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Neo-Realism Museum, Alves Redol St., Vila Franca de Xira, Portugal

 

Material: Oil on canvas

Collection: Millenium BCP Foundation

Inv.: 1096724

 

BIOGRAPHY

  

Candido Portinari nasce em 30 de dezembro de 1903, numa fazenda de café perto do pequeno povoado de Brodowski, no estado de São Paulo. Filho de imigrantes italianos, de origem humilde, tem uma infância pobre. Recebe apenas a instrução primária. Desde criança manifesta sua vocação artística. Começa a pintar aos 9 anos. E – do cafezal às Nações Unidas – ele se torna um dos maiores pintores do seu tempo.

 

Aos quinze anos parte para o Rio de Janeiro. Matricula-se na Escola Nacional de Belas-Artes. Em 1928 conquista o Prêmio de Viagem à Europa, com o Retrato de Olegário Mariano. Esse fato é um marco decisivo na trajetória artística e existencial do jovem pintor. Permanece em Paris durante todo o ano de 1930. A distância, pode ver melhor a sua terra. Decide: Vou pintar aquela gente com aquela roupa e com aquela cor…

 

Portinari retorna, saudoso de sua pátria, em 1931. Põe em prática a decisão de retratar nas suas telas o Brasil – a história, o povo, a cultura, a flora, a fauna... Seus quadros, gravuras, murais revelam a alma brasileira. Preocupado, também, com aqueles que sofrem, Portinari mostra em cores fortes a pobreza, as dificuldades, a dor. Sua expressão plástica, aos poucos, vai superando o academicismo de sua formação, fundindo a ciência antiga da pintura a uma personalidade experimentalista moderna. Segundo o escritor Antonio Callado, sua obra constitui um monumental livro de arte que ensina os brasileiros a amarem mais sua terra.

 

Companheiro de poetas, escritores, jornalistas, diplomatas, Candido Portinari participa da elite intelectual brasileira numa época em que se verifica uma notável mudança na atitude estética e na cultura do País. Este seleto grupo reflete, ainda, sobre os problemas do mundo e da realidade nacional. A escalada do nazifascismo e os horrores da guerra, bem como o contato próximo com as históricas mazelas do Brasil reforçam o caráter trágico da vertente social da obra de Portinari e o conduzem à militância política. Filia-se ao Partido Comunista. Candidata-se a deputado federal, a seguir a senador, não se elegendo porém em nenhuma das duas candidaturas. Mais tarde, com o acirramento da repressão política, exila-se por certo tempo no Uruguai.

 

O tema essencial da obra de Candido Portinari é o Homem. Seu aspecto mais conhecido do grande público é a força de sua temática social. Embora menos conhecido, há também o Portinari lírico. Essa outra vertente é povoada por elementos das reminiscências de infância na sua terra natal: os meninos de Brodowski com suas brincadeiras, suas danças, seus cantos; o circo; os namorados; os camponeses... o ser humano em situações de ternura, solidariedade, paz.

 

Pela importância de sua produção estética e pela atuação consciente na vida cultural e política brasileira, Candido Portinari alcança reconhecimento dentro e fora do seu País. Essa afirmação de seu valor se expressa nos diversos convites recebidos de instituições culturais, políticas, religiosas, para realização de exposições e criação de obras; nos prêmios e honrarias obtidos nas mais diferentes partes do mundo; na aura de amizade e respeito construída em torno de sua imagem; no orgulho do povo brasileiro, tão bem representado em sua obra.

 

Candido Portinari morre no dia 6 de fevereiro de 1962, vítima de intoxicação pelas tintas. Na última década de sua existência cria, para a sede da Organização das Nações Unidas, os painéis Guerra e Paz. Na concepção do diretor do Projeto Portinari, João Candido, essa obra-síntese constitui o trabalho maior de toda a vida do pintor. O mais universal, o mais profundo, também, em seu majestoso diálogo entre o trágico e o lírico, entre a fúria e a ternura, entre o drama e a poesia. Na avaliação do artista Enrico Bianco, Guerra e Paz são as duas grandes páginas da emocionante comunicação que o filósofo / pintor entrega à humanidade.

 

SOURCE: www.portinari.org.br/#/pagina/candido-portinari/apresentacao

Neo-realism Museum, Alves Redo St., Vila franca de Xira, Portugal

 

Material: Tempera on canvas

Collection: Museu Nacional de Arte Contemporânea (MNAC), Museu do Chiado, Lisbon, Portugal

Inv.: 1458

 

CHORINHO: Chorinho (little cry) is a musical genre that developed in Rio de Janeiro in the 19th century. Chorinho is influenced by European musical genres like polka and also African rhythms like lundo. It is considered the foundation of popular Brazilian music, and its vast array of rhythms have given rise to various sub-genres, such as samba-choro and polka-choro. One of chorinho's defining characteristics is the free-style, syncopated way in which it is played.

 

BIOGRAPHY

 

Candido Portinari nasce em 30 de dezembro de 1903, numa fazenda de café perto do pequeno povoado de Brodowski, no estado de São Paulo. Filho de imigrantes italianos, de origem humilde, tem uma infância pobre. Recebe apenas a instrução primária. Desde criança manifesta sua vocação artística. Começa a pintar aos 9 anos. E – do cafezal às Nações Unidas – ele se torna um dos maiores pintores do seu tempo.

 

Aos quinze anos parte para o Rio de Janeiro. Matricula-se na Escola Nacional de Belas-Artes. Em 1928 conquista o Prêmio de Viagem à Europa, com o Retrato de Olegário Mariano. Esse fato é um marco decisivo na trajetória artística e existencial do jovem pintor. Permanece em Paris durante todo o ano de 1930. A distância, pode ver melhor a sua terra. Decide: Vou pintar aquela gente com aquela roupa e com aquela cor…

 

Portinari retorna, saudoso de sua pátria, em 1931. Põe em prática a decisão de retratar nas suas telas o Brasil – a história, o povo, a cultura, a flora, a fauna... Seus quadros, gravuras, murais revelam a alma brasileira. Preocupado, também, com aqueles que sofrem, Portinari mostra em cores fortes a pobreza, as dificuldades, a dor. Sua expressão plástica, aos poucos, vai superando o academicismo de sua formação, fundindo a ciência antiga da pintura a uma personalidade experimentalista moderna. Segundo o escritor Antonio Callado, sua obra constitui um monumental livro de arte que ensina os brasileiros a amarem mais sua terra.

 

Companheiro de poetas, escritores, jornalistas, diplomatas, Candido Portinari participa da elite intelectual brasileira numa época em que se verifica uma notável mudança na atitude estética e na cultura do País. Este seleto grupo reflete, ainda, sobre os problemas do mundo e da realidade nacional. A escalada do nazifascismo e os horrores da guerra, bem como o contato próximo com as históricas mazelas do Brasil reforçam o caráter trágico da vertente social da obra de Portinari e o conduzem à militância política. Filia-se ao Partido Comunista. Candidata-se a deputado federal, a seguir a senador, não se elegendo porém em nenhuma das duas candidaturas. Mais tarde, com o acirramento da repressão política, exila-se por certo tempo no Uruguai.

 

O tema essencial da obra de Candido Portinari é o Homem. Seu aspecto mais conhecido do grande público é a força de sua temática social. Embora menos conhecido, há também o Portinari lírico. Essa outra vertente é povoada por elementos das reminiscências de infância na sua terra natal: os meninos de Brodowski com suas brincadeiras, suas danças, seus cantos; o circo; os namorados; os camponeses... o ser humano em situações de ternura, solidariedade, paz.

 

Pela importância de sua produção estética e pela atuação consciente na vida cultural e política brasileira, Candido Portinari alcança reconhecimento dentro e fora do seu País. Essa afirmação de seu valor se expressa nos diversos convites recebidos de instituições culturais, políticas, religiosas, para realização de exposições e criação de obras; nos prêmios e honrarias obtidos nas mais diferentes partes do mundo; na aura de amizade e respeito construída em torno de sua imagem; no orgulho do povo brasileiro, tão bem representado em sua obra.

 

Candido Portinari morre no dia 6 de fevereiro de 1962, vítima de intoxicação pelas tintas. Na última década de sua existência cria, para a sede da Organização das Nações Unidas, os painéis Guerra e Paz. Na concepção do diretor do Projeto Portinari, João Candido, essa obra-síntese constitui o trabalho maior de toda a vida do pintor. O mais universal, o mais profundo, também, em seu majestoso diálogo entre o trágico e o lírico, entre a fúria e a ternura, entre o drama e a poesia. Na avaliação do artista Enrico Bianco, Guerra e Paz são as duas grandes páginas da emocionante comunicação que o filósofo / pintor entrega à humanidade.

 

SOURCE: www.portinari.org.br/#/pagina/candido-portinari/apresentacao

 

Bronz

 

CAM Collection, Calouste Gulbenkian Foundation, Lisbon, Portugal

 

Inv. 90E964

 

João Cutileiro (1937)

 

in Wikipedia

 

João Pires Cutileiro é um escultor português, nascido em Lisboa a 26 de Junho de 1937. Sua mãe, de nome Amália era de Pavia, no Alto Alentejo, e foi viver para Évora, onde se casou com José Cutileiro, um médico da Organização Mundial da Saúde aí sediado. Dos três filhos do casal, João Cutileiro é o do meio.

 

Aos quatro (4) anos, Cutileiro muda-se para os Açores, para a ilha Terceira, onde se sitiava o novo posto de seu pai, e regressa ao continente em 1943.

 

Aí, em Lisboa, a sua casa foi frequentada pela chamada intelligentsia, um grupo de personalidades da época. António Pedro, um deles, trá-lo para desenhar no seu atelier, em 1946. Durante os dois anos que aí trabalhou, foi fortemente influenciado pelo Surrealismo.

 

Entre 1949 e 1951, passa a frequentar o estúdio de Jorge Barradas onde executa trabalhos de modelismo e de pintura, para além de vidrados de cerâmica. Descontente, muda-se para o atelier de António Duarte, onde é assistente de canteiro, voluntário, durante dois anos. Lá se dá o seu contacto com a pedra, pois tinha como trabalho ampliar os modelos do mestre canteiro, passá-los a gesso e, a esses últimos, metamorfoseá-los no mármore.

 

Com apenas catorze anos, no ano de 1951, Cutileiro apresenta a sua primeira exposição individual em Reguengos de Monsaraz, numa loja de máquinas de costura, mostrando esculturas, pinturas, aguarelas e cerâmicas.

 

Completa o liceu e é nesse período que apresenta a sua ideologia política, quando ingressa o MUD Juvenil.

 

A Caminho de Cabul, para visitar o seu pai que lá ficaria um ano, passou por Florença, onde se encantou pela obra de Miguel Ângelo e confirmou a certeza da fixação na escultura, que existia desde os seus seis anos, quando esculpiu um presépio. Na volta, inscreve-se na Escola Superior de Belas Artes de Lisboa sendo aluno de Leopoldo de Almeida.

 

Não passa mais do que dois anos na referida Escola Superior, entre 1953 e 1954, por perceber que em Portugal o único material considerado prestável era o bronze e as pesquisas eram travadas. Sai do país e dirige-se a Londres, à Slade School of Art. Nesse curso desenvolveu a sua capacidade com o seu mestre escultor Reg Butler e no final recebeu três prémios: Composição, figura e cabeça.

 

Vida Profissional

  

Estátua de Cutileiro representando D. Sancho I frente ao Castelo de Torres Novas

  

Monumento ao 25 de Abril, em Lisboa

Ao começar a utilizar máquinas eléctricas para executar o trabalho, dedica-se ao mármore e surgem as figuras , as paisagens as caixas e as árvores. Nos dez anos seguintes a 1961 faz cinco exposições em Lisboa e uma no Porto

 

Em 1970 regressa à pátria e instala-se em Lagos e é lá que executa a sua obra mais polémica, D.Sebastião, eregida nessa mesma cidade.

 

Essa obra confontou o academicismo do Estado Novo e recebeu fortes críticas e diz, numa frase irónica, que desistia da escultura, passando a ser apenas «um fazedor de objectos destinados à burguesia intelectual do ocidente» espantando os escultores por, segundo ele próprio, ser essa mesma a função de um escultor, a de criador de peças decorativas. Esta frase pretende também menosprezar as críticas de quem o achava escultor menor.

 

Conquistou uma menção honrosa no Prémio Soquil no ano de 1971 e, cinco anos mais tarde as suas esculturas e mosaicos foram expostos em Wuppertal na Alemanha, seguindo-se exposições em Évora (1979, 80 e 81) e, no ano de 1980, a sua obra volta à Alemanha, mas a Dortmund. Nesse mesmo ano, expões em Washington D.C. e na Sociedade Nacional de Belas Artes. No ano seguinte participou no Simpósio da Escultura em Pedra, na cidade de Évora e numa exposição na Jones Gallery em Nova Iorque.

 

A sua costela alentejana impulsiona-o a mudar-se para Évora no ano de 1985 e aí está exposta, na sua casa, uma grande parte do seu leque de obras.

 

As Meninas de Cutileiro, ironicamente chamadas, são provavelmente o tema mais famoso de Cutileiro e valeram-lhe (e valem) a mais distinta glória e dinheiro, mas também desprezo da parte de alguns.

 

No ano de 88, Cutileiro realiza exposições em Almansil, Macau e Lisboa e no ano seguinte faz novas exposições em Almansil e na Capital de Portugal. Em 1990 elabora uma exposição que se apresenta como a retrospectiva da sua arte em Lisboa, na Fundação Calouste Gulbenkian. Daí resultou a armagura de só ver mostrada parte da sua obra e que não irira conseguir reunir todos os seus trabalhos de uma só vez.

 

Nos anos de 1992 e 93, o mestre realiza mais exposições em Bruxelas, Luxemburgo, Évora, Guimarães, Lagos, Almansil e Lisboa. Faz nos anos seguintes mais exposições.

 

Embora de grande prestígio e muito cobiçadas, poucas foram as suas peças edificadas publicamente após o D. Sebastião.

El Edificio Carrión, (también conocido como Edificio Capitol), es uno de los más conocidos del tercer tramo de la Gran Vía madrileña. Está situado en la esquina de esta calle con la de Jacometrezo, en la plaza del Callao. Su perfil se ha venido empleando como icono de la calle en las celebraciones del centenario de la Gran Vía. El edificio fue ideado como un espacio multiuso, en el instante que se construyó el edificio contenía oficinas, cafeterías y el Cine Capitol. A comienzos del siglo XXI el edificio acoje el cine, una tienda de ropa y un hotel. El estilo de su fachada corresponde a una arquitectura expresionista con claras influencias mendelsohnianas.

 

Historia

 

El edificio, de catorce plantas, fue proyectado por los arquitectos Luis Martínez-Feduchi y Vicente Eced y Eced y construido entre los años 1931 y 1933.3 Su promotor fue Enrique Carrión y Vecín, marqués de Melín que promovió un concurso arquitectónico restringido al que asistieron otros arquitectos experimentados como Pedro Muguruza (constructor en 1924 del vecino Palacio de la Prensa), Emilio Paramés, Luis Gutiérrez Soto.6 Se presentaron un total de seis proyectos, de los cuales salió ganador el presentado por la pareja de jóvenes arquitectos Luis Martínez-Feduchi y Vicente Eced y Eced. En la época en que se presentó el concurso convivían en la arquitectura madrileña diversas tendencias: el academicismo y clasicismo con el tradicionalismo moderado, el racionalismo, expresionismo y Art Decó y los proyectos presentados al concurso así lo demostraron. El solar de más de mil trescientos metros cuadrados correspondía a un espacio que hacía la convergentes entre las calles de Jacometrezo y la entonces llamada avenida de Eduardo Dato que correspondía al tercer tramo de la Gran Vía.

 

El solar hacía ver que la solución más adecuada era un planteamiento en forma de chaflán. Utiliza materiales como mármol y granito y la decoración y los muebles corrieron a cargo de la firma Rolaco-Mac (empresa en la que posteriormente trabajaría Luis Feduchi). Pero lo más destacado en su época fueron los adelantos tecnológicos que incorporaba, como el uso inovador de vigas de hormigón tipo Vierendeel, la utilización de telas ignífugas o el sistema de refrigeración, el primero centralizado de Madrid y que ocupaba toda una planta.7 El 21 de abril de 1931 se concedió la licencia para las obras y la Sala de Espectáculos del Cine Capitol se inauguró el 15 de octubre de 1933.8 En la prensa de la época se le tilda de edificio comercial.9 Se emplearon 30 meses para construir un edificio complejo y plurifuncional. La situación económica del país era delicada, tanto es así que durante su edificación era el único que se ejecutó en la capital. Por lo que se refiere a su ordenamiento inicial de espacios, el edificio está constituido por una sala de fiestas en el sótano, un café en la planta baja, en la que también se ubican los accesos al hotel y a la sala principal, un “salón de thé” en la entreplanta, y oficinas en las plantas cuarta, quinta y sexta, quedando reservadas para hotel las plantas sexta a séptima.

 

La edificación corrió a cargo de la constructora española Macazaga, estando a cargo de la construcción el arquitecto Luis Moya Blanco. Recibió el Premio Ayuntamiento de Madrid de 1933 y la Medalla de Segunda Clase en la Exposición Nacional de Bellas Artes de 1934. En el proyecto original albergaba 64 apartamentos, un hotel (el Capitol, en la actualidad del grupo Vincci), una cafetería, un bar, un restaurante, una fábrica de agua de Seltz y oficinas y salas de fiesta. En su planta inferior disponía de una sala de cine para casi 2.000 espectadores, llamada cine Capitol, hoy dividida en varias salas más pequeñas. El primer propietario fue Enrique Carrión, marqués de Nelín. Durante la Guerra Civil Española y durante la defensa de Madrid su azotea fue empleada como observatorio avazado.

 

En 2007, dirigida por el arquitecto Rafael de la Hoz, se terminó una total rehabilitación que eliminó todos los anuncios publicitarios de su fachada, conservándose sólo el de Schweppes y uno más moderno de la compañía de telefonía móvil Vodafone en la azotea.

Edificio en la Cultura Popular

 

El edificio se constituye en el icono reconocible de todo un siglo de arquitectura española.11 Comentado su parecido con el edificio Flatiron de Nueva York. El edificio logró ser el emblema del Madrid moderno y su imagen aerodinámica inspiró a otros arquitectos en capitales españolas. El anuncio luminoso de neón de la marca Schweppes situado en las plantas superiores es uno de los símbolos de la Gran Vía y de la ciudad y ha aparecido en numerosas películas españolas, una de las apariciones más famosas El día de la Bestia, dirigida por Álex de la Iglesia.

 

es.wikipedia.org/wiki/Edificio_Carri%C3%B3n

Neo-Realism Museum, Alves Redol St., Vila Franca de Xira, Portugal

 

Material: Wax pencil and graffiti on papaer

Collection:Casa da Achada, Centro Mário Dionisio

Inv.: ML: EA-OT-D - 22

 

BIOGRAPHY

  

Candido Portinari nasce em 30 de dezembro de 1903, numa fazenda de café perto do pequeno povoado de Brodowski, no estado de São Paulo. Filho de imigrantes italianos, de origem humilde, tem uma infância pobre. Recebe apenas a instrução primária. Desde criança manifesta sua vocação artística. Começa a pintar aos 9 anos. E – do cafezal às Nações Unidas – ele se torna um dos maiores pintores do seu tempo.

 

Aos quinze anos parte para o Rio de Janeiro. Matricula-se na Escola Nacional de Belas-Artes. Em 1928 conquista o Prêmio de Viagem à Europa, com o Retrato de Olegário Mariano. Esse fato é um marco decisivo na trajetória artística e existencial do jovem pintor. Permanece em Paris durante todo o ano de 1930. A distância, pode ver melhor a sua terra. Decide: Vou pintar aquela gente com aquela roupa e com aquela cor…

 

Portinari retorna, saudoso de sua pátria, em 1931. Põe em prática a decisão de retratar nas suas telas o Brasil – a história, o povo, a cultura, a flora, a fauna... Seus quadros, gravuras, murais revelam a alma brasileira. Preocupado, também, com aqueles que sofrem, Portinari mostra em cores fortes a pobreza, as dificuldades, a dor. Sua expressão plástica, aos poucos, vai superando o academicismo de sua formação, fundindo a ciência antiga da pintura a uma personalidade experimentalista moderna. Segundo o escritor Antonio Callado, sua obra constitui um monumental livro de arte que ensina os brasileiros a amarem mais sua terra.

 

Companheiro de poetas, escritores, jornalistas, diplomatas, Candido Portinari participa da elite intelectual brasileira numa época em que se verifica uma notável mudança na atitude estética e na cultura do País. Este seleto grupo reflete, ainda, sobre os problemas do mundo e da realidade nacional. A escalada do nazifascismo e os horrores da guerra, bem como o contato próximo com as históricas mazelas do Brasil reforçam o caráter trágico da vertente social da obra de Portinari e o conduzem à militância política. Filia-se ao Partido Comunista. Candidata-se a deputado federal, a seguir a senador, não se elegendo porém em nenhuma das duas candidaturas. Mais tarde, com o acirramento da repressão política, exila-se por certo tempo no Uruguai.

 

O tema essencial da obra de Candido Portinari é o Homem. Seu aspecto mais conhecido do grande público é a força de sua temática social. Embora menos conhecido, há também o Portinari lírico. Essa outra vertente é povoada por elementos das reminiscências de infância na sua terra natal: os meninos de Brodowski com suas brincadeiras, suas danças, seus cantos; o circo; os namorados; os camponeses... o ser humano em situações de ternura, solidariedade, paz.

 

Pela importância de sua produção estética e pela atuação consciente na vida cultural e política brasileira, Candido Portinari alcança reconhecimento dentro e fora do seu País. Essa afirmação de seu valor se expressa nos diversos convites recebidos de instituições culturais, políticas, religiosas, para realização de exposições e criação de obras; nos prêmios e honrarias obtidos nas mais diferentes partes do mundo; na aura de amizade e respeito construída em torno de sua imagem; no orgulho do povo brasileiro, tão bem representado em sua obra.

 

Candido Portinari morre no dia 6 de fevereiro de 1962, vítima de intoxicação pelas tintas. Na última década de sua existência cria, para a sede da Organização das Nações Unidas, os painéis Guerra e Paz. Na concepção do diretor do Projeto Portinari, João Candido, essa obra-síntese constitui o trabalho maior de toda a vida do pintor. O mais universal, o mais profundo, também, em seu majestoso diálogo entre o trágico e o lírico, entre a fúria e a ternura, entre o drama e a poesia. Na avaliação do artista Enrico Bianco, Guerra e Paz são as duas grandes páginas da emocionante comunicação que o filósofo / pintor entrega à humanidade.

 

SOURCE: www.portinari.org.br/#/pagina/candido-portinari/apresentacao

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El Palacio de Correos y Telecomunicaciones de la ciudad de Buenos Aires, también llamado Correo Central, es actualmente sede del Centro Cultural Néstor Kirchner. Está ubicado en el barrio de San Nicolás. Es un exponente clásico de la arquitectura del academicismo francés. Fue el presidente Miguel Juárez Celman quien en 1888 aprobó el proyecto para su construcción. En principio fue diseñado por el arquitecto francés Norbert Maillart para ser sede del Correo Central de la Argentina pero en 1908 el proyecto fue reformulado para dar lugar a la inclusión de nuevos servicios y calles peatonales aéreas que luego no se realizaron.

El 28 de septiembre de 1928, después de varios contratiempos, el presidente Marcelo T. de Alvear inaugura el edificio, que difería en muchos aspectos del diseño original del arquitecto Maillart.

En 1997 fue declarado Monumento Histórico Nacional debido a su calidad arquitectónica, su importancia histórica y por las obras de arte que se hallan en su interior.

Fuente Wikipedia

Fotos por Cortesia de Alejandro Blanco

 

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© Álbum 3063

By Catedrales e Iglesias

By Cathedrals and Churches

Par Cathédrales et Eglises

By catedrals i esglésies

Archidiócesis de Sevilla

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El templo se edificó a principios del XVII, interviniendo en la construcción el maestro de obras Juan de Segarra y el arquitecto Pedro Sánchez Falconete.

 

Fue bendecido en 1608 por D. Fernando Niño de Guevara, perteneciendo siempre a los religiosos de la Orden Carmelita.

  

Exterior del Templo

 

La portada pétrea se data en 1640 y consta de un solo cuerpo. En el dintel figura una cartela escrita en latín con la siguiente inscripción: (Dios mandó a sus ángeles para que te custodiasen en todo momento. La portada está rematada por una escultura del Ángel de la Guarda. Cierra esta fachada una reja ante un pequeño compás.

  

Interior del Templo

 

El interior, reconstruido totalmente, es de tres naves con cruceros de brazos cortos. La nave central se cubre con bóveda de cañón, mientras que las laterales lo hacen con bóveda de arista y se exornan con decoración de yeserías. En el centro del crucero se alza una gran bóveda semiesférica, cuyo centro se decora con un gran florón.

 

En el Presbiterio se erige el Retablo Mayor, que sustituye al de 1625 que había contratado Luis de Figueroa, destruido en época de la invasión francesa. El actual Retablo principal es obra Neoclásica de la primera mitad del siglo XIX. En su cuerpo central se abre un amplio camarín que alberga una buena talla de la Virgen del Carmen con niño, obra de Cristóbal Ramos del año 1780.

En esta imagen de la Virgen del Carmen se ve anudado el mundo del Barroco y el Academicismo. El primero se observa en los ropajes, que se muestran movidos, cuyos pliegues se ven favorecidos por la ductilidad de la tela encolada, material con el que están realizados; mientras que la nueva estática es patente en los rostros, como el de María, que en vez de parecer una Virgen sevillana se asemeja mas a una diosa helénica.

Con la mano izquierda María toma a su Hijo. Abre sus brazos para captar la devoción del espectador. Con su mano izquierda toma la bola del Mundo y con la diestra el escapulario. María viste hábito carmelita y Jesús túnica roja con vueltas verdes. Todo este conjunto da muestra del insigne escultor que fue Cristóbal Ramos, por su perfecta ejecución tanto desde el punto de vista formal como compositivo.

Figuran en el retablo otras esculturas que representan a Santa Teresa y San Juan de la Cruz que son de principios del XIX. En los muros laterales del presbiterio, hay unas pinturas entre las que destaca una Inmaculada que puede atribuirse a Juan del Castillo y puede fecharse hacia 1630.

En el ático luce un resplandor con el anagrama mariano junto con las esculturas de San Rafael y el Ángel de la Guarda, de Blas Molner, ejecutadas en 1792. Este conjunto se completa con dos ángeles lampadarios de la Roldana procedentes del convento Regina Angelorum.

 

Desde el muro de los pies y hacia el presbiterio en la zona de la Epístola, a la derecha según se entra, se disponen las siguientes imágenes y altares: (1) en hornacina escultura que representa a Ecce Homo del siglo XVIII. (2)A su lado se halla, dentro de una Capilla, una imagen de vestir de la Virgen del Carmen del siglo XVIII. Se encuentra sobre unas andas que son las que utiliza en su salida procesional del 17 de Julio. Imagen de gran devoción.

(3) Retablo del siglo XVIII que aloja escultura moderna de Santa Teresita de Lisieux. (4) Retablo Barroco del XVIII en el que figura en una vitrina talla moderna de San Antonio, y a los lados las efigies de San Eliseo y San Juan de la Cruz, ésta última atribuida a Francisco Antonio Gijón, realizada en 1675 aproximadamente.

(5) A media altura de esta nave derecha se encuentra un retablo moderno que sostiene magnifica imagen del Sagrado Corazón de Jesús.

(6) Junto a éste se halla un retablo del último tercio del siglo XVIII, en el que se venera escultura de San Elías de Pedro Roldán, obra de 1679. (7) Cierra esta nave un retablo moderno con grupo escultórico de la misma época de la Virgen de Lourdes y Santa Bernadette.

(8)En el brazo del crucero de la nave derecha hay un retablo moderno con una monumental Inmaculada (1,95) del siglo XVIII realizada por Pedro Duque Cornejo, y fechable hacia 1743. Obra de plena madurez del maestro, que puede y debe sobresalir de su antología. Tanto la composición, el dibujo, el modelado, talla y policromía, son tares de Cornejo. Hay que destacar el valor y la calidad alcanzada por los ropajes, que se mueven de adentro a fuera provocando un genial claroscuro.

En el crucero del lado del Evangelio (o nave de la izquierda) se establecen las siguientes imágenes y altares: (1) en el brazo Retablo moderno con escultura en el centro de San José con el Niño de principios del XIX.

La flanquean las tallas de Santa Ana enseñando a leer a la Virgen, que se atribuye al círculo de Pedro Roldán, y otra de San Joaquín de principios del siglo XVIII.

En el centro se dispone una hornacina con una pequeña efigie del Niño Jesús del siglo XVII. El ático se decora con pintura de la Verónica. (2) Junto a este Retablo se abre la Capilla del Santísimo, justo a la derecha del Retablo Mayor.

En el interior de ella, y ante un enmascaramiento marmóreo, recibe devoción el Cristo de los Desamparados, cuya talla magnífica se atribuye a Juan Martínez Montañés, fechable en 1617 (José Hernández Díaz). También existen teorías que la atribuyen a Juan de Mesa, aunque ésta postura está menos extendida. Imagen con mucha devoción particular por parte de los feligreses. Los numerosos bancos que se sitúan enfrente de esta capilla suelen llenarse de feligreses que, en silencio y fuera de horas de misa, rezan devotamente a esta imagen de los Desamparados.

Continuando por la nave hacia los pies se contemplan las siguientes obras: (3) retablo de últimos de siglo XIX bajo la advocación de María Salus Infirmorum, con dolorosa de vestir que se atribuye a Juan de Astorga (imagen que recuerda mucho a las Vírgenes que procesionan en Semana Santa).

A sus flancos tallas de Teresa de Redi y Santa María Magdalena de Pazi, del siglo XVIII. (4) Junto a este altar enmarcamiento de mármol moderno en cuyo centro se halla una escultura de la Virgen de Fátima de la misma época.

(5) Al lado, en otro marco parecido, se venera la efigie moderna del Niño Jesús de Praga, que sale procesionalmente el 17 de Julio junto a la Virgen del Carmen de la entrada. Junto a éste se sitúa una imagen de la Virgen de Candelaria flanqueada por San Francisco y San Expedito.

(6) A los pies de la nave izquierda y dentro de un retablo neogótico se encuentra la pintura de Nuestra Señora del Perpetuo Socorro, una de las advocaciones mas populares y difundidas, no solo en España, sino en el resto del mundo. La difusión de su devoción se debe a los padres de la congregación del Santísimo Redentor (recordemos Iglesia de los Redentoristas). La imagen de la Virgen es copia del icono original que se venera en Roma en la casa generacional de esta orden.

(8) En el mismo retablo y delante del icono del Perpetuo Socorro se halla una pequeña imagen de María Auxiliadora, que recibe mucha devoción y ante la cual se reúnen numerosos devotos.

(9)En los muros de los pies de este mismo lado hay una hornacina con la talla moderna del Ángel de la Guarda. Finalmente, sobre los arcos de la nave central se encuentran numerosas pinturas que constituyen un amplio programa iconográfico angélico.

Si desea conocer los cuadros zurbaranescos, puede visitar el siguiente enlace: Serie de Cuadros dedicados a los Ángeles

 

Todas las imágenes se flanquean de un pequeño marco en el que se explica la advocación e historia del santo en particular. Esto último es muy interesante ya que ayuda bastante a aquellos visitantes que desconocen las imágenes aquí expuestas al culto.

Destacar por la gran devoción que levantan; el Cristo de los Desamparados, La Virgen de Candelaria, María Auxiliadora, el Sagrado Corazón , San Antonio y la Virgen del Carmen que preside la Iglesia. Llama la atención San Expedito, una pequeña imagen situada a los pies de la nave izquierda muy devocional en este templo.

 

Hermandades

La Iglesia pertenece a la Orden religiosa de los Carmelitas descalzos, y en ella se hallan la Cofradía de la Virgen del Carmen (imagen situada en la capilla de la entrada) y la Archicofradía del Niño Jesús de Praga (imagen situada a media altura de la nave izquierda).

 

Texto: José Alfonso Muriel

Neo-Realism Museum, Vila-Franca de Xira, Portugal

 

Material: Oil on canvas

Collection: Calouste Gulbenkian Museum, Modern Collection

Inv.: 82PE123

 

ABOUT THE WORK

 

With the rise to power of Getúlio Vargas in the wake of the 1930 revolution, a new headquarters was commissioned for the Brazilian Ministry of Education and Health in Rio de Janeiro.

 

The architectural project was led by Lúcio Costa, with a team made up of names such as Niemeyer and Le Corbusier, and the decoration was entrusted to a young artist, Candido Portinari, who had recently been awarded a prize in Philadelphia.

 

His paintings of rural work and daily life in the shanty towns of Rio de Janeiro were gaining public recognition, and his mythification of the work of the Brazilian people was cherished by the prevailing political ideas.

  

Portinari was charged with painting a series of frescoes depicting, in twelve chronological episodes, the economic cycles of the country since the arrival of the Portuguese: Brazil wood extraction, cane cultivation, cattle breeding, prospecting, tobacco planting, cotton, Paraguay tea, coffee, iron smelting, and rubber and carnauba wax extraction.

 

Between 1936 and 1944, the painter engaged in exhaustive preparatory work, accumulating around three hundred previous studies, done using different techniques, and traveling the country from top to bottom to familiarise himself with the places, contexts and protagonists of his narrative. For Garimpeiros (estudo para mural) [Gold Diggers (study for mural)], he travelled to Ouro Preto and Mariana, in the state of Minas Gerais, the site of the vast precious-stone exploration campaigns.

 

In order for his painting to reach and exalt the people, Portinari knew that he could not isolate himself in avant-garde experiments which were only of interest to an elite.

 

For this reason, he took inspiration from recent Mexican work by Rivera, Orozco and Siqueiros, and chose the format of the mural, the medium best suited to social art due to its capacity to resist everything and be available to everyone.

 

Nevertheless, the formal arrangement recalls the lessons of the Italian Old Masters, who he had studied diligently, in the way that, with a keen sense of synthesis, he rationalised the space at significant points, where all of the detail exterior to the work was eliminated. In this narrative, there is no room for politicians or great national figures. The protagonist is always the figure of the exploited peasant, which reveals the painter’s dual purpose: to recover the historical past in order to undertake a discourse on the present. Although he respected the dictates of socialist realism preached by Louis Aragon, in that he elevated the figures above the landscape, his subjects, however, remained reified people that lacked identity.

 

Work was the only social value that slaves possessed, a fact which Portinari made very clear by drawing their hands and feet disproportionately large.

 

The study makes it possible to follow, step by step, the process by which this magnificent anti-epic was constructed.

 

It was Candido Portinari’s interest in the meaning of historical events, rather than perfunctory and uncommitted descriptions of them, that confirmed him as the greatest herald of his time. In effect, only a few years later, he was invited to stage a solo exhibition at MoMA and received a commission for two murals for the Library of Congress in Washington.

 

Afonso Ramos

 

May 2010

 

SOURCE: gulbenkian.pt/museu/en/works_cam/garimpeiros-estudo-para-...

 

BIOGRAPHY

 

Candido Portinari nasce em 30 de dezembro de 1903, numa fazenda de café perto do pequeno povoado de Brodowski, no estado de São Paulo. Filho de imigrantes italianos, de origem humilde, tem uma infância pobre. Recebe apenas a instrução primária. Desde criança manifesta sua vocação artística. Começa a pintar aos 9 anos. E – do cafezal às Nações Unidas – ele se torna um dos maiores pintores do seu tempo.

 

Aos quinze anos parte para o Rio de Janeiro. Matricula-se na Escola Nacional de Belas-Artes. Em 1928 conquista o Prêmio de Viagem à Europa, com o Retrato de Olegário Mariano. Esse fato é um marco decisivo na trajetória artística e existencial do jovem pintor. Permanece em Paris durante todo o ano de 1930. A distância, pode ver melhor a sua terra. Decide: Vou pintar aquela gente com aquela roupa e com aquela cor…

 

Portinari retorna, saudoso de sua pátria, em 1931. Põe em prática a decisão de retratar nas suas telas o Brasil – a história, o povo, a cultura, a flora, a fauna... Seus quadros, gravuras, murais revelam a alma brasileira. Preocupado, também, com aqueles que sofrem, Portinari mostra em cores fortes a pobreza, as dificuldades, a dor. Sua expressão plástica, aos poucos, vai superando o academicismo de sua formação, fundindo a ciência antiga da pintura a uma personalidade experimentalista moderna. Segundo o escritor Antonio Callado, sua obra constitui um monumental livro de arte que ensina os brasileiros a amarem mais sua terra.

 

Companheiro de poetas, escritores, jornalistas, diplomatas, Candido Portinari participa da elite intelectual brasileira numa época em que se verifica uma notável mudança na atitude estética e na cultura do País. Este seleto grupo reflete, ainda, sobre os problemas do mundo e da realidade nacional. A escalada do nazifascismo e os horrores da guerra, bem como o contato próximo com as históricas mazelas do Brasil reforçam o caráter trágico da vertente social da obra de Portinari e o conduzem à militância política. Filia-se ao Partido Comunista. Candidata-se a deputado federal, a seguir a senador, não se elegendo porém em nenhuma das duas candidaturas. Mais tarde, com o acirramento da repressão política, exila-se por certo tempo no Uruguai.

 

O tema essencial da obra de Candido Portinari é o Homem. Seu aspecto mais conhecido do grande público é a força de sua temática social. Embora menos conhecido, há também o Portinari lírico. Essa outra vertente é povoada por elementos das reminiscências de infância na sua terra natal: os meninos de Brodowski com suas brincadeiras, suas danças, seus cantos; o circo; os namorados; os camponeses... o ser humano em situações de ternura, solidariedade, paz.

 

Pela importância de sua produção estética e pela atuação consciente na vida cultural e política brasileira, Candido Portinari alcança reconhecimento dentro e fora do seu País. Essa afirmação de seu valor se expressa nos diversos convites recebidos de instituições culturais, políticas, religiosas, para realização de exposições e criação de obras; nos prêmios e honrarias obtidos nas mais diferentes partes do mundo; na aura de amizade e respeito construída em torno de sua imagem; no orgulho do povo brasileiro, tão bem representado em sua obra.

 

Candido Portinari morre no dia 6 de fevereiro de 1962, vítima de intoxicação pelas tintas. Na última década de sua existência cria, para a sede da Organização das Nações Unidas, os painéis Guerra e Paz. Na concepção do diretor do Projeto Portinari, João Candido, essa obra-síntese constitui o trabalho maior de toda a vida do pintor. O mais universal, o mais profundo, também, em seu majestoso diálogo entre o trágico e o lírico, entre a fúria e a ternura, entre o drama e a poesia. Na avaliação do artista Enrico Bianco, Guerra e Paz são as duas grandes páginas da emocionante comunicação que o filósofo / pintor entrega à humanidade.

 

SOURCE: www.portinari.org.br/#/pagina/candido-portinari/apresentacao

 

Neo-realist museum, Alves Redol st., Vila Franca de Xira, Portugal

 

Material: Oil on canvas

Collection: Millenium BCP Foundation

Inv.: 109982264AB

 

BIOGRAPHY

 

Candido Portinari nasce em 30 de dezembro de 1903, numa fazenda de café perto do pequeno povoado de Brodowski, no estado de São Paulo. Filho de imigrantes italianos, de origem humilde, tem uma infância pobre. Recebe apenas a instrução primária. Desde criança manifesta sua vocação artística. Começa a pintar aos 9 anos. E – do cafezal às Nações Unidas – ele se torna um dos maiores pintores do seu tempo.

 

Aos quinze anos parte para o Rio de Janeiro. Matricula-se na Escola Nacional de Belas-Artes. Em 1928 conquista o Prêmio de Viagem à Europa, com o Retrato de Olegário Mariano. Esse fato é um marco decisivo na trajetória artística e existencial do jovem pintor. Permanece em Paris durante todo o ano de 1930. A distância, pode ver melhor a sua terra. Decide: Vou pintar aquela gente com aquela roupa e com aquela cor…

 

Portinari retorna, saudoso de sua pátria, em 1931. Põe em prática a decisão de retratar nas suas telas o Brasil – a história, o povo, a cultura, a flora, a fauna... Seus quadros, gravuras, murais revelam a alma brasileira. Preocupado, também, com aqueles que sofrem, Portinari mostra em cores fortes a pobreza, as dificuldades, a dor. Sua expressão plástica, aos poucos, vai superando o academicismo de sua formação, fundindo a ciência antiga da pintura a uma personalidade experimentalista moderna. Segundo o escritor Antonio Callado, sua obra constitui um monumental livro de arte que ensina os brasileiros a amarem mais sua terra.

 

Companheiro de poetas, escritores, jornalistas, diplomatas, Candido Portinari participa da elite intelectual brasileira numa época em que se verifica uma notável mudança na atitude estética e na cultura do País. Este seleto grupo reflete, ainda, sobre os problemas do mundo e da realidade nacional. A escalada do nazifascismo e os horrores da guerra, bem como o contato próximo com as históricas mazelas do Brasil reforçam o caráter trágico da vertente social da obra de Portinari e o conduzem à militância política. Filia-se ao Partido Comunista. Candidata-se a deputado federal, a seguir a senador, não se elegendo porém em nenhuma das duas candidaturas. Mais tarde, com o acirramento da repressão política, exila-se por certo tempo no Uruguai.

 

O tema essencial da obra de Candido Portinari é o Homem. Seu aspecto mais conhecido do grande público é a força de sua temática social. Embora menos conhecido, há também o Portinari lírico. Essa outra vertente é povoada por elementos das reminiscências de infância na sua terra natal: os meninos de Brodowski com suas brincadeiras, suas danças, seus cantos; o circo; os namorados; os camponeses... o ser humano em situações de ternura, solidariedade, paz.

 

Pela importância de sua produção estética e pela atuação consciente na vida cultural e política brasileira, Candido Portinari alcança reconhecimento dentro e fora do seu País. Essa afirmação de seu valor se expressa nos diversos convites recebidos de instituições culturais, políticas, religiosas, para realização de exposições e criação de obras; nos prêmios e honrarias obtidos nas mais diferentes partes do mundo; na aura de amizade e respeito construída em torno de sua imagem; no orgulho do povo brasileiro, tão bem representado em sua obra.

 

Candido Portinari morre no dia 6 de fevereiro de 1962, vítima de intoxicação pelas tintas. Na última década de sua existência cria, para a sede da Organização das Nações Unidas, os painéis Guerra e Paz. Na concepção do diretor do Projeto Portinari, João Candido, essa obra-síntese constitui o trabalho maior de toda a vida do pintor. O mais universal, o mais profundo, também, em seu majestoso diálogo entre o trágico e o lírico, entre a fúria e a ternura, entre o drama e a poesia. Na avaliação do artista Enrico Bianco, Guerra e Paz são as duas grandes páginas da emocionante comunicação que o filósofo / pintor entrega à humanidade.

 

SOURCE: www.portinari.org.br/#/pagina/candido-portinari/apresentacao

 

Carl von Blaas (Nauders, 1815 - Vienna, 1894) Portrait of a Man (1846)

From Dorotheum via Wikimedia Commons

Jean-Auguste-Dominique Ingres (Montauban, 1780 - Paris, 1867) Portrait of Count Nikolay Guryev (1821)

San Petersburgo (Hermitage Museum)

Foto realizada en la plaza de la Virgen Blanca de Vitoria (Alava) a una de las esculturas de François-Auguste-René Rodin para ser exactos la escultura del Pensador .

 

El pensador (francés: Le Penseur) es una de las más famosas esculturas en bronce de Auguste Rodin.

 

La pieza, denominada originalmente El poeta, formaba parte de una comisión del Museo de Artes Decorativas de París para crear un monumental portal basado en La Divina Comedia de Dante. Cada una de las estatuas representaba a uno de los personajes principales del poema alegórico. El pensador, en su origen, buscaba representar a Dante frente a Las Puertas del Infierno (como llamó, en efecto, al portal del que formaría parte), ponderando su gran poema. La escultura es un desnudo, ya que Rodin deseaba una figura heroica al estilo de Miguel Ángel para representar tanto el pensar como la poesía.

 

Rodin hizo un primer modelo de la escultura en yeso en 1880. La primera escultura a gran escala se culminó en 1902, aunque no fue presentada en público hasta 1904.

 

Existen más de veinte versiones de la escultura en diferentes museos alrededor del mundo. Algunas son versiones ampliadas del original; otras, de diferentes proporciones. El Pensador está fundido en bronce y fue terminado en 1880.

   

Un poco de historia que nunca viene mal .

François-Auguste-René Rodin (París, 12 de noviembre de 1840 - Meudon, 17 de noviembre de 1917) fue un escultor francés contemporáneo a la corriente Impresionista. Enmarcado en el academicismo más absoluto de la escuela escultórica neoclásica, es el escultor encargado no sólo de poner fin a más de dos siglos en busca de la mimesis en las artes tridimensionales, sino de dar además un nuevo rumbo a la ya obsoleta concepción del monumento y la escultura pública. Es por esto que Rodin ha sido denominado en la historia del arte: «el primer moderno».

  

 

Alejandro Obregón, apodado por la crítica como el expositor del expresionismo romántico. Era de origen catalán, viviría sus primeros años en Barranquilla. Hijo de colombiano y catalana, creció en medio del Caribe Colombiano. Rechazaba el academicismo y al respecto decía: Yo no creo en las escuelas de pintura;creo en buena pintura y nada más. La pintura es una expresión individual y hay tendencias como personalidades. He admirado los buenos pintores, los españoles sobre todo, pero considero que ninguno ha ejercido una influencia decisiva en mi formación.

Tomado de Wikipedia

La Casa Amatller (izquierda)

Entre 1898 i 1900, en 18 meses, el joven arquitecto Josep Puig i Cadafalch, ayudado por cincuenta equipos de artesanos especializados, convierte un viejo edificio, de planta baja y cuatro plantas, construido en 1875 por Antoni Robert i Morera, en la residencia del industrial del chocolate Antoni Amatller i Costa.

En la casa Amatller hay tres espacios superpuestos:

1. En la planta baja y el piso principal la residencia del propietario.

2. Encima, una casa de vecinos destinada al alquiler, de tres plantas, con escalera propia desde un segundo patio.

3. Encima, el estudio de fotografía del propietario.

La fachada es plana y está decorada con un esgrafiado, como un tapiz de motivos florales que fue sacado de un encaje de la colección del propietario.

Las variadas aperturas, las puertas, las ventanas y la tribuna, están embellecidos con finas esculturas de Eusebi Arnau que contó con la colaboración de Alfons Juyol. Son un verdadero regalo para la vista. La decoración integrada en las aperturas de la fachada es una de las características que Puig i Cadafalch adopta del repertorio decorativo del gótico catalán, sobre todo en los escudos heráldicos y figuras mitológicas.

El conjunto es una delicia.

 

Texto: Edu García

 

La Casa Batlló (derecha)

La Casa Batlló es uno de los dos grandes edificios diseñados por Gaudí en Paseo de Gràcia, el otro es la Pedrera (Casa Milà).

Desde fuera la fachada de la Casa Batlló parece como si estuviese hecha de calaveras y huesos. Las calaveras son en realidad balcones y los huesos son pilares.

Gaudí usó colores y formas encontrados en la vida marina como inspiración para su creatividad en este edificio; por ejemplo, los colores escogidos para la fachada son aquellos encontrados en un coral natural.

El edificio fue diseñado por Gaudí para Josep Batlló, un rico aristócrata barcelonés, como una casa de lujo, y se construyó sobre una mansión preexistente.

El senor Batlló vivió en las dos primeras plantas con su familia, mientras que las plantas superiores se alquilaron como apartamentos.

Gaudí diseñó el proyecto de remodelación de la Casa Batlló a los 52 años, cuando ya había superado las modas historicistas de mediados del siglo XIX, y su estilo arquitectónico había trascendido el mero academicismo para reflejar una visión personal de la arquitectura, de gran originalidad y sello innovador. Sin embargo, como es habitual en las obras de Gaudí, el diseño y la innegable artisticidad del conjunto no privan de que el edificio esté concebido bajo el prisma de la funcionalidad, a la que el arquitecto subordina todos los demás elementos. En ese sentido, cabe resaltar la importancia otorgada tanto a la iluminación como a la ventilación, dos ejes básicos para una vida sana y confortable en un edificio de viviendas. Para ello dispuso un gran patio central en el centro del edificio, al que daban las habitaciones de servicios, mientras que los salones y los dormitorios daban a la fachada. Este patio también articulaba el movimiento dentro del edificio, a través de escaleras y un ascensor.

 

Texto: Wikipedia

 

Música recomendada: "Bachelorette". Björk.

El Palacio de Correos y Telecomunicaciones de la ciudad de Buenos Aires, también llamado Correo Central, ubicado en el barrio de San Nicolás, es un exponente clásico de la arquitectura del academicismo francés. Fue el presidente Miguel Juárez Celman quien en 1888 aprobó el proyecto para su construcción. En principio fue diseñado por el arquitecto francés Norbert Maillart para ser sede del Correo Central de la Argentina

El 28 de septiembre de 1928, después de varios contratiempos, se realizó su inauguración que difería en muchos aspectos del diseño original del arquitecto Maillart.

 

En 1997 fue declarado Monumento Histórico Nacional debido a su calidad arquitectónica, su importancia histórica y por las obras de arte que se hallan en su interior.

 

En el 2003 dejó de utilizarse como Correo Central y en el 2005 el Gobierno Nacional resolvió convocar a licitación para convertirlo en un centro cultural como parte de las celebraciones del bicentenario de la Revolución de mayo de 1810. El 24 de mayo de 2010 fue inaugurada en este edificio la primera etapa del Centro Cultural del Bicentenario. Actualmente está cerrado al público, mientras continúan las obras de remodelación.

 

www.fotorevista.com.ar/Portfolios/10/100822-DiazDeVivar/i...

Almancil, Algarve, Portugal

 

in Wikipedia

 

João Pires Cutileiro é um escultor português, nascido em Lisboa a 26 de Junho de 1937. Sua mãe, de nome Amália era de Pavia, no Alto Alentejo, e foi viver para Évora, onde se casou com José Cutileiro, um médico da Organização Mundial da Saúde aí sediado. Dos três filhos do casal, João Cutileiro é o do meio.

 

Aos quatro (4) anos, Cutileiro muda-se para os Açores, para a ilha Terceira, onde se sitiava o novo posto de seu pai, e regressa ao continente em 1943.

 

Aí, em Lisboa, a sua casa foi frequentada pela chamada intelligentsia, um grupo de personalidades da época. António Pedro, um deles, trá-lo para desenhar no seu atelier, em 1946. Durante os dois anos que aí trabalhou, foi fortemente influenciado pelo Surrealismo.

 

Entre 1949 e 1951, passa a frequentar o estúdio de Jorge Barradas onde executa trabalhos de modelismo e de pintura, para além de vidrados de cerâmica. Descontente, muda-se para o atelier de António Duarte, onde é assistente de canteiro, voluntário, durante dois anos. Lá se dá o seu contacto com a pedra, pois tinha como trabalho ampliar os modelos do mestre canteiro, passá-los a gesso e, a esses últimos, metamorfoseá-los no mármore.

 

Com apenas catorze anos, no ano de 1951, Cutileiro apresenta a sua primeira exposição individual em Reguengos de Monsaraz, numa loja de máquinas de costura, mostrando esculturas, pinturas, aguarelas e cerâmicas.

 

Completa o liceu e é nesse período que apresenta a sua ideologia política, quando ingressa o MUD Juvenil.

 

A Caminho de Cabul, para visitar o seu pai que lá ficaria um ano, passou por Florença, onde se encantou pela obra de Miguel Ângelo e confirmou a certeza da fixação na escultura, que existia desde os seus seis anos, quando esculpiu um presépio. Na volta, inscreve-se na Escola Superior de Belas Artes de Lisboa sendo aluno de Leopoldo de Almeida.

 

Não passa mais do que dois anos na referida Escola Superior, entre 1953 e 1954, por perceber que em Portugal o único material considerado prestável era o bronze e as pesquisas eram travadas. Sai do país e dirige-se a Londres, à Slade School of Art. Nesse curso desenvolveu a sua capacidade com o seu mestre escultor Reg Butler e no final recebeu três prémios: Composição, figura e cabeça.

 

Vida Profissional

  

Estátua de Cutileiro representando D. Sancho I frente ao Castelo de Torres Novas

  

Monumento ao 25 de Abril, em Lisboa

Ao começar a utilizar máquinas eléctricas para executar o trabalho, dedica-se ao mármore e surgem as figuras , as paisagens as caixas e as árvores. Nos dez anos seguintes a 1961 faz cinco exposições em Lisboa e uma no Porto

 

Em 1970 regressa à pátria e instala-se em Lagos e é lá que executa a sua obra mais polémica, D.Sebastião, eregida nessa mesma cidade.

 

Essa obra confontou o academicismo do Estado Novo e recebeu fortes críticas e diz, numa frase irónica, que desistia da escultura, passando a ser apenas «um fazedor de objectos destinados à burguesia intelectual do ocidente» espantando os escultores por, segundo ele próprio, ser essa mesma a função de um escultor, a de criador de peças decorativas. Esta frase pretende também menosprezar as críticas de quem o achava escultor menor.

 

Conquistou uma menção honrosa no Prémio Soquil no ano de 1971 e, cinco anos mais tarde as suas esculturas e mosaicos foram expostos em Wuppertal na Alemanha, seguindo-se exposições em Évora (1979, 80 e 81) e, no ano de 1980, a sua obra volta à Alemanha, mas a Dortmund. Nesse mesmo ano, expões em Washington D.C. e na Sociedade Nacional de Belas Artes. No ano seguinte participou no Simpósio da Escultura em Pedra, na cidade de Évora e numa exposição na Jones Gallery em Nova Iorque.

 

A sua costela alentejana impulsiona-o a mudar-se para Évora no ano de 1985 e aí está exposta, na sua casa, uma grande parte do seu leque de obras.

 

As Meninas de Cutileiro, ironicamente chamadas, são provavelmente o tema mais famoso de Cutileiro e valeram-lhe (e valem) a mais distinta glória e dinheiro, mas também desprezo da parte de alguns.

 

No ano de 88, Cutileiro realiza exposições em Almansil, Macau e Lisboa e no ano seguinte faz novas exposições em Almansil e na Capital de Portugal. Em 1990 elabora uma exposição que se apresenta como a retrospectiva da sua arte em Lisboa, na Fundação Calouste Gulbenkian. Daí resultou a armagura de só ver mostrada parte da sua obra e que não irira conseguir reunir todos os seus trabalhos de uma só vez.

 

Nos anos de 1992 e 93, o mestre realiza mais exposições em Bruxelas, Luxemburgo, Évora, Guimarães, Lagos, Almansil e Lisboa. Faz nos anos seguintes mais exposições.

 

Embora de grande prestígio e muito cobiçadas, poucas foram as suas peças edificadas publicamente após o D. Sebastião.

  

El Palacio de Correos y Telecomunicaciones de la ciudad de Buenos Aires, también llamado Correo Central, es actualmente sede del Centro Cultural Néstor Kirchner. Está ubicado en el barrio de San Nicolás. Es un exponente clásico de la arquitectura del academicismo francés.

 

Recientemente ha sido restaurado repestando en gran parte el diseño original. En esta imagen se pueden apreciar los ascensores originales instalados en el edificio y las nuevas escaleras de emergencia construidas a los lados.

 

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The Buenos Aires Central Post Office (native name: "Palacio de Correos y Telecomunicaciones" or most commonly, "Correo Central"), was the seat of the Argentine Post Office, and the Néstor Kirchner Cultural Centre since May 2015. The building, made in Beaux-Arts architecture style and designed by French architect Norbert Maillart, is located in the San Nicolás, Buenos Aires neighborhood of Buenos Aires.

 

It has recently been restored trying to keep the original style. In this image you can see the original elevators installed in the building and the new emergency staircase built at its sides.

Buenos Aires - AR

El estilo de la obra es un estilo grecorromano, dentro del academicismo italiano de Víctor Meano. El edificio se distingue por su cúpula, que alcanza los 80 metros de altura. La construcción de esta cúpula significó la construcción de una gran obra de ingeniería, que debía soportar las 30 mil toneladas de la superestructura de la cúpula central. El casquete es una estructura reticulada de acero y los 4 pilares bajo el tambor tienen 300 m2 de sección de piedra granítica.

Caminando por las calles de la capital española nos encontramos en este punto donde confluyen estos tres iconos que revisaremos.

 

La Plaza del Callao, situada al final de la calle del Carmen, y en el medio de la Gran Vía.

Que al igual que la Gran Vía, fue construida entre los años 1910 y los años 1940.

 

La plaza tiene su existencia antes de la gran reforma que supuso la construcción de la Gran vía en 1910, su espacio estaba bajo el área del arrabal de San Martín.

 

Su nombre se concedió a este espacio en honor al combate del Callao.

Era una pequeña plaza que se encontraba en la calle Preciados con calle de Jacometrezo, al comenzar las obras el 4 de febrero de 1917, la plaza empezó a cobrar un área mayor.

 

En el año 1939, tras la Guerra Civil el empresario Antonio Rodilla inicia su actividad repostera con una pequeña tienda en la plaza.

En 1952 se establece en el ala sur de la Plaza los almacenes de Galerías Preciados, siendo su promotor el industrial Pepín Fernández.

En la reforma que sufrió posteriormente, tras la inauguración del 1 de julio de 1960, la plaza cobró el aspecto actual.

 

A finales de 2009 y principios de 2010 se peatonaliza toda la plaza y la vecina calle de Jacometrezo se acomoda para el tráfico de autobuses que anteriormente se ofrecía en la plaza.

 

Actualmente, por ella pasan anualmente 113 millones de personas, cuanta con espacio que permite la concentración de hasta 10.000 personas y tiene un tráfico vehicular de 51.000 vehículos diarios.

 

Por el lado derecho de la mirada, el Edificio Carrión, también conocido como Edificio Capitol, es uno de los más conocidos del tercer tramo de la Gran Vía.

 

Está situado en la esquina de esta calle con la de Jacometrezo.

Fue ideado como un espacio multiuso, en el instante que se construyó el edificio contenía oficinas, cafeterías y el Cine Capitol.

A comienzos del siglo XXI el edificio acoge el cine, una tienda de ropa y un hotel.

 

El estilo de su fachada corresponde a una arquitectura expresionista con claras influencias mendelsohnianas.

 

Tiene catorce plantas, fue proyectado por los arquitectos Luis Martínez-Feduchi y Vicente Eced y Eced y construido entre los años 1931 y 1933.

 

Su promotor fue Enrique Carrión y Vecín, marqués de Melín que promovió un concurso arquitectónico, donde se presentaron un total de seis proyectos, de los cuales salió ganador el presentado por la pareja de jóvenes arquitectos Luis Martínez-Feduchi y Vicente Eced y Eced.

 

En la época en que se presentó el concurso convivían en la arquitectura madrileña diversas tendencias: el academicismo y clasicismo con el tradicionalismo moderado, el racionalismo, expresionismo y Art Decó y los proyectos presentados al concurso así lo demostraron.

 

El solar de más de mil trescientos metros cuadrados correspondía a un espacio donde convergían las calles de Jacometrezo y la entonces llamada avenida de Eduardo Dato que correspondía al tercer tramo de la Gran Vía.

El solar hacía ver que la solución más adecuada era un planteamiento en forma de chaflán.

 

Utiliza materiales como mármol y granito y la decoración y los muebles corrieron a cargo de la firma Rolaco-Mac.

Pero lo más destacado en su época fueron los adelantos tecnológicos que incorporaba, como el uso innovador de vigas de hormigón tipo Vierendeel, la utilización de telas ignífugas o el sistema de refrigeración, el primero centralizado de Madrid y que ocupaba toda una planta.

 

El 21 de abril de 1931 se concedió la licencia para las obras y la Sala de Espectáculos del Cine Capitol se inauguró el 15 de octubre de 1933.

 

En la prensa de la época se le tilda de edificio comercial.

Se emplearon 30 meses para construir un edificio complejo y plurifuncional.

 

La situación económica del país era delicada, tanto es así que durante su edificación era el único que se ejecutó en la capital.

Por lo que se refiere a su ordenamiento inicial de espacios, el edificio está constituido por una sala de fiestas en el sótano, un café en la planta baja, en la que también se ubican los accesos al hotel y a la sala principal, un “salón de thé” en la entreplanta, y oficinas en las plantas cuarta, quinta y sexta, quedando reservadas para hotel las plantas sexta a séptima.

 

La edificación corrió a cargo de la constructora española Macazaga, estando a cargo de la construcción el arquitecto Luis Moya Blanco.

Recibió el Premio Ayuntamiento de Madrid de 1933 y la Medalla de Segunda Clase en la Exposición Nacional de Bellas Artes de 1934.

 

En el proyecto original albergaba 64 apartamentos, un hotel (el Capitol, en la actualidad del grupo Vincci), una cafetería, un bar, un restaurante, una fábrica de agua de Seltz y oficinas y salas de fiesta.

En su planta inferior disponía de una sala de cine para casi 2.000 espectadores, llamada cine Capitol, hoy dividida en varias salas más pequeñas.

El primer propietario fue Enrique Carrión, marqués de Nelín.

 

Durante la Guerra Civil Española y durante la defensa de Madrid su azotea fue empleada como observatorio avanzado.

 

En 2007, dirigida por el arquitecto Rafael de la Hoz, se terminó una total rehabilitación que eliminó todos los anuncios publicitarios de su fachada, conservándose sólo el de Schweppes y uno más moderno de la compañía de telefonía móvil Vodafone en la azotea.

 

En el costado izquierdo aparece el edificio que alberga el Cine Callao, primera obra del arquitecto Luis Gutiérrez Soto, construyéndose en el año 1926.

 

Para ser inaugurado el 11 de diciembre de 1926 emitiendo la película: Luis Candelas, el bandido de Madrid.

 

El edificio posee tendencias academicistas con cierto regusto neobarroco español, y en su decoración interior sugerencias vienesas y art decó.

 

Inicialmente poseía un aforo para mil quinientas personas.

Su terraza está diseñada para emitir sesiones cinematográficas al aire libre.

El sótano del edificio se pensó para alojar un Café o Cabaret aunque posteriormente se adaptó a la antigua discoteca Xenón.

 

El 13 de junio de 1929 se proyectó en este cine la que fue primera película sonora y hablada estrenada en España, su título: El cantante de jazz (The jazz singer).

 

Madrid, España.-

  

El Edificio Carrión, (también conocido como Edificio Capitol), es uno de los más conocidos del tercer tramo de la Gran Vía madrileña. Está situado en la esquina de esta calle con la de Jacometrezo, en la plaza del Callao. Su perfil se ha venido empleando como icono de la calle en las celebraciones del centenario de la Gran Vía. El edificio fue ideado como un espacio multiuso, en el instante que se construyó el edificio contenía oficinas, cafeterías y el Cine Capitol. A comienzos del siglo XXI el edificio acoje el cine, una tienda de ropa y un hotel. El estilo de su fachada corresponde a una arquitectura expresionista con claras influencias mendelsohnianas.

 

Historia

 

El edificio, de catorce plantas, fue proyectado por los arquitectos Luis Martínez-Feduchi y Vicente Eced y Eced y construido entre los años 1931 y 1933.3 Su promotor fue Enrique Carrión y Vecín, marqués de Melín que promovió un concurso arquitectónico restringido al que asistieron otros arquitectos experimentados como Pedro Muguruza (constructor en 1924 del vecino Palacio de la Prensa), Emilio Paramés, Luis Gutiérrez Soto.6 Se presentaron un total de seis proyectos, de los cuales salió ganador el presentado por la pareja de jóvenes arquitectos Luis Martínez-Feduchi y Vicente Eced y Eced. En la época en que se presentó el concurso convivían en la arquitectura madrileña diversas tendencias: el academicismo y clasicismo con el tradicionalismo moderado, el racionalismo, expresionismo y Art Decó y los proyectos presentados al concurso así lo demostraron. El solar de más de mil trescientos metros cuadrados correspondía a un espacio que hacía la convergentes entre las calles de Jacometrezo y la entonces llamada avenida de Eduardo Dato que correspondía al tercer tramo de la Gran Vía.

 

El solar hacía ver que la solución más adecuada era un planteamiento en forma de chaflán. Utiliza materiales como mármol y granito y la decoración y los muebles corrieron a cargo de la firma Rolaco-Mac (empresa en la que posteriormente trabajaría Luis Feduchi). Pero lo más destacado en su época fueron los adelantos tecnológicos que incorporaba, como el uso inovador de vigas de hormigón tipo Vierendeel, la utilización de telas ignífugas o el sistema de refrigeración, el primero centralizado de Madrid y que ocupaba toda una planta.7 El 21 de abril de 1931 se concedió la licencia para las obras y la Sala de Espectáculos del Cine Capitol se inauguró el 15 de octubre de 1933.8 En la prensa de la época se le tilda de edificio comercial.9 Se emplearon 30 meses para construir un edificio complejo y plurifuncional. La situación económica del país era delicada, tanto es así que durante su edificación era el único que se ejecutó en la capital. Por lo que se refiere a su ordenamiento inicial de espacios, el edificio está constituido por una sala de fiestas en el sótano, un café en la planta baja, en la que también se ubican los accesos al hotel y a la sala principal, un “salón de thé” en la entreplanta, y oficinas en las plantas cuarta, quinta y sexta, quedando reservadas para hotel las plantas sexta a séptima.

 

La edificación corrió a cargo de la constructora española Macazaga, estando a cargo de la construcción el arquitecto Luis Moya Blanco. Recibió el Premio Ayuntamiento de Madrid de 1933 y la Medalla de Segunda Clase en la Exposición Nacional de Bellas Artes de 1934. En el proyecto original albergaba 64 apartamentos, un hotel (el Capitol, en la actualidad del grupo Vincci), una cafetería, un bar, un restaurante, una fábrica de agua de Seltz y oficinas y salas de fiesta. En su planta inferior disponía de una sala de cine para casi 2.000 espectadores, llamada cine Capitol, hoy dividida en varias salas más pequeñas. El primer propietario fue Enrique Carrión, marqués de Nelín. Durante la Guerra Civil Española y durante la defensa de Madrid su azotea fue empleada como observatorio avazado.

 

En 2007, dirigida por el arquitecto Rafael de la Hoz, se terminó una total rehabilitación que eliminó todos los anuncios publicitarios de su fachada, conservándose sólo el de Schweppes y uno más moderno de la compañía de telefonía móvil Vodafone en la azotea.

Edificio en la Cultura Popular

 

El edificio se constituye en el icono reconocible de todo un siglo de arquitectura española.11 Comentado su parecido con el edificio Flatiron de Nueva York. El edificio logró ser el emblema del Madrid moderno y su imagen aerodinámica inspiró a otros arquitectos en capitales españolas. El anuncio luminoso de neón de la marca Schweppes situado en las plantas superiores es uno de los símbolos de la Gran Vía y de la ciudad y ha aparecido en numerosas películas españolas, una de las apariciones más famosas El día de la Bestia, dirigida por Álex de la Iglesia.

 

es.wikipedia.org/wiki/Edificio_Carri%C3%B3n

Sátiro embriagado (tras la cámara)

ACADEMICS II

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Con la colaboración de Franck Grall y Frederich Sancho

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Esculturas de Auguste Rodin en Barcelona, concretamente en la Rambla de Catalunya

 

Auguste Rodin (París, 12 de noviembre de 1840 - Meudon, 17 de noviembre de 1917) fue un escultor francés contemporáneo a la corriente Impresionista. Enmarcado en el academicismo más absoluto de la escuela escultórica neoclásica, es el escultor encargado no sólo de poner fin a más de dos siglos en busca de la mimesis en las artes tridimensionales, sino de dar además un nuevo rumbo a la ya obsoleta concepción del monumento y la escultura pública. Es por esto que Rodin ha sido denominado en la historia del arte: «el primer moderno».

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Francisco Aragão © 2012. All Rights Reserved.

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Portuguese

Quando o grande espaço vazio entre as alas do norte e do Sul do Louvre, agora familiar aos visitantes modernos, foi revelado em 1883, o pátio do Louvre abria-se pela primeira vez para um eixo histórico contínuo. O Jardin des Tuileries (Jardim das Tulherias) está rodeado pelo Louvre (a Este), o Sena (a Sul), a Place de la Concorde (a Oeste) e a Rue de Rivoli (a Norte). Mais a Norte fica a a Place Vendôme.

O Jardim das Tulherias cobre cerca de 63 acres (25 hectares) e ainda segue de perto um desenho realizado pelo arquitecto paisagista André Le Nôtre, em 1664. O seu plano de espaçosos jardins formais prolongam a perspectiva através de piscinas que se reflectem uma na outra numa vista contínua, ao longo de um eixo central, a partir da fachada Oeste, o qual foi estendido pelo Axe historique (Eixo histórico).

Na esquina Noroeste dos jardins fica localizada a Galerie nationale du Jeu de Paume (Galeria nacional de Jeu de Paume), um museu de arte contemporânea.

Aristide Maillol (1861-1944), foi um esculturista e pintor francês.

Nasceu em Banyuls-sur-Mer,nos Pireneus orientais.Estudou pintura em Perpignan e,graças a École des Beaux-Arts,em Paris,tendo como mestres Gérôme e Cabanel.Esteve naquela escola de 1882 a 1886,quando abandonou a pintura pela tapeçaria e pela gravura em madeira.Sofreu a influência de Gauguin e de Maurice Denis.No começo do séc.XX,passou a dedicar-se exclusivamente à escultura.Uma viagem à Itália e à Grécia levou-o a uma reapreciação da escultura arcaica,afastando seu estilo da influência então poderosa de Auguste Rondin.Morreu em desastre de automóvel nas vizinhanças de sua terra natal.

Atividade.Maillol é primordialmente um escultor do nu feminino,isolado ou em grupo.Seu poderoso neoclassicismo é baseado no estudo constante do modelo vivo.Enquanto a obra de Rodin revela maior carga emocional,as esculturas de Maillol demonstram maior tranquilidade e maior preocupação com o equilíbrio das massas.Ressentem-se,por isso mesmo,de certo formalismo;mas não podem ser tachadas de acadêmicas ou de academicismo.Sua primeira e mais poderosa influência foi a de um antiacadêmico,Gauguin.As formas de seus nus são sensualmente arredondadas,podendo em certos casos adquirir conotação ingênua.

Obras. Em argila,mármore ou bronze,a obra de Maillol oferece grande unidade,apesar de sua extensão.Entre as suas principais esculturas estão:"Leda"(1900);"La Pensée"(1901;" O Pensamento";Hôtel de Ville,Perpignan);"L'Action enchainée"(1906;"A Ação encadeada");monumento a Auguste Blanqui,em Puget-Théniers;busto de A.Renoir(1907);"Monument Cézanne" (1911-1916;"Monumento a Cézanne",desde 1924 nos Jardins des Tuileries,em Paris );"Vênus"(1924);"Vénus au collier" (1924-1933;"Vênus com colar";"L'Air"(1940;"O Ar"); monumento a Mermoz,em Toulouse;"La Rivière" (1943;"O Rio";Musée National d'Art Moderne,Paris ).

 

English

The Tuileries Garden (French: Jardin des Tuileries, IPA: [ʒaʁdɛ̃ de tɥilʁi]) is a public garden located between the Louvre Museum and the Place de la Concorde in the 1st arrondissement of Paris. Created by Catherine de Medicis as the garden of the Tuileries Palace in 1564, it was first opened to the public in 1667, and became a public park after the French Revolution. In the 19th and 20th century, it was the place where Parisians celebrated, met, promenaded, and relaxed.

Air is a lead or bronze sculpture, by Aristide Maillol.

He modeled Dina Vierny in plaster in 1938, and casts were made after his death. It is an edition of six. Examples are located at the Kröller-Müller Museum, Jardin des Tuileries, J. Paul Getty Museum, Norton Simon Museum, and Kimbell Art Museum.

 

Wikipedia

Mi homenaje a Millais

Sir JOHN EVERETT MILLAIS (Southampton, Reino Unido,1829 – 1896), fue un pintor e ilustrador británico, niño prodigio que a los once años se matriculó en la Escuela de la Real Academia de Bellas Artes de Londres.

En 1848 creó junto a Rossetti y Hunt la Hermandad Prerrafaelita trabajando en este estilo de los italianos del Quattrocento.

Todas sus obras del período prerrafaelista están realizadas con gran atención por los detalles, destacando a menudo la belleza y complejidad del mundo natural.

En 1856 contrae matrimonio con Effie Gray, y a partir de ello cambió su estilo de pintura, haciéndolo más comercial y asequible.

Con el tiempo Millais se ancló en el academicismo, renegando incluso de sus compañeros, tan así que, fue elegido miembro asociado de la Royal Academy of Arts en 1853, y poco después fue admitido como miembro de pleno derecho.

En la Academia tuvo una muy activa participación. En 1885 se le otorgó el título de Baronet, siendo el primer artista en obtener un título hereditario.

 

Respecto al retrato, "Alice", se trata de Sophie Grey, quien era la hermanita de su esposa Effie, con la que tuvo gran afinidad y leí por ahí, que había una gran afinidad entre Millais y su cuñada, hasta que Effie la alejó. Para esto, la niña fue su musa en muchas obras de Sir John, a medida que crecía. También leí en algun blog, que no hubo nada certero que indicara que hubiera alguna relación más profunda entre los cuñados (ja! pasado el dato tipo culebrón). Sonrío

 

Fuentes y más info:

es.wikipedia.org/wiki/John_Everett_Millais

www.artehistoria.com/v2/personajes/2751.htm

 

Foto realizada en la plaza de la Virgen Blanca de Vitoria (Alava) a una de las esculturas de François-Auguste-René Rodin para ser exactos la escultura del Pensador .

 

El pensador (francés: Le Penseur) es una de las más famosas esculturas en bronce de Auguste Rodin.

 

La pieza, denominada originalmente El poeta, formaba parte de una comisión del Museo de Artes Decorativas de París para crear un monumental portal basado en La Divina Comedia de Dante. Cada una de las estatuas representaba a uno de los personajes principales del poema alegórico. El pensador, en su origen, buscaba representar a Dante frente a Las Puertas del Infierno (como llamó, en efecto, al portal del que formaría parte), ponderando su gran poema. La escultura es un desnudo, ya que Rodin deseaba una figura heroica al estilo de Miguel Ángel para representar tanto el pensar como la poesía.

 

Rodin hizo un primer modelo de la escultura en yeso en 1880. La primera escultura a gran escala se culminó en 1902, aunque no fue presentada en público hasta 1904.

 

Existen más de veinte versiones de la escultura en diferentes museos alrededor del mundo. Algunas son versiones ampliadas del original; otras, de diferentes proporciones. El Pensador está fundido en bronce y fue terminado en 1880.

   

Un poco de historia que nunca viene mal .

François-Auguste-René Rodin (París, 12 de noviembre de 1840 - Meudon, 17 de noviembre de 1917) fue un escultor francés contemporáneo a la corriente Impresionista. Enmarcado en el academicismo más absoluto de la escuela escultórica neoclásica, es el escultor encargado no sólo de poner fin a más de dos siglos en busca de la mimesis en las artes tridimensionales, sino de dar además un nuevo rumbo a la ya obsoleta concepción del monumento y la escultura pública. Es por esto que Rodin ha sido denominado en la historia del arte: «el primer moderno».

 

El teatro romano de Sagunto fue edificado en el año 50 d.C. en la ladera septetrional de la ciudad de Sagunto (Valencia, España).

 

Tiene forma de hemiciclo con un aforo de 8.000 personas aproximadamente, y cuenta con más de 90 metros de diámetro. Esta escavado en la roca de la ladera donde se encuentra ubicado. Como ha sucedido en múltiples ocasiones con otros monumentos romanos fue utilizado como cantera para la construcción del castillo y algunas casas de Sagunto. Existe un museo arqueológico que reúne los objetos encontrados en las diversas excavaciones realizadas.

 

La conformación del teatro de Sagunto es la clásica, esto es dividida en scaenae, cávea y orchestra. Es interesante visitar el conjunto de túneles y vomitorios que servían para dar acceso y evacuación del público. Como la mayoría de los teatros romanos goza de una buenísima acústica.

 

Junto con el castillo es uno de los iconos más importantes de la ciudad de Sagunto.

 

En 1896 fue el declarado Monumento Nacional en España. Actualmente está en uso y se representan obras teatrales, principalmente en verano. Para ello sufrió recientemente una polémica restauración, en la que se edificó totalmente la scaenae, y arregló la cávea.

  

Historia

En España el único teatro de los once que se conocen hoy que preservaba suficientes elementos constructivos a la vista desde la antigüedad era el de Sagunto. Su primera representación gráfica es la que realizó para Felipe II Anton Van den Wyngaerde (1563) que no es un levantamiento arquitectónico, sino un dibujo artístico hecho con un interés paisajístico, sin entrar en los elementos aludidos. Por eso, desde la perspectiva historiográfica, el modesto plano que para la descripción epistolar del teatro del Deán de Alicante Manuel Martí (1663-1737) trazó Miñana hacia 1705, y las láminas del irlandés William Conyngham (tesorero de la Royal Irish Academy) hacia 1784, abren la serie de los estudios sobre el monumento, así como la contribución de autores valencianos a los mismos . Martí gozó de la consideración de la sociedad valenciana y tuvo renombre internacional; fue corresponsal de Gravina, de Montfaucon y de Gregorio Mayans y Siscar y, sin duda, desarrolló estudios valorados en su tiempo. Sin embargo, el dedicado al teatro de Sagunto fue polémico y se vio desmerecido por un plano del que Ponz (1789) escribió: "ni es planta, ni es alzado, sino un conjunto de cosas que se le figuraron a quien no era profesor", en alusión a estar trazado al margen de la convención académica, lo cual a su vez alimentó los desacuerdos expresados después por José Ortiz y Sanz (1739-1822), en 1807 y 1812.

 

En (1793) Enrique Palos y Navarro, abogado de los Reales Consejos y conservador de las antigüedades saguntinas, ofreció otra versión del mismo teatro acompañada de un plano con escala dibujado tan a espaldas de cualquier pauta normativa que suscitó las iras del citado J. Ortiz, el más notable de los anticuarios valencianos, activo académico de número de San Fernando y traductor de Vitruvio al castellano (1787) , que ya había disentido del trabajo de Martí a quien, no obstante, tuvo que tratar con miramiento. Distinto fue el talante con el que en 1812 arremetió contra Palos, de formación arqueológica mucho más modesta, frente a sus pretensiones de ser apoyado por la Academia, dado que Ortiz fue arrogante en su indiscutible saber y despectivo en consecuencia con quienes no entendían la arqueología desde una práctica internacional e ilustrada. Ciertamente este autor puso su empeño en dotar a la Academia de San Fernando de una versión propia del tratado de Vitruvio que aspiraba a la vez a ser referencia para cuantas obras se sometieran a su dictamen. Su plano del teatro de Sagunto (1807) constituye el inicio, luego frustrado, de un proyecto a partir del que pretendía ilustrar la arquitectura romana como bien se ve en la triangulación del círculo de la orchestra, que supone un ejercicio de sello vitruviano repetido hasta la actualidad por muchos de cuantos han estudiado este u otros teatros romanos.

 

Distinta del academicismo normativo fue la visión de Laborde (1811) cuando ilustró con grabados de corte más romántico debidos a manos expertas y refinadas de grabadores franceses de finales del siglo XVIII tanto el paisaje como la planta y el alzado del teatro de Sagunto, digno y predilecto edificio de la primera arqueología clásica valenciana y uno de los primeros Monumentos del Patrimonio Histórico de España según declaración de 27-8-1896, adscrito a la tutela oficial, encomendada entre 1803 y 1911 a la Real Academia de la Historia.

 

Noticia sobre sus maquetas

La ejecución de maquetas a escala perseguía también por su parte el objetivo de crear modelos siguiendo una práctica innovadora que se observaba en los encargos que realizaron instituciones cultas de la época. Varias son las noticias sobre las primeras maquetas del teatro de Sagunto, obra de Miguel Arnau, nacido en Valencia en 1762. Puig i Cadafalch (1907, 196-199, fig. 255) reprodujo fotográficamente la que la Academia de San Fernando recibió de Múzquiz y dio al Museo Arqueológico Nacional en 1868, que era de corcho y madera. Otro ejemplar estuvo en Valencia, ya sea en la Sociedad de Amigos del País o bien, como indica Delgado (1877,426), en la Academia de San Carlos cuyo legado pasó al Museo Provincial de Bellas Artes, y el tercer ejemplar viajó a Bolonia en 1799 en manos de la profesora de griego Clotilde Tambroni (Schiassi 1836) sin que en la actualidad se sepa el paradero de ninguna de ellas (AA.VV. 1993, 46-47, fig. 15).

 

Su situación en el siglo XX

La falta de estudios de conjunto del teatro paralela al silencio científico sobre el mismo a partir de 1917 (Mélida 1917) es significativa de la desatención en que cayó el edificio a lo largo de la primera mitad del s. XX. El monumento soportó impasible a mediados de los años cincuenta la construcción del museo arqueológico adosado a su cuerpo escénico, que, también por falta de mantenimiento adecuado, sufrió el hundimiento de la terraza de su cubierta un día de lluvia de 1991. Y entre tanto comenzaba su utilización esporádica como espacio escénico, siendo fiel reflejo de la percepción oficial que de Sagunto se tenía en aquellos años la lápida que conmemora el estreno de La caída de Numancia de Menéndez Pidal bajo la dirección de Sánchez Castañer en 1959, colocada inicialmente en el acceso al monumento y hoy en el aditus oeste, estandarte entonces del nacionalismo patrio. Esta obra utilizó el graderío para la representación y sentó a los asistentes en la parte de la escena pero para sucesivos montajes se construyó una plataforma de hormigón sobre las substrucciones romanas de ésta. Y, poco a poco, sin que nadie lo impidiera, se fueron acercando las casas privadas al museo y al teatro, reduciendo la extensión de la plazoleta de entrada a los mismos, a la vez que se parcheaban las gradas que fueron perdiendo su modulación.

 

El Ministerio de Cultura de España concedía con bastante regularidad subvenciones para atender las urgencias de la restauración si bien el seguimiento de su ejecución y el rigor de las mismas no parecen haber sido objeto de suficiente interés por su parte; sin embargo estas numerosas intervenciones supusieron en algunas etapas un motivo de preocupación para Fletcher, director del SIP de la Diputación de Valencia y a otro nivel sobrecarga de trabajo para Facundo Roca, restaurador del museo, con quienes el teatro de Sagunto tiene de alguna manera una deuda que merece su recuerdo.

 

Dada la penosa situación del edificio como ruina monumental y como espacio cultural en los años 70, la fotogrametría realizada por Antonio Almagro (1979, 165-179) y el estudio presentado por Miguel Beltrán poco después (1982, 153-182) marcaron el comienzo de la actualización del conocimiento arquitectónico sobre este teatro, culminada por Emilia Hernández (1988) y ampliada gracias a las excavaciones (Hernández et al. 1993, 11-37) previas a su restitución integral planteada para posibilitar su disfrute cultural (Grassi y Portaceli, 1986), desencadenante de una polémica más larga y atroz que la que enfrentó en otro siglo a los primeros estudiosos del edificio.

 

El edificio

Avanzando la urbanización del municipio hacia la ladera norte del Castell y organizándose ésta en terrazas, el teatro se dispone al NO del foro como monumento principal del nivel intermedio de la ciudad julio-claudia.

 

El sector central de la cavea aprovecha la pendiente para asentar el graderío pero el resto del edificio muestra una variedad de sistemas de cimentación todavía más complejos que los del foro. Por una parte porque la planta semicircular exige substrucciones radiales allí donde hay que salvar una cota de nivel importante; por otra, porque hay un corredor subterráneo para llegar a las distintas localidades de la cavea que hay que hacer compatible con su cimentación y, por último, porque el cuerpo escénico salva una altura considerable hasta cimentar en la roca. El teatro tiene por tanto necesariamente bien resuelto el problema de las cloacas para la evacuación de agua de lluvia, sólidas y capaces dada su ubicación en una ladera, perfectamente conservadas hasta nuestros días.

 

Sin embargo, como corresponde a la tipología del teatro latino, más llamativa que su técnica constructiva es la proporcionalidad de su arquitectura. Y es que en estos monumentos es más necesaria que en otros la adecuación de las partes al todo mediante un juego métrico que constituye el mejor ejemplo de la armonía perseguida por la arquitectura romana, bien expresada en el tratado de 'Marco Vitruvio. Por eso la comprensión de un teatro romano comienza por descifrar el trazado regulador ideado para su puesta en obra como método para definir su adscripción tipológica.

 

En el caso de Sagunto (dossier 3), el diámetro de la orchestra de 22 m constituye la medida a partir de la cual se organiza el edificio: sus accesos, la sucesión de semicírculos de la cavea y, por tanto, el número de gradas de la ima, media y summa maeniana, así como el alzado de la misma que coincide con la superposición de los tres órdenes del scaenae frons, se sitúan de acuerdo a fracciones proporcionales de esa unidad.

 

Resuelto el trazado regulador, las particularidades susceptibles de dar una personalidad específica al teatro de Sagunto se reducen a aquello que ha dejado rastro en su arquitectura, puesto que no hay ningún resto escultórico que pueda indicar qué magistrados, emperadores, dioses o musas, entre otras posibilidades, aparecían en su interior, con la consiguiente pérdida de la ideología exhibida en el mismo, con la única y dudosa excepción de un relieve hallado en el siglo XVIII con la representación de la musa Melpómene tañendo la cítara, hoy perdido, que podría haber estado en la decoración del pulpitum.4 A través, pues, de su arquitectura, se advierte como una dotación singular el espacio rectangular central que corona la cavea cuya función era religiosa y que solía albergar alguna escultura monumental que evocaba la asociación de religión y política, tan frecuente en la civilización romana. Por otra parte el diseño semicircular de las valvas del frente escénico constituye una opción compartida con muchos otros teatros y, por último, se puede señalar como menos frecuente la estructura para el telón o aulaeum que las excavaciones de 1993 documentaron en el hyposcaenium consistente en dos muros paralelos con el espacio entre ambos con subdivisiones perpendiculares para la instalación de las poleas y maquinaria que permitían elevar una lona decorada en la parte delantera del escenario, ocultando a los actores, que recitaban o cantaban sin ser vistos. Hacer hablar a una pintura debía hacer las delicias del público porque el mecanismo para que ello fuera posible es constructivamente muy complicado.

 

La segunda fase constructiva

Así como las excavaciones de 1984 proporcionaron un contexto cronológico del 50 d. C. para la construcción del teatro, las de 1991 confirmaron algo que la metrología del edificio venía denunciando: la reforma del teatro en una etapa posterior a su construcción, que pudo ser datada a mediados del siglo III.

 

Escapan, por consiguiente, a la modulación del primer edificio algunos de los elementos porque corresponden a una ampliación del teatro bastante posterior a su creación. El anillo exterior fue añadido a la cavea para mejorar la circulación del público hacia las gradas más altas y las estancias rectangulares de los extremos este y oeste del cuerpo escénico, denominadas basílicas, tampoco se ajustan al proyecto inicial por el mismo motivo.

 

En una fosa bajo la escena oriental se recuperaron elementos de decoración arquitectónica labrados tanto en caliza local como en la piedra de Viver-Segorbe de entre los que destacan algunos capiteles corintios de hojas lisas que aparecerían en el frente escénico con un acabado de estuco que enriquecería su aspecto, como es habitual en Sagunto. La simplicidad de lo conservado dificulta su asignación a una de las dos fases constructivas del teatro, aunque es probable que se trate de la decoración de la etapa más reciente por su hallazgo entre los escombros del derrumbamiento de la escena.

 

Fruto de las últimas excavaciones en el teatro es también una inscripción ibérica incompleta (…ku.e ba…) sobre caliza que puede atribuirse a un asiento del graderío inferior, como si indicara el nombre de uno de los ocupantes de una localidad importante en la losa del asiento, tal y como ocurre en otros casos (Pompeya, Leptis Magna…), pero que un estudio más reciente (Mayer y Velaza, 1996) prefiere atribuir a un dintel que, con toda probabilidad, estaría en el teatro, aunque no es su graderío. Constituye un testimonio de pervivencia del ibérico que demuestra que la asimilación de las costumbres romanas no obligó a cambiar de lengua a los antiguos arsetanos –el ibérico estaba sentenciado, no obstante, por la fuerza del latín-, que siguieron manifestándose epigráficamente en ibérico como demuestran ésta y otras lápidas o estelas que constituyen en Sagunto el conjunto epigráfico ibérico más amplio de toda Hispania, lo que denota el arraigo de la identidad originaria entre grupos letrados de la sociedad de época romana tal vez incluso avanzada.

 

Las cerámicas y los datos constructivos de determinadas partes del edificio aportan, por tanto, una facies cultural que no es compatible con la época julio-claudia y confirman una intervención más tardía en el monumento. Es, hasta cierto punto, sorprendente que ésta consista en una mejora de los accesos al graderío del teatro junto a una pequeña ampliación de su aforo y de las dependencias de la escena porque esto tiene lugar en un momento que es crítico para la civilización romana aunque, como aquí se ve, no afecta al mantenimiento de algunos de sus teatros para los que todavía hay presupuesto y público. Esto constituye un dato a favor de la continuidad de la vida urbana en Sagunto en el Bajo Imperio e incluso permite suponer la celebración en el teatro de lo que en términos coloquiales podríamos llamar diversiones acuáticas y simulacros de combates entre gladiadores, característicos de la romanidad tardía, como se sabe que sucedía en Ostia, en Trieste, etc., en las últimas fases de la antigüedad. En Sagunto la basílica oriental de la ampliación de la escena está impermeabilizada interiormente con un revestimiento de opus signinum, constituyendo así un depósito de agua, tal vez suficiente para inundar el semicírculo de la orchestra y convertirlo en un estanque (colimbètra) para actuaciones cómicas con textos satíricos, muy del gusto de la época.

 

Tanto en este caso, como en el de los combates o en el de las funciones escénicas en general, se trata de representaciones censuradas por el cristianismo de modo que la reconstrucción del teatro denota colateralmente la escasa influencia de la religión que se hizo oficial a partir de Constantino I (303 d. C.) en la vida pública saguntina y apunta una diferencia con respecto a Valentia donde, si bien fue desplazado San Vicente hacia el 296 d. C. desde Caesaraugusta para que el martirio al que había sido condenado el diácono se ejecutara lejos de la comunidad cristiana que le apoyaba, más numerosa y ferviente que la valenciana, hay constancia de que la iglesia creció y trató de preservar su memoria, mientras que en Sagunto apenas existen indicios de cristianización en esas mismas fechas, ni tampoco hay mártires, por tratarse de una ciudad menor que las que registran estos eventos, generalmente de rango colonial.

 

No se puede precisar el momento en que se abandonó el teatro de Sagunto (¿fin del siglo IV?, ¿siglo V?). El texto árabe del siglo X de Al-Razi alude a un palacio, apreciación que puede sugerir que el autor vio todavía en pie una parte de la columnata de la escena ya que, de hecho, las excavaciones datan el hundimiento de la misma antes del final del siglo XVI. A partir de la Edad Media este teatro no fue más que una avanzada del Castell y tuvo un uso por lo tanto militar que hasta cierto punto contribuyó a su conservación parcial. Por ello es posible que los movimientos de las Germanías, en los que Sagunto participó, y la represión de los mismos dieran lugar al derrumbamiento definitivo de la escena quedando el teatro tal y como lo mandó dibujar Van den Wyngaerde en 1563, con la cavea y los aditus perfectamente identificables.

 

Rehabilitación

Este teatro fue objeto, entre 1992 y 1994, de una amplia rehabilitación, según proyecto de los arquitectos Giorgio Grassi y Manuel Portaceli. Contra dicha actuación, hecha durante el mandato socialista, se presentó una impugnación por parte del entonces diputado del PP Marco Molines que fue inicialmente estimada y finalmente confirmada por el Tribunal Supremo en 2000, 2003 y 2008. Después de un procedimiento que ha durado casi veinte años, la demolición misma, aunque confirmada por el Supremo, que daba un plazo de 18 meses para hacerla, fue recurrida por la Generalitat de Valencia, aunque ahora en manos del PP, y por el Ayuntamiento de Sagunto, alegando "imposibilidad de ejecución", lo que fue estimado por el TSJCV en abril de 2009 por "una causa de imposibilidad legal" y por el "principio de eficiencia en el gasto público".

  

es.wikipedia.org/wiki/Teatro_romano_de_Sagunto

Montserrat

1928

Eusebi Arnau

 

Eusebi Arnau (1864-1934) va ser un dels escultors més apreciats pels arquitectes modernistes ja que ell s'havia creat en el taller de Lluís Domènech i Montaner i Antoni Maria Gallissà. Així va participar en la decoració de nombroses obres característiques del modernisme com el Castell dels Tres Dragons a Barcelona (1888), la Casa Amatller de Puig i Cadafalch (1900) i va realitzar obres d'interior com la gran xemeneia de la Fonda Espanya (1903). Va esdevenir un escultor representatiu del modernisme que amb Josep Llimona entrà en l'anecdotisme i es mantingué fins tard en aquesta línia que tant agradà a Gaudí per encarregar-li la decoració iconogràficament més endarrerida de la Sagrada Família. Academicisme i anecdotisme caracteritzen una obra que tindrà certament posteritat en les futures històries de l'escultura catalana, ara Eusebi Arnau és molt present en l'art escultòric públic monumental. Des de la seva intervenció en l'escultura del Palau de Justícia Arnau va ser un dels escultors preferits de la generació principal d'arquitectes modernistes i postmodernistes.

 

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Eusebi Arnau (1864-1934) trained in the studio of Lluís Domènech i Montaner and Antoni Maria Gallissà and was one of the sculptors most highly regarded by the Catalan Art Nouveau architects. He contributed to the decoration of many of the most outstanding Art Nouveau buildings, such as the Castell dels Tres Dragons (Castle of the Three Dragons) in Barcelona (1888) and Puig i Cadafalch’s Amatller House (1900), as well as providing interior works for the monumental fireplace in the Fonda Espanya (Espanya Hotel - 1903). He became a representative Art Nouveau sculptor, and like Josep Llimona based some of his works on scenes from social life. He remained true to this style throughout his career and was commissioned by Gaudí for some of the later iconographical works on the Sagrada Família. The academic and anecdotal character of his oeuvre ensured his place in the history of Catalan sculpture, while examples of his work can be found among the monumental public sculpture in the city. After his contributions to the sculpture for the Palau de Justícia (Law Courts), Arnau became one of the sculptors most favoured by the leading generation of modernist and post-modernist architects.

 

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Eusebi Arnau (1864-1934) fue uno de los escultores más apreciados por los arquitectos modernistas, porque se había creado en el taller de Lluís Domènech i Montaner y Antoni Maria Gallissà. Así participó en la decoración de numerosas obras características del Modernismo como el Castillo de los Tres Dragones en Barcelona (1888), la Casan Amatller de Puig i Cadafalch (1900) y realizó obras de interior como la gran chimenea de la Fonda Espanya (1903). Devino un escultor representativo del Modernismo que, con Josep Llimona, entró en el anecdotismo y se mantuvo bien tarde en esta línea que tanto agradó a Gaudí que le encargó la decoración iconográficamente más atrasada de la Sagrada Familia. Academicismo y anecdotismo caracterizan una obra que tendrá ciertamente posteridad en las futuras historias de la escultura catalana, ahora Eusebi Arnau está muy presente en el arte escultórico público monumental. Desde su intervención en la escultura del Palacio de Justicia, Arnau fue uno de los escultores preferidos de la generación principal de arquitectos modernistas y postmodernistas.

 

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Desde su simple planteamiento, la gesta de dar a luz 'Bohemian Rhapsody' y salir indemne del intento era harto complicada —por no decir prácticamente imposible—. Crear un largometraje a la altura de la leyenda ya no sólo del eterno e inigualable Freddie Mercury, sino del legado cedido por la legendaria banda Queen era una misión en la que muy pocos tenían depositada un mínimo de fe.

 

Después de haberme librado de todos mis prejuicios hacia la producción y hacia un Bryan Singer —al que considero estancado desde la genial 'X-Men 2'— sorprendentemente solvente y contenido, tan sólo he necesitado un par de minutos de metraje para sumergirme de lleno en la maravillosa carta de amor que el realizador neoyorquino ha dedicado al grupo londinense y a su carismático líder.

 

Un auténtico homenaje de dos vibrantes y arrolladoras horas y cuarto con una factura visual tan impecable como su forma, con unas interpretaciones magníficas y una banda sonora impagable que, aunque cojea ligeramente en cuanto a contenido se refiere, nos brinda un fantástico grandes éxitos de Queen que peca de dejar en un segundo término sus "caras B" más oscuras y controvertidas.

 

Porque entre su incontable cantidad de luces, sobre 'Bohemian Rhapsody' se cierne la sombra del academicismo y de la esclavitud frente a un modelo de producto formulario y estancado en los cánones del biopic de manual. Algo que la aleja completamente de la fulgurosa y desacomplejada creatividad del grupo al que rinde tributo, y que deja la sensación de que una pequeña dosis de riesgo se hubiese traducido en un filme casi perfecto.

 

Esto se traduce en un buen puñado de clichés asociados al drama musical, en alguna que otra alteración histórica que oculta tras la falta de rigor una voluntad de potenciar la intensidad del relato y en un blanqueamiento que tan sólo aborda tangencialmente los pasajes más controvertidos de la vida de Mercury; algo perfectamente comprensible al tener en cuenta el tipo de cinta y el público potencial de la misma, aunque no por ello menos decepcionante.

 

Pero en una película en la que lo importante es encumbrar aún más la leyenda y no airear públicamente sus vergüenzas de forma gratuita, todo esto es lo de menos. Lo verdaderamente importante es cómo 'Bohemian Rhapsody' logra impregnar el patio de butacas con una energía hermanada con las líneas de bajo de John Deacon, los tempos perfectos de Roger Taylor, los solos de guitarra de Brian May y la voz de un Freddie Mercury trasladado a la gran pantalla por un Rami Malek soberbio y capaz de imitar con maestría lo inimitable.

 

Una vez superado el electrizante tercer acto de 'Bohemian Rhapsody' —que, sin duda, hará las delicias de los fans del cuarteto—, la aparición en pantalla de los títulos de crédito provocó una especie de sensación de "liberación" entre el público, que ahora podía dar rienda suelta al instinto contenido durante la proyección y entonar a viva voz 'Don't Stop Me Now' en una experiencia colectiva única. Puede que fuese por la magia de la música en general, por la magia de Queen en particular, o por la magia del buen cine y las combinaciones perfectas.

 

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La noticia 'Bohemian Rhapsody': un fantástico grandes éxitos de Queen que deja en segundo plano sus "caras B" más oscuras fue publicada originalmente en Espinof por Víctor López G. .

 

Atribución de la publicación original:

 

De: Espinof

Publicación: www.espinof.com/criticas/bohemian-rhapsody-fantastico-gra...

Autor/Editor: Víctor López G.

URL: www.espinof.com

 

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Fecha: November 03, 2018 at 03:29PM

 

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iglesia en praga del gran arquitecto esloveno Plecnic

(Private collection)

 

in Wikipedia

 

João Pires Cutileiro é um escultor português, nascido em Lisboa a 26 de Junho de 1937. Sua mãe, de nome Amália era de Pavia, no Alto Alentejo, e foi viver para Évora, onde se casou com José Cutileiro, um médico da Organização Mundial da Saúde aí sediado. Dos três filhos do casal, João Cutileiro é o do meio.

 

Aos quatro (4) anos, Cutileiro muda-se para os Açores, para a ilha Terceira, onde se sitiava o novo posto de seu pai, e regressa ao continente em 1943.

 

Aí, em Lisboa, a sua casa foi frequentada pela chamada intelligentsia, um grupo de personalidades da época. António Pedro, um deles, trá-lo para desenhar no seu atelier, em 1946. Durante os dois anos que aí trabalhou, foi fortemente influenciado pelo Surrealismo.

 

Entre 1949 e 1951, passa a frequentar o estúdio de Jorge Barradas onde executa trabalhos de modelismo e de pintura, para além de vidrados de cerâmica. Descontente, muda-se para o atelier de António Duarte, onde é assistente de canteiro, voluntário, durante dois anos. Lá se dá o seu contacto com a pedra, pois tinha como trabalho ampliar os modelos do mestre canteiro, passá-los a gesso e, a esses últimos, metamorfoseá-los no mármore.

 

Com apenas catorze anos, no ano de 1951, Cutileiro apresenta a sua primeira exposição individual em Reguengos de Monsaraz, numa loja de máquinas de costura, mostrando esculturas, pinturas, aguarelas e cerâmicas.

 

Completa o liceu e é nesse período que apresenta a sua ideologia política, quando ingressa o MUD Juvenil.

 

A Caminho de Cabul, para visitar o seu pai que lá ficaria um ano, passou por Florença, onde se encantou pela obra de Miguel Ângelo e confirmou a certeza da fixação na escultura, que existia desde os seus seis anos, quando esculpiu um presépio. Na volta, inscreve-se na Escola Superior de Belas Artes de Lisboa sendo aluno de Leopoldo de Almeida.

 

Não passa mais do que dois anos na referida Escola Superior, entre 1953 e 1954, por perceber que em Portugal o único material considerado prestável era o bronze e as pesquisas eram travadas. Sai do país e dirige-se a Londres, à Slade School of Art. Nesse curso desenvolveu a sua capacidade com o seu mestre escultor Reg Butler e no final recebeu três prémios: Composição, figura e cabeça.

 

VIDA PROFISSIONAL

 

Ao começar a utilizar máquinas eléctricas para executar o trabalho, dedica-se ao mármore e surgem as figuras , as paisagens as caixas e as árvores. Nos dez anos seguintes a 1961 faz cinco exposições em Lisboa e uma no Porto

 

Em 1970 regressa à pátria e instala-se em Lagos e é lá que executa a sua obra mais polémica, D.Sebastião, eregida nessa mesma cidade.

 

Essa obra confontou o academicismo do Estado Novo e recebeu fortes críticas e diz, numa frase irónica, que desistia da escultura, passando a ser apenas «um fazedor de objectos destinados à burguesia intelectual do ocidente» espantando os escultores por, segundo ele próprio, ser essa mesma a função de um escultor, a de criador de peças decorativas. Esta frase pretende também menosprezar as críticas de quem o achava escultor menor.

 

Conquistou uma menção honrosa no Prémio Soquil no ano de 1971 e, cinco anos mais tarde as suas esculturas e mosaicos foram expostos em Wuppertal na Alemanha, seguindo-se exposições em Évora (1979, 80 e 81) e, no ano de 1980, a sua obra volta à Alemanha, mas a Dortmund. Nesse mesmo ano, expões em Washington D.C. e na Sociedade Nacional de Belas Artes. No ano seguinte participou no Simpósio da Escultura em Pedra, na cidade de Évora e numa exposição na Jones Gallery em Nova Iorque.

 

A sua costela alentejana impulsiona-o a mudar-se para Évora no ano de 1985 e aí está exposta, na sua casa, uma grande parte do seu leque de obras.

 

AS MENINAS DE CUTILEIRO, IRONICAMENTE CHAMADAS, SÃO PROVAVELMENTE O TEMA MAIS FAMOSO DE CUTILEIRO E VALERAM-LHE (E VALEM) A MAIS DISTINTA GLÓRIA E DINHEIRO, MAS TAMBÉM DESPREZO DA PARTE DE ALGUNS.

 

No ano de 88, Cutileiro realiza exposições em Almansil, Macau e Lisboa e no ano seguinte faz novas exposições em Almansil e na Capital de Portugal. Em 1990 elabora uma exposição que se apresenta como a retrospectiva da sua arte em Lisboa, na Fundação Calouste Gulbenkian. Daí resultou a armagura de só ver mostrada parte da sua obra e que não irira conseguir reunir todos os seus trabalhos de uma só vez.

 

Nos anos de 1992 e 93, o mestre realiza mais exposições em Bruxelas, Luxemburgo, Évora, Guimarães, Lagos, Almansil e Lisboa. Faz nos anos seguintes mais exposições.

 

Embora de grande prestígio e muito cobiçadas, poucas foram as suas peças edificadas publicamente após o D. Sebastião.

Foto realizada en la plaza de la Virgen Blanca de Vitoria (Alava) a una de las esculturas de François-Auguste-René Rodin para ser exactos la escultura de Jacques de Wissant .

Jacques de Wissant camina hacia un destino inevitable .

  

Un poco de historia que nunca viene mal .

François-Auguste-René Rodin (París, 12 de noviembre de 1840 - Meudon, 17 de noviembre de 1917) fue un escultor francés contemporáneo a la corriente Impresionista. Enmarcado en el academicismo más absoluto de la escuela escultórica neoclásica, es el escultor encargado no sólo de poner fin a más de dos siglos en busca de la mimesis en las artes tridimensionales, sino de dar además un nuevo rumbo a la ya obsoleta concepción del monumento y la escultura pública. Es por esto que Rodin ha sido denominado en la historia del arte: «el primer moderno».

 

Jacques de Wissant es uno de los Burgueses de Calais, obra de Rodin que recuerda cómo seis ciudadanos de Calais (Francia) ofrecieron su vida voluntariamente para salvar a sus conciudadanos del sitio de Eduardo III de Inglaterra.

 

Se conoce como Los burgueses de Calais (francés: Les Bourgeois de Calais) a la escultura que representa a los seis burgueses que en 1347, al inicio de la Guerra de los Cien Años (1337-1453), se ofrecieron a dar sus vidas para salvar a los habitantes de la sitiada ciudad francesa de Calais. El escultor Auguste Rodin recibió en 1885 el encargo de crear un monumento conmemorativo de esos hombres en la ciudad. Después de casi cuatro años de trabajar en bocetos, la escultura estuvo lista en 1888 para finalmente ser terminada e inaugurada en 1895. En la actualidad hay varias copias de esta famosa escultura en todo el mundo.

     

Fotos por Cortesia de Alejandro Blanco

 

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El templo se edificó a principios del XVII, interviniendo en la construcción el maestro de obras Juan de Segarra y el arquitecto Pedro Sánchez Falconete.

 

Fue bendecido en 1608 por D. Fernando Niño de Guevara, perteneciendo siempre a los religiosos de la Orden Carmelita.

  

Exterior del Templo

 

La portada pétrea se data en 1640 y consta de un solo cuerpo. En el dintel figura una cartela escrita en latín con la siguiente inscripción: (Dios mandó a sus ángeles para que te custodiasen en todo momento. La portada está rematada por una escultura del Ángel de la Guarda. Cierra esta fachada una reja ante un pequeño compás.

  

Interior del Templo

 

El interior, reconstruido totalmente, es de tres naves con cruceros de brazos cortos. La nave central se cubre con bóveda de cañón, mientras que las laterales lo hacen con bóveda de arista y se exornan con decoración de yeserías. En el centro del crucero se alza una gran bóveda semiesférica, cuyo centro se decora con un gran florón.

 

En el Presbiterio se erige el Retablo Mayor, que sustituye al de 1625 que había contratado Luis de Figueroa, destruido en época de la invasión francesa. El actual Retablo principal es obra Neoclásica de la primera mitad del siglo XIX. En su cuerpo central se abre un amplio camarín que alberga una buena talla de la Virgen del Carmen con niño, obra de Cristóbal Ramos del año 1780.

En esta imagen de la Virgen del Carmen se ve anudado el mundo del Barroco y el Academicismo. El primero se observa en los ropajes, que se muestran movidos, cuyos pliegues se ven favorecidos por la ductilidad de la tela encolada, material con el que están realizados; mientras que la nueva estática es patente en los rostros, como el de María, que en vez de parecer una Virgen sevillana se asemeja mas a una diosa helénica.

Con la mano izquierda María toma a su Hijo. Abre sus brazos para captar la devoción del espectador. Con su mano izquierda toma la bola del Mundo y con la diestra el escapulario. María viste hábito carmelita y Jesús túnica roja con vueltas verdes. Todo este conjunto da muestra del insigne escultor que fue Cristóbal Ramos, por su perfecta ejecución tanto desde el punto de vista formal como compositivo.

Figuran en el retablo otras esculturas que representan a Santa Teresa y San Juan de la Cruz que son de principios del XIX. En los muros laterales del presbiterio, hay unas pinturas entre las que destaca una Inmaculada que puede atribuirse a Juan del Castillo y puede fecharse hacia 1630.

En el ático luce un resplandor con el anagrama mariano junto con las esculturas de San Rafael y el Ángel de la Guarda, de Blas Molner, ejecutadas en 1792. Este conjunto se completa con dos ángeles lampadarios de la Roldana procedentes del convento Regina Angelorum.

 

Desde el muro de los pies y hacia el presbiterio en la zona de la Epístola, a la derecha según se entra, se disponen las siguientes imágenes y altares: (1) en hornacina escultura que representa a Ecce Homo del siglo XVIII. (2)A su lado se halla, dentro de una Capilla, una imagen de vestir de la Virgen del Carmen del siglo XVIII. Se encuentra sobre unas andas que son las que utiliza en su salida procesional del 17 de Julio. Imagen de gran devoción.

(3) Retablo del siglo XVIII que aloja escultura moderna de Santa Teresita de Lisieux. (4) Retablo Barroco del XVIII en el que figura en una vitrina talla moderna de San Antonio, y a los lados las efigies de San Eliseo y San Juan de la Cruz, ésta última atribuida a Francisco Antonio Gijón, realizada en 1675 aproximadamente.

(5) A media altura de esta nave derecha se encuentra un retablo moderno que sostiene magnifica imagen del Sagrado Corazón de Jesús.

(6) Junto a éste se halla un retablo del último tercio del siglo XVIII, en el que se venera escultura de San Elías de Pedro Roldán, obra de 1679. (7) Cierra esta nave un retablo moderno con grupo escultórico de la misma época de la Virgen de Lourdes y Santa Bernadette.

(8)En el brazo del crucero de la nave derecha hay un retablo moderno con una monumental Inmaculada (1,95) del siglo XVIII realizada por Pedro Duque Cornejo, y fechable hacia 1743. Obra de plena madurez del maestro, que puede y debe sobresalir de su antología. Tanto la composición, el dibujo, el modelado, talla y policromía, son tares de Cornejo. Hay que destacar el valor y la calidad alcanzada por los ropajes, que se mueven de adentro a fuera provocando un genial claroscuro.

En el crucero del lado del Evangelio (o nave de la izquierda) se establecen las siguientes imágenes y altares: (1) en el brazo Retablo moderno con escultura en el centro de San José con el Niño de principios del XIX.

La flanquean las tallas de Santa Ana enseñando a leer a la Virgen, que se atribuye al círculo de Pedro Roldán, y otra de San Joaquín de principios del siglo XVIII.

En el centro se dispone una hornacina con una pequeña efigie del Niño Jesús del siglo XVII. El ático se decora con pintura de la Verónica. (2) Junto a este Retablo se abre la Capilla del Santísimo, justo a la derecha del Retablo Mayor.

En el interior de ella, y ante un enmascaramiento marmóreo, recibe devoción el Cristo de los Desamparados, cuya talla magnífica se atribuye a Juan Martínez Montañés, fechable en 1617 (José Hernández Díaz). También existen teorías que la atribuyen a Juan de Mesa, aunque ésta postura está menos extendida. Imagen con mucha devoción particular por parte de los feligreses. Los numerosos bancos que se sitúan enfrente de esta capilla suelen llenarse de feligreses que, en silencio y fuera de horas de misa, rezan devotamente a esta imagen de los Desamparados.

Continuando por la nave hacia los pies se contemplan las siguientes obras: (3) retablo de últimos de siglo XIX bajo la advocación de María Salus Infirmorum, con dolorosa de vestir que se atribuye a Juan de Astorga (imagen que recuerda mucho a las Vírgenes que procesionan en Semana Santa).

A sus flancos tallas de Teresa de Redi y Santa María Magdalena de Pazi, del siglo XVIII. (4) Junto a este altar enmarcamiento de mármol moderno en cuyo centro se halla una escultura de la Virgen de Fátima de la misma época.

(5) Al lado, en otro marco parecido, se venera la efigie moderna del Niño Jesús de Praga, que sale procesionalmente el 17 de Julio junto a la Virgen del Carmen de la entrada. Junto a éste se sitúa una imagen de la Virgen de Candelaria flanqueada por San Francisco y San Expedito.

(6) A los pies de la nave izquierda y dentro de un retablo neogótico se encuentra la pintura de Nuestra Señora del Perpetuo Socorro, una de las advocaciones mas populares y difundidas, no solo en España, sino en el resto del mundo. La difusión de su devoción se debe a los padres de la congregación del Santísimo Redentor (recordemos Iglesia de los Redentoristas). La imagen de la Virgen es copia del icono original que se venera en Roma en la casa generacional de esta orden.

(8) En el mismo retablo y delante del icono del Perpetuo Socorro se halla una pequeña imagen de María Auxiliadora, que recibe mucha devoción y ante la cual se reúnen numerosos devotos.

(9)En los muros de los pies de este mismo lado hay una hornacina con la talla moderna del Ángel de la Guarda. Finalmente, sobre los arcos de la nave central se encuentran numerosas pinturas que constituyen un amplio programa iconográfico angélico.

Si desea conocer los cuadros zurbaranescos, puede visitar el siguiente enlace: Serie de Cuadros dedicados a los Ángeles

 

Todas las imágenes se flanquean de un pequeño marco en el que se explica la advocación e historia del santo en particular. Esto último es muy interesante ya que ayuda bastante a aquellos visitantes que desconocen las imágenes aquí expuestas al culto.

Destacar por la gran devoción que levantan; el Cristo de los Desamparados, La Virgen de Candelaria, María Auxiliadora, el Sagrado Corazón , San Antonio y la Virgen del Carmen que preside la Iglesia. Llama la atención San Expedito, una pequeña imagen situada a los pies de la nave izquierda muy devocional en este templo.

 

Hermandades

La Iglesia pertenece a la Orden religiosa de los Carmelitas descalzos, y en ella se hallan la Cofradía de la Virgen del Carmen (imagen situada en la capilla de la entrada) y la Archicofradía del Niño Jesús de Praga (imagen situada a media altura de la nave izquierda).

 

Texto: José Alfonso Muriel

Cúpula neoclásica en S Miguel y S Sebastián, antigua iglesia de los Mínimos situada frente al Jardín Botánico de la ciudad de Valencia . Pinturas dedicadas al Bto. Gaspar Bono atribuídas al pintor real M. S. Maella y discípulos

Foto realizada en la plaza de la Virgen Blanca de Vitoria (Alava) a una de las esculturas de François-Auguste-René Rodin para ser exactos la escultura del Pensador .

 

El pensador (francés: Le Penseur) es una de las más famosas esculturas en bronce de Auguste Rodin.

 

La pieza, denominada originalmente El poeta, formaba parte de una comisión del Museo de Artes Decorativas de París para crear un monumental portal basado en La Divina Comedia de Dante. Cada una de las estatuas representaba a uno de los personajes principales del poema alegórico. El pensador, en su origen, buscaba representar a Dante frente a Las Puertas del Infierno (como llamó, en efecto, al portal del que formaría parte), ponderando su gran poema. La escultura es un desnudo, ya que Rodin deseaba una figura heroica al estilo de Miguel Ángel para representar tanto el pensar como la poesía.

 

Rodin hizo un primer modelo de la escultura en yeso en 1880. La primera escultura a gran escala se culminó en 1902, aunque no fue presentada en público hasta 1904.

 

Existen más de veinte versiones de la escultura en diferentes museos alrededor del mundo. Algunas son versiones ampliadas del original; otras, de diferentes proporciones. El Pensador está fundido en bronce y fue terminado en 1880.

   

Un poco de historia que nunca viene mal .

François-Auguste-René Rodin (París, 12 de noviembre de 1840 - Meudon, 17 de noviembre de 1917) fue un escultor francés contemporáneo a la corriente Impresionista. Enmarcado en el academicismo más absoluto de la escuela escultórica neoclásica, es el escultor encargado no sólo de poner fin a más de dos siglos en busca de la mimesis en las artes tridimensionales, sino de dar además un nuevo rumbo a la ya obsoleta concepción del monumento y la escultura pública. Es por esto que Rodin ha sido denominado en la historia del arte: «el primer moderno».

 

Auguste Rodin (París, 12 de noviembre de 1840 - Meudon, 17 de noviembre de 1917) fue un escultor francés contemporáneo a la corriente Impresionista. Enmarcado en el academicismo más absoluto de la escuela escultórica neoclásica, es el escultor encargado no sólo de poner fin a más de dos siglos en busca de la mimesis en las artes tridimensionales, sino de dar además un nuevo rumbo a la ya obsoleta concepción del monumento y la escultura pública. Es por esto que Rodin ha sido denominado en la historia del arte: «el primer moderno».

(Wikipedia)

José Echenagusía Errazquin, apodado Echena (Fuenterrabía, Guipúzcoa, 1844 - Roma, 1912) es un pintor vasco cuyo estilo se sitúa entre el academicismo y el preciosismo. Pertenece, por tanto, a la corriente ortodoxa o conservadora dominante en la época, que fue reacia a las novedades del impresionismo y el modernismo. Echena fue, junto con Eduardo Zamacois y Zabala, el primer artista vasco de proyección internacional, anterior en varias décadas a Ignacio Zuloaga.

Aristóteles

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El templo se edificó a principios del XVII, interviniendo en la construcción el maestro de obras Juan de Segarra y el arquitecto Pedro Sánchez Falconete.

 

Fue bendecido en 1608 por D. Fernando Niño de Guevara, perteneciendo siempre a los religiosos de la Orden Carmelita.

  

Exterior del Templo

 

La portada pétrea se data en 1640 y consta de un solo cuerpo. En el dintel figura una cartela escrita en latín con la siguiente inscripción: (Dios mandó a sus ángeles para que te custodiasen en todo momento. La portada está rematada por una escultura del Ángel de la Guarda. Cierra esta fachada una reja ante un pequeño compás.

  

Interior del Templo

 

El interior, reconstruido totalmente, es de tres naves con cruceros de brazos cortos. La nave central se cubre con bóveda de cañón, mientras que las laterales lo hacen con bóveda de arista y se exornan con decoración de yeserías. En el centro del crucero se alza una gran bóveda semiesférica, cuyo centro se decora con un gran florón.

 

En el Presbiterio se erige el Retablo Mayor, que sustituye al de 1625 que había contratado Luis de Figueroa, destruido en época de la invasión francesa. El actual Retablo principal es obra Neoclásica de la primera mitad del siglo XIX. En su cuerpo central se abre un amplio camarín que alberga una buena talla de la Virgen del Carmen con niño, obra de Cristóbal Ramos del año 1780.

En esta imagen de la Virgen del Carmen se ve anudado el mundo del Barroco y el Academicismo. El primero se observa en los ropajes, que se muestran movidos, cuyos pliegues se ven favorecidos por la ductilidad de la tela encolada, material con el que están realizados; mientras que la nueva estática es patente en los rostros, como el de María, que en vez de parecer una Virgen sevillana se asemeja mas a una diosa helénica.

Con la mano izquierda María toma a su Hijo. Abre sus brazos para captar la devoción del espectador. Con su mano izquierda toma la bola del Mundo y con la diestra el escapulario. María viste hábito carmelita y Jesús túnica roja con vueltas verdes. Todo este conjunto da muestra del insigne escultor que fue Cristóbal Ramos, por su perfecta ejecución tanto desde el punto de vista formal como compositivo.

Figuran en el retablo otras esculturas que representan a Santa Teresa y San Juan de la Cruz que son de principios del XIX. En los muros laterales del presbiterio, hay unas pinturas entre las que destaca una Inmaculada que puede atribuirse a Juan del Castillo y puede fecharse hacia 1630.

En el ático luce un resplandor con el anagrama mariano junto con las esculturas de San Rafael y el Ángel de la Guarda, de Blas Molner, ejecutadas en 1792. Este conjunto se completa con dos ángeles lampadarios de la Roldana procedentes del convento Regina Angelorum.

 

Desde el muro de los pies y hacia el presbiterio en la zona de la Epístola, a la derecha según se entra, se disponen las siguientes imágenes y altares: (1) en hornacina escultura que representa a Ecce Homo del siglo XVIII. (2)A su lado se halla, dentro de una Capilla, una imagen de vestir de la Virgen del Carmen del siglo XVIII. Se encuentra sobre unas andas que son las que utiliza en su salida procesional del 17 de Julio. Imagen de gran devoción.

(3) Retablo del siglo XVIII que aloja escultura moderna de Santa Teresita de Lisieux. (4) Retablo Barroco del XVIII en el que figura en una vitrina talla moderna de San Antonio, y a los lados las efigies de San Eliseo y San Juan de la Cruz, ésta última atribuida a Francisco Antonio Gijón, realizada en 1675 aproximadamente.

(5) A media altura de esta nave derecha se encuentra un retablo moderno que sostiene magnifica imagen del Sagrado Corazón de Jesús.

(6) Junto a éste se halla un retablo del último tercio del siglo XVIII, en el que se venera escultura de San Elías de Pedro Roldán, obra de 1679. (7) Cierra esta nave un retablo moderno con grupo escultórico de la misma época de la Virgen de Lourdes y Santa Bernadette.

(8)En el brazo del crucero de la nave derecha hay un retablo moderno con una monumental Inmaculada (1,95) del siglo XVIII realizada por Pedro Duque Cornejo, y fechable hacia 1743. Obra de plena madurez del maestro, que puede y debe sobresalir de su antología. Tanto la composición, el dibujo, el modelado, talla y policromía, son tares de Cornejo. Hay que destacar el valor y la calidad alcanzada por los ropajes, que se mueven de adentro a fuera provocando un genial claroscuro.

En el crucero del lado del Evangelio (o nave de la izquierda) se establecen las siguientes imágenes y altares: (1) en el brazo Retablo moderno con escultura en el centro de San José con el Niño de principios del XIX.

La flanquean las tallas de Santa Ana enseñando a leer a la Virgen, que se atribuye al círculo de Pedro Roldán, y otra de San Joaquín de principios del siglo XVIII.

En el centro se dispone una hornacina con una pequeña efigie del Niño Jesús del siglo XVII. El ático se decora con pintura de la Verónica. (2) Junto a este Retablo se abre la Capilla del Santísimo, justo a la derecha del Retablo Mayor.

En el interior de ella, y ante un enmascaramiento marmóreo, recibe devoción el Cristo de los Desamparados, cuya talla magnífica se atribuye a Juan Martínez Montañés, fechable en 1617 (José Hernández Díaz). También existen teorías que la atribuyen a Juan de Mesa, aunque ésta postura está menos extendida. Imagen con mucha devoción particular por parte de los feligreses. Los numerosos bancos que se sitúan enfrente de esta capilla suelen llenarse de feligreses que, en silencio y fuera de horas de misa, rezan devotamente a esta imagen de los Desamparados.

Continuando por la nave hacia los pies se contemplan las siguientes obras: (3) retablo de últimos de siglo XIX bajo la advocación de María Salus Infirmorum, con dolorosa de vestir que se atribuye a Juan de Astorga (imagen que recuerda mucho a las Vírgenes que procesionan en Semana Santa).

A sus flancos tallas de Teresa de Redi y Santa María Magdalena de Pazi, del siglo XVIII. (4) Junto a este altar enmarcamiento de mármol moderno en cuyo centro se halla una escultura de la Virgen de Fátima de la misma época.

(5) Al lado, en otro marco parecido, se venera la efigie moderna del Niño Jesús de Praga, que sale procesionalmente el 17 de Julio junto a la Virgen del Carmen de la entrada. Junto a éste se sitúa una imagen de la Virgen de Candelaria flanqueada por San Francisco y San Expedito.

(6) A los pies de la nave izquierda y dentro de un retablo neogótico se encuentra la pintura de Nuestra Señora del Perpetuo Socorro, una de las advocaciones mas populares y difundidas, no solo en España, sino en el resto del mundo. La difusión de su devoción se debe a los padres de la congregación del Santísimo Redentor (recordemos Iglesia de los Redentoristas). La imagen de la Virgen es copia del icono original que se venera en Roma en la casa generacional de esta orden.

(8) En el mismo retablo y delante del icono del Perpetuo Socorro se halla una pequeña imagen de María Auxiliadora, que recibe mucha devoción y ante la cual se reúnen numerosos devotos.

(9)En los muros de los pies de este mismo lado hay una hornacina con la talla moderna del Ángel de la Guarda. Finalmente, sobre los arcos de la nave central se encuentran numerosas pinturas que constituyen un amplio programa iconográfico angélico.

Si desea conocer los cuadros zurbaranescos, puede visitar el siguiente enlace: Serie de Cuadros dedicados a los Ángeles

 

Todas las imágenes se flanquean de un pequeño marco en el que se explica la advocación e historia del santo en particular. Esto último es muy interesante ya que ayuda bastante a aquellos visitantes que desconocen las imágenes aquí expuestas al culto.

Destacar por la gran devoción que levantan; el Cristo de los Desamparados, La Virgen de Candelaria, María Auxiliadora, el Sagrado Corazón , San Antonio y la Virgen del Carmen que preside la Iglesia. Llama la atención San Expedito, una pequeña imagen situada a los pies de la nave izquierda muy devocional en este templo.

 

Hermandades

La Iglesia pertenece a la Orden religiosa de los Carmelitas descalzos, y en ella se hallan la Cofradía de la Virgen del Carmen (imagen situada en la capilla de la entrada) y la Archicofradía del Niño Jesús de Praga (imagen situada a media altura de la nave izquierda).

 

Texto: José Alfonso Muriel

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Auguste Rodin

(París, 12 de noviembre de 1840 - Meudon, 17 de noviembre de 1917)

Fue un escultor francés contemporáneo a la corriente Impresionista. Enmarcado en el academicismo más absoluto de la escuela escultórica neoclásica, es el escultor encargado no sólo de poner fin a más de dos siglos en busca de la mimesis en las artes tridimensionales, sino de dar además un nuevo rumbo a la ya obsoleta concepción del monumento y la escultura pública. Es por esto que Rodin ha sido denominado en la historia del arte: «el primer moderno».

 

It was a French sculptor contemporary Impressionist current. Framed in the most absolute academicism of neo-classical sculptural school, is commissioned sculptor not only put an end to more than two centuries in search of mimesis in the three-dimensional arts but give a new direction to the already outdated conception of public sculpture and the monument. Is why Rodin has been called in art history: "the first modern".

 

El Pensador de Rodín

Es un llamado a la reflexión, incluso para el mismo Auguste Rodín quien sintió la necesidad de materializar lo que le estaba sucediendo a el mismo como parte de la comunidad. El hombre se encuentra meditando y mirando hacia abajo, como muestra de querer ver sus propios pasos, donde para avanzar y alcanzar resultados siempre se debe mirar el camino recorrido como fuente de aprendizaje. Que se encuentre sentado el Pensador de Rodín tampoco es casualidad, ya que el ritmo vertiginoso con que acontecían los hechos no daban lugar al descanso, al detenerse a reflexionar sobre las cosas.

La escultura fue creada inicialmente para una muestra de Arte donde se interpretaban los diferentes personajes de la Divina Comedia, en el caso del Pensador se personificaba a Dante en las puertas del infierno, meditando sobre su vida y su pasado.

 

The Rodín thinker

Is a call to reflection, even for the same Auguste Rodín who felt the need to realize what was going on as part of the community. The man is meditating and looking down, as it shows you want to see their own steps, where to move forward and achieve results always be should watch the path as a source of learning. It is granted the Rodín thinker is not coincidence that the rapid pace with which one the facts not gave rise to rest, to stop to think about things. The sculpture was created initially for an art show where played different characters of the Divine Comedy of the thinker is personified Dante in the gates of hell, meditating on his life and his past.

       

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