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Loewenhertz is a group administrator Loewenhertz says:

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Weltmeister
10:58AM, 18 April 2006 PDT (permalink)

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Flauberto Artist / Berlin Germany is a group administrator Flauberto Artist / Berlin Germany says:

The first records of Flauberto´s plastic espression starts already

in his childhood in Juazeirinho, a poor and small town two halves by the BR-230 motorway, stuck in the scalding and desolate region of Paraiba`s cariri.

His unrest behaviour did neither spare the walls of the houses and school, nor the huge doors of the stores, not to mention the schools´ chairs and rooms. It is this remote memory that builds the emotional face for his work today, being the world and life at his reach, it this road that cuts his history by the half.

More than consciousness, the object of his art is the obsession with limits. He vindicates his own condition. Flauberto´s works cry for urgency. They vibrante with his own time.

Flauberto is living his life and woking with art without a particular self knowledge. His restless thoughts are registered in any kind of material.

And with no strict definition, the artist believes that what he does comes from the answers to thes questions: Who am I? Where am I? Where am going to? In this way he captures spontaneous artistic expressions from his innerself transforming them into old and rudimentary paintings.

Later, he turns ideas to material, in various languages: painting, object, sculpture, site-specific, photografy, and new medias. And repeat the process all over again.

I am an autodidactic artist. My personal life and art flow parallel on to another. About my art have to say that I don´t belong to any art school, my painting is developed in a very personal base. I don´t need and I don´t have any attraction to academics of the art history. My paintings are very open and free. My inspiration comes from darkness. My ideas are materialized spontaneously, i am don´t plan my painting, that means i only need to have the art materials in my hands and than I start to paint what comes in my head at that moment. If I plan my work, I can not make it. I am a compulsive artist, obsessive. In reality I make an artwork, whenever I need to say something. Sometimes I think I take part of the time of the cavern man, spontaneous, primitive, as the ideas come as vocanoes and eartrquake inside myself that have to be expelled and than to be materialized in any kind of art suport. I don´t have a daily timetable in my art, my art does not care about art that way. I am not worried if my work grows or if am included in certain art systems. This kind of decision from critics who decide what is art does not make part of my personal universe. Art as I see, must be free. The artist ought to be free in any circunstance. For me it is important the quality of art, the material quality too. The art has a good message to the society, the message could be good or bad, but it is important that generations after mine could see and admire and also that part of my ideas in my art works.

For me the reciprocity and the distance between the public and private world are something questionable.

For me the real art and the truly function from art is somethings unknown; my real vision of art is ART IS ATTITUDE. I am not different from the mostly artist, I elaborate my art production alone, the art is something very individual and unilateral. So I have the relation artist and art production. I have no notion of the effect or impact on public after my art production is finished. At my vernissages, through 10 years as artist, I have heard a lot about what the people feel: some people do not understand, some think whatever they want, some understad in a frame of their knowledge. I enjoy and have fun watching the people: I like the public interaction, artist and art, it is like a party for me . I do not support the intellectual side of art.

The interaction makes public take part of the creation process of the artist and I like it very much; and it is natural. In reality anyone can be an artist, it dependes on if one develops its art abilities or not.

The idea of actuality is my everyday routine. I live the present and my paintings register exactly my life at present, but my artistc know-know and inspiration come from the darkness, I do not ask the present as artist. I know that I have to say and do something that comes from inside myself: So is my art present at the actuality of the world and all its diferences and problems: They come as positive signal to me, the actuality does not bother my creative process. I can not have a daly routine as artist. This would be a torture for me, but I don´t have nothing against. My mind works very fast and spontaneous and that happens in my art process too. My daily project begins with the ideas that come in my mind. This is my first priority, then begin timeless work of putting my ideas on the canvas on as an artists everyday.

The artist Flauberto live and work 7 years in Berlin.
Flauberto is one of the outstanding artists of the Brazilian art scene in Germany. His works, which are paintings, photographs and drawings showing a unique style and are in permanent collections in the Brazilian Embassy, and the Museu de Arte Contemporânea Assis Chateaubriand, and private collections Russia,and Switzerland, Germany and the USA. Moreover, it is taken by the Brazilian media on the main current five visual artists of the State of Paraíba important in Brazil.
The artist presented their works among others in 2003 at the Bienal of Novosibirsk in Russia and an exhibition at the Academy of Arts in Berlin, in 2002, the prize of the museum in Berlin-Dahlem asexcellent artists of the Brazilian art scene Germany.
2002 Exhibition the Brazilian Cultural Institute (ICBRA), but also other exhibitions in Germany and abroad, how to participate as a representative of Brazil in the project, United Buddy Bears" in Berlin, Tokyo, Sydney, Istanbul, Shanghai and Beijing. In 1998 Exhibition gallery in Zurich and Basel. In 1995 workshop in Minneapolis (USA) presented and discussed.
Contact:
Flaubertocontato@yahoo.com




Os primeiros registros da expressão artística de Flauberto surgem já na infância
em Juazeirinho, uma cidade pequena e pobre cortada ao meio pela Br-230,
encravada na escaldante e desolada região do Cariri paraibano.
A sua inquietude não poupava as paredes das casas, os muros do grupo escolar, as imensas portas dos armazéns de estivas, as carteiras e as paredes do colégio.
É essa memória remota que vai se constituir na carga emocional de seu trabalho atual, quando o mundo e a vida estão ao seu alcance, nessa estrada que corta a sua
história ao meio.
Mais do que consciência, o objeto de sua arte é a obsessão dos limites. Seus trabalhos gritam por urgência, trepidam como o seu próprio tempo, reinvidicando a condição coletiva.
“Comecei a produzir profissionalmente a partir de 1994, embora a vida e a arte tenham
caminhado juntas no desenvolvimento do meu processo artístico. Desde muito cedo
desenvolvi uma forma obsessiva, sistemática e compulsiva de se fazer arte. Nos últimos
dez anos a minha produção esteve baseada principalmente no desenho e na pintura,
mas também desenvolvi, projetos como escultura e instalação.
Os temas da minha vida sempre foram também os da minha arte. Sexo, poder,
dinheiro e religião sempre foram elementos pertubadores e condicionadores da minha
existência. Eu nunca soube explicar como estas coisas se transmutaram de uma condição à outra ( da vida para a arte) , pois sou um artista de intenção e formação autodidatas. Desde muito cedo desenvolvi um tipo de aversão ao modelo de aprendizado escolar, quando abandonei em definitivo os estudos da universidade.
Desde Juazeirinho, cidade onde nasci e vivi, sinto e percebo-me como um indivíduo
compulsivo, obsessivo, agonizante o qual retira do escuro a sua própria luz.
Eu procuro responder à perguntas como: Quem sou ? a quem pertenço? ou por que a minha arte reverbera na minha condição e no meu processo criativo?
Eu e minha arte estamos juntos, de mãos dadas com o desesperador prazer da carne.
Não consigo parar de observar o meu redor, seja em João Pessoa, Salvador,
Rio de Janeiro, Basel, na Suíça, ou em Berlim, cidades que compõem a minha tragetória de vida.
A partir de 2002 comecei a desenvolver um processo que tem a fotografia como meio
e suporte. através de técnicas como colagem, foto-montagem, e manipulação digital.
Encontrei na fotografia um meio de realização pessoal e profissional tão claro e transparentes quanto os outros suportes que já explorei, e que continuo explorando.
Coloco nas minhas fotografias a intransigência e a obsessão dos limites do meu prazer.
Tudo o que eu faço é parte de uma resolução extremamente pessoal.
Quando resolvi incluir a fotografia no meu processo de produção e criação, fiz por acreditar na objetividade e transparência do meio para veicular minha idéias.
Este projeto inicial de fotos que iniciei em 2002, reúne quinhentas fotografias que expressam os meus desejos privados pela vida e os meus olhos diante do mundo.
Para a realização deste projeto, lanço mão do universo da informação como revistas, jornais, livros, fotos ou imagens produzidas por outros artistas, em fim, tudo o que eu vou alcançando com o meu olhar carnal. Nos caminhos de ida e volta para casa vou juntando pedaços da vida que mexem com os meus desejos. ”

A peversão da cores.

Não havia outra saída para Flauberto a não ser a arte. A natureza
reservou para ele uma espécie de peversão das cores. Quando criança seus fins de tarde na cidade de Juazeirinho, Cariri paraibano, eram involutariamente invadidos por uma luminosidade “verde de doer nos olhos”.
Quando caiam a chuvas e a vegetação se enchia rapidamente de folhas, o olhar de Flauberto se perdia na “vermelhidão” dos juazeiros, umbuzeiros e catingueiras.
O olhar de Flauberto é assim; diferente,distorcido e enganoso. Mais que uma questão
de semânticas, as cores para ele sempre foram um desafio, era preciso aprender
não apenas seus nomes, mas também conviver com uma espécie de magia maldosa a qual fazia com que algumas cores, principalmente o verde, desaparecesse de acordo
com o contexto no qual estavam as mesmas inseridas.
Atualmente Flauberto tem um aparente domnio desta situação: as cores parecem estar
codificadas, dominadas para pintar. Ele desenvolveu uma técnica quase mecanizada
onde para cada tinta há um lugar pré-determinado. Mantendo cada uma, uma certa distancia da outra e cada cor é preparada e aplicada de uma só vez, nunca apartir de vários potes ao mesmo tempo.
Conheci a pintura de Flauberto antes mesmo de conhecê-lo ao entrar distraidamente
em uma agência bancária, cujo lugar destinado à exposicoes, sempre me causou
sorrisos no canto da boca. Naquele dia fui desviado com espanto para um conjunto
de grandes pinturas de cores fortes e composições rudimentares.
De perto percebi a imaturidade do artista no preparo das tintas e das telas e fiquei confuso em aceitar aceitar aquilo como arte primitiva ou uma manifestação consciênte e erudita de um jovem artista. Sai dali fazendo associações com o s grafismos de Keith Hering, e com as figuras toscas de A. R. Penk, e com as pinturas infantilizadas de Donald Baechler, sem saber que o então iniciante Flauberto desconhecia totalmente a producao destes artistas.
Os grafismos vigorosos de Flauberto são exercícios de dicotomia, oscilam como uma
dança desengonçada entre uma organização cartesiana, e um caos descontrolado e rudimentar. Variam entre grossas pinceladas de pintor de parede até finos e delicados
traços que se perdem nas composições mais pesadas.
Suas cores vão do artificialismo de um laranja fluorescente de causar náuseas, ao pacifico tons pastéis. Personalidade e pintura alternam-se entre o vibrante e o opaco,
o rude o delicado, o popular e o erudito, o esperto e o ingênuo, o consciênte e o alienado.
As últimas pinturas de Flauberto já revelam uma aproximação com alguns conceitos
apreendidos do turbilhão de imagens da arte contemporânea a qual o artista tem
se submetido nos últimos anos.
Mas ele parece tratar tudo isso com muita personalidade. Conceitos academicos como
equilibrio e unidade, ainda presente na maioria dos artistas da nossa geração,
são completamente ingnorados. A “organizacao” do espaço pictórico de Flauberto
chega a causar um desconforto no olhar. Figuras pesadas são colocadas em cima das
leves, àrvores horizontais pendem das laterais e figuras duras cortam tudo de forma
desconcertante e incômoda.
Sua pintura muda de ritmo como se pintasse ao som de música popular brasileira e rock pesado. Desconheço qualquer artista que tenha traçado para sí próprio uma espécie de cronograma de ação que vai desde o aprimoramento técnico até ações de marketing. Flauberto tem pressa na sua conquista e está sempre se espelhando em estrelas da música popular. Ele almeja galgar rapidamente os degraus que outros artistas jovens nem cogitam.
Quando o interpelo sobre algumas de suas pinturas, Flauberto parece já ter uma resposta para meus questionamentos. Confesso que demoro algum tempo para processar seus resultados, e fico sempre com vontade de dizer , por exemplo, que eu jamais usaria este vermelho ou aquele roxo. A pintura de Flauberto sempre passa do ponto onde eu pararia.
Eu poderia evocar aqui Jean Dubuffet, com seu conceito de Art Brut, ou por outro lado,
recorrer as discurssões dos criticos de arte contemporânea nesses tempos turvos de
multiculturalismo, para tentar compreender o trabalho de Flauberto, mais prefiro permanecer no campo das dúvidas, abertos para os golpes inesperados da pintura deste Flauberto do Cariri.







The first records of Flauberto´s plastic espression starts already

in his childhood in Juazeirinho, a poor and small town two halves by the BR-230 motorway, stuck in the scalding and desolate region of Paraiba`s cariri.

His unrest behaviour did neither spare the walls of the houses and school, nor the huge doors of the stores, not to mention the schools´ chairs and rooms. It is this remote memory that builds the emotional face for his work today, being the world and life at his reach, it this road that cuts his history by the half.

More than consciousness, the object of his art is the obsession with limits. He vindicates his own condition. Flauberto´s works cry for urgency. They vibrante with his own time.

Flauberto is living his life and woking with art without a particular self knowledge. His restless thoughts are registered in any kind of material.

And with no strict definition, the artist believes that what he does comes from the answers to thes questions: Who am I? Where am I? Where am going to? In this way he captures spontaneous artistic expressions from his innerself transforming them into old and rudimentary paintings.

Later, he turns ideas to material, in various languages: painting, object, sculpture, site-specific, photografy, and new medias. And repeat the process all over again.

I am an autodidactic artist. My personal life and art flow parallel on to another. About my art have to say that I don´t belong to any art school, my painting is developed in a very personal base. I don´t need and I don´t have any attraction to academics of the art history. My paintings are very open and free. My inspiration comes from darkness. My ideas are materialized spontaneously, i am don´t plan my painting, that means i only need to have the art materials in my hands and than I start to paint what comes in my head at that moment. If I plan my work, I can not make it. I am a compulsive artist, obsessive. In reality I make an artwork, whenever I need to say something. Sometimes I think I take part of the time of the cavern man, spontaneous, primitive, as the ideas come as vocanoes and eartrquake inside myself that have to be expelled and than to be materialized in any kind of art suport. I don´t have a daily timetable in my art, my art does not care about art that way. I am not worried if my work grows or if am included in certain art systems. This kind of decision from critics who decide what is art does not make part of my personal universe. Art as I see, must be free. The artist ought to be free in any circunstance. For me it is important the quality of art, the material quality too. The art has a good message to the society, the message could be good or bad, but it is important that generations after mine could see and admire and also that part of my ideas in my art works.

For me the reciprocity and the distance between the public and private world are something questionable.

For me the real art and the truly function from art is somethings unknown; my real vision of art is ART IS ATTITUDE. I am not different from the mostly artist, I elaborate my art production alone, the art is something very individual and unilateral. So I have the relation artist and art production. I have no notion of the effect or impact on public after my art production is finished. At my vernissages, through 10 years as artist, I have heard a lot about what the people feel: some people do not understand, some think whatever they want, some understad in a frame of their knowledge. I enjoy and have fun watching the people: I like the public interaction, artist and art, it is like a party for me . I do not support the intellectual side of art.

The interaction makes public take part of the creation process of the artist and I like it very much; and it is natural. In reality anyone can be an artist, it dependes on if one develops its art abilities or not.

The idea of actuality is my everyday routine. I live the present and my paintings register exactly my life at present, but my artistc know-know and inspiration come from the darkness, I do not ask the present as artist. I know that I have to say and do something that comes from inside myself: So is my art present at the actuality of the world and all its diferences and problems: They come as positive signal to me, the actuality does not bother my creative process. I can not have a daly routine as artist. This would be a torture for me, but I don´t have nothing against. My mind works very fast and spontaneous and that happens in my art process too. My daily project begins with the ideas that come in my mind. This is my first priority, then begin timeless work of putting my ideas on the canvas on as an artists everyday.

The artist Flauberto live and work 7 years in Berlin.
Flauberto is one of the outstanding artists of the Brazilian art scene in Germany. His works, which are paintings, photographs and drawings showing a unique style and are in permanent collections in the Brazilian Embassy, and the Museu de Arte Contemporânea Assis Chateaubriand, and private collections Russia,and Switzerland, Germany and the USA. Moreover, it is taken by the Brazilian media on the main current five visual artists of the State of Paraíba important in Brazil.
The artist presented their works among others in 2003 at the Bienal of Novosibirsk in Russia and an exhibition at the Academy of Arts in Berlin, in 2002, the prize of the museum in Berlin-Dahlem asexcellent artists of the Brazilian art scene Germany.
2002 Exhibition the Brazilian Cultural Institute (ICBRA), but also other exhibitions in Germany and abroad, how to participate as a representative of Brazil in the project, United Buddy Bears" in Berlin, Tokyo, Sydney, Istanbul, Shanghai and Beijing. In 1998 Exhibition gallery in Zurich and Basel. In 1995 workshop in Minneapolis (USA) presented and discussed.
Contact:
Flaubertocontato@yahoo.com
Comments
Flauberto Artist / Berlin Germany says:
Flauberto Künstler / Berlin Deutschland

Internet =
Http: / / www.flickr.com/photos/flaubertoplasticartist/
Http: / / www.saatchi-gallery.co.uk/stuart/StudentArt/ast_id/76309
Http: / / www.myspace.com / flaubertoart
Http: / / flaubertomultiply.com /
Www.flauberto.de



Die ersten Aufzeichnungen über Flauberto's Kunststoff espression beginnt bereits
In seiner Kindheit in Juazeirinho, einer armen Kleinstadt und zwei Hälften durch die BR-230 Autobahn, stecken in der Verbrühungsgefahr und trostlose Region Paraiba's cariri.
Sein Verhalten Unruhen Freizeit auch nicht die Mauern der Häuser und der Schule, noch die großen Türen der Läden, ganz zu schweigen von den Schulen "Stühle und Zimmer. Es ist diese Fernbedienung Speicher, baut die emotionale Gesicht für seine Arbeit heute, die die Welt und das Leben in seiner Reichweite, so dass dieser Straße schneidet seine Geschichte von der Hälfte.
Mehr als das Bewusstsein, das Objekt seiner Kunst ist die Obsession mit Grenzen. Er rechtfertigt seinen eigenen Zustand. Flauberto Werke Schrei nach Dringlichkeit. Diese lebendige mit seiner eigenen Zeit.
Flauberto lebt sein Leben und gerade mit der Kunst selbst, ohne ein bestimmtes Wissen. Seine Gedanken sind unruhig, die in jede Art von Material.
Und ohne strikte Definition der Künstler glaubt, dass das, was er tut, kommt aus den Antworten auf die sich diese Fragen: Wer bin ich? Wo bin ich? Wo bin wollen? Auf diese Weise nimmt er spontanen künstlerischen Ausdrucksformen von seinem innerself transformieren sie in alten Gemälden und rudimentär.

Der Künstler "Flauberto" lebt und arbeitet seit 7 Jahren in Berlin.
"Flauberto" gehört zu den herausragenden Künstlern der brasilianischen Kunstszene in Deutschland. Seine Werke, die Gemälde, Zeichnungen und Fotografien zeigen einen einzigartigen Stil und sind im ständigen Sammlungen in der brasilianischen Botschaft, das Museu de Arte Contemporânea Assis Chateaubriand und privaten Sammlungen in Russland, der Schweiz, Deutschland und den Vereinigten Staaten. Außerdem ist es, die von den brasilianischen Medien über die derzeit fünf wichtigsten bildenden Künstler des Staates Paraíba in Brasilien gezählt.
Die Künstler präsentieren ihre Werke unter anderem im Jahr 2003 an der Biennale von Nowosibirsk in Russland und in einer Ausstellung in der Akademie der Künste in Berlin, im Jahr 2002, erhielt den Preis des Museums in Berlin-Dahlem als "ausgezeichneten Künstlern der brasilianischen Kunstszene Deutschland ".
2002 realisiert er auch eine Retrospektive in den ehemaligen Räumlichkeiten der brasilianischen Kulturinstitut (ICBRA), aber auch andere Ausstellungen im In-und Ausland, wie die Teilnahme als Vertreter von Brasilien in das Projekt "United Buddy Bears" in Berlin, Tokio, Sydney, Istanbul, Shanghai und Peking. Im Jahr 1998 wurde er in einer Galerie in Zürich und Basel gehandelt. Im Jahre 1995, seine Arbeit in einem Workshop in Minneapolis (USA) vorgestellt und diskutiert.


Ein aufweitende Kunst --
Oder vielleicht eine Erkrankung, die sich aus den dunklen Rohmaterie seiner Kunst wird


Die ersten Anzeichen für künstlerische Kreativität Flauberto aus seiner Kindheit in Juazeirinho, eine kleine und arme Stadt, die von der Bundesstraße BR-230 in der Mitte durch, eingewachsene gühenden in der Wärme in die trostlose Region Cariri in den Stand der Paraiba. Seine Unruhe ist nicht erspart den Wänden der Häuser, die Wände der Klassenzimmer, die Türen der großen Lagerhallen, Banken und die Wände der Schule.
Es ist dieses ferne Erinnerung, die sich in den emotionalen Fracht ihrer aktuellen Arbeit geschrieben werden, wenn die Welt und das Leben in der breit genug ist, auf diese Art und Weise von seiner Geschichte in der Mitte zerschneidet.

Das Ziel seiner Kunst ist mehr als das Bewusstsein, dass es die Obsession der Grenzübergänge. Seine Werke sind für die Dringlichkeiten zu schreien, da sie schütteln ihre eigene Zeit und die Kolektivität.

"Ich begann ab 1994 intensiv um Kunst, so dass Kunst und Leben in einer gemeinsamen Weg begleitet meiner künstlerischen Prozess. Die künstlerische Tätigkeit habe ich im Besitz einer sehr frühen, systematischen und impulsiv. In den letzten 19 Jahren meiner Arbeit, ich bin Vor allem mit Zeichnungen und Gemälden beschäftigt, aber auch Projekte mit Skulpturen und Installationen. Die Themen in meinem Leben waren immer in meinem Leben, wie Sex, Macht, Geld und Religion, die immer verwirrend und festigende Elemente meiner Existenz.
Ich wusste nie, wie diese Dinge zu erklären, von einer Form in eine andere (in der Lebens-und in der Kunst) hat sich geändert, aber ich bin ein Künstler mit Selbst-Intension und Selbst-Bildung. Sehr schnell, ich habe eine Abneigung gegen die Art der Bildungs-Modell, als ich studierte an der Universität verlassen.

Seit Juazeirinho, der Stadt, in der ich geboren wurde und lebte, ich fühle mich wie eine lebendige, obzesives und ängstliches Individuum, die sich aus der Dunkelheit mit seinem eigenen Licht entzieht.

Ich werde Fragen beantworten: Wer bin ich? An wen ich angehöre? Oder warum meine Kunst in meiner Ausdauer und meinem kreativen Prozess zu mitschwingen?

Ich und meine Kunst gehören zusammen, die aus den bestehenden Hände mit dem verzweifelten Wunsch nach Fleisch.
Ich kann nicht aufhören zu meiner Nähe beobachten, ob in Joao Pessoa, El Salvador, Rio de Janeiro, Basel, Schweiz, oder in Berlin.Städte die Tragig meinem Leben.

Ab 2002 begann ich, einen Prozess zu entwickeln, die Fotografie mit Techniken wie Collage, Foto-Collage und digitale Manipulation, als ein Mittel oder Support. Ich habe in der Fotogafie fand ein Mittel zur persönlichen und beruflichen Erfolg so klar und transparent wie andere Unterstützung, die ich bereits verwendet, und die ich noch gebrauchen. Ich sitze in meinem Fotografien der Unnachgiebigkeit und der Obzession die Grenzen meiner Lust. Alles, was ich tun, ist ein Teil einer sehr persönlichen Entschlossenheit. Als ich beschloss in meiner Fotografie Prozess der Produktion und die Schaffung beteiligt, ich habe so um ein Tranzperenz Objektivität und die Mittel zu denken, über meine Ideen. Das erste Projekt von Fotografien, die ich 2002 begonnen hatte, sammelt 500 Abbildungen, die privaten Wünsche der mein Leben und meine Augen der Welt zum Ausdruck zu bringen. Um das Projekt zu realisieren, haben mich in das Universum von Informationen, wie Zeitungen, Jornale, Bücher, Fotos und Bilder von anderen Künstlern gemacht wurde, dass es letztlich, was ich mit meinem lüsternden Auge erreichen könnten. Auf dem Weg der Hin-und Rückfahrt zu Hause, ich werde sammeln Stücke des Lebens, die meine Wünsche berühren. "

Die Perversion der Farben.

Es gab keinen anderen Weg f Flauberto wenn nicht die Kunst. Die Natur hat ihm eine Art Perversation der Farben. Als Kind seine Ziele am Abend in Juazeirinho, Paraibanischen Cariri unfreiwilligerweise Invasion wurden durch das Ende der Macht der leuchtenden "in der stechenden Augenen Gr s".

Wie Regen fiel füllte sich die Vegetation mit Blättern, und die Aussicht Flaubertos verlohr in Juazeiro starke Grün der Baum, der Baum-Transfers und Catinga Baum.

Der Blick ist so Flaubertos - anders, verzerrt und trügerisch. Aber in eine semantische Frage, die Farben waren für ihn immer eine Herausforderung, denn er muss nicht nur lernen, seinen Namen, denn selbst mit einer Art Magie des Bösen leben, mit ein paar Farben, im Prinzip mit Green, erscheint im Zusammenhang mit dem Kontext , In der die gleichen waren eingefügt werden.
Aktuelle Flauberto hat einen Blick auf diese Situation: Die Farben sind so kodiert, dominiert zu ziehen.
Er entwickelte eine quasi machanisiert Technologie, wobei jede Farbe für einen bestimmten Ort. Jede Farbe hat eine gewisse Distanz zu den anderen, und jede Farbe ist vorbereitet und nur einmal, aber nie in vielen Töpfen gleichzeitig.

Ich lernte die Kunst der Flauberto wissen, bevor ich ihn persönlich, wie ich denke an etwas anderes in einer Bank, in diesem Raum für Ausstellungen, habe ich immer in meinem Lächeln
Mundschleimhaut verursacht Winkeln. An diesem Tag bin ich erstaunt, bevor eine Zusammenstellung ausgestellt.
Aus dem Nahen ich Unvollkommenheit in der Vorbereitung von Farben und Gemälde des Künstlers, verwirrt und blieb in der Annahme der primitiven Kunst, oder einer vorsätzlichen oder gelernt Manifestation eines jungen Künstlers.
Ich ging mit den Verbänden der Grafiken von Keith Hering, und mit der rohen Zahlen von AR Penk, und mit der infantilen Gemälde von Donald Baechler, ohne zu wissen, welche Art von noch unbekannten Flauberto Anfänger mit der Produktion von diesen Künstlern zusammen.
Die vigorosen Grafiken Flaubertos Übungen sind die Dichotomie, als taumelnder und Swing aus den Fugen am Tanz zwischen einem kartesischen Organisation und eine unkontrollierte und rudimentäre Kaos.
Es gibt Variiationen zwischen Ausschweifung Pinselstriche, die der Maler auf die feinen Linien und Striche, die in den Kompositionen verlieren etwas größer. Seine Farben reichen von der Künstlichkeit einer orangenen fluesziereneden die Übelkeit, sich friedlich zu Pastelltöne.
Persönlichkeit und Malerei Wechsel zwischen hell und dumpf, grob und fein, populäre und lehrte klever und naiv, und sich dessen bewusst, verwirt. Aktuelle Bilder von Flauberto zeigen bereits eine Annäherung an einige Konzepte in der Wiebelwind Aufnahmen der zeitgenössischen Kunst hat gelernt, in der Künstler in den letzten Jahren gefunden.
Es scheint jedoch so, dass alles, was er sich mit viel Persönlichkeit. Akademische Begriffe wie Gleichgewicht und Einheit von den meisten Künstlern unserer Generation noch zu finden sind meist ignoriert. Die Organisation der Flaubertos Werkstoff-Effekt in den Augen aller ersten trostlos. Starke Zahlen werden auf Licht, vertikale Bäume treiben aus den Seiten und harte Zahlen drängeln sich in außergewöhnlichen und störenden Masse.
Seine Bilder ändern, als ob es aufgrund der brasilianischen Musik und Rock. Ich selbst kenne keine andere Maler der selbst eine Art chronologisch durch die Handlungen der technischen Verbesserung der Marketing-Kampagnen und der Blick auf die Sterne in der brasilianischen Musik hineinversetzt. Er hat sogar Dinge, die jüngeren Maler nicht wagen.
Wenn ich mich mit Ihnen über einige seiner Gemälde sprechen, scheint es so, als ob er immer schon eine fertige Antwort auf meine Fragen. Ich muss zugeben, dass ich etwas Zeit brauchen, für die Ergebnisse verarbeiten zu können und will die meisten immer sagen, zum Beispiel habe ich nie ein solches rot oder violett benutzen würde. Seine Gemälde immer mehr als bis zu dem Punkt, an dem ich kommen würde.
An dieser Stelle könnte ich Jean Dubuffet, Art Brut mit ihrem Konzept erwähnen, oder die anderen, in dieser verwirrenden Zeiten der Diskussionen des Multikulturalismus Kritiker der modernen Kunst bis hin zu versuchen, die Arbeit der Flauberto zu verstehen, aber ich ziehe weiterhin in den Bereichen Zweifel offen für die unerwartete Schocks des Gemäldes Flauberto aus Cariri


Ich bin ein autodidaktischen Künstlers. Meine persönlichen Lebens-und Kunst-Flow parallel zu einander. Über meine Kunst Ich muss sagen, dass ich gehöre keiner Kunstschule, meine Malerei entwickelt sich in einer sehr persönlichen Basis. Ich brauche wohl nicht, und ich habe keine Attraktion zu Akademismus der Kunstgeschichte. Ich Malerei sind sehr offen und kostenlos. Meine Inspiration kommt aus der Dunkelheit. Meine Ideen sind spontan materialisiert, kann ich nicht plane meine Malerei, das heißt, ich muss nur um die Kunst Materialien in meinen Händen, und als ich anfangen zu malen, was sich in meinem Kopf in diesem Moment. Wenn ich plane meine Arbeit, ich kann es nicht machen. Ich bin ein Künstler zwanghafte, obsessive. In Wirklichkeit ich ein Kunstwerk, wenn ich etwas zu sagen. Manchmal denke ich, ich nehme Teil der Zeit der Höhle Mann, spontan, primitiv, wie die Ideen kommen, wie Erdbeben und Vulkane in mir selbst, die durchgeführt werden müssen ausgewiesen werden und als materialisiert sich in jede Art von Kunst. Ich habe keine täglichen Zeitplan in meiner Kunst, meine Kunst funktioniert nicht auf diese Weise. Ich bin nicht besorgt, wenn meine Arbeit wächst oder wenn ich mich in bestimmten Kunst. Ich weiss nicht kümmern, die sich in Kunst oder Mode ist, oder wenn bestimmte andere Galerien entscheiden, ob dieser oder jener Art von Kunst ist Mode. Ich bin auch nicht beunruhigt, was die Kunst Kritiker sagen, über meine Werke. Diese Art von Entscheidung von Kritikern, die Kunst entscheiden, macht keinen Teil meines persönlichen Universums. Kunst, wie ich sehe, muss frei sein. Der Künstler sollte in jedem circunstance kostenlos. Für mich ist es wichtig, die Qualität der Kunst, das Material zu Qualität, und die Kunst hat eine gute Nachricht für die Gesellschaft, die Nachricht könnte gut oder schlecht, aber es ist wichtig, dass die Generationen nach mir sehen und bewundern konnte, und auch, dass Teil meiner Ideen in meinen Kunstwerken.

Für mich ist die Gegenseitigkeit und der Abstand zwischen dem öffentlichen und dem privaten Welt ist etwas questinable. Für mich ist die wahre Kunst und die Funktion von Kunst ist wirklich etwas Unbekanntes; meine wahre Vision von Kunst ist ATTITUDE IS ART. Ich bin nicht anders als die meisten Künstler, ich meine Kunst aufwändige Produktion allein, dann Kunst ist etwas sehr individuelles und einseitig. Ich habe also das Verhältnis Künstler und Kunst. Ich habe keine Vorstellung von der Wirkung oder Auswirkungen auf die Kunst im öffentlichen Raum nach meiner Produktion fertiggestellt ist. Auf meine Vernissagen, über 15 Jahre als Künstler, ich habe eine Menge darüber, was die Menschen fühlen: don einige nicht verstehen, einige denken, was sie wollen, manche verstehen, in einem Rahmen ihrer knowloges. Ich genieße und Spaß haben die Menschen sehen: Ich mag die öffentliche Interaktion, der Künstler und der Kunst, es ist wie eine Party für mich. Ich unterstütze nicht die intellektuelle Seite der Kunst. Diese Interaktion macht öffentlichen Teil der Entstehungsprozess des Künstlers, und ich mag dieses sehr viel, es ist dankbar und natürlich. In Wirklichkeit kann jeder ein Künstler, der es hängt, wenn man seine Kunst entwickelt habilities oder nicht. Und die Chance auf die Teilnahme an einem Workshop ist sehr gut, dann macht es mehr domocratic Kunst. Ich bin sicher, dass ein Workshop für die Öffentlichkeit zugänglich, wie das Organisieren Sie sind in diesem Projekt wird die Köpfe der viele Besucher in die Studios, und dann werden sie auch das Gefühl haben, sie sind kreativ und Kunst verleiht ihnen eine Chance zur Entwicklung ihrer offenen und Hability künstlerischen und interagieren mit den ansässigen Künstlern. Die Idee der actuallity ist mein Alltag. Ich lebe die Gegenwart und meine Gemälde registrieren genau, mein Leben zu präsentieren, aber meine künstlerische Know-how und Inspiration aus der Dunkelheit, bin ich nicht fragen, wie Künstler der Gegenwart. Ich weiß, ich muss etwas tun und sagen, dass ich selbst kommt von innen. Also ist meine Kunst in der heutigen Wirklichkeit der Welt und alle ihre Unterschiede und Probleme. Sie kommen als ein positives Signal für mich, die Aktualität nicht die Mühe meine kreativen Prozess. Ich kann nicht sein, die tägliche Routine als Künstler. Dies wäre eine Folter für mich, aber ich bin nicht dagegen. Mein Verstand arbeitet sehr schnell und spontan, und das geschieht in meiner Kunst zu verarbeiten. Mein Tag beginnt mit dem Projekt Ideen, die in meinen Augen Dies ist meine erste Priorität, dann werde ich beginnen, ein zeitloses Werk darum, meine Ideen auf die Leinwand wie ein Künstler, die täglichen Veränderungen

Wurde 1967 in der kleinen Stadt Juazeirinho, Paraíba geboren. Der Künstler sieht sich selbst als Geschöpf aleatoriches bewusst, dass von der Geburt immer der unwiderstehliche Drang, werden gleichermaßen, eine neue Welt zu entdecken. Er versucht, seinem Innersten spontan und unerwartet künstlerischen Ausdrucks, und in Ansätzen, bei Höhlenmalereien gemahnenden Art Unruhe, self-Wissen, Erfahrung und künstlerische Leben Erfahrungen zu verarbeiten. Als überzeugter Materialist sieht er Luxus und Elend, materiell und spirituell auf der gleichen Ebene. In seinen Werken spiegelt sich, wie viel es Überschwemmungen und Erdbeben in endlos wiederkehrenden Bildern existentiell bedrängen. Seine extrem ichbezogene Malerei ist spontan und originell, und führt den Betrachter zurück zu den Anfängen der Kunst, expressive Möglichkeiten der urzeitlichen Menschheit. Seine großen farbigen Gemälde sind mit ihrer Symbolik verhehlen unvereinbar nebeneinander und drücken in ihrer Klarheit und gleichzeitigen Extravaganz bewusst Gefühl, das Leben des Künstlers. Flauberto ist sechs Jahre nach Berlin in. Unter dem Titel Diamantés Surround ihm gewidmet dem brasilianischen Institut für Kultur in Deutschland ICBRA Berlin eine Einzelausstellung. Er nahm in den großen gemeinsamen Ausstellungen in Brasilien, den USA und Deutschland.

Flauberto Queiroz de Medeiros (FLAUBERTO Künstler Name), geboren am 2.5.1967 in Juazeirinho, der Staat Paraíba, Brasilien, verheiratet, lebt und arbeitet in Berlin, Deutschland

Flauberto ist freischaffender Künstler und widmet sich seit 15 Jahre ausschließlich auf die bildende Kunst, zunächst in Brasilien und später in der Schweiz und ist derzeit in Deutschland.

Auf Empfehlung der brasilianischen Botschaft hat Flauberto zusammen mit 120 Künstlern aus der ganzen Welt, in der das Projekt "United Buddy Bears" in Berlin teil. Die Ausstellung wurde von Juni bis November 2002 in Berlin in der Nähe des Brandenburger Tores.

Vom 17. Juli bis 30. August 2002, in einer gemeinsamen Ausstellung in der brasilianischen Botschaft in Berlin unter dem Titel "Where Does the Sun Come First" Flaubertos jüngsten Arbeit.

Im Juni 2003, Flauberto zusammen mit vier anderen brasilianischen Künstler in den Kontext einer Dahlem Museum für Völkerkunde (Berlin) organisierten Ausstellung Auszeichnungen wurden wieder in der brasilianischen Botschaft neue Werke.
ages ago (permalink)

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