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Quello che davvero mi interessa è se Dio, quando creò il mondo, aveva scelta.

Albert Einstein

 

Fortunatamente, secondo la moderna astronomia, l'universo è finito: un pensiero consolante per chi, come me, non si ricorda mai dove ha lasciato le cose.

Woody Allen

 

Quando uno è contento di sé stesso, ama l'umanità.

Luigi Pirandello

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Jorge Viana Basto

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Jorge Viana Basto

Nesta fotografia fascinou-me a arquitectura urbanista desta zona do Porto, luz e cores componentes ideais para esta pintura fotográfica.

 

Dedico a grandes amigos que tive o prazer de conhecer e muito bem conhecidos , entre eles destaco o Mestre Jorge Viana Basto do Porto ( www.flickr.com/people/viana_basto/), Isabel Soeiro do Porto ( www.flickr.com/people/isabelsoeiro/) e Maria João ( www.flickr.com/photos/96799343@N04/)

 

Obrigado a todos

 

Ricardo

Recuerdo el día en el que me dijo adiós. Con una mirada, hubiera bastado para averiguar su duro mensaje, pero llevaba la cabeza baja. No quiso mirarme. Creía conocerme tan bien… Pensó que derramaría alguna lágrima de dolor. Sí, me conocía bien. Su boca se abrió, y de ella solo salió un suspiro acompañado de las palabras “tenemos que olvidarnos”. Se dio media vuelta, y huyó. Siempre fue propicia a huir. Siempre hizo lo mismo, pero nunca conmigo. Pensé que sería diferente… pero nada la hizo cambiar de opinión.

Aun hoy, la piel se me viste de gallina al recordarte.

 

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Jorge Viana Basto

 

Η Μοναξιά ! - ¡Soledad !

loneliness !

 

A mis soledades voy,

de mis soledades vengo,

porque para andar conmigo

me bastan mis pensamientos.

(F. Lope de Vega)

 

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Jorge Viana Basto

 

.

.

.

No existe razón, para que ya no

suenen palabras en su voz,

puede tal vez, que en quién confió

con las palabras le engañó,

 

la niña ha vuelto a ir, no mira atrás

al río a no escuchar, ya nada más

a nadie quiere oír.

 

Yo no sé si, desde que calló

le falta o sobra la razón,

se hará comprender, porque para hablar

con su mirada bastará.

 

No intentes comprender, no puede ser,

un día volverán a florecer palabras

que tan sólo una vez, las pude oír,

sus labios hizo mover.

 

Y aquella vez pude entender

que ya no quiso crecer...

  

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"El rio del silencio".

 

Duncan Dhu.

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Jorge Viana Basto

 

"Ontem à tarde um homem das cidades

Falava à porta da estalagem.

Falava comigo também.

Falava da justiça e da luta para haver justiça

E dos operários que sofrem,

E do trabalho constante, e dos que têm fome,

E dos ricos, que só têm costas para isso.

E, olhando para mim, viu-me lágrimas nos olhos

E sorriu com agrado, julgando que eu sentia

O ódio que ele sentia, e a compaixão

Que ele dizia que sentia.

(Mas eu mal o estava ouvindo.

Que me importam a mim os homens

E o que sofrem ou supõem que sofrem?

Sejam como eu — não sofrerão.

Todo o mal do mundo vem de nos importarmos uns com os

outros,

Quer para fazer bem, quer para fazer mal.

A nossa alma e o céu e a terra bastam-nos.

Querer mais é perder isto, e ser infeliz.)

Eu no que estava pensando

Quando o amigo de gente falava

(E isso me comoveu até às lágrimas),

Era em como o murmúrio longínquo dos chocalhos

A esse entardecer

Não parecia os sinos duma capela pequenina

A que fossem à missa as flores e os regatos

E as almas simples como a minha.

(Louvado seja Deus que não sou bom,

E tenho o egoísmo natural das flores

E dos rios que seguem o seu caminho

Preocupados sem o saber

Só com florir e ir correndo.

É essa a única missão no Mundo,

Essa — existir claramente,

E saber faze-lo sem pensar nisso.

E o homem calara-se, olhando o poente.

Mas que tem com o poente quem odeia e ama?"

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Jorge Viana Basto

*Los cuatro elementos de la astrología clásica occidental representan cuatro formas en las que la energía se manifiesta, cuatro expresiones del todo, desde su forma más densa y pesada a la más inmaterial. Hay otras formas de energía, pero estas cuatro bastan para describir todo el amplio espectro de las manifestaciones físicas y psíquicas de los organismos: la Tierra, el Agua, el Aire y el Fuego.

 

Modelo: Alba Cortés

Fotografía: Selectormarx

Estilismo/Maquillaje: Cherry Lovett

Realización: Mr.Chapis

TRECELAGRIMAS. MADRID 2010

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Jorge Viana Basto

 

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REGATA DOS BARCOS RABELOS

 

O Barco Rabelo foi utilizado durante séculos, no Rio Douro, para o transporte de Vinhos da Região Duriense e também de pessoas, até Vila Nova de Gaia/Porto – PORTUGAL. Este tráfego terminou nos anos 60 do século XX.

O Douro era um Rio “de mau navegar” pelo que foram muitos os naufrágios com perdas de vidas humanas. Aos tripulantes deste barco se chamava “marinheiros” para significar os perigos de seu trabalho.

Os Barcos Rabelos que restam estão ancorados no Cais de Vila Nova de Gaia para fazer publicidade a várias marcas de Vinho do Porto a qual está bem evidente nas suas velas.

Por iniciativa da Confraria do Vinho do Porto, desde 1983 nas festas de S. João a 24 de Junho, realiza-se desde a Foz do Douro até à Ponte de D. Luís (Gaia/Porto) uma Regata de Barcos Rabelos. No início eram apenas 4 Barcos actualmente são 20/22 a disputarem a prova.

Estas imagens foram realizadas no acompanhamento da Regata de 24 de Junho de 2015.

=============================================== //

 

For centuries the Rabelo boat was used in the Douro River to transport wines, and people, from the Douro region to Vila Nova de Gaia / Porto - PORTUGAL. Its use was stopped in the XX century, around the 60s.

The Douro was a river of "hard sailing" thus there were countless shipwrecks and lives lost.The crew members were called "sailors" to clearly illustrate the dangers of the job.

The remaining Rabelos are moored at the pier in Vila Nova de Gaia and are now used to advertise various Port brands, which are clearly visible in their sails.

By initiative of the Confraria do Vinho do Porto (Port Wine Brotherhood), since 1983, in the popular celebrations of São João (St. John) on June 24th, is held a regatta with Rabelos starting at Foz do Douro until the bridge D. Luís (Gaia / Porto). In the first edition there were only 4 boats, currently 20 to 22 boats participate in the race. These pictures were taken in the regatta of 24 June 2015

===============================================//

 

Pendant des siècles le bateau Rabelo a été utilisé dans le fleuve Douro pour transporter des vins, et les gens, de la région du Douro jusqu’a Vila Nova de Gaia / Porto - PORTUGAL. Son utilisation est terminée dans les années 60 du siècle XX.

Le Douro était un fleuve de "mauvais naviguer" donc il y avait de nombreux naufrages et aussi vies perdues. L'équipage a été appelé "matelots" pour illustrer clairement les dangers dans son cours.

Les Rabelos restants sont amarrés au quai de Vila Nova de Gaia et sont utilisées pour annoncer les diverses marques de Vin de Porto, qui sont clairement évidentes dans les voiles.

Par initiative de la Confraria do Vinho do Porto (Confrérie du Vin de Porto), à partir de 1983, dans les célébrations populaires de São João (Saint-Jean) le 24 Juin, a lieu une régate avec Rabelos de la Foz do Douro jusqu'à la Ponte D. Luís (Gaia / Porto). Au début, il n'y avait que 4 bateaux, actuellement de 20 à 22 participent dans la preuve. Ces photos ont été prises dans la régate de 24 Juin 2015

======================================================= //

El Barco Rabelo se utilizó durante siglos para transportar Vinos de la Región – y también personas – en el Rio Duero hasta Vila Nova de Gaia/Oporto (Portugal). Este transporte dejó de utilizarse en los años 60 del siglo XX.

El Duero (Douro en portugués) es un rio difícil navegación que ocasionó muchos naufragios en los que se perdieron vidas. A los tripulantes se le llamaba « marineros » para destacar el peligro de su trabajo.

Los Barcos Rabelos que quedan están anciados en Vila Nova de Gaia como publicidad de las diversas marcas de Vino de Oporto, bien evidente en sus velas.

Por inicitiva de la Confraria del Vino de Oporto desde 1982 se realiza una Regata de Barcos Rabelos desde la Foz del Duero hasta el puente de D.Luís (Gaia/Porto) en las fiestas de San Juan, el 24 de Junio. Inicialmente apenas 4 Barcos participaban pero actualmente son 20/22.

Estas imágenes se tomaron en la regata de 24 Junio 2016.

 

Jorge Viana Basto

(Álbuns : RABELOS- BARCOS // REGATA DOS BARCOS RABELOS

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Jorge Viana Basto

 

Dancing On Strings Performs Song of India

 

"Si nos bastase con ser felices, pronto lo conseguiríamos; pero queremos ser más felices que los demás, y ello es muy dificil, tanto más cuanto que consideramos a aquéllos mucho más félices de lo que en realidad son".

Montesquieu.

Cabeceiras de Basto, Portugal - 21 de Setembro de 2014

 

...bastó sólo un giro

para que se convirtiera en una extraña

ante sus ojos.

   

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Jorge Viana Basto

La ausencia, espero que temporal, aunque no pinte nada bien, de Tracción Rail remolcando los tecos de Laumar Cargo, a propiciado el retorno de Acciona con éstos servicios, tras unas cuantas semanas sin aparecer.Solo faltaria que las maquinas volvieran a lucir tan bien como antaño para que valdría la pena madrugar de nuevo para ver estos preciosos mercantes...Probablemente y en mi opinión personal, de los más bonitos que e fotografiado en los últimos meses.Gracias a quienes lo hacen posible con su ayuda.Feliz semana de calor!

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Jorge Viana Basto

ESTAR MORTO

È SER PEDRA

SEPULTURA AO VENTO

ESTAR VIVO

É TER AMOR

UMA FLOR

NO PENSAMENTO

 

Barreiro Magalhães

 

Grato ao Amigo, Poeta e Clínico, autor do Poema, por conceder a sua utilização.

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Otra imagen de la serie el horizonte habitado. Una vision personal. Bastaron unas líneas y alguna noble forma. Un horizonte habitado y la luz -o su ausencia- hicieron el trabajo.

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REGATA DOS BARCOS RABELOS

 

O Barco Rabelo foi utilizado durante séculos, no Rio Douro, para o transporte de Vinhos da Região Duriense e também de pessoas, até Vila Nova de Gaia/Porto – PORTUGAL. Este tráfego terminou nos anos 60 do século XX.

O Douro era um Rio “de mau navegar” pelo que foram muitos os naufrágios com perdas de vidas humanas. Aos tripulantes deste barco se chamava “marinheiros” para significar os perigos de seu trabalho.

Os Barcos Rabelos que restam estão ancorados no Cais de Vila Nova de Gaia para fazer publicidade a várias marcas de Vinho do Porto a qual está bem evidente nas suas velas.

Por iniciativa da Confraria do Vinho do Porto, desde 1983 nas festas de S. João a 24 de Junho, realiza-se desde a Foz do Douro até à Ponte de D. Luís (Gaia/Porto) uma Regata de Barcos Rabelos. No início eram apenas 4 Barcos actualmente são 20/22 a disputarem a prova.

Estas imagens foram realizadas no acompanhamento da Regata de 24 de Junho de 2015.

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For centuries the Rabelo boat was used in the Douro River to transport wines, and people, from the Douro region to Vila Nova de Gaia / Porto - PORTUGAL. Its use was stopped in the XX century, around the 60s.

The Douro was a river of "hard sailing" thus there were countless shipwrecks and lives lost.The crew members were called "sailors" to clearly illustrate the dangers of the job.

The remaining Rabelos are moored at the pier in Vila Nova de Gaia and are now used to advertise various Port brands, which are clearly visible in their sails.

By initiative of the Confraria do Vinho do Porto (Port Wine Brotherhood), since 1983, in the popular celebrations of São João (St. John) on June 24th, is held a regatta with Rabelos starting at Foz do Douro until the bridge D. Luís (Gaia / Porto). In the first edition there were only 4 boats, currently 20 to 22 boats participate in the race. These pictures were taken in the regatta of 24 June 2015

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Pendant des siècles le bateau Rabelo a été utilisé dans le fleuve Douro pour transporter des vins, et les gens, de la région du Douro jusqu’a Vila Nova de Gaia / Porto - PORTUGAL. Son utilisation est terminée dans les années 60 du siècle XX.

Le Douro était un fleuve de "mauvais naviguer" donc il y avait de nombreux naufrages et aussi vies perdues. L'équipage a été appelé "matelots" pour illustrer clairement les dangers dans son cours.

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El Barco Rabelo se utilizó durante siglos para transportar Vinos de la Región – y también personas – en el Rio Duero hasta Vila Nova de Gaia/Oporto (Portugal). Este transporte dejó de utilizarse en los años 60 del siglo XX.

El Duero (Douro en portugués) es un rio difícil navegación que ocasionó muchos naufragios en los que se perdieron vidas. A los tripulantes se le llamaba « marineros » para destacar el peligro de su trabajo.

Los Barcos Rabelos que quedan están anciados en Vila Nova de Gaia como publicidad de las diversas marcas de Vino de Oporto, bien evidente en sus velas.

Por inicitiva de la Confraria del Vino de Oporto desde 1982 se realiza una Regata de Barcos Rabelos desde la Foz del Duero hasta el puente de D.Luís (Gaia/Porto) en las fiestas de San Juan, el 24 de Junio. Inicialmente apenas 4 Barcos participaban pero actualmente son 20/22.

Estas imágenes se tomaron en la regata de 24 Junio 2016.

 

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No entardecer dos dias de Verão, às vezes,

Ainda que não haja brisa nenhuma, parece

Que passa, um momento, uma leve brisa...

Mas as árvores permanecem imóveis

Em todas as folhas das suas folhas

E os nossos sentidos tiveram uma ilusão,

Tiveram a ilusão do que lhes agradaria...

Ah, os sentidos, os doentes que vêem e ouvem!

Fôssemos nós como devíamos ser

E não haveria em nós necessidade de ilusão ...

Bastar-nos-ia sentir com clareza e vida

E nem repararmos para que há sentidos ...

Mas graças a Deus que há imperfeição no Mundo

Porque a imperfeição é uma cousa,

E haver gente que erra é original,

E haver gente doente torna o Mundo engraçado.

Se não houvesse imperfeição, havia uma cousa a menos,

E deve haver muita cousa

Para termos muito que ver e ouvir ...

    

Alberto Caeiro, in "O Guardador de Rebanhos",

Heterónimo de Fernando Pessoa

 

Llévame a volar, hasta la luna quiero ir

bésame y verás que con un beso bastará...

 

y poca es el agua que lleva el río

no creo que fuera necesario

tanto despilfarro, para tan poca cosa

que bastaba con una pasarela

pues aunque en el invierno

pudiera subir la marea

no llegaría a la carretera

que de firme su asfalto

no pasamos por alto

que tiene una buena defensa

y si, por allí pasa un " auto "

se salva de caer al río

que si no llueve o nieva

por aquella parte del desvío

también se puede pasar

con mucha dificultad

por muchos ojos que tenga

   

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Jorge Viana Basto

 

Había tan poca luz (la foto está tomada mas o menos 30 minutos antes del amanecer), que ha bastado con una cartulina negra, sin utilizar filtros para llevar a buen puerto esta captura de 30 segundos.

 

Espero que os guste.

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