# 021 – 12 – Castelo de Montemor o Velho – Montemor o Velho - Coimbra - Portugal

# 021 – 12 – Castelo de Montemor o Velho – Montemor o Velho - Coimbra - Portugal

Caros amigos,
As duas fotos de hoje foram tiradas no interior do castelo e nelas se podem observar parte da muralha e muro da fortaleza, uma das Torres de Menagem, bem como a Igreja de Santa Maria da Alcáçova, classificada como Monumento Nacional desde 1910.

O Castelo de Montemor o Velho é uma fortificação medieval imponente e com grande impacto visual, que formava, com os castelos de Miranda, Penela, Soure e Santa Eulália, no período da consolidação da independência do Condado Portucalence, uma cintura defensiva da cidade de Coimbra.

Implantado na margem esquerda Rio Mondego, junto à estrada que liga a Figueira da Foz a Coimbra, e dominando os campos de arroz até perder de vista, este castelo, cuja história remonta aos tempos das lutas entre cristãos e muçulmanos e com forte ligação à história de Portugal (foi ocupado e saqueado pelas tropas francesas) é um dos mais belos do nosso país, que justifica bem a vossa visita.

Para os interessados na história deste castelo é favor consultar este link :
pt.wikipedia.org/wiki/Castelo_de_Montemor-o-Velho

Antecipadamente agradeço as vossas visitas, comentários e favoritos.
Um abraço e bom fim de semana.
Celestino Manuel

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Uploaded on Jan 27, 2012  |  Map

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# 020 – 12 – Castelo dos Mouros  – Sintra – Portugal

# 020 – 12 – Castelo dos Mouros – Sintra – Portugal

Caros amigos,

O Castelo dos Mouros é uma “fortaleza” erigido no alto da Serra de Sintra cuja fundação parece remontar ao período visigótico, embora “as primeiras provas documentais se reportam já à época de plena ocupação muçulmana, concretamente ao século XI. Todavia, será lícito concluir que a edificação do Castelo se tenha verificado anteriormente, talvez no século IX”.

Visitar este castelo é recuar no tempo e meditar como o Homem levou a cabo este tipo de construção, em grande parte sobre rochas, no alto da serra.
Percorrer todo o seu perímetro é um bom exercício compensado com vistas deslumbrantes, quer sobre a Vila de Sintra, quer sobre toda a serra, coberta por uma floresta densa e de rara beleza, podendo ainda apreciar-se o Palácio da Pena, situado lá bem no alto.
Mais informação em : www.cm-sintra.pt/Artigo.aspx?ID=3447”
Antecipadamente deixo o meu agradecimento a todos os que visualizarem e/ou comentarem esta foto ou a favoritarem.

Um abraço amigo

Celestino Manuel

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Uploaded on Jan 26, 2012  |  Map

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# 019 – 12 – Salinas de Rio Maior – Rio Maior  – Santarém - Portugal

# 019 – 12 – Salinas de Rio Maior – Rio Maior – Santarém - Portugal

Caros amigos,
Hoje partilho convosco mais uma mini-série de 4 fotos das Salinas da Fonte da Bica, vulgarmente conhecidas por Salinas de Rio Maior ou Salinas naturais de Rio Maior, situadas num vale da Encosta da Serra dos Candeeiros, a cerca de 3 Kms da vila, que lhe deu o nome.
A água para extração do sal, 8 vezes mais salgada que a do mar, é tirada de um poço, situado no meio das salinas, para os compartimentos ou talhos, dando origem ao sal pelo processo de evaporação.
A sua história, com mais de oito Séculos, é riquíssima e encontra-se ligada à história de Portugal, tendo estado associada às Ordens Religiosas de Cister (Mosteiro de Alcobaça) e dos Templários, devido ao grande valor comercial, que o sal assumiu, quer para uso alimentar como condimento e conservação de alimentos, quer para uso industrial, p.ex., no curtimento de peles.
“O poço actual foi aberto, segundo a tradição, devido ao acaso. Uma rapariga que apascentava uns animais, para mitigar a sede, tentou beber numa poça de água que aflorava num juncal. O sabor fortemente salgado, foi-lhe extremamente desagradável e comentou isso mesmo, quando chegou a casa. Seu pai e vizinhos apressaram-se a ir cavar em tal sítio de onde surgiu o poço actual, tendo secado depois o primitivo.
O pagamento dos marinheiros “era sempre feito em sal. Nessas épocas recuadas o sal era uma substância muito importante no comércio entre os povos como moeda de troca, sendo utilizado como pagamento de jornas, daí a proveniência da palavra salário -Wikipédia”.
Para mais informação aconselho o acesso e a leitura do conteúdo do se seguinte :http://pt.wikipedia.org/wiki/Rio_Maior
Antecipadamente agradeço as vossas visitas, comentários e favoritos.
Um abraço amigo
Celestino Manuel

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Uploaded on Jan 25, 2012  |  Map

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  # 018 – 12 – Chegada do peixe  - Praia de Mira – Coimbra  - Portugal

# 018 – 12 – Chegada do peixe - Praia de Mira – Coimbra - Portugal

Caros amigos,
No seguimento da minha última série de fotos relativas aos momentos que antecedem a chegada de peixe à praia partilho hoje convosco 9 fotos cujo enfoque se centra na chegada do peixe à praia e nas tarefas da sua recolha para venda no local.
A Arte de Xávega ainda é praticada nesta bela praia, pelo menos durante o Verão, permitindo aos pescadores os meios de subsistência a par de um importante factor de captação de turístas nacionais e estrangeiros, que aqui se deslocam com o objectivo de poderem assistir a este tipo de pesca em vias de extinção.
Recordo que durante mais de 2 horas um dos tractores puxou os cabos de alagem ou calas das redes para arrastar o pescado para a praia. À medida que o saco da rede se vai aproximando da areia as gaivotas entram numa grande agitação para roubarem alguns, que tentam saltar da rede ou que ficam a descoberto. São momentos indiscritíveis, que só quem assiste ao vivo pode fazer uma idéia da “festança”.
As fotos seguem a ordem de sequência do seu registo e procuram ilustrar as tarefas desempenhadas pelos intervinientes, desde a protecção do peixe, ao içamento das redes para a concentração do peixe no grande saco, à sua abertura e colocação em caixas para venda.
Os veraneantes assistem em grande número à chegada do peixe, que é composto e maioritariamente por sardinha e carapau, e à azáfama dos pescadores.
Antecipadamente agradeço as vossas visitas, comentários e favoritos.
Um abraço
Celestino Manuel

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Uploaded on Jan 24, 2012  |  Map

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# 017 – 12 – Praça do Comércio – Lisboa – Portugal.

# 017 – 12 – Praça do Comércio – Lisboa – Portugal.

Caros amigos,
A Praça do Comércio/Terreiro do Paço, em Lisboa, é uma praça magnífica e um belíssimo cartão de visita de Lisboa. Situada na parte Sul da Cidade, junto ao Rio Tejo, é um lugar de visita obrigatória.
Ao longo da História de Portugal desempenhou um papel importante como entreposto comercial, nomeadamente, na época pós-descobrimentos, com a chegada de navios carregados de vários produtos oriundos, por exemplo, do Brasil, da Índia e das ex-Colónias.
Antecipadamente deixo o meu agradecimento a todos os que visualizarem e/ou comentarem esta foto ou a favoritarem.
Boa semana.
Um abraço.
Celestino Manuel

“Nova Praça do Comércio / Terreiro do Paço
O projecto de requalificação do Terreiro do Paço/ Praça do Comércio da autoria do Arq. Bruno Soares tem como objectivo preservar o valor simbólico, histórico e monumental, daquela que é uma das maiores praças da Europa e sobretudo uma «porta de entrada» magnífica na cidade de Lisboa. As soluções urbanísticas contribuem para fazer do Terreiro do Paço uma Praça para os cidadãos, aberta ao Mundo. Um local onde a memória e a identidade do espaço é reforçada e valorizada pela vivência das pessoas.

.....
Espaço de Poder / Espaço Monumental

A requalificação da Praça do Comércio procura manter e valorizar os principais elementos que, não obstante a evolução histórica, permaneceram até hoje como invariantes. Estes elementos arquitectónicos caracterizam a praça e contribuem para a tornar única a nível nacional, e uma das mais excepcionais a nível internacional:
•A grande dimensão do espaço (cerca de 35.500 m2), aspecto que lhe confere o seu carácter monumental e que a coloca entre as maiores praças da Europa;
•A sua unidade arquitectónica;
•A sua caracterização enquanto Praça de Poder, reconhecível não apenas nas suas dimensões, mas também por via dos seus elementos escultóricos (estátua equestre e conjuntos escultóricos do Arco) e para-arquitectónicos (Cais das Colunas);
•O eixo monumental reconhecível no alinhamento Arco da Rua Augusta – Estátua Equestre de Dom José – Cais das Colunas;
•A simetria entre as fachadas Nascente e Poente e a assimetria resultante da oposição entre a fachada do Arco da Rua Augusta e a ausência de fachada a Sul aberta ao Tejo. As fachadas nascente e poente são balizadas pelos dois torreões.
•A centralidade simbólica da estátua real;
•As arcadas;
•A relação de proximidade com o rio e o carácter monumental da entrada na Praça, a partir do rio, através do Cais das Colunas;

www.frentetejo.pt/36/praca-do-comercio---terreiro-do-paco...

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Uploaded on Jan 23, 2012  |  Map

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