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Popozudas - Baile Funk

Centro, Rio de Janeiro. Foto de maio de 2005.

 

Trecho de matéria veiculada em jornais e no Globo Online

 

A Justiça Federal negou o pedido da Embratur para retirar de circulação o guia "Rio for Partiers" (Rio para festeiros, em tradução livre) que possui um polêmico capítulo sobre as mulheres brasileiras e como se relacionar com elas. A Advocacia-Geral da União (AGU) encaminhou à Justiça Federal ação para retirar de circulação o guia, sob o argumento de que ele estimula o turismo sexual, viola a dignidade humana e expõe o povo brasileiro a situação vexatória". O mérito da ação, porém, ainda vai ser julgado. A Embratur alega ainda que a publicação usa irregularmente o selo Marca Brasil, da estatal, para a promoção do país no exterior.

 

O livro classifica as mulheres em quatro grupos:

 

"A 'Britney Spears' é linda e filhinha de papai, normalmente são metidas. Esqueça elas; (...) as 'hippie/raver' são mais divertidas, fáceis de se chegar, boas de papo, difícil de beijar, fácil de beber e se divertir com elas; (...) as com mais de 30 anos gostam de se divertir, dançar, beber e beijar. Trate elas como uma dama e elas o tratarão como um rei, talvez não esta noite, mas amanhã com certeza; (...) As 'popozudas', malham, vestem calças apertadas que entram no bumbum, pintam o cabelo de louro e fazem de tudo para ficarem lindas", descreve o livro.

 

Opinião

 

Bem... como é possível ver, nenhuma das "popozudas acima" pintou o cabelo de "louro", como diz o guia. Apenas isso já é uma clara evidência de que não pode existir regras e conselhos que se apliquem a todas as pessoas. Não existe fórmula matemática de conquista. Não existe maneira de você ensinar uma pessoa como lidar com todas as mulheres do Rio de Janeiro, do Brasil ou de qualquer lugar do mundo.

 

É ridículo o trabalho desses caras. "Trabalho" nitidamente feito com fins lucrativos. Apelativo. Fraco e sem embasamento.

 

É banal o jeito como descrevem nossas mulheres.

 

E a justiça do nosso país não tem vergonha de tomar decisões erradas. Ao invés de moralizar, permite o absurdo.

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Taken on May 25, 2005