new icn messageflickr-free-ic3d pan white
View allAll Photos Tagged Artes visuais

Queridos amigos por favor se possível, acessem o link e votem e compartilhem minha foto para ser escolhida para a vcmostrasp/Dear friends please if possible, access the link and vote and share my photo to be chosen for the exhibition: vcmostrasp

 

www.facebook.com/photo.php?fbid=520599317960253&set=a...

Uma família joga bola diante da obra de Oscar Niemeyer no Ibirapuera em São Paulo.

A family plays soccer in front of a work of Oscar Niemeyer in Ibirapuera in Sao Paulo.

Hoje dia 05/12/2012 faleceu Oscar Niemeyer, minha humilde homenagem a este grande brasileiro.

Today 05/12/2012 days passed away Oscar Niemeyer, my humble tribute to this great Brazilian.

Seeing the trials of Christian Clavier "In Gardens of Eden" and "Testimonies of Silence", also inspired the work of colleagues who are participating in this call, I realized the pain of those who are forgotten, left to their own devices, they see their dreams being destroyed without having to turn to, except the divine.

Vendo os ensaios do Christian Cravo “Nos Jardins do Éden” e “Testemunhos do Silêncio” , inspirado também nos trabalhos dos colegas que estão participando desta chamada, percebi a dor das pessoas que são esquecidas, entregues a própria sorte, que veem seus sonhos serem destruídos sem ter a quem recorrer, a não ser ao divino.

My participation in the Remix # ChamadaCriativa photographs of Christian Clavier. Last year, he released five photos to be remixed by the network (itsNOON). Reached more than 290 designs, 20 were selected and the results were amazing. This year, the co-creation will be in vein. It's the Remix Remix.

Minha participação na #ChamadaCriativa de Remix das fotografias do Christian Cravo. Ano passado, ele disponibilizou 5 fotos para serem remixadas pela rede(itsNOON). Chegaram mais de 290 criações, 20 foram selecionadas e o resultado ficou incrível. Esse ano, a cocriação vai ser na veia. É o remix do remix.

 

Um olhar sobre a obra de Oscar Niemeyer

A look at the work of Oscar Niemeyer

My photographic series is in Stampsy - a growing community that brings you the very best in contemporary visual arts.

  

Minha série fotográfica está na Stampsy - uma comunidade crescente que traz o melhor em artes visuais contemporâneas.

 

stampsy.com/6068

Oi passions!

Fui taggeada pela Holly Hatter para falar 20 coisas sobre mim. Bem, vamos lá:

 

1 - Tenho 21 anos, e agora dia 25 de novembro faço 22.

2 - Sou gaúcha de Rio Grande - RS.

3 - Faço faculdade de Artes Visuais na faculdade federal da minha cidade.

4 - Sou filha única.

5 - Adoro escrever e receber cartas.

6 - Loreena McKennitt é minha cantora preferida.

7 - Adoro folk metal.

8 - Tento usar o estilo mori girl, porém as cores que este estilo usa não combinam muito comigo então eu uso cores um pouco mais mortas.

9 - Tenho três tatuagens: Uma no peito, uma no braço e uma nas costas. Pretendo ter mais alguuuuuuuuuuumas.

10 - Tenho uma cadelinha chamada Valentina, outra Hime e outra Pandora.

11 - Amo demais cachorros! Sou louca por eles! <3

12 - Tô esperando uma filhinha nova. *u* Tá em Porto Alegre já e vai ser fullcustomizada pela Akari <3

13 - Além de moldar os docinhos, gosto de moldar chifres.

14 - Sou louca por uma doll tan.

15 - Não sei mais o que falar então vou enrolar: Adoro jogar Harvest Moon: Back to Nature.

16 - Cultivo uma hortinha no meu quintal. Nela tem: beterraba, cabolinha, alface, couve-flor, repolho, melancia, abóbora, couve, salsinha, manjerona e mostardinha.

17 - Adoooooooro tecidos, principalmente os florais. <3

18 - Tô começando a ler As Crônicas de Gelo e Fogo.

19 - Quando me formar, quero ter um estúdio fotográfico junto a minha casa.

20 - AMOOOOOOOO viajar. Recentemente estive em Buenos Aires.

 

Uffa! Quem ler até o fim ganha uma cartinha. x3

Ah, sou eu na foto. ^_^ Ela foi tirada por um talentoso amigo. <3

 

Um ótimo final de semana com gostinho de chocolate!

Coimbra

 

View from CAV ( Centro de Artes Visuais )

 

Portugal 2007

 

My tribute to Christmas and the best wishes to all my friends and viewers on Flickr

Mangue crew & Serjão ¡¡Z!! Grafite atualmente inexistente. Memória preservada. Rua Mário Melo (Recife/PE)

Escola de Artes Visuais do Parque Lage. Rio de Janeiro

Tribute to Man Ray #3

Model Maíra Gabrich

Tribute to Man Ray #6

Model: Maíra Gabrich

Serjão ¡¡Z!! & Irado. Viaduto da Avenida Caxangá (Recife/PE)

O Parque Henrique Lage é um parque público da cidade do Rio de Janeiro, localizado aos pés do morro do Corcovado, à rua Jardim Botânico. Possui uma área com mais de 52 hectares e foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), em 14 de junho de 1957, como patrimônio histórico e cultural da cidade do Rio de Janeiro

 

Parque Lage (in full "Parque Enrique Lage") is a public park in the city of Rio De Janeiro, located in the Jardim Botânico neighborhood at the foot of the Corcovado.

     

The atrium of the mansion with café.

The land was formerly the residence of industrialist Enrique Lage and his wife, singer Gabriela Bezanzoni. During the 1920's Lage had the mansion remodeled by Italian architect Mario Vodrel, with interior paintings by Salvador Payols Sabaté.

 

In the 1960's the land became a public park, with walking trails through subtropical forest. The Escola de Artes Visuais do Parque Lage (Visual Arts School of Parque Lage) and a café open to the public operate from the former mansion.

 

Tribute to Man Ray #12

Model: Maíra Gabrich

Tribute to Man Ray #1

Model: Maíra Gabrich

Tribute to Man Ray #15

Model: Maíra Gabrich

escuela de artes visuais do parque lage'

rio de janeiro

Trabalho de Percepção e Criação - UFRGS

Professora: Adriana Daccache

Aluno: Maciel Goelzer

 

Agradecimentos:

Camila Piovesan

Camila Zarembski

Tribute to Man Ray #10

Model: Maíra Gabrich

Este trabalho foi selecionado na rede ItsNOON para uma exposição virtual no site do Itaú Cultural, além de uma premiação em dinheiro, o desafio criativo envolvia a elaboração de texto respondendo a pergunta "Qual o valor da arte para você?", a resposta que dei segue abaixo:

- Toda obra de arte é um produto do trabalho humano, portanto pode ter seu valor aferido financeiramente e isto não deprecia em nada o seu valor como arte.

O ser humano tem fome de comida, sede de água e fome e sede de arte.

O artista tem fome, tem sede e é consumido pela arte que produz.

Obs.: Os artistas fotografados fazem parte do coletivo ZZ7ZZ , a curiosidade é que uma das artistas deste coletivo teve um trabalho premiado, e o prêmio é a confecção da capa do novo disco da Madonna, que esteve no Brasil recentemente, o nome da artista Simone Sapienza Siss www.facebook.com/siss.simonesapienza

This work was selected for the network ItsNOON a virtual exhibition on the site of the Itaú Cultural, plus a cash award, the creative challenge involved the preparation of text answering the question "What is the value of art for you?", The answer I gave follows:

- Every work of art is a product of human labor so they could have their assessed value financially and it does not detract at all its value as art.

The human being is hungry for food, water and thirst for hunger and thirst for art.

The artist is hungry, thirsty and is consumed by the art it produces.

Note: The artists photographed are part of collective ZZ7ZZ , that curiosity is one of the artists of this group had a winning work, and the prize is the making of the cover of the new album of Madonna, who was in Brazil recently, the name of the artist Simone Sapienza Siss

www.facebook.com/siss.simonesapienza

Irado. Grafite atualmente inexistente. Memória preservada. Rua Mariz E. Barros (Recife/PE)

Centro de Arte Manuel de Brito, CAMB, Palácio dos Anjos, Algés, Portugal

 

Material: Mix Technique on canvas

Collection: Manuel de Brito

 

BIOGRAPHY

 

"He will continue to do his exploration to the house whose keys you gave him, the reader. There are a number of things that accumulate around you: fans, postcards, jars, necklaces hanging on the wall. But each object seen near proves to be special in some unexpected way. Your relationship with objects is confidential and selective: only the things you feel are yours become yours: it is a relationship with the physicality of things, not an intellectual or emotional idea that replaces the act of seeing them and touching them. And once assimilated by your person, marked by your possession, the objects no longer have the feel of being there by chance, they take on meaning as part of a speech, as a memory made of signs and badges. Are you possessive? Maybe there is not yet enough evidence to say; for now, it can be said that you are possessive towards yourself, that you grasp onto the signs you identify yourself with, fearing to lose yourself with them”.

Italo Calvino, If on a winter's night a traveller

 

The still lifes. The presence, the confrontation between things, its weight, its evocative power. A game about appearances, between what it appears to be and what they remind us of. The images arise in several ways. They may appear casually in sentences in books, in a newspaper, in another image. They may be inside the mind for a long time. They are often a response to other paintings or just their descendants. They may be at the door, in the carpet: the fruits of the night hunting of the cats. They also appear when walking, or while cleaning the garden (an accidental archaeology by chance).

 

More than searching, the work is mainly to be aware, to recognize, to find.

 

João Francisco born in Torres Vedras in 1984. Works and lives in Lisbon and Torres Vedras. Graduated in Fine Arts-Painting from the Faculty of Fine Arts of Lisbon. In 2007 and in 2008 participates in the design authoring workshop in Ar.Co in Lisbon.

 

SORCE: wsimag.com/art/15521-joao-francisco

 

ABOUT JOÂO FRANCISCO (BY ALEXANDRE POMAR)

  

Nenhum outro jovem artista me continua a surpreender tanto como o João Francisco, e a admiração prolonga-se desde 2008, data de uma primeira exposição vista. Agora mostrou trabalhos concebidos para uma instalação de dois dias apenas, num espaço pouco frequentado que nesta ocasião se encerra definitivamente. Tenho só uma vaga memória de lá ter passado um dia, sem consequências, mas o J.F. diz-me que a superfície elevada do chão, que pode ser mesa ou palco e ocupa grande parte da sala, faz parte das regras do espaço, a altura variável. Usou-o a muito pouca altura, como um chão apenas destacado do chão maior da sala, e sobre essa plataforma soerguida mostra um grande desenho a preto e branco que a preenche por inteiro. Um desenho que reduzido à pequena escala da fotografia parece um objecto, com relevo próprio, ou uma representação toda ela em em trompe l'oeil, que de facto não é. Não é o mesmo que se vê no local, se se percorre com um olhar circundante a folha desenhada de grande formato onde as formas, as pregas, os objectos, não são imediatamente legíveis (elas aparecem sintetizadas pela fotografia).

 

Sobre um soalho horizontal que é já desenho e é fundo dispõem-se amarrotados um tapete ou dois e outros tecidos (oleado?), nos quais se formam grandes pregas ondulantes, irregulares e desordenadas, numa orografia insólita que não aparece imediatamente referida às ondas agitadas de um mar; parece haver adiante (acima?) montes e vales, e uma ponte à direita, mas pode ser só a necessidade de identificar aparências. Há pelo menos um pedaço de madeira bem visível, como os que vão dar à praia, e descortina-se um barco em miniatura ou de brincar, outro barco de papel e pelo menos mais uma outra proa ou forma aproximada.

 

É de natureza-morta que se trata, como todos ou quase todos os trabalhos do J.F. - ou todos eles partem da relação de observação do pintor diante da disposição de objectos, regra da natureza-morta, e ganham depois as obras, a partir do género natureza-morta, lugares diversos de contiguidade com a paisagem ou então são a construção de ficções visuais, talvez também narrativas, ou são puzzles complexos de aparências objectuais e artifícios ou de achados perspécticos, e igualmente de referências e citações a outras obras de arte (sempre através de imagens apropriadas, fotos recortadas, estampas, sempre redesenhadas pelo autor - não se trata de colagem de materiais alheios). As sugestões de leitura acumulam-se em sucessivas camadas ou apontam diferentes pistas, e os títulos apoiam e orientam o espectador.

 

O desenho ou pintura de observação começa por ser construção de cenários e estes são acumulações de objectos e igualmente acumulações de sentidos e de histórias e conteúdos (também os da história da arte - o João é um erudito), mesmo que pareçam ser só disposição de objectos. Estamos perante um exercício habilíssimo da mão que desenha sobre uma encenação de coisas que é em si mesma profundamente pensada. E que são também coisas vividas: os objectos representados são objectos pessoais, familiares, de infância, oferecidos, e igualmente coisas encontradas, recolhidas, coleccionadas, acumuladas por um recolector insistente (mais divertido, parece, que obsessivo), em grande a partir da deambulação pelas praias. Voltamos assim às ondas.

 

Além do grande desenho horizontalmente exposto e, como acontece nos trabalhos do JF, também desenhado na horizontal, sobre o soalho, grande desenho que pode pensar-se como acumulação de tapetes e tecidos ou oleados encalhados na praia, mas também como um cama desarranjada - é um desenho a grafite de 240 x 140 cm - , mostra-se em duas paredes em ângulo uma série de pequenas pinturas a guache sobre papel, de 40,8 x 30,5 cm. Aí se enumeram ou descrevem pequenos objectos, anzóis, vértebras de peixe (?), fragmentos de embalagens, pedaços de madeira, brinquedos (uma costeleta de plástico), etc, isolados ou em conjuntos por espécies, todos eles vistos sobre tábuas de soalho.

 

Chama-se a série "Sem título - objectos flutuantes", e trata-se, de facto, da representação de coisas trazidas dos areais que João Francisco percorre, da Praia Azul e Santa Cruz, a Torres Vedras, perto de onde vive. Esta série de pinturas é por si mesma uma colecção e o que mostra são objectos recolhidos e coleccionados, como uma espécie de inventário, lembrando directamente a série "Sem título - o naturalista, 2009-2012", com 16 pinturas a guache sobre papel, 70x50 cm cada, que era uma enumeração-classificação de objectos decorativos e de brinquedos arrumados por géneros (cavalos, cães, bonecas, galos, etc). Há uma aparência divertida de seriedade científica nestas descrições que brincam com o desenho colorido tosco e rápido, que tem algo de infantil e evidente humor. E também se lembra nestas pinturas e no desenho de grande formato uma anterior instalação-acumulação que igualmente se viu há dois anos na Galeria Municipal de Torres Vedras, intitulada "Sem título - trazido pelo mar para Joseph Cornell", 2005 - ... / feita de brinquedos recolhidos na praia (dim. variáveis).

 

E foi o J.F. que me apontou a referência à Onda de Hokusai, a mais paradigmática das ondas (pt.wikipedia.org/wiki/A_Grande_Onda_de_Kanagawa). Lá estão as três barcaças semi-ocultas nas ondas tormentosas, passadas às pregas dos tapetes com idêntico dramatismo. O mar ocupa todo o espaço da folha de Hokusai, sem um lugar distanciado para o observador, também ele incluído na cena representada. É uma visão frontal, recortada pelos bordos da página, preenchendo a página ou o ecrã, sem haver exterior à cena. Pelo contrário, J.F. "desconstrói" a representação, deixando ver as margens do soalho sobre o qual dispõe os objectos da cena (há quatro seixos rolados trazidos da praia que seguram os acntos da folha).

 

Representa o mar como construção montada para este desenho, como cenário de tapetes e mantas para o teatro que vemos - e onde não estamos imersos: o desenho mostra-se como desenho, e a ficção desenhada dá a ver os meios de que serve, denuncia-se como ficção, como construção de aparência e ilusões. A visão não é frontal e estável como a do ecrã de cinema (e do computador) ou a do palco do teatro, ou ainda na fotografia: no que vemos partilhamos o olhar do artista que desenhou verticalmente sobre o chão horizontal, deslocando-se lateralmente sobre a folha, criando uma sucessão de pontos de vista e de fuga.

 

A superfície plana da folha torna-se ela mesma sucessão desordenada de pregass e onda, e não é da criação de um espaço ilusório que se trata (a ilusão é denunciada mostrando os objectos que a constroem), o ilusionismo do trompe l'oeil não é um exercício de virtuosismo maneirista, o jogo dos pontos de observação e das perspectivas constrói com os objectos encenados um teatro que decorre à vista do observador. Vemos o fazer e o desfazer do cenário, vemos um teatro de brinquedos em vez de uma história de aventuras marítimas, vemos desenho ou pintura de histórias (histórias da arte: a natureza-morta e a paisagem marinha, a atracção do trompe l'oeil, Hokusai, etc).

 

Posted at 02:32 in Actual, Artistas Portugal, João Francisco |

 

Alexandre Pomar

 

SOURCE: alexandrepomar.typepad.com/alexandre_pomar/joão-francisco/

Escola de Artes Visuais do Parque Lage.

Obra de Xico Chaves.

Photo by Chico Machado

Área de Cultivo

Na exposição "Área de Cultivo", de Lilian Maus, a ser inaugurada no dia 7 de julho, quinta-feira, às 18h30, na Galeria A Sala, do Centro de Artes/UFPEL (Rua Alberto Rosa, 62 – Pelotas/RS), a artista, integrante do Atelier Subterrânea (Porto Alegre), apresenta desenhos que migram de cadernos autorais, contendo textos-desenhos, para desenhos aquarelados de grande formato e também para a arquitetura do espaço expositivo.

 

O que: Exposição individual "Área de Cultivo", de Lilian Maus

Abertura: 7 de julho, quinta-feira, às 18h30 (entrada franca)

Local: A Sala / Galeria do Centro de Artes – UFPEL (Rua Alberto Rosa, 62 – Pelotas/RS)

Visitação: de segunda a sexta-feira, das 9h às 12h e das 14h às 18h

Encerramento: 4 de agosto de 2011

 

Conversa com artista: dia 8 de julho, sexta-feira, às 10h30, no auditório do IAD (Rua Alberto Rosa, 62 – Pelotas/RS)

Mais informações: www.galeriaiad.blogspot.com

Tribute to Man Ray #7

Model: Maíra Gabrich

Photo by Geovani Corrêa

Área de Cultivo

Na exposição "Área de Cultivo", de Lilian Maus, a ser inaugurada no dia 7 de julho, quinta-feira, às 18h30, na Galeria A Sala, do Centro de Artes/UFPEL (Rua Alberto Rosa, 62 – Pelotas/RS), a artista, integrante do Atelier Subterrânea (Porto Alegre), apresenta desenhos que migram de cadernos autorais, contendo textos-desenhos, para desenhos aquarelados de grande formato e também para a arquitetura do espaço expositivo.

 

O que: Exposição individual "Área de Cultivo", de Lilian Maus

Abertura: 7 de julho, quinta-feira, às 18h30 (entrada franca)

Local: A Sala / Galeria do Centro de Artes – UFPEL (Rua Alberto Rosa, 62 – Pelotas/RS)

Visitação: de segunda a sexta-feira, das 9h às 12h e das 14h às 18h

Encerramento: 4 de agosto de 2011

 

Conversa com artista: dia 8 de julho, sexta-feira, às 10h30, no auditório do IAD (Rua Alberto Rosa, 62 – Pelotas/RS)

Mais informações: www.galeriaiad.blogspot.com

Salões Regionais de Artes Visuais da Bahia 2008 - Alagoinhas

Desenho

Aquarela e nanquim

MENÇÃO ESPECIAL

""ILUSÃO""

ILUSION...

THE FORMS

 

Tribute to Man Ray #14

Model: Maíra Gabrich

Exposição CMYK

artista Valério Cicqueira

GÊNERO artes visuais

DATA 7 de novembro a 6 de dezembro

HORÁRIO 14 às 18 horas (sábado e domingo)

 

ou agende no 3203 2852 (2ª a 6ª )

 

LOCAL ACASA

R.: Des. Benvindo Valente, 312 - São Francisco

Coming from the bottom of the tunnel to share with all photographers and photography lovers who already have my book in their homes (in over 60 countries) that "Street Photography" won the award "Best Work of Photography"( Visual Arts category), on February 21 under the "Authors Award 2011" organized by the Portuguese Society of Authors.

 

vindo do fundo do tunel para partilhar com todos os fotógrafos e amantes da fotografia que têm já o meu livro nas suas casas (em mais de 60 países) a noticia que "Street Photography" ganhou o prémio de "Melhor Trabalho Fotográfico" (categoria de Artes Visuais), no dia 21 de Fevereiro no âmbito do "Prémio Autores 2011" organizado pela Sociedade Portuguesa de Autores.

    

www.ruipalha.com

 

Armando M. Ol. Júnior

Sempre curti muito aviões e na época desta foto uma novidade da indústria aeronáutica estava cruzando os céus de São Paulo, o Airbus 300. Sabia os horários em que ele poderia passar, não era uma ciência exata, mas tinha uma boa porcentagem de acerto, pois onde morava era rota obrigatório para os aviões que iriam pousar em Congonhas,finalmente neste dia tudo deu certo.

O duro foi esperar ter dinheiro para poder revelar as fotos, que na maioria das vezes resultava em decepção, já que minha câmera não possuía fotômetro e suas regulagens eram fixas, e uma nova tentativa de obter o registro poderia demorar muito, porque precisava revelar um filme para ganhar outro do laboratório.

Costumava levar os cartuchos 126 para revelar na Fotóptica que ficava no Shopping da Lapa,era quando aproveitava para namorar a Praktica, a câmera reflex mono objetiva que pretendia comprar, algo que não se realizou.

  

Always enjoyed much time in airplanes and this photo of a novelty aircraft industry was cruising the skies of São Paulo, the Airbus 300. I knew the times that he could pass, was not an exact science, but I had a good hit percentage, because where he lived was required to route the planes would land on Congonhas finally this day everything went right.

The wait was hard to have money to be able to reveal the photos that most often resulted in disappointment, since my camera had no light meter and its adjustments were fixed, and a new attempt to get the record could be long because I needed reveal a film to win another lab.

It used to take 126 cartridges to reveal what was in the Fotóptica Shopping Lapa, was when the Praktica enjoyed to date, the single lens reflex camera that he intended to buy, something that did not happen.

 

Tribute to Man Ray #9

Model: Maíra Gabrich

Rua Jardim Botânico, 414 - Jardim Botânico. Diariamente, 8-17h | Daily, 8am-5pm.

O Parque origina-se do Engenho de Açúcar Del Rei que se situava às margens da Lagoa Rodrigo de Freitas. O entorno compreende 348 mil metros quadrados de floresta nativa da Mata Atlântica, nas encostas do Maciço do Corcovado. Lá funciona a Escola de Artes Visuais que dispõe de uma biblioteca e auditório com capacidade para 150 pessoas. | The Park was originally the Del Rei Sugar Cane Mill and was situated on the margins of the Rodrigo de Freitas Lagoon. The surroundings comprise 348.000 sq. meters of native Atlantic Forest on the slopes of the Corcovado mountain. The Visual Arts School which is now on this property has a library and an auditorium with a capacity to hold 150 people.

Cellah & Cajú. Na Paz Crew. Grafite atualmente inexistente. Memória preservada. Av. Conde da Boa Vista. Boa Vista (Recife/PE)

1 3 4 5 6 7 ••• 79 80