Historia Naturalis Brasiliae: uma introdução iconográfica
Um marco não apenas para os estudos da flora e da fauna, mas também para a etnografia e a etnolingüística dos povos originais do nordeste brasileiro, a obra Historia Naturalis Brasiliae (1648) divide-se em duas partes. A primeira, de autoria do médico holandês Guilherme Piso, trata principalmente de doenças tropicais. A segunda, de autoria do naturalista alemão Jorge Marcgrave, trata da fauna e da flora da região (fornecendo seus nomes indígenas), além de descrever costumes indígenas (incluindo um vocabulário Tupinambá).

Digitalizada pela biblioteca do Missouri Botanical Garden a partir de original em sua coleção de obras raras (e, mais recentemente, pelo Internet Archive, a partir de original da Biblioteca Pública de Boston), a Historia Naturalis Brasiliae pode ser acessada também através da Biblioteca Digital Curt Nimuendajú.

As imagens nesta galeria servem de breve introdução a esta importante obra.

Leia mais:

Ehrenreich, Paul. 1905. Sobre alguns retratos de indios sul-americanos. Tradução do original alemão por M. de Oliveira Lima. Revista do Instituto Archeologico e Geographico Pernambucano, vol. XII, N. 65, p. 18-46.

Françozo, Mariana. 2010. Alguns comentários à Historia Naturalis Brasiliae. Cadernos de Etnolingüística, vol. 2, n. 1, p. 1-7.

Vanzolini, P. E. 1996. A contribuição zoológica dos primeiros naturalistas viajantes no Brasil. Revista USP, 30.190-238.
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