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Faculty of Fine Arts of the University of Porto - Portugal

Foto tirada de um tour na Biblioteca Nacional, Centro do Rio de Janeiro, Brasil. junho/2017

Sobre a Biblioteca:

É possível afirmar que o surgimento da Biblioteca Nacional começou com a chegada da Família Real Portuguesa, em 1808. Quando a rainha de Portugal, D. Maria I, e de D. João, príncipe regente, chegaram ao Brasil trouxeram um imenso acervo de livros e manuscritos. Entretanto, há historiadores que apontam que tudo começou em 1755, quando Lisboa sofreu um grande terremoto que provocou incêndios e danificou muitos documentos da Real Livraria, na época uma das mais importantes bibliotecas do Mundo.

Música: Hunting high low

 

Getty

 

Casa França-Brasil - Rio de Janeiro

 

Trata-se de um imponente solar neoclássico, projetado por Grandjean de Montigny, integrante da Missão Artística Francesa (1816) e professor da Academia Imperial de Belas-Artes. Encomendado por João VI de Portugal em 1819 para a instalação da primeira Praça do Comércio da cidade do Rio de Janeiro, foi inaugurado em 13 de maio de 1820.

 

No contexto dos agitados dias que antecederam a Independência do Brasil, foi palco do episódio conhecido como "Açougue dos Bragança" (21 de abril de 1821), em que tropas do Príncipe Regente D. Pedro, (futuro imperador Pedro I do Brasil) invadiram o local e dispersaram uma manifestação a favor da permanência da Corte portuguesa no país.

 

Em 1824, o prédio passou a sede da Alfândega e, em 1852, foram-lhe promovidas as primeiras reformas e remodelações, a cargo do engenheiro brasileiro André Rebouças e do arquiteto português Raphael de Castro.

 

Embora reconhecido, em 1938, pelo então Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional como de valor arquitetônico inquestionável, o prédio, transformado em depósito após a transferência da Alfândega, e em processo notório de deterioração, passou por novas reformas em 1951. Entre 1956 e 1978, abrigou o II Tribunal do Júri.

 

Em nossos dias, o projeto de requalificação do edifício para fins culturais foi concebido por Darcy Ribeiro em 1983 quando secretário de Cultura do Estado do Rio de Janeiro, sendo viabilizado no ano seguinte por um convênio entre os ministérios da Cultura brasileiro e francês. As obras de restauro ficaram a cargo de equipes especializadas, que trabalharam a partir das plantas originais, com o apoio e recursos da Secretaria da Cultura, do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, da Fundação Nacional Pró-Memória, do Ministério da Cultura da França, da Fundação Roberto Marinho e da Rhodia.

 

Um projeto de utilização do espaço para múltiplas funções culturais foi concebido pelo museólogo francês Pierre Castel e uma equipe brasileira em 1989. O espaço foi inaugurado como Casa França-Brasil em 29 de março de 1990.

 

Posteriormente, em 1992, foi inaugurada a Sala de Cinema e Vídeo Henri Langlois, que exibe produções fora do circuito comercial. Em 1994, o setor de multimeios foi ampliado, com a organização e a informatização da videoteca e da biblioteca, e a geração de ampla base de dados para consultas, que podem ser feitas em cabines individuais, CD-ROMs e banco de dados eletrônicos. A Casa conta ainda com uma loja e um bistrô.

 

Fonte: Wikipédia veja mais em : Fundação Casa França-Brasil

A Praça Floriano surgiu em um largo aberto durante as obras de construção da Avenida Rio Branco (1906). O seu entorno é marcado por uma variedade de construções nos estilos Eclético, Neoclássico, Art Noveau e Art decó. Na ordem em que aparecem na foto: O Amarelinho; o Palácio Pedro Ernesto (1923 – Atual Câmara de Vereadores); o Theatro Municipal (1909) em fase final da reforma, com a sua Águia Dourada restaurada e recolocada no lugar de origem; uma pequena parte do Museu Nacional de Belas Artes (1908); a Biblioteca Nacional (1910) e pequena parte do antigo Supremo Tribunal Federal (1909 - atualmente Centro Cultural da Justiça Federal).

 

A ideia era transformar a nova praça numa versão tupiniquim da Times Square. Dezenas de teatros, boates, bares e restaurantes se instalaram na região e por isso, tornou-se popularmente conhecida por Cinelândia. Com a popularização dos shopping-centers, as salas de exibição foram deixando pouco a pouco a Praça Floriano.

 

"Movieland"

 

Floriano square appeared during the construction of the Avenida Rio Branco (1906). Its environment is marked by a variety of building styles: Eclectic, Neoclassical, Art Nouveau and Art Deco. In order they appear in the picture: The "Amarelinho" (the yellow one); Pedro Ernesto Palace (1923 - Present City Council); the Municipal Theater (1909) in the final stages of reform, with its Golden Eagle restored and put back in place of origin; a small part of the National Museum of Fine Arts (1908), the National Library (1910) and a small part of the former Supreme Court (1909 - present Cultural Center of the Federal Court).

 

The idea was to make the new square a brazilian version of Times Square. Dozens of theaters, nightclubs, bars and restaurants have settled in the region and therefore became popularly known as the neighborhood. With the popularity of shopping centers, the theaters were gradually leaving the Floriano Square.

Photo Copyright 2012, dynamo.photography.

All rights reserved, no use without license

 

The dOCUMENTA (13) was the thirteenth edition of the quinquennial contemporary art exhibition documenta. It took place between 9 June until 16 September 2012 in Kassel. The exhibition was held under the theme Collapse and Recovery. Exhibits could be seen in several venues in the city, among others in the Fridericianum museum,[1] in the Orangerie and in the Karlsaue, a large urban park.[2]

 

Its artistic director was the curator Carolyn Christov-Bakargiev[3] who was chief curator of the Castello di Rivoli - Museo d'Arte Contemporanea in Turin and, in 2008, also head of the Biennale of Sydney.

Participants

The Museum Fridericianum during the exhibition

 

A Lida Abdul, Bani Abidi, Etel Adnan, Korbinian Aigner, Vyacheslav Akhunov, Barmak Akram, Khadim Ali, Jennifer Allora & Guillermo Calzadilla, Maria Thereza Alves, Francis Alÿs, Ayreen Anastas, AND AND AND, Ida Applebroog, Mohammad Yusuf Asefi, Doug Ashford, Tarek Atoui, Kader Attia

B Alexandra Bachzetsis, Nanni Balestrini, Amy Balkin, Judith Barry, Gianfranco Baruchello, Ahmed Basiony, Thomas Bayrle, Jérôme Bel, Gordon Bennett, Rossella Biscotti, Manon de Boer, Alighiero Boetti, Anna Boghiguian, Carol Bove, Kristina Buch, Andrea Büttner, Gerard Byrne

C CAMP (founded 2007 from Shaina Anand, Sanjay Bhangar and Ashok Sukumaran), Janet Cardiff and George Bures Miller, Emily Carr, Mariana Castillo Deball, Paul Chan, Kudzanai Chiurai, Constant, Daniel Gustav Cramer, Critical Art Ensemble, Abraham Cruzvillegas, István Csákány, Attila Csörgő, Antoni Cumella

D Salvador Dalí, Marie Darrieussecq, Tacita Dean, Mark Dion, Thea Djordjadze, Willie Doherty, Trisha Donnelly, Sam Durant, Jimmie Durham

E Haris Epaminonda, Cevdet Erek

F Guillermo Faivovich & Nicolás Goldberg, Matias Faldbakken, Geoffrey Farmer, Omer Fast, Lara Favaretto, Ceal Floyer, Llyn Foulkes, Abul Qasem Foushanji, Chiara Fumai

G Rene Gabri, Ryan Gander, Dora García, Mario Garcia Torres, Theaster Gates, Jeanno Gaussi, Mariam Ghani, Simryn Gill, Édouard Glissant, Julio González, Tue Greenfort

H Zainab Haidary, Fiona Margaret Hall, Tamara Henderson, Susan Hiller, Horst Hoheisel, Judith Hopf, Khaled Hourani mit Amjad Ghannam and Rashid Masharawi, Pierre Huyghe

I Sanja Iveković

J Toril Johannessen, Joan Jonas, Brian Jungen and Duane Linklater

K Rudolf Kaesbach, Robin Kahn & National Union of Sahrawi Women, Masood Kamandy, Amar Kanwar, William Kentridge, Hassan Khan, Erkki Kurenniemi

L Horacio Larraín Barros, Dinh Q. Lê (in collaboration with Vũ Giáng Hương, Quang Tho, Huynh Phuong Dong, Nguyen Thu, Truong Hieu, Phan Oanh, Nguyen Toan Thi, Duong Anh, Minh Phuong, Kim Tien, Quach Phong, Nguyen Thanh Chau), Gabriel Lester, David Link, Maria Loboda, Mark Lombardi, Aníbal López, Renata Lucas, Marcos Lutyens und Raimundas Malašauskas, featuring Sissel Tolaas

M Goshka Macuga, Anna Maria Maiolino, Catherine Malabou, Nalini Malani, Man Ray, Maria Martins, Francesco Matarrese, Fabio Mauri, Julie Mehretu, John Menick, Christoph Menke, Gustav Metzger, Lee Miller, Aman Mojadidi, Moon Kyungwon & Jeon Joonho, Gareth Moore, Giorgio Morandi, Rabih Mroué, Zanele Muholi, Christian Philipp Müller

N Arne Nordheim, M. A. Numminen

O Objects damaged during the Lebanese Civil War (1975–1990), Shinro Ohtake, Rahraw Omarzad, Roman Ondák, Füsun Onur, The Otolith Group

P Christodoulos Panayiotou, Giuseppe Penone, Claire Pentecost, Hetti Perkins, Susan Philipsz, Pratchaya Phinthong, Sopheap Pich, Lea Porsager, Michael Portnoy, Margaret Preston, Seth Price, Ana Prvacki

R Walid Raad, Michael Rakowitz, Araya Rasdjarmrearnsook, Doreen Reid Nakamarra, Pedro Reyes, Gunnar Richter, Stuart Ringholt, Ruth Robbins und Red Vaughan Tremmel, Juana Marta Rodas und Julia Isídrez, Paul Ryan, Hannah Ryggen

S Natascha Sadr Haghighian, Anri Sala, Charlotte Salomon, Issa Samb, Ines Schaber, Tino Sehgal, Ashkan Sepahvand, Albert Serra, Tejal Shah, Wael Shawky, Zolaykha Sherzad, Nedko Solakow, Song Dong, Tamás St. Turba, Alexandra Sukhareva, Imre Szeman

T Mika Taanila, Mohsen Taasha, Alexander Tarakhovsky, Javier Téllez, Aase Texmon Rygh, Warwick Thornton, Time/Bank (e-flux: Julieta Aranda & Anton Vidokle), Warlimpirrnga Tjapaltjarri, Rosemarie Trockel

V Rattana Vandy, Vann Nath, Adrián Villar Rojas, Jeronimo Voss

W Jessica Warboys, Lori Waxman, Clemens von Wedemeyer, Apichatpong Weerasethakul in collaboration with Chaisiri Jiwarangsan, Lawrence Weiner

Y Yan Lei, Haegue Yang

Z Akram Zaatri, Zalmaiï, Anton Zeilinger, Konrad Zuse[4][5][6]

 

Die dOCUMENTA (13) war die dreizehnte Ausgabe der documenta, einer der weltweit bedeutendsten Ausstellungen für zeitgenössische Kunst. Sie fand vom 9. Juni bis zum 16. September 2012 in Kassel unter der künstlerischen Leitung von Carolyn Christov-Bakargiev statt und hatte 904.992 BesucherInnen.[1] Die Ausstellung stand unter dem Leitmotiv Collapse and Recovery (englisch für Zusammenbruch und Wiederaufbau).[2] Satelliten der Ausstellung befanden sich in Afghanistan mit Kabul und Bamiyan (9. Juni bis 16. September 2012), in Ägypten mit Alexandria und Kairo (1. Juni bis 8. Juli 2012) und dem kanadischen Banff (2. August bis 15. August 2012).

 

Die Documentaleitung veröffentlichte die Namen von über 300 Teilnehmern. Davon trugen 187 Künstler und Künstlergruppen mit allen Formen künstlerischer Äußerungen, wie Bilder, Druckgrafiken, Skulpturen, Performances, Installationen, Filmen und Environments, zu der Ausstellung bei. Weitere 108 Teilnehmer waren durch Vorträge, Seminare, Kongresse, Dichterlesungen oder Schriften in der Documenta-Reihe 100 Notizen – 100 Gedanken beteiligt.

Museum Fridericianum mit dOCUMENTA (13)-Beflaggung

Inhaltsverzeichnis

 

1 Leitungsteam

2 Findungskommission

3 Schreibweise als Logo

4 Leitmotiv

5 Eröffnung

6 Teilnehmende Künstler

7 Ausstellungsorte

8 Streit im Vorfeld

9 Filme

10 Publikationen

11 Literatur

12 Weblinks

13 Einzelnachweise

 

Leitungsteam

Carolyn Christov-Bakargiev (2010)

 

Als künstlerische Leiterin wurde die US-amerikanische Kuratorin Carolyn Christov-Bakargiev ausgewählt, sie war Chefkuratorin des Castello di Rivoli – Museo di Arte Contemporanea in Turin und war 2008 auch Leiterin der Biennale of Sydney.

 

Projektleiterin ist die Kunsthistorikerin Christine Litz. Ihr obliegt es, die Konzepte der Leiterin Carolyn Christov-Barkagiev und ihrer Kuratoren umzusetzen.[3] Ab Juni 2012 wurde Litz als Direktorin an das Museum für Neue Kunst (Freiburg im Breisgau) berufen[4] und Jenny Dirksen und Christoph Platz übernahmen die Leitung der Abteilung sowie die Abwicklung der Ausstellung.[5] Die kuratorische Abteilung übernahm die spanische Kunsthistorikerin Chus Martínez. Sie ist gleichzeitig Mitherausgeberin der Schriftenreihe 100 Notizen – 100 Gedanken. Bevor sie 2009 Kuratorin am Museu d’Art Contemporani de Barcelona wurde, war sie Leiterin des Frankfurter Kunstvereins.

 

Als Leiterin der Publikationsabteilung wurde die in New York lebende deutsche Autorin und Publizistin Bettina Funcke benannt.[6] Sie ist gleichzeitig Mitherausgeberin der Schriftenreihe 100 Notizen – 100 Gedanken. Sie war bis 2007 Redakteurin bei der Dia Art Foundation (heute Dia Center for the Arts) und von 2007 bis 2010 leitende Redakteurin bei der New Yorker Ausgabe der Kunstzeitschrift Parkett. Sie ist Mitbegründerin von The Leopard Press und dem Continuous Project Kollektiv. Mit der Publikation der Schriften wurde der Hatje Cantz Verlag beauftragt.

 

Die Kommunikationsabteilung wurde bis September 2011 von Kathrin Lutz geleitet.[7] Im Oktober 2011 lösten sie Terry Harding und Henriette Gallus ab.[8]

 

Für die organisatorische Abwicklung ist – seit 1996 – der Geschäftsführer der documenta und Museum Fridericianum Veranstaltungs-GmbH Bernd Leifeld verantwortlich.

 

Die Ausstellung wurde am 9. Juni 2012 durch Bundespräsident Joachim Gauck eröffnet.[9]

Findungskommission

 

Am 3. Dezember 2008 wurde der Auswahlprozess für die künstlerische Leitung der kommenden documenta abgeschlossen. Der Vorschlag der neunköpfigen Findungskommission wurde vom Aufsichtsrat der documenta einstimmig bestätigt. Die Findungskommission der documenta 13 bestand aus:

 

Iossif Markowitsch Bakschtein – Direktor des Instituts für Probleme der modernen Kunst Moskau

Manuel J. Borja-Villel – Direktor Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofia Madrid

Kathy Halbreich – Stellvertretende Direktorin Museum of Modern Art New York

Paulo Herkenhoff – Freier Kurator und bis 2006 Direktor des Museu Nacional de Belas Artes in Rio de Janeiro

Oscar Ho – Direktor MA Programme in Cultural Management, Chinesische Universität Hongkong

Udo Kittelmann – Direktor Museum für Moderne Kunst Frankfurt/Main

Kasper König – Direktor Museum Ludwig, Köln

Elizabeth Ann Macgregor – Direktorin Museum of Contemporary Art Sydney

Rein Wolfs – Künstlerischer Leiter der Kunsthalle Fridericianum Kassel

 

Schreibweise als Logo

Hinweisschilder vor dem Fridericianum

101 013–1 der Deutschen Bahn AG mit Werbeaufschrift im Hauptbahnhof Mannheim am 14. März 2012

 

Im April 2010 wurde die „visuelle Identität“ der 13. documenta vorgestellt. Sie wurde von der Mailänder Grafikdesign-Agentur Leftloft entwickelt. Diese documenta verzichtet auf ein traditionelles Logo. Stattdessen wird die Schreibweise des Wortes als Symbol genutzt. Der Name wird am Anfang mit einem kleinen d geschrieben, die folgenden Buchstaben sind Großbuchstaben, gefolgt von der in Klammern gesetzten 13. Eine einheitliche Schriftart gab es nicht, diese variierte je nach Anwendung.

 

Die Grafikdesigner schrieben zu ihrem Entwurf:

 

„Diese visuelle Regel soll besagen, dass die Lehren dieser documenta (das lateinische ‘documentum’, von dem das Pluralwort ‘documenta’ stammt, bedeutet ‘Lehre’ und gelegentlich bezeichnet es auch eine ‘Ermahnung’) nicht pedantisch sein werden. Wir setzen vielmehr eine lebendige, pluralistische, ideenreiche und stetig zunehmende Entwicklung in Gang. Viele, auch die Öffentlichkeit, werden in den kommenden Jahren in diesen Prozess involviert werden. Der Höhepunkt, im Jahr 2012, stellt nur einen Moment einer viel längeren Reise dar, durch die Klammern um die dreizehn wird das deutlich.“

 

Die künstlerische Leiterin, Carolyn Christov-Bakargiev, verwies auf die Tradition der Kleinschreibung der documenta seit ihrem Beginn in den 1950er Jahren und bemerkte:

 

„Während dies in ihren Anfängen eine radikale demokratische Geste und eine Entscheidung des Designs war, ist heute die Nicht-Großschreibung von Wörtern ein Beispiel für eine von vielen unbeabsichtigten Gesten der digitalen Welt, die Nachrichten über Netzwerke und rund um den Globus schickt. Die normalen Schreibregeln umzudrehen, indem man das restliche Wort in Großbuchstaben schreibt, erfordert aktives Engagement, Aufmerksamkeit und einen gewissen Mehraufwand an der Tastatur.“[10]

 

Leitmotiv

 

Das Leitmotiv der dOCUMENTA (13) lautet Zusammenbruch und Wiederaufbau (engl. Collapse and Recovery). Es wurde rund ein Jahr vor Beginn der Ausstellungseröffnung offiziell vorgestellt. Es bezieht sich zum einen auf die Geschichte der Stadt Kassel in den letzten 60 Jahren, in denen nach der Vernichtung durch die Bombardierung im Zweiten Weltkrieg der – bis heute nicht abgeschlossene – Wiederaufbau erfolgte. Mehrere Arbeiten, wie das Projekt trail von Natascha Sadr Haghighian, nehmen ganz unmittelbar auf das Leitmotiv Bezug. Die Künstlerin stellt eine Leiter an die Begrenzungsmauer der Straße Schöne Aussicht, über die die Besucher einen steilen Abhang erreichen, der 1955 aus Kriegstrümmern der Henschel-Werke aufgeschüttet wurde. Über ihn führt ein schmaler, unbefestigter und nicht ungefährlicher Pfad zum Talgrund der Karlsaue.[11] Zum anderen, virulent, ist das Leitmotiv für den Ausstellungsort Kabul, das dort um die Bedingungen Belagerungszustand, Hoffnung, Rückzug und Bühne erweitert wurde.[12]

Eröffnung

 

Am 21. Juni 2010, zwei Jahre vor Eröffnung der dOCUMENTA (13), wurde – entgegen der üblichen Gepflogenheiten – bereits die erste Arbeit öffentlich eingeweiht. Die Skulptur Idee di Pietra („Ansichten eines Steins“) von Giuseppe Penone, ein Vertreter der Arte Povera und mehrfacher documenta-Teilnehmer, wurde am Rande der Karlsaue aufgestellt. Die Arbeit war bereits auf der 16. Biennale of Sydney, die Carolyn Christov-Bakargiev 2008 kuratiert hatte, präsentiert worden. Es handelt sich um eine fast neun Meter hohe Bronzeskulptur in der Form eines Baumes, in deren oberem Teil ein großer Stein ruht. Neben der Skulptur wächst ein kleiner, echter, junger Baum. Penone war selbst anwesend und stellte seine Arbeit vor:

 

„[…] Wenn die Bedeutung des Malens das Bedecken ist und die Bedeutung der Skulptur das Entdecken, dann wird die Malerei durch die Schwerkraft charakterisiert und die Skulptur durch die Kraft, die der der Schwerkraft entflieht, die Kraft des Lichts. Das Werk, das ich hier zeige, hat mit beiden Konzepten zu tun. Der Stein ist ein Mineral und die stabilsten Farben gewinnt man aus Steinen. Der Stein verweist auf die Schwerkraft. Das Pflanzliche entzieht sich der Schwerkraft, es wächst in die Höhe, als direkte Folge des Sonnenlichts. Die Struktur der pflanzlichen Welt wird durch das Licht bestimmt, das das Gewicht der Zweige und Blätter anzieht. Bronzeguss braucht die Schwerkraft und nutzt die Struktur der pflanzlichen Welt, um die flüssige Bronze in der Gussform zu verteilen. […]“

 

Bewusst war der Tag der Sommersonnenwende als Datum für die Veranstaltung gewählt worden. Die Verantwortlichen betrachteten die Aktion als einen Beitrag zur Geschichte der Außenskulptur im Rahmen der documenta-Ausstellungen und sahen in ihr insbesondere auch eine Einstimmung auf die in zwei Jahren stattfindende offizielle Eröffnung.[13]

 

Am 9. Juni 2012 eröffnete der damalige Bundespräsident Joachim Gauck die Kunstausstellung.

Teilnehmende Künstler

Giuseppe Penones Idee di Pietra

 

A Lida Abdul, Bani Abidi, Etel Adnan, Korbinian Aigner, Vyacheslav Akhunov, Barmak Akram, Khadim Ali, Jennifer Allora & Guillermo Calzadilla, Maria Thereza Alves, Francis Alÿs, Ayreen Anastas, AND AND AND, Ida Applebroog, Mohammad Yusuf Asefi, Doug Ashford, Tarek Atoui, Kader Attia

 

B Alexandra Bachzetsis, Nanni Balestrini, Amy Balkin, Judith Barry, Gianfranco Baruchello, Ahmed Basiony, Thomas Bayrle, Jérôme Bel, Gordon Bennett, Rossella Biscotti, Manon de Boer, Alighiero Boetti, Anna Boghiguian, Carol Bove, Kristina Buch, Andrea Büttner, Gerard Byrne

 

C CAMP (gegründet 2007 von Shaina Anand, Sanjay Bhangar und Ashok Sukumaran), Janet Cardiff und George Bures Miller, Emily Carr, Mariana Castillo Deball, Paul Chan, Kudzanai Chiurai, Constant, Daniel Gustav Cramer, Critical Art Ensemble, Abraham Cruzvillegas, István Csákány, Attila Csörgő, Antoni Cumella

 

D Salvador Dalí, Marie Darrieussecq, Tacita Dean, Mark Dion, Thea Djordjadze, Willie Doherty, Trisha Donnelly, Sam Durant, Jimmie Durham

 

E Haris Epaminonda, Cevdet Erek

 

F Guillermo Faivovich & Nicolás Goldberg, Matias Faldbakken, Geoffrey Farmer, Omer Fast, Lara Favaretto, Ceal Floyer, Llyn Foulkes, Abul Qasem Foushanji, Chiara Fumai

 

G Rene Gabri, Ryan Gander, Dora García, Mario Garcia Torres, Theaster Gates, Jeanno Gaussi, Mariam Ghani, Simryn Gill, Édouard Glissant, Julio González, Tue Greenfort

 

H Zainab Haidary, Fiona Hall, Tamara Henderson, Susan Hiller, Horst Hoheisel, Judith Hopf, Khaled Hourani mit Amjad Ghannam und Rashid Masharawi, Pierre Huyghe

 

I Sanja Iveković

 

J Toril Johannessen, Joan Jonas, Brian Jungen und Duane Linklater

 

K Rudolf Kaesbach, Robin Kahn & La Cooperativa Unidad Nacional Mujeres Saharauis (The National Union of Women from Western Sahara), Masood Kamandy, Amar Kanwar, William Kentridge, Hassan Khan, Erkki Kurenniemi

 

L Horacio Larraín Barros, Dinh Q. Lê (in Zusammenarbeit mit Vũ Giáng Hương, Quang Tho, Huynh Phuong Dong, Nguyen Thu, Truong Hieu, Phan Oanh, Nguyen Toan Thi, Duong Anh, Minh Phuong, Kim Tien, Quach Phong, Nguyen Thanh Chau), Gabriel Lester, David Link, Maria Loboda, Mark Lombardi, Aníbal López, Renata Lucas, Marcos Lutyens und Raimundas Malašauskas, featuring Sissel Tolaas

 

M Goshka Macuga, Anna Maria Maiolino, Catherine Malabou, Nalini Malani, Man Ray, Maria Martins, Francesco Matarrese, Fabio Mauri, Julie Mehretu, John Menick, Christoph Menke, Gustav Metzger, Lee Miller, Aman Mojadidi, Moon Kyungwon & Jeon Joonho, Gareth Moore, Giorgio Morandi, Rabih Mroué, Zanele Muholi, Christian Philipp Müller

 

N Arne Nordheim, M. A. Numminen

 

O Objects damaged during the Lebanese Civil War (1975–1990), Shinro Ohtake, Rahraw Omarzad, Roman Ondák, Füsun Onur, The Otolith Group

 

P Christodoulos Panayiotou, Giuseppe Penone, Claire Pentecost, Hetti Perkins, Susan Philipsz, Pratchaya Phinthong, Sopheap Pich, Lea Porsager, Michael Portnoy, Margaret Preston, Seth Price, Ana Prvacki

 

R Walid Raad, Michael Rakowitz, Araya Rasdjarmrearnsook, Doreen Reid Nakamarra, Pedro Reyes, Gunnar Richter, Stuart Ringholt, Ruth Robbins und Red Vaughan Tremmel, Juana Marta Rodas und Julia Isídrez, Paul Ryan, Hannah Ryggen

 

S Natascha Sadr Haghighian, Anri Sala, Charlotte Salomon, Issa Samb, Ines Schaber, Tino Sehgal, Ashkan Sepahvand, Albert Serra, Tejal Shah, Wael Shawky, Zolaykha Sherzad, Nedko Solakow, Song Dong, Tamás St. Turba, Alexandra Sukhareva, Imre Szeman

 

T Mika Taanila, Mohsen Taasha, Alexander Tarakhovsky, Javier Téllez, Aase Texmon Rygh, Warwick Thornton, Time/Bank (e-flux: Julieta Aranda & Anton Vidokle), Warlimpirrnga Tjapaltjarri, Rosemarie Trockel

 

V Rattana Vandy, Vann Nath, Adrián Villar Rojas, Jeronimo Voss

 

W Jessica Warboys, Lori Waxman, Clemens von Wedemeyer, Apichatpong Weerasethakul in Zusammenarbeit mit Chaisiri Jiwarangsan, Lawrence Weiner

 

Y Yan Lei, Haegue Yang

 

Z Akram Zaatri, Zalmaiï, Anton Zeilinger, Konrad Zuse

 

Ausstellungsorte

 

Die dOCUMENTA (13) umfasst neben Ausstellungsorten im gesamten Stadtraum von Kassel und in der Umgebung, auch Orte außerhalb Europas. In Kassel sind Kunstwerke an so zahlreichen unterschiedlichen Plätzen zu sehen, wie bei keiner anderen Documenta zuvor. Neben öffentlichen Gebäuden wie der Handwerkskammer, der Zentralbibliothek und dem Ständehaus, wurden auch private Kinos, Kaufhäuser und Hotels einbezogen. Die meisten Künstlerpräsentationen konzentrieren sich um den Friedrichsplatz, den Kulturbahnhof (Hauptbahnhof) und in der Karlsaue.[14]

 

Ausstellungsorte in Kassel und Umgebung:

 

Das Museum Fridericianum ist mit Werken von 32 Künstlern wieder Mittelpunkt der Documenta. Zusätzlich werden in der Rotunde 28 plastische Arbeiten oder artifizielle Objekte gezeigt, unter anderem von Judith Hopf, Man Ray und Lawrence Weiner.

Die documenta-Halle wird, neben frühen Zeichnungen von Gustav Metzger, die verdeckt in Schaukästen in der Vorhalle präsentiert werden, vor allem durch Arbeiten von Thomas Bayrle geprägt. Zwischen einem 8 Meter × 25 Meter messenden Papprelief Carmageddon auf der linken Wand und dem 8 Meter × 13,4 Meter messenden Flugzeug von 1982 bis 1983 stellte der Künstler aufgeschnittene Automotoren auf. Der Lärm der sieben Motoren wird aus Lautsprechern von eintönigen, sich immer wiederholenden Gebeten begleitet, die Bayrle in Frankfurter Kirchen aufgenommen und rhythmisiert hat. Es ist die größe Einzelpräsentation die bisher in der documenta-Halle zu sehen war.[15]

Ottoneum

Karlsaue

In der Neuen Galerie werden 18 künstlerische Positionen ausgestellt. Die Künstlerin Andrea Büttner zeigt in ihrem vorderen Raum neben zwei monochromen Farbflächen drei archaische, großformatige Holzschnitte, im zweiten Raum zeigt sie unter anderem ein Video, das sich auf eine umfangreiche Recherche zu den Arbeiten des Ordens Kleine Schwestern Jesu im Vergnügungspark von Ostia bei Rom bezieht und bei der zwei Ordensangehörige über ihre Arbeit berichten.[16]

Kassel Hauptbahnhof

Das Gloria-Kino ist – wie auch bei der Documenta 12 – Vorführungsort des Filmprogramms. Tagsüber wird eine Diainstallation von Trisha Donnelly gezeigt.

Ehemaliges Elisabeth Krankenhaus (Oberste Gasse 4)

Nie realisierte Moschee (Untere Karlsstr. 14)

Im lichtlosen Bode-Saal des Grand City-Hotels Hessenland zeigt Tino Sehgal eine viel beachtete Performance. Die eintretenden Besucher werden von 12 Akteuren, einzeln oder in kleinen Gruppen, umgeben, die sie hör- und fühlbar singend, summend, kriechend, schnalzend in einem choreografisch festgelegten Grundrhythmus umtanzen und dabei versuchen, die Eingetretenen in das Geschehen einzubeziehen.[17]

ehemaliges Kino Kaskade[18]

Verschiedene Orte in der Kasseler Innenstadt

Gedenkstätte Kloster Breitenau in Guxhagen

 

Ilhabela, São Paulo.

 

Reprodução e uso sem autorização proibidos :registered: Todos os direitos reservados, 2017, Alex Zoppa.

Copyright :copyright: 2017 Alex Zoppa, all rights reserved.

The Museu Nacional de Belas Artes (National Museum of Fine Arts) is an art museum located in the city of Rio de Janeiro, Brazil. It is considered one of the most important Brazilian museums.

 

Since its beginning in 1808, the collection of works of art has been enormously expanded and now has around 16000 items. The collections include painting, sculpture, drawing as well as decorative arts, furniture and folk art.

 

The best collection of the museum is that of 19th and early 20th century painting and sculpture, produced both by Brazilians and foreign artists visiting Brazil. Artists represented include: Frans Post, Pablo Picasso, Rembrandt, Francisco Goya, etc.Wikipedia.

 

♫ = ♪ ≡ ♫ = Claudio Lara | Rio de Janeiro | Brazil = ♫ ≡ ♪ = ♫

 

O Rio de Janeiro é a vitrine do Brasil e tem muitos atrativos: Réveillon em Copacabana, Carnaval, praia de Ipanema, Jardim Botânico, Maracanã, Feira de São Cristóvão, Corcovado, Pão de Açúcar, Mirante do Leblon, muitas praias e museus. Mas fotografar também tudo Isto é um grande divertimento.

 

Rio de Janeiro - BRasil - Rio 450 anos

Jose Ferraz de Almeida Junior (1856 AD - 1899 AD). The Brazilian Lumberjack (O derrubador brasiliero), 1879 AD. Brazilian. Oil on Canvas. Museu Nacional de Belas Artes (established in 1938 AD, in the National School of Fine Arts, 1908 AD, Adolfo Morales de los Ríos, architect). Rio de Janeiro, Brazil. Copyright 2017, James A. Glazier. Many of these Brazilian 19th Century major canvases seem highly homoerotic to a modern viewer. Jose Ferraz de Almeida Junior seems to have had a particular interest in sexualizing male portraits.

O Complexo do Mar - Museu de Arte do Rio é composto por dois predios o Palacete D. João construido 1916 e onde funciona o Museu propriamente dito e a Escola do Olhar um predio Modernista da decada de 40.

 

O Acesso ao Palacete onde funciona o Museu começa pelo predio da Escola do Olhar e a visitação do Museu começa pelo ultimo andar. O Visitante sobe de Elevador ate o ultimo andar onde temos uma bela vista da Area da Praça Maua e segue atraves de uma passarela que liga os dois predios ( Foto Principal)

 

* Apenas as fotos da ultima sequencia estão abertas, pois ja foram publicadas anteriormente

 

Veja o Video explicando um pouco da obra sobre MAR - Museu de Arte do Rio

 

Foto: Passarela que Liga a Escola do Olhar ao Museu de Arte do Rio de Janeiro

 

According to Law 9.610/98, it is prohibited the partial or total commercial reproduction without the previous written authorization of the author (article 29). ® All rights are reserved.

 

Conforme a Lei 9.610/98, é proibida a reprodução total e parcial ou divulgação comercial ou não sem a autorização prévia e expressa do autor (artigo 29). ® Todos os direitos reservados.

* Portal da Antiga Academia de Belas Artes * / * Old Academy of Fine Arts Portal *

Vas Street Trade School (Vocational Secondary School of Trade of the 8th District).

Art Nouveau/Secession style, pre-modern building.

View works of Lajta Béla in my set: www.flickr.com/photos/37578663@N02/sets/72157645708831478

About Lajta Béla: lajtaarchiv.hu/az-archivumrol/?lang=en

About the building: lajtaarchiv.hu/muvek/fovarosi-viii-keruleti-felso-kereske...

Fővárosi VIII. kerületi Felső Kereskedelmi iskola (Vas utcai Kereskedelmi). Szecessziós, premodern épület.

Lajta Béláról: lajtaarchiv.hu/az-archivumrol/

Az épületről: lajtaarchiv.hu/muvek/fovarosi-viii-keruleti-felso-kereske...

Centro de Arte Moderna Manuel de Brito (CAMB), Parque Anjos, Algés, Lisbon, Portugal

 

KWY Artists in Manuel de Brito Collection

 

Published on the occasion of the eponymous exhibition at the Serralves Collection from May, 23rd to September, 27th 2015.

 

The KWY Group was formed in Paris around the magazine KWY, published from 1958 to 1964. It included Portuguese artists René Bertholo, Lourdes Castro, António Costa Pinheiro, Gonçalo Duarte, José Escada and João Vieira as well as Bulgarian artist Christo and German artist Jan Voss. Marked by the absence of an artistic manifesto or a strict theoretical programme, the twelve issues of KWY reflected the ongoing artistic and social changes while demonstrating the powerful mergence of reality, everyday events and the visual imaginary of the great cities in the space of art.

By examining the group's publishing activity vis-à-vis collaborations with other magazines of the period (such as Daily-Bul and Sens plastique) and by intersecting these with the paintings, drawings, installations and objects produced by its members, the catalogue adopts a time span wider than the eponymous magazine in order to look at the international context in which ideas circulated and intersections occurred between Portuguese New Figuration, Nouveau Réalisme, Fluxus, Spanish group El Paso and Lettrism. The publication also focuses on the group's collaborations with artists António Areal, François Dufrêne, Raymond Hains, Bernard Heidsieck, Yves Klein and Jorge Martins.

 

Materials : Oil on Canvas

 

BIOGRAPHY (in Wikipedia)

 

Aluno da Escola António Arroio, frequenta, seguidamente, o curso de pintura da Escola de Belas-Artes de Lisboa (que conclúi em 1958) e onde conhece René Bertholo, Gonçalo Duarte, Costa Pinheiro e Lourdes Castro. Liga-se ao Grupo do Café Gelo, no Rossio, em Lisboa, quando partilhava um atelier por cima deste café com João Rodrigues Vieira, René Bertholo e Gonçalo Duarte.

 

Os seus trabalhos iniciais manifestam já algumas das questões centrais da sua obra; são sobretudo desenhos a tinta da china, definidos por linhas de contorno agitadas mas seguras, "em que diversos elementos se sebrepõem e articulam, gerando formas orgânicas"; no início da década de 1960 abandona a figuração, diluindo as formas e enfatizando os contrastes cromáticos e as diversas intensidades lumínicas, numa deslocação que o aproxima do abstracionismo lírico.

 

Em 1959 parte para Paris com uma bolsa da Fundação Calouste Gulbenkian, cidade onde permanece até 1969. Juntamente com Lourdes Castro, René Bertholo, Costa Pinheiro, Gonçalo Duarte, Christo e Jan Voss, funda o grupo KWY.

 

É ao longo destes anos de permanência em Paris que desenvolve o seu vocabulário formal, marcado pela definição de pequenas figuras abstratas e tendencialmente simétricas que se espalham pela superfície da tela, e pelo desejo de articular a sua produção artística com questões de ordem espiritual e metafísica, que "já se tinham manifestado nos meados dos anos 50, quando aderiu ao Movimento de Renovação da Arte Religiosa" .

 

Tal como muitos dos seus companheiros de geração, a obra de Escada localiza-se num espaço de fronteira entre figuração e abstração, estabelecendo diálogos onde a alusão, direta ou indireta ao mundo real, parece estar sempre presente. Para além das pinturas em suportes tradicionais, "o artista materializa as suas pesquisas sobre as formas e sobre a luz, ao criar pinturas-objeto, em papéis coloridos, recortados e dobrados de modo simétrico" onde podem ler-se associações à configuração dos ossos ou da coluna vertebral do corpo humano. Sem título (Relevo espacial), 1974 (coleção do CAMJAP, FCG), é a síntese da sua pesquisa "em torno das relações forma/corpo, luz/sombra. Um enorme conjunto de chapas metálicas recortadas [...] e dispostas em quadrículas irregulares entra pelo espaço e deixa-se invadir pela atmosfera e luz envolventes" .

 

Entre os seus primeiros trabalhos, incluem-se dois murais de grandes dimensões, realizados em 1958 no edifício da Câmara de Comércio de Bissau, sede da Associação Comercial, Industrial e Agrícola da Guiné, do arquitecto Jorge Ferreira Chaves, considerada a mais qualificada realização arquitectónica em Bissau do período colonial .

 

in Diário de Noticias

 

'Um Príncipe Fora do Tempo' é a primeira grande mostra da obra deste renovador da arte portuguesa do século XX e reúne um grande conjunto de obras inéditas. O artista do grupo Gelo e KWY morreu na mendicidade em 1980.

No final dos anos 50 José Escada era aluno das Belas Artes, e dividia com João Vieira , René Bertholo e Lurdes Castro um atelier numas águas furtadas no Rossio. À noite marchavam para o café Gelo onde se reuniam com os poetas Mário Cesariny, Herberto Helder, Manuel de Castro. Em 60 parte para Paris, estuda com Vieira da Silva, assume a sua homossexualidade e inicia uma obra de rutura que levou à ultimas consequencias mentais e físicas. Morreu em 1980.

Mais de 30 anos depois faz-se a primeira grande mostra da sua obra na galeria de S. Roque, em Lisboa. São 95 trabalhos (muitos deles inéditos) que demoraram 10 anos a reunir. Mário Roque, dono da galeria faz da divulgação de Escada uma espécie de missão pessoal: "Porque pintou de menos, porque oferecia os quadros em vez de os vender, porque a vida o enlouqueceu, a verdade é que apesar da sua importância fundamental no panorama da pintura portuguesa da segunda metade do século XX está muito esquecido."

Museu Nacional de Belas Artes

Paris - Antonio Canova.

Antonio Canova (1 November 1757 – 13 October 1822) was an Italian sculptor who became famous for his marble sculptures that delicately rendered nude flesh. The epitome of the neoclassical style, his work marked a return to classical refinement after the theatrical excesses of Baroque sculpture.

Antonio Canova was born in Possagno, a village of the Republic of Venice situated amid the recesses of the hills of Asolo, where these form the last undulations of the Venetian Alps, as they subside into the plains of Treviso. At three years of age Canova was deprived of both parents, his father dying and his mother remarrying. Their loss, however, was compensated by the tender solicitude and care of his paternal grandfather and grandmother, the latter of whom lived to experience in her turn the kindest personal attention from her grandson, who, when he had the means, gave her an asylum in his house at Rome.

His father and grandfather followed the occupation of stone-cutters or minor statuaries; and it is said that their family had for several ages supplied Possagno with members of that calling. As soon as Canova's hand could hold a pencil, he was initiated into the principles of drawing by his grandfather Pasino. The latter possessed some knowledge both of drawing and of architecture, designed well, and showed considerable taste in the execution of ornamental works. He was greatly attached to his art; and upon his young charge he looked as one who was to perpetuate, not only the family name, but also the family profession.

The early years of Canova were passed in study. The bias of his mind was to sculpture, and the facilities afforded for the gratification of this predilection in the workshop of his grandfather were eagerly improved. In his ninth year he executed two small shrines of Carrara marble, which are still extant. Soon after this period he appears to have been constantly employed under his grandfather. Amongst those who patronized the old man was the patrician family Falier of Venice, and by this means young Canova was first introduced to the senator of that name, who afterwards became his most zealous patron.

Between the younger son, Giuseppe Falier, and the artist a friendship commenced which terminated only with life. The senator Falier was induced to receive him under his immediate protection. It has been related by an Italian writer and since repeated by several biographers, that Canova was indebted to a trivial circumstance - the moulding of a lion in butter - for the warm interest which Falier took in his welfare. The anecdote may or may not be true. By his patron Canova was placed under Bernardi, or, as he is generally called by filiation, Giuseppe Torretto, a sculptor of considerable eminence, who had taken up a temporary residence at Pagnano, one of Asolo's boroughs in the vicinity of the senator's mansion.

This took place whilst Canova was in his thirteenth year; and with Torretto he continued about two years, making in many respects considerable progress. This master returned to Venice, where he soon afterwards died; but by the high terms in which he spoke of his pupil to Falier, the latter was induced to bring the young artist to Venice, whither he accordingly went, and was placed under a nephew of Torretto. With this instructor he continued about a year, studying with the utmost assiduity.

After the termination of this engagement he began to work on his own account, and received from his patron an order for a group, Orpheus and Eurydice. The first figure, which represents Eurydice in flames and smoke, in the act of leaving Hades, was completed towards the close of his sixteenth year. It was highly esteemed by his patron and friends, and the artist was now considered qualified to appear before a public tribunal.

The kindness of some monks supplied him with his first workshop, which was the vacant cell of a monastery. Here for nearly four years he labored with the greatest perseverance and industry. He was also regular in his attendance at the academy, where he carried off several prizes. But he relied far more on the study and imitation of nature. A large portion of his time was also devoted to anatomy, which science was regarded by him as the secret of the art. He likewise frequented places of public amusement, where he carefully studied the expressions and attitudes of the performers. He formed a resolution, which was faithfully adhered to for several years, never to close his eyes at night without having produced some design. Whatever was likely to forward his advancement in sculpture he studied with ardour. On archaeological pursuits he bestowed considerable attention. With ancient and modern history he rendered himself well acquainted and he also began to acquire some of the continental languages.

Three years had now elapsed without any production coming from his chisel. He began, however, to complete the group for his patron, and the Orpheus which followed evinced the great advance he had made. The work was universally applauded, and laid the foundation of his fame. Several groups succeeded this performance, amongst which was that of Daedalus and Icarus, the most celebrated work of his noviciate. The terseness of style and the faithful imitation of nature which characterized them called forth the warmest admiration. His merits and reputation being now generally recognized, his thoughts began to turn from the shores of the Adriatic to the banks of the Tiber, for which he set out at the commencement of his twenty-fourth year.

Before his departure for Rome, his friends had applied to the Venetian senate for a pension, to enable him to pursue his studies without embarrassment. The application was ultimately successful. The stipend amounted to three hundred ducats (about 60 pounds per annum), and was limited to three years. Canova had obtained letters of introduction to the Venetian ambassador, the Cavaliere Zulian, and enlightened and generous protector of the arts, and was received in the most hospitable manner.

His arrival in Rome, on 28 December 1780, marks a new era in his life. It was here he was to perfect himself by a study of the most splendid relics of antiquity, and to put his talents to the severest test by a competition with the living masters of the art. The result was equal to the highest hopes cherished either by himself or by his friends. The work which first established his fame at Rome was Theseus Vanquishing the Minotaur, now in the collections of the Victoria & Albert Museum, in London. The figures are of the heroic size. The victorious Theseus is represented as seated on the lifeless body of the monster. The exhaustion which visibly pervades his whole frame proves the terrible nature of the conflict in which he has been engaged. Simplicity and natural expression had hitherto characterized Canova's style; with these were now united more exalted conceptions of grandeur and of truth. The Theseus was regarded with fervent admiration.

Canova's next undertaking was a monument in honor of Clement XIV; but before he proceeded with it he deemed it necessary to request permission from the Venetian senate, whose servant he considered himself to be, in consideration of the pension. This he solicited, in person, and it was granted. He returned immediately to Rome, and opened his celebrated studio close to the Via del Babuino. He spent about two years of unremitting toil in arranging the design and composing the models for the tomb of the pontiff. After these were completed, other two years were employed in finishing the monument, and it was finally opened to public inspection in 1787. The work, in the opinion of enthusiastic dilettanti, stamped the author as the first artist of modern times.

After five years of incessant labor, he completed another cenotaph, to the memory of Clement XIII, which raised his fame still higher. Works now came rapidly from his chisel. Amongst these is Psyche, with a butterfly, which is placed on the left hand, and held by the wings with the right. This figure, which is intended as a personification of man's immaterial part, is considered as in almost every respect the most faultless and classical of Canova's works. In two different groups, and with opposite expression, the sculptor has represented Cupid with his bride; in the one they are standing, in the other recumbent. These and other works raised his reputation so high that the most flattering offers were sent to him from the Russian court to induce him to remove to St Petersburg, but these were declined, although many of his finest works made their way to the Hermitage Museum. "Italy", says he, in writing of the occurrence to a friend, "Italy is my country - is the country and native soil of the arts. I cannot leave her; my infancy was nurtured here. If my poor talents can be useful in any other land, they must be of some utility to Italy; and ought not her claim to be preferred to all others?"

Numerous works were produced in the years 1795-1797, of which several were repetitions of previous productions. One was the celebrated group representing the Parting of Venus and Adonis. This famous production was sent to Naples. The French Revolution was now extending its shocks over Italy; and Canova sought obscurity and repose in his native Possagno. Thither he retired in 1798, and there he continued for about a year, principally employed in painting, of which art also he had some knowledge. Events in the political world having come to a temporary lull, he returned to Rome; but his health being impaired from arduous application, he took a journey through a part of Germany, in company with his friend Prince Rezzonico. He returned from his travels much improved, and again commenced his labors with vigour and enthusiasm.

The events which marked the life of the artist during the first fifteen years of the period in which he was engaged on the above-mentioned works scarcely merit notice. His mind was entirely absorbed in the labors of his studio, and, with the exception of his journeys to Paris, one to Vienna, and a few short intervals of absence in Florence and other parts of Italy, he never quit Rome. In his own words, "his statues were the sole proofs of his civil existence."

There was, however, another proof, which modesty forbade him to mention, an ever-active benevolence, especially towards artists. In 1815 he was commissioned by the Pope to superintend the transmission from Paris of those works of art which had formerly been conveyed thither under the direction of Napoleon. By his zeal and exertions - for there were many conflicting interests to reconcile - he adjusted the affair in a manner at once creditable to his judgment and fortunate for his country.

In the autumn of this year he gratified a wish he had long entertained of visiting London, where he received the highest tokens of esteem. The artist for whom he showed particular sympathy and regard in London was Benjamin Haydon, who might at the time be counted the sole representative of historical painting there, and whom he especially honored for his championship of the Elgin marbles, then recently transported to England, and ignorantly depreciated by polite connoisseurs. Among Canova's English pupils were sculptors Sir Richard Westmacott and John Gibson.

Canova returned to Rome in the beginning of 1816, with the ransomed spoils of his country's genius. Immediately after, he received several marks of distinction: he was made President of the Accademia di San Luca, the main artistic institution in Rome, and by the hand of the Pope himself his name was inscribed in "the Golden Volume of the Capitol", and he received the title of Marquis of Ischia, with an annual pension of 3000 crowns.

He now contemplated a great work, a colossal statue of Religion. The model filled Italy with admiration; the marble was procured, and the chisel of the sculptor ready to be applied to it, when the jealousy of churchmen as to the site, or some other cause, deprived the country of the projected work. The mind of Canova was inspired with the warmest sense of devotion, and though foiled in this instance he resolved to consecrate a shrine to the cause. In his native village he began to make preparations for erecting a temple which was to contain, not only the above statue, but other works of his own; within its precincts were to repose also the ashes of the founder. Accordingly he repaired to Possagno in 1819. After the foundation-stone of this edifice had been laid, Canova returned to Rome; but every succeeding autumn he continued to visit Possagno, in order to direct the workmen, and encourage them with pecuniary rewards and medals.

In the meantime the vast expenditure exhausted his resources, and compelled him to labor with unceasing assiduity notwithstanding age and disease. During the period which intervened between commencing operations at Possagno and his decease, he executed or finished some of his most striking works. Amongst these were the group Mars and Venus, the colossal figure of Pius VI, the Pietà, the St John, the recumbent Magdalen. The last performance which issued from his hand was a colossal bust of his friend, the Count Cicognara.

In May 1822 he paid a visit to Naples, to superintend the construction of wax moulds for an equestrian statue of the perjured Bourbon king Ferdinand VII. This journey materially injured his health, but he rallied again on his return to Rome. Towards the latter end of the year he paid his annual visit to the place of his birth, when he experienced a relapse. He proceeded to Venice, and expired there at the age of nearly sixty-five. His disease was one which had affected him from an early age, caused by the continual use of carving-tools, producing a depression of the ribs. The most distinguished funeral honors were paid to his remains, which were deposited in the temple at Possagno on 25 October 1822. His heart was interred in a marble pyramid he designed as a mausoleum for the painter Titian in the church of Santa Maria Gloriosa dei Frari in Venice, now a monument to the sculptor.

Among Canova's heroic compositions, his Perseus with the Head of Medusa (photo, right) appeared soon after his return from Germany. The moment of representation is when the hero, flushed with conquest, displays the head of the "snaky Gorgon", whilst the right hand grasps a sword of singular device. By a public decree, this fine work was placed in one of the stanze of the Vatican hitherto reserved for the most precious works of antiquity.

In 1802, at the personal request of Napoleon, Canova returned to Paris to model a bust of the first consul. The artist was entertained with munificence, and various honors were conferred upon him. The statue, which is colossal and entitled Napoleon as Mars the Peacemaker, was not finished till four years after. On the fall of the great emperor, Louis XVIII presented this statue to the British government, by whom it was afterwards given to the Duke of Wellington.

Palamedes, Creugas and Damoxenus, the Combat of Theseus and the Centaur, and Hercules and Lichas may close the class of heroic compositions, although the catalogue might be swelled by the enumeration of various others, such as Hector and Ajax, and the statues of George Washington (commissioned by the State of North Carolina to be displayed in its Capitol Building), King Ferdinand of Naples, and others.

Under the head of compositions of grace and elegance, the statue of Hebe takes the first place in point of date. Four times has the artist embodied in stone the goddess of youth, and each time with some variation. The last one is in the Museum of Forlì, in Italy. The only material improvement, however, is the substitution of a support more suitable to the simplicity of the art. Each of the statues is, in all its details, in expression, attitude and delicacy of finish, strikingly elegant.

The Dancing Nymphs maintain a character similar to that of the Hebe. The Three Graces and the Venus are more elevated. The Awakened Nymph is another work of uncommon beauty. The mother of Napoleon, his consort Maria Louise (as Concord), to model whom the author made a further journey to Paris in 1810, the princess Esterhazy and the muse Polymnia (Elisa Bonaparte) take their place in this class, as do the ideal heads, comprising Corinna, Sappho, Laura, Beatrice and Helen of Troy.

Of the cenotaphs and funeral monuments the most splendid is the monument to the archduchess Archduchess Maria Christina, Duchess of Teschen, consisting of nine figures.

Besides the two for the Roman Pontiffs already mentioned, there is one for Alfieri, another for Emo, a Venetian admiral, and a small model of a cenotaph for Horatio Nelson, besides a great variety of monumental relieves.

 

A BRIEF HISTORY OF THE MUSEUM

The Metropolitan Museum of Art was founded in 1870 by a group of American citizens – businessmen and financiers as well as leading arists and thinkers of the day – who wanted to create a museum to bring art and art education to the American people.

 

The Metropolitan's paintings collection also began in 1870, when three private European collections, 174 paintings in all, came to the Museum. A variety of excellent Dutch and Flemish paintings, including works by such artists as Hals and Van Dyck, was supplemented with works by such great European artists as Poussin, Tiepolo, and Guardi.

 

The collections continued to grow for the rest of the 19th century – upon the death of John Kensett, for example, 38 of his canvases came to the Museum. But it is the 20th century that has seen the Museum's rise to the position of one of the world's great art centers. Some highlights: a work by Renoir entered the Museum as early as 1907 (today the Museum has become one of the world's great repositories of Impressionist and Post-Impressionist art)...in 1910 the Metropolitan was the first public institution to accept works of art by Matisse...by 1979 the Museum owned five of the fewer than 40 known Vermeers...the Department of Greek and Roman Art now oversees thousands of objects, including one of the finest collections in glass and silver in the world...The American Wing holds the most comprehensive collection of American art, sculpture, and decorative arts in the world...the Egyptian art collection is the finest outside Cairo...the Islamic art collection is without peer...and so on, through many of the 17 curatorial departments.

 

In 1880, the Metropolitan Museum moved to its current site in Central Park. The original Gothic-Revival-style building has been greatly expanded in size since then, and the various additions (built as early as 1888) now completely surround the original structure. The present facade and entrance structure along Fifth Avenue were completed in 1926.

 

A comprehensive architectural plan for the Museum approved in 1971 was completed in 1991. The architects for the project were Kevin Roche John Dinkeloo and Associates, and the overall aim was to make the Museum's collections more accessible to the public, more useful to the scholars and, in general, more interesting and informative to all visitors.

 

Among the additions to the Museum as part of the master plan are: the Robert Lehman Wing (1975), which houses an extraordinary collection of Old Masters, as well as Impressionist and Post-Impressionist art; the installation in The Sackler Wing of the Temple of Dendur (1978), an Egyptian monument (ca. 15 B.C.) that was given to the United States by Egypt; The American Wing (1980), whose magnificent collection also includes 24 period rooms offering an unparalleled view of American art history and domestic life; The Michael C. Rockefeller Wing (1982) for the display of the arts of Africa, Oceania, and the Americas; the Lila Acheson Wallace Wing (1987), which houses modern art; and the Henry R. Kravis Wing, devoted to European sculpture and decorative arts from the Renaissance to the beginning of the 20th century.

 

With the building now complete, the Metropolitan Museum continues to refine and reorganize the collections in its existing spaces. In June 1998, the Arts of Korea gallery opened to the public, completing a major suite of galleries – a "museum within the Museum" – devoted to the arts of Asia. In October 1999 the renovated Ancient Near Eastern Galleries reopened. And a complete renovation and reinstallation of the Greek and Roman Galleries is underway: the first phase, The Robert and Renée Belfer Court for early Greek art, opened in June 1996; the New Greek Galleries premiered in April 1999; and in April 2000 the Cypriot Galleries will open to the public.

  

Antonio Canova (Possagno, 1 de Novembro de 1757 — Veneza, 13 de Outubro de 1822) foi um desenhista, pintor, antiquário e arquiteto italiano, mas é mais lembrado como escultor, desenvolvendo uma carreira longa e produtiva. Seu estilo foi fortemente inspirado na arte da Grécia Antiga, suas obras foram comparadas por seus contemporâneos com a melhor produção da Antiguidade, e foi tido como o maior escultor europeu desde Bernini, sendo celebrado por toda parte. Sua contribuição para a consolidação da arte neoclássica só se compara à do teórico Johann Joachim Winckelmann e à do pintor Jacques-Louis David, mas não foi insensível à influência do Romantismo. Não teve discípulos regulares, mas influenciou a escultura de toda a Europa em sua geração, atraindo inclusive artistas dos Estados Unidos, permanecendo como uma referência ao longo de todo o século XIX especialmente entre os escultores do Academismo. Com a ascensão da estética modernista caiu no esquecimento, mas sua posição prestigiosa foi restabelecida a partir de meados do século XX. Também manteve um continuado interesse na pesquisa arqueológica, foi um colecionador de antiguidades e esforçou-se por evitar que o acervo de arte italiana, antiga ou moderna, fosse disperso por outras coleções do mundo. Considerado por seus contemporâneos um modelo tanto de excelência artística como de conduta pessoal, desenvolveu importante atividade beneficente e de apoio aos jovens artistas. Foi Diretor da Accademia di San Luca em Roma e Inspetor-Geral de Antiguidades e Belas Artes dos estados papais, recebeu diversas condecorações e foi nobilitado pelo papa Pio VII com a outorga do título de Marquês de Ischia.[1][2][3]

ntonio Canova era filho de um escultor de algum mérito, Pietro Canova, que faleceu quando o filho tinha cerca de três anos. Um ano depois sua mãe, Angela Zardo, também o deixou, casando com Francesco Sartori e entregando o menino aos cuidados de seu avô paterno, Passino Canova, também escultor, e de sua tia Caterina Ceccato. Teve um meio-irmão das segundas núpcias de sua mãe, o abade Giovanni Battista Sartori, de quem se tornou amigo íntimo, e que foi seu secretário e executor testamentário. Aparentemente seu avô foi o primeiro a notar seu talento, e assim que Canova pôde segurar um lápis foi iniciado nos segredos do desenho. Sua juventude foi passada em estudos artísticos, mostrando desde cedo predileção pela escultura. Com nove anos já foi capaz de produzir dois pequenos relicários em mármore, que ainda existem, e desde então seu avô o empregou para diversos trabalhos. O avô era patrocinado pela rica família Falier de Veneza, e através dele Canova foi apresentado ao senador Giovanni Falier, que se tornou seu assíduo protetor, e cujo filho Giuseppe se tornou um dos seus mais constantes amigos. Através de Falier, Canova, com cerca de 13 anos, foi colocado sob a orientação de Giuseppe Torretto, um dos mais notáveis escultores do Vêneto em sua geração. Seu estudo foi facilitado pelo acesso que teve a importantes coleções de estatuária antiga, como as mantidas pela Academia de Veneza e pelo colecionador Filippo Farsetti, que foi-lhe útil estabelecendo novos contatos com ricos patronos. Logo suas obras foram elogiadas pela precoce virtuosidade, capacitando-o a receber suas primeiras encomendas, entre elas duas cestas de frutas em mármore para o próprio Farsetti, muito admiradas. A cópia que fez em terracota dos célebres Lutadores Uffizi valeu-lhe o segundo prêmio na Academia.[4][5]

Com a morte de Torretto a continuidade da instrução de Canova foi confiada a Giovanni Ferrari, sobrinho do outro, mas permaneceu com ele apenas um ano. Então, com apenas dezesseis anos, decidiu iniciar o trabalho por conta própria, e logo recebeu de Falier a encomenda para estátuas representando Orfeu e Eurídice. O conjunto, acabado entre 1776-77, resultou tão bem e atraiu tanto aplauso que seus amigos já previam para ele um futuro brilhante.[5] Nele, e em outro grupo importante, representando Dédalo e Ícaro (1778-79), o escultor já mostrava grande maturidade. Seu estilo nessa fase, se tinha um caráter ornamental típico do Rococó, era também vigoroso, e ao mesmo tempo se distinguia da tradição naturalista da arte veneziana e evidenciava uma tendência à idealização que adquirira com seus estudos dos clássicos.[4]

O grande progresso de Canova levou Falier a organizar sua ida para Roma, a fim de que se aperfeiçoasse. Roma nessa época era o mais importante centro de peregrinação cultural da Europa e uma meta obrigatória para qualquer artista que aspirasse à fama. Com sua pletora de monumentos antigos e grandes coleções, numa fase em que estava em pleno andamento a formação do Neoclassicismo, a cidade era toda um grande museu, e oferecia inúmeros exemplares autênticos para estudo em primeira mão da grande produção artística do passado clássico. [4] Antes de sua partida seus amigos conseguiram-lhe uma pensão de 300 ducados anuais, que se manteria por três anos. Também obteve cartas de apresentação para o embaixador veneziano na cidade, o Cavalier Girolamo Zulian, um ilustrado patrono das artes, que o recebeu com grande hospitalidade quando o artista chegou ali em torno de 1779 (Cf. nota: [6]), e providenciou a primeira exibição pública, em sua própria casa, de um trabalho do artista, uma cópia do grupo de Dédalo e Ícaro que mandou vir de Veneza e que suscitou a admiração de quantos a viram. Segundo o relato do conde Leopoldo Cicognara, um de seus primeiros biógrafos, apesar da aprovação unânime da obra Canova sentiu enorme embaraço naquele momento, falando muitas vezes dele anos mais tarde como um dos episódios mais tensos de sua vida. Através de Zulian Canova foi assim introduzido, com um sucesso imediato, na populosa comunidade local de intelectuais, onde brilhavam o arqueólogo Gavin Hamilton, os colecionadores sir William Hamilton e o cardeal Alessandro Albani, e o antiquário e historiador Johann Joachim Winckelmann, o principal mentor do Neoclassicismo, entre tantos outros que partilhavam de seu amor aos clássicos.[5][7]

Em Roma Canova pôde aprofundar o estudo das mais importantes relíquias da Antigüidade, completar sua educação literária, aperfeiçoar sua fluência no francês e colocar-se na competição com os melhores mestres da época.[8] O resultado ficou além de suas próprias expectativas. Sua primeira obra produzida em Roma, patrocinada por Zulian, foi Teseu vencendo o Minotauro (1781), que foi recebida com grande entusiasmo, a ponto de ser declarada como o marco inaugural de uma nova era para as artes. Em seguida esculpiu um pequeno Apolo em ato de coroar a si mesmo (1781-82), para o senador Abondio Rezzonico, uma estátua de Psiquê (1793) para Zulian, e passou a contar com o apoio de Giovanni Volpato, que abriu-lhe outras portas, entre elas a do Vaticano. Nesse período estabeleceu uma ligação tumultuada com a filha de Volpato, Domenica.[9][7]

Sua próxima encomenda, acertada por intermédio de Volpato, foi um monumento fúnebre ao papa Clemente XIV, mas para aceitá-la decidiu pedir permissão ao Senado de Veneza, em consideração à pensão que lhe haviam conseguido. Sendo concedida, fechou sua oficina em Veneza e voltou imediatamente para Roma, onde abriu um novo atelier nas imediações da Via del Babuino, onde os dois anos seguintes foram passados para a conclusão do modelo, e outros dois gastos na realização da obra, que foi finalmente inaugurada em 1787, atraindo o elogio dos maiores críticos da cidade. Durante esse período se engajou paralelamente em projetos menores, alguns baixos-relevos em terracota e uma estátua de Psique. Mais cinco anos foram despendidos na elaboração de um cenotáfio para Clemente XIII, entregue em 1792, que levou sua fama a alturas ainda maiores.[9]

Nos anos seguintes, até o encerramento do século, Canova se aplicou com ingente empenho em produzir um significativo conjunto de novas obras, entre elas vários grupos de Eros e Psiquê, em atitudes diferentes, que lhe valeram um convite para que se instalasse na corte russa, mas declarando sua íntima ligação com a Itália, declinou. Outras foram a Despedida de Vênus e Adônis, o grupo Hércules furioso lançando Licas ao mar, uma estátua de Hebe, e uma primeira versão da Madalena penitente. Mas o esforço foi excessivo para sua saúde, e o uso continuado de um apetrecho de escultura chamado trapano, que comprime o peito, provocou o afundamento de seu esterno. Sentindo-se exausto após tantos anos de atividades intensas e ininterruptas, e em vista da ocupação francesa de Roma em 1798, retirou-se para Possagno, onde aplicou-se à pintura, e logo seguiu em uma excursão de recreio pela Alemanha em companhia de seu amigo o Príncipe Rezzonico. Também passou pela Áustria, onde recebeu a encomenda de um cenotáfio para a arquiduquesa Maria Cristina, filha de Francisco I, que resultou anos mais tarde em uma obra majestosa, a melhor que produziu nesse gênero. Nessa mesma ocasião foi induzido a enviar para a capital austríaca o grupo de Teseu matando o centauro, que havia sido destinado para Milão, e que foi instalado em um templo em estilo grego construído especialmente para esse fim nos jardins do Palácio de Schönbrunn.[9]

Em sua volta a Roma em 1800, revigorado, produziu em poucos meses uma das suas composições mais aclamadas, o Perseu com a cabeça da Medusa (1800-01), inspirado livremente no Apolo Belvedere e julgado digno de ombrear com ele, e que lhe valeu o título de Cavalier, concedido pelo papa. Em 1802 foi convidado por Napoleão Bonaparte para visitar Paris e criar uma estátua sua, e segundo o testemunho de seu irmão, que o acompanhara, o escultor e o estadista mantiveram conversações em um nível de grande franqueza e familiaridade. Também encontrou o pintor Jacques-Louis David, o mais importante dos neoclássicos franceses.[10]

Em 10 de agosto de 1802 o papa Pio VII indicou o artista como Inspetor-Geral das Antiguidades e Belas Artes do Vaticano, posto que conservou até sua morte. Além de ser um reconhecimento de sua obra escultórica, a indicação implicava que ele também era considerado um conhecedor, com a capacidade de julgar a qualidade das obras de arte e um interesse em preservar as coleções papais. Entre as atribuições do cargo estavam a responsabilidade pela emissão de autorizações para escavações arqueológicas e a supervisão dos trabalhos de restauro, aquisição e exportação de antiguidades, além da supervisão sobre a instalação e organização de novos museus nos estados papais. Ele inclusive comprou 80 peças antigas com seus próprios recursos e as doou para os Museus Vaticanos. Entre 1805 e 1814 foi quem decidiu sobre a vinda de todos os artistas bolsistas italianos para aperfeiçoamento em Roma. Em 1810 foi indicado para a presidência da Accademia di San Luca, a mais importante instituição artística da Itália em sua época, e permaneceu como um baluarte de estabilidade na esfera cultural romana ao longo do turbulento período da ocupação francesa, sendo confirmado em suas posições por Napoleão. Sua missão administrativa culminou com a incumbência de resgatar, em 1815, o espólio artístico arrebatado da Itália pelo imperador francês, e por seu zelo e esforço conseguiu resolver o difícil trabalho de acomodar interesses internacionais divergentes e recuperar diversos tesouros para sua pátria, entre eles obras de Rafael Sanzio, o Apolo Belvedere, a Vênus Medici e o Laocoonte.[11][12]

No outono deste ano pôde realizar o sonho há muito acalentado de viajar a Londres, onde foi recebido com grande consideração. Sua viagem tinha dois propósitos primários: agradecer a ajuda que o governo britânico lhe dera da recuperação do acervo italiano confiscado, e conhecer os Mármores de Elgin, um grande conjunto de peças removidas do Partenon de Atenas, criadas por Fídias e seus assistentes, conhecimento que para ele foi uma revelação, contribuindo para confirmar sua impressão de que a arte grega era superior pela qualidade de seu acabamento e pela sua atenção à natureza. Ele também foi solicitado a dar seu parecer de perito sobre a importância do conjunto, que estava sendo posto à venda por Lord Elgin para a Coroa, e expressou-se nos termos mais elogiosos, mas recusou-se a restaurá-las, conforme foi convidado a fazê-lo, considerando que deviam permanecer como testemunhos autênticos da grande arte grega.[13] Voltando a Roma em 1816 com as obras devolvidas pela França, foi recebido em triunfo e recebeu do papa uma pensão de 3 mil escudos, tendo seu nome inscrito no Livro de Ouro do Capitólio com o título de Marquês de Ischia.[3][14]

Então Canova começou a elaborar o projeto para uma outra estátua, monumental, representando a Religião. Não por servilismo, uma vez que era um devoto ardente, mas sua idéia de instalá-la em Roma acabou frustrado mesmo sendo financiado por ele mesmo e estando pronto o modelo em seu tamanho definitivo, que entretanto acabou sendo executado em mármore em tamanho muito reduzido por ordem Lord Brownlow e levado para Londres. Mesmo assim ele decidiu erguer um templo em sua vila natal que conteria aquela escultura conforme seu plano original e outras peças de sua autoria, e nele deveriam, no tempo, repousar suas cinzas. Em 1819 foi lançada a pedra fundamental, e em seguida Canova retornou a Roma, mas a cada outono voltava às obras para acompanhar o seu progresso e instruir os empregados, encorajando-os com recompensas financeiras e medalhas. Mas o empreendimento se revelou excessivamente custoso, e o artista teve de voltar ao trabalho com renovado empenho a despeito de sua idade e doenças. Desta fase são algumas de suas peças mais significativas, como o grupo de Marte e Vênus para a Coroa Inglesa, a estátua colossal de Pio VI, uma Pietà (somente o modelo), outra versão da Madalena penitente. Sua última obra acabada foi um enorme busto de seu amigo o Conde Cicognara.[15]

Em maio de 1822 visitou Nápoles para superintender a construção do modelo para uma estátua eqüestre do Rei Fernando IV de Nápoles, mas o trajeto cobrou caro de sua saúde. Voltando a Roma, recuperou-se, mas em sua visita anual a Possagno já chegou lá doente, e recusando o repouso seu estado piorou. Então foi levado a Veneza, onde faleceu lúcido e serenamente. Suas últimas palavras foram "Anima bella e pura" (alma bela e pura), que pronunciou várias vezes antes de expirar. Testemunhos de amigos presentes em seu transpasse dizem que seu semblante foi adquirindo uma crescente radiância e expressividade, como se estivesse absorvido em uma contemplação extática. A autópsia realizada em seguida revelou uma obstrução do intestino por uma necrose na altura do piloro. Seu funeral, realizado em 25 de outubro de 1822, foi cercado das mais altas honras, entre a comoção de toda a cidade, e os acadêmicos disputaram para carregar seu caixão. Seu corpo foi em seguida sepultado em Possagno e seu coração foi depositado em uma urna de pórfiro mantida na Academia de Veneza. Sua morte gerou luto em toda a Itália, e as homenagens fúnebres ordenadas pelo papa em Roma foram assistidas por representantes de várias casas reais da Europa. No ano seguinte começou a ser erguido um cenotáfio para ele, a partir de um modelo que havia sido criado pelo próprio Canova em 1792 por encomenda de Zulian, originalmente para celebrar o pintor Ticiano, mas que não havia sido realizado. Hoje o monumento pode ser visitado na Basílica de Santa Maria Gloriosa dei Frari, em Veneza.[15]

Segundo a Memória Biográfica sobre o artista deixada pelo seu amigo íntimo o Conde Cicognara, Canova manteve ao longo de toda sua vida hábitos frugais e uma rotina regular. Acordava cedo e imediatamente começava a trabalhar. Após o almoço costumava retirar-se para um breve repouso. Teve uma doença crônica de estômago que permanece não identificada, que causava dores severas em ataques que se sucederam ao longo de toda sua vida. Parece ter nutrido uma fé religiosa profunda e sincera. Não manteve uma vida social especialmente brilhante, embora fosse constantemente solicitado para frequentar os círculos de personalidades ilustres que o admiravam, mas era comum que recebesse amigos em sua própria casa após sua jornada de trabalho, à noite, quando se revelava um anfitrião de modos finos, inteligente, afável e caloroso. Segundo suas próprias palavras, suas esculturas eram a única prova de sua existência civil. Parece que em duas ocasiões esteve perto de contrair matrimônio, mas permaneceu solteiro por toda a vida. Seu grupo de amigos, porém, era grande e a eles dedicava um afeto intenso e elevado. Não manteve discípulos regulares, mas se notava talento superior em algum artista iniciante não poupava bons conselhos e encorajamento. Muitas vezes apoiou financeiramente jovens promissores e buscou-lhes encomendas. Mesmo sempre às voltas com muito trabalho, não hesitava em abandonar seu atelier assim que fosse chamado por outro artista para dar sua opinião sobre assuntos de arte ou oferecer conselhos técnicos.[16]

Alimentou um perene entusiasmo pelo estudo da arte antiga e pela arqueologia. Gostava da literatura clássica e fazia frequentes leituras, mas de hábito alguém lia para ele enquanto trabalhava. Considerava a leitura de bons autores um recurso indispensável para aperfeiçoamento pessoal e de sua arte. Não foi um escritor, mas manteve profusa correspondência com amigos e intelectuais, onde se evidencia um estilo de escrita claro, simples e vívido, que foi-se refinando ao longo dos anos sem perder sua força e espontaneidade. Uma de suas cartas de 1812 atesta que chegou a pensar em publicar algo sobre sua arte em seus princípios gerais, mas não o concretizou. Contudo, em segredo muitas de suas observações e idéias foram registradas por seu círculo de associados e tornadas públicas mais tarde. Parecia ser imune à inveja, à crítica e à bajulação, e nunca se afligiu com o sucesso alheio; ao contrário, não economizava elogios quando percebia grandeza na obra de seus colegas de ofício, e manifestava gratidão por conselhos ou reparos que julgava justos e apropriados. Quando uma crítica contundente apareceu publicada em um jornal de Nápoles, dissuadiu seus amigos que queriam prover uma réplica, dizendo que seu trabalho se encarregaria de dar a resposta adequada.[17] As relações de Canova com a política de seu tempo são exemplificadas nas obras que criou para a Casa da Áustria e a Casa de Bonaparte, onde os desejos de legitimação e glorificação dos governantes entraram em conflito com a postura politicamente neutra que o escultor desejava manter. Teve obras recusadas ou severamente criticadas por ambas por não se enquadrarem naqueles desejos, como o grupo de Hércules furioso que lança Licas ao mar (1795), rejeitado pelo imperador austríaco, e o mesmo acontecendo com o retrato alegórico que fez para Napoleão como Marte pacificador.[18] Sua opinião a respeito de Napoleão tem sido descrita como ambígua, sendo ao mesmo tempo um admirador, aceitando da sua família várias encomendas, e um crítico, especialmente pela sua invasão da Itália e o confisco de um grande acervo de obras de arte italianas.[19]

Apreciava o sucesso de suas obras e era vivamente grato por isso, mas nunca evidenciou que um desejo de glória pessoal fosse seu objetivo primário, apesar de ter sido um dos artistas de seu tempo mais expostos aos perigos da celebridade, pois recebeu diversas condecorações e a proteção de muitos nobres importantes, foi ele mesmo nobilitado em vários Estados da Europa, incumbido de altos cargos públicos e incluído como membro em muitas academias de arte mesmo sem jamais tê-lo solicitado. Gastou boa parte da fortuna que veio a acumular em obras de caridade, no fomento de associações de classe e no apoio aos jovens artistas. Em várias ocasiões adquiriu com recursos próprios obras de arte para museus públicos e coleções de livros para bibliotecas, não raro fazendo suas doações anonimamente. Também em vários momentos precisou ser alertado para não dissipar seus rendimentos com os problemas alheios.[20][8]

Seu permanente fascínio pela antiguidade clássica fez com que ele acumulasse uma significativa coleção de peças arqueológicas de mármore e terracota. Sua coleção de placas de terracota da Campania era especialmente interessante, embora nunca citada nas suas primeiras biografias. As peças eram em sua maioria fragmentárias, mas muitas estavam íntegras e eram de alta qualidade, e as tipologias que ele preferiu reunir evidenciam que ele estava à frente das tendências museológicas e colecionistas de seu tempo. O seu interesse pelo material estava ligado ao uso da argila para criar os modelos de suas obras em mármore, e ele a preferia antes do que o gesso por ser mais fácil de trabalhar, e a empregava também para a elaboração dos relevos que ele chamava "de recreação privada", onde representava cenas que encontrava em suas leituras de Homero, Virgílio e Platão.[21]

   

Uhu! Tá acabando *-*

Tô adorando o desafio, muito mesmo. Mas já tô a fim de usar meus outros esmaltes, gente u.u

 

Então... inspirada por arte! Gente, procurei no google imagens por Edvard Munch, Salvador Dalí, Picasso, Tarsila do Amaral, expressionismo, cubismo, dadaísmo, surrealismo, e várias outras coisas relacionadas a arte, mas não tive nenhuma ideia boa '-' Aí eu pintei com um nude esquisitinho, o Dupla Face, da Colorama, porque... nem sei porquê exatamente, achei que seria bom usar um nude como base ueheuheuehe

Comecei a pintar sem nem saber direito o que eu ia fazer, fiz uma bagunça com 7 cores diferentes e depois fui usando o preto pra contornar e separar as cores. Achei bonitinho, só não gostei mais porque o contorno ficou torto (eu nunca acho que fica 100% bom, incrível esse meu dom pra reclamar do que eu faço hein AUSHAUSHAU)

No final acabou ficando uma coisa meio... arte abstrata" :P

 

Usei

1x OPI Nail Envy

2x Dupla Face, Colorama

P/ o "mosaico":

Rio Doce, Impala

Azul Royal, Colorama

Noite Quente, Colorama

Manuela, Rivka

Club, Kolt

Banana Slipt, Dote

Ilha Bela, Panvel

1x Top Coat L'Apogée

 

* Clique aqui para ver as outras unhas do desafio.

 

Gastronomia me envolve pelo paladar e visual. Quando fotografo um prato estou em sintonia com os meus cinco sentidos olfato, paladar, tato, visão e audição. O ruído da máquina fotográfica na cozinha iça a imaginação.

Marta Felipe

 

Só quem ama gastronomia de verdade sabe o quanto é gratificante ouvir elogios após uma bela garfada.

Sayonara Ciseski

 

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My Lajta set: www.flickr.com/photos/37578663@N02/sets/72157645708831478/

A Pesti Izraelita Hitközség Alapítványi Főgimnáziuma (Radnóti Gimnázium) lajtaarchiv.hu/muvek/pesti-izraelita-hitkozseg-alapitvany...

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Grammar School of the Pest Jewish Congregation

Between 1892 and 1895 no fewer than three foundations were created to support the construction of a non-vocational Jewish secondary school, which the fundraisers saw as an efficient measure to counter the continuing decrease of religious zeal among the Jewish elite and the consequent loss of identity. Béla Lajta and Ármin Hegedüs, both highly experienced in schoolbuilding construction, were commissioned to make the preliminary sketches. Finally, it was Lajta who won the assignment.

The first planning drawings bear the date June, 1913, but the actual construction work began on the basis of a second set of plans of March, 1914.

To learn more about it cllick on English version: ) lajtaarchiv.hu/muvek/pesti-izraelita-hitkozseg-alapitvany...

 

Abstract Sculpture. Brazilian. 21st Century AD. Museu Nacional de Belas Artes (established in 1938 AD, in the National School of Fine Arts, 1908 AD, Adolfo Morales de los Ríos, architect). Rio de Janeiro, Brazil. Copyright 2017, James A. Glazier.

Estou morando num sítio, e sem net, por isso minha ausência, mas é difícil ficar longe de vocês e de suas belas artes, então vou providenciar pra breve meu pc estar lá comigo. Desejo a todos uma abençoada páscoa, que o coelhinho seja

bem generoso.

Boarding School for Blind Children 1905–1908.

Founded by Wechselmann Ignác and Neuschloss Zsófia

Architect: Lajta Béla (1873-1920)

Cut glass windows of the door: Róth Miksa

Woodworker: Malomsóky József

lajtaarchiv.hu/az-archivumrol/?lang=en

Main portal, detail

View details in comment below.

 

Vakok Tanintézete, 1905–1908.

Építtető: Wechselmann Ignác és neje, Neuschloss Zsófia

Építész: Lajta Béla (1873-1920)

lajtaarchiv.hu/az-archivumrol/

www.budapestfolyoirat.hu/archivum/2007/5/158-vaktablak-a-...

Mercadão - Belas Artes

xplor-stats.com/index.php?id=37578663@N02&mod=history

Vas Street Trade School (Vocational Secondary School of Trade of the 8th District).

Art Nouveau/Secession style, pre-modern building.

View works of Lajta Béla in my set: www.flickr.com/photos/37578663@N02/sets/72157645708831478

About Lajta Béla: lajtaarchiv.hu/az-archivumrol/?lang=en

About the building: lajtaarchiv.hu/muvek/fovarosi-viii-keruleti-felso-kereske...

Fővárosi VIII. kerületi Felső Kereskedelmi iskola (Vas utcai Kereskedelmi). Szecessziós, premodern épület.

Lajta Béláról: lajtaarchiv.hu/az-archivumrol/

Az épületről: lajtaarchiv.hu/muvek/fovarosi-viii-keruleti-felso-kereske...

Belas Artes, Porto

 

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