SINTRA
Município litoral português, pertencente ao distrito de Lisboa, compreendendo 14 freguesias (Agualva, Mira-Sintra, Cacém, São Marcos, Monte Abraão, Massamá, Casal de Cambra, Algueirão-Mem Martins, Almargem do Bispo, Belas, Colares, Montelavar, Pêro Pinheiro, Queluz, Rio de Mouro, São João das Lampas, Sintra-São Martinho, Sintra-São Pedro de Penaferrim, Sintra-Santa Maria e São Miguel e Terrugem). O município de Sintra integra a área Metropolitana de Lisboa. Em termos demográficos, a população, em 1991, era constituída por cerca de 261 000 residentes para uma área bruta de 316 km2 e a variação da população residente entre 1960 e 1991 foi de 226%.
A economia municipal assenta na indústria extractiva, na agro-pecuária, na indústria alimentar, no comércio grossista e retalhista, em actividades gráficas e editoriais, na indústria têxtil, bio-química, metalo-mecânica, farmacêutica, nos serviços privados (banca e seguros) e públicos, no turismo (restauração e hotelaria) e na construção civil, destacando-se ainda o papel da administração local.
Localizada na vertente norte da serra de Sintra, a noroeste da capital Lisboa, a vila de Sintra é sede de município e registava uma população de cerca de 4600 residentes em 1991.

património

Vila património mundial desde 6 de Dezembro de 1995, possui como elementos arquitectónicos mais significativos os palácio da vila (nacional, edificado entre o reinado de D. João I e o de D. Manuel I, e onde Camões terá feito a leitura dos Lusíadas ao rei D. Sebastião), da Pena (nacional) e de Seteais (do século XVIII), o castelo dos Mouros (do século VIII), o convento dos Capuchos, as igrejas de São Martinho e de Santa Maria (de raiz românica, ambas fundadas por D. Afonso Henriques), a igreja de São Pedro (com elementos manuelinos), as capelas de São Lázaro (do século XV, com armas reais) e de Nossa Senhora do Monte, a casa de Ribafrias (quinhentista), o pelourinho de Colares, e o pórtico (manuelino) em São João das Lampas. Uma extensa parte do Parque Natural de Sintra-Cascais, englobando o litoral e a serra de Sintra, constitui o elemento mais significativo do património natural.

história

Habitada já desde a Idade da Pedra, a região foi ocupada por romanos e por mouros.

Reconquistada logo após a tomada de Lisboa, recebeu foral de D. Afonso Henriques em 1154. Teve também foral novo manuelino em 1514.

Foram vários os monarcas que aqui passaram largas temporadas e a alguns deles deve Sintra a construção dos palácios Real e da Pena.

Aqui foi assinado o tratado, conhecido por convenção de Sintra, que pôs termo à primeira invasão napoleónica.
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