Estas fotos sou eu. Eu e meu momento de decisão. Afinal “tudo no mundo começou com um “sim” - como diria Clarice.
Começar algo quando só se sabe morrer – negando-se para os outros, afirmando-se para si- é uma dor de parto. E o nascimento se faz sempre no corpo - e no órgão que revela nossos sentimentos, a pele.
Dançar vestida de palavras-símbolo das afirmações. Mexer a boca no intuito de ouvir o som dos começos. Preparar-se para entregar-se ao mundo. Sim.