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Modernismo, Art Nouveau, Modern Style, Sezession, Jugendstil, Floreale, Liberty, todos nombres que hacen referencia a ese grácil y elegante movimiento artístico que tuvo lugar a finales del siglo XIX y principios del siglo XX.- Inspirado en la Naturaleza y fundamentado en las nuevas aportaciones industriales, este movimiento rompe con el academicismo, el historicismo y el realismo, extendiéndose hasta las manifestaciones más cotidianas. Tanto las artes mayores como las menores son abarcadas por esta estética sensual, profusa, amante de los motivos florales, de las curvas y de la decoración. Lo artístico y lo artesanal se armonizan en un equilibrio perfecto.

 

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El Palacio de Correos y Telecomunicaciones de la ciudad de Buenos Aires, también llamado Correo Central, es actualmente sede del Centro Cultural Néstor Kirchner. Está ubicado en el barrio de San Nicolás. Es un exponente clásico de la arquitectura del academicismo francés.

 

Recientemente ha sido restaurado repestando en gran parte el diseño original. En esta imagen se pueden apreciar los ascensores originales instalados en el edificio y las nuevas escaleras de emergencia construidas a los lados.

 

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The Buenos Aires Central Post Office (native name: "Palacio de Correos y Telecomunicaciones" or most commonly, "Correo Central"), was the seat of the Argentine Post Office, and the Néstor Kirchner Cultural Centre since May 2015. The building, made in Beaux-Arts architecture style and designed by French architect Norbert Maillart, is located in the San Nicolás, Buenos Aires neighborhood of Buenos Aires.

 

It has recently been restored trying to keep the original style. In this image you can see the original elevators installed in the building and the new emergency staircase built at its sides.

Neo-Realism Museum, Vila-Franca de Xira, Portugal

 

Material: Oil on canvas

Collection: Calouste Gulbenkian Museum, Modern Collection

Inv.: 82PE123

 

ABOUT THE WORK

 

With the rise to power of Getúlio Vargas in the wake of the 1930 revolution, a new headquarters was commissioned for the Brazilian Ministry of Education and Health in Rio de Janeiro.

 

The architectural project was led by Lúcio Costa, with a team made up of names such as Niemeyer and Le Corbusier, and the decoration was entrusted to a young artist, Candido Portinari, who had recently been awarded a prize in Philadelphia.

 

His paintings of rural work and daily life in the shanty towns of Rio de Janeiro were gaining public recognition, and his mythification of the work of the Brazilian people was cherished by the prevailing political ideas.

  

Portinari was charged with painting a series of frescoes depicting, in twelve chronological episodes, the economic cycles of the country since the arrival of the Portuguese: Brazil wood extraction, cane cultivation, cattle breeding, prospecting, tobacco planting, cotton, Paraguay tea, coffee, iron smelting, and rubber and carnauba wax extraction.

 

Between 1936 and 1944, the painter engaged in exhaustive preparatory work, accumulating around three hundred previous studies, done using different techniques, and traveling the country from top to bottom to familiarise himself with the places, contexts and protagonists of his narrative. For Garimpeiros (estudo para mural) [Gold Diggers (study for mural)], he travelled to Ouro Preto and Mariana, in the state of Minas Gerais, the site of the vast precious-stone exploration campaigns.

 

In order for his painting to reach and exalt the people, Portinari knew that he could not isolate himself in avant-garde experiments which were only of interest to an elite.

 

For this reason, he took inspiration from recent Mexican work by Rivera, Orozco and Siqueiros, and chose the format of the mural, the medium best suited to social art due to its capacity to resist everything and be available to everyone.

 

Nevertheless, the formal arrangement recalls the lessons of the Italian Old Masters, who he had studied diligently, in the way that, with a keen sense of synthesis, he rationalised the space at significant points, where all of the detail exterior to the work was eliminated. In this narrative, there is no room for politicians or great national figures. The protagonist is always the figure of the exploited peasant, which reveals the painter’s dual purpose: to recover the historical past in order to undertake a discourse on the present. Although he respected the dictates of socialist realism preached by Louis Aragon, in that he elevated the figures above the landscape, his subjects, however, remained reified people that lacked identity.

 

Work was the only social value that slaves possessed, a fact which Portinari made very clear by drawing their hands and feet disproportionately large.

 

The study makes it possible to follow, step by step, the process by which this magnificent anti-epic was constructed.

 

It was Candido Portinari’s interest in the meaning of historical events, rather than perfunctory and uncommitted descriptions of them, that confirmed him as the greatest herald of his time. In effect, only a few years later, he was invited to stage a solo exhibition at MoMA and received a commission for two murals for the Library of Congress in Washington.

 

Afonso Ramos

 

May 2010

 

SOURCE: gulbenkian.pt/museu/en/works_cam/garimpeiros-estudo-para-...

 

BIOGRAPHY

 

Candido Portinari nasce em 30 de dezembro de 1903, numa fazenda de café perto do pequeno povoado de Brodowski, no estado de São Paulo. Filho de imigrantes italianos, de origem humilde, tem uma infância pobre. Recebe apenas a instrução primária. Desde criança manifesta sua vocação artística. Começa a pintar aos 9 anos. E – do cafezal às Nações Unidas – ele se torna um dos maiores pintores do seu tempo.

 

Aos quinze anos parte para o Rio de Janeiro. Matricula-se na Escola Nacional de Belas-Artes. Em 1928 conquista o Prêmio de Viagem à Europa, com o Retrato de Olegário Mariano. Esse fato é um marco decisivo na trajetória artística e existencial do jovem pintor. Permanece em Paris durante todo o ano de 1930. A distância, pode ver melhor a sua terra. Decide: Vou pintar aquela gente com aquela roupa e com aquela cor…

 

Portinari retorna, saudoso de sua pátria, em 1931. Põe em prática a decisão de retratar nas suas telas o Brasil – a história, o povo, a cultura, a flora, a fauna... Seus quadros, gravuras, murais revelam a alma brasileira. Preocupado, também, com aqueles que sofrem, Portinari mostra em cores fortes a pobreza, as dificuldades, a dor. Sua expressão plástica, aos poucos, vai superando o academicismo de sua formação, fundindo a ciência antiga da pintura a uma personalidade experimentalista moderna. Segundo o escritor Antonio Callado, sua obra constitui um monumental livro de arte que ensina os brasileiros a amarem mais sua terra.

 

Companheiro de poetas, escritores, jornalistas, diplomatas, Candido Portinari participa da elite intelectual brasileira numa época em que se verifica uma notável mudança na atitude estética e na cultura do País. Este seleto grupo reflete, ainda, sobre os problemas do mundo e da realidade nacional. A escalada do nazifascismo e os horrores da guerra, bem como o contato próximo com as históricas mazelas do Brasil reforçam o caráter trágico da vertente social da obra de Portinari e o conduzem à militância política. Filia-se ao Partido Comunista. Candidata-se a deputado federal, a seguir a senador, não se elegendo porém em nenhuma das duas candidaturas. Mais tarde, com o acirramento da repressão política, exila-se por certo tempo no Uruguai.

 

O tema essencial da obra de Candido Portinari é o Homem. Seu aspecto mais conhecido do grande público é a força de sua temática social. Embora menos conhecido, há também o Portinari lírico. Essa outra vertente é povoada por elementos das reminiscências de infância na sua terra natal: os meninos de Brodowski com suas brincadeiras, suas danças, seus cantos; o circo; os namorados; os camponeses... o ser humano em situações de ternura, solidariedade, paz.

 

Pela importância de sua produção estética e pela atuação consciente na vida cultural e política brasileira, Candido Portinari alcança reconhecimento dentro e fora do seu País. Essa afirmação de seu valor se expressa nos diversos convites recebidos de instituições culturais, políticas, religiosas, para realização de exposições e criação de obras; nos prêmios e honrarias obtidos nas mais diferentes partes do mundo; na aura de amizade e respeito construída em torno de sua imagem; no orgulho do povo brasileiro, tão bem representado em sua obra.

 

Candido Portinari morre no dia 6 de fevereiro de 1962, vítima de intoxicação pelas tintas. Na última década de sua existência cria, para a sede da Organização das Nações Unidas, os painéis Guerra e Paz. Na concepção do diretor do Projeto Portinari, João Candido, essa obra-síntese constitui o trabalho maior de toda a vida do pintor. O mais universal, o mais profundo, também, em seu majestoso diálogo entre o trágico e o lírico, entre a fúria e a ternura, entre o drama e a poesia. Na avaliação do artista Enrico Bianco, Guerra e Paz são as duas grandes páginas da emocionante comunicação que o filósofo / pintor entrega à humanidade.

 

SOURCE: www.portinari.org.br/#/pagina/candido-portinari/apresentacao

 

Londres (Royal Academy of Arts)

From: BBC Your Paintings

Modernismo, Art Nouveau, Modern Style, Sezession, Jugendstil, Floreale, Liberty, todos nombres que hacen referencia a ese grácil y elegante movimiento artístico que tuvo lugar a finales del siglo XIX y principios del siglo XX.- Inspirado en la Naturaleza y fundamentado en las nuevas aportaciones industriales, este movimiento rompe con el academicismo, el historicismo y el realismo, extendiéndose hasta las manifestaciones más cotidianas. Tanto las artes mayores como las menores son abarcadas por esta estética sensual, profusa, amante de los motivos florales, de las curvas y de la decoración. Lo artístico y lo artesanal se armonizan en un equilibrio perfecto.

 

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From the book "Academics, honoring Caravaggio (2010-2011)".

 

© Aurelio Monge 2009-2011

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Sátiro embriagado I

ACADEMICS II

 

©2013 Aurelio Monge

Con la colaboración de Franck Grall y Frederich Sancho

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Modernismo, Art Nouveau, Modern Style, Sezession, Jugendstil, Floreale, Liberty, todos nombres que hacen referencia a ese grácil y elegante movimiento artístico que tuvo lugar a finales del siglo XIX y principios del siglo XX.- Inspirado en la Naturaleza y fundamentado en las nuevas aportaciones industriales, este movimiento rompe con el academicismo, el historicismo y el realismo, extendiéndose hasta las manifestaciones más cotidianas. Tanto las artes mayores como las menores son abarcadas por esta estética sensual, profusa, amante de los motivos florales, de las curvas y de la decoración. Lo artístico y lo artesanal se armonizan en un equilibrio perfecto.

 

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Jean-Auguste-Dominique Ingres (Montauban, 1780 - Paris, 1867) Comtesse d'Haussonville (1845)

Nueva York/New York (The Frick Collection) via Wikimedia Commons

Hiram Powers (Woodstock, Vermont 1805 - Florence, Italy 1873) Diana (1853)

Washington D. C. (Smithsonian American Art Museum)

Francesco Hayez (Venice, 1791 - Milan, 1882) Secret Indictment (c. 1847-1848)

Pavía/Pavia (Musei Civici)

Sátiro embriagado (versión natura morta)

ACADEMICS II

©2013 Aurelio Monge

Con la coautoría de Franck Grall

Sátiro embriagado (detalle)

ACADEMICS II

©2013 Aurelio Monge

Con la colaboración de Franck Grall y Frederich Sancho

Sátiro embriagado (tras la cámara)

ACADEMICS II

©2013 Aurelio Monge

Con la colaboración de Franck Grall y Frederich Sancho

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Joaquín Sorolla (Valencia, 1863 - Cercedilla, 1923) After the Bath (1892)

Madrid (Museo Sorolla)

Vitoria-Gasteiz (Museo de Bellas Artes de Álava)

Francesco Hayez (Venice, 1791 - Milan, 1882) Meditation (1851)

Verona (Galleria d'Arte Moderna Achille Forti)

From the book "Academics, honoring Caravaggio (2010-2011)".

 

© Aurelio Monge 2009-2011

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Fernando Labrada Martín (Periana, Málaga, 1888 - Madrid, 1977) Head Study/Antonia Chércoles Atance, the Painter's Wife (1922)

 

Málaga (Museo de Arte y Arqueología)

 

A Málaga native and favourite student of Muñoz Degrain, Labrada was one of de most respected Spanish painters of his day as well as noted teacher and printmaker. He surprised the public with this small-format work at the 1922 National Exhibition, where it won a first-class medal. In ussing Renaissance formats and techniques to create this miniature portrait of his wife, Labrada applied the fine brushwork of the old master to contemporary female subjetcs

Pedro Sáenz y Sáenz (Malaga, 1863-1927) Portrait of Trinidad Sáenz Martos, Painter's Daughter (c. 1910-1927)

Museo de Málaga

Rembrandt Peale (Bucks County, 1778 - Philadelphia, 1860) Rubens Peale with a Geranium (1801)

Washington D.C. (National Gallery of Art) via Wikimedia Commons

Please do not use this image on websites, blogs or any other media without asking my written permission. All rights reserved.....© Lansbricae 2011

 

Desde o ano 1894 e ata 1901, por iniciativa de Eugenio Montero Ríos, acometense obras de reformas na actual Facultade de Xeografía e Historia. Engadiuse un segundo andar. Nesta segunda planta situouse no seu principal salón o novo Salón de Actos da Universidade de Santiago.

 

En 1903 proxéctase a súa decoración "S.M. o Rei de conformidade co dictame da Xunta de Construccións Civís, tivo a ben aprobar o proxecto formado polo Arquitecto Arturo Calvo para o novo Salón de Actos da Universidade de Santiago de Galicia por un importe de execucion material que ascende a 37.614´30 pesetas". A obra finalízase para a celebración do curso académico 1906-1907.

 

O conxunto mural divídese en tres plafóns. Está presidido pola deusa Minerva acompañados de numerosos putti, e en compañía das Alegorías das Ciencias, iluminadas pola Razón, e das Artes.

 

"A pintura imbricada no escenario arquitectónico, e por tradición atribuida a José María Fenollera Ibáñez, resulta dun azucrado e artificioso academicismo moi propio do fin de século".

 

Fonte: (1995) GALLAECIA FVLGET. Cinco Séculos de Historia Universitaria.

Sátiro embriagado (versión natura morta)

ACADEMICS II

©2013 Aurelio Monge

Con la colaboración de Franck Grall y Frederich Sancho

www.flickr.com/photos/francktg

Theude Grønland (Altona, 1817 - Berlin, 1876) Still Life with Flowers and Antique Vase (1845)

Imagen por cortesía de Dorotheum

Theude Grønland (Altona, 1817 - Berlin, 1876) Poppies, Tulips and Roses in a Vase (1846)

Imagen por cortesía de Christie's

Embajada de la Repùblica de Francia

 

Cerrito 1360

Retiro

 

Proyectista: Pablo Pater,arq.

  

Año de proyecto: 1913

  

Año de inauguración: 1918

  

Corriente estilística:

Academicismo Francés con influencia Neoborbónica

 

Daniel Ortiz Basualdo erigió su vivienda en el terreno que heredara de su madre, solar que estaba ocupado por caballerizas. La construcción fue encomendada al Arq. francés Pablo Pater en 1913. Posteriormene fue adquirido por el Gobierno Francés e inaugurado como Embajada en 1939. Residió en él el Principe de Gales en 1925 y lo visitó Charles de Gaulle en 1964.

 

La decoración del interior llevada a cabo por Jansen, fue realizada siguiendo varios estilos. Las escaleras Chinppendale, los techos decorados con frescos, la boisserie del comedor tallada en roble imitando la del Palacio Real de Noruega.

En otros ambientes hay tapices de Fouquet, arañas de cristal de Bacarat y velas de opalina.

Palau de Justicia

Jardines de la Glorieta

Construcción: 1758 - 1802 (como Aduana de Valencia)

Arquitectos: Felipe Rubio, Antonio Gilabert y Tomás Miner

Estilo: Academicismo neoclásico

En la actualidad es el Tribunal Superior de Justicia

 

AUTOECLIPSE. ARMANDO ANDRADE TUDELA

24 FEBRERO – 15 SEPTIEMBRE 2019

 

COMISARIO DANIEL STEEGMANN MANGRANÉ

 

“Hacer una exposición con Armando Andrade Tudela es como llevar a cabo una operación de trepanación. Es hacerse un agujero en la cabeza y meter los dedos dentro. Es abrir el trabajo para hacer salir la presión. Es cortar una puerta para abrir el sistema de un artista y hacerle tomar caminos inéditos. Es delicado, arcaico e irónico. Darse a la trepanación es también una manera de escapar a una forma de burocracia de la exposición que fijaría las obras que nos gustaría en cambio mantener en un estado crítico, cuando ellas basculan entre categorías de escultura, de pintura, de fotografía, de cine, de útil, de mueble, que enfrentan al mismo tiempo la práctica del taller y la conceptual, el norte y el sur, la mano y la cabeza. Una trepanación es una artimaña. Pero hay otras.

  

Hacer una exposición con Armando Andrade Tudela es trabajar y también dejar de hacerlo. Es hacer una experiencia de transición, en ese momento en el que “el sol rehúsa ponerse o, no, la tierra rehúsa rotar para que el sol se pueda al fin poner, sí”. Es concebir un espacio tiempo donde las obras puedan escapar de la fijación de su modo de existencia, mantenidas como una forma de ambigüedad, en un proceso de transformación o de adaptación a los deseos paradójicos. Ya sea que se dirige a la modernidad peruana, o a la empatía europea, la presión de las cosas sobre el cuerpo o los traumas del academicismo, el trabajo no se permite librarse a una lectura unívoca, confrontándose a las miradas oblicuas que llegan de una parte y de la otra del Océano.”

  

Con esta presentación de Elfi Turpin para la exposición On Working And Then Not Working en el CRAC Alsace, se presentaba una exposición en movimiento. En el CA2M, las obras son fijadas por otro artista, Daniel Steegmann, para otorgarles otra forma de vida nueva.

  

Armando Andrade Tudela (Lima, 1975) se formó primero en Perú y más tarde en el Royal College of Art de Londres y Jan Van Eyck Academy, de Maastricht. Su trabajo ha sido presentado en el Solomon R. Guggenheim Museum, Nueva York, la Bienal de Sao Paulo, Bienal de Shanghai, Museo de Arte de Lima, el MACBA de Barcelona, DAAD de Berlín, Ikon Gallery en Birmingham, Frankfurter Kunstverein y Kunsthalle Basel.

  

SELF-ECLIPSE. ARMANDO ANDRADE TUDELA

24 FEBRUARY – 4 AUGUST 2019

  

CURATED BY DANIEL STEEGMANN MANGRANÉ

 

“Putting together an exhibition with Armando Andrade Tudela is like undertaking a trepanation. It’s making a hole in the artist’s head and inserting our fingers. Opening up his work to take the pressure off. Cutting a doorway into an artist’s system and sending him off down new roads to adventure. A delicate, archaic, ironic business. This trepanation is also a way of escaping a kind of exhibition bureaucracy bent on petrifying works we’d like to keep in a critical state until they tip over into the categories – sculpture, painting, photography, film, tool, furniture – that dichotomize studio practice and conceptual practice, North and South, hand and head. Trepanation’s a ruse. There are others.

 

Putting together an exhibition with Armando Andrade Tudela is working and then not working. It’s experiencing a transition – the moment when “The sun refused to set or, no, the Earth refused to move so that the sun could set, yes.” It’s conceiving a space-time in which, in order to preserve them from that fixed mode of existence, the works are maintained in a kind of ambiguity, a process of transformation or of adaptation to paradoxical desires. Whether speaking to Peruvian modernity, European empathy, the pressure of things on the body or the traumatising effects of the academic, the work endlessly eludes any univocal approach, offering itself, instead, to oblique scrutiny from both sides of the Ocean.”

 

This was how Elfi Turpin presented On Working And Then Not Working at CRAC Alsace, as an exhibition in movement. Here at CA2M, the works is curated by another artist, Daniel Steegmann, to give them another new form of life.

 

Armando Andrade Tudela (Lima, 1975) studied first in Peru and then at the Royal College of Art in London and at the Jan Van Eyck Academy in Maastricht. His work has been exhibited at the Solomon R. Guggenheim Museum, New York, the Sao Paulo Biennial, Shanghai Biennial, Museo de Arte de Lima, MACBA in Barcelona, DAAD Berlin, Ikon Gallery in Birmingham, Frankfurter Kunstverein and Kunsthalle Basel.

 

CA2M –AUTOECLIPSE. ARMANDO ANDRADE TUDELA

  

From the book "Academics, honoring Caravaggio (2010-2011)".

 

© Aurelio Monge 2009-2011

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Jean-Auguste Dominique Ingres (Montauban, 1780 - París, 1867) Portrait of Princesse de Broglie (1851-1853)

MET (Nueva York)

Sátiro embriagado II

ACADEMICS II

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Sir Lawrence Alma-Tadema (Dronrijp, 1836 - Wiesbaden, 1912) The Nap or Pompeian Scene (1868)

Madrid (Prado)

《Biblis》 es un óleo sobre lienzo, de estilo neoclásico y dimensiones 48 cm. x 79 cm. Pertenece a una Colección privada.

William-Adolphe Bouguereau (La Rochelle, 30 de noviembre de 1825 - Ibídem, 19 de agosto de1905) fue un pintor francés del 'Academicismo'.

El poeta romano Ovidio, en su libro 'Metamorfosis' (año 8 a.c.), narra la leyenda de Biblis, una joven que se enamora de su hermano gemelo Cauno.

Biblis desconocía la naturaleza de su amor, que creía era fraternal. Se engalanaba cuando iba a estar en su presencia y sentía celos de las mujeres que se acercaban a su hermano, pero no daba importancia a estos sentimientos.

Sin embargo, una noche tuvo un sueño a consecuencia del cual descubrió,

turbada, el sentido real de su amor incestuoso. Decide comunicarle su pasión mediante unas tablillas a Cauno que, horrorizado, decide huir del país fundando una nueva ciudad, con su nombre, en el exilio. La desesperada Biblis deambula por tierras y ciudades sin encontrar consuelo. Es tan abundante el llanto de la joven que ésta acaba convirtiéndose en un fuente que recibió su nombre.

Esta leyenda fue la que inspiró en el año 1884 al pintor Willian-Adolphe Bouguereau para realizar este magnífico cuadro.

 

Mi casa se cae a pedazos

 

Y la mañana traía desamparo

 

Con la cara desgajada

 

Imité los borrones

 

Quedando espejo de opaca acuarela

 

A lo lejos el diablo cantó

 

Colores que no volvieron.

Yo/Me & Galería/Gallery Fotografia de Viajes/Travel photography

Gracias por vuestros comentarios.Thanks for your comments

 

Auguste Rodin

(París, 12 de noviembre de 1840 - Meudon, 17 de noviembre de 1917)

Fue un escultor francés contemporáneo a la corriente Impresionista. Enmarcado en el academicismo más absoluto de la escuela escultórica neoclásica, es el escultor encargado no sólo de poner fin a más de dos siglos en busca de la mimesis en las artes tridimensionales, sino de dar además un nuevo rumbo a la ya obsoleta concepción del monumento y la escultura pública. Es por esto que Rodin ha sido denominado en la historia del arte: «el primer moderno».

 

It was a French sculptor contemporary Impressionist current. Framed in the most absolute academicism of neo-classical sculptural school, is commissioned sculptor not only put an end to more than two centuries in search of mimesis in the three-dimensional arts but give a new direction to the already outdated conception of public sculpture and the monument. Is why Rodin has been called in art history: "the first modern".

 

El Pensador de Rodín

Es un llamado a la reflexión, incluso para el mismo Auguste Rodín quien sintió la necesidad de materializar lo que le estaba sucediendo a el mismo como parte de la comunidad. El hombre se encuentra meditando y mirando hacia abajo, como muestra de querer ver sus propios pasos, donde para avanzar y alcanzar resultados siempre se debe mirar el camino recorrido como fuente de aprendizaje. Que se encuentre sentado el Pensador de Rodín tampoco es casualidad, ya que el ritmo vertiginoso con que acontecían los hechos no daban lugar al descanso, al detenerse a reflexionar sobre las cosas.

La escultura fue creada inicialmente para una muestra de Arte donde se interpretaban los diferentes personajes de la Divina Comedia, en el caso del Pensador se personificaba a Dante en las puertas del infierno, meditando sobre su vida y su pasado.

 

The Rodín thinker

Is a call to reflection, even for the same Auguste Rodín who felt the need to realize what was going on as part of the community. The man is meditating and looking down, as it shows you want to see their own steps, where to move forward and achieve results always be should watch the path as a source of learning. It is granted the Rodín thinker is not coincidence that the rapid pace with which one the facts not gave rise to rest, to stop to think about things. The sculpture was created initially for an art show where played different characters of the Divine Comedy of the thinker is personified Dante in the gates of hell, meditating on his life and his past.

   

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