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Alejandro Obregón, apodado por la crítica como el expositor del expresionismo romántico. Era de origen catalán, viviría sus primeros años en Barranquilla. Hijo de colombiano y catalana, creció en medio del Caribe Colombiano. Rechazaba el academicismo y al respecto decía: Yo no creo en las escuelas de pintura;creo en buena pintura y nada más. La pintura es una expresión individual y hay tendencias como personalidades. He admirado los buenos pintores, los españoles sobre todo, pero considero que ninguno ha ejercido una influencia decisiva en mi formación.

Tomado de Wikipedia

Rembrandt Peale (Bucks County, 1778 - Philadelphia, 1860) Portrait of Rosalba Peale (c. 1820)

Washington D.C. (Smithsonian American Art Museum) via Wikimedia Commons

Rembrandt Peale (Bucks County, 1778 - Philadelphia, 1860) Rubens Peale with a Geranium (1801)

Washington D.C. (National Gallery of Art) via Wikimedia Commons

Sátiro embriagado I

ACADEMICS II

 

:copyright:2013 Aurelio Monge

Con la colaboración de Franck Grall y Frederich Sancho

www.flickr.com/photos/francktg

Vista interior de la iglesia dedicada a S Joaquín en Valencia, se trata de un templo neoclásico de planta totalmente circular . La iglesia fue levantada en 1767 -1772 obra del arquitecto Gilabert (1716-1792). Puchol la empezó y en 1768 Gilabert se hizo cargo de la obra. La planta tiene 24.5 metros de diámetro y 48 de alta cubierta con una gran cúpula semiesférica de 24 mts. Muy singular en la arquitectura academicista valenciana. La advocación a San Joaquin fue en honor del industrial sedero Joaquín Fos, cuya familia costeó mobiliario y el Altar Mayor.Conocida como la iglesia de las Escuelas Pías de Valencia constituye en fachada, alzado interior y planta un inmejorable ejemplo para apreciar la impronta de la Real Academia de Bellas Artes de San Carlos desde mediados del siglo XVIII en Valencia.

Recordando esta vieja mansión que hace algún tiempo fue demolida para dar paso a uno de los tantos proyectos que arrebatan la historia de la ciudad.

 

Levantada en el año 1893, por encargo de Benjamín Montt Montt, fue obra del arquitecto catalán José Forteza Ubach, quien conjugo el estilo neoclásico y el academicismo, lamentablemente su estado y mantención no era el que se merecía, por años estuvo abandonada lo que de una u otra forma la llevo a tener ese destino, y ahora pasa a la larga lista de los edificios que un día dieron belleza a la ciudad.

 

Santiago Centro, Región Metropolitana.-

 

El proyecto aprobado para su construcción fue realizado por el arquitecto Víctor Meano, italiano radicado en Buenos Aires, y la obra se inició en 1898.

 

El Palacio ocuparía la manzana formada por las calles Rivadavia, Entre Ríos, Victoria (hoy Hipólito Yrigoyen) y Pozos, al final de la arteria que nacía frente a la Casa de Gobierno.

 

El proyecto estuvo enmarcado en la corriente arquitectónica que reconoce como fundamento el academicismo, el eclecticismo y el clasicismo.

 

Fue inaugurado precariamente en el año 1906 durante el gobierno de Figueroa Alcorta.

 

Esta obra no pudo ser terminada por su realizador, ya que Víctor Meano muere en 1904.

 

El arquitecto belga Julio Dormal, quien terminó también el Teatro Colón, fue el encargado de finalizarlo.

Bronz

 

CAM Collection, Calouste Gulbenkian Foundation, Lisbon, Portugal

 

Inv. 90E964

 

João Cutileiro (1937)

 

in Wikipedia

 

João Pires Cutileiro é um escultor português, nascido em Lisboa a 26 de Junho de 1937. Sua mãe, de nome Amália era de Pavia, no Alto Alentejo, e foi viver para Évora, onde se casou com José Cutileiro, um médico da Organização Mundial da Saúde aí sediado. Dos três filhos do casal, João Cutileiro é o do meio.

 

Aos quatro (4) anos, Cutileiro muda-se para os Açores, para a ilha Terceira, onde se sitiava o novo posto de seu pai, e regressa ao continente em 1943.

 

Aí, em Lisboa, a sua casa foi frequentada pela chamada intelligentsia, um grupo de personalidades da época. António Pedro, um deles, trá-lo para desenhar no seu atelier, em 1946. Durante os dois anos que aí trabalhou, foi fortemente influenciado pelo Surrealismo.

 

Entre 1949 e 1951, passa a frequentar o estúdio de Jorge Barradas onde executa trabalhos de modelismo e de pintura, para além de vidrados de cerâmica. Descontente, muda-se para o atelier de António Duarte, onde é assistente de canteiro, voluntário, durante dois anos. Lá se dá o seu contacto com a pedra, pois tinha como trabalho ampliar os modelos do mestre canteiro, passá-los a gesso e, a esses últimos, metamorfoseá-los no mármore.

 

Com apenas catorze anos, no ano de 1951, Cutileiro apresenta a sua primeira exposição individual em Reguengos de Monsaraz, numa loja de máquinas de costura, mostrando esculturas, pinturas, aguarelas e cerâmicas.

 

Completa o liceu e é nesse período que apresenta a sua ideologia política, quando ingressa o MUD Juvenil.

 

A Caminho de Cabul, para visitar o seu pai que lá ficaria um ano, passou por Florença, onde se encantou pela obra de Miguel Ângelo e confirmou a certeza da fixação na escultura, que existia desde os seus seis anos, quando esculpiu um presépio. Na volta, inscreve-se na Escola Superior de Belas Artes de Lisboa sendo aluno de Leopoldo de Almeida.

 

Não passa mais do que dois anos na referida Escola Superior, entre 1953 e 1954, por perceber que em Portugal o único material considerado prestável era o bronze e as pesquisas eram travadas. Sai do país e dirige-se a Londres, à Slade School of Art. Nesse curso desenvolveu a sua capacidade com o seu mestre escultor Reg Butler e no final recebeu três prémios: Composição, figura e cabeça.

 

Vida Profissional

  

Estátua de Cutileiro representando D. Sancho I frente ao Castelo de Torres Novas

  

Monumento ao 25 de Abril, em Lisboa

Ao começar a utilizar máquinas eléctricas para executar o trabalho, dedica-se ao mármore e surgem as figuras , as paisagens as caixas e as árvores. Nos dez anos seguintes a 1961 faz cinco exposições em Lisboa e uma no Porto

 

Em 1970 regressa à pátria e instala-se em Lagos e é lá que executa a sua obra mais polémica, D.Sebastião, eregida nessa mesma cidade.

 

Essa obra confontou o academicismo do Estado Novo e recebeu fortes críticas e diz, numa frase irónica, que desistia da escultura, passando a ser apenas «um fazedor de objectos destinados à burguesia intelectual do ocidente» espantando os escultores por, segundo ele próprio, ser essa mesma a função de um escultor, a de criador de peças decorativas. Esta frase pretende também menosprezar as críticas de quem o achava escultor menor.

 

Conquistou uma menção honrosa no Prémio Soquil no ano de 1971 e, cinco anos mais tarde as suas esculturas e mosaicos foram expostos em Wuppertal na Alemanha, seguindo-se exposições em Évora (1979, 80 e 81) e, no ano de 1980, a sua obra volta à Alemanha, mas a Dortmund. Nesse mesmo ano, expões em Washington D.C. e na Sociedade Nacional de Belas Artes. No ano seguinte participou no Simpósio da Escultura em Pedra, na cidade de Évora e numa exposição na Jones Gallery em Nova Iorque.

 

A sua costela alentejana impulsiona-o a mudar-se para Évora no ano de 1985 e aí está exposta, na sua casa, uma grande parte do seu leque de obras.

 

As Meninas de Cutileiro, ironicamente chamadas, são provavelmente o tema mais famoso de Cutileiro e valeram-lhe (e valem) a mais distinta glória e dinheiro, mas também desprezo da parte de alguns.

 

No ano de 88, Cutileiro realiza exposições em Almansil, Macau e Lisboa e no ano seguinte faz novas exposições em Almansil e na Capital de Portugal. Em 1990 elabora uma exposição que se apresenta como a retrospectiva da sua arte em Lisboa, na Fundação Calouste Gulbenkian. Daí resultou a armagura de só ver mostrada parte da sua obra e que não irira conseguir reunir todos os seus trabalhos de uma só vez.

 

Nos anos de 1992 e 93, o mestre realiza mais exposições em Bruxelas, Luxemburgo, Évora, Guimarães, Lagos, Almansil e Lisboa. Faz nos anos seguintes mais exposições.

 

Embora de grande prestígio e muito cobiçadas, poucas foram as suas peças edificadas publicamente após o D. Sebastião.

El Palacio de Correos y Telecomunicaciones de la ciudad de Buenos Aires, también llamado Correo Central, ubicado en el barrio de San Nicolás, es un exponente clásico de la arquitectura del academicismo francés. Fue el presidente Miguel Juárez Celman quien en 1888 aprobó el proyecto para su construcción. En principio fue diseñado por el arquitecto francés Norbert Maillart para ser sede del Correo Central de la Argentina

El 28 de septiembre de 1928, después de varios contratiempos, se realizó su inauguración que difería en muchos aspectos del diseño original del arquitecto Maillart.

 

En 1997 fue declarado Monumento Histórico Nacional debido a su calidad arquitectónica, su importancia histórica y por las obras de arte que se hallan en su interior.

 

En el 2003 dejó de utilizarse como Correo Central y en el 2005 el Gobierno Nacional resolvió convocar a licitación para convertirlo en un centro cultural como parte de las celebraciones del bicentenario de la Revolución de mayo de 1810. El 24 de mayo de 2010 fue inaugurada en este edificio la primera etapa del Centro Cultural del Bicentenario. Actualmente está cerrado al público, mientras continúan las obras de remodelación.

 

www.fotorevista.com.ar/Portfolios/10/100822-DiazDeVivar/i...

Remate del edificio "La Unión y el Fénix", en Valencia, obra de 1929 del arquitecto Enrique Viedma Vidal. De la exposición "Visions breus de València" en Sala Gestalguinos, 2012-2013.

Canon 5D Mark II.

Objetivo Canon EF 70-200 L USM.

Polarizador circular B+W.

El Edificio Carrión, (también conocido como Edificio Capitol), es uno de los más conocidos del tercer tramo de la Gran Vía madrileña. Está situado en la esquina de esta calle con la de Jacometrezo, en la plaza del Callao. Su perfil se ha venido empleando como icono de la calle en las celebraciones del centenario de la Gran Vía. El edificio fue ideado como un espacio multiuso, en el instante que se construyó el edificio contenía oficinas, cafeterías y el Cine Capitol. A comienzos del siglo XXI el edificio acoje el cine, una tienda de ropa y un hotel. El estilo de su fachada corresponde a una arquitectura expresionista con claras influencias mendelsohnianas.

 

Historia

 

El edificio, de catorce plantas, fue proyectado por los arquitectos Luis Martínez-Feduchi y Vicente Eced y Eced y construido entre los años 1931 y 1933.3 Su promotor fue Enrique Carrión y Vecín, marqués de Melín que promovió un concurso arquitectónico restringido al que asistieron otros arquitectos experimentados como Pedro Muguruza (constructor en 1924 del vecino Palacio de la Prensa), Emilio Paramés, Luis Gutiérrez Soto.6 Se presentaron un total de seis proyectos, de los cuales salió ganador el presentado por la pareja de jóvenes arquitectos Luis Martínez-Feduchi y Vicente Eced y Eced. En la época en que se presentó el concurso convivían en la arquitectura madrileña diversas tendencias: el academicismo y clasicismo con el tradicionalismo moderado, el racionalismo, expresionismo y Art Decó y los proyectos presentados al concurso así lo demostraron. El solar de más de mil trescientos metros cuadrados correspondía a un espacio que hacía la convergentes entre las calles de Jacometrezo y la entonces llamada avenida de Eduardo Dato que correspondía al tercer tramo de la Gran Vía.

 

El solar hacía ver que la solución más adecuada era un planteamiento en forma de chaflán. Utiliza materiales como mármol y granito y la decoración y los muebles corrieron a cargo de la firma Rolaco-Mac (empresa en la que posteriormente trabajaría Luis Feduchi). Pero lo más destacado en su época fueron los adelantos tecnológicos que incorporaba, como el uso inovador de vigas de hormigón tipo Vierendeel, la utilización de telas ignífugas o el sistema de refrigeración, el primero centralizado de Madrid y que ocupaba toda una planta.7 El 21 de abril de 1931 se concedió la licencia para las obras y la Sala de Espectáculos del Cine Capitol se inauguró el 15 de octubre de 1933.8 En la prensa de la época se le tilda de edificio comercial.9 Se emplearon 30 meses para construir un edificio complejo y plurifuncional. La situación económica del país era delicada, tanto es así que durante su edificación era el único que se ejecutó en la capital. Por lo que se refiere a su ordenamiento inicial de espacios, el edificio está constituido por una sala de fiestas en el sótano, un café en la planta baja, en la que también se ubican los accesos al hotel y a la sala principal, un “salón de thé” en la entreplanta, y oficinas en las plantas cuarta, quinta y sexta, quedando reservadas para hotel las plantas sexta a séptima.

 

La edificación corrió a cargo de la constructora española Macazaga, estando a cargo de la construcción el arquitecto Luis Moya Blanco. Recibió el Premio Ayuntamiento de Madrid de 1933 y la Medalla de Segunda Clase en la Exposición Nacional de Bellas Artes de 1934. En el proyecto original albergaba 64 apartamentos, un hotel (el Capitol, en la actualidad del grupo Vincci), una cafetería, un bar, un restaurante, una fábrica de agua de Seltz y oficinas y salas de fiesta. En su planta inferior disponía de una sala de cine para casi 2.000 espectadores, llamada cine Capitol, hoy dividida en varias salas más pequeñas. El primer propietario fue Enrique Carrión, marqués de Nelín. Durante la Guerra Civil Española y durante la defensa de Madrid su azotea fue empleada como observatorio avazado.

 

En 2007, dirigida por el arquitecto Rafael de la Hoz, se terminó una total rehabilitación que eliminó todos los anuncios publicitarios de su fachada, conservándose sólo el de Schweppes y uno más moderno de la compañía de telefonía móvil Vodafone en la azotea.

Edificio en la Cultura Popular

 

El edificio se constituye en el icono reconocible de todo un siglo de arquitectura española.11 Comentado su parecido con el edificio Flatiron de Nueva York. El edificio logró ser el emblema del Madrid moderno y su imagen aerodinámica inspiró a otros arquitectos en capitales españolas. El anuncio luminoso de neón de la marca Schweppes situado en las plantas superiores es uno de los símbolos de la Gran Vía y de la ciudad y ha aparecido en numerosas películas españolas, una de las apariciones más famosas El día de la Bestia, dirigida por Álex de la Iglesia.

 

es.wikipedia.org/wiki/Edificio_Carri%C3%B3n

Almancil, Algarve, Portugal

 

in Wikipedia

 

João Pires Cutileiro é um escultor português, nascido em Lisboa a 26 de Junho de 1937. Sua mãe, de nome Amália era de Pavia, no Alto Alentejo, e foi viver para Évora, onde se casou com José Cutileiro, um médico da Organização Mundial da Saúde aí sediado. Dos três filhos do casal, João Cutileiro é o do meio.

 

Aos quatro (4) anos, Cutileiro muda-se para os Açores, para a ilha Terceira, onde se sitiava o novo posto de seu pai, e regressa ao continente em 1943.

 

Aí, em Lisboa, a sua casa foi frequentada pela chamada intelligentsia, um grupo de personalidades da época. António Pedro, um deles, trá-lo para desenhar no seu atelier, em 1946. Durante os dois anos que aí trabalhou, foi fortemente influenciado pelo Surrealismo.

 

Entre 1949 e 1951, passa a frequentar o estúdio de Jorge Barradas onde executa trabalhos de modelismo e de pintura, para além de vidrados de cerâmica. Descontente, muda-se para o atelier de António Duarte, onde é assistente de canteiro, voluntário, durante dois anos. Lá se dá o seu contacto com a pedra, pois tinha como trabalho ampliar os modelos do mestre canteiro, passá-los a gesso e, a esses últimos, metamorfoseá-los no mármore.

 

Com apenas catorze anos, no ano de 1951, Cutileiro apresenta a sua primeira exposição individual em Reguengos de Monsaraz, numa loja de máquinas de costura, mostrando esculturas, pinturas, aguarelas e cerâmicas.

 

Completa o liceu e é nesse período que apresenta a sua ideologia política, quando ingressa o MUD Juvenil.

 

A Caminho de Cabul, para visitar o seu pai que lá ficaria um ano, passou por Florença, onde se encantou pela obra de Miguel Ângelo e confirmou a certeza da fixação na escultura, que existia desde os seus seis anos, quando esculpiu um presépio. Na volta, inscreve-se na Escola Superior de Belas Artes de Lisboa sendo aluno de Leopoldo de Almeida.

 

Não passa mais do que dois anos na referida Escola Superior, entre 1953 e 1954, por perceber que em Portugal o único material considerado prestável era o bronze e as pesquisas eram travadas. Sai do país e dirige-se a Londres, à Slade School of Art. Nesse curso desenvolveu a sua capacidade com o seu mestre escultor Reg Butler e no final recebeu três prémios: Composição, figura e cabeça.

 

Vida Profissional

  

Estátua de Cutileiro representando D. Sancho I frente ao Castelo de Torres Novas

  

Monumento ao 25 de Abril, em Lisboa

Ao começar a utilizar máquinas eléctricas para executar o trabalho, dedica-se ao mármore e surgem as figuras , as paisagens as caixas e as árvores. Nos dez anos seguintes a 1961 faz cinco exposições em Lisboa e uma no Porto

 

Em 1970 regressa à pátria e instala-se em Lagos e é lá que executa a sua obra mais polémica, D.Sebastião, eregida nessa mesma cidade.

 

Essa obra confontou o academicismo do Estado Novo e recebeu fortes críticas e diz, numa frase irónica, que desistia da escultura, passando a ser apenas «um fazedor de objectos destinados à burguesia intelectual do ocidente» espantando os escultores por, segundo ele próprio, ser essa mesma a função de um escultor, a de criador de peças decorativas. Esta frase pretende também menosprezar as críticas de quem o achava escultor menor.

 

Conquistou uma menção honrosa no Prémio Soquil no ano de 1971 e, cinco anos mais tarde as suas esculturas e mosaicos foram expostos em Wuppertal na Alemanha, seguindo-se exposições em Évora (1979, 80 e 81) e, no ano de 1980, a sua obra volta à Alemanha, mas a Dortmund. Nesse mesmo ano, expões em Washington D.C. e na Sociedade Nacional de Belas Artes. No ano seguinte participou no Simpósio da Escultura em Pedra, na cidade de Évora e numa exposição na Jones Gallery em Nova Iorque.

 

A sua costela alentejana impulsiona-o a mudar-se para Évora no ano de 1985 e aí está exposta, na sua casa, uma grande parte do seu leque de obras.

 

As Meninas de Cutileiro, ironicamente chamadas, são provavelmente o tema mais famoso de Cutileiro e valeram-lhe (e valem) a mais distinta glória e dinheiro, mas também desprezo da parte de alguns.

 

No ano de 88, Cutileiro realiza exposições em Almansil, Macau e Lisboa e no ano seguinte faz novas exposições em Almansil e na Capital de Portugal. Em 1990 elabora uma exposição que se apresenta como a retrospectiva da sua arte em Lisboa, na Fundação Calouste Gulbenkian. Daí resultou a armagura de só ver mostrada parte da sua obra e que não irira conseguir reunir todos os seus trabalhos de uma só vez.

 

Nos anos de 1992 e 93, o mestre realiza mais exposições em Bruxelas, Luxemburgo, Évora, Guimarães, Lagos, Almansil e Lisboa. Faz nos anos seguintes mais exposições.

 

Embora de grande prestígio e muito cobiçadas, poucas foram as suas peças edificadas publicamente após o D. Sebastião.

  

Por encargo de los hermanos Massimiliano y Miguel Bencich, dueños de una empresa constructora, el arquitecto francés Édouard Le Monnier diseñó en 1927 dos edificios enfrentados que conjugan elementos del clacisismo y el academicismo francés. Armónico, el edififico de Av. Pte. Roque Sáenz Peña 615 es rematado por dos cúpulas que se ven favorecidas por la perspectiva diagonal.

El remate de ambos edificios se da por sus magníficas cúpulas que cierran de alguna manera estas cuatro esquinas determinadas por la Avenida Roque Sáenz Peña, Florida, Bartolomé Mitre y Rivadavia. A pedido expreso de los constructores, Le Monnier diseñó un edificio de oficinas. Actualmente es un bien de Patrimonio Histórico. En esta obra se manifiesta su gran capacidad para componer volúmenes y para resolver los detalles. El orden de la fachada resulta monumental, y el remate, logrado a través de las dos grandes cúpulas de cinco pisos, refuerza la escala del edificio y la perspectiva de la Diagonal.

Pedro Sáenz y Sáenz (Malaga, 1863-1927) Portrait of Trinidad Sáenz Martos, Painter's Daughter (c. 1910-1927)

Málaga (Museo de Arte y Arqueología)

From the book "Academics, honoring Caravaggio (2010-2011)".

 

:copyright: Aurelio Monge 2009-2011

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Teófilo Castillo Guas (* Carhuaz, Áncash, 2 de octubre de 1857 – † Tucumán, Argentina, 7 de diciembre de 1922) fue un pintor, crítico de arte y fotógrafo peruano. Representante del academicismo pictórico peruano, estuvo influenciado por el impresionismo.

LA CULPA

Estudio académico #82

con Marcel Medrano

© Aurelio Monge 2013

El Palacio de Correos y Telecomunicaciones de la ciudad de Buenos Aires, también llamado Correo Central, es actualmente sede del Centro Cultural Néstor Kirchner. Está ubicado en el barrio de San Nicolás. Es un exponente clásico de la arquitectura del academicismo francés.

 

Recientemente ha sido restaurado respetando en gran parte el diseño original. En esta imagen se pueden apreciar los ascensores originales instalados en el edificio y las nuevas escaleras de emergencia construidas a los lados.

 

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The Buenos Aires Central Post Office (native name: "Palacio de Correos y Telecomunicaciones" or most commonly, "Correo Central"), was the seat of the Argentine Post Office, and the Néstor Kirchner Cultural Centre since May 2015. The building, made in Beaux-Arts architecture style and designed by French architect Norbert Maillart, is located in the San Nicolás, Buenos Aires neighborhood of Buenos Aires.

 

It has recently been restored trying to keep the original style. In this image you can see the original elevators installed in the building and the new emergency staircase built at its sides.

From the book "Academics, honoring Caravaggio (2010-2011)".

 

© Aurelio Monge 2009-2011

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Sátiro embriagado II

ACADEMICS II

:copyright:2013 Aurelio Monge

Con la colaboración de Franck Grall y Frederich Sancho

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Fotos por Cortesia de Alejandro Blanco

 

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© Álbum 3063

By Catedrales e Iglesias

By Cathedrals and Churches

Par Cathédrales et Eglises

By catedrals i esglésies

Archidiócesis de Sevilla

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El templo se edificó a principios del XVII, interviniendo en la construcción el maestro de obras Juan de Segarra y el arquitecto Pedro Sánchez Falconete.

 

Fue bendecido en 1608 por D. Fernando Niño de Guevara, perteneciendo siempre a los religiosos de la Orden Carmelita.

  

Exterior del Templo

 

La portada pétrea se data en 1640 y consta de un solo cuerpo. En el dintel figura una cartela escrita en latín con la siguiente inscripción: (Dios mandó a sus ángeles para que te custodiasen en todo momento. La portada está rematada por una escultura del Ángel de la Guarda. Cierra esta fachada una reja ante un pequeño compás.

  

Interior del Templo

 

El interior, reconstruido totalmente, es de tres naves con cruceros de brazos cortos. La nave central se cubre con bóveda de cañón, mientras que las laterales lo hacen con bóveda de arista y se exornan con decoración de yeserías. En el centro del crucero se alza una gran bóveda semiesférica, cuyo centro se decora con un gran florón.

 

En el Presbiterio se erige el Retablo Mayor, que sustituye al de 1625 que había contratado Luis de Figueroa, destruido en época de la invasión francesa. El actual Retablo principal es obra Neoclásica de la primera mitad del siglo XIX. En su cuerpo central se abre un amplio camarín que alberga una buena talla de la Virgen del Carmen con niño, obra de Cristóbal Ramos del año 1780.

En esta imagen de la Virgen del Carmen se ve anudado el mundo del Barroco y el Academicismo. El primero se observa en los ropajes, que se muestran movidos, cuyos pliegues se ven favorecidos por la ductilidad de la tela encolada, material con el que están realizados; mientras que la nueva estática es patente en los rostros, como el de María, que en vez de parecer una Virgen sevillana se asemeja mas a una diosa helénica.

Con la mano izquierda María toma a su Hijo. Abre sus brazos para captar la devoción del espectador. Con su mano izquierda toma la bola del Mundo y con la diestra el escapulario. María viste hábito carmelita y Jesús túnica roja con vueltas verdes. Todo este conjunto da muestra del insigne escultor que fue Cristóbal Ramos, por su perfecta ejecución tanto desde el punto de vista formal como compositivo.

Figuran en el retablo otras esculturas que representan a Santa Teresa y San Juan de la Cruz que son de principios del XIX. En los muros laterales del presbiterio, hay unas pinturas entre las que destaca una Inmaculada que puede atribuirse a Juan del Castillo y puede fecharse hacia 1630.

En el ático luce un resplandor con el anagrama mariano junto con las esculturas de San Rafael y el Ángel de la Guarda, de Blas Molner, ejecutadas en 1792. Este conjunto se completa con dos ángeles lampadarios de la Roldana procedentes del convento Regina Angelorum.

 

Desde el muro de los pies y hacia el presbiterio en la zona de la Epístola, a la derecha según se entra, se disponen las siguientes imágenes y altares: (1) en hornacina escultura que representa a Ecce Homo del siglo XVIII. (2)A su lado se halla, dentro de una Capilla, una imagen de vestir de la Virgen del Carmen del siglo XVIII. Se encuentra sobre unas andas que son las que utiliza en su salida procesional del 17 de Julio. Imagen de gran devoción.

(3) Retablo del siglo XVIII que aloja escultura moderna de Santa Teresita de Lisieux. (4) Retablo Barroco del XVIII en el que figura en una vitrina talla moderna de San Antonio, y a los lados las efigies de San Eliseo y San Juan de la Cruz, ésta última atribuida a Francisco Antonio Gijón, realizada en 1675 aproximadamente.

(5) A media altura de esta nave derecha se encuentra un retablo moderno que sostiene magnifica imagen del Sagrado Corazón de Jesús.

(6) Junto a éste se halla un retablo del último tercio del siglo XVIII, en el que se venera escultura de San Elías de Pedro Roldán, obra de 1679. (7) Cierra esta nave un retablo moderno con grupo escultórico de la misma época de la Virgen de Lourdes y Santa Bernadette.

(8)En el brazo del crucero de la nave derecha hay un retablo moderno con una monumental Inmaculada (1,95) del siglo XVIII realizada por Pedro Duque Cornejo, y fechable hacia 1743. Obra de plena madurez del maestro, que puede y debe sobresalir de su antología. Tanto la composición, el dibujo, el modelado, talla y policromía, son tares de Cornejo. Hay que destacar el valor y la calidad alcanzada por los ropajes, que se mueven de adentro a fuera provocando un genial claroscuro.

En el crucero del lado del Evangelio (o nave de la izquierda) se establecen las siguientes imágenes y altares: (1) en el brazo Retablo moderno con escultura en el centro de San José con el Niño de principios del XIX.

La flanquean las tallas de Santa Ana enseñando a leer a la Virgen, que se atribuye al círculo de Pedro Roldán, y otra de San Joaquín de principios del siglo XVIII.

En el centro se dispone una hornacina con una pequeña efigie del Niño Jesús del siglo XVII. El ático se decora con pintura de la Verónica. (2) Junto a este Retablo se abre la Capilla del Santísimo, justo a la derecha del Retablo Mayor.

En el interior de ella, y ante un enmascaramiento marmóreo, recibe devoción el Cristo de los Desamparados, cuya talla magnífica se atribuye a Juan Martínez Montañés, fechable en 1617 (José Hernández Díaz). También existen teorías que la atribuyen a Juan de Mesa, aunque ésta postura está menos extendida. Imagen con mucha devoción particular por parte de los feligreses. Los numerosos bancos que se sitúan enfrente de esta capilla suelen llenarse de feligreses que, en silencio y fuera de horas de misa, rezan devotamente a esta imagen de los Desamparados.

Continuando por la nave hacia los pies se contemplan las siguientes obras: (3) retablo de últimos de siglo XIX bajo la advocación de María Salus Infirmorum, con dolorosa de vestir que se atribuye a Juan de Astorga (imagen que recuerda mucho a las Vírgenes que procesionan en Semana Santa).

A sus flancos tallas de Teresa de Redi y Santa María Magdalena de Pazi, del siglo XVIII. (4) Junto a este altar enmarcamiento de mármol moderno en cuyo centro se halla una escultura de la Virgen de Fátima de la misma época.

(5) Al lado, en otro marco parecido, se venera la efigie moderna del Niño Jesús de Praga, que sale procesionalmente el 17 de Julio junto a la Virgen del Carmen de la entrada. Junto a éste se sitúa una imagen de la Virgen de Candelaria flanqueada por San Francisco y San Expedito.

(6) A los pies de la nave izquierda y dentro de un retablo neogótico se encuentra la pintura de Nuestra Señora del Perpetuo Socorro, una de las advocaciones mas populares y difundidas, no solo en España, sino en el resto del mundo. La difusión de su devoción se debe a los padres de la congregación del Santísimo Redentor (recordemos Iglesia de los Redentoristas). La imagen de la Virgen es copia del icono original que se venera en Roma en la casa generacional de esta orden.

(8) En el mismo retablo y delante del icono del Perpetuo Socorro se halla una pequeña imagen de María Auxiliadora, que recibe mucha devoción y ante la cual se reúnen numerosos devotos.

(9)En los muros de los pies de este mismo lado hay una hornacina con la talla moderna del Ángel de la Guarda. Finalmente, sobre los arcos de la nave central se encuentran numerosas pinturas que constituyen un amplio programa iconográfico angélico.

Si desea conocer los cuadros zurbaranescos, puede visitar el siguiente enlace: Serie de Cuadros dedicados a los Ángeles

 

Todas las imágenes se flanquean de un pequeño marco en el que se explica la advocación e historia del santo en particular. Esto último es muy interesante ya que ayuda bastante a aquellos visitantes que desconocen las imágenes aquí expuestas al culto.

Destacar por la gran devoción que levantan; el Cristo de los Desamparados, La Virgen de Candelaria, María Auxiliadora, el Sagrado Corazón , San Antonio y la Virgen del Carmen que preside la Iglesia. Llama la atención San Expedito, una pequeña imagen situada a los pies de la nave izquierda muy devocional en este templo.

 

Hermandades

La Iglesia pertenece a la Orden religiosa de los Carmelitas descalzos, y en ella se hallan la Cofradía de la Virgen del Carmen (imagen situada en la capilla de la entrada) y la Archicofradía del Niño Jesús de Praga (imagen situada a media altura de la nave izquierda).

 

Texto: José Alfonso Muriel

LA CULPA

Estudio académico #80

con Marcel Medrano

© Aurelio Monge 2013

Fotos por Cortesia de Alejandro Blanco

 

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© Álbum 3063

By Catedrales e Iglesias

By Cathedrals and Churches

Par Cathédrales et Eglises

By catedrals i esglésies

Archidiócesis de Sevilla

www.iglesias-espana.blogspot.mx/

 

El templo se edificó a principios del XVII, interviniendo en la construcción el maestro de obras Juan de Segarra y el arquitecto Pedro Sánchez Falconete.

 

Fue bendecido en 1608 por D. Fernando Niño de Guevara, perteneciendo siempre a los religiosos de la Orden Carmelita.

  

Exterior del Templo

 

La portada pétrea se data en 1640 y consta de un solo cuerpo. En el dintel figura una cartela escrita en latín con la siguiente inscripción: (Dios mandó a sus ángeles para que te custodiasen en todo momento. La portada está rematada por una escultura del Ángel de la Guarda. Cierra esta fachada una reja ante un pequeño compás.

  

Interior del Templo

 

El interior, reconstruido totalmente, es de tres naves con cruceros de brazos cortos. La nave central se cubre con bóveda de cañón, mientras que las laterales lo hacen con bóveda de arista y se exornan con decoración de yeserías. En el centro del crucero se alza una gran bóveda semiesférica, cuyo centro se decora con un gran florón.

 

En el Presbiterio se erige el Retablo Mayor, que sustituye al de 1625 que había contratado Luis de Figueroa, destruido en época de la invasión francesa. El actual Retablo principal es obra Neoclásica de la primera mitad del siglo XIX. En su cuerpo central se abre un amplio camarín que alberga una buena talla de la Virgen del Carmen con niño, obra de Cristóbal Ramos del año 1780.

En esta imagen de la Virgen del Carmen se ve anudado el mundo del Barroco y el Academicismo. El primero se observa en los ropajes, que se muestran movidos, cuyos pliegues se ven favorecidos por la ductilidad de la tela encolada, material con el que están realizados; mientras que la nueva estática es patente en los rostros, como el de María, que en vez de parecer una Virgen sevillana se asemeja mas a una diosa helénica.

Con la mano izquierda María toma a su Hijo. Abre sus brazos para captar la devoción del espectador. Con su mano izquierda toma la bola del Mundo y con la diestra el escapulario. María viste hábito carmelita y Jesús túnica roja con vueltas verdes. Todo este conjunto da muestra del insigne escultor que fue Cristóbal Ramos, por su perfecta ejecución tanto desde el punto de vista formal como compositivo.

Figuran en el retablo otras esculturas que representan a Santa Teresa y San Juan de la Cruz que son de principios del XIX. En los muros laterales del presbiterio, hay unas pinturas entre las que destaca una Inmaculada que puede atribuirse a Juan del Castillo y puede fecharse hacia 1630.

En el ático luce un resplandor con el anagrama mariano junto con las esculturas de San Rafael y el Ángel de la Guarda, de Blas Molner, ejecutadas en 1792. Este conjunto se completa con dos ángeles lampadarios de la Roldana procedentes del convento Regina Angelorum.

 

Desde el muro de los pies y hacia el presbiterio en la zona de la Epístola, a la derecha según se entra, se disponen las siguientes imágenes y altares: (1) en hornacina escultura que representa a Ecce Homo del siglo XVIII. (2)A su lado se halla, dentro de una Capilla, una imagen de vestir de la Virgen del Carmen del siglo XVIII. Se encuentra sobre unas andas que son las que utiliza en su salida procesional del 17 de Julio. Imagen de gran devoción.

(3) Retablo del siglo XVIII que aloja escultura moderna de Santa Teresita de Lisieux. (4) Retablo Barroco del XVIII en el que figura en una vitrina talla moderna de San Antonio, y a los lados las efigies de San Eliseo y San Juan de la Cruz, ésta última atribuida a Francisco Antonio Gijón, realizada en 1675 aproximadamente.

(5) A media altura de esta nave derecha se encuentra un retablo moderno que sostiene magnifica imagen del Sagrado Corazón de Jesús.

(6) Junto a éste se halla un retablo del último tercio del siglo XVIII, en el que se venera escultura de San Elías de Pedro Roldán, obra de 1679. (7) Cierra esta nave un retablo moderno con grupo escultórico de la misma época de la Virgen de Lourdes y Santa Bernadette.

(8)En el brazo del crucero de la nave derecha hay un retablo moderno con una monumental Inmaculada (1,95) del siglo XVIII realizada por Pedro Duque Cornejo, y fechable hacia 1743. Obra de plena madurez del maestro, que puede y debe sobresalir de su antología. Tanto la composición, el dibujo, el modelado, talla y policromía, son tares de Cornejo. Hay que destacar el valor y la calidad alcanzada por los ropajes, que se mueven de adentro a fuera provocando un genial claroscuro.

En el crucero del lado del Evangelio (o nave de la izquierda) se establecen las siguientes imágenes y altares: (1) en el brazo Retablo moderno con escultura en el centro de San José con el Niño de principios del XIX.

La flanquean las tallas de Santa Ana enseñando a leer a la Virgen, que se atribuye al círculo de Pedro Roldán, y otra de San Joaquín de principios del siglo XVIII.

En el centro se dispone una hornacina con una pequeña efigie del Niño Jesús del siglo XVII. El ático se decora con pintura de la Verónica. (2) Junto a este Retablo se abre la Capilla del Santísimo, justo a la derecha del Retablo Mayor.

En el interior de ella, y ante un enmascaramiento marmóreo, recibe devoción el Cristo de los Desamparados, cuya talla magnífica se atribuye a Juan Martínez Montañés, fechable en 1617 (José Hernández Díaz). También existen teorías que la atribuyen a Juan de Mesa, aunque ésta postura está menos extendida. Imagen con mucha devoción particular por parte de los feligreses. Los numerosos bancos que se sitúan enfrente de esta capilla suelen llenarse de feligreses que, en silencio y fuera de horas de misa, rezan devotamente a esta imagen de los Desamparados.

Continuando por la nave hacia los pies se contemplan las siguientes obras: (3) retablo de últimos de siglo XIX bajo la advocación de María Salus Infirmorum, con dolorosa de vestir que se atribuye a Juan de Astorga (imagen que recuerda mucho a las Vírgenes que procesionan en Semana Santa).

A sus flancos tallas de Teresa de Redi y Santa María Magdalena de Pazi, del siglo XVIII. (4) Junto a este altar enmarcamiento de mármol moderno en cuyo centro se halla una escultura de la Virgen de Fátima de la misma época.

(5) Al lado, en otro marco parecido, se venera la efigie moderna del Niño Jesús de Praga, que sale procesionalmente el 17 de Julio junto a la Virgen del Carmen de la entrada. Junto a éste se sitúa una imagen de la Virgen de Candelaria flanqueada por San Francisco y San Expedito.

(6) A los pies de la nave izquierda y dentro de un retablo neogótico se encuentra la pintura de Nuestra Señora del Perpetuo Socorro, una de las advocaciones mas populares y difundidas, no solo en España, sino en el resto del mundo. La difusión de su devoción se debe a los padres de la congregación del Santísimo Redentor (recordemos Iglesia de los Redentoristas). La imagen de la Virgen es copia del icono original que se venera en Roma en la casa generacional de esta orden.

(8) En el mismo retablo y delante del icono del Perpetuo Socorro se halla una pequeña imagen de María Auxiliadora, que recibe mucha devoción y ante la cual se reúnen numerosos devotos.

(9)En los muros de los pies de este mismo lado hay una hornacina con la talla moderna del Ángel de la Guarda. Finalmente, sobre los arcos de la nave central se encuentran numerosas pinturas que constituyen un amplio programa iconográfico angélico.

Si desea conocer los cuadros zurbaranescos, puede visitar el siguiente enlace: Serie de Cuadros dedicados a los Ángeles

 

Todas las imágenes se flanquean de un pequeño marco en el que se explica la advocación e historia del santo en particular. Esto último es muy interesante ya que ayuda bastante a aquellos visitantes que desconocen las imágenes aquí expuestas al culto.

Destacar por la gran devoción que levantan; el Cristo de los Desamparados, La Virgen de Candelaria, María Auxiliadora, el Sagrado Corazón , San Antonio y la Virgen del Carmen que preside la Iglesia. Llama la atención San Expedito, una pequeña imagen situada a los pies de la nave izquierda muy devocional en este templo.

 

Hermandades

La Iglesia pertenece a la Orden religiosa de los Carmelitas descalzos, y en ella se hallan la Cofradía de la Virgen del Carmen (imagen situada en la capilla de la entrada) y la Archicofradía del Niño Jesús de Praga (imagen situada a media altura de la nave izquierda).

 

Texto: José Alfonso Muriel

Fotos por Cortesia de Alejandro Blanco

 

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El templo se edificó a principios del XVII, interviniendo en la construcción el maestro de obras Juan de Segarra y el arquitecto Pedro Sánchez Falconete.

 

Fue bendecido en 1608 por D. Fernando Niño de Guevara, perteneciendo siempre a los religiosos de la Orden Carmelita.

  

Exterior del Templo

 

La portada pétrea se data en 1640 y consta de un solo cuerpo. En el dintel figura una cartela escrita en latín con la siguiente inscripción: (Dios mandó a sus ángeles para que te custodiasen en todo momento. La portada está rematada por una escultura del Ángel de la Guarda. Cierra esta fachada una reja ante un pequeño compás.

  

Interior del Templo

 

El interior, reconstruido totalmente, es de tres naves con cruceros de brazos cortos. La nave central se cubre con bóveda de cañón, mientras que las laterales lo hacen con bóveda de arista y se exornan con decoración de yeserías. En el centro del crucero se alza una gran bóveda semiesférica, cuyo centro se decora con un gran florón.

 

En el Presbiterio se erige el Retablo Mayor, que sustituye al de 1625 que había contratado Luis de Figueroa, destruido en época de la invasión francesa. El actual Retablo principal es obra Neoclásica de la primera mitad del siglo XIX. En su cuerpo central se abre un amplio camarín que alberga una buena talla de la Virgen del Carmen con niño, obra de Cristóbal Ramos del año 1780.

En esta imagen de la Virgen del Carmen se ve anudado el mundo del Barroco y el Academicismo. El primero se observa en los ropajes, que se muestran movidos, cuyos pliegues se ven favorecidos por la ductilidad de la tela encolada, material con el que están realizados; mientras que la nueva estática es patente en los rostros, como el de María, que en vez de parecer una Virgen sevillana se asemeja mas a una diosa helénica.

Con la mano izquierda María toma a su Hijo. Abre sus brazos para captar la devoción del espectador. Con su mano izquierda toma la bola del Mundo y con la diestra el escapulario. María viste hábito carmelita y Jesús túnica roja con vueltas verdes. Todo este conjunto da muestra del insigne escultor que fue Cristóbal Ramos, por su perfecta ejecución tanto desde el punto de vista formal como compositivo.

Figuran en el retablo otras esculturas que representan a Santa Teresa y San Juan de la Cruz que son de principios del XIX. En los muros laterales del presbiterio, hay unas pinturas entre las que destaca una Inmaculada que puede atribuirse a Juan del Castillo y puede fecharse hacia 1630.

En el ático luce un resplandor con el anagrama mariano junto con las esculturas de San Rafael y el Ángel de la Guarda, de Blas Molner, ejecutadas en 1792. Este conjunto se completa con dos ángeles lampadarios de la Roldana procedentes del convento Regina Angelorum.

 

Desde el muro de los pies y hacia el presbiterio en la zona de la Epístola, a la derecha según se entra, se disponen las siguientes imágenes y altares: (1) en hornacina escultura que representa a Ecce Homo del siglo XVIII. (2)A su lado se halla, dentro de una Capilla, una imagen de vestir de la Virgen del Carmen del siglo XVIII. Se encuentra sobre unas andas que son las que utiliza en su salida procesional del 17 de Julio. Imagen de gran devoción.

(3) Retablo del siglo XVIII que aloja escultura moderna de Santa Teresita de Lisieux. (4) Retablo Barroco del XVIII en el que figura en una vitrina talla moderna de San Antonio, y a los lados las efigies de San Eliseo y San Juan de la Cruz, ésta última atribuida a Francisco Antonio Gijón, realizada en 1675 aproximadamente.

(5) A media altura de esta nave derecha se encuentra un retablo moderno que sostiene magnifica imagen del Sagrado Corazón de Jesús.

(6) Junto a éste se halla un retablo del último tercio del siglo XVIII, en el que se venera escultura de San Elías de Pedro Roldán, obra de 1679. (7) Cierra esta nave un retablo moderno con grupo escultórico de la misma época de la Virgen de Lourdes y Santa Bernadette.

(8)En el brazo del crucero de la nave derecha hay un retablo moderno con una monumental Inmaculada (1,95) del siglo XVIII realizada por Pedro Duque Cornejo, y fechable hacia 1743. Obra de plena madurez del maestro, que puede y debe sobresalir de su antología. Tanto la composición, el dibujo, el modelado, talla y policromía, son tares de Cornejo. Hay que destacar el valor y la calidad alcanzada por los ropajes, que se mueven de adentro a fuera provocando un genial claroscuro.

En el crucero del lado del Evangelio (o nave de la izquierda) se establecen las siguientes imágenes y altares: (1) en el brazo Retablo moderno con escultura en el centro de San José con el Niño de principios del XIX.

La flanquean las tallas de Santa Ana enseñando a leer a la Virgen, que se atribuye al círculo de Pedro Roldán, y otra de San Joaquín de principios del siglo XVIII.

En el centro se dispone una hornacina con una pequeña efigie del Niño Jesús del siglo XVII. El ático se decora con pintura de la Verónica. (2) Junto a este Retablo se abre la Capilla del Santísimo, justo a la derecha del Retablo Mayor.

En el interior de ella, y ante un enmascaramiento marmóreo, recibe devoción el Cristo de los Desamparados, cuya talla magnífica se atribuye a Juan Martínez Montañés, fechable en 1617 (José Hernández Díaz). También existen teorías que la atribuyen a Juan de Mesa, aunque ésta postura está menos extendida. Imagen con mucha devoción particular por parte de los feligreses. Los numerosos bancos que se sitúan enfrente de esta capilla suelen llenarse de feligreses que, en silencio y fuera de horas de misa, rezan devotamente a esta imagen de los Desamparados.

Continuando por la nave hacia los pies se contemplan las siguientes obras: (3) retablo de últimos de siglo XIX bajo la advocación de María Salus Infirmorum, con dolorosa de vestir que se atribuye a Juan de Astorga (imagen que recuerda mucho a las Vírgenes que procesionan en Semana Santa).

A sus flancos tallas de Teresa de Redi y Santa María Magdalena de Pazi, del siglo XVIII. (4) Junto a este altar enmarcamiento de mármol moderno en cuyo centro se halla una escultura de la Virgen de Fátima de la misma época.

(5) Al lado, en otro marco parecido, se venera la efigie moderna del Niño Jesús de Praga, que sale procesionalmente el 17 de Julio junto a la Virgen del Carmen de la entrada. Junto a éste se sitúa una imagen de la Virgen de Candelaria flanqueada por San Francisco y San Expedito.

(6) A los pies de la nave izquierda y dentro de un retablo neogótico se encuentra la pintura de Nuestra Señora del Perpetuo Socorro, una de las advocaciones mas populares y difundidas, no solo en España, sino en el resto del mundo. La difusión de su devoción se debe a los padres de la congregación del Santísimo Redentor (recordemos Iglesia de los Redentoristas). La imagen de la Virgen es copia del icono original que se venera en Roma en la casa generacional de esta orden.

(8) En el mismo retablo y delante del icono del Perpetuo Socorro se halla una pequeña imagen de María Auxiliadora, que recibe mucha devoción y ante la cual se reúnen numerosos devotos.

(9)En los muros de los pies de este mismo lado hay una hornacina con la talla moderna del Ángel de la Guarda. Finalmente, sobre los arcos de la nave central se encuentran numerosas pinturas que constituyen un amplio programa iconográfico angélico.

Si desea conocer los cuadros zurbaranescos, puede visitar el siguiente enlace: Serie de Cuadros dedicados a los Ángeles

 

Todas las imágenes se flanquean de un pequeño marco en el que se explica la advocación e historia del santo en particular. Esto último es muy interesante ya que ayuda bastante a aquellos visitantes que desconocen las imágenes aquí expuestas al culto.

Destacar por la gran devoción que levantan; el Cristo de los Desamparados, La Virgen de Candelaria, María Auxiliadora, el Sagrado Corazón , San Antonio y la Virgen del Carmen que preside la Iglesia. Llama la atención San Expedito, una pequeña imagen situada a los pies de la nave izquierda muy devocional en este templo.

 

Hermandades

La Iglesia pertenece a la Orden religiosa de los Carmelitas descalzos, y en ella se hallan la Cofradía de la Virgen del Carmen (imagen situada en la capilla de la entrada) y la Archicofradía del Niño Jesús de Praga (imagen situada a media altura de la nave izquierda).

 

Texto: José Alfonso Muriel

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El templo se edificó a principios del XVII, interviniendo en la construcción el maestro de obras Juan de Segarra y el arquitecto Pedro Sánchez Falconete.

 

Fue bendecido en 1608 por D. Fernando Niño de Guevara, perteneciendo siempre a los religiosos de la Orden Carmelita.

  

Exterior del Templo

 

La portada pétrea se data en 1640 y consta de un solo cuerpo. En el dintel figura una cartela escrita en latín con la siguiente inscripción: (Dios mandó a sus ángeles para que te custodiasen en todo momento. La portada está rematada por una escultura del Ángel de la Guarda. Cierra esta fachada una reja ante un pequeño compás.

  

Interior del Templo

 

El interior, reconstruido totalmente, es de tres naves con cruceros de brazos cortos. La nave central se cubre con bóveda de cañón, mientras que las laterales lo hacen con bóveda de arista y se exornan con decoración de yeserías. En el centro del crucero se alza una gran bóveda semiesférica, cuyo centro se decora con un gran florón.

 

En el Presbiterio se erige el Retablo Mayor, que sustituye al de 1625 que había contratado Luis de Figueroa, destruido en época de la invasión francesa. El actual Retablo principal es obra Neoclásica de la primera mitad del siglo XIX. En su cuerpo central se abre un amplio camarín que alberga una buena talla de la Virgen del Carmen con niño, obra de Cristóbal Ramos del año 1780.

En esta imagen de la Virgen del Carmen se ve anudado el mundo del Barroco y el Academicismo. El primero se observa en los ropajes, que se muestran movidos, cuyos pliegues se ven favorecidos por la ductilidad de la tela encolada, material con el que están realizados; mientras que la nueva estática es patente en los rostros, como el de María, que en vez de parecer una Virgen sevillana se asemeja mas a una diosa helénica.

Con la mano izquierda María toma a su Hijo. Abre sus brazos para captar la devoción del espectador. Con su mano izquierda toma la bola del Mundo y con la diestra el escapulario. María viste hábito carmelita y Jesús túnica roja con vueltas verdes. Todo este conjunto da muestra del insigne escultor que fue Cristóbal Ramos, por su perfecta ejecución tanto desde el punto de vista formal como compositivo.

Figuran en el retablo otras esculturas que representan a Santa Teresa y San Juan de la Cruz que son de principios del XIX. En los muros laterales del presbiterio, hay unas pinturas entre las que destaca una Inmaculada que puede atribuirse a Juan del Castillo y puede fecharse hacia 1630.

En el ático luce un resplandor con el anagrama mariano junto con las esculturas de San Rafael y el Ángel de la Guarda, de Blas Molner, ejecutadas en 1792. Este conjunto se completa con dos ángeles lampadarios de la Roldana procedentes del convento Regina Angelorum.

 

Desde el muro de los pies y hacia el presbiterio en la zona de la Epístola, a la derecha según se entra, se disponen las siguientes imágenes y altares: (1) en hornacina escultura que representa a Ecce Homo del siglo XVIII. (2)A su lado se halla, dentro de una Capilla, una imagen de vestir de la Virgen del Carmen del siglo XVIII. Se encuentra sobre unas andas que son las que utiliza en su salida procesional del 17 de Julio. Imagen de gran devoción.

(3) Retablo del siglo XVIII que aloja escultura moderna de Santa Teresita de Lisieux. (4) Retablo Barroco del XVIII en el que figura en una vitrina talla moderna de San Antonio, y a los lados las efigies de San Eliseo y San Juan de la Cruz, ésta última atribuida a Francisco Antonio Gijón, realizada en 1675 aproximadamente.

(5) A media altura de esta nave derecha se encuentra un retablo moderno que sostiene magnifica imagen del Sagrado Corazón de Jesús.

(6) Junto a éste se halla un retablo del último tercio del siglo XVIII, en el que se venera escultura de San Elías de Pedro Roldán, obra de 1679. (7) Cierra esta nave un retablo moderno con grupo escultórico de la misma época de la Virgen de Lourdes y Santa Bernadette.

(8)En el brazo del crucero de la nave derecha hay un retablo moderno con una monumental Inmaculada (1,95) del siglo XVIII realizada por Pedro Duque Cornejo, y fechable hacia 1743. Obra de plena madurez del maestro, que puede y debe sobresalir de su antología. Tanto la composición, el dibujo, el modelado, talla y policromía, son tares de Cornejo. Hay que destacar el valor y la calidad alcanzada por los ropajes, que se mueven de adentro a fuera provocando un genial claroscuro.

En el crucero del lado del Evangelio (o nave de la izquierda) se establecen las siguientes imágenes y altares: (1) en el brazo Retablo moderno con escultura en el centro de San José con el Niño de principios del XIX.

La flanquean las tallas de Santa Ana enseñando a leer a la Virgen, que se atribuye al círculo de Pedro Roldán, y otra de San Joaquín de principios del siglo XVIII.

En el centro se dispone una hornacina con una pequeña efigie del Niño Jesús del siglo XVII. El ático se decora con pintura de la Verónica. (2) Junto a este Retablo se abre la Capilla del Santísimo, justo a la derecha del Retablo Mayor.

En el interior de ella, y ante un enmascaramiento marmóreo, recibe devoción el Cristo de los Desamparados, cuya talla magnífica se atribuye a Juan Martínez Montañés, fechable en 1617 (José Hernández Díaz). También existen teorías que la atribuyen a Juan de Mesa, aunque ésta postura está menos extendida. Imagen con mucha devoción particular por parte de los feligreses. Los numerosos bancos que se sitúan enfrente de esta capilla suelen llenarse de feligreses que, en silencio y fuera de horas de misa, rezan devotamente a esta imagen de los Desamparados.

Continuando por la nave hacia los pies se contemplan las siguientes obras: (3) retablo de últimos de siglo XIX bajo la advocación de María Salus Infirmorum, con dolorosa de vestir que se atribuye a Juan de Astorga (imagen que recuerda mucho a las Vírgenes que procesionan en Semana Santa).

A sus flancos tallas de Teresa de Redi y Santa María Magdalena de Pazi, del siglo XVIII. (4) Junto a este altar enmarcamiento de mármol moderno en cuyo centro se halla una escultura de la Virgen de Fátima de la misma época.

(5) Al lado, en otro marco parecido, se venera la efigie moderna del Niño Jesús de Praga, que sale procesionalmente el 17 de Julio junto a la Virgen del Carmen de la entrada. Junto a éste se sitúa una imagen de la Virgen de Candelaria flanqueada por San Francisco y San Expedito.

(6) A los pies de la nave izquierda y dentro de un retablo neogótico se encuentra la pintura de Nuestra Señora del Perpetuo Socorro, una de las advocaciones mas populares y difundidas, no solo en España, sino en el resto del mundo. La difusión de su devoción se debe a los padres de la congregación del Santísimo Redentor (recordemos Iglesia de los Redentoristas). La imagen de la Virgen es copia del icono original que se venera en Roma en la casa generacional de esta orden.

(8) En el mismo retablo y delante del icono del Perpetuo Socorro se halla una pequeña imagen de María Auxiliadora, que recibe mucha devoción y ante la cual se reúnen numerosos devotos.

(9)En los muros de los pies de este mismo lado hay una hornacina con la talla moderna del Ángel de la Guarda. Finalmente, sobre los arcos de la nave central se encuentran numerosas pinturas que constituyen un amplio programa iconográfico angélico.

Si desea conocer los cuadros zurbaranescos, puede visitar el siguiente enlace: Serie de Cuadros dedicados a los Ángeles

 

Todas las imágenes se flanquean de un pequeño marco en el que se explica la advocación e historia del santo en particular. Esto último es muy interesante ya que ayuda bastante a aquellos visitantes que desconocen las imágenes aquí expuestas al culto.

Destacar por la gran devoción que levantan; el Cristo de los Desamparados, La Virgen de Candelaria, María Auxiliadora, el Sagrado Corazón , San Antonio y la Virgen del Carmen que preside la Iglesia. Llama la atención San Expedito, una pequeña imagen situada a los pies de la nave izquierda muy devocional en este templo.

 

Hermandades

La Iglesia pertenece a la Orden religiosa de los Carmelitas descalzos, y en ella se hallan la Cofradía de la Virgen del Carmen (imagen situada en la capilla de la entrada) y la Archicofradía del Niño Jesús de Praga (imagen situada a media altura de la nave izquierda).

 

Texto: José Alfonso Muriel

El Edificio Carrión (también conocido como Edificio Capitol) es uno de los más conocidos del tercer tramo de la Gran Vía madrileña. Está situado en la esquina de esta calle con la de Jacometrezo, en la plaza del Callao.1 Su perfil se ha venido empleando como icono de la calle en las celebraciones del centenario de la Gran Vía. El edificio fue ideado como un espacio multiuso, en el instante que se construyó el edificio contenía oficinas, cafeterías y el Cine Capitol.2 3 A comienzos del siglo XXI el edificio acoge el cine, una tienda de ropa y un hotel. El estilo de su fachada corresponde a una arquitectura expresionista con claras influencias mendelsohnianas.4 5

  

El edificio, de catorce plantas, fue proyectado por los arquitectos Luis Martínez-Feduchi y Vicente Eced y Eced y construido entre los años 1931 y 1933.3 Su promotor fue Enrique Carrión y Vecín, marqués de Melín que promovió un concurso arquitectónico restringido al que asistieron otros arquitectos experimentados como Pedro Muguruza (constructor en 1924 del vecino Palacio de la Prensa), Emilio Paramés, Luis Gutiérrez Soto.6 Se presentaron un total de seis proyectos, de los cuales salió ganador el presentado por la pareja de jóvenes arquitectos Luis Martínez-Feduchi y Vicente Eced y Eced. En la época en que se presentó el concurso convivían en la arquitectura madrileña diversas tendencias: el academicismo y clasicismo con el tradicionalismo moderado, el racionalismo, expresionismo y Art Decó y los proyectos presentados al concurso así lo demostraron. El solar de más de mil trescientos metros cuadrados correspondía a un espacio que hacía la convergentes entre las calles de Jacometrezo y la entonces llamada avenida de Eduardo Dato que correspondía al tercer tramo de la Gran Vía.

 

El solar hacía ver que la solución más adecuada era un planteamiento en forma de chaflán. Utiliza materiales como mármol y granito y la decoración y los muebles corrieron a cargo de la firma Rolaco-Mac (empresa en la que posteriormente trabajaría Luis Feduchi). Pero lo más destacado en su época fueron los adelantos tecnológicos que incorporaba, como el uso innovador de vigas de hormigón tipo Vierendeel, la utilización de telas ignífugas o el sistema de refrigeración, el primero centralizado de Madrid y que ocupaba toda una planta.7 El 21 de abril de 1931 se concedió la licencia para las obras y la Sala de Espectáculos del Cine Capitol se inauguró el 15 de octubre de 1933.8 En la prensa de la época se le tilda de edificio comercial.9 Se emplearon 30 meses para construir un edificio complejo y plurifuncional. La situación económica del país era delicada, tanto es así que durante su edificación era el único que se ejecutó en la capital. Por lo que se refiere a su ordenamiento inicial de espacios, el edificio está constituido por una sala de fiestas en el sótano, un café en la planta baja, en la que también se ubican los accesos al hotel y a la sala principal, un “salón de thé” en la entreplanta, y oficinas en las plantas cuarta, quinta y sexta, quedando reservadas para hotel las plantas sexta a séptima.

 

La edificación corrió a cargo de la constructora española Macazaga, estando a cargo de la construcción el arquitecto Luis Moya Blanco. Recibió el Premio Ayuntamiento de Madrid de 1933 y la Medalla de Segunda Clase en la Exposición Nacional de Bellas Artes de 1934. En el proyecto original albergaba 64 apartamentos, un hotel (el Capitol, en la actualidad del grupo Vincci), una cafetería, un bar, un restaurante, una fábrica de agua de Seltz y oficinas y salas de fiesta. En su planta inferior disponía de una sala de cine para casi 2000 espectadores, llamada cine Capitol, hoy dividida en varias salas más pequeñas. El primer propietario fue Enrique Carrión, marqués de Nelín. Durante la Guerra Civil Española y durante la defensa de Madrid su azotea fue empleada como observatorio avanzado.10

 

En 2007, dirigida por el arquitecto Rafael de la Hoz, se terminó una total rehabilitación que eliminó todos los anuncios publicitarios de su fachada, conservándose sólo el de Schweppes y uno más moderno de la compañía de telefonía móvil Vodafone en la azotea.

Fotos por Cortesia de Alejandro Blanco

 

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El templo se edificó a principios del XVII, interviniendo en la construcción el maestro de obras Juan de Segarra y el arquitecto Pedro Sánchez Falconete.

 

Fue bendecido en 1608 por D. Fernando Niño de Guevara, perteneciendo siempre a los religiosos de la Orden Carmelita.

  

Exterior del Templo

 

La portada pétrea se data en 1640 y consta de un solo cuerpo. En el dintel figura una cartela escrita en latín con la siguiente inscripción: (Dios mandó a sus ángeles para que te custodiasen en todo momento. La portada está rematada por una escultura del Ángel de la Guarda. Cierra esta fachada una reja ante un pequeño compás.

  

Interior del Templo

 

El interior, reconstruido totalmente, es de tres naves con cruceros de brazos cortos. La nave central se cubre con bóveda de cañón, mientras que las laterales lo hacen con bóveda de arista y se exornan con decoración de yeserías. En el centro del crucero se alza una gran bóveda semiesférica, cuyo centro se decora con un gran florón.

 

En el Presbiterio se erige el Retablo Mayor, que sustituye al de 1625 que había contratado Luis de Figueroa, destruido en época de la invasión francesa. El actual Retablo principal es obra Neoclásica de la primera mitad del siglo XIX. En su cuerpo central se abre un amplio camarín que alberga una buena talla de la Virgen del Carmen con niño, obra de Cristóbal Ramos del año 1780.

En esta imagen de la Virgen del Carmen se ve anudado el mundo del Barroco y el Academicismo. El primero se observa en los ropajes, que se muestran movidos, cuyos pliegues se ven favorecidos por la ductilidad de la tela encolada, material con el que están realizados; mientras que la nueva estática es patente en los rostros, como el de María, que en vez de parecer una Virgen sevillana se asemeja mas a una diosa helénica.

Con la mano izquierda María toma a su Hijo. Abre sus brazos para captar la devoción del espectador. Con su mano izquierda toma la bola del Mundo y con la diestra el escapulario. María viste hábito carmelita y Jesús túnica roja con vueltas verdes. Todo este conjunto da muestra del insigne escultor que fue Cristóbal Ramos, por su perfecta ejecución tanto desde el punto de vista formal como compositivo.

Figuran en el retablo otras esculturas que representan a Santa Teresa y San Juan de la Cruz que son de principios del XIX. En los muros laterales del presbiterio, hay unas pinturas entre las que destaca una Inmaculada que puede atribuirse a Juan del Castillo y puede fecharse hacia 1630.

En el ático luce un resplandor con el anagrama mariano junto con las esculturas de San Rafael y el Ángel de la Guarda, de Blas Molner, ejecutadas en 1792. Este conjunto se completa con dos ángeles lampadarios de la Roldana procedentes del convento Regina Angelorum.

 

Desde el muro de los pies y hacia el presbiterio en la zona de la Epístola, a la derecha según se entra, se disponen las siguientes imágenes y altares: (1) en hornacina escultura que representa a Ecce Homo del siglo XVIII. (2)A su lado se halla, dentro de una Capilla, una imagen de vestir de la Virgen del Carmen del siglo XVIII. Se encuentra sobre unas andas que son las que utiliza en su salida procesional del 17 de Julio. Imagen de gran devoción.

(3) Retablo del siglo XVIII que aloja escultura moderna de Santa Teresita de Lisieux. (4) Retablo Barroco del XVIII en el que figura en una vitrina talla moderna de San Antonio, y a los lados las efigies de San Eliseo y San Juan de la Cruz, ésta última atribuida a Francisco Antonio Gijón, realizada en 1675 aproximadamente.

(5) A media altura de esta nave derecha se encuentra un retablo moderno que sostiene magnifica imagen del Sagrado Corazón de Jesús.

(6) Junto a éste se halla un retablo del último tercio del siglo XVIII, en el que se venera escultura de San Elías de Pedro Roldán, obra de 1679. (7) Cierra esta nave un retablo moderno con grupo escultórico de la misma época de la Virgen de Lourdes y Santa Bernadette.

(8)En el brazo del crucero de la nave derecha hay un retablo moderno con una monumental Inmaculada (1,95) del siglo XVIII realizada por Pedro Duque Cornejo, y fechable hacia 1743. Obra de plena madurez del maestro, que puede y debe sobresalir de su antología. Tanto la composición, el dibujo, el modelado, talla y policromía, son tares de Cornejo. Hay que destacar el valor y la calidad alcanzada por los ropajes, que se mueven de adentro a fuera provocando un genial claroscuro.

En el crucero del lado del Evangelio (o nave de la izquierda) se establecen las siguientes imágenes y altares: (1) en el brazo Retablo moderno con escultura en el centro de San José con el Niño de principios del XIX.

La flanquean las tallas de Santa Ana enseñando a leer a la Virgen, que se atribuye al círculo de Pedro Roldán, y otra de San Joaquín de principios del siglo XVIII.

En el centro se dispone una hornacina con una pequeña efigie del Niño Jesús del siglo XVII. El ático se decora con pintura de la Verónica. (2) Junto a este Retablo se abre la Capilla del Santísimo, justo a la derecha del Retablo Mayor.

En el interior de ella, y ante un enmascaramiento marmóreo, recibe devoción el Cristo de los Desamparados, cuya talla magnífica se atribuye a Juan Martínez Montañés, fechable en 1617 (José Hernández Díaz). También existen teorías que la atribuyen a Juan de Mesa, aunque ésta postura está menos extendida. Imagen con mucha devoción particular por parte de los feligreses. Los numerosos bancos que se sitúan enfrente de esta capilla suelen llenarse de feligreses que, en silencio y fuera de horas de misa, rezan devotamente a esta imagen de los Desamparados.

Continuando por la nave hacia los pies se contemplan las siguientes obras: (3) retablo de últimos de siglo XIX bajo la advocación de María Salus Infirmorum, con dolorosa de vestir que se atribuye a Juan de Astorga (imagen que recuerda mucho a las Vírgenes que procesionan en Semana Santa).

A sus flancos tallas de Teresa de Redi y Santa María Magdalena de Pazi, del siglo XVIII. (4) Junto a este altar enmarcamiento de mármol moderno en cuyo centro se halla una escultura de la Virgen de Fátima de la misma época.

(5) Al lado, en otro marco parecido, se venera la efigie moderna del Niño Jesús de Praga, que sale procesionalmente el 17 de Julio junto a la Virgen del Carmen de la entrada. Junto a éste se sitúa una imagen de la Virgen de Candelaria flanqueada por San Francisco y San Expedito.

(6) A los pies de la nave izquierda y dentro de un retablo neogótico se encuentra la pintura de Nuestra Señora del Perpetuo Socorro, una de las advocaciones mas populares y difundidas, no solo en España, sino en el resto del mundo. La difusión de su devoción se debe a los padres de la congregación del Santísimo Redentor (recordemos Iglesia de los Redentoristas). La imagen de la Virgen es copia del icono original que se venera en Roma en la casa generacional de esta orden.

(8) En el mismo retablo y delante del icono del Perpetuo Socorro se halla una pequeña imagen de María Auxiliadora, que recibe mucha devoción y ante la cual se reúnen numerosos devotos.

(9)En los muros de los pies de este mismo lado hay una hornacina con la talla moderna del Ángel de la Guarda. Finalmente, sobre los arcos de la nave central se encuentran numerosas pinturas que constituyen un amplio programa iconográfico angélico.

Si desea conocer los cuadros zurbaranescos, puede visitar el siguiente enlace: Serie de Cuadros dedicados a los Ángeles

 

Todas las imágenes se flanquean de un pequeño marco en el que se explica la advocación e historia del santo en particular. Esto último es muy interesante ya que ayuda bastante a aquellos visitantes que desconocen las imágenes aquí expuestas al culto.

Destacar por la gran devoción que levantan; el Cristo de los Desamparados, La Virgen de Candelaria, María Auxiliadora, el Sagrado Corazón , San Antonio y la Virgen del Carmen que preside la Iglesia. Llama la atención San Expedito, una pequeña imagen situada a los pies de la nave izquierda muy devocional en este templo.

 

Hermandades

La Iglesia pertenece a la Orden religiosa de los Carmelitas descalzos, y en ella se hallan la Cofradía de la Virgen del Carmen (imagen situada en la capilla de la entrada) y la Archicofradía del Niño Jesús de Praga (imagen situada a media altura de la nave izquierda).

 

Texto: José Alfonso Muriel

Brighton (Hove Museum and Art Gallery)

From: BBC Your Paintings

Fotos por Cortesia de Alejandro Blanco

 

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El templo se edificó a principios del XVII, interviniendo en la construcción el maestro de obras Juan de Segarra y el arquitecto Pedro Sánchez Falconete.

 

Fue bendecido en 1608 por D. Fernando Niño de Guevara, perteneciendo siempre a los religiosos de la Orden Carmelita.

  

Exterior del Templo

 

La portada pétrea se data en 1640 y consta de un solo cuerpo. En el dintel figura una cartela escrita en latín con la siguiente inscripción: (Dios mandó a sus ángeles para que te custodiasen en todo momento. La portada está rematada por una escultura del Ángel de la Guarda. Cierra esta fachada una reja ante un pequeño compás.

  

Interior del Templo

 

El interior, reconstruido totalmente, es de tres naves con cruceros de brazos cortos. La nave central se cubre con bóveda de cañón, mientras que las laterales lo hacen con bóveda de arista y se exornan con decoración de yeserías. En el centro del crucero se alza una gran bóveda semiesférica, cuyo centro se decora con un gran florón.

 

En el Presbiterio se erige el Retablo Mayor, que sustituye al de 1625 que había contratado Luis de Figueroa, destruido en época de la invasión francesa. El actual Retablo principal es obra Neoclásica de la primera mitad del siglo XIX. En su cuerpo central se abre un amplio camarín que alberga una buena talla de la Virgen del Carmen con niño, obra de Cristóbal Ramos del año 1780.

En esta imagen de la Virgen del Carmen se ve anudado el mundo del Barroco y el Academicismo. El primero se observa en los ropajes, que se muestran movidos, cuyos pliegues se ven favorecidos por la ductilidad de la tela encolada, material con el que están realizados; mientras que la nueva estática es patente en los rostros, como el de María, que en vez de parecer una Virgen sevillana se asemeja mas a una diosa helénica.

Con la mano izquierda María toma a su Hijo. Abre sus brazos para captar la devoción del espectador. Con su mano izquierda toma la bola del Mundo y con la diestra el escapulario. María viste hábito carmelita y Jesús túnica roja con vueltas verdes. Todo este conjunto da muestra del insigne escultor que fue Cristóbal Ramos, por su perfecta ejecución tanto desde el punto de vista formal como compositivo.

Figuran en el retablo otras esculturas que representan a Santa Teresa y San Juan de la Cruz que son de principios del XIX. En los muros laterales del presbiterio, hay unas pinturas entre las que destaca una Inmaculada que puede atribuirse a Juan del Castillo y puede fecharse hacia 1630.

En el ático luce un resplandor con el anagrama mariano junto con las esculturas de San Rafael y el Ángel de la Guarda, de Blas Molner, ejecutadas en 1792. Este conjunto se completa con dos ángeles lampadarios de la Roldana procedentes del convento Regina Angelorum.

 

Desde el muro de los pies y hacia el presbiterio en la zona de la Epístola, a la derecha según se entra, se disponen las siguientes imágenes y altares: (1) en hornacina escultura que representa a Ecce Homo del siglo XVIII. (2)A su lado se halla, dentro de una Capilla, una imagen de vestir de la Virgen del Carmen del siglo XVIII. Se encuentra sobre unas andas que son las que utiliza en su salida procesional del 17 de Julio. Imagen de gran devoción.

(3) Retablo del siglo XVIII que aloja escultura moderna de Santa Teresita de Lisieux. (4) Retablo Barroco del XVIII en el que figura en una vitrina talla moderna de San Antonio, y a los lados las efigies de San Eliseo y San Juan de la Cruz, ésta última atribuida a Francisco Antonio Gijón, realizada en 1675 aproximadamente.

(5) A media altura de esta nave derecha se encuentra un retablo moderno que sostiene magnifica imagen del Sagrado Corazón de Jesús.

(6) Junto a éste se halla un retablo del último tercio del siglo XVIII, en el que se venera escultura de San Elías de Pedro Roldán, obra de 1679. (7) Cierra esta nave un retablo moderno con grupo escultórico de la misma época de la Virgen de Lourdes y Santa Bernadette.

(8)En el brazo del crucero de la nave derecha hay un retablo moderno con una monumental Inmaculada (1,95) del siglo XVIII realizada por Pedro Duque Cornejo, y fechable hacia 1743. Obra de plena madurez del maestro, que puede y debe sobresalir de su antología. Tanto la composición, el dibujo, el modelado, talla y policromía, son tares de Cornejo. Hay que destacar el valor y la calidad alcanzada por los ropajes, que se mueven de adentro a fuera provocando un genial claroscuro.

En el crucero del lado del Evangelio (o nave de la izquierda) se establecen las siguientes imágenes y altares: (1) en el brazo Retablo moderno con escultura en el centro de San José con el Niño de principios del XIX.

La flanquean las tallas de Santa Ana enseñando a leer a la Virgen, que se atribuye al círculo de Pedro Roldán, y otra de San Joaquín de principios del siglo XVIII.

En el centro se dispone una hornacina con una pequeña efigie del Niño Jesús del siglo XVII. El ático se decora con pintura de la Verónica. (2) Junto a este Retablo se abre la Capilla del Santísimo, justo a la derecha del Retablo Mayor.

En el interior de ella, y ante un enmascaramiento marmóreo, recibe devoción el Cristo de los Desamparados, cuya talla magnífica se atribuye a Juan Martínez Montañés, fechable en 1617 (José Hernández Díaz). También existen teorías que la atribuyen a Juan de Mesa, aunque ésta postura está menos extendida. Imagen con mucha devoción particular por parte de los feligreses. Los numerosos bancos que se sitúan enfrente de esta capilla suelen llenarse de feligreses que, en silencio y fuera de horas de misa, rezan devotamente a esta imagen de los Desamparados.

Continuando por la nave hacia los pies se contemplan las siguientes obras: (3) retablo de últimos de siglo XIX bajo la advocación de María Salus Infirmorum, con dolorosa de vestir que se atribuye a Juan de Astorga (imagen que recuerda mucho a las Vírgenes que procesionan en Semana Santa).

A sus flancos tallas de Teresa de Redi y Santa María Magdalena de Pazi, del siglo XVIII. (4) Junto a este altar enmarcamiento de mármol moderno en cuyo centro se halla una escultura de la Virgen de Fátima de la misma época.

(5) Al lado, en otro marco parecido, se venera la efigie moderna del Niño Jesús de Praga, que sale procesionalmente el 17 de Julio junto a la Virgen del Carmen de la entrada. Junto a éste se sitúa una imagen de la Virgen de Candelaria flanqueada por San Francisco y San Expedito.

(6) A los pies de la nave izquierda y dentro de un retablo neogótico se encuentra la pintura de Nuestra Señora del Perpetuo Socorro, una de las advocaciones mas populares y difundidas, no solo en España, sino en el resto del mundo. La difusión de su devoción se debe a los padres de la congregación del Santísimo Redentor (recordemos Iglesia de los Redentoristas). La imagen de la Virgen es copia del icono original que se venera en Roma en la casa generacional de esta orden.

(8) En el mismo retablo y delante del icono del Perpetuo Socorro se halla una pequeña imagen de María Auxiliadora, que recibe mucha devoción y ante la cual se reúnen numerosos devotos.

(9)En los muros de los pies de este mismo lado hay una hornacina con la talla moderna del Ángel de la Guarda. Finalmente, sobre los arcos de la nave central se encuentran numerosas pinturas que constituyen un amplio programa iconográfico angélico.

Si desea conocer los cuadros zurbaranescos, puede visitar el siguiente enlace: Serie de Cuadros dedicados a los Ángeles

 

Todas las imágenes se flanquean de un pequeño marco en el que se explica la advocación e historia del santo en particular. Esto último es muy interesante ya que ayuda bastante a aquellos visitantes que desconocen las imágenes aquí expuestas al culto.

Destacar por la gran devoción que levantan; el Cristo de los Desamparados, La Virgen de Candelaria, María Auxiliadora, el Sagrado Corazón , San Antonio y la Virgen del Carmen que preside la Iglesia. Llama la atención San Expedito, una pequeña imagen situada a los pies de la nave izquierda muy devocional en este templo.

 

Hermandades

La Iglesia pertenece a la Orden religiosa de los Carmelitas descalzos, y en ella se hallan la Cofradía de la Virgen del Carmen (imagen situada en la capilla de la entrada) y la Archicofradía del Niño Jesús de Praga (imagen situada a media altura de la nave izquierda).

 

Texto: José Alfonso Muriel

Sátiro embriagado (detalle)

ACADEMICS II

©2013 Aurelio Monge

Con la colaboración de Franck Grall y Frederich Sancho

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