Museu do Trem - Locomotiva Baroneza

A Baroneza – Museu do Trem da Rede Ferroviária Nacional.

A história da Central do Brasil e tudo que se perdeu na história.

 

Este trem é a peça mais importante da história ferroviária brasileira. É a locomotiva Baroneza. Este trem foi a primeiro a trafegar no Brasil e inaugurou a Estrada de Ferro Barão de Mauá em 1854.

 

A Baroneza encontra-se totalmente preservada no Museu do Trem – museu vizinho do Estádio João Havelange – o Engenhão.

 

  • Valerio P. 7y

    Ciuf ciuf ciuf tutututuuuuu LOL
    rady to start?
    ciao claudioooooooo
  • André di Lucca 7y

    show de foto amigo! abraço
  • Alecsandra Dagnino 7y

    muito linda mesmo....
    --
    Seen in my contacts' photos. (?)
  • Adriana Souza 7y

    Museu do trem??? Que legal!!!!
    Só vc pra mostrar isso pra gente, né?

    Beijocas e boa semana!!!
  • Cobra_11 7y

    Beautiful train! Great shot!
  • Robson Castro 7y

    rende lindas fotos mesmo!

    abraço!
  • Tatiane de Oliveira Hirose 7y

    Boa!!!
    Adoro museus, pena não ter ido aos mais importantes do Brasil ainda! :/
    e nem em interessantes como esse!
  • Massimiliana Beserra 7y

    Amo quando suas fotos vêm acompanhadas de história ou ilustrações =]
  • Patybia 7y

    Nossa.. que linda foto !
    Já coloquei este museu na listinha dos lugares que desejo visitar.
  • Dal Nunes 7y

    Se arrumar vem o progresso.
    Quem quer?
    E o lobby da Mercedes????


    ...ôôô O trem tá atrasado,
    ou já passou...
  • Omar Junior 7y

    qt bandeirinha :D
  • marcusrg 7y

    Meu avô me falava muito da Baroneza, enquanto ele viveu. É uma pena, enquanto se pensa em Trem-Bala, termos a malha ferroviária na UTI. Maravilha de foto, Cláudio! Parabéns pelo registro!

    --
    Seen on my Flickr home page. (?)
  • Claudio Lara 7y

    Museu do Trem - Locomotiva Baroneza Carro Presidencial usado por Getúlio Vargas Bombeiros - Fire Department A Baroneza - 1854 - A primeira e mais importante peça da história ferroviária brasileira
  • Mariana Baptista 6y

    Oi! Sou administrador de um grupo chamado Casas de cultura e nós adoraríamos ter isto adicionado ao grupo!
  • Alessandro Sousa 5y

    Adorei o ângulo dessa foto, ficou ótimo.....
    Acho um charme fotos de trem e essa sua ficou linda.
  • Claudio Lara 5y

    A Baroneza - 1854 - A primeira e mais importante peça da história ferroviária brasileira
  • Claudio Lara 4y

    Barão de Mauá - Ireneu Evangelista de Souza, o Barão e Visconde com Grandeza de Mauá

    Uma das figuras que mais se destacou no Brasil, durante o Segundo Império, no campo da economia, das finanças e dos empreendimentos modernos, foi Irineo Evangelista de Souza, o Barão e Visconde com Grandeza de Mauá. Um gaúcho do interior que revolucionou o Brasil. Um verdadeiro empreendedor.Mauá era respeitado pelos grandes banqueiros ingleses, como "o único banqueiro confiável do Hemisfério Sul". Tudo no Brasil que significasse desenvolvimento e progresso e, onde não houvesse escravos, tinha a marca de Mauá.E não era pouco: ele controlava 8 das 10 maiores empresas do país; as duas excluídas, eram o Banco do Brasil e a Estrada de Ferro D. Pedro II, ambas estatais. Sua fortuna em 1867 era de 115 mil contos de réis, enquanto o orçamento de todo o império contava com 97 mil contos de réis. Este homem chegou a controlar 17 empresas, com filiais operando em 6 países. Mauá comprou a casa que pertencera à Marquesa de Santos, próximo ao Paço Imperial da Quinta da Boa Vista. Ambos, Mauá e Dom Pedro II, moraram um de frente para o outro, Mauá o fizera como que numa tentativa de afrontar Dom Pedro II. Sua fortuna hoje seria o equivalente a 60 BILHÕES DE DÓLARES. Uma história digna de ser lembrada eternamente por todos os brasileiros!!! E por que esta história não é tão lembrada?

    Richard Carruthers, o patrão e amigo


    Mauá era um estranho no ninho, e no ninho de um país ruralista, escravocrata e latifundiário. Mauá era desprezado e talvez invejado por Dom Pedro II, o monarca iluminista que só admirava as letras, quando não eram promissórias, e números, se fossem abstratos. Jamais tiveram uma discussão pública, mas sua incompatibilidade de gênios era notória. Mauá cometia o supremo pecado de ser devotado ao lucro honesto, e isso, o arqueólogo diletante, linguista e filólogo, astrônomo amador, botânico de fim de semana, Dom Pedro II, não podia tolerar. Mauá foi um homem de seu tempo num Brasil anacrômico. Ninguém mais do que ele lutou contra a estagnação, contra a pasmaceira imperial, contra a rotina sedentária. Toda a grandeza de Mauá está, por conseqüência, em ter sido, até a exasperação, um tipo de homem de que seu tempo era carente - um empreendedor, um homem de empresa.Foi o Barão de Mauá o primeiro a incluir numa proposta de serviços públicos a cláusula que só costumava figurar em contratos ingleses: “O CONTRATANTE OBRIGA-SE A NÃO EMPREGAR O BRAÇO ESCRAVO”.
    Porto de Mauá em atividade, 1º transporte intermodal no Brasil

    Mauá morreu em Petrópolis, em 1889, dominado pela diabetes, aos 76 anos, poucas semanas antes da queda do Império. Seu corpo foi trazido à corte de trem, pela mesma estrada de ferro que construíra anos antes, e sepultado no mausoléu de sua família, hoje em ruínas, no Cemitério São Francisco de Paula, no bairro do Catumbi.
    A Baroneza, a 1ª locomotiva do Brasil, hoje no Museu do Trem no RJ

    Hoje, em pleno século XXI, sinto falta de alguns Mauás no Brasil. Quisera tê-los!
  • MUSEU DO TREM EM XEREM 4y

    OLA, ESSE SEU BLOG É MUITO BOM NOTA MIL, COMO PODE ME AJUDAR NO MEU PROJETO
    PARA O POVO DO NOSSO BRASIL. ESTOU MONTADO UM MUSEU DO TREM COM LAZER: VEJA MEU PROJETO ASSIM NO GOOGLE: MUSEU DO TREM EM XEREM : CONT>21 - 76147797 JORGE DE XEREM.... OBRIGADO
  • Gilian Demori Lopes 3y

    perfeita a foto, nelhor ainda o texto enquanto houver pessoas cono vc, nen tudo está perdido. parabens.
  • Claudio Lara 3y

    Gilian Demori Lopes Eu queria que os diferentes governos ao longo do tempo, tivessem pensado assim também, mas foi uma minoria e hoje perdemos boa parte da nossa história.
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