grande curiosidade para tudo o que fosse má-língua, fofoca, mas em relação à profissão não tinham quase nenhuma.

  

Procuravam uma confirmação do que já eram?

 

E do que já sabiam. Sempre procurei informar-me, não sei porquê. Sempre fui coscuvilheiro. Nunca tinha pensado nisso, mas acho que a vida é uma profissão. Viver é uma profissão. Tem de se fazer 24 horas por dia. Um gajo não pode dizer: "Hoje não, hoje é domingo." Não é como conduzir autocarros, bater carteiras, pôr bombas. Nunca tinha pensado nisto, mas estas coisas ocorrem nas conversas. Tenho pena de não conversar mais. Estou sempre a funcionar para qualquer coisa. Durante anos não pude fazer outras coisas. Era presidente do conselho directivo, que chatice, mais não sei quê, mais não sei quê. Depois acabou-se. Passei a vender aulas. Chego lá, meto a ficha, truca truca truca, tiro a ficha. E aí comecei a trabalhar. E não fazia diferença nenhuma. Mas quando estou a fazer uma coisa, estou a fazer aquela - mais nada.

  

Aos 15 anos perdeu o pai. Mudou-lhe o curso da vida.

 

Foi um óptimo fim para ele, que estava há três anos com uma doença horrorosa. Tinha aquela coisa de que morreu o Zeca Afonso. Para mim, foi péssimo. Tenho mesmo de ir para Belas- Artes, vou comprar tintas a óleo.

  

Dois anos depois, veio para Portugal. Sozinho.

 

Sim. Self-supported. Tinha uma bolsa de estudo, Caixa Económica Postal de Lourenço Marques, um conto e quinhentos. Fiz aquilo [curso e bolsa] durar sete anos. Depois, tive a sorte, ou a desdita, de ser convidado para assistente.

  

A sorte ou a desdita? Ter ficado nas Belas--Artes tantos anos é uma das questões da sua vida. Tal como ficar no Porto ou ir para Lisboa ou lá para fora.

 

Não, para fora não ia, "pra" quê? Para estar como os emigrantes bolseiros, que se encontravam todas as noites para jogar matraquilhos e beber cerveja?, para intrigar com a mulher do gajo? Porra, pá! Para viver num chambre de bonne onde faziam dois quadros deste tamanho [pequeno] por ano?

  

Vemos a exposição de Hélio Oiticica na Tate Modern, em Londres, e percebemos que fez muitas daquelas coisas antes do Oiticica. E perguntamo-nos por que é que o Oiticica está na Tate Modern e o Ângelo não está.

 

Porque o Oiticica e a senhora, a psicanalista, a Lygia Clark, de repente pegaram neles na América aqui há dez, 12 anos, e começaram a falar deles.

  

Há uma outra coisa: Oiticica viveu em Londres no anos 60.

 

Ele também era homossexual, o que dá aquele ambiente festivo da altura, aquelas capilaridades. Eu não tinha inserção para isso. Não estou a queixar-me da comunidade: sempre me trataram bem.

  

Se tivesse dado o salto, internacional, provavelmente a sua carreira seria diferente.

 

Possivelmente. Nós, a minha mulher e eu, estivemos dez meses em Londres. Enquanto lá estivemos, ela trabalhou na escultura, a mim não me apetecia fazer nada. Pensei que, como pintor, só podia ter ido para pintura. E podia ter ido para escultura... Ao fim de um ano, de uma série de peripécias longas, o Salazar caiu da cadeira. O meu senhorio disse: "Se você quiser, arranjo-lhe emprego nas Belas-Artes em Bradford." O que é que vou fazer para Bradford? Deve ser pior do que o Porto. A única coisa notável que Bradford tem é que nasceu lá o David Hockney - que se foi logo embora. Vender aulas em Bradford? A minha mulher não aprendeu inglês. Vai para sopeira? Outra coisa engraçada: conheci uns tipos no St. Martins cuja intenção era ir para os Estados Unidos. Eles queriam dar o salto dali para Nova Iorque. Eu teria desejo de ficar se os gajos querem é dar à sola? Que estupidez vir para Inglaterra. Para estar a dar aulas? Isso já dava aqui no Porto. Além disso: alguns gajos tinham a ideia que, um dia, o Salazar morria e íamos fazer uma escola de Belas-Artes como deve ser. O que eu queria era trabalhar.

  

Ter um rendimento certo?

 

Não, não: poder fazer coisas. Quando vim para esta casa, finalmente, tinha esta sala para pintar. Nós não tínhamos piano de cauda, mobília, nada: isto era o meu atelier. O que vi nos bolseiros, em Paris, em 57/58, é que se encontravam todas as noites. Eu tinha gasto cinco ou seis contos para, está-se mesmo a ver, encontrar-me com ele todas as noites... "Então logo à noite onde é que nos encontramos? Estás aqui para a sangria?" Eu??? Vou à cinemateca: vai dar isto e isto e isto. Voltei em 58: então o que é que fizeste? "Tenho lá um quadro. Isto ainda está muito atrasado." O filho da puta num ano fez isto? Gulbenkian anda a dar-lhe 20 contos por mês para fazer isto? Valha-me Deus! Conhece alguém que no estrangeiro tenha alcançado glória eterna?

  

Paula Rego. Vieira da Silva.

 

A senhora da Madeira, a Lourdes Castro: alguém entre os emigrantes conquistou a verdade e a glória eterna? O Pomar é universalmente conhecido? Jorge Martins (de quem sou grande amigo)? Por que é que continuam a fazer exposições no Brito? [Galeria 111] Vim pra aqui, aqui podia trabalhar. Não havia aço, inox? Não faço esculturas. Não há tela? Pinto em platex. Não posso pintar telas grandes? Pinto pequeninas. So what? Vou escrevendo, vou tomando notas.

  

Que fez nas temporadas, mais ou menos demoradas, que passou fora?

 

Estive em Paris 40 dias mais 40 dias. Passei os dias nos cinemas e na cinemateca.

  

O que é que foi mais extraordinário nos museus?

  

Fui imenso ao Museu do Homem. Fui um pouco ao Louvre. O museu dos Impressionistas estava fechado. Em Londres fartei-me de ir ao cinema, ia todos os dias ao National Film Theatre. Vi o Godard todo até 68. Vi filmes polacos, vi o primeiro Polansky.

  

Fala como se o contacto com o cinema fosse tão importante, ou mais, do que ver os quadros nos museus e galerias.

 

Ora bem: estou de acordo que não dá para ver a reprodução de um pintor veneziano: tem de ir a Veneza. Mas não sei se isso é uma verdade eterna. [Mostra uma página] Isto dá uma ideia bem razoável, para quem conheça, de quem é o Seurat. Não é alta fidelidade, é como um disco de 78 rotações: dá para ouvir a música. Um gajo habitua-se a ver isto e a ler nas entrelinhas. Não vejo reproduções, vou ver ao Museu de Pequim? Não vou. A única hipótese é comer como me vem, como sai da lata. É deficiente? Pois é. Mas a gente tem de fazer fogo com a lenha que há.

  

Instalou-se no Porto, ficou a dar aulas nas Belas-Artes, ficou conhecido. Era inseguro quanto ao que fazia?

 

Não. Estive algum tempo em ateliers. As pessoas davam uma pincelada e "que é que tu achas disto?" Passavam a vida a pedir opiniões. E depois alguém me disse: "Tu nunca pedes opinião."

  

Tinha a impressão de que não o entendiam?

 

Eu não queria explicar! Eu não queria que me dessem opinião! É-me perfeitamente alheio se me entendem ou não. A coisa que mais me chateava era um: "E se você pusesse aqui uma cor picante, um carmesim, ou um ocre dourado..." Como era um gajo bem educado, fazia de conta... Não fazia aquele ar de dignidade ofendida - não preciso. Não tinha de fazer uma cena histriónica de incompreensão nem nada.

  

Quem é que foram os seus interlocutores?

 

Ao espelho não foi, que sempre me vi pouco ao espelho. Dei-me muito bem com o António Quadros, apesar de o gajo ser tão ferrenho da senhora Rosa Ramalho e de ter gozado com os quadros do Pollock; era um ferrenho do cinema também - lembras-te como o Marcel Carné faz não sei o quê? Tínhamos um patuá muito comum. Dei-me bem com o Eugénio de Andrade.

  

Falavam de quê? É fácil imaginá-lo a dar-se com um poeta: a sua pintura é imensamente poética.

 

Cinema. Poesia. Você tem? Onde é que arranjou isso? Se quiser fique com ele que eu já li. Dava-me bem com o Augusto Gomes. O João Guedes - papei o Brecht todo que ele lá tinha, eram 30 e tal peças. Não tenho assim muito mau feitio. Entendi-me bem com a minha mulher.

  

O encontro com ela deu-se como?

 

Eu já a conhecia de vista, uma rapariga muito bonita, aquela é que é uma rapariga do caraças. Eu era um apreciador platónico distante. "Tu estás interessado em ir ao Alentejo, na Páscoa, fazer cerâmica? Vai uma malta, vai a Marina." Era a minha mulher. Alto. Tou, tou. Eterna gratidão. Tenha na vida coincidências esquisitíssimas.

  

Quais são as grandes coincidências, as que apontaram caminhos?

 

Ter ido ao cinema. O sr. Lisboa arranjar-me o plástico para fazer histórias aos quadradinhos. O gajo da Mocidade Portuguesa que era cinéfilo. E meter-se-me a ideia de querer ser realizador. E depois não fui realizador. Porra!, se fosse romance ninguém acreditava.

  

Escritor nunca quis ser? Leu tudo.

 

Não. Sou dos poucos portugueses que nunca tiveram a tentação de fazer um versinho. Nunca, nunca, nunca. Nada, nada, nada. Talvez por ter lido antes. Mas não foi mau, podia ter sido pior. Como diria a minha avó: torces a orelha e não deita sangue. Mas deixemos as blagues.

  

Há no seu trabalho uma exploração intensiva e inesgotável da cor. Alguma relação com a experimentação das cores que fez em criança, com os lápis que recebeu?

 

Questão interessante: eu fazia principalmente desenhos com tinta preta. Os tais quadros figurativos: num era pontillista, o fuzilamento é bem feito, o dos estivadores é uma merda. Coitado de mim, tinha 16 anos, nunca tinha visto um quadro.

  

Qual foi o primeiro quadro que viu?

 

Vim com a minha mãe a Lisboa. Queria ver o Nuno Gonçalves. O Nuno Gonçalves tinha ido para Inglaterra! Mas ainda vi o Bosch.

  

Não podendo ser os painéis de S. Vicente, o primeiro quadro que viu foi as Tentações de Santo Antão?

 

Sim, e outros que lá estavam, no Museu de Arte Antiga.

  

Quando é que sentiu que tinha encontrado o caminho, que tinha encontrado a sua forma de expressão?

 

Em 1960 fui a Lourenço Marques e, como me aborrecia muito, pedi ao meu primo Zeca, que também pintava, fazia reproduções, não tinha graça nenhuma, umas tintas. Comecei a fazer umas pinturas em papel. E de repente - tenho esse trabalho aí - fiz aquilo e disse: já sei. É como a história do Klee: "A cor toma-me." Eu fiz aquela merdinha e disse: agora já sei. Parece que ouvi uma voz por trás a dizer: "Acabou, não há mais problemas."

  

Pintar de branco era um estilo?

 

Era uma incapacidade. Fiz uns bonecos sem cabelo. A minha mãe: "Fizeste mais um quadro? Por que é que nunca lhes pões cabelo? Por que é que são sempre carecas?" Fiquei lixado. Porra, não sei como é que hei-de pintar o cabelo. Os meus alunos diriam assim: é assim, é a minha mensagem. Eu disse: eu não sei pintar cabelos.

  

Esse "já sei" tem uma força tal que percebemos hoje, olhando para a escultura ou para a fotografia, que elas são como a pintura - usando e explorando um suporte diferente. A linguagem é a mesma, mesmo que os materiais divirjam.

 

Acho que tem que ver. Neste momento, estou farto de tirar fotografias porque não faço nada. Não pinto, vai fazer seis anos em Maio. Porquê? Tive um cancro, fui operado, tive uma úlcera hemorrágica - stress. No outro ano tive dez meses o braço pousado. Depois a minha mulher partiu a perna e estive a tomar conta dela armado em Florence Nightingale. Depois outra desgraça. Todos os anos, merda. Eh, não dava mesmo para fazer nada.

  

Sentiu falta?

 

Se tivesse sete ou oito quadros, tinha-os vendido e tinha mais dinheiro neste momento. Não estou com uma mão à frente e outra atrás. Mas tenho uns quadros para fazer.

  

É o que tem para dizer? Pergunto por isso e responde que preferia ganhar umas massas.

 

Claro. Não me apetece.

  

Dá ideia de que a vida quotidiana se intromete muito na sua obra.

 

Eu, qualquer coisinha, empato logo.

  

A tristeza é uma coisa que o impede de pintar?

 

Não sou nada triste nem infeliz.

  

Os quadros não parecem tristes. Pelo contrário, são quase sempre solares.

 

Não tem nada a ver. Um gajo pode estar lixado da vida e fazer uns quadros porreiros. Já estudei o assunto e não tenho nada de esquizofrénico. Não estou interessado em fazer quadros para dizer às pessoas que me dói o estômago. Não me interessa pôr as minhas dores de alma para os outros. Despejar o saco por cima do público? Uma ideia repugnante. Brgggg, que nojo.

 

Entrvistadora : ANABELA MOTA RIBEIRO

A Praça Floriano surgiu em um largo aberto durante as obras de construção da Avenida Rio Branco (1906). O seu entorno é marcado por uma variedade de construções nos estilos Eclético, Neoclássico, Art Noveau e Art decó. Na ordem em que aparecem na foto: O Amarelinho; o Palácio Pedro Ernesto (1923 – Atual Câmara de Vereadores); o Theatro Municipal (1909) em fase final da reforma, com a sua Águia Dourada restaurada e recolocada no lugar de origem; uma pequena parte do Museu Nacional de Belas Artes (1908); a Biblioteca Nacional (1910) e pequena parte do antigo Supremo Tribunal Federal (1909 - atualmente Centro Cultural da Justiça Federal).

 

A ideia era transformar a nova praça numa versão tupiniquim da Times Square. Dezenas de teatros, boates, bares e restaurantes se instalaram na região e por isso, tornou-se popularmente conhecida por Cinelândia. Com a popularização dos shopping-centers, as salas de exibição foram deixando pouco a pouco a Praça Floriano.

 

"Movieland"

 

Floriano square appeared during the construction of the Avenida Rio Branco (1906). Its environment is marked by a variety of building styles: Eclectic, Neoclassical, Art Nouveau and Art Deco. In order they appear in the picture: The "Amarelinho" (the yellow one); Pedro Ernesto Palace (1923 - Present City Council); the Municipal Theater (1909) in the final stages of reform, with its Golden Eagle restored and put back in place of origin; a small part of the National Museum of Fine Arts (1908), the National Library (1910) and a small part of the former Supreme Court (1909 - present Cultural Center of the Federal Court).

 

The idea was to make the new square a brazilian version of Times Square. Dozens of theaters, nightclubs, bars and restaurants have settled in the region and therefore became popularly known as the neighborhood. With the popularity of shopping centers, the theaters were gradually leaving the Floriano Square.

Calouste Gulbenkian Museum, Modern Collection, Lisbon, Portugal

 

Material: Iron polychromatic

Collection: Calouste Gulbenkian Museum - the Modern collection

Inv.: 83E1026

 

BIOGRAPHY

 

José Rodrigues – The sculptor who made his mark in Porto

18 April 2018 / Profile

 

José Rodrigues is one of the greatest Portuguese sculptors, deceased on September 10, but his works continue to mark the landscape of the city.

 

Born in Luanda, Angola, in 1936, José Rodrigues demonstrated at a very early age a taste for sculpture and even as a child he liked to mould clay. Later in Portugal, he studied sculpture at the Escola Superior de Belas Artes do Porto, where he would become a teacher sometime later. He was Founder and chairman of Cooperativa de Ensino Artístico Árvore and founder of the Bienal de Cerveira.

 

In addition to sculpture, he also dedicated himself to other artistic expressions. He Illustrated books for writers and poets, produced ceramics and medals, created scenographies and designed the set for the classification ceremony of Porto as a World Heritage City.

 

His foundation, located in a former hat factory, embraced not only his studio but also a place for dissemination of arts, with exhibition halls and an auditorium, receiving a ballet and theatre company as well.

 

Among his most famous works are O Cubo da Praça da Ribeira (The Cube of Ribeira Square) (1976) or the Entrepreneur Monument (1992).

 

SOURCE: www.heyporto.com/en/perfil/

Photo Copyright 2012, dynamo.photography.

All rights reserved, no use without license

 

The dOCUMENTA (13) was the thirteenth edition of the quinquennial contemporary art exhibition documenta. It took place between 9 June until 16 September 2012 in Kassel. The exhibition was held under the theme Collapse and Recovery. Exhibits could be seen in several venues in the city, among others in the Fridericianum museum,[1] in the Orangerie and in the Karlsaue, a large urban park.[2]

 

Its artistic director was the curator Carolyn Christov-Bakargiev[3] who was chief curator of the Castello di Rivoli - Museo d'Arte Contemporanea in Turin and, in 2008, also head of the Biennale of Sydney.

Participants

The Museum Fridericianum during the exhibition

 

A Lida Abdul, Bani Abidi, Etel Adnan, Korbinian Aigner, Vyacheslav Akhunov, Barmak Akram, Khadim Ali, Jennifer Allora & Guillermo Calzadilla, Maria Thereza Alves, Francis Alÿs, Ayreen Anastas, AND AND AND, Ida Applebroog, Mohammad Yusuf Asefi, Doug Ashford, Tarek Atoui, Kader Attia

B Alexandra Bachzetsis, Nanni Balestrini, Amy Balkin, Judith Barry, Gianfranco Baruchello, Ahmed Basiony, Thomas Bayrle, Jérôme Bel, Gordon Bennett, Rossella Biscotti, Manon de Boer, Alighiero Boetti, Anna Boghiguian, Carol Bove, Kristina Buch, Andrea Büttner, Gerard Byrne

C CAMP (founded 2007 from Shaina Anand, Sanjay Bhangar and Ashok Sukumaran), Janet Cardiff and George Bures Miller, Emily Carr, Mariana Castillo Deball, Paul Chan, Kudzanai Chiurai, Constant, Daniel Gustav Cramer, Critical Art Ensemble, Abraham Cruzvillegas, István Csákány, Attila Csörgő, Antoni Cumella

D Salvador Dalí, Marie Darrieussecq, Tacita Dean, Mark Dion, Thea Djordjadze, Willie Doherty, Trisha Donnelly, Sam Durant, Jimmie Durham

E Haris Epaminonda, Cevdet Erek

F Guillermo Faivovich & Nicolás Goldberg, Matias Faldbakken, Geoffrey Farmer, Omer Fast, Lara Favaretto, Ceal Floyer, Llyn Foulkes, Abul Qasem Foushanji, Chiara Fumai

G Rene Gabri, Ryan Gander, Dora García, Mario Garcia Torres, Theaster Gates, Jeanno Gaussi, Mariam Ghani, Simryn Gill, Édouard Glissant, Julio González, Tue Greenfort

H Zainab Haidary, Fiona Margaret Hall, Tamara Henderson, Susan Hiller, Horst Hoheisel, Judith Hopf, Khaled Hourani mit Amjad Ghannam and Rashid Masharawi, Pierre Huyghe

I Sanja Iveković

J Toril Johannessen, Joan Jonas, Brian Jungen and Duane Linklater

K Rudolf Kaesbach, Robin Kahn & National Union of Sahrawi Women, Masood Kamandy, Amar Kanwar, William Kentridge, Hassan Khan, Erkki Kurenniemi

L Horacio Larraín Barros, Dinh Q. Lê (in collaboration with Vũ Giáng Hương, Quang Tho, Huynh Phuong Dong, Nguyen Thu, Truong Hieu, Phan Oanh, Nguyen Toan Thi, Duong Anh, Minh Phuong, Kim Tien, Quach Phong, Nguyen Thanh Chau), Gabriel Lester, David Link, Maria Loboda, Mark Lombardi, Aníbal López, Renata Lucas, Marcos Lutyens und Raimundas Malašauskas, featuring Sissel Tolaas

M Goshka Macuga, Anna Maria Maiolino, Catherine Malabou, Nalini Malani, Man Ray, Maria Martins, Francesco Matarrese, Fabio Mauri, Julie Mehretu, John Menick, Christoph Menke, Gustav Metzger, Lee Miller, Aman Mojadidi, Moon Kyungwon & Jeon Joonho, Gareth Moore, Giorgio Morandi, Rabih Mroué, Zanele Muholi, Christian Philipp Müller

N Arne Nordheim, M. A. Numminen

O Objects damaged during the Lebanese Civil War (1975–1990), Shinro Ohtake, Rahraw Omarzad, Roman Ondák, Füsun Onur, The Otolith Group

P Christodoulos Panayiotou, Giuseppe Penone, Claire Pentecost, Hetti Perkins, Susan Philipsz, Pratchaya Phinthong, Sopheap Pich, Lea Porsager, Michael Portnoy, Margaret Preston, Seth Price, Ana Prvacki

R Walid Raad, Michael Rakowitz, Araya Rasdjarmrearnsook, Doreen Reid Nakamarra, Pedro Reyes, Gunnar Richter, Stuart Ringholt, Ruth Robbins und Red Vaughan Tremmel, Juana Marta Rodas und Julia Isídrez, Paul Ryan, Hannah Ryggen

S Natascha Sadr Haghighian, Anri Sala, Charlotte Salomon, Issa Samb, Ines Schaber, Tino Sehgal, Ashkan Sepahvand, Albert Serra, Tejal Shah, Wael Shawky, Zolaykha Sherzad, Nedko Solakow, Song Dong, Tamás St. Turba, Alexandra Sukhareva, Imre Szeman

T Mika Taanila, Mohsen Taasha, Alexander Tarakhovsky, Javier Téllez, Aase Texmon Rygh, Warwick Thornton, Time/Bank (e-flux: Julieta Aranda & Anton Vidokle), Warlimpirrnga Tjapaltjarri, Rosemarie Trockel

V Rattana Vandy, Vann Nath, Adrián Villar Rojas, Jeronimo Voss

W Jessica Warboys, Lori Waxman, Clemens von Wedemeyer, Apichatpong Weerasethakul in collaboration with Chaisiri Jiwarangsan, Lawrence Weiner

Y Yan Lei, Haegue Yang

Z Akram Zaatri, Zalmaiï, Anton Zeilinger, Konrad Zuse[4][5][6]

 

Die dOCUMENTA (13) war die dreizehnte Ausgabe der documenta, einer der weltweit bedeutendsten Ausstellungen für zeitgenössische Kunst. Sie fand vom 9. Juni bis zum 16. September 2012 in Kassel unter der künstlerischen Leitung von Carolyn Christov-Bakargiev statt und hatte 904.992 BesucherInnen.[1] Die Ausstellung stand unter dem Leitmotiv Collapse and Recovery (englisch für Zusammenbruch und Wiederaufbau).[2] Satelliten der Ausstellung befanden sich in Afghanistan mit Kabul und Bamiyan (9. Juni bis 16. September 2012), in Ägypten mit Alexandria und Kairo (1. Juni bis 8. Juli 2012) und dem kanadischen Banff (2. August bis 15. August 2012).

 

Die Documentaleitung veröffentlichte die Namen von über 300 Teilnehmern. Davon trugen 187 Künstler und Künstlergruppen mit allen Formen künstlerischer Äußerungen, wie Bilder, Druckgrafiken, Skulpturen, Performances, Installationen, Filmen und Environments, zu der Ausstellung bei. Weitere 108 Teilnehmer waren durch Vorträge, Seminare, Kongresse, Dichterlesungen oder Schriften in der Documenta-Reihe 100 Notizen – 100 Gedanken beteiligt.

Museum Fridericianum mit dOCUMENTA (13)-Beflaggung

Inhaltsverzeichnis

 

1 Leitungsteam

2 Findungskommission

3 Schreibweise als Logo

4 Leitmotiv

5 Eröffnung

6 Teilnehmende Künstler

7 Ausstellungsorte

8 Streit im Vorfeld

9 Filme

10 Publikationen

11 Literatur

12 Weblinks

13 Einzelnachweise

 

Leitungsteam

Carolyn Christov-Bakargiev (2010)

 

Als künstlerische Leiterin wurde die US-amerikanische Kuratorin Carolyn Christov-Bakargiev ausgewählt, sie war Chefkuratorin des Castello di Rivoli – Museo di Arte Contemporanea in Turin und war 2008 auch Leiterin der Biennale of Sydney.

 

Projektleiterin ist die Kunsthistorikerin Christine Litz. Ihr obliegt es, die Konzepte der Leiterin Carolyn Christov-Barkagiev und ihrer Kuratoren umzusetzen.[3] Ab Juni 2012 wurde Litz als Direktorin an das Museum für Neue Kunst (Freiburg im Breisgau) berufen[4] und Jenny Dirksen und Christoph Platz übernahmen die Leitung der Abteilung sowie die Abwicklung der Ausstellung.[5] Die kuratorische Abteilung übernahm die spanische Kunsthistorikerin Chus Martínez. Sie ist gleichzeitig Mitherausgeberin der Schriftenreihe 100 Notizen – 100 Gedanken. Bevor sie 2009 Kuratorin am Museu d’Art Contemporani de Barcelona wurde, war sie Leiterin des Frankfurter Kunstvereins.

 

Als Leiterin der Publikationsabteilung wurde die in New York lebende deutsche Autorin und Publizistin Bettina Funcke benannt.[6] Sie ist gleichzeitig Mitherausgeberin der Schriftenreihe 100 Notizen – 100 Gedanken. Sie war bis 2007 Redakteurin bei der Dia Art Foundation (heute Dia Center for the Arts) und von 2007 bis 2010 leitende Redakteurin bei der New Yorker Ausgabe der Kunstzeitschrift Parkett. Sie ist Mitbegründerin von The Leopard Press und dem Continuous Project Kollektiv. Mit der Publikation der Schriften wurde der Hatje Cantz Verlag beauftragt.

 

Die Kommunikationsabteilung wurde bis September 2011 von Kathrin Lutz geleitet.[7] Im Oktober 2011 lösten sie Terry Harding und Henriette Gallus ab.[8]

 

Für die organisatorische Abwicklung ist – seit 1996 – der Geschäftsführer der documenta und Museum Fridericianum Veranstaltungs-GmbH Bernd Leifeld verantwortlich.

 

Die Ausstellung wurde am 9. Juni 2012 durch Bundespräsident Joachim Gauck eröffnet.[9]

Findungskommission

 

Am 3. Dezember 2008 wurde der Auswahlprozess für die künstlerische Leitung der kommenden documenta abgeschlossen. Der Vorschlag der neunköpfigen Findungskommission wurde vom Aufsichtsrat der documenta einstimmig bestätigt. Die Findungskommission der documenta 13 bestand aus:

 

Iossif Markowitsch Bakschtein – Direktor des Instituts für Probleme der modernen Kunst Moskau

Manuel J. Borja-Villel – Direktor Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofia Madrid

Kathy Halbreich – Stellvertretende Direktorin Museum of Modern Art New York

Paulo Herkenhoff – Freier Kurator und bis 2006 Direktor des Museu Nacional de Belas Artes in Rio de Janeiro

Oscar Ho – Direktor MA Programme in Cultural Management, Chinesische Universität Hongkong

Udo Kittelmann – Direktor Museum für Moderne Kunst Frankfurt/Main

Kasper König – Direktor Museum Ludwig, Köln

Elizabeth Ann Macgregor – Direktorin Museum of Contemporary Art Sydney

Rein Wolfs – Künstlerischer Leiter der Kunsthalle Fridericianum Kassel

 

Schreibweise als Logo

Hinweisschilder vor dem Fridericianum

101 013–1 der Deutschen Bahn AG mit Werbeaufschrift im Hauptbahnhof Mannheim am 14. März 2012

 

Im April 2010 wurde die „visuelle Identität“ der 13. documenta vorgestellt. Sie wurde von der Mailänder Grafikdesign-Agentur Leftloft entwickelt. Diese documenta verzichtet auf ein traditionelles Logo. Stattdessen wird die Schreibweise des Wortes als Symbol genutzt. Der Name wird am Anfang mit einem kleinen d geschrieben, die folgenden Buchstaben sind Großbuchstaben, gefolgt von der in Klammern gesetzten 13. Eine einheitliche Schriftart gab es nicht, diese variierte je nach Anwendung.

 

Die Grafikdesigner schrieben zu ihrem Entwurf:

 

„Diese visuelle Regel soll besagen, dass die Lehren dieser documenta (das lateinische ‘documentum’, von dem das Pluralwort ‘documenta’ stammt, bedeutet ‘Lehre’ und gelegentlich bezeichnet es auch eine ‘Ermahnung’) nicht pedantisch sein werden. Wir setzen vielmehr eine lebendige, pluralistische, ideenreiche und stetig zunehmende Entwicklung in Gang. Viele, auch die Öffentlichkeit, werden in den kommenden Jahren in diesen Prozess involviert werden. Der Höhepunkt, im Jahr 2012, stellt nur einen Moment einer viel längeren Reise dar, durch die Klammern um die dreizehn wird das deutlich.“

 

Die künstlerische Leiterin, Carolyn Christov-Bakargiev, verwies auf die Tradition der Kleinschreibung der documenta seit ihrem Beginn in den 1950er Jahren und bemerkte:

 

„Während dies in ihren Anfängen eine radikale demokratische Geste und eine Entscheidung des Designs war, ist heute die Nicht-Großschreibung von Wörtern ein Beispiel für eine von vielen unbeabsichtigten Gesten der digitalen Welt, die Nachrichten über Netzwerke und rund um den Globus schickt. Die normalen Schreibregeln umzudrehen, indem man das restliche Wort in Großbuchstaben schreibt, erfordert aktives Engagement, Aufmerksamkeit und einen gewissen Mehraufwand an der Tastatur.“[10]

 

Leitmotiv

 

Das Leitmotiv der dOCUMENTA (13) lautet Zusammenbruch und Wiederaufbau (engl. Collapse and Recovery). Es wurde rund ein Jahr vor Beginn der Ausstellungseröffnung offiziell vorgestellt. Es bezieht sich zum einen auf die Geschichte der Stadt Kassel in den letzten 60 Jahren, in denen nach der Vernichtung durch die Bombardierung im Zweiten Weltkrieg der – bis heute nicht abgeschlossene – Wiederaufbau erfolgte. Mehrere Arbeiten, wie das Projekt trail von Natascha Sadr Haghighian, nehmen ganz unmittelbar auf das Leitmotiv Bezug. Die Künstlerin stellt eine Leiter an die Begrenzungsmauer der Straße Schöne Aussicht, über die die Besucher einen steilen Abhang erreichen, der 1955 aus Kriegstrümmern der Henschel-Werke aufgeschüttet wurde. Über ihn führt ein schmaler, unbefestigter und nicht ungefährlicher Pfad zum Talgrund der Karlsaue.[11] Zum anderen, virulent, ist das Leitmotiv für den Ausstellungsort Kabul, das dort um die Bedingungen Belagerungszustand, Hoffnung, Rückzug und Bühne erweitert wurde.[12]

Eröffnung

 

Am 21. Juni 2010, zwei Jahre vor Eröffnung der dOCUMENTA (13), wurde – entgegen der üblichen Gepflogenheiten – bereits die erste Arbeit öffentlich eingeweiht. Die Skulptur Idee di Pietra („Ansichten eines Steins“) von Giuseppe Penone, ein Vertreter der Arte Povera und mehrfacher documenta-Teilnehmer, wurde am Rande der Karlsaue aufgestellt. Die Arbeit war bereits auf der 16. Biennale of Sydney, die Carolyn Christov-Bakargiev 2008 kuratiert hatte, präsentiert worden. Es handelt sich um eine fast neun Meter hohe Bronzeskulptur in der Form eines Baumes, in deren oberem Teil ein großer Stein ruht. Neben der Skulptur wächst ein kleiner, echter, junger Baum. Penone war selbst anwesend und stellte seine Arbeit vor:

 

„[…] Wenn die Bedeutung des Malens das Bedecken ist und die Bedeutung der Skulptur das Entdecken, dann wird die Malerei durch die Schwerkraft charakterisiert und die Skulptur durch die Kraft, die der der Schwerkraft entflieht, die Kraft des Lichts. Das Werk, das ich hier zeige, hat mit beiden Konzepten zu tun. Der Stein ist ein Mineral und die stabilsten Farben gewinnt man aus Steinen. Der Stein verweist auf die Schwerkraft. Das Pflanzliche entzieht sich der Schwerkraft, es wächst in die Höhe, als direkte Folge des Sonnenlichts. Die Struktur der pflanzlichen Welt wird durch das Licht bestimmt, das das Gewicht der Zweige und Blätter anzieht. Bronzeguss braucht die Schwerkraft und nutzt die Struktur der pflanzlichen Welt, um die flüssige Bronze in der Gussform zu verteilen. […]“

 

Bewusst war der Tag der Sommersonnenwende als Datum für die Veranstaltung gewählt worden. Die Verantwortlichen betrachteten die Aktion als einen Beitrag zur Geschichte der Außenskulptur im Rahmen der documenta-Ausstellungen und sahen in ihr insbesondere auch eine Einstimmung auf die in zwei Jahren stattfindende offizielle Eröffnung.[13]

 

Am 9. Juni 2012 eröffnete der damalige Bundespräsident Joachim Gauck die Kunstausstellung.

Teilnehmende Künstler

Giuseppe Penones Idee di Pietra

 

A Lida Abdul, Bani Abidi, Etel Adnan, Korbinian Aigner, Vyacheslav Akhunov, Barmak Akram, Khadim Ali, Jennifer Allora & Guillermo Calzadilla, Maria Thereza Alves, Francis Alÿs, Ayreen Anastas, AND AND AND, Ida Applebroog, Mohammad Yusuf Asefi, Doug Ashford, Tarek Atoui, Kader Attia

 

B Alexandra Bachzetsis, Nanni Balestrini, Amy Balkin, Judith Barry, Gianfranco Baruchello, Ahmed Basiony, Thomas Bayrle, Jérôme Bel, Gordon Bennett, Rossella Biscotti, Manon de Boer, Alighiero Boetti, Anna Boghiguian, Carol Bove, Kristina Buch, Andrea Büttner, Gerard Byrne

 

C CAMP (gegründet 2007 von Shaina Anand, Sanjay Bhangar und Ashok Sukumaran), Janet Cardiff und George Bures Miller, Emily Carr, Mariana Castillo Deball, Paul Chan, Kudzanai Chiurai, Constant, Daniel Gustav Cramer, Critical Art Ensemble, Abraham Cruzvillegas, István Csákány, Attila Csörgő, Antoni Cumella

 

D Salvador Dalí, Marie Darrieussecq, Tacita Dean, Mark Dion, Thea Djordjadze, Willie Doherty, Trisha Donnelly, Sam Durant, Jimmie Durham

 

E Haris Epaminonda, Cevdet Erek

 

F Guillermo Faivovich & Nicolás Goldberg, Matias Faldbakken, Geoffrey Farmer, Omer Fast, Lara Favaretto, Ceal Floyer, Llyn Foulkes, Abul Qasem Foushanji, Chiara Fumai

 

G Rene Gabri, Ryan Gander, Dora García, Mario Garcia Torres, Theaster Gates, Jeanno Gaussi, Mariam Ghani, Simryn Gill, Édouard Glissant, Julio González, Tue Greenfort

 

H Zainab Haidary, Fiona Hall, Tamara Henderson, Susan Hiller, Horst Hoheisel, Judith Hopf, Khaled Hourani mit Amjad Ghannam und Rashid Masharawi, Pierre Huyghe

 

I Sanja Iveković

 

J Toril Johannessen, Joan Jonas, Brian Jungen und Duane Linklater

 

K Rudolf Kaesbach, Robin Kahn & La Cooperativa Unidad Nacional Mujeres Saharauis (The National Union of Women from Western Sahara), Masood Kamandy, Amar Kanwar, William Kentridge, Hassan Khan, Erkki Kurenniemi

 

L Horacio Larraín Barros, Dinh Q. Lê (in Zusammenarbeit mit Vũ Giáng Hương, Quang Tho, Huynh Phuong Dong, Nguyen Thu, Truong Hieu, Phan Oanh, Nguyen Toan Thi, Duong Anh, Minh Phuong, Kim Tien, Quach Phong, Nguyen Thanh Chau), Gabriel Lester, David Link, Maria Loboda, Mark Lombardi, Aníbal López, Renata Lucas, Marcos Lutyens und Raimundas Malašauskas, featuring Sissel Tolaas

 

M Goshka Macuga, Anna Maria Maiolino, Catherine Malabou, Nalini Malani, Man Ray, Maria Martins, Francesco Matarrese, Fabio Mauri, Julie Mehretu, John Menick, Christoph Menke, Gustav Metzger, Lee Miller, Aman Mojadidi, Moon Kyungwon & Jeon Joonho, Gareth Moore, Giorgio Morandi, Rabih Mroué, Zanele Muholi, Christian Philipp Müller

 

N Arne Nordheim, M. A. Numminen

 

O Objects damaged during the Lebanese Civil War (1975–1990), Shinro Ohtake, Rahraw Omarzad, Roman Ondák, Füsun Onur, The Otolith Group

 

P Christodoulos Panayiotou, Giuseppe Penone, Claire Pentecost, Hetti Perkins, Susan Philipsz, Pratchaya Phinthong, Sopheap Pich, Lea Porsager, Michael Portnoy, Margaret Preston, Seth Price, Ana Prvacki

 

R Walid Raad, Michael Rakowitz, Araya Rasdjarmrearnsook, Doreen Reid Nakamarra, Pedro Reyes, Gunnar Richter, Stuart Ringholt, Ruth Robbins und Red Vaughan Tremmel, Juana Marta Rodas und Julia Isídrez, Paul Ryan, Hannah Ryggen

 

S Natascha Sadr Haghighian, Anri Sala, Charlotte Salomon, Issa Samb, Ines Schaber, Tino Sehgal, Ashkan Sepahvand, Albert Serra, Tejal Shah, Wael Shawky, Zolaykha Sherzad, Nedko Solakow, Song Dong, Tamás St. Turba, Alexandra Sukhareva, Imre Szeman

 

T Mika Taanila, Mohsen Taasha, Alexander Tarakhovsky, Javier Téllez, Aase Texmon Rygh, Warwick Thornton, Time/Bank (e-flux: Julieta Aranda & Anton Vidokle), Warlimpirrnga Tjapaltjarri, Rosemarie Trockel

 

V Rattana Vandy, Vann Nath, Adrián Villar Rojas, Jeronimo Voss

 

W Jessica Warboys, Lori Waxman, Clemens von Wedemeyer, Apichatpong Weerasethakul in Zusammenarbeit mit Chaisiri Jiwarangsan, Lawrence Weiner

 

Y Yan Lei, Haegue Yang

 

Z Akram Zaatri, Zalmaiï, Anton Zeilinger, Konrad Zuse

 

Ausstellungsorte

 

Die dOCUMENTA (13) umfasst neben Ausstellungsorten im gesamten Stadtraum von Kassel und in der Umgebung, auch Orte außerhalb Europas. In Kassel sind Kunstwerke an so zahlreichen unterschiedlichen Plätzen zu sehen, wie bei keiner anderen Documenta zuvor. Neben öffentlichen Gebäuden wie der Handwerkskammer, der Zentralbibliothek und dem Ständehaus, wurden auch private Kinos, Kaufhäuser und Hotels einbezogen. Die meisten Künstlerpräsentationen konzentrieren sich um den Friedrichsplatz, den Kulturbahnhof (Hauptbahnhof) und in der Karlsaue.[14]

 

Ausstellungsorte in Kassel und Umgebung:

 

Das Museum Fridericianum ist mit Werken von 32 Künstlern wieder Mittelpunkt der Documenta. Zusätzlich werden in der Rotunde 28 plastische Arbeiten oder artifizielle Objekte gezeigt, unter anderem von Judith Hopf, Man Ray und Lawrence Weiner.

Die documenta-Halle wird, neben frühen Zeichnungen von Gustav Metzger, die verdeckt in Schaukästen in der Vorhalle präsentiert werden, vor allem durch Arbeiten von Thomas Bayrle geprägt. Zwischen einem 8 Meter × 25 Meter messenden Papprelief Carmageddon auf der linken Wand und dem 8 Meter × 13,4 Meter messenden Flugzeug von 1982 bis 1983 stellte der Künstler aufgeschnittene Automotoren auf. Der Lärm der sieben Motoren wird aus Lautsprechern von eintönigen, sich immer wiederholenden Gebeten begleitet, die Bayrle in Frankfurter Kirchen aufgenommen und rhythmisiert hat. Es ist die größe Einzelpräsentation die bisher in der documenta-Halle zu sehen war.[15]

Ottoneum

Karlsaue

In der Neuen Galerie werden 18 künstlerische Positionen ausgestellt. Die Künstlerin Andrea Büttner zeigt in ihrem vorderen Raum neben zwei monochromen Farbflächen drei archaische, großformatige Holzschnitte, im zweiten Raum zeigt sie unter anderem ein Video, das sich auf eine umfangreiche Recherche zu den Arbeiten des Ordens Kleine Schwestern Jesu im Vergnügungspark von Ostia bei Rom bezieht und bei der zwei Ordensangehörige über ihre Arbeit berichten.[16]

Kassel Hauptbahnhof

Das Gloria-Kino ist – wie auch bei der Documenta 12 – Vorführungsort des Filmprogramms. Tagsüber wird eine Diainstallation von Trisha Donnelly gezeigt.

Ehemaliges Elisabeth Krankenhaus (Oberste Gasse 4)

Nie realisierte Moschee (Untere Karlsstr. 14)

Im lichtlosen Bode-Saal des Grand City-Hotels Hessenland zeigt Tino Sehgal eine viel beachtete Performance. Die eintretenden Besucher werden von 12 Akteuren, einzeln oder in kleinen Gruppen, umgeben, die sie hör- und fühlbar singend, summend, kriechend, schnalzend in einem choreografisch festgelegten Grundrhythmus umtanzen und dabei versuchen, die Eingetretenen in das Geschehen einzubeziehen.[17]

ehemaliges Kino Kaskade[18]

Verschiedene Orte in der Kasseler Innenstadt

Gedenkstätte Kloster Breitenau in Guxhagen

 

Tiles Museum, Xabregas, Lisbon, Portugal

 

Polychrome faience.

Fábrica Faiança Viuva Lamego, 2001

Depósito da Autora

 

Biography (In artepublica)

 

Nasceu em Lisboa, em 1966. É cursada em Escultura pela Escola Superior de Belas Artes de Lisboa (1992), tendo feito o curso de Cerâmica do AR.CO.- Centro de Arte e Comunicação. Possui o Mestrado em Arte, pela Art Institute of Chicago (1994). O seu trabalho em ilustração, pintura e cerâmica, divide-se entre os ateliers que tem em Nova Iorque e Lisboa. Fez exposições individuais em Portugal, nos Estados Unidos da América e no Japão, tendo ainda participado em exposições colectivas um pouco por todo o mundo.

 

A sua obra revela influência das ornamentações maneirista e barroca, conjugadas com temas da contemporaneidade, a que junta uma estética do kistch. A pintura narrativa e figurativa é caracterizada por grande ironia, integrando por vezes referências eróticas. Na escultura inclui monstros vinculados também pelo sentido de humor.

 

No campo da cerâmica, são comuns representações insólitas, como as que apresentou na mostra No Small Feet, onde apresentou sapatos gigantes, ao lado de Andy Warhol. O tema serviu também para realizar o painel de azulejos da Rua da Bica do Sapato (1999). Destacam-se ainda os painéis na Estação de Alvalade, do Metropolitano de Lisboa (2006). Está representada no estrangeiro, com painéis de azulejos, no Centro Cultural – Saikai, Japão (2003), figurando ainda em diversas colecções pertencentes a instituições estrangeiras e nacionais, entre as quais se conta o Museu Nacional do Azulejo.

Coincidência e ironia do destino...

Neste dia, uma bela tarde de fim de verão, num dos encontros do Clube Fotoamigos de Santos estava a saborear as belas imagens douradas no emissário submarino em Santos. Em meio a imagens diversas, dispersas em um domingo à tarde, cheio de turistas, casais apaixonados, garotada brincando, rapaziada surfando, idosos passeando, uma cena me chamou atenção. A Tranqüilidade de um integrante daquele esplêndido cenário. Deitado em sua poltrona de pedra indiferente a todo movimento agitado do local, ali estava ele, tranqüilo, sossegado diante de uma paisagem e uma brisa salutar. Não resisti e tirei umas fotos em meio a outras do local, cujo qual, foi palco de treinamento para nós aprendizes...

Depois que o sol começou a nos abandonar sorrateiramente no horizonte pacífico daquela tarde, decidimos abandonar o cenário, mas, antes fui conversar com aquele tranqüilo passageiro do tempo! Deparei-me com alguém muito simpático: como ele mesmo me disse no correio: O modelo tem nome: Tito Wagner, fotógrafo, após um dia de fotos vira paisagem..rsrsrs Pela frase já percebemos que se trata de alguém bem humorado. E é...

O Senhor Tranqüilidade é fotógrafo! Ao conversar com ele ganhei além de experiência, um prazer a mais na fotografia: conhecer pessoas! É lógico que já tive repostas nem sempre positivas, mas como vou preparado para o pior (inclusive preparado para deletar a foto se necessário), encontrando reciprocidade festejo o lucro dessa dádiva.

Enfim, já deixei no baú do esquecimento algumas imagens muito boas por falta de autorização, mas, essa ai valeu além da conta!

Abraço a todos e meus agradecimentos ao senhor tranqüilidade “Tito Wagner”.

Ahhh... Tem mais um adendo importante: Essa maneira justa de postar foto de pessoas foi um aprendizado muito importante que tenho com um professor aqui do flickr, um tal de H Moura (VIRA FOTOS) até tomei uns apertos, mas, foram bons e valeu muito o aprendizado.

 

Esta foto compõe o acervo em especial dos grupos:

APRENDIZ BRASIL;

FOTOTÉCNICA;

FOTÓGRAFOS INICIANTES;

Porque possui informações de carater instrutivo, experiência para aprendizado e aperfeiçoamento fotográfico de todos iniciantes dessa arte!

 

The "Porto." brand, launched by the Porto City Council in September 2014, was the result of a project led by the designer Eduardo Aires, professor of the Faculty of Fine Arts of the University of Porto, won the (Best of Show ) of the European Design Awards 2015 (ED-Awards), an initiative that awards annually the best communication design projects developed by European designers. The new graphic image of the city of Porto wanted to bring together the different elements of the municipality, assuming itself as a "new face" that "expresses itself in the word Porto" and appeals simultaneously to something that has been around for a long time. It represents Porto as a global city, a city for all and based on aspects such as color (blue) or iconography, inspired by the tile panels.

 

A marca “Porto.”, lançada pela Câmara Municipal do Porto em setembro de 2014, e resultado de um projeto liderado pelo designer Eduardo Aires (professor da Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, venceu o prémio principal (Best of Show) dos European Design Awards 2015 (ED-Awards), iniciativa que premeia anualmente os melhores projetos de design da comunicação desenvolvidos por designers europeus. A nova imagem gráfica da cidade do Porto pretendeu reunir os diferentes elementos do município, assumindo-se como um “rosto novo” que “se exprime na palavra "Porto” e apela simultaneamente a algo que já existe há muito tempo. Representa o Porto como uma cidade global, uma cidade para todos e assenta em aspetos como a cor (azul) ou a iconografia, inspirada nos painéis de azulejo.

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(*) ENGLISH: Acknowledgment to the high quality of teaching of Academies and Schools of Fine Art in Vietnam. Our report by images demonstrates the Beauty of Art Works discovered here and there

(*) FRANÇAIS: Accusé de réception à la haute qualité de l'enseignement des Académies et Écoles des Beaux-Art du Vietnam. Le reportage par l'image que nous vous proposons démontre la beauté des œuvres d'Art découvertes ici et là.

 

Notre CARNET DE VOYAGE VIETNAM TRAVEL LOGBOOK, JOURNEY DIARY:

www.flickr.com/photos/natureboheme/collections/7215762238...

 

-*- ENGLISH: Do not miss to visit the Pagodas, place of peace often associated with wonderful gardens. You will notice a new golden Buddhist Art Traditional Vietnamese age. Wherever you go you will notice Pagodas richly endowed and beautifully decorated by artists of great talent. We recommend visiting these Pagodas, we believe the best of South Vietnam:

 

-*- FRANCAIS: Ne manquez pas de visiter les Pagodes, lieu de Paix souvent associées à de merveilleux jardins. Vous observerez un nouvel âge d’or de l’Art Traditionnel Bouddhiste Vietnamien. Partout où vous irez vous remarquerez des Pagodes richement dotées et merveilleusement décorées par des artistes de grands talents. Nous recommandons la visite de ces Pagodes, selon nous les plus belles du Sud-Vietnam:

 

(*) Pagode LINH PHUOC: 120 Trai Mat - P.11 – Da Lat

(*) Pagode LINH SON: 20 Nguyen Van Troi – P.2 - Da Lat

(*) Pagode PHAP VO: 28/1 Huynh Tan Phat - Ap 3- Phu Xuan - Nha Be - TP Ho Chi Minh

(*) Pagode NAM THIEN NHAT TRU: 100 Dang Van Bi - Khu Pho 4 - Binh Tho - Thu Duc- TP Ho Chi Minh

 

-*- Summum du Kitsch (Choses à voir au Vietnam) TP Ho Chi Minh ville City, Saigon:

(*) Funfair Amusement Parck DAI NAM

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INVITATION et PRÉPARATION au VOYAGE VIETNAM

Sites recommandés: saigon-vietnam.fr/accueil.php

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75 Mots Clefs:

art vietnam vietnamien vietnamese "art asiatique" statue sculpteur sculpture peinture gouache aquarelle "peinture à l’huile" tableau musée "beaux arts" "chef d’oeuvre" décoration architecture relief "bas-relief" bouddhiste bouddhisme bouddha pagode "art traditionnel" statue sculptor sculpture paint painting watercolor gouache watercolor "oil paint" picture board museum "fine arts" decoration architecture buddhist buddhism buddha pagoda "traditional art" Cute Awesome Priceless Amazing Stunning Oustanding Beautifull Lovely Charming Great Excellent Wonderful Super Delightful Bello Fantastic Superbe Nice Beau Belle Extraordinaire Magnifique Surprenant Étrange Insolite Ravissant unbelievable "chef d’oeuvre" masterpiece

 

Autres Mots Clefs:

estatua escultor escultura pintura aguada acuarela "pintura al óleo" cuadro tablero museo "bellas artes" "jefe de obra" decoración estructura relieve "bajorrelieve" budista budismo buda pagoda "arte tradicional"

bildhauer bildhauerei skulptur malerei deckfarben aquarell "ölmalerei" tabelle "bild" museum "schöne künsten" meisterwerk dekoration architektur relief buddhistisches flachrelief buddhismus buddha pagode "traditionelle kunst" entscheidet

statua scultore scultura pittura gouache acquerello "pittura ad olio" quadro museo "bel arti" "capo di opera" decorazione architetta rilievo bassorilievo buddista buddismo bouddha pagoda "arte tradizionale"

regra escultor escultura pintura pintando gouache aquarela "óleo" "pintura" quadro tábua pintando museu "belas artes" "obra-prima" decoração estrutura alívio "baixo-relevo" budismo buddha pagode budista " arte tradicional

водоцвет gouache краски скульптуры живопись скульптора правила нефть красят живопись картинный правление музей искусствами «школа искусств» буддистом помощи структуры художественного оформления шедевра буддизмом барельефа пагодой будды «традиционным искусством»

 

Pintura feita na casa do Neguinho do Belinha.... Multiplicador, Guerreiro, Formador de Opinião, Lider Comunitario, Voz ativa na Comunidade sempre fazendo um corre a mais em prol do bairro e da criançada.

  

Vida longa a voce guerreiro que está pintura possa deixar seu LAR ABENÇOADO, que este lirio da paz seja seu escudo e que nenhum mal possa te atingir.... O céu é o limite

Recife, Pernambuco, Brasil.

O Tribunal de Justiça de Pernambuco foi criado pelo alvará de 06 de fevereiro de 1821, de Dom João VI, então Rei do Brasil - Reino Unido ao de Portugal, recebendo na ocasião o nome de Tribunal da Relação de Pernambuco. Sua instalação ocorreu no dia 13 de agosto do ano seguinte, no imóvel do antigo Erário Régio, com algumas salas adaptadas às pressas e com móveis ainda improvisados.

 

Nos anos seguintes foram registradas constantes mudanças de sua sede, passando a funcionar no Consistório do Espírito Santo, na Cadeia Velha, na Faculdade de Direito do Recife e no Liceu de Artes, até a sua transferência definitiva para o prédio do Palácio do Justiça, onde permanece até os dias atuais.

 

Este prédio teve a pedra fundamental lançada solenemente no dia 02 de julho de 1924, pelo governador do Estado e juiz federal, Sérgio Loreto, dentro das comemorações do primeiro centenário da Confederação do Equador, ressaltando ele na ocasião a importância do momento por estar "poupando a Pernambuco a vergonha de ter instalado os serviços de seu Fórum num pardieiro indescritível".

 

Para a obra do novo prédio foi escolhido o projeto de autoria do arquiteto italiano Giacomo Palumbo, formado pela Escola de Belas Artes de Paris, em colaboração com Evaristo de Sá.

A construção foi iniciada, mas o governador Sérgio Loreto, ao terminar o seu governo deixou a obra ainda no pavimento térreo, área denominada de Porão.

 

Em 1926, o trabalho foi paralisado, somente sendo retomado dois anos depois no governo de Estácio Coimbra, com conclusão em 07 de setembro de 1930, quando estava à frente do Tribunal o desembargador Belarmino César Gondim.

 

O local escolhido para abrigar o Palácio da Justiça, no centro do Recife, está intimamente ligado à história do Estado. A área onde foi construído pertenceu ao Palácio Vriburgh ou Friburgh, que também pode ser grafado Vryburg e que significa "Alcançar a Liberdade", ou seja, era o Palácio dos Despachos de Maurício de Nassau, Palácio das Torres, na ilha de Antônio Vaz, nas imediações do Forte Ernesto. Com a expulsão dos holandeses em 1654 foi também desativado o Forte Ernesto e restabelecido o Convento de Santo Antônio. Em 1770, a mando do Governador Manoel da Cunha Menezes, demolido o Palácio das Torres, foi construído em seu lugar o prédio do Erário Régio, aproveitando parte do material da demolição. Em 1840, com a demolição do prédio do Erário, o Presidente da Província, Francisco do Rêgo Barros, um dos grandes construtores do Recife, mandou edificar o Palácio do Governo, como também o Teatro Santa Isabel, este iniciado em 1º de abril de 1841 e inaugurado em 18 de maio de 1850.

 

Para completar o quadro paisagístico, emoldurando a Praça da República, construiu-se o nosso Palácio da Justiça. Nele se acha manifestado o talento artístico de vários e dedicados homens, entre eles o alemão Heinrich Moser, criador dos vitrais e o quadro alegórico à Justiça que embelezam o Palácio da Justiça.

Os vitrais situados na entrada principal do TJ representam a primeira Assembléia Legislativa em terras americanas convocada pelo Príncipe Maurício de Nassau. O quadro de Moser pode ser visto no salão onde funcionou por muito anos o Tribunal do Júri do Recife e que atualmente abriga a sala da sessões do Tribunal Pleno O majestoso edifício do Palácio da Justiça, em estilo neoclássico, marca a paisagem do Recife por sua importância arquitetônica. Em seus cinco pavimentos, é possível constatar a imponência e o extremo bom gosto da obra.

 

Destacamos o Salão Nobre, no segundo pavimento do prédio, de rico acabamento, e precedido de vestíbulo pavimentado de mármore, enriquecido por forro decorado, tocheiros, arandelas e lustres do mais fino baccarat. O luxuoso mobiliário foi projetado pelo arquiteto M. Noziéres. O escultor pernambucano Bibiano, sob a supervisão de Freyhoffer, executou na fachada, em frente à cúpula, dois grupos monumentais de esculturas alegóricas à Justiça e à Lei e, na chamada Sala dos Passos Perdidos, esculpiu os bustos de Paula Batista e de Gervásio Pires, dois grandes nomes da história jurídica pernambucana.

 

Temos, ainda, a sala privativa de reunião dos desembargadores, onde fica a galeria dos retratos dos ex-desembargadores. Os móveis, com destaque para as cadeiras, são artisticamente entalhados e rememoram o antigo Tribunal da Relação.

 

Por tudo isto, temos um verdadeiro acervo de arte, que torna obrigatória a visita ao Palácio da Justiça, como um dos pontos importantes do guia turístico de Pernambuco.

Página do Tribunal de Justiça de Pernambuco

 

Recife, Pernambuco, Brazil.

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He was my teacher, my mentor... the most fabulous painter of last century.

' You will be in my heart, always, Master'

www.google.com/search?hl=pt-PT&sugexp=pfwc&cp=13&...

www.portugaldailyview.com/05-culture/julio-resende-acclai...

 

Background by RubyBlossom

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Julio Resende

 

He graduated in painting in 1945 at the School of Fine Arts of Porto, where he was a disciple of Dórdio Gomes. He made his first public appearance in 1944 in the First Exhibition of the Independents. In 1948 he left for Paris [1], receiving her training in Duco Haixia and Otto Frieze. The work produced in Gallic land is exposed in Portugal in 1949 and proposed date demonstrates that Resende are accused by Portuguese artists, defining its purpose as an expressionist. Some assimilated Cubism, will build on its early Alentejo, and later in Porto, a painting characterized by plasticity and dynamic, triangular and quadrangular mesh, approaching non-progressive form of figuration. From geometry to non-figurative, the sign of the neofigurativo, his art is developed at the crossroads of research, which will always be dominant and lyrical expressionism. Painter of transition between the figurative and abstract, Resende is also distinguished as a teacher, bringing to school a new spirit of Porto students that attended in the 1960s.

 

The pictorial work of Júlio Resende reveals that he understood European painting, because the observed, learned and experienced painters and convey to students that he graduated from the School of Fine Arts of Porto.

 

Cavaco Silva (President of the Republic) has referred to him as "Grand Master of the Portuguese art of the last century" [2].

 

He died on 21 September 2011- yesterday - at age 93

 

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Diplomou-se em Pintura em 1945 pela Escola Superior de Belas-Artes do Porto, onde foi discípulo de Dórdio Gomes. Fez a sua primeira aparição pública em 1944 na I Exposição dos Independentes. Em 1948 partiu para Paris[1], recebendo formação de Duco de la Haix e de Otto Friez. O trabalho produzido em terras gaulesas é exposto em Portugal em 1949 e as propostas actualizadas que Resende demonstra são acusadas pelos artistas portugueses, definindo a sua vocação de expressionista. Assimilou algum cubismo, vai construir na sua fase alentejana, e mais tarde no Porto, uma pintura caracterizada pela plasticidade e dinâmica, de malhas triangulares ou quadrangulares, aproximando-se de forma progressiva da não figuração. Do geometrismo ao não figurativismo, do gestualismo ao neofigurativo, a sua arte desenvolve-se numa encruzilhada de pesquisas, cuja dominante será sempre expressionista e lírica. Pintor de transição entre o figurativo e o abstracto, Resende distingue-se também como professor , trazendo à escola do Porto um novo espírito aos alunos que a frequentaram na década de 1960.

 

A obra pictórica de Júlio Resende revela que ele compreendeu a pintura europeia, porque a observou, experimentou e soube transmitir aos pintores e aos alunos que ele formou na Escola Superior de Belas-Artes do Porto.

 

Cavaco Silva referiu-se a ele como "grande Mestre da Arte Portuguesa do último século"[2].

 

Morreu no dia 21 de Setembro de 2011 aos 93 anos

 

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A typical Lajta motif. Secession - premodern style.

Central office and apartment block of the Bank of Budapest - Erzsébetváros, 1911–1912

About Béla Lajta: lajtaarchiv.hu/az-archivumrol/?lang=en

It was in 1907 that the bank bought the three-floor corner house built in 1873 next to its offices at 20 Rákóczi Street. In the spring of 1911 they launched an architectural competition for the plans of a new building to be constructed in its place that would combine the functions of a central office and apartments for rent. From the twenty contestants it was the plan by Béla Lajta that was declared the winner. The president and CEO of the bank at the time, also a prominent figure on the political arena of the district, Gusztáv G. Ehrlich was in close connection with Lajta, because he was the chairman of the construction committee for the Chevra Kadisha Charity Home as well. Construction work began in the autumn of 1911 and was finished by the end of 1912, in accordance with the modified plans dating from that year. The expenses ran to 1.8 million crowns. The plans exceeded the cubic content limit at several points, but the project, carried out under the auspices of such a prominent municipal politician, was always given the thumbs-up.

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Budapest-Erzsébetvárosi Bank székháza, 1911–1912

lajtaarchiv.hu/muvek/budapest-erzsebetvarosi-bank-szekhaz...

Az épület további története itt: kep-ter.blogspot.hu/2012/02/egykor-es-most-lajta-bela-rak...

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(*) ENGLISH: Acknowledgment to the high quality of teaching of Academies and Schools of Fine Art in Vietnam. Our report by images demonstrates the Beauty of Art Works discovered here and there.

-*- Do not miss to visit the Pagodas, place of peace often associated with wonderful gardens. You will notice a new golden Buddhist Art Traditional Vietnamese age. Wherever you go you will notice Pagodas richly endowed and beautifully decorated by artists of great talent. We recommend visiting these Pagodas, we believe the best of South Vietnam:

 

(*) FRANÇAIS: Accusé de réception à la haute qualité de l'enseignement des Académies et Écoles des Beaux-Art du Vietnam. Le reportage par l'image que nous vous proposons démontre la beauté des œuvres d'Art découvertes ici et là.

-*- Ne manquez pas de visiter les Pagodes, lieu de Paix souvent associées à de merveilleux jardins. Vous observerez un nouvel âge d’or de l’Art Traditionnel Bouddhiste Vietnamien. Partout où vous irez vous remarquerez des Pagodes richement dotées et merveilleusement décorées par des artistes de grands talents. Nous recommandons la visite de ces Pagodes, selon nous les plus belles du Sud-Vietnam:

 

(*) Pagode LINH PHUOC: 120 Trai Mat - P.11 – Da Lat

(*) Pagode LINH SON: 20 Nguyen Van Troi – P.2 - Da Lat

(*) Pagode PHAP VO: 28/1 Huynh Tan Phat - Ap 3- Phu Xuan - Nha Be - TP Ho Chi Minh

(*) Pagode NAM THIEN NHAT TRU: 100 Dang Van Bi - Khu Pho 4 - Binh Tho - Thu Duc- TP Ho Chi Minh

 

-*- Summum du Kitsch (Choses à voir au Vietnam) TP Ho Chi Minh ville City, Saigon:

(*) Funfair Amusement Parck DAI NAM

(*) Funfair Amusement Parck SUOI TIEN

 

Notre CARNET de VOYAGE VIETNAM TRAVEL LOGBOOK, JOURNEY DIARY:

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INVITATION et PRÉPARATION au VOYAGE VIETNAM

Sites recommandés: saigon-vietnam.fr/accueil.php

belleindochine.free.fr/sommaire.htm et nguyentl.free.fr/html/liens_fr.htm

 

75 Mots Clefs:

art vietnam vietnamien vietnamese "art asiatique" statue sculpteur sculpture peinture gouache aquarelle "peinture à l’huile" tableau musée "beaux arts" "chef d’oeuvre" décoration architecture relief "bas-relief" bouddhiste bouddhisme bouddha pagode "art traditionnel" statue sculptor sculpture paint painting watercolor gouache watercolor "oil paint" picture board museum "fine arts" decoration architecture buddhist buddhism buddha pagoda "traditional art" Cute Awesome Priceless Amazing Stunning Oustanding Beautifull Lovely Charming Great Excellent Wonderful Super Delightful Bello Fantastic Superbe Nice Beau Belle Extraordinaire Magnifique Surprenant Étrange Insolite Ravissant unbelievable "chef d’oeuvre" masterpiece

 

Autres Mots Clefs:

estatua escultor escultura pintura aguada acuarela "pintura al óleo" cuadro tablero museo "bellas artes" "jefe de obra" decoración estructura relieve "bajorrelieve" budista budismo buda pagoda "arte tradicional"

bildhauer bildhauerei skulptur malerei deckfarben aquarell "ölmalerei" tabelle "bild" museum "schöne künsten" meisterwerk dekoration architektur relief buddhistisches flachrelief buddhismus buddha pagode "traditionelle kunst" entscheidet

statua scultore scultura pittura gouache acquerello "pittura ad olio" quadro museo "bel arti" "capo di opera" decorazione architetta rilievo bassorilievo buddista buddismo bouddha pagoda "arte tradizionale"

regra escultor escultura pintura pintando gouache aquarela "óleo" "pintura" quadro tábua pintando museu "belas artes" "obra-prima" decoração estrutura alívio "baixo-relevo" budismo buddha pagode budista " arte tradicional

водоцвет gouache краски скульптуры живопись скульптора правила нефть красят живопись картинный правление музей искусствами «школа искусств» буддистом помощи структуры художественного оформления шедевра буддизмом барельефа пагодой будды «традиционным искусством»

 

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*ENGLISH:

Very beautiful exhibition of children's drawing in a school, District 5, in Saigon. Beautiful sampling of excellent quality of arts education in vietnamese schools. Theme of this exhibition: Tribute to the Navy and Marine. Marine, military and police come to assist the vietnamese resident populations of the Spartley islands in South China sea.

 

*FRANCAIS:

Très belle exposition de dessins d’enfants dans une école, quartier 5 de Saigon, Bel échantillonnage de l’excellente qualité de l’enseignement artistique dans les écoles Vietnamiennes, Thème de cette exposition: Hommage à la marine et aux marins. Les marins, militaires et policiers viennent porter assistance aux populations résidentes vietnamiennes des Îles Spartley en mer de Chine méridionale,

 

CHAO MUNG NGAY QUOC TE THIEU NHI 1/6/2014 VA KY NIEM 103 NAM NGAY BAC HO RA DI TIM DUONG GUU NUOC (5/6/2011 – 5/6/2014) Trien lam Tramh Thieu nhi

Net ve Xam

 

"Dessin d’enfant" dessin peinture illustration "œuvre d’art" décoration décoratif exposition expo coloriage enfants école écoliers enfant enfance enfantin scolaire art artistique "école d’art" "beaux arts" musée "Child's drawing" museum vietnam vietnamien vietnamiènne vietnamese "mer de chine meridoniale" "mer du sud" "mer de l’est" "bien dong" "ile paracels" "ile Spartley" ASEAN archipel "Hoang-Sa" conflit tension "mer de chine" "sino-vietnamien" marin marine "garde côte" "spartley island" "paracels island" Cute awesome awesome priceless amazing stunning oustanding beautifull lovely charming great excellent wonderful super delightful bello fantastic superbe nice beau belle extraordinaire magnifique surprenant étrange insolite ravissant

 

Mots Clefs: "Dessin d’enfant" dessin peinture illustration "œuvre d’art" décoration décoratif exposition expo coloriage enfants école écoliers enfant enfance enfantin scolaire art artistique "école d’art" "beaux arts" musée "Child's drawing" drawing paint painting masterpiece ornamental exhibition exposure exhibition colouring children school pupils child childhood childish fineart school artistic art "art school" school "fine art" museum vietnam vietnamien vietnamiènne vietnamese

 

"mer de chine meridoniale" "mer du sud" "mer de l’est" "bien dong" "ile paracels" "ile Spartley" ASEAN archipel "Hoang-Sa" conflit tension "mer de chine" "sino-vietnamien" marin marine "garde côte" "spartley island" "paracels island" Saigon "tp ho chi minh" "tp hcm" "ho chi minh ville" "ho chi minh city"

 

Cute awesome awesome priceless amazing stunning oustanding beautifull lovely charming great excellent wonderful super delightful bello fantastic superbe nice beau belle extraordinaire magnifique surprenant étrange insolite ravissant

 

"dibujo de niño" dibujo pintura ilustración "obra de arte" decoración decorativa exposición expo iluminación niños escuela alumnos niño infancia infantil escolar arte artístico "escuela de arte" "bellas artes" museo "Kinderzeichnung" Zeichnung Malerei Illustration "Kunstwerk" Dekoration das Ausstellung Ausstellung Kolorierung Kinder Schule Schüler Kind Kindheit "dekorativ ist" "das kindlich ist" die künstlerische Kunst "Kunstschule" "schöne Künsten" Museum "schulisch ist" "Disegno di bambino" disegno pittura illustrazione decorazione decorativa esposizione esposizione coloritura bambini scuola scolari bambino infanzia infantile scolastica arte artistica "scuola di arte" "bel arti" museo "Criança está puxando" ilustração de pintura pintando de desenho "obra de arte" exibição de exibição exposição de decoração ornamental que pinta as crianças educa infância de criança de alunos escola infantil arte artística "escola de arte" museu de "belas-artes" "Escola de Belas-artes" Рисунок Ребенка тянущий иллюстрацию живопись краски произведение искусства декоративная выставка выставки подвергание художественного оформления окрашивающая артистическое искусство ребяческой школы детского детства детей школ учеников школа искусства искусства Школа Искусств музей

 

Kodak TRIX ISO 400

 

Contribuição de minha amiga Cris Meliska www.flickr.com/photos/meliska/

 

"Em 09 de dezembro de 2004, a Casa das Rosas foi reinaugurada com nova vocação: o primeiro espaço público do país destinado à poesia, nomeado de Espaço Haroldo de Campos de Poesia e Literatura, abrigando o acervo de cerca de 30 mil volumes da biblioteca do poeta, tradutor e ensaísta Haroldo de Campos (1929-2003). A atribuição desta nova vocação à Casa das Rosas tem se revelado um grande acerto: uma biblioteca circulante especializada em poesia, cursos bimestrais, exposições, peças de teatro, lançamentos de livros, palestras, eventos musicais. A Casa tem a direção do professor e poeta Frederico Barbosa, que idealizou o Espaço Haroldo de Campos de Poesia e literatura como um local democrático de reflexão sobre a literatura e de divulgação da quase sempre esquecida arte da poesia."?

Extraído do site www.sampa.art.br/historia/casadasrosas/histor ia/

 

Faculty of Fine Arts of the University of Porto - Portugal

Mario Vitor Bastos © 2006 All rights reserved.

 

Antuérpia / Anvers / Antwerpen, Bélgica, em frente ao museu de belas artes.

 

Foto aceita na XV Bienal de Arte Fotográfica em Cores

 

See where this picture was taken. [?]

Dialogues Without Words - Tribute To Soares Dos Reis (1847-1889)

 

With the music : Kenny Mac - Across the Chasm

 

youtu.be/jh7CQPpDVrU?list=RDokaeN7oXwY8

  

A New Series "Negative Color Noir" with creative negative techniques, layering and extra-spectral colors.

 

Background that i capture in Ponte De Sor , modified for this work and the Sculpture "O Desterrado" by the Portuguese Sculptor António Soares dos Reis (1847-1889).

 

______________________________________________

 

Soares dos Reis attended the Portuense Fine Arts Academy where he was a student of Fonseca Pinto and finished his sculpture course in 1866.

 

In 1867 he went to Paris, having won the contest with a bust, Firmino, of a romantic style that Portuguese sculpture was not aware of.

From Paris, where he was a student of Jouffroy returned in 1870, because of the war. The following year he departed for Rome, where he remained for a year and a half bringing, still unfinished, his greatest work "The Exiled".

 

Formally classic work, "The Exiled" ("O desterrado" in Portuguese) is also the nostalgia or the Portuguese feeling "Saudade" of a distant Homeland. Of cla ssicist inspiration, the work (at the time wrongly considered as plagiarism, which would long distress to the sculptor) is a remarkable work of volumes, allowing light and shadow games, to accentuate the meaning of the Sculpture title.

 

In 1872 he returned to Porto. He is named Academician of Merit of the Academy of Porto in 1873. In 1875, he is named Academician of Merit by the Academy of Fine Arts of Lisbon. And in 1878 he received an Honorable Mention at the Universal Exhibition in Paris.

 

In 1881 he is appointed professor of the School of Fine Arts of Porto, where he intends to reform the teaching of sculpture, counting on the obstinate opposition of his colleagues.

Exhibits in Paris, in 1881, at the Universal Exhibition.

 

Unable to overcome incomprehension and discredit against the value of his artistic activity and systematic obstruction of his innovative effort as a teacher, he resorted to suicide in 1889 in his studio in Vila Nova de Gaia, leaving a unique work in the sculpture of the second half of the 19th century.

 

With his death Portugal lost the best sculptor between the romantic world and the subsequent realism.

 

________________________________________________

  

Soares dos Reis cursou a Academia Portuense de Belas Artes onde foi aluno de Fonseca Pinto, tendo concluído o curso de escultura em 1866.

 

Em 1867 foi para Paris, tendo vencido o concurso com um busto, Firmino, de estilo romântico que a escultura portuguesa desconhcia. De Paris, onde foi aluno de Jouffroy, regressou em 1870, por causa da guerra. No ano seguinte parte para Roma, onde fica ano e meio trazendo , ainda inacabado, a sua obra maior "O Desterrado".

 

Obra formalmente clássica, O Desterrado é também a nostalgia da Saudade de uma Pátria distante . De inspiração classicista, a obra (na altura erradamente tida como plágio, o que iria angustiar durante muito tempo o escultor) é um notável trabalho dos volumes, permitindo jogos de luz e sombra, a acentuarem o sentido do título.

 

Em 1872 regressa ao Porto. É nomeado académico de Mérito da Academia do Porto em 1873. Em 1875, é nomeado Académico de Mérito pela Academia de Belas Artes de Lisboa. E em 1878 recebe uma Menção honrosa na Exposição Universal de Paris.

 

Em 1881 é nomeado professor da Escola de Belas-Artes do Porto, onde pretende reformar o ensino da escultura, contando com a oposição obstinada dos seus colegas.

 

Expõe em Paris, em 1881, na Exposição Universal.

Incapaz de se sobrepor à incompreensão e ao descrédito lançados contra o valor da sua actividade artística e a obstrução sistemática ao seu esforço inovador como docente, recorreu ao suicídio em 1889 no seu estúdio em Vila Nova de Gaia , deixando uma obra ímpar na escultura da segunda metade do século XIX.

 

Com a sua morte perdeu-se o melhor escultor entre o mundo romântico e o subsequente realismo.

  

Piatschek House, architects: Loeffler Brothers, Béla and Sándor (Samu). 1908-1910.

Budapest, Terézváros.

Piatschek-ház, 1908-10. Löffler fivérek, Löffler Béla és Löffler (Samu) Sándor.

My Lajta set: www.flickr.com/photos/37578663@N02/sets/72157645708831478/

A Pesti Izraelita Hitközség Alapítványi Főgimnáziuma (Radnóti Gimnázium) lajtaarchiv.hu/muvek/pesti-izraelita-hitkozseg-alapitvany...

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Grammar School of the Pest Jewish Congregation

Between 1892 and 1895 no fewer than three foundations were created to support the construction of a non-vocational Jewish secondary school, which the fundraisers saw as an efficient measure to counter the continuing decrease of religious zeal among the Jewish elite and the consequent loss of identity. Béla Lajta and Ármin Hegedüs, both highly experienced in schoolbuilding construction, were commissioned to make the preliminary sketches. Finally, it was Lajta who won the assignment.

The first planning drawings bear the date June, 1913, but the actual construction work began on the basis of a second set of plans of March, 1914.

To learn more about it cllick on English version: ) lajtaarchiv.hu/muvek/pesti-izraelita-hitkozseg-alapitvany...

 

esta rua não é a minha que fica no alentejo,mas é uma rua sedutora onde a luz do por-do-sol,faz uma serenata aos belos candeeiros, e esta rua é toda ela uma aguarela de luz e cor,Paio Pires Portugal

Nem tenho palavras pra agradecer esses presentes todos que a Lú me mandou de surpresa, nossa, quanta coisa linda amiga!!! Eu estou encantada com tudo tudo tudo!!! É um exagero de coisas, quase tive um treco!!!

Viveiro Manequinho Lopes - Parque do Ibirapuera/SP - Brasil

 

Amado Michael

(Tom Zé)

 

I

 

Negro da luz que desbota branco

Tanto talento tormento tanto

Tanta afronta de pouca monta.

Eia! virtudes em farta ceia

Todo encanto que pode o canto

Toda fiança que adoça a dança.

Que deus nos furta vida tão curta?

Mundo lamenta: ele mal cinquenta!

A ninguém ilude essa bruxa rude.

Paroxismo desse Narciso

Que achou desgosto no próprio rosto

E apedrejou-se com faca e foice.

Avança a rua (uma dor que dança)

E em seus telhados mandibulados

Requebra os hinos do dançarino.

Niños, rapazes, se sentem azes

Herdeiros todos e seus parceiros

Revelam parque, porto e favela.

 

II

 

Da Grécia três te trouxeram Graças

Arcas repletas de belas artes

Arcas que deram ciúme às Parcas.

Que luz trarias tu, mitologia,

Para um tal desatino de destino

Que o espandongado toma por fado?

Porque o povo grego disse que

Se a hybris o herói consigo quis,

Se condiz ao lado dela ser feliz

Ele mesmo será pão e maldição

Enquanto gera para os olhos de Megera.

  

Amigos estarei ausente por alguns dias, logo retornarei. Abraço a todos!

 

The National Museum of Fine Arts is the institution of Brazil which has the largest and most important collection of Brazilian art from the nineteenth century. Walking through the museum, visitors can glimpse the history of the visual arts in Brazil, from its beginnings until the present.

 

This collection houses such classics as First Mass in Brazil, Battle of Exmouth (both Vitor Meireles). and Battle of Avai (Pedro Américo).

 

The NMFA is linked to the Institute of Historical and Artistic Heritage (IPHAN), part of the Ministry of Culture, and is intended for the acquisition, preservation and dissemination of works of art that depict the evolution of the Brazilian artistic production and foreign.

 

Has hosted major exhibitions, such as the French sculptor Auguste Rodin, with 226,000 visitors (1995), that of Claude Monet, with 423,000 visitors (1997), the Salvador Dali, with 250,000 visitors (1998), and Botero , 50 thousand visitors (1998).

 

Museu Nacional de Belas Artes-

 

O Museu Nacional de Belas Artes é a instituição do Brasil que possui a maior e mais importante coleção de arte brasileira do século XIX. Percorrendo o museu, o visitante pode vislumbrar a história das artes plásticas no Brasil, desde os seus primórdios até a contemporaneidade.

 

Esta coleção abriga clássicos como Primeira Missa no Brasil, , Batalha dos Guararapes (ambos de Vitor Meireles). e Batalha do Avaí (de Pedro Américo).

 

O MNBA é vinculado ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), integrante do Ministério da Cultura, e destina-se à aquisição, conservação e divulgação de obras de arte que evidenciem a evolução da produção artística brasileira e estrangeira.

 

Já sediou grandes exposições, como a do escultor francês Auguste Rodin, com 226 mil visitantes (1995); a de Claude Monet, com 423 mil visitantes (1997); a de Salvador Dali, com 250 mil visitantes (1998); e a de Botero, com 50 mil visitantes (1998).

 

Todos os direitos reservados, sendo proibida qualquer reprodução ou divulgação das imagens para fins comerciais ou não, em qualquer mídia ou meio de comunicação inclusive na WEB, sem prévia consulta e aprovação, conforme LEI N° 96.610/1998, que rege sobre o Direito Autoral e Direito de Uso da Imagem

 

Oil on canvas; 55 x 38 cm.

 

Arcangelo Ianelli (São Paulo, 1922 - idem 2009). Painter, sculptor, illustrator and initially self-taught draughtsman. In 1940, he studied perspective at the Associação Paulista de Belas Artes [São Paulo Association of Fine Arts], and in 1942, received guidance in painting from Colette Pujol. Two years later, he attended the studio of Waldemar da Costa, with Lothar Charoux, Hermelindo Fiaminghi and Maria Leontina. During the 1950s, was a member of the Grupo Guanabara [Group Guanabara], with Manabu Mabe, Yoshiya Takaoka, Jorge Mori, Tomoo Handa, Tikashi Fukushima and Wega Nery, among others. From the 1940s onwards, produced everyday scenes, urban landscapes and seascapes which revealed a major formal synthesis and a chromatic range in subdued tones. During the 1960s, he returned to informal abstraction, producing canvases with a density of material and dark colours. By the end of the 1960s, his work had become both linear and pictorial, with a notable use of graphisms. From 1970 onwards he has returned to geometric abstraction, most notably using rectangles and squares, presented as superimposed and interpenetrating planes. He has also worked as a sculptor since the mid-1970s, when he began to execute works in marble and wood, in which he returned to constant questions in his painting. In 2002, he celebrated his 80th birthday with a retrospective at the Pinacoteca do Estado de São Paulo - Pesp [State Art Gallery of São Paulo].

(b niterói, 1915; d rio de janeiro, 1988). brazilian painter. he entered the escola nacional de belas artes, rio de janeiro, in 1930 and in 1931 was one of the founders of the núcleo bernardelli, whose aim was to build on the initial successes of modernism. after at first being influenced by cézanne he painted cyclists, bathers and children playing, in compositions of carefully linked rectangles, cubes, cylinders, spheres and pyramids (at the swimming-pool , 1942; rio de janeiro, roberto marinho priv. col.). in later works he was briefly influenced by pittura metafisica and surrealism, surrounding ordinary objects with a schematic architecture and mysterious trompe l’oeil mannequins and faces. from 1944 to 1946 he lived in the usa and europe. in the mid-1950s, in constructions such as on a brown background (1955; u. são paulo, mus. a. contemp.) and on a red background (1955; rio de janeiro, mus. manchete), he began to produce austere works close to concrete art. he established his compositions on strict mathematical principles, generally using only two or three colours and precise lines intersected at right angles. in 1963, though retaining the formal economy of his earlier work, he returned to the figure in the series venus, angels and pageantry , treated in a manner at once sensual and ascetic (venus and the bird , 1976; rio de janeiro, gal. acervo).

 

Grove Art excerpts - Electronic ©2003, Oxford Art Online

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#Vietnam #Art #Musée #FineArts #BeauxArts #TraditionalArt #ArtTraditionnel #MuséeGuimet #mnaag #ArtAsiatique #Musée #Museum #School #Academie #Saigon #DessinEnfant #ChildDrawing #MuséeCernuschi #kitsch

 

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