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“A esperança que elegeu Lula agora vai derrotar o ódio e eleger Dilma”, diz Mercadante

São Paulo, 15 de outubro de 2010 - Em comício para cerca de 10 mil pessoas no bairro de São Miguel Paulista, Zona Leste de São Paulo, o senador Aloizio Mercadante afirmou que o povo brasileiro confirmará a vitória de Dilma Rousseff no segundo turno das eleições para a Presidência da República, contra a campanha do “ódio, boato, mentira e divisão” de seu adversário. “Dilma é coerente e sempre este ao lado dos que lutam por mais igualdade social. Assim como a esperança derrotou o medo em 2002, quando elegemos Lula pela primeira vez, ela também vai vencer o ódio no próximo dia 31, para elegermos a primeira presidenta do Brasil”, afirmou o senador, em companhia do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, da candidata Dilma Rousseff e de dezenas de lideranças políticas, entre senadores, deputados, prefeitos, vereadores e militantes de todos os partidos da coligação.

 

“Só faltam duas semanas para a gente decidir a História desse país. Precisamos continuar mudando para melhor e, depois de Lula, vamos seguir com Dilma, essa guerreira”, acrescentou Mercadante. O senador lembrou ainda que neste sábado, 16 de outubro, completam-se dois anos do confronto entre as polícias civil e militar em frente ao Palácio dos Bandeirantes, diante da recusa do então governador paulista, José Serra de abrir negociações para melhores salários. “Os policiais se enfrentaram a bala e cassetete enquanto o governador assistia sem fazer nada. Ele nunca dialogou com os trabalhadores, com os policiais, com os professores, com qualquer categoria do funcionalismo público. Para governar é preciso ter diálogo, é preciso negociar, como Lula faz e Dilma fará. Nosso adversário não quer diálogo, é autoritário, não cumpre as promessas que assume e faz pouco para poucos”, disse Meercadante.

 

A candidata Dilma Rousseff enfatizou as palavras do senador: “Nós temos um histórico de superar preconceitos, enquanto os nossos adversários, como apontou o Mercadante, preferem usar o ódio na campanha. Casaram o ódio com o medo. Mas em 2010 nós vamos derrotar o ódio e o medo com a esperança e o amor ao Brasil”. Dilma ressaltou que, somando seus votos no primeiro turno com os da candidata Marina Silva, as mulheres tiveram 67% de preferência dos eleitores. “Mulher e trabalhador provaram que sabem governar. Eu serei presidenta, se Deus quiser, para honrar as mulheres deste país”, ressaltou a candidata. Em seguida, reforçou que construirá um novo país sobre o alicerce feito pelo presidente Lula, e que “um governo só vale a pena quando é capaz de olhar por todos, principalmente por aqueles que mais precisam”.

 

Contra o preconceito – Encerrando os discursos, os presidente Luiz Inácio Lula da Silva classificou como “uma vergonha” a campanha de “preconceito, difamação e mentira” do PSDB contra a candidata Dilma Rousseff e a “falta de caráter e de hombridade” daqueles que tentam “abusar da boa fé do povo para tentar criar terrorismo”. “Desde a primeira vez que eu me candidatei, em 1982, fui vítima de preconceito. Disseram que eu não cuidada da minha mãe, que ela morava em uma favela, e ela já nem era mais viva. Disseram que eu ia mudar as cores da bandeira do Brasil, que eu ia dividir as propriedades particulares, que eu era a favor do aborto. Disseram isso em 1982, em 1986, em 1989, em 1994 e em 1998, até que, em 2002, de tanto que eles mentiram, o povo cansou de ouvir mentiras e disse ‘chega!’. E era exatamente contra o José Serra”, lembrou o presidente Lula.

 

“Mas o povo resolveu dar a chance para que um de nós fizesse o que os de cima nunca fizeram. Porque os nossos adversários governam para os ricos e o pobre que se lasque, aqui em São Paulo e no Brasil inteiro. Não podemos permitir que a eleição desça serra abaixo. Por isso vamos vencer o ódio e eleger Dilma Rousseff a primeira presidenta do Brasil”, completou.

 

São Paulo, 15 de outubro de 2010 - Em comício para cerca de 10 mil pessoas no bairro de São Miguel Paulista, Zona Leste de São Paulo, o senador Aloizio Mercadante afirmou que o povo brasileiro confirmará a vitória de Dilma Rousseff no segundo turno das eleições para a Presidência da República, contra a campanha do “ódio, boato, mentira e divisão” de seu adversário. “Dilma é coerente e sempre este ao lado dos que lutam por mais igualdade social. Assim como a esperança derrotou o medo em 2002, quando elegemos Lula pela primeira vez, ela também vai vencer o ódio no próximo dia 31, para elegermos a primeira presidenta do Brasil”, afirmou o senador, em companhia do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, da candidata Dilma Rousseff e de dezenas de lideranças políticas, entre senadores, deputados, prefeitos, vereadores e militantes de todos os partidos da coligação.

 

“Só faltam duas semanas para a gente decidir a História desse país. Precisamos continuar mudando para melhor e, depois de Lula, vamos seguir com Dilma, essa guerreira”, acrescentou Mercadante. O senador lembrou ainda que neste sábado, 16 de outubro, completam-se dois anos do confronto entre as polícias civil e militar em frente ao Palácio dos Bandeirantes, diante da recusa do então governador paulista, José Serra de abrir negociações para melhores salários. “Os policiais se enfrentaram a bala e cassetete enquanto o governador assistia sem fazer nada. Ele nunca dialogou com os trabalhadores, com os policiais, com os professores, com qualquer categoria do funcionalismo público. Para governar é preciso ter diálogo, é preciso negociar, como Lula faz e Dilma fará. Nosso adversário não quer diálogo, é autoritário, não cumpre as promessas que assume e faz pouco para poucos”, disse Meercadante.

 

A candidata Dilma Rousseff enfatizou as palavras do senador: “Nós temos um histórico de superar preconceitos, enquanto os nossos adversários, como apontou o Mercadante, preferem usar o ódio na campanha. Casaram o ódio com o medo. Mas em 2010 nós vamos derrotar o ódio e o medo com a esperança e o amor ao Brasil”. Dilma ressaltou que, somando seus votos no primeiro turno com os da candidata Marina Silva, as mulheres tiveram 67% de preferência dos eleitores. “Mulher e trabalhador provaram que sabem governar. Eu serei presidenta, se Deus quiser, para honrar as mulheres deste país”, ressaltou a candidata. Em seguida, reforçou que construirá um novo país sobre o alicerce feito pelo presidente Lula, e que “um governo só vale a pena quando é capaz de olhar por todos, principalmente por aqueles que mais precisam”.

 

Contra o preconceito – Encerrando os discursos, os presidente Luiz Inácio Lula da Silva classificou como “uma vergonha” a campanha de “preconceito, difamação e mentira” do PSDB contra a candidata Dilma Rousseff e a “falta de caráter e de hombridade” daqueles que tentam “abusar da boa fé do povo para tentar criar terrorismo”. “Desde a primeira vez que eu me candidatei, em 1982, fui vítima de preconceito. Disseram que eu não cuidada da minha mãe, que ela morava em uma favela, e ela já nem era mais viva. Disseram que eu ia mudar as cores da bandeira do Brasil, que eu ia dividir as propriedades particulares, que eu era a favor do aborto. Disseram isso em 1982, em 1986, em 1989, em 1994 e em 1998, até que, em 2002, de tanto que eles mentiram, o povo cansou de ouvir mentiras e disse ‘chega!’. E era exatamente contra o José Serra”, lembrou o presidente Lula.

 

“Mas o povo resolveu dar a chance para que um de nós fizesse o que os de cima nunca fizeram. Porque os nossos adversários governam para os ricos e o pobre que se lasque, aqui em São Paulo e no Brasil inteiro. Não podemos permitir que a eleição desça serra abaixo. Por isso vamos vencer o ódio e eleger Dilma Rousseff a primeira presidenta do Brasil”, completou.

 

São Paulo, 15 de outubro de 2010 - Em comício para cerca de 10 mil pessoas no bairro de São Miguel Paulista, Zona Leste de São Paulo, o senador Aloizio Mercadante afirmou que o povo brasileiro confirmará a vitória de Dilma Rousseff no segundo turno das eleições para a Presidência da República, contra a campanha do “ódio, boato, mentira e divisão” de seu adversário. “Dilma é coerente e sempre este ao lado dos que lutam por mais igualdade social. Assim como a esperança derrotou o medo em 2002, quando elegemos Lula pela primeira vez, ela também vai vencer o ódio no próximo dia 31, para elegermos a primeira presidenta do Brasil”, afirmou o senador, em companhia do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, da candidata Dilma Rousseff e de dezenas de lideranças políticas, entre senadores, deputados, prefeitos, vereadores e militantes de todos os partidos da coligação.

 

“Só faltam duas semanas para a gente decidir a História desse país. Precisamos continuar mudando para melhor e, depois de Lula, vamos seguir com Dilma, essa guerreira”, acrescentou Mercadante. O senador lembrou ainda que neste sábado, 16 de outubro, completam-se dois anos do confronto entre as polícias civil e militar em frente ao Palácio dos Bandeirantes, diante da recusa do então governador paulista, José Serra de abrir negociações para melhores salários. “Os policiais se enfrentaram a bala e cassetete enquanto o governador assistia sem fazer nada. Ele nunca dialogou com os trabalhadores, com os policiais, com os professores, com qualquer categoria do funcionalismo público. Para governar é preciso ter diálogo, é preciso negociar, como Lula faz e Dilma fará. Nosso adversário não quer diálogo, é autoritário, não cumpre as promessas que assume e faz pouco para poucos”, disse Meercadante.

 

A candidata Dilma Rousseff enfatizou as palavras do senador: “Nós temos um histórico de superar preconceitos, enquanto os nossos adversários, como apontou o Mercadante, preferem usar o ódio na campanha. Casaram o ódio com o medo. Mas em 2010 nós vamos derrotar o ódio e o medo com a esperança e o amor ao Brasil”. Dilma ressaltou que, somando seus votos no primeiro turno com os da candidata Marina Silva, as mulheres tiveram 67% de preferência dos eleitores. “Mulher e trabalhador provaram que sabem governar. Eu serei presidenta, se Deus quiser, para honrar as mulheres deste país”, ressaltou a candidata. Em seguida, reforçou que construirá um novo país sobre o alicerce feito pelo presidente Lula, e que “um governo só vale a pena quando é capaz de olhar por todos, principalmente por aqueles que mais precisam”.

 

Contra o preconceito – Encerrando os discursos, os presidente Luiz Inácio Lula da Silva classificou como “uma vergonha” a campanha de “preconceito, difamação e mentira” do PSDB contra a candidata Dilma Rousseff e a “falta de caráter e de hombridade” daqueles que tentam “abusar da boa fé do povo para tentar criar terrorismo”. “Desde a primeira vez que eu me candidatei, em 1982, fui vítima de preconceito. Disseram que eu não cuidada da minha mãe, que ela morava em uma favela, e ela já nem era mais viva. Disseram que eu ia mudar as cores da bandeira do Brasil, que eu ia dividir as propriedades particulares, que eu era a favor do aborto. Disseram isso em 1982, em 1986, em 1989, em 1994 e em 1998, até que, em 2002, de tanto que eles mentiram, o povo cansou de ouvir mentiras e disse ‘chega!’. E era exatamente contra o José Serra”, lembrou o presidente Lula.

 

“Mas o povo resolveu dar a chance para que um de nós fizesse o que os de cima nunca fizeram. Porque os nossos adversários governam para os ricos e o pobre que se lasque, aqui em São Paulo e no Brasil inteiro. Não podemos permitir que a eleição desça serra abaixo. Por isso vamos vencer o ódio e eleger Dilma Rousseff a primeira presidenta do Brasil”, completou.

 

São Paulo, 15 de outubro de 2010 - Em comício para cerca de 10 mil pessoas no bairro de São Miguel Paulista, Zona Leste de São Paulo, o senador Aloizio Mercadante afirmou que o povo brasileiro confirmará a vitória de Dilma Rousseff no segundo turno das eleições para a Presidência da República, contra a campanha do “ódio, boato, mentira e divisão” de seu adversário. “Dilma é coerente e sempre este ao lado dos que lutam por mais igualdade social. Assim como a esperança derrotou o medo em 2002, quando elegemos Lula pela primeira vez, ela também vai vencer o ódio no próximo dia 31, para elegermos a primeira presidenta do Brasil”, afirmou o senador, em companhia do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, da candidata Dilma Rousseff e de dezenas de lideranças políticas, entre senadores, deputados, prefeitos, vereadores e militantes de todos os partidos da coligação.

 

“Só faltam duas semanas para a gente decidir a História desse país. Precisamos continuar mudando para melhor e, depois de Lula, vamos seguir com Dilma, essa guerreira”, acrescentou Mercadante. O senador lembrou ainda que neste sábado, 16 de outubro, completam-se dois anos do confronto entre as polícias civil e militar em frente ao Palácio dos Bandeirantes, diante da recusa do então governador paulista, José Serra de abrir negociações para melhores salários. “Os policiais se enfrentaram a bala e cassetete enquanto o governador assistia sem fazer nada. Ele nunca dialogou com os trabalhadores, com os policiais, com os professores, com qualquer categoria do funcionalismo público. Para governar é preciso ter diálogo, é preciso negociar, como Lula faz e Dilma fará. Nosso adversário não quer diálogo, é autoritário, não cumpre as promessas que assume e faz pouco para poucos”, disse Meercadante.

 

A candidata Dilma Rousseff enfatizou as palavras do senador: “Nós temos um histórico de superar preconceitos, enquanto os nossos adversários, como apontou o Mercadante, preferem usar o ódio na campanha. Casaram o ódio com o medo. Mas em 2010 nós vamos derrotar o ódio e o medo com a esperança e o amor ao Brasil”. Dilma ressaltou que, somando seus votos no primeiro turno com os da candidata Marina Silva, as mulheres tiveram 67% de preferência dos eleitores. “Mulher e trabalhador provaram que sabem governar. Eu serei presidenta, se Deus quiser, para honrar as mulheres deste país”, ressaltou a candidata. Em seguida, reforçou que construirá um novo país sobre o alicerce feito pelo presidente Lula, e que “um governo só vale a pena quando é capaz de olhar por todos, principalmente por aqueles que mais precisam”.

 

Contra o preconceito – Encerrando os discursos, os presidente Luiz Inácio Lula da Silva classificou como “uma vergonha” a campanha de “preconceito, difamação e mentira” do PSDB contra a candidata Dilma Rousseff e a “falta de caráter e de hombridade” daqueles que tentam “abusar da boa fé do povo para tentar criar terrorismo”. “Desde a primeira vez que eu me candidatei, em 1982, fui vítima de preconceito. Disseram que eu não cuidada da minha mãe, que ela morava em uma favela, e ela já nem era mais viva. Disseram que eu ia mudar as cores da bandeira do Brasil, que eu ia dividir as propriedades particulares, que eu era a favor do aborto. Disseram isso em 1982, em 1986, em 1989, em 1994 e em 1998, até que, em 2002, de tanto que eles mentiram, o povo cansou de ouvir mentiras e disse ‘chega!’. E era exatamente contra o José Serra”, lembrou o presidente Lula.

 

“Mas o povo resolveu dar a chance para que um de nós fizesse o que os de cima nunca fizeram. Porque os nossos adversários governam para os ricos e o pobre que se lasque, aqui em São Paulo e no Brasil inteiro. Não podemos permitir que a eleição desça serra abaixo. Por isso vamos vencer o ódio e eleger Dilma Rousseff a primeira presidenta do Brasil”, completou.

 

São Paulo, 15 de outubro de 2010 - Em comício para cerca de 10 mil pessoas no bairro de São Miguel Paulista, Zona Leste de São Paulo, o senador Aloizio Mercadante afirmou que o povo brasileiro confirmará a vitória de Dilma Rousseff no segundo turno das eleições para a Presidência da República, contra a campanha do “ódio, boato, mentira e divisão” de seu adversário. “Dilma é coerente e sempre este ao lado dos que lutam por mais igualdade social. Assim como a esperança derrotou o medo em 2002, quando elegemos Lula pela primeira vez, ela também vai vencer o ódio no próximo dia 31, para elegermos a primeira presidenta do Brasil”, afirmou o senador, em companhia do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, da candidata Dilma Rousseff e de dezenas de lideranças políticas, entre senadores, deputados, prefeitos, vereadores e militantes de todos os partidos da coligação.

 

“Só faltam duas semanas para a gente decidir a História desse país. Precisamos continuar mudando para melhor e, depois de Lula, vamos seguir com Dilma, essa guerreira”, acrescentou Mercadante. O senador lembrou ainda que neste sábado, 16 de outubro, completam-se dois anos do confronto entre as polícias civil e militar em frente ao Palácio dos Bandeirantes, diante da recusa do então governador paulista, José Serra de abrir negociações para melhores salários. “Os policiais se enfrentaram a bala e cassetete enquanto o governador assistia sem fazer nada. Ele nunca dialogou com os trabalhadores, com os policiais, com os professores, com qualquer categoria do funcionalismo público. Para governar é preciso ter diálogo, é preciso negociar, como Lula faz e Dilma fará. Nosso adversário não quer diálogo, é autoritário, não cumpre as promessas que assume e faz pouco para poucos”, disse Meercadante.

 

A candidata Dilma Rousseff enfatizou as palavras do senador: “Nós temos um histórico de superar preconceitos, enquanto os nossos adversários, como apontou o Mercadante, preferem usar o ódio na campanha. Casaram o ódio com o medo. Mas em 2010 nós vamos derrotar o ódio e o medo com a esperança e o amor ao Brasil”. Dilma ressaltou que, somando seus votos no primeiro turno com os da candidata Marina Silva, as mulheres tiveram 67% de preferência dos eleitores. “Mulher e trabalhador provaram que sabem governar. Eu serei presidenta, se Deus quiser, para honrar as mulheres deste país”, ressaltou a candidata. Em seguida, reforçou que construirá um novo país sobre o alicerce feito pelo presidente Lula, e que “um governo só vale a pena quando é capaz de olhar por todos, principalmente por aqueles que mais precisam”.

 

Contra o preconceito – Encerrando os discursos, os presidente Luiz Inácio Lula da Silva classificou como “uma vergonha” a campanha de “preconceito, difamação e mentira” do PSDB contra a candidata Dilma Rousseff e a “falta de caráter e de hombridade” daqueles que tentam “abusar da boa fé do povo para tentar criar terrorismo”. “Desde a primeira vez que eu me candidatei, em 1982, fui vítima de preconceito. Disseram que eu não cuidada da minha mãe, que ela morava em uma favela, e ela já nem era mais viva. Disseram que eu ia mudar as cores da bandeira do Brasil, que eu ia dividir as propriedades particulares, que eu era a favor do aborto. Disseram isso em 1982, em 1986, em 1989, em 1994 e em 1998, até que, em 2002, de tanto que eles mentiram, o povo cansou de ouvir mentiras e disse ‘chega!’. E era exatamente contra o José Serra”, lembrou o presidente Lula.

 

“Mas o povo resolveu dar a chance para que um de nós fizesse o que os de cima nunca fizeram. Porque os nossos adversários governam para os ricos e o pobre que se lasque, aqui em São Paulo e no Brasil inteiro. Não podemos permitir que a eleição desça serra abaixo. Por isso vamos vencer o ódio e eleger Dilma Rousseff a primeira presidenta do Brasil”, completou.

 

São Paulo, 15 de outubro de 2010 - Em comício para cerca de 10 mil pessoas no bairro de São Miguel Paulista, Zona Leste de São Paulo, o senador Aloizio Mercadante afirmou que o povo brasileiro confirmará a vitória de Dilma Rousseff no segundo turno das eleições para a Presidência da República, contra a campanha do “ódio, boato, mentira e divisão” de seu adversário. “Dilma é coerente e sempre este ao lado dos que lutam por mais igualdade social. Assim como a esperança derrotou o medo em 2002, quando elegemos Lula pela primeira vez, ela também vai vencer o ódio no próximo dia 31, para elegermos a primeira presidenta do Brasil”, afirmou o senador, em companhia do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, da candidata Dilma Rousseff e de dezenas de lideranças políticas, entre senadores, deputados, prefeitos, vereadores e militantes de todos os partidos da coligação.

 

“Só faltam duas semanas para a gente decidir a História desse país. Precisamos continuar mudando para melhor e, depois de Lula, vamos seguir com Dilma, essa guerreira”, acrescentou Mercadante. O senador lembrou ainda que neste sábado, 16 de outubro, completam-se dois anos do confronto entre as polícias civil e militar em frente ao Palácio dos Bandeirantes, diante da recusa do então governador paulista, José Serra de abrir negociações para melhores salários. “Os policiais se enfrentaram a bala e cassetete enquanto o governador assistia sem fazer nada. Ele nunca dialogou com os trabalhadores, com os policiais, com os professores, com qualquer categoria do funcionalismo público. Para governar é preciso ter diálogo, é preciso negociar, como Lula faz e Dilma fará. Nosso adversário não quer diálogo, é autoritário, não cumpre as promessas que assume e faz pouco para poucos”, disse Meercadante.

 

A candidata Dilma Rousseff enfatizou as palavras do senador: “Nós temos um histórico de superar preconceitos, enquanto os nossos adversários, como apontou o Mercadante, preferem usar o ódio na campanha. Casaram o ódio com o medo. Mas em 2010 nós vamos derrotar o ódio e o medo com a esperança e o amor ao Brasil”. Dilma ressaltou que, somando seus votos no primeiro turno com os da candidata Marina Silva, as mulheres tiveram 67% de preferência dos eleitores. “Mulher e trabalhador provaram que sabem governar. Eu serei presidenta, se Deus quiser, para honrar as mulheres deste país”, ressaltou a candidata. Em seguida, reforçou que construirá um novo país sobre o alicerce feito pelo presidente Lula, e que “um governo só vale a pena quando é capaz de olhar por todos, principalmente por aqueles que mais precisam”.

 

Contra o preconceito – Encerrando os discursos, os presidente Luiz Inácio Lula da Silva classificou como “uma vergonha” a campanha de “preconceito, difamação e mentira” do PSDB contra a candidata Dilma Rousseff e a “falta de caráter e de hombridade” daqueles que tentam “abusar da boa fé do povo para tentar criar terrorismo”. “Desde a primeira vez que eu me candidatei, em 1982, fui vítima de preconceito. Disseram que eu não cuidada da minha mãe, que ela morava em uma favela, e ela já nem era mais viva. Disseram que eu ia mudar as cores da bandeira do Brasil, que eu ia dividir as propriedades particulares, que eu era a favor do aborto. Disseram isso em 1982, em 1986, em 1989, em 1994 e em 1998, até que, em 2002, de tanto que eles mentiram, o povo cansou de ouvir mentiras e disse ‘chega!’. E era exatamente contra o José Serra”, lembrou o presidente Lula.

 

“Mas o povo resolveu dar a chance para que um de nós fizesse o que os de cima nunca fizeram. Porque os nossos adversários governam para os ricos e o pobre que se lasque, aqui em São Paulo e no Brasil inteiro. Não podemos permitir que a eleição desça serra abaixo. Por isso vamos vencer o ódio e eleger Dilma Rousseff a primeira presidenta do Brasil”, completou.

 

São Paulo, 15 de outubro de 2010 - Em comício para cerca de 10 mil pessoas no bairro de São Miguel Paulista, Zona Leste de São Paulo, o senador Aloizio Mercadante afirmou que o povo brasileiro confirmará a vitória de Dilma Rousseff no segundo turno das eleições para a Presidência da República, contra a campanha do “ódio, boato, mentira e divisão” de seu adversário. “Dilma é coerente e sempre este ao lado dos que lutam por mais igualdade social. Assim como a esperança derrotou o medo em 2002, quando elegemos Lula pela primeira vez, ela também vai vencer o ódio no próximo dia 31, para elegermos a primeira presidenta do Brasil”, afirmou o senador, em companhia do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, da candidata Dilma Rousseff e de dezenas de lideranças políticas, entre senadores, deputados, prefeitos, vereadores e militantes de todos os partidos da coligação.

 

“Só faltam duas semanas para a gente decidir a História desse país. Precisamos continuar mudando para melhor e, depois de Lula, vamos seguir com Dilma, essa guerreira”, acrescentou Mercadante. O senador lembrou ainda que neste sábado, 16 de outubro, completam-se dois anos do confronto entre as polícias civil e militar em frente ao Palácio dos Bandeirantes, diante da recusa do então governador paulista, José Serra de abrir negociações para melhores salários. “Os policiais se enfrentaram a bala e cassetete enquanto o governador assistia sem fazer nada. Ele nunca dialogou com os trabalhadores, com os policiais, com os professores, com qualquer categoria do funcionalismo público. Para governar é preciso ter diálogo, é preciso negociar, como Lula faz e Dilma fará. Nosso adversário não quer diálogo, é autoritário, não cumpre as promessas que assume e faz pouco para poucos”, disse Meercadante.

 

A candidata Dilma Rousseff enfatizou as palavras do senador: “Nós temos um histórico de superar preconceitos, enquanto os nossos adversários, como apontou o Mercadante, preferem usar o ódio na campanha. Casaram o ódio com o medo. Mas em 2010 nós vamos derrotar o ódio e o medo com a esperança e o amor ao Brasil”. Dilma ressaltou que, somando seus votos no primeiro turno com os da candidata Marina Silva, as mulheres tiveram 67% de preferência dos eleitores. “Mulher e trabalhador provaram que sabem governar. Eu serei presidenta, se Deus quiser, para honrar as mulheres deste país”, ressaltou a candidata. Em seguida, reforçou que construirá um novo país sobre o alicerce feito pelo presidente Lula, e que “um governo só vale a pena quando é capaz de olhar por todos, principalmente por aqueles que mais precisam”.

 

Contra o preconceito – Encerrando os discursos, os presidente Luiz Inácio Lula da Silva classificou como “uma vergonha” a campanha de “preconceito, difamação e mentira” do PSDB contra a candidata Dilma Rousseff e a “falta de caráter e de hombridade” daqueles que tentam “abusar da boa fé do povo para tentar criar terrorismo”. “Desde a primeira vez que eu me candidatei, em 1982, fui vítima de preconceito. Disseram que eu não cuidada da minha mãe, que ela morava em uma favela, e ela já nem era mais viva. Disseram que eu ia mudar as cores da bandeira do Brasil, que eu ia dividir as propriedades particulares, que eu era a favor do aborto. Disseram isso em 1982, em 1986, em 1989, em 1994 e em 1998, até que, em 2002, de tanto que eles mentiram, o povo cansou de ouvir mentiras e disse ‘chega!’. E era exatamente contra o José Serra”, lembrou o presidente Lula.

 

“Mas o povo resolveu dar a chance para que um de nós fizesse o que os de cima nunca fizeram. Porque os nossos adversários governam para os ricos e o pobre que se lasque, aqui em São Paulo e no Brasil inteiro. Não podemos permitir que a eleição desça serra abaixo. Por isso vamos vencer o ódio e eleger Dilma Rousseff a primeira presidenta do Brasil”, completou.

 

São Paulo, 15 de outubro de 2010 - Em comício para cerca de 10 mil pessoas no bairro de São Miguel Paulista, Zona Leste de São Paulo, o senador Aloizio Mercadante afirmou que o povo brasileiro confirmará a vitória de Dilma Rousseff no segundo turno das eleições para a Presidência da República, contra a campanha do “ódio, boato, mentira e divisão” de seu adversário. “Dilma é coerente e sempre este ao lado dos que lutam por mais igualdade social. Assim como a esperança derrotou o medo em 2002, quando elegemos Lula pela primeira vez, ela também vai vencer o ódio no próximo dia 31, para elegermos a primeira presidenta do Brasil”, afirmou o senador, em companhia do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, da candidata Dilma Rousseff e de dezenas de lideranças políticas, entre senadores, deputados, prefeitos, vereadores e militantes de todos os partidos da coligação.

 

“Só faltam duas semanas para a gente decidir a História desse país. Precisamos continuar mudando para melhor e, depois de Lula, vamos seguir com Dilma, essa guerreira”, acrescentou Mercadante. O senador lembrou ainda que neste sábado, 16 de outubro, completam-se dois anos do confronto entre as polícias civil e militar em frente ao Palácio dos Bandeirantes, diante da recusa do então governador paulista, José Serra de abrir negociações para melhores salários. “Os policiais se enfrentaram a bala e cassetete enquanto o governador assistia sem fazer nada. Ele nunca dialogou com os trabalhadores, com os policiais, com os professores, com qualquer categoria do funcionalismo público. Para governar é preciso ter diálogo, é preciso negociar, como Lula faz e Dilma fará. Nosso adversário não quer diálogo, é autoritário, não cumpre as promessas que assume e faz pouco para poucos”, disse Meercadante.

 

A candidata Dilma Rousseff enfatizou as palavras do senador: “Nós temos um histórico de superar preconceitos, enquanto os nossos adversários, como apontou o Mercadante, preferem usar o ódio na campanha. Casaram o ódio com o medo. Mas em 2010 nós vamos derrotar o ódio e o medo com a esperança e o amor ao Brasil”. Dilma ressaltou que, somando seus votos no primeiro turno com os da candidata Marina Silva, as mulheres tiveram 67% de preferência dos eleitores. “Mulher e trabalhador provaram que sabem governar. Eu serei presidenta, se Deus quiser, para honrar as mulheres deste país”, ressaltou a candidata. Em seguida, reforçou que construirá um novo país sobre o alicerce feito pelo presidente Lula, e que “um governo só vale a pena quando é capaz de olhar por todos, principalmente por aqueles que mais precisam”.

 

Contra o preconceito – Encerrando os discursos, os presidente Luiz Inácio Lula da Silva classificou como “uma vergonha” a campanha de “preconceito, difamação e mentira” do PSDB contra a candidata Dilma Rousseff e a “falta de caráter e de hombridade” daqueles que tentam “abusar da boa fé do povo para tentar criar terrorismo”. “Desde a primeira vez que eu me candidatei, em 1982, fui vítima de preconceito. Disseram que eu não cuidada da minha mãe, que ela morava em uma favela, e ela já nem era mais viva. Disseram que eu ia mudar as cores da bandeira do Brasil, que eu ia dividir as propriedades particulares, que eu era a favor do aborto. Disseram isso em 1982, em 1986, em 1989, em 1994 e em 1998, até que, em 2002, de tanto que eles mentiram, o povo cansou de ouvir mentiras e disse ‘chega!’. E era exatamente contra o José Serra”, lembrou o presidente Lula.

 

“Mas o povo resolveu dar a chance para que um de nós fizesse o que os de cima nunca fizeram. Porque os nossos adversários governam para os ricos e o pobre que se lasque, aqui em São Paulo e no Brasil inteiro. Não podemos permitir que a eleição desça serra abaixo. Por isso vamos vencer o ódio e eleger Dilma Rousseff a primeira presidenta do Brasil”, completou.

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Taken on October 15, 2010