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Monumento a independência do Brasil | by Conrado Tramontini (Conras)
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Monumento a independência do Brasil

O Monumento à Independência foi criado em 1922 como parte das comemorações do centenário da emancipação política brasileira. Em 1917, o Governo do Estado organizou um concurso, aberto à participação de artistas brasileiros e estrangeiros que apresentaram projetos e maquetes.

 

O projeto vencedor foi o do artista italiano Ettore Ximenesque, que foi então alterado, com a inclusão de episódios e personalidades vinculados ao processo da independência, tais como: a Revolução Pernambucana de 1817, a Inconfidência Mineira de 1789, as figuras de José Bonifácio de Andrada e Silva, Hipólito da Costa, Diogo Antonio Feijó e Joaquim Gonçalves Ledo, principais articuladores do movimento.

 

O monumento, embora não concluído, foi inaugurado em 7 de setembro de 1922, ficando completamente pronto somente quatro anos depois.

 

Ao longo do tempo, o monumento sofreu vários acréscimos. Em 1953, começou a ser construída, em seu interior, a cripta, onde seriam depositados os despojos da Imperatriz Leopoldina, em 1954.

 

Em 1972, consolidou-se a sua sacralização com a vinda dos despojos de D. Pedro I e, posteriormente, em 1984, dos restos mortais de D. Amélia, segunda Imperatriz do Brasil.

 

Em 2000 foi criado um novo espaço em seu interior, concebido pelo Departamento do Patrimônio Histórico (DPH), possibilitando o acesso público às entranhas desta escultura comemorativa. O trabalho concentrou-se nas alterações arquitetônicas no interior do monumento: novos acessos da Capela Imperial, construção da escada monumental , sanitários, áreas de apoio e serviços. Externamente foram restaurados os grupos escultóricos do monumento.

 

O painel em alto-relevo, “Independência ou Morte”, recebeu intervenção interna e externa.

 

Monumento à Independência

Pça. do Monumento, s/no - Ipiranga, São Paulo, SP

Fone 11 2068 0032

Aberto de terça a domingo, das 9 às 17h

Visita orientada. Entrada franca.

 

P.s. Existem diversas críticas a algumas alterações na narrativa e no painel que retrata o fato histórico. Vejo essas alterações como "licença poética".

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Taken on May 20, 2012