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SEBRAE PIAUÍ - O que somos SEBRAE PIAUÍ
O que somos O SEBRAE/PI - Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Piauí - é uma sociedade civil sem fins lucrativos constituída sob a forma de serviço social autônomo, integrante e vinculado ao Sistema SEBRAE – criado em 1990 pelas Leis nº 8.029 e 8.154, e regulamentado no mesmo ano pelo Decreto nº 99.570- cuja missão é promover e consolidar a força empreendedora piauiense voltada para os pequenos negócios.
A Instituição é administrada por um Conselho Deliberativo Estadual, Conselho Fiscal e Diretoria Executiva.
O Conselho Deliberativo Estadual - CDE é um órgão de deliberação colegiada e soberana, concentrando poderes para decidir a respeito de todas as atividades de interesse da Entidade, reunindo Governo e Iniciativa Privada através das seguintes Entidades e Instituições: - Secretaria de Indústria, Comércio, Ciência e Tecnologia do Estado do Piauí - Associação Comercial Piauiense - Associação Industrial do Piauí - Federação da Agricultura do Estado do Piauí - Federação do Comércio Varejista do Estado do Piauí - Federação do Comércio Atacadista do Estado do Piauí - Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Estado do Piauí - Federação das Indústrias do Estado do Piauí - Universidade Federal do Piauí - Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste - SUDENE - Banco do Nordeste do Brasil - Instituto Euvaldo Lodi - IEL - Núcleo Regional do Piauí - Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas – SEBRAE
fonte:http://www.pi.sebrae.com.br/osebrae/osebrae.htm
Dados Gerais e um pouco mais sobre o Piauí
ECONOMIA PIB (2002): R$ 6,2 bilhõees (70% no comércio e serviços; 30% na agro-pecuária e indústria). Representa 0,46% do PIB nacional. PIB per capita: R$ 2.140. População total: 2,9 milhões. População Economicamente Ativa: 1,36 milhão. Homens: 813 mil; mulheres 549 mil. Densidade demográ¡fica: 11,8 hab\km2. Atividades que se destacam: Apicultura, Artesanat, Cajucultura, Carcinicultura, Carnaúba, Construção, civil, Comércio varejista Confecções Grãos Ovinocaprinocultura Turismo
Pólo de Desenvolvimento Integrado – Uruçuí-Gurguéia
Localizado no sul do Estado do Piauí, este Pólo compreende os seguintes municípios: Alvorada do Gurguéia, Antônio Almeida, Baixa Grande do Ribeiro, Barreiras do Piauí, Bertolínia, Bom Jesus, Colônia do Gurguéia, Corrente, Cristalândia do Piauí, Cristino Castro, Currais, Eliseu Martins, Gilbués, Manoel Emídio, Monte Alegre do Piauí, Palmeira do Piauí, Redenção do Gurguéia, Ribeiro Gonçalves, Santa Filomena, Santa Luz, São Gonçalo do Gurguéia, Sebastião Leal e Uruçuí. Como centros mais dinâmicos do cerrado piauiense, destacam-se os municípios de Uruçuí e Bom Jesus.
A cadeia produtiva mais relevante do Pólo é o complexo de grãos. Além da soja, os produtores rurais originários do sul do país exploram na região outras culturas como arroz e milho, e adotam tecnologia moderna, com uso intensivo de mecanização, adubação e correção de solos. Utilizam inoculantes para fixação do nitrogênio, sementes selecionadas, rotação de culturas, tratos culturais adequados e a prática do plantio direto.
O pólo apresenta imensas áreas de cerrado com solos profundos e planos disponíveis para serem incorporados às áreas produtivas. Além dos aspectos físicos existem também os aspectos econômicos extremamente favoráveis como o preço baixo das terras, o fortalecimento da cadeia de grãos e a existência do Banco do Nordeste como órgão financiador.
Afora as imensas áreas de cerrado, o Pólo tem ainda áreas nas margens do Rio Gurguéia que podem ser exploradas com irrigação. A água utilizada para a irrigação vem de jazidas de água subterrânea existentes na área com água de excelente qualidade para essa atividade. O potencial irrigável é atualmente de 3 mil hectares. Há também disponibilidade de jazidas e moinhos de calcário, insumo de fundamental importância para a agricultura dos cerrados.
Com topografia plana a suave ondulada, pode-se utilizar agricultura mecanizada de alta tecnologia. O Pólo conta ainda com estradas pavimentadas cortando o Pólo de norte a sul. Imensas áreas de cerrado estão disponíveis para produção de grãos. São solos planos, bem drenados e profundos que propiciam uma mecanização fácil e atingem produtividades elevadas.
Com a atividade de produção de grãos outros ramos de negócio se estabalecem como venda de máquinas, equipamentos e implementos, produção e revenda de insumos em geral como adubos, sementes e agroquímicos.
Há oportunidades de negócios para a implantação de indústrias de esmagamento de grãos, usinas de algodão, têxteis, armazéns graneleiros, empresas de transportes e trading companies.
Existem ainda negócios para consultorias especializadas, escritórios de projetos, laboratórios de análise de solo, água e folha, patrulhas mecanizadas, unidades de beneficiamento de sementes, empresas de trabalho, comercialização e logística de negócios. Há grandes oportunidades para atividades auxiliares como hotéis, restaurantes e equipamentos de lazer; fabricação ou revenda de máquinas; equipamentos e implementos revenda de combustíveis; produção ou revenda de embalagens; viveirista; produção ou revenda de agroquímicos; produção ou revenda de mudas e sementes.
Outras oportunidades no setor de Serviços: escritórios de projeto e assistência técnica; consultorias agropecuárias especializadas; turismo rural; turismo ecológico; laboratórios de análises de solo, água e planta; patrulha mecanizada; unidades de beneficiamento de sementes; cursos especializados nas atividades rurais, agroindustriais e de comercialização agrícola; logística de agronegócios.
Pólo de Turismo – Costa do Delta
O Pólo Costa do Delta contempla cinco municípios e dispõe de costa litorânea nos seus 66 quilômetros de extensão e de um exemplo único que o destaca das demais regiões, o Delta do Rio Parnaíba, que apresenta uma singular variedade paisagística, de fauna e flora. É o único delta das Américas em mar aberto e o terceiro do mundo, sendo formado por cinco “braços" de rio que deságuam no mar e que, em contraste com as dunas, formam um arquipélago pontilhado por 78 ilhas e ilhotas, traçando roteiros ecológicos com seus igarapés de vegetação fechada e mangues, com área total de 2.700 km².
Outros potenciais naturais que merecem destaque são a Lagoa do Sobradinho e a Lagoa do Portinho, locais de lazer e entretenimento, com presença de dunas, densa vegetação e atracadouro para a prática de esportes náuticos. Suas praias possuem paisagem impar de características paradisíacas e ainda pouco exploradas, entre as quais destacam-se: Pedra do Sal, Coqueiro, Macapá, Barra Grande, Cajueiro da Praia e Atalaia, sendo esta última a mais freqüentada do litoral, por oferecer um leque de opções de entretenimentos e ser bem servida de equipamentos e serviços turísticos. Infra-Estrutura Rodovias.
A extensão total da rede rodoviária do Estado é de 56.805 km atravessando todo o Estado. Há ligações ao sul do país passando pela capital federal. Outras rodovias dão acesso às regiões Norte e Nordeste nos sentido leste-oeste.
Ferrovias Em território piauiense, as ferrovias somam 523 km de extensão e interligam a capital aos portos da região e aos Estados vizinhos. Os principais produtos transportados são: minério de ferro, cimento, derivados de petróleo, couro, adubo, cera de carnaúba e produtos alimentícios.
O movimento maior em Teresina é o desembarque de mercadorias (99% do movimento de cargas) e se constitui essencialmente de derivados do petróleo, cimento e óleo combustível.
Aeroportos O Estado dispõe de dois aeroportos: um em Teresina e outro em Parnaíba, ambos com revestimento asfáltico, aparelhados para atender as operações de pouso e decolagem de grandes aeronaves.
O aeroporto de Teresina apresenta vôos diários para todas as capitais do país. Já o aeroporto de Parnaíba é mais utilizado para vôos charters e empresas de turismo. Extrativismo vegetal Ocorre principalmente nos vales úmidos, onde predominam as matas de babaçu e carnaúba. Estudos de laboratório sobre a carnaúba demonstraram ser possível a elevação do nível tecnológico de seu aproveitamento, sendo a celulose o derivado de maior potencial para viabilizar a exploração dessa imensa riqueza natural do Estado. A castanha de caju deixou de ser um produto extrativo para se constituir numa cultura desenvolvida em grande escala e que boas perspectivas oferece à economia do Estado. Extrativismo mineral Diversos estudos geológicos demonstram a existência de potencial bastante promissor de exploração mineral. Entre as ocorrências de maior interesse econômico, encontram-se o mármore, o amianto, as gemas, a ardósia, o níquel, o talco e a vermiculita. Vale ressaltar que o Piauí é dotado de grandes reservas de águas subterrâneas artesianas e possui a segunda maior jazida de níquel do Brasil, localizada no município de São João do Piauí.
A pecuária foi a primeira atividade econômica desenvolvida no Estado, fazendo parte de sua tradição histórica. O folclore e os costumes regionais derivam em grande parte da atividade pastoril. Entre os rebanhos, destacam-se os caprinos, bovinos, suínos, ovinos e asininos. A caprinocultura, por sua capacidade de adaptação a condições climáticas inóspitas, tem sido incentivada pelo Governo, proporcionando meio de vida a significantes parcelas da população carente, principalmente nas regiões de Campo Maior, Alto Piauí e Canindé. Agricultura A agricultura no Piauí desenvolveu-se paralelamente à pecuária, porém como atividade quase que exclusivamente de subsistência. Posteriormente, adquiriu maior caráter comercial, embora de forma lenta e insuficiente para abastecer o crescente mercado interno do Estado. Entre as culturas tradicionais temporárias sobressaem-se o milho, o feijão, o arroz, a mandioca, o algodão herbáceo, a cana-de-açúcar e a soja. Entre as culturas permanentes, destacam-se a manga, a laranja, a castanha-de-caju e o algodão arbóreo.
DADOS GERAIS
Localização Situado entre 2º 44' 49" e 10º 55' 05" de latitude sul e entre 40º 22' 12" e 45º 59' 42" de longitude oeste. Limites Leste : Estados do Ceará e Pernambuco Sul e Sudeste : Estado da Bahia Sudoeste : Estado do Tocantins Oeste : Estado do Maranhão, com o curso do rio Parnaíba demarcando a fronteira Norte : Oceano Atlântico Características Territoriais É o terceiro maior Estado nordestino, inferior apenas à Bahia e ao Maranhão, e o décimo Estado brasileiro, respondendo por 2,9 % do território nacional. Relevo O relevo piauiense abrange planícies litorâneas e aluvionares, nas faixas às margens do rio Parnaíba e de seus afluentes, que permeiam a parte central e norte do Estado. Ao longo das fronteiras com o Ceará, Pernambuco e Bahia, nas chapadas de Ibiapaba e do Araripe, a leste, e da Tabatinga e Mangabeira, ao sul, encontram-se as maiores altitudes da região, situadas em torno de 900 metros de altitude.
Entre essas zonas elevadas e o curso dos rios que permeiam o Estado, como, por exemplo, o Gurguéia, Fidalgo, Uruçuí Preto e o Parnaíba, encontram-se formações tabulares, contornadas por escarpas íngremes, resultantes da ação erosiva das águas. Vegetação Em decorrência de sua posição, o Estado do Piauí caracteriza-se, em termos fisiográficos, como uma típica zona de transição, apresentando, conjuntamente, aspectos do semi-árido nordestino, da pré-Amazônia e do Planalto central do Brasil. Refletindo as condições de umidade das diversas zonas, as regiões ecológicas distribuem-se em faixas paralelas, com a caatinga arbórea e arbustiva predominando no sudeste, a floresta decidual no Baixo e Médio Parnaíba, cerrado e cerradão, no centro-leste e sudoeste e as formações pioneiras de restinga, mangue e aluvial campestre, na zona litorânea. Dentre as paisagens vegetais, destacam-se os cocais, com seus exemplares de babaçu, carnaúba, buriti, e tucum, encontrados na região da floresta decidual, nos vales úmidos e nas áreas alagadiças, sustentando a atividade extrativa de significativa importância para o Estado.
Hidrografia Enquanto os Estados do Nordeste oriental contam com apenas um rio perene, o São Francisco, com aproximadamente 1.800 km dentro de seus territórios, o Piauí conta com o rio Parnaíba e alguns de seus afluentes, entre eles o Uruçuí Preto e o Gurguéia que, somando-se seus cursos permanentes, ultrapassam 2.600 km de extensão. O Estado conta ainda com lagoas de notável expressão, tais como a de Parnaguá, Buriti e Cajueiro, que vêm sendo aproveitadas em projetos de irrigação e abastecimento de água na região. A perenecidade dos rios piauienses, entretanto, encontra-se ameaçada. Os rios sofrem intenso processo de assoreamento, sempre crescente, em decorrência do desmatamento acentuado que ocorre no Estado, principalmente nas nascentes e nas margens dos rios. Clima Com clima tipicamente tropical, o Piauí apresenta temperaturas médias elevadas, variando entre 18º (mínimas) e 39º C (máximas).
A umidade relativa do ar oscila entre 60 e 84%. No litoral e às margens do rio Parnaíba, os níveis anuais de precipitação pluviométrica situam-se entre 1000 e 1.600 mm. A frequência de chuvas diminui a medida que se avança para a região sudeste do Estado; porém, níveis anuais médios de precipitação abaixo de 800 mm são encontrados apenas em 35% do território piauiense. Parques e Reservas Naturais No Piauí encontram-se os mais antigos sítios arqueológicos do Brasil e da América, considerados entre os mais importantes do mundo. No município de São Raimundo Nonato, na parte sudeste do Estado, 280 desses sítios já foram mapeados por instituições científicas nacionais e internacionais e abrigam rico acervo de arte rupestre e materiais de origem orgânica, em boas condições de conservação. Nos municípios de Piripiri e Piracuruca, no norte do Estado, localiza-se o Parque Nacional de Sete Cidades, área de flora e fauna ricas e onde se encontram conjuntos ruiniformes que insinuam a existência, em épocas remotas, de civilizações desenvolvidas. Gentílico Piauiense
HISTÓRIA: A colonização do Piauí deu-se do centro para o litoral. Fazendeiros do São Francisco, a procura de novas expansões para suas criações de gado, passaram a ocupar, a partir de 1674, com cartas de sesmarias concedidas pelo governo de Pernambuco, terras situadas às margens do rio Gurguéia. Um desses sesmeiros, Capitão Domingos Afonso Mafrense, também conhecido como Domingos Sertão, fundou trinta fazendas de gado, tornando-se o mais eminente colonizador da região. Por sua própria vontade, as fazendas foram legadas, após sua morte, aos padres da Companhia de Jesus. Hábeis gerentes, os jesuítas contribuíram de forma decisiva para o desenvolvimento da pecuária piauiense, que atingiu seu auge em meados do século XVIII. Nessa época, os rebanhos da região abasteciam todo o Nordeste, o Maranhão e províncias do Sul. Com a expulsão dos jesuítas, as fazendas de Mafrense foram incorporadas à Coroa e entraram em declínio.
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